| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03237583000167 | COPA ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 547,8 mil |
Realizar uma turnê com a "Orquestra Indígena" por duas regiões brasileiras (Centro-Oeste e Sudeste) com extensão internacional à Portugal , tendo como fatos motivadores a celebração de comemoração dos 200 anos de reconhecimento da independência do Brasil por Portugal e a parceria entre a Associação de Bandolins da Madeira (ABM) e a Fundação Zahran, a convite da primeira.
Sinopse da Obra “O protagonizado pela Orquestra Indígena: Uma Jornada Musical de Herança e Conexão” é mais do que um projeto musical - é uma celebração da rica herança cultural do Brasil e uma homenagem à sua forte conexão histórica com Portugal. Este projeto destaca a música como uma linguagem universal que une pessoas de diferentes origens e culturas. A entrada da Orquestra Indígena no palco é um momento de grande significado. Representando as comunidades de povos originários do Brasil, cada músico traz consigo a força e a beleza de sua herança cultural. A música que eles criam juntos é um testemunho de sua identidade única e de sua conexão profunda com suas raízes. Este projeto oferece aos músicos a oportunidade de se apresentar em palcos internacionais, colaborar com artistas de outros países e fortalecer sua identidade cultural. A turnê por Portugal é um momento de grande importância, pois proporciona aos integrantes da orquestra, na sua maioria de oriundos de povos originários brasileiros, a oportunidade de conhecer as terras dos que outrora foram nossos colonizadores. A sinopse deste projeto enfatiza a entrada da Orquestra Indígena como um momento de celebração e reconhecimento. É um lembrete poderoso de sua missão e propósito enquanto se apresentam em solos internacionais. Esta experiência enriquecedora serve como um lembrete poderoso de sua missão e propósito enquanto se apresentam em solos internacionais. A música que eles criam é um reflexo de sua jornada, uma celebração de sua herança e uma expressão de sua identidade única. O projeto envolverá um total de 20 músicos, proporcionando a eles a oportunidade de se apresentar em palcos internacionais e colaborar com artistas de outros países. A equipe do projeto contará com 25 pessoas, incluindo músicos, acompanhantes, membros da equipe de produção e um produtor executivo. Serão realizados concertos em cidades, São Paulo, Funchal, Porto Santo, Machico, e Lisbôa Lisboa e Madeira em Portugal , aumentando a visibilidade do projeto e alcançando públicos diversos. O projeto espera atrair um público estimado de 1000 pessoas por concerto, totalizando um público de 7.000 pessoas ao longo de todos os concertos. O repertório musical inclui uma mistura de música brasileira, e música de representatividade regional pantaneira e Sul-mato-grossense, proporcionando uma experiência enriquecedora para o público. Este projeto promove a unidade, o respeito mútuo e a compreensão intercultural através da linguagem universal da música. Classificação Indicativa Etária: O projeto é adequado para todas as idades. No entanto, crianças menores de 12 anos devem estar acompanhadas por um adulto.
Objetivo Geral: O projeto visa celebrar e honrar a rica herança cultural do Brasil e a forte conexão histórica com Portugal através da música, e de uma maneira genuína, pois objetiva projetar o trabalho de um grupo musical composto por músicos, em sua maioria, oriundos de comunidades de povos originários. A turnê por duas Regões brasileiras, tem o objetivo reforçar a identidade em solo nacional, para então partirem para o ’’Velho Mundo’’. Já a turnê por Portugal, é de grande importância, pois proporciona aos povos originários brasileiros a oportunidade de conhecer as terras, dos que outrora foram nossos colonizadores. Além disso, há também o objetivo de alcançarmos um considerável número de público, tanto no Brasil, quanto de brasileiros radicados em Portugal, e assim podermos celebrar o advento dos 200 anos de reconhecimento da independência do Brasil por Portugal, um marco histórico significativo que será homenageado através das apresentações musicais para expectadores dos dois países. Este projeto, objetiva sobretudo, promover a unidade, o respeito mútuo e a compreensão intercultural através da linguagem universal da música. Objetivos Específicos 1-Participação de Músicos: Envolver um total de 20 músicos no projeto, proporcionando a eles a oportunidade de se apresentar em palcos internacionais e colaborar com artistas de outros países, além do fortalecimento da cadeia produtiva do setor musical, pois o projeto prevê remuneração para os mesmos. 2-Equipe do Projeto: Contar com uma equipe de 25 pessoas, incluindo músicos, 3 acompanhantes (pais de alunos), 2 membros da equipe de produção. 3-Número de Cidades: Realizar 7 concertos em, Campo Grande (MS) São Paulo (Cidade a Definir), Funchal, Porto Santo, Machico, Madeira e Lisboa em Portugal aumentando a visibilidade do projeto e alcançando públicos diversos. 4-Alcance do Público: Atrair um público estimado de 1000 pessoas por concerto, totalizando um público de 7.000 pessoas ao longo de todos os concertos. 5- Fortalecer os laços entre Brasil, Portugal através da relação com 1 instituição internacional, Associação de Bandolins da Madeira. Esses objetivos garantem que o projeto tenha um impacto significativo na comunidade e no público, além de proporcionar uma valiosa oportunidade de intercâmbio cultural para os músicos envolvidos.
Justificativa * O Artigo 1º da Lei 8.313/91, também conhecida como Lei Rouanet, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor cultural1. Os incisos deste artigo estabelecem os seguintes objetivos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais1. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores1. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto da se alinha perfeitamente com esses objetivos, basta correlacionar com as afirmações abaixo: - Promove e estimula a produção cultural e artística brasileira, conforme requer o inciso I -Valoriza os músicos envolvidos e difunde a música indígena brasileira, conforme requer o inciso II -O projeto protege e valoriza as expressões culturais dos povos indígenas, contribuindo para o pluralismo da cultura nacional, conforme indicam os incisos III e IV -O projeto também salvaguarda e celebra os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme requer o inciso V e VI -Ao realizar concertos em várias cidades ao redor do mundo, o projeto desenvolve a consciência internacional e promove o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, conforme indica os incisos VII e VIII. -Por fim, o projeto prioriza a música indígena brasileira, um produto cultural originário do país de acordo com o que requer o inciso IX O Artigo 3º desta lei especifica que os projetos culturais que se beneficiam do Pronac devem atender a pelo menos um dos seguintes objetivos 1-Incentivo à formação artística e cultural. 2-Fomento à produção cultural e artística. 3-Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico. 4-Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais2. Abaixo algumas argumentações que correlacionam as ações do projeto com o referido terceiro artigo. O projeto se alinha perfeitamente com esses objetivos. Ele incentiva a formação artística e cultural ao proporcionar aos músicos envolvidos a oportunidade de se apresentar em palcos internacionais e colaborar com artistas de outros países. Além disso, o projeto fomenta a produção cultural e artística ao criar um concerto inédito em colaboração com o grupo de Bandolins da Ilha da Madeira. O projeto também contribui para a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico ao promover a música indígena brasileira e ao realizar concertos em várias cidades em território europeu. Por fim, o projeto estimula o conhecimento dos bens e valores culturais ao permitir que o público em geral tenha acesso às apresentações musicais. Portanto, a proposta está em total conformidade com a Lei 8.313/91 e contribui significativamente para o cumprimento dos objetivos estabelecidos no Artigo 3º desta lei. Abaixo, destacamos mais alguns aspectos que entendemos como relevantes par constarem na presente justificativa: -Acesso Universal à Cultura: Uma das características mais marcantes do projeto é o seu compromisso com a democratização do acesso à cultura. O projeto garante que todas as apresentações, tanto em solo nacional quanto internacional, sejam inteiramente gratuitas. Isso permite que a música e a cultura indígena brasileira possam ser apreciadas por todos, independentemente de sua situação econômica. Este compromisso não apenas amplia o alcance do projeto, mas também reforça seu objetivo de promover a unidade, o respeito mútuo e a compreensão intercultural. A gratuidade das apresentações é, portanto, um elemento fundamental que enaltece o valor e a importância deste projeto. -Importância da Relação Institucional: A colaboração entre a Fundação Ueze Zahran e a Associação de Bandolins da Madeira, é fundamental para o sucesso da execução da proposta. Esta parceria permite a troca de conhecimentos e experiências musicais entre Brasil e Portugal, enriquecendo a formação dos músicos envolvidos. Além disso, a união dessas duas instituições fortalece a visibilidade e o impacto do projeto, permitindo que ele alcance um público mais amplo e promova efetivamente a cultura e a música indígena brasileira em um cenário internacional. Esta relação institucional é, portanto, um pilar essencial para a realização e o sucesso do projeto.
Outras Informações: 1-Informações sobre as passagens aéreas Soma dos trechos e valores das passagens para cada integrante da equipe 1-Campo Grande- São Paulo (ida e volta) preço médio R$700,00 2-São Paulo- Brasil/Madeira- Portugal (ida e volta) R$ 7.200,000,00 -Total apurado dos custos das passagens aos preços atuais: R$7.900,00 -Projeção de indexação de preço até a data da compra (20%), considerando IPCA e histórico de variação do mercado do transporte aéreo: R$ 1580,00 -Verba total para passagem por cada membro da equipe com valor previsto para compra próximo a data de viagem : R$ 9.480,00 Integrantes (Nomes e/ou cargos na equipe 1- Caueh Gressler de Meira Rg: 9125796103 Cpf: 043.133.810-82 2 Helaine Francisco Mendes Rg2872040 cpf 050.456.191-01 3 Emili Kamili Luiz Francisco RG: 2390076 ssp/ms CPF- 700.992.371-05 4 Israel Mendes pereira Rg 2.542.154 ssp/ms Cpf: 072.502.591-30 5 Karine Luiz Francisco RG: 2390075 ssp/ms CPF: 700.992.341-81 6 Karly Stéffany da Cruz Maciel RG 2.731.578 ms Cpf 104.950.241-80 7 Kethlen Luiz Francisco RG: 2390074 msCpf 70099233100 8 Maria Eduarda Albuquerque Matias Cpf 092.228.901-83 RG - CN livro 930, folha 02, termo de nascimento 323579 9 Tayara Rayanny da Cruz Maciel Rg 2731577ssp/Ms /Cpf 105220431-78 10 Celineia arruda da Silva Rg 2552278 ssp/MS Cpf 094489021-07 11 Tiago Francisco Pereira Rg 2.501.781 ssp/ms Cpf: 105 029 761 01 12 Jardel Vinicius Tartari Rg 1310138 ssp/ms Cpf 005167201-47 13 Pedro Veron Martinelli Danzi RG 2.544.181 ssp/ms 14 Heitor Veron Martinelli Danzi RG 56.009.667-7 ssp/ms 15 Aghata Luiz Francisco Rg RG- 2.390.078 Cpf 10544862120 16 Luiz Gustavo Correia Francisco Rg 2914541 Ms 17 Eduardo Martinelli Dani Rg 25700984-X SSP/SP 18 – a definir 19- a definir 20 a definir Acompanhantes 1 Marineide Albuquerque RG 001403713 MS 2 Jaquelina Pereira Francisco 1821800 SSP/MS Assistentes de produção 1 (a definir) Assistentes de produção 2 (a definir) Assistentes de produção 3 (a definir) Total de 25 passagens 2-Informações sobre a parceria ntre a Fundação Ueze Zahran e a Associação de Bandolins da Madeira A Associação Bandolins da Madeira está, na qualidade de instituição anfitriã, oferecendo alimentação, hospedagem e translado para os músicos durante suas estadias em Portugal. Além disso, eles estão oferecendo também uma estrutura técnica completa para garantir que as apresentações musicais sejam realizadas sem problemas. Essas informações estão detalhadas na carta convite anexada no campo de documentos da proposta/Informações Adicionais
A Orquestra Indígena é um grupo de música brasileira único e autêntico, composto em sua maioria por membros da etnia Terena. Com 16 dos 20 integrantes sendo indígenas, a orquestra é uma verdadeira representação da rica herança cultural do Brasil. A formação do grupo é diversificada e bem equilibrada, proporcionando uma rica tapeçaria sonora que reflete a complexidade e a beleza da música brasileira. A orquestra é composta por 5 primeiros violinos, 5 segundos violinos, 4 violas, 2 violoncelos, 3 percussionistas e 1 violão. Esta combinação de instrumentos permite que a orquestra explore uma ampla gama de texturas musicais e crie performances que são ao mesmo tempo emocionantes e profundamente emotivas. A presença de um maestro é crucial para a orquestra. O maestro não só conduz a orquestra durante as performances, mas também desempenha um papel fundamental na preparação do grupo para cada apresentação. O maestro trabalha de perto com cada músico, ajudando-os a aprimorar suas habilidades e a se preparar para cada performance. Além disso, o maestro também ajuda a garantir que a orquestra funcione como uma unidade coesa, com cada músico contribuindo para o som geral do grupo. Em resumo, a Orquestra Indígena é mais do que apenas um grupo musical - é uma celebração da cultura indígena brasileira e uma expressão poderosa da rica herança musical do Brasil. Cada performance é uma oportunidade para o público experimentar a profundidade e a beleza da música brasileira através dos olhos e ouvidos dos povos originários do Brasil.
Acessibilidade Medidas em solo Nacional: -Acessibilidade Física: Garantir que todos os locais dos concertos em solo nacional sejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. Isso inclui a disponibilidade de rampas e banheiros acessíveis. Além disso, deve haver assentos reservados para pessoas com deficiência e idosos. -Acessibilidade Auditiva e de acesso ao conteúdo: Garantir a presença intérprete de língua de sinais durante as apresentações em solo nacional, com verba inclusa na planilha orçamentária. Medidas em solo internacional Como a maioria das ações do projeto ocorrerá em território internacional, estamos comprometidos em garantir a acessibilidade para todos os participantes e espectadores. Reconhecemos a importância de proporcionar um ambiente inclusivo e acessível, especialmente considerando o grande número de brasileiros residentes em Portugal. Para tanto, vamos enviar documentos aos organizadores dos eventos em Portugal, solicitando que sejam tomadas medidas específicas para garantir a acessibilidade, disponibilizar. Essas medidas irão incluir a disponibilidade de rampas e elevadores para pessoas com mobilidade reduzida, a presença de intérpretes de língua de sinais para pessoas com deficiência auditiva e a disponibilização de programas de concerto em Braille para pessoas cegas, além das exigências previstas nas leis dos respectivos países. Acreditamos que a música é uma linguagem universal que deve ser acessível a todos, independentemente de suas habilidades físicas ou sensoriais. Estamos ansiosos para trabalhar com os organizadores dos eventos para garantir que nosso projeto seja o mais inclusivo e acessível possível."
Democratização de Acesso O projeto é profundamente comprometido com a democratização de acesso à cultura. Este compromisso é evidenciado pela execução de peças étnicas por uma orquestra indígena reforçando a importância e o valor da cultura indígena, tanto para os participantes quanto para o público, melhor, de forma inteiramente gratuita. Além disso, o projeto emprega uma estratégia robusta para alcançar os públicos, não só do Brasil, mas também de Portugal. Isso será feito através de uma ampla divulgação e promoção dos eventos, garantindo que a música e a cultura indígena brasileira possam ser apreciadas por um público diversificado. A verba de divulgação será utilizada de forma estratégica para maximizar o alcance do projeto. Isso inclui a promoção dos eventos nas redes sociais, a colaboração com comunidades brasileiras locais em Portugal para que possamos exercer o impacto necessário. Em suma, o projeto busca garantir que a cultura e a música indígena brasileira sejam acessíveis a todos, independentemente de sua localização geográfica ou situação econômica. Através desses esforços, o projeto contribui para a promoção da diversidade cultural e o fortalecimento da identidade indígena, esforços esses que são descritos e elencados abaixo: 1-Masterclasses e Ensaios Abertos: Além das apresentações, o projeto também incluirá master classes com o Maestro Eduardo Martinelli , ensaios abertos em todos os locais de apresentação. Isso permitirá que o público tenha uma visão mais profunda do processo criativo e das técnicas musicais utilizadas pela orquestra. Também proporcionará uma oportunidade para músicos locais aprenderem diretamente com os membros da orquestra. 2-Presença de Intérpretes: Para garantir que todos possam apreciar as apresentações, intérpretes de língua de sinais serão disponibilizados durante as apresentações em solo nacional. 3-Difusão para Brasileiros no Exterior: Para alcançar os brasileiros que vivem em Portugal , será realizado um grande trabalho de divulgação. Isso pode incluir a colaboração com comunidades brasileiras locais, a utilização de mídias sociais e outras plataformas digitais para alcançar o público-alvo, além é claro, de solicitar apoio ao consulado brasileiro em Portugal. 4-Acesso Gratuito: Todas as apresentações, tanto em solo nacional quanto internacional, serão gratuitas. Isso garante que a música e a cultura indígena brasileira possam ser apreciadas por todos, independentemente de sua situação econômica. 5-Promoção da Cultura Indígena: Através das apresentações musicais, o projeto busca promover a cultura indígena brasileira e aumentar sua visibilidade e apreciação, tanto no Brasil quanto no exterior. Este plano de democratização de acesso garante que o projeto seja inclusivo e acessível para todos, independentemente de suas habilidades físicas ou sensoriais. É importante lembrar que este é um plano preliminar e que cada aspecto deve ser adaptado e personalizado de acordo com as necessidades específicas de cada local e público.
Ficha Técnica Fundação Ueze Elias Zahran - Proponente Coordenação geral (voluntária), administração do plano de divulgação e contabilidade do projeto com verba específica na planilha orçamentária. A Fundação Ueze Elias Zahran- instituição sem fins lucrativos que compõe o terceiro setor da economia do Brasil, reconhecida como utilidade pública no âmbito municipal, estadual e federal. Fundada pelo empresário Sr.Ueze Elias Zahran em 1998 em Campo Grande/MS por acreditar que era necessário promover o desenvolvimento humano como fator preponderante, oferecendo oportunidades para o indivíduo transformar seu potencial em habilidades produtivas. Sua Missão: Gerar e apoiar programas sociais nas áreas de Educação, Cultura, Esporte e Desenvolvimento Sustentável junto às crianças e adolescentes, portadores de necessidades especiais e da melhor idade. Sua Visão de Futuro: Ser referência estadual em desenvolvimento de projetos e ações sociais, proporcionando competências e habilidades aos participantes para atuarem no mercado do trabalho. A Fundação busca parcerias com entidades públicas e privadas que atuem em consonância com a sua missão, propiciando a soma de recursos humanos, tecnológicos e financeiros, contribuindo para o fortalecimento do capital social. Eduardo Martinelli - Diretor Artístico e Maestro Atualmente é maestro da Orquestra Sinfônica de Campo Grande, com a qual tem se apresentado ao lado de solistas brasileiros e de países como EUA, Itália, Coreia do Sul, Argentina, Suíça, Canadá, Trinidad y Tobago, Paraguai, Portugal, Bolívia e Uruguai. Em seu repertório constam obras sinfônicas tradicionais e importantes estreias de destacados compositores. Desde 2005 atua no desenvolvimento de diversos projetos de ensino musical voltados para instrumentos de orquestra com foco em crianças e jovens em situação de risco ou vulnerabilidade social, como: Orquestra Jovem da Fundação Barbosa Rodrigues, Orquestra da Cidade de Três Lagoas, Orquestra Infantil da Fundação Zahran e Orquestra de Cordas do Ponto de Cultura do Governo Federal - Viver Bem. Produtor Musical -JARDEL VINÍCIUS TARTARI, é graduado Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e pós graduado em Arranjo Musical. Na área de coordenação e produção cultural: desde 2007 é Coordenador da Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande e é diretor executivo do festival “Encontro com a Música Clássica” sendo um dos principais eventos de música de concerto realizado em Mato Grosso do Sul que no ano de 2023 teve sua décima sexta edição; Desenvolve e coordena diversos projetos a nível estadual (MS) com patrocínio de recursos oriundo dos fundos Culturais FIC entre eles circulações com o Quarteto Tocata de Violões, Orquestra Viver Bem, Orquestra Barroca de MS, Duo Martinelli Charlier, Prêmio Campo Grande de Música de Concerto, Ópera Um Homem Amarelo, Ponto de Cultura Viver Bem. Foi membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais (2018-2021) do município de Campo Grande. Produtor Executivo - Edgard da Silva -Formado em Ciências Sociais com especialização em Gestão Pública e com larga experiência em produções artístico- culturais nos setores público e privados, bem como atuação significativa de mais de 30 anos no terceiro setor.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.