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PRONAC 243760Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Terror na Praia - Nova Geração

LOB PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 739,8 mil
Aprovado
R$ 739,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-10-01
Término
2025-04-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

TERROR NA PRAIA - NOVA GERAÇÃO contempla montagem e circulação de um espetáculo teatral de variedades numa linguagem satírica, frequentemente visitada por produções brasileiras e internacionais no cinema e na TV. Montado inicialmente nos anos 1990, a peça TERROR NA PRAIA costumava ser chamada pela crítica da época de `playground do teatro brasileiro" e lotava os teatros do Rio de Janeiro. Ao apresentar uma combinação de terror e comédia com a roupagem do popular teatro de revista, a peça incorpora a contemporaneidade da interação com a plateia e a distensão da fronteira entre espectador e espetáculo. A nova montagem terá 16 apresentações, quatro oficinas/workshops de Teatro de Improviso para alunos e alunas de comunidades carentes e um livro/catálogo ilustrado em tiragem limitada de 500 cópias. Parte desse elenco de aprendizes será selecionada pelos professores Anselmo Vasconcellos e Alexandre Régis para atuar no espetáculo.

Sinopse

Peça Teatral Classificação Indicativa: 18 anos Baseado no clássico cult que fez sucesso nos teatros do Rio de Janeiro nos anos 1990, TERROR NA PRAIA - NOVA GERAÇÃO é um espetáculo de variedades que faz humor trash usando como matéria prima clássicos da cultura pop como programas e séries de TV, comerciais, animes, filmes de ficção científica e terror. A invenção está em trazer esta combinação com a roupagem popular do teatro de revista, gênero tipicamente brasileiro, e ao mesmo tempo, a contemporaneidade da interação com a plateia, a distensão da fronteira entre o espectador e o espetáculo, que será gravado ao vivo, editado e postado nas redes sociais em um canal próprio e pelos seus integrantes em curtos teasers. Ou seja, “TERROR NA PRAIA - NOVA GERAÇÃO” nunca se repete em sua íntegra, renovando as variedades de conteúdo que apresenta. Sobre o Workshop WorkshopTeatro de improviso e Redação de Esquetes com os atores/dramaturgos Anselmo Vasconcelos e Alexandre Régis Objetivos do Workshop: Desenvolver habilidades de improvisação em ambientes teatrais. Fomentar a criatividade na escrita e performance de esquetes. Melhorar habilidades de trabalho em equipe e comunicação. Explorar a expressão pessoal e a narrativa. Promover a inclusão através da participação de um interprete de libras durante os quatro dias de workshop

Objetivos

Objetivos Gerais Aperfeiçoar a formação de saberes através de oficinas Fomentar a cena artístico-cultural carioca, por meio da realização de um espetáculo humorístico interativo com temas populares de fácil assimilação. Promover o incentivo à formação artística e culturalOferecer à sociedade significativas expressões artísticas e experiências transformadorasContribuir para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locaisApoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Promover ações, visando contribuir com o processo cultural brasileiro, respeitando diretrizes como inclusão social; desenvolvimento econômico, social e humano; sustentabilidade; valorização da Arte e Cultura; democratização; pluralidade; inovação; transparência; e experiência do públicoPreservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroDesenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Priorizar o produto cultural originário do País.Procurar direcionar o projeto ao máximo especialmente no que diz respeito à diretrizes como o respeito à diversidade de idéias, ética, promoção da cidadania e sustentabilidade. Romper paradigmas sobre o próprio fazer artísticoObjetivos Específicos Realizar 16 apresentações "Terror na Praia - Nova Geração" em quatro teatros do Rio de Janeiro, como teatros da FUNARTE (Dulcina, Glauce Rocha), Prefeitura (Espaço Sérgio Porto, Cidade das Artes) ou FUNARJ (Teatro Glaucio Gil, João Caetano, Armando Gonzaga) Desenvolver a montagem do espetáculo "Terror na Praia - Nova Geração"Realizar pelo menos quatro diárias de oficinas/workshops com temáticas relacionadas ao teatro de improviso protagonizadas pelos humoristas Anselmo Vasconcelos e Alexandre Régis com intérprete de libras, sendo que ao final, parte desse elenco será selecionada para atuar em esquetes do espetáculo.Realizar ao menos uma apresentação com intérprete de libras em cada um dos quatro equipamentos culturais definidosDistribuir brindes que poderão ser utilizados na interação com elenco, através de manifestações cômicas, incluindo vaias e outras manifestaçõesProduzir 500 catálogos ilustrados sobre o projeto

Justificativa

Podemos afirmar que a acessibilidade cultural é um importante benefício que justifica por si só a importância da realização desse espetáculo, um patrimônio da nossa cultura teatral informal e alternativa. Somado a isso, acreditamos que o nosso projeto segue às diretrizes dos seguintes incisos do Artigo 1° pelos seguintes motivos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - A sátirra do exagero ou farsesca faz uso de uma linguagem simples e acessível, tornando-o mais compreensível para uma variedade de público, incluindo aqueles com menor acesso à educação formal. Isso amplia a acessibilidade cultural e proporciona oportunidades para que pessoas de diferentes origens sociais possam apreciar e participar das apresentações, fomentando a produção cultural e artística. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - O humor satírico "trash", frequentemente, se baseia em situações cotidianas, tornando-o mais próximo da realidade das pessoas menos favorecidas. Essa conexão com a vida diária pode criar uma forma de entretenimento mais relevante e envolvente para essas comunidades, quebrando barreiras sociais e superando preconceitos através da preservação e da difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico do nosso país e de fomento de uma consciência crítica. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - . Um projeto teatral humorístico como o "Terror na Praia - Nova Geração" pode abordar questões sérias de uma maneira leve e descontraída, promovendo a compreensão mútua e reduzindo estigmas sociais de forma significativa. Com ingressos a preços populares, cotas destinadas ao público menos favorecido, estimulamos o conhecimento dos bens e valores culturais de forma divertida e interativa. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - o projeto apresenta uma série de esquetes com temáticas que reverenciam personagens do nossa literatura e folclore, ícones clássicos do terror, envolvidos com nossa cultura e nosso cotidiano, com abertura à participação da plateia, motivada por um mestre de cerimônias V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira - O teatro satírico do exagero é sempre crítico ao estabelecido, sendo interativo torna-se uma forma de expressão e autodescoberta, proporcionando às pessoas a oportunidade de contar suas próprias histórias de uma maneira única e divertida. Além disso, nossas oficinas voltadas ao Teatro de Improviso são um incentivo à formação artística e cultural da população. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - como iremos realizar nossas apresentações em teatros públicos, promoveremos a ocupação desses espaços, o que, indiretamente, resulta na necessidade de manutenção dos mesmos. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações - O projeto desafia convenções e normas sociais de uma maneira satírica. Isso pode levar as pessoas a refletirem criticamente sobre suas próprias vidas, sociedade e problemas enfrentados por comunidades menos favorecidas. Ao envolver as comunidades menos favorecidas em projetos culturais como esse, com personagens ligados à cultura pop mundial - interagindo com o universo popular regional e nacional - promovemos um senso de pertencimento e empoderamento. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - De forma geral, o humor tem o poder universal de aliviar o estresse e proporcionar momentos de distensão para encarar com leveza os problemas do seu cotidiano. Em comunidades que enfrentam desafios significativos, um projeto teatral humorístico pode oferecer um escape temporário que ajuda as pessoas a lidarem melhor com as dificuldades do dia a dia. Ao criarmos oportunidades para participação em atividades culturais como "Terror na Praia - Nova Geração", independentemente da situação socioeconômica, contribuímos para a construção de uma sociedade mais integrada e justa. IX - priorizar o produto cultural originário do País - nosso espetáculo contempla histórias voltadas a nossa Cultura, promovendo uma mistura saudável de eventos cotidianos, incluindo, de forma criativa, personagens populares em nosso país, ou ícones da cultura pop universal adaptados para nossa Cultura, com nossa identidade. Com relação aos objetivos do Art. 3º da referida norma, serão alcançados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; - a realização de uma oficina voltada ao teatro de improviso ministrada pelos artistas Anselmo Vasconcellos e Alexandre Régis II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; edição de um catálogo/livro com texto e fotografias mostrando o processo de criação do espetáculo, bem como detalhes sobre nossas oficinas e seleção do elencoc) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Montagem de um espetáculo teatral com a realização de 16 apresentações em quatro teatros da rede públicae) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Realização de espetáculo de artes cênicas IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Oferta de cotas gratuitas de ingressos

Especificação técnica

16 (dezesseis) apresentações do espetáculo “Terror na Praia - Nova Geração” em quatro teatros do Rio de Janeiro com duração de 60 minutos aproximadamente e atribuições necessárias às condições que definimos como essenciais no que se concerne à Acessibilidade Física do Público. Tudo começa com uma peça de curta duração, trazendo a comicidade do cotidiano tratado como um drama macabro, remetendo ao melodrama circense. Em seguida, uma sequência de esquetes, humor e terror implacáveis, abertos a participação da plateia motivada por um mestre de cerimônias sinistro, impiedoso em sua atuação mordaz. O espetáculo será gravado ao vivo, editado e postado nas redes sociais com hashtags personalizadas em um canal próprio e pelos seus integrantes em curtos teasers gerando audiência e promovendo retorno aos patrocinadores. TERROR NA PRAIA nunca se repete em sua íntegra, sempre renovando as variedades de conteúdo que apresenta.O elenco, que atravessa gerações, se reveza nos diversos personagens e conta com a participação especial de Anselmo Vasconcelos e Alexandre Régis, criadores da versão original. O público é convidado a comparecer fantasiado e pode ser chamado a participar no palco ou se manifestar da plateia até fisicamente, utilizando adereços fornecidos pela produção. 5000 folders para distribuição gratuita dando detalhes sobre o circuito, datas, horários e locais das apresentações, com ficha técnica, informações resumidas sobre elenco e concepçãoEspecificações do Folder: Produto - Folder A5 Papel - couche 90g Cor - 4x4 Tamanho - 15cm x 21cm Valor Unitário - R$ 0,12 Valor Total - R$ 591,00 500 livros ilustrados sobre projetoum livro de arte com depoimentos de autores, elenco e criadores, fotografias de bastidores com registro de encenações, processo criativo, sendo que 100 unidades serão distribuídas entre patrocinadores, 100 para equipe e 300 serão colocadas à venda durante o espetáculo por R$50,00 Especificações do Livro: Produto - Livro com Orelha. Papel da capa - Duo Design 250g Colorido Acabamento - laminação brilho Tamanho - 23cm x 16cm Impressão - digital Papel do Miolo - Couche Fosco 115g Valor unitário com diagramação simples - R$16,72 Total - R$ 8360,00 60 páginas coloridas 04 Diarias de WorkshopTeatro de improviso e Redação de Esquetes com os atores/dramaturgos Anselmo Vasconcelos e Alexandre Régis Objetivos do Workshop: Desenvolver habilidades de improvisação em ambientes teatrais. Fomentar a criatividade na escrita e performance de esquetes. Melhorar habilidades de trabalho em equipe e comunicação. Explorar a expressão pessoal e a narrativa. Promover a inclusão através da participação de um interprete de libras durante os quatro dias de workshop Estrutura do Workshop: 1. Introdução (30 minutos) Boas-vindas e aquecimento: Breve introdução ao teatro de improviso e sua importância. Realização de jogos de aquecimento para quebrar o gelo e criar um ambiente acolhedor. Explicação dos objetivos do workshop e das atividades planejadas. 2. Fundamentos do Teatro de Improviso (1 hora) Exercícios básicos de improviso: Incluem jogos como "Sim, e...", onde cada participante deve aceitar e adicionar algo à sugestão do anterior, fomentando a colaboração e criatividade. Técnicas de escuta ativa e resposta rápida: Encorajar a atenção plena e reações instantâneas às falas dos parceiros. 3. Introdução à Redação de Esquetes (1 hora) Discussão sobre o que faz uma esquete ser eficaz: Elementos como conflito, personagens e punchlines. Exercício de escrita rápida: Participantes escrevem pequenos diálogos ou cenas baseadas em prompts fornecidos. 4. Desenvolvimento de Esquetes (2 horas) Formação de pequenos grupos: Cada grupo recebe o desafio de desenvolver uma esquete a partir de uma ideia inicial (pode ser um tema, objeto ou frase). Mentoria e feedback: Enquanto os grupos trabalham, o facilitador passa oferecendo ajuda e sugestões. Revisões: Os grupos revisam suas esquetes com base no feedback recebido. 5. Ensaio e Apresentação das Esquetes (2 horas) Ensaio: Cada grupo ensaia sua esquete, trabalhando na entrega, timing e interações. Performance: Apresentação das esquetes para o restante do grupo. Cada apresentação é seguida de uma breve sessão de feedback construtivo. 6. Discussão e Feedback Final (30 minutos) Reflexão coletiva: O que os participantes aprenderam? O que poderiam melhorar? Feedback dos participantes sobre o workshop: Sugestões para futuras sessões. 7. Encerramento (15 minutos) Agradecimentos e encerramento do workshop. Materiais Necessários: Espaço de ensaio apropriado para jogos e performances. Material de escrita como papel, canetas e quadro branco. Acessórios e adereços básicos para as esquetes. Câmera ou dispositivo de gravação para registrar as performances (opcional). Este workshop pode ser adaptado para diferentes níveis de experiência, desde iniciantes até atores mais avançados, e é ideal para escolas, comunidades e grupos corporativos que buscam desenvolver habilidades de comunicação e criatividade.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Com a preferência a teatros que ofereçam facilitadores para a locomoção no espaço físico, levando em conta - mas não limitando-se a - banheiros, rampas, guias táteis. A garantia de que todas as entradas, saídas e áreas comuns sejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. Isso inclui a existência de rampas, elevadores adequados e corrimãos. As portas devem ter largura suficiente para a passagem de cadeiras de rodas, inclusive. Assentos reservados para pessoas em cadeiras de rodas e seus acompanhantes em lugares que ofereçam boa visibilidade devem estar distribuídos em diferentes áreas dos quatro teatros selecionados para o projeto; assim como banheiros adaptados para cadeirantes, com barras de apoio, espaço suficiente para manobrar uma cadeira de rodas e pias acessíveis; sinalização visual clara e em Braille para indicar a localização de banheiros, saídas de emergência, bilheteria e outros serviços importantes; a produção deve considerar a acessibilidade não apenas para o público, mas também para artistas e/ou profissionais técnicos portadores de deficiência. Isso pode incluir rampas de acesso ao palco e áreas de bastidores adaptadas; a equipe será treinada para atender adequadamente pessoas com deficiência, desde a compra dos ingressos até a assistência durante o espetáculo; Acessibilidade de Conteúdo Áudio descrição: sessões com áudio descrição para pessoas com deficiência visual contarão com fones transmitindo a descrição visual de elementos visuais importantes durante as pausas nos diálogos.Legendas ou super títulos: Disponibilização de legendas ou super títulos para pessoas com deficiência auditiva. Isso pode ser feito através de um sistema de transmissão em tempo real ou por meio de dispositivos individuais que exibem o texto do que está sendo falado no palco.Linguagem de Sinais: Sessões com exclusivas interpretação em Linguagem de Sinais para as apresentações. É importante ter um intérprete de Língua de Sinais presente que possa traduzir tanto os diálogos quanto os elementos sonoros importantes do espetáculo.Sessões sensorialmente amigáveis: Sessões especialmente adaptadas para pessoas com sensibilidade sensorial ou distúrbios do espectro autista, ajustando a iluminação, o som e outros estímulos ambientais para criar um ambiente mais confortável.Material de programa acessível: Programas de espetáculo em formatos acessíveis, como Braille, letras grandes ou versões digitais garantem a acessibilidade através de leitores de telaWorkshops e debates acessíveis: Os Workshops terão intérpretes de língua de sinais disponíveis que garantirão que o conteúdo seja apresentado de maneira acessível.Consultoria com a comunidade: A consultoria de grupos de pessoas com deficiência darão melhor entendimento das necessidades, obtendo feedback sobre como tornar nosso conteúdo mais acessível.Formação da equipe: Toda equipe envolvida na produção – do elenco aos técnicos e pessoal de atendimento – estará ciente das práticas de acessibilidade e treinada para implementá-las de forma eficaz.Comunicação clara e acessível: Toda a comunicação, desde a publicidade até o serviço de bilheteria e atendimento ao cliente, deverá ser clara e disponibilizada em formatos acessíveis

Democratização do acesso

Um número de ingressos gratuitos ou com desconto será distribuído através de organizações comunitárias; Vamos oferecer transmissões ao vivo ou gravações do espetáculo, bem como estimular o público a fazer o mesmo com seus celulares; vamos garantir que o conteúdo do espetáculo seja relevante e acessível para pessoas de diversas origens culturais e sociais. Nossos esquetes apresentam temas universais com a representação de diversas histórias, personagens e perspectivas; garantiremos que os locais das peças sejam facilmente acessíveis por transporte público e que haja sinalização clara e apoio para orientar e auxiliar o público; utilizaremos uma variedade de canais de comunicação para divulgar o espetáculo, garantindo que as informações sejam acessíveis. Isso inclui mídia social, publicidade local, parcerias com influenciadores ou grupos comunitários, e materiais promocionais em formatos acessíveis; Regularmente solicitaremos, de forma criativa, feedback do público sobre como melhorar a acessibilidade e a inclusão para as apresentações seguintes. Usaremos esses insights para fazer ajustes contínuos e melhorar a experiência para todos. Vamos realizar intervenções urbanas em locais movimentados da comunidade para chamar a atenção e envolver pessoas que podem não ter conhecimento prévio do projeto.

Ficha técnica

PROPONENTE Responsável por toda gestão administrativa e financeira do projeto. Representará o projeto “Terror na Praia - Nova Geração” em todas as etapas, junto a fornecedores/prestadores de serviço/midias, etc. ELENCO Anselmo Vasconcelos Ator brasileiro de cinema, teatro e televisão. Já participou de mais de 50 filmes, entre os quais se destacam: Se segura, malandro!, de 1978, e Bar Esperança, o último que fecha, de 1983, ambos de Hugo Carvana; A república dos assassinos, de 1979, de Miguel Faria Jr., e Brasília 18%, de 2006, de Nelson Pereira dos Santos, entre outros. Na televisão, participou de telenovelas e minisséries, no humorístico Bronco, exibido pela Band na novela Genesis e Reis da Rede Record Alexandre Régis Filho do humorista Mozart Régis “Pituca” e de Maria de Fátima Vaz Régis e irmão do ator Mozart Régis Jr, Alexandre Régis começou na TV aos cinco anos, no humorístico Balança Mas Não Cai (1968), na Globo. Depois disso, foram outros inúmeros trabalhos em diversos programas de humor e atrações infantis da emissora. Ele também chegou a fazer uma participação na novela De Quina Pra Lua (1985). Depois, em 1988, chega ao SBT para integrar o elenco de Veja o Gordo, com Jô Soares. Nos anos 1990, se destacou como O Maluco e Areke, personagens que interpretou em A Praça É Nossa, no SBT. Em 2000, migrou para a Globo, integrando por anos o elenco do Zorra Total. Ele seguiu no programa em 2015, quando a atração foi reformulada e passou a se chamar apenas Zorra. Com o fim da atração, voltou a aparecer em A Praça É Nossa em 2022, como Felício. Antonio Fragoso Antonio Fragoso nasceu na cidade de São Paulo, no Brasil. Sua vida de ator começou nos palcos, ainda criança. Estreou na TV em 1995, na minissérie Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados, com Cláudia Raia, exibida na Rede Globo. Seu primeiro papel no cinema foi na comédia Os Normais: O Filme (2003), ao lado de Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres. Desde os anos 1990, Fragoso coleciona inúmeras participações em produções da TV, com mais de 30 novelas e séries, e cerca de 150 propagandas. Ficou conhecido pelo grande público por seu trabalho no humorístico Zorra (2015), no qual atua em diversas esquetes. Hugo Myara É um ator, dublador, diretor de dublagem e cineasta brasileiro. Também é filho do ator Charles Myara, que interpretou o Bozo na década de 80 e interpretou Theobaldo na série infantil Detetives do Prédio Azul. Dida Camero Adriana Camero, conhecida profissionalmente como Dida Camero, nasceu no dia 14 novembro de 1963 em Helsingor, Dinamarca. É atriz e diretora teatral, formada pelo renomado Teatro Tablado, no Rio de Janeiro. Acumula trabalhos no palco, na televisão e no cinema. Na telinha, seu maior destaque, até o momento, é ”Lourdeca”, personagem de “Verdades Secretas”, da Globo. Marianna Alexandre É uma atriz, dubladora, cantora e tiktoker brasileira. Bobi Filha em Jellystone! Responsável por dublar a atriz Jenna Ortega na série “Wandinha” e por atuar nas telenovelas “Gênesis” e “Reis”, ambas da TV Record. TEXTO Claudio Lobato Carioca, artista visual, cenógrafo, designer gráfico, ilustrador, diretor de arte e roteirista. Editor e artista gráfico no grupo Nuvem Cigana, editora e produtora da contracultura atuante até os anos 80. A partir de 1982, atua como artista visual do Circo Voador, na Lapa. Cartazes, cenários e a edição do Expresso Voador, jornal/programa do Circo, juntamente com o poeta Chacal e o fotógrafo e artista visual Cafi. Desde 1998, roteirizou vários programas na TV Globo, entre eles, o Sítio do Picapau Amarelo, Malhação e o humorístico Zorra. Fernando Aragão Escreveu roteiros para TV aberta, cinema, streaming, rádio e internet. Só na Rede Globo foram 16 anos, desde o Casseta & Planeta até o novo Zorra, em todas as suas temporadas. Henrique Tavares Autor Roteirista da Rede Globo por 10 anos, Diretor de Teatro, Professor de dramaturgia e interpretação. Na TV, trabalhou nos programas Amor e Sexo, Estrelas, Domingão do Faustão (Rede Globo), A Grande Farsa (Multishow), Vampiro Carioca (Canal Brasil) e ZORRA (Rede Globo), indicado ao Prêmio EMMY Internacional 2016 na categoria Melhor Série de Comédia e APCA 2019 na categoria Melhor Programa de TV. No teatro, dirigiu espectáculos como "Pai Ilegal" (2022), "Ideia Fixa" de Adriana Falcão (2015), “Obsessão” de Carla Faour (2012), quando foi indicado ao Prêmio SHELL de Melhor Diretor e “A Força do Destino” de Nélida Piñon (2006), eleito pelo jornal O Globo “Um dos Dez Melhores Espetáculos do Ano”. Também escreveu e dirigiu: “Cidade Vampira” em parceria com o escritor Fausto Fawcett (2005); “Telecatch” indicado ao Prêmio SHELL – Categoria Especial (2002), e a comédia “Barbara Não Lhe Adora” (2000). DRAMATURGIA Alexandre Régis Filho do humorista Mozart Régis “Pituca” e de Maria de Fátima Vaz Régis e irmão do ator Mozart Régis Jr, Alexandre Régis começou na TV aos cinco anos, no humorístico Balança Mas Não Cai (1968), na Globo. Em 2000, migrou para a Globo, integrando por anos o elenco do Zorra Total. Ele seguiu no programa em 2015, quando a atração foi reformulada e passou a se chamar apenas Zorra. Com o fim da atração, voltou a aparecer em A Praça É Nossa em 2022, como Felício. Rubens Camelo É diretor e ator de teatro e televisão. Iniciou sua carreira profissional no teatro, em 1981, no Tablado sob a direção de Maria Clara Machado, especializando-se em atuação e direção teatral. De 1998 a 2007, dedicou-se exclusivamente à TV Globo, onde dirigiu o programa humorístico semanal "Casseta e Planeta", um dos campeões de audiência daquela emissora. Em 2010 codirigiu "Na Fama e na Lama" exibido no Multishow e em 2015 "Ribanceira" para Tv Brasil . Em 1990, foi assistente de direção no filme "Manobra Radical" de Alberto Salvá e Elisa Tolomelli. DIREÇÃO GERAL Carlos Manuel Diegues De 2005 a 2021 atuou na Direção de Programas para a TV Globo, participando de produções como: Garotas do Programa, Casseta & Planeta, Sociedade Anônima, Zorra, Na Moral, Mais Você, Domingão do Faustão, Caldeirão do Huck, quadros no Fantástico e em filmes comerciais da área de comunicação da empresa. Tendo sido o Zorra, indicado ao Emmy Internacional na categoria melhor série de comédia. Atualmente integra a equipe de direção do humorístico Vai Que Cola, temporada 2023, para o canal Multishow. DESENHO DE LUZ Rogério Emerson Estudou Artes Cênicas no Teatro Tablado e em grupos teatrais como “O Pessoal do Despertar”, onde aprendeu as várias funções do teatro. Trabalhou em Empresas de Iluminação e com Iluminadores Como Jorginho de Carvalho, e Ivan Marques, se profissionalizando como Iluminador Cênico. DIREÇÃO ARTÍSTICA Claudio Lobato Carioca, artista visual, cenógrafo, designer gráfico, ilustrador, diretor de arte e roteirista. Editor e artista gráfico no grupo Nuvem Cigana, editora e produtora da contracultura atuante até os anos 80. A partir de 1982, atua como artista visual do Circo Voador, na Lapa. Cartazes, cenários e a edição do Expresso Voador, jornal/programa do Circo, juntamente com o poeta Chacal e o fotógrafo e artista visual Cafi. PRODUÇÃO MUSICAL André Paixão André Paixão, também conhecido como Nervoso, emerge como uma figura multifacetada no cenário artístico contemporâneo, destacando-se como compositor, produtor e designer de áudio. Sua influência abrange diversas bandas, desde Acabou La Tequila até Autoramas, Matanza, Nervoso e os Calmantes, Beach Lizards, Lafayette e os Tremendões, Getúlio Côrtes e Tripa Seca. A amplitude de sua carreira se estende para além da música, abraçando a produção de trilhas sonoras para filmes, peças de teatro e séries, colaborando com renomados nomes como Felipe Hirsch, Gilberto Gawronski, Pedro Brício, Marco Nanini, Guta Stresser e Ivan Sugahara.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.