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A proposta trata de uma exposição de arte elaborada a partir de pesquisa no acervo do Museu Nacional de Belas Artes. A exposição incluirá obras do acervo, bem como trabalhos do século XX e XXI não pertencentes ao museu,com a intenção de produzir um diálogo com aquela coleção, a mais antiga do país. Desse modo, o arco temporal e histórico da curadoria compreende o século XIX (a partir da Independência do Brasil) até os dias atuais. O foco da exposição é a representação do corpo tornado no espaço público da arte. O projeto conta com 7 curadores pesquisadores que têm longa experiência com acervos de museus e/ou curadorias de exposição.
Uma exposição de arte: exibição de cerca de 50 obras de arte no MNBA em agosto de 2025. As obras reunidas naexposição incluem as pertencentes ao acervo do MNBA e outras trazidas para estabelecer diálogo com a coleção domuseu. A exposição será elaborada em um seminário em dezembro de 2024 após um ano de pesquisa no acervo doMNBA. No seminário os curadores apresentarão os resultados da pesquisa no acervo, bem como nos ateliês deartistas de diferentes regiões do país. Os núcleos da exposição também serão definidos neste Seminário, todosorganizados a partir de palavras chaves já conhecidas pelos curadores: corpo-exposto, corpo-desejante, corpo-migrante, corpo-território, corpo-mito, corpo-festa, corpo-máscara, corpo-crença, corpo-trabalho, corpo-insurgente, corpo-dissidente, corpo-terra.
O projeto tem como produto principal uma exposição a ser elaborada com base no acervo do MNBA, considerando ocorpo coletivo na história, corpo realizado e exibido pela arte nesse espaço público que é o Museu Nacional deBelas Artes, trazendo outros artistas de diversas regiões do Brasil para compor essa exposição junto com as obrasdo acervo do Museu. Artistas indígenas, LGBTQIAP+, de populações em situação de vulnerabilidade socioeconômicaterão suas produções trazidas para integrar a exposição.O foco da pesquisa é o corpo humano, entendido não por sua identidade em si mesma, mas pelas relações que cadasujeito estabelece com outros humanos e não humanos, sejam coisas, animais, florestas, mitos fantasmas, deuses,territórios imaginados, espíritos. Pretende-se considerar a representação do corpo coletivo - a coletividade doBrasil na história - como uma multiplicidade de sujeitos, cada um concebido a partir do outro, em relação com umoutro.Pretende-se selecionar imagens e objetos ao acervo do MNBA onde o corpo surja relacionado a outros corpos, istoé, constituído por um outro sujeito, sejam coisas, máscaras, ritos, deuses, animais, rituais, festas, danças etc.Nosso alvo é pensar a comunidade humana no espaço público da arte fundada na diferença, alteridade essa nãoqualificada somente por humanos, nem considerada a partir de um corpo hegemônico, o homem branco europeu,essa matriz da cultura instituída na Modernidade colonial. Para esse fim, organizamos a exposição seguindo a orientação de algumas palavras-chaves que possam reunirimagens de corpos humanos marcados por relações de alteridade _ animais, coisas, territórios imaginados, rituais.Algumas palavras-chave a conduzir a pesquisa são: corpo-exposto, corpo-desejante, corpo-migrante, corpoterritório, corpo-mito, corpo-festa, corpo-crença, corpo-trabalho, corpo-insurgente, corpo-dissidente, corpoterra. Tornar a arte mais acessível a todos, promover laços socioculturais e troca/intercâmbio cultural e intelectual deprofissionais em nível nacional e internacional. Estimular e valorizar variados temas da cultura nacional, artistas dediferentes regiões e segmentos das artes visuais, preservação do patrimônio cultural material e imaterial,atendendo assim os seguintes incisos do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade àsatividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nosdiversos segmentos culturais;VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidadestradicionais brasileiras;Objetivos específicos:Realizar uma exposição inédita no MNBA (o museu brasileiro com maior acervo constituído) com 50 obras, o que incluirá obras do museu e obras contemporâneas de diferentes regiões do país com o intuito de produzir diálogos com o acervo. As obras contemporâneas poderão ser realizadas com meios e suportes variados, como pintura, escultura, video e instalações.Publicar um catálogo de aproximadamente 200 páginas com textos dos 7 curadores-pesquisadores e fotografias deregistros das obras exibidas.Criar um perfil nas redes sociais para o rojeto onde poderemos divulgar todas as ações educativas e eventos doprojeto.Criar uma plataforma digital da exposição, com informações gerais e registros fotográficos das obras e damontagem, que seja de amplo acesso e extensivamente divulgada nas redes sociais do projeto. Realizar 7 encontros, sendo eles divididos entre: Rodas de conversa, palestras com a curadoria e os artistas. Realizar oficinas educativas com crianças, paralelas à exposição, promovendo a discussão e conscientização dapopulação para as causas da diversidade dos corpos.Realizar, pelo menos 8 visitas guiadas em colaboração com instituições dedicadas ao suporte de pessoas comdeficiências diversas para oferecer visitas exclusivas. Sobre as atividades: PALESTRAS: Cada curador será responsável por uma palestra durante os meses da exposição, seguindo os temas escolhidos por cada um para o núcleo da exposição pelo qual ficará responsável: 1. Tema - Corpo dissidente: Ana Maria Albani de Carvalho tratará dos corpos não binários quanto aos gêneros masculino e feminino. 2. Tema - Corpo exposto: Ana Maria Tavares Cavalcanti abordará os corpos expostos à violência dos poderes constituídos. 3. Tema - Corpo festa: Emerson Dionísio Gomes de Oliveira irá discorrer sobre os corpos que celebram a vida em júbilo. 4. Tema - Corpo desejante: Luiz Alberto Ribeiro Freire irá ocupar-se dos corpos eróticos e seu potencial de transformação. 5. Tema - Corpo máscara: Luiz Cláudio da Costa discorrerá sobre os corpos definidos por máscaras como modo de manter contato com um outro diferente de si mesmo. 6. Tema - Corpo migrante: Maria de Fátima Morethy Couto irá abordar os corpos em deslocamento. 7. Tema - Corpo coisa: Marize Malta tratará dos corpos em sua relação com objetos e coisas do cotidiano. RODAS DE CONVERSAS: Quatro conversas entre o curador elaborador do projeto, Luiz Cláudio da Costa, e um convidado com diferentes quadros da arte: artista, curador, historiador da arte, museólogo 1. Conversa nº 1 _ Conversa entre o curador-chefe com a artista plástica Leila Danziger sobre a dimensão do corpo em sua poética. 2. Conversa nº 2 _ Conversa entre o curador-chefe com a curadora e historiadora da arte Marisa Flórido sobre o humanismo de fronteira e as bordas do corpo. 3. Conversa nº 3 _ Conversa com a historiadora da arte Gabriele Batista (UNICAMP) sobre as máscaras africanas na coleção do MNBA. 4. Conversa nº 4 _ Conversa com Els Lagrou sobre coleções de arte indígena no Brasil e a ausência dessa produção no MNBA. As Oficinas serão as listadas abaixo: OFICINAS / ATIVIDADES VERBO DESENHO Propor o desenho como método de pensamento e comunicação. Proporcionar conexões íntimas e rápidas entre o pensar e o fazer, o perceber e o observar, chegando a resultados que podem ser infinitos. DESENHO TORTO Experimentar as desproporcionalidades dos objetos e dos corpos. Não medindo os traços, exagerando nas linhas, aceitando e ressignificando as supostas falhas. Nesta experiência não usaremos borracha, logo, não existe o certo e o errado, existe a experimentação, onde o belo se encontra no risco e na transgressão. DESENHANDO O ABSURDO propor a criação de ilustrações alguns acontecimentos históricos, manchetes e notícias de jornais, revistas ou livros. Quais direções são possíveis de encontrar e quais relevâncias devemos nos preocupar na hora de transformar uma notícia, um texto ou um acontecimento em imagem e quais potências essa imagem pode carregar? OFICINA DE PINTURA VERBO PINTURA Oficina de experimentação livre em pintura, exercitar práticos e teorias envolvendo diferentes materiais, suportes e procedimentos. Cada aula partirá de algum assunto ou provocação pré-estabelecida pelos alunos, um objeto à nossa observação ou em livre fluxo corporal de ação, imaginação e pensamento.
A sociedade brasileira vem discutindo o problema das diferenças socioculturais intensamente desde o final doséculo XX. Algumas exposições de arte abordaram o tema, baseando-se em identidades particulares, seja a donegro, a do índio ou a da mulher. O nosso projeto pretende colocar-se nesse debate, tomando uma posição onde seafirma uma nova forma de humanismo considerado universalmente. Nesse humanismo, a identidade do humanotem sua origem na relação com um outro ou outros, sendo, portanto, uma multiplicidade dispersa por diferentesalteridades.O apoio da lei de incentivo para a realização Bordas do corpo: a matéria viva é crucial para darmos livre acesso àsobras do acervo do MNBA sob a perspectiva de um humanismo pós-colonial, fundado em um imaginário crítico dacultura constituída desde o Brasil Império.A exposição Bordas do corpo: a matéria viva distingue-se de outras que apresentam o mesmo debate, na medidaem que não pretende particularizar os corpos nem por uma etnia nem por qualquer gênero, ainda que incluindotodos na universalidade do humano constituído na relação com um outro. O público paulista das artes viu nos últimos anos algumas exposições que particularizavam o humano por etnia ougênero, como Dos Brasis: arte e pensamento negro (SESC, 2023), Histórias Afro-Atlânticas (MASP e Instituto TomieOhtake, 2018), Histórias das mulheres: artistas até 1900 (MASP, 2019). No Rio de Janeiro, devemos mencionar DasGalés às Galerias (MNBA), Um Defeito de Cor (MAR, 2022), Nakoada estratégias para a arte moderna (MAM-RJ,2022) e Mulheres na coleção MAR (MAR, 2018). O apoio da lei de incentivo poderá permitir a realização da exposição Bordas do corpo, com a qual daremos livreacesso às obras do acervo do MNBA, patrimônio constituído desde o Brasil Império, mas agora revisto sob aperspectiva de um humanismo universal crítico estabelecido pelo diálogo com obras contemporâneas a seremexibidas no espaço expositivo.Pretendemos possibilitar com essa exposição o pleno exercício dos direitos culturais de diferentes grupos étnicos ede gênero, valorizando os recursos humanos e os conteúdos locais, bem como difundindo manifestações eexpressões culturais locais de nosso país, considerando, nosso patrimônio cultural contemporâneo junto ao acervodo MNBA, de maneira a rever a ideia de universalidade do humano constituído por suas relações dispersas entrecoisas e seres variados. Além disso, a exposição e suas atividades paralelas se enquadram em vários dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/9.Entre eles estão: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o plenoexercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artísticabrasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto dasmanifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadoresda sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e oflorescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeitoaos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valoruniversal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto culturaloriginário do País.E ainda, adequado aos seguintes incisos do Art 2o do Decreto 10755 de 26 de julho de 2021: I - valorizar a culturanacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dosdiferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o usosustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação doacesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas àpromoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades quefortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; XV -contribuir para a implementação do Plano Nacional de Cultura e das políticas de cultura do Governo federal; e XVI- apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivosestabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministériodo Turismo.
Uma exposição com 50 obras, sendo 25 obras do acervo do Museu Nacinal de Belas Artes e 25 obras de artistas contemporâneos vindos de diversas regiões do Brasil. As obras estão em diversos suportes: pinturas, esculturas, video-arte, etc. Descrição Técnica do Catálogo de 200 Páginas 2000 exemplares de um catálogo. O material impresso composto por 200 páginas, desenvolvido para apresentar de forma detalhada e organizada uma ampla gama de produtos/serviços oferecidos pela empresa/organização. Formato e Design: Tamanho: 21 x 29,7 cm (A4)Orientação: RetratoCapa: Papel cartão 300g/m² com laminação fosca e verniz localizadoMiolo: Papel couché 150g/m²Acabamento: Lombada quadradaCores: Impressão colorida em CMYK 7 encontros, sendo eles divididos entre: Rodas de conversa, palestras com a curadoria e os artistas. 8 visitas guiadas para instituições de acolhimento de pessoas com deficiencias diversas, a ser definido pela equipe em encontro durante a pré produção 4 oficinas gratuitas para crianças das escolas públicas do RJ
A impressão do catálogo prevista no ítem 33 da planilha orçamentária prevê a colocação de um QR code com ostextos em áudio para atender pessoas com deficiência visual.O catálogo também estará disponível no site do projeto em versões de áudio e legendadas conforme item 16 daplanilha orçamentáriaProduto Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / PalestraAs oficinas, seminários e palestras contarão com audiodescrição, atendendo, desta foram, pessoas com deficiênciavisual, conforme ítem 28 da planilha orçamentária.As oficinas também contarão com arte educador capacitado para receber pessoas com deficiência intelectual, aléde prever as atividades de forma a atender a todos os públicos, conforme item 27 da planilha orçamentária.Exposição de ArtesAluguel de ônibus para trazer instituições de atendimento à pessoas com deficiências múltiplas, conforme item 7da planilha orçamentária.Essas visitas serão guiadas com profissionais de audiodescrição conforme item 9 da planilha orçamentária paraatender pessoas com deficiência visualInterprete de Libras para atender pessoas com deficiência auditiva, conforme item 15 daw planilha orçamentária.O Museu nacional de Belas Artes, local da exposição, já conta com as medidas de acessibilidade física, comoelevadores e banheiro preparados para receber esse público, não sendo necessária nenhuma medida de adaptaçãofeita pelo projeto.Atendendo ao art.29 da IN 11/2024 - a exposição conta com as seguintes medidas: 20% de distribuição gratuita com caráter social ou educativo; meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013; e meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003. Atendendo ao Art. 30 o projeto conta com a seguinte medida: Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Distribuição de ingressos a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
Atendendo à IN 01/2022, serão adotadas as seguintes ações de ampliação de acesso ao projeto:Ingresso Acessível: Oferecer ingressos gratuitos ou com preços acessíveis para garantir que pessoas de diferentesorigens socioeconômicas tenham a oportunidade de visitar a exposição. Meia entrada ampliada para todo público.Estabelecer parcerias com escolas locais, universidades e instituições educativas para oferecer visitas guiadas eprogramas educacionais que permitam o acesso de estudantes a uma experiência cultural enriquecedora.Fornecer transporte acessível para grupos específicos de pessoas com deficiência, facilitando o deslocamento até aexposição.Realizar uma campanha de divulgação abrangente e inclusiva, utilizando diferentes meios de comunicação, comomídias sociais, rádio, jornais locais e panfletos distribuídos em locais estratégicos da comunidade.Oferecer atividades de mediação cultural, como visitas guiadas, palestras e workshops, para tornar a experiênciada exposição mais acessível e significativa para todos os visitantes, independentemente do seu nível deconhecimento sobre arte.Será garantida a democratização de acesso a todo público em geral, especialmente aos desprovidos de produtosculturais, as demais atividades deste Projeto, complementares à exposição, são abertas a todo o público e deforma gratuita. Não há emissão de ingresso, o acesso é livre e controlado levando em consideração o limite depúblico do espaço a cada período.disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e deoutros eventos referenteao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; - Divulgação específica sobre as medidas de acessibilidade na exposição. - Parcerias com organizações voltadas para a inclusão de pessoas com deficiência para promover a visita. Feedback e Avaliação: - Coleta de feedback do público por meio de pesquisas online, livro de visitas e redes sociais. - Análise dos resultados para aprimorar estratégias de distribuição em futuros projetos. Atividades paralelas à exposição - Encontra-se em anexo nesta proposta o descritivo de cada atividade que será realizada em conjunto com a exposição.
Elaboração do projeto e Coordenação Curatorial:Luiz Cláudio da Costa Como curador-pesquisador, Luiz Cláudio da Costa foi responsável pelas exposições Espaços dos Ainda (PaçoImperial/CCSP, 2022/2023) Paisagem e extremos (CCJF, Rio de Janeiro, 2012), Cidade e desaparecimento (CCJF, Riode Janeiro, 2011) e co-curador da exposição Carlos Zilio: paisagens 1974-1978 (Galeria Cândido Portinari, UERJ,2011), Tempo-Matéria (MAC-Niterói, 2010). Em sua trajetória, o curador tem privilegiado projetos que sejamrealizados a partir de uma pesquisa coletiva. A exposição Tempo-matéria reuniu cinco artistas que realizarampesquisas em conjunto durante um ano até a exibição no MAC-Niterói. A exposição Espaços do ainda foi o resultadode uma pesquisa feita e apresentada no Arquivo Nacional com oito artistas até a exibição das obras no PaçoImperial e CCSP. Os projetos de Luiz Cláudio da Costa buscam diminuir a separação entre a instituição universitáriae o setor cultural da sociedade. Luiz Cláudio é Professor Associado do Instituto de Artes da Universidade do Estadodo Rio de Janeiro (Uerj), autor de vários livros. Ana Maria Albani de CarvalhoCuradora-pesquisadora, Ana Albani foi responsável pelas exposições Nervo Óptico – 40 anos (Centro Cultural SãoPaulo, 2016; Fundação Vera Chaves Barcellos, RS, 2017), Áspera Melodia (Pinacoteca Ruben Berta, 2019); Iberê Camargo: Persistência do Corpo, entre outras. É Professora titular do Instituto de Artes da UFRGS (RS); ex- DiretoraCultural da Fundação Vera Chaves Barcellos, em Porto Alegre e ex-coordenadora da Galeria da Pinacoteca Barão deSanto Ângelo, do Instituto de Artes da UFRGS. Ana Maria Tavares Cavalcanti. Curadora-pesquisadora das várias exposições, incluindo Trabalho de artista: imagem e auto-imagem (Pinacoteca deSão Paulo e MNBA, 2018-2019) e Paisagem na Academia (MNBA, RJ, 2017). Ex-coordenadora do Museu D. João VI daEscola de Belas Artes (UFRJ). Historiadora da arte, professora associada da EBA-UFRJ. Emerson Dionisio Gomes de Oliveira Professor e pesquisador com foco no acervo de museus. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea de CampinasSP. Autor de livros como Museus de Fora (Zouk, 2010) e organizador de coletâneas, em parceria, como Histórias daArte em Museus (RioBooks, 2020), entre outros. Editor da Revista MODOS. História da arte. Líder do Grupo dePesquisa “Musealização da Arte: poéticas em narrativas”.Luiz Alberto Ribeiro Freire Curador-pesquisador de várias exposiçoes, incluindo A Talha Neoclássica na Bahia (Caixa Cultural, Salvador, 2004).Professor de História da Arte da Escola de Belas Artes da UFBA. Doutor em história da arte pela Universidade doPorto, Portugal. Especialista em Cultura e arte barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto; Bacharel emMuseologia/UFBA e Licenciado em Letras com Francês/UCSal. Autor do livro A Talha Neoclássica na Bahia (Versal,2006). Maria de Fátima Morethy Couto Professora Titular de História da Arte da Unicamp e pesquisadora com foco em acervo de museus. Doutora emHistória da Arte e Arqueologia pela Universidade de Paris I (Panthéon-Sorbonne), França (1999). Autora de várioslivros, incluindo Por uma vanguarda nacional. A crítica brasileira em busca de uma identidade artística – 1940/1960(Ed. Unicamp, 2004) e de vários artigos e capítulos de livro. Co-organizadora das coletâneas História das artes emexposições: modos de ver e de exibir no Brasil e Histórias da arte em coleções (Riobooks, 2016) e Histórias da arteem museus (Rio Books, 2020).Marize Malta Curadora-pesquisadora, coordenadora do Setor de Memória e Patrimônio do Museu D. João VI, do Arquivo Históricoe da Biblioteca de Obras Raras da UFRJ. Professora associada da EBA-UFRJ. Autora de livros e artigos, editoraassistente da revista MODOS. Produção KARLA GAMA Historiadora da arte e mestre em Artes Visuais pela UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Com 6 anos de experiência em produção cultural, já produziu exposições no Museu de Arte do Rio, Centro Cultural dos Correios, Paço Imperial, Arquivo Nacional, Museu da chacara do Céu, Galeria Candido Portinari, Galeria Aymoré, entre outros eventos culturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.