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PRONAC 243827Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

ANTROPOFAGIA MAPPING

FABRICIO DE JESUS LEAL DA COSTA 65158512272
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-06-03
Término
2027-06-01
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Primeira edição do festival itinerante Antropofagia Mapping que reune em praça pública projeções visuais (videomapping) e shows de musicaregional durante 2 dias, com20h de oficina de videomapping, sempre antropofagicamente alimentando-se e reverenciando a história e as personalidades da cultura popular do local. Tudo gratuito, empraça pública.

Sinopse

PRODUTO: FESTIVAL DE VIDEO MAPPINGCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE PRODUTO: SHOWSCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS PRODUTO: OFICINATEMÁTICA EDUCATIVAiii. Artes Plásticas7. Artes visuais em paisagismo cultural com uso de esculturas, pinturas e designCLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

Objetivos

Objetivo Geral: O Antropofagia Mapping tem como mote "contar", através da arte digital, a história e a cultura tradicional do local. ATrata-se de um festival de rua, aberto ao público,promovendo acesso livre e irrestrito aos bens culturais ali apresentados, propondo a realização de uma chamada pública para participação dos artistas da Região Nortetanto para compor a programação de shows, quanto para criar as projeções em videomapping e para ocupar as vagas da oficina de Introdução ao videomapping, garantindonessas seleções o mínimo de 50% de participação de mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negrxs e indígenas, abrindo espaço para a diversidade da nossa produçãoartística. Objetivos Específicos: Produto: VideomappingRealizar durante 2 noites, projeção mapeada em prédios dos 3 cantos da praça Dom Pedro em Belém, com trabalhos selecionados de artistas que visam reverenciar a história e a cultura amazônica. Serão 4 artistas selecionados para exibir sua arte em videomapping que receberão uma bolsa incentivo no valor de R$2.000,00 (dois milreais) e o grande vencedor receberá um prêmio de R$4.000,00, num total de R$10.000,00 em prêmios Produto: Shows Proporcionar à população da cidade 02 noites de apresentações musicais gratuitas em praça pública, atingindo um público de cerca de 3.000 pessoas por noite;Realizar 2 shows por noite, sendo que artistas independentes serão selecionados por uma chamada pública para abrir o show do artista convidado da noite.Produto: OficinaPromover 05 (cinco) dias do workshop Laboratório de Videomapping (carga horária total de 20h), de forma gratuita, para 20 jovens estudantes do Ensino médio, técnico ousuperior, que possuam experiência e interesse nas artes visuais; assegurando 50% de participação de mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negrxs e indígenas.

Justificativa

O projeto tem bases na filosofia antropofágica defendida pela Semana de Arte Moderna de 22, buscando alimentar-se da cultura local para fortalecer ainda mais as nossasraízes. Por isso uma proposta democrática, diversa, inclusiva, que valoriza a cidadania cultural, estabelece critérios para a participação popular ampla, garantindo acessoàs minorias, a fim de vermos efetivamente a diversidade cultural brasileira - e nesse caso amazônida - em pauta. Nos 2 dias de Festival, as cores, sons e sensações serão"antropofagicamente" consumidos pela população através das mais diversas manifestações artísticas.O projeto visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, pois se trata de um festival derua, aberto ao público, promovendo acesso livre e irrestrito aos bens culturais ali apresentados.Também promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística, valorizando os conteúdos locais e nossa potencialidade ao propor a realização de umachamada pública para participação dos artistas locais tanto para compor a programação de shows de música regional, quanto para criar as projeções em videomapping epara ocupar os espaços de aprendizado no Laboratório de Videomapping, garantindo nessas seleções o mínimo de 50% de participação de mulheres, LGBTQIA+, pessoas comdeficiência, negrxs e indígenas, abrindo espaço para a diversidade da nossa produção artística.Todos esses artistas e suas produções são riquezas produzidas no Norte do país que merecem ser divulgadas e ainda são relativamente desconhecidas, tanto nos seusaspectos de qualidade artística, mas também no cunho de responsabilidade social que carregam, na tradição e na memória, todo esse conjunto de aspectos que fazemparte da identidade e cultura do país, e cuja preservação atende às diretrizes deste importante instrumento de financiamento dos projetos culturais que é a Lei 8.313/91,sobretudo no que tange ao seu inciso III do artigo 1º da: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores". Essa propostatambém atende amplamente aos incisos IV, VI , VIII e IX da lei supracitada.Assim, valoriza e ajuda a difundir nossas expressões culturais e enfatiza o pluralismo da cultura paraense e do Norte como um todo.

Especificação técnica

Projeto Pedagógico da Oficina de Introdução ao Videomapping• O projeto irá capacitar 20 estudantes e/ou profissionais para produção em videomapping; • As inscrições para a oficina serão através de formulário do Google, com vagas limitadas• A oficina será ministrada por Fabrício Costa (VJ Lobo), profissional com ampla experiência no ramo;• A oficina acontecerá durante a semana que antecede o Festival;• A capacitação se dará por meio de 05 (cinco) aulas com 4h de duração, oferecidas em espaço fornecido pela UFPA; • Ao todo, a oficina terá 20h de duração;• Os certificados serão fornecidos em parceria com a UFPA;

Acessibilidade

Garantir a acessibilidade da comunidade como um todo, aos seus eventos e produtos é um dos compromissos desteprojeto, portanto serão adotadas algumas medidas para garantir as questões de acessibilidade, tais como: ACESSIBILIDADE FISICA: O local de realização dos shows conta com rampas de acesso à praça, local reservado para cadeirantes;reserva de vaga de estacionamento, além da praça ter pisos táteis.Ofereceremos banheiros adaptados para pessoas com deficiência.Para todos, teremos asseguradas vagas para participantes PcD integrarem a programação. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: As projeções contarão com recursos de acessibilidade: legendas descritivas. Na divulgação usaremos a hashtag "PraTodoMundoVer" que faz os textos serem adaptados paraleitores de telaSerão contratados profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural, a exemplo da produtora mencionada na ficha técnica que é PCD.

Democratização do acesso

TODA A PROGRAMAÇÃO SERÁ GRATUITA, EM ESPAÇO PÚBLICO E COM CHAMADAS PÚBLICAS QUE BUSQUEM PROMOVER O ACESSO IGUALITÁRIO ÀS OPORTUNIDADES CRITÉRIOS DE SELEÇÃO CHAMADA PÚBLICA PARA MOSTRA DE VIDEOMAPPING Maiores de 18 anos, moradores da Região Norte 50% das vagas destinadas a mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negres e indígenas Projeto de exibição deve retratar a cultura tradicional amazônica, sua história e personalidades CRITÉRIOS DE SELEÇÃO CHAMADA PÚBLICA PARA SHOWS Maiores de 18 anos, moradores do Pará Bandas ou artistas com trabalhos autorais 50% das vagas destinadas a mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negres e indígenas O trabalho deve dialogar com a cultura amazônica, em estilo regional (guitarrada, carimbó, calypso...) CRITÉRIOS DE SELEÇÃO PARA OFICINA Ser estudante, morador de Belém, maior de 14 anos Ter experiência em artes visuais, ainda que amadora 50% das vagas destinadas a mulheres, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, negres e indígenas.

Ficha técnica

Fabrício Jesus Leal da Costa (VJ Lobo) - proponente. A gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira é sua competência exclusiva. Atuará no projeto como DIRETOR GERAL E ARTÍSTICO/CURADOR DA MOSTRA DE VIDEOMAPPING/ OFICINEIRO Formado em Cenografia pela Universidade Federal do Pará, músico, produtor cultural, performer, artista visual e vjing, há 20 anos no mercado, já trabalhou com grandes nomes da música como: Mônica Salmaso, Trio Manaí, Vitor Ramil, Boca Livre, Fafá de Belém, entre outros. A 8 anos atuando como VJling criando e recriando formas inusitadas de cenografia virtual por meio da técnica artística de vídeo Mapping. Fabrício foi Diretor de Palco da gravação do CD e DVD do espetáculo Terruá Pará, São Paulo em 2013. O show recebeu o Prêmio de Melhor Projeto Especial, na categoria Música Popular, pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). A votação foi feita no Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, reunindo 52 críticos, que escolheram os melhores artistas e projetos nas categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Música Erudita, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão. Foi diretor de Palco do Festival Cultura de Verão de 2001 a 2012, Este festival acontecia em vários pontos da cidades e no interior do estado durante todo o mês de Julho com Música, Teatro e Cinema. Foi Produtor e Diretor de Palco do Festival de Música do Servidor Público do Estado do Pará-SERVIFEST, realizado no Teatro Margarida Schivasappa – CENTUR, durante 2004 a 2008. CARINE ARAUJO - PRODUTORA EXECUTIVA Jornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, Carine Araújo é produtora cultural há 18 anos, e há 14 dirige a Tabuleiro Produções. Premiada duas vezes pela Funarte, atuou no cinema como cineclubista, logo depois assumindo a Diretoria de Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde produziu festivais como o de Atibaia e Bahia Afro Film Festival. Foi responsável pela produção local do premiado filme Pau Brasil, a produção executiva da Mostra Curto Encontro realizada simultaneamente em todos os 13 espaços culturais da FUNCEB, além de produzir os documentários Capela D’ajuda já deu sinal e A vida na Boa Morte, ambos para a TVE, Viva São João e Preservar Igarassu, ambos para o IPHAN, todos eles com finalidade de registro como patrimônio, além de trabalhar no registro de manifestações carnavalescas no interior da Bahia, através da Tabuleiro Produções. Produziu o Festival IN Bahia, patrocinado pela Caixa, os Festivais do Licor e Cachoeira Agosto do Blues, com patrocínio da Bahiatursa, além de produzir diversos eventos pela Bahia e Brasil. Lançou em 2020 seu primeiro livro de poesias Desfile Poético sob a chuva, pela Amazon e premiado pelo BNB e FUNDAJ. Há 2 anos mora em Belém e atua na assessoria de projetos para o Centro de Dança Ana Unger, Muirak Studio, para as ONGs Arte pela Vida, Ná Figueiredo e Xikrin Berê e produz o projeto mensal Acarajazz. BRUNO NERY - CURADOR MUSICAL E PRODUTOR DE PALCO Bruno Nery é bacharel em trombone e mestre em educação musical (PPGMUS) pela UFBA. Com uma trajetória múltipla e ampla, transita com naturalidade pelo universo acadêmico, erudito, popular e docente, unindo performance, etnomusicologia e pesquisa no campo da educação musical. Como educador musical, contribuiu na fundação da REMUSC (rede de ensino musical), atua como coordenador pedagógico e professor. Realizou atividade também na coordenação de núcleo do NEOJIBA, professor do Conservatório de Música Sinfônica de Camaçari-Ba, onde leciona metais e teoria musical. Professor da escola Nota Jazz em Salvador, onde leciona Trombone, Harmonia Funcional e Improvisação. Além de palestrante em diversas instituições culturais. Há 2 anos é trombonista da Amazônia Jazz Band, músico da banda Fruta Quente e das cantoras Lia Sophia, Mel Chaves e criador do projeto Acarajazz que acontece mensalmente em Belém.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.