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PRONAC 243837Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Diva: Ao Vivo do Inferno!

ESTUDIO HUGO KERTH ESCOLA DE MUSICA LTDA
Solicitado
R$ 480,0 mil
Aprovado
R$ 480,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-08-19
Término
2027-06-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

"Diva: Ao Vivo do Inferno!" é a primeira adaptação brasileira do espetáculo teatral musical Off-Broadway de grande sucesso "Diva: Live From Hell", escrito por Nora Brigid Monahan com músicas de Alexander Sage Oyen. Trata-se, portanto, de uma peça teatral musical, do gênero comédia satírica, interpretada por um único ator acompanhado de três músicos ao vivo, e visa montagem e produçãodo espetáculo no circuito teatral profissional da cidade do Rio de Janeiro.

Sinopse

SINOPSE A comédia satírica "Diva: Ao Vivo do Inferno" é um monólogo musical Off-Broadway que chega ao Brasil pela primeira vez. Com apenas um ator em cena e três músicos, a peça conta a trajetória desastrosa de Desmond Channing, um jovem ator que vê seu reinado nos palcos ameaçado pela recém chegada de um galã. Como resposta à sua fúria, comete uma série de crimes que o fazem parar no Inferno após sua morte. Como penitência, está condenado a recontar sua história todas as noites em busca da redenção. DESCRIÇÃO/RESUMO O enredo segue a jornada de Desmond Channing, um estudante do ensino médio, uma figura obcecada pela fama, cuja vida é afetada pela chegada de Evan Harris, um rival que desafia sua posição. Inspirada em clássicos cinematográficos dos anos 50, como “Sunset Boulevard” e “All About Eve”, a história busca explorar os anseios, lutas e obsessões relacionadas à busca incansável pela notoriedade e as drásticas consequências deste ato, enquanto a busca pela compreensão e descoberta da própria sexualidade revelam a fragilidade por trás do personagem. O espetáculo inicia com Desmond dando as diretrizes do mais novo musical que sua turma irá montar. O diretor de teatro da escola (Sr. Dallas) confia plenamente nas habilidades do jovem. No processo de seleção de elenco, o público já pode perceber a fixação que Desmond tem com a fama ao querer a todo custo o protagonista da história, recortando com cenas hilárias e diálogos muito criativos, as músicas ainda costuram bem a trama, dando ênfase à personalidade fantasiosa e exageradamente nonsense do personagem. Quando Evan Harris (um galã) chega na sua turma, desbanca o seu papel. No início, Desmond tenta uma amizade mas que é frustrada pelo fato de Evan Harris ser um galã e inclusive conquistar a menina por quem ele era apaixonado. Acontece que Desmond deixa pistas que possa ser homossexual, mas como muitos jovens da sua idade, essa descoberta é dolorosa e passa por inúmeras situações desafiadoras, passando pela negação. Tais situações só contribuem para aumentar a raiva que Desmond sente de seu oponente e, entre tantas idas e vindas do desenrolar dessa história, Desmond é afastado do clube de teatro da escola por causa de seu comportamento agressivo. Tomado de uma ira inexplicável e uma curiosa mania de perseguição, Desmond elabora um plano pra tirar o rival do seu caminho. O que o público não espera é que isso não será no sentido figurado: Desmond é tomado por uma ira desproporcional e acaba assassinando o seu oponente de forma injusta e covarde. Nosso protagonista assume, então, a postura do anti-herói, sendo mocinho e vilão da história, e tenta a todo custo continuar ganhando o gosto do público. Embora temáticas sensíveis estejam em cena, como a vingança, o crime, a descoberta da sexualidade, a inveja e a ira, as situações hipotéticas que o personagem teria vivido são hilárias e costuradas por cenas cômicas que contribuem para a abordagem de tais temas. A grande surpresa do espetáculo é revelada no final: Desmond está sozinho (por isso é um monólogo onde ele interpreta todos os personagens) porque ele está preso no Sétimo Círculo do Inferno e foi condenado por ter agido como uma "Diva" com seu rival. Durante a cena, vemos que Desmond sofre um acidente de carro e morre. A partir desse ponto, o público entende que ele está morto e tentando contar sua história para as demais pessoas que se encontram no Inferno. Sim, o público também estaria ironicamente no Inferno e estaria sendo obrigado a ver esta história. Como sua penitência, Desmond é obrigado a contar a sua história todas as noites, até que possa se redimir do seu pecado e encontrar a salvação. Porém, isso nunca acontece. Ao final do espetáculo, Desmond chega a várias conclusões profundas sobre a vida e faz um balanço de como as suas atitudes negativas impactaram e continuam impactando na sua rotina. Ele tenta, inclusive fazer um mea-culpa. É o único momento realista da peça, haja vista que tudo que ocorreu é surreal e hipotético. Nesse ponto, o público percebe que, como é ele mesmo que conta a sua história, não temos como ter certeza se todos os pontos que ele conta de fato aconteceram ou não. Se ele está agindo como vítima ou como culpado, e se realmente a redenção virá para ele ou se ele estará condenado para sempre a enfrentar seu destino cruel. A peça encerra com o ator pedindo que todos da sala de teatro se retirem, pois ele irá começar o show todo de novo, para um novo público.

Objetivos

Objetivo Geral O espetáculo teatral musical Diva: Ao Vivo do Inferno!, a ser produzido, tem como objetivos gerais (1) realizar a primeira montagem brasileira do musical Off-Broadway "Diva: Live From Hell"; (2) reafirmar a parceria e intercâmbio cultural entre Brasil e Estados Unidos, a fim de contribuir para manter o Brasil no posto de terceiro maior produtor do gênero de Teatro Musical no mundo, valorizando o teatro musical como importante expressão artística do teatro; (3) gerar empregos para diversas categorias de profissionais; (4) propiciar ao espectador um espetáculo teatral musical de excelência e qualidade, no sub-gênero monólogo musical; (5) contribuir para o enriquecimento cultural dos espectadores; (6) motivar a contínua profissionalização do setor. Acreditamos que, como consequência desta montagem, será possível notar um impacto positivo no meio artístico e do público em geral, pois além de abordar temas sensíveis e atuais, fomentará a economia criativa local e promoverá a formação de plateia, cujo gênero já possui público cativo e assíduo em todo o território nacional. Objetivos Específicos - Resultar na produção e circulação de um espetáculo teatral musical, cantado ao vivo, composto por um ator e três músicos em cena, composto de aparatos cênicos (cenários e adereços), figurinos, iluminação, visagismo, assessoria de comunicação e equipe criativa, tornando a produção também um meio de empregabilidade multiprofissional; - Expandir o gênero do Teatro Musical em formato de monólogo cuja exibição fomenta este tipo de arte; - Incentivar ações paralelas para além da cena que tenham impacto no público cuja formação dos estudantes de Teatro Musical esteja ligada ao gênero em questão, como formação de plateia, roda de conversa e oficinas de técnicas relacionadas à atuação teatral; - Valorizar e difundir a temática LGBTQIA+, que é evidenciada e abordada na proposta cênica, além do fato da autora do texto ser uma pessoa não-binária.

Justificativa

O gênero Teatro Musical, em constante expansão no território nacional há algumas décadas, tem impactado na formação de plateia, consumo de arte e cultura e tem fomentado a atividade teatral e cultural no Brasil de maneira significativa. Os financiadores de tais projetos têm encontrado na Lei de Incentivo à Cultura, uma importante e eficaz ponte de comunicação entre o incentivo fiscal governamental e o apoio aos artistas. Conforme mencionado no item "Objetivos", o espetáculo em questão, embora em formato de monólogo com um único ator em cena, traz luz à uma empregabilidade considerável, haja vista que uma das principais características do gênero Teatro Musical é a união de três grandes áreas artísticas, a saber: Atuação Cênica (cuja figura do diretor, preparador de elenco e ensaiador se fazem indispensáveis); o Canto/Música (onde atuam pessoas ligadas exclusivamente ao arranjo musical, direção vocal, preparação vocal, execução de música [neste caso específico da banda ao vivo], um operador de som, uso de microfones, e desenho de som específico) e a Dança/Movimento Corporal (que neste caso contam com a presença dos preparadores corporais, coreógrafos e os chamados diretores de movimento, cujo trabalho de criação das cenas dançadas se faz de maneira específica e técnica). No caso do projeto em questão, o sapateado é ainda presente na cena. Portanto, é possível perceber que o esforço empreendido numa produção de Teatro Musical exige a contratação de profissionais qualificados nas três grandes áreas criativas. Tal situação tem tornado as produções do gênero mais custosas e portanto mais difíceis de realização. Diva: Ao Vivo do Inferno! encontra-se num meio-termo de realização importante de se destacar: não trata-se de um espetáculo grandioso onde as custas de captação poderiam levar à inviabilização do projeto, mas nem pequeno demais e simples demais a ponto de se viabilizar com recursos muito limitados. Mesmo sendo um monólogo, ainda necessitará de recursos externos e de pessoal qualificado no backstage. Dessa forma, para garantir a contratação de pessoal especializado, e garantir uma maior empregabilidade ao dispor de figurinos, cenários, adereçagem, visagismo, iluminação, cenotécnicos, camareiras, contrarregras e tantos outros profissionais envolvidos numa produção de Teatro Musical, faz-se necessário o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais. Diante do exposto, e tendo como base a Lei 8313/91, é possível observar que, além de corresponder majoritariamente ao seu inciso III cujo texto diz "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;", o presente projeto, por se tratar de um material importado e qualificar a sua adaptação e moldes à cultura brasileira, encontra também respaldo nos seus incisos VII e VIII onde é possível verificar: "desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;" e "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;", respectivamente. Este último versa com propriedade sobre a importância do gênero de Teatro Musical e a sua difusão no Brasil, sendo, de fato um "bem cultural de valor universal". Afinal, o gênero pode ser encontrado em diversos outros países e o Brasil encontra uma ponte de divulgação, apoio e respeito diante de todos eles. Para se fazer corresponder aos objetivos da proposta, é possível também relacionar o projeto a um objetivo principal, como o observado no Art. 3, inciso II, alínea e), a saber: "- fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;" Em segundo lugar, como os proponentes são da área da Educação, é de interesse do projeto cumprir o que se versa no inciso I no que diz respeito à formação e educação artística, mais precisamente em sua alínea c) "instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;" Ademais, o projeto abarca ainda o estímulo à formação de novos públicos para a cultura. Como citado em nossos objetivos, embora o público de Teatro Musical esteja consolidado e mostre-se assíduo, existe um sub-gênero que ainda não é atendido em igual proporção: o Teatro Musical em formato de monólogo. É nesta parcela de público que pretende-se chegar também. Por fim, diante das contrapartidas oferecidas pelo projeto em questão, pode-se esperar uma democratização e acesso do público (principalmente os jovens em formação), estando de acordo com o inciso IV, alínea a), que versa o seguinte: "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;".

Estratégia de execução

O espetáculo musical "Diva: Ao Vivo do Inferno!" é uma adaptação brasileira de seu original Off-Broadway "Diva: Live From Hell!", pertencente a autores americanos, originários da cidade de Nova York, nos Estados Unidos da América. Neste caso, a autorização expressa dos autores e compositores da obra faz-se necessário, bem como autorização especial para montagem em língua não-inglesa e as devidas adaptações. Desde dezembro de 2022, a produção detém os direitos autorais do espetáculo e a sua devida autorização por escrito mediante assinatura de contrato para execução da obra em território brasileiro em Língua Portuguesa. O contrato é firmado numa parceria da produção com a Broadway Licensing LLC. Embora a data de dezembro de 2022 pareça distante, a comunicação com a agência americana dos autores e a comunicação dos próprios autores com a produção brasileira é constante, e não há prazo de expiração da cessão dos direitos autorais até que se cumpra a montagem do espetáculo. Desta forma, todas as partes concordaram em manter a autorização para montagem, aprovando o texto em português que já fora enviado e devolvido aprovado. O contrato onde há a assinatura de autorização para a montagem poderá ser encontrada em um dos anexos desta plataforma, na seção indicada.

Especificação técnica

Classificação indicativa etária do espetáculo: 14 anos. Duração aproximada: 100 minutos. Gênero: musical, comédia. Espetáculo teatral convencional em espaço fechado (caixa cênica) formato à italiana, arena ou semi-arena. Elenco: 01 ator e 03 músicos em cena. Contrarregras, camareiros, diretor de palco, operador de som, operador de luz, assistente de produção e assistente de direção, serão a equipe técnica no dia a dia do espetáculo. Todos deverão estar uniformizados e identificados. Sonorização 02 Microfones s/fio “head/set” Microfone com fio Monitores de solo ativos PA de 2 caixas ativas 2 sub staner 3 Pedestais girafa. Três estantes de partitura. Aquário de acrílico para bateria. Instrumentos musicais: 01 bateria full set; 01 piano digital (sintetizador); 01 guitarra e 01 baixo elétrico. Cenografia Para o cenário, estrutura modular e de fácil montagem/desmontagem para facilitar o transporte em caso de turnês e/ou em caso de estar dividindo o espaço cênico com outra produção simultaneamente em dias diferentes. Material majoritariamente composto por madeira MDF ou modular cênico, dobradiças de aço, roldanas, rodinhas e ferro/alumínio de sustenção. Tripé desmontável arame 2,10m; Caixas cenográficas; Armários cenográficos; Linóleo de piso ajustável tamanho caixa cênica. Coxias não são necessárias. Iluminação Sistema de iluminação tradicional de teatros comerciais que contenha: 01 Projetor de, no mínimo, 6000 lumens. Tela de projeção não necessária. Máquina de fumaça (fog machine) Refletores do tipo Fresnel/Telem de 1KW. Refletores do tipo Lâmpada PAR#2-1KW/220v. Refletores do tipo Set Light-1KW/220v. Refletores do tipo Lâmpada PAR#5-1KW/220v. Canhão opcional Material Gráfico Cartazes e banners: Os cartazes serão impressos em lona e serão formatados de acordo com a especificidade da permissão de divulgação no local do espetáculo para exibição durante a temporada. Será necessário incluir imagens do projeto que são vinculadas à identidade visual bem como fotografias e o logotipo do espetáculo, seus patrocinadores e o MinC. Para além das informações sobre o espetáculo (como título, data, local, elenco, sinopse) e detalhes de contato. Além do banner principal, será feita uma tiragem para ser afixada em locais estratégicos, como teatros, cafés, escolas, livrarias e centros comunitários, para atrair a atenção do público-alvo. Flyers: Flyers impressos em papel couché (10x15 cm), tiragens de 150 em 150 unidades, com informações concisas sobre o espetáculo, juntamente com imagens ou ilustrações atrativas, e deverão incluir cupons de desconto ou códigos promocionais. Serão distribuídos em locais movimentados, como ruas comerciais, estações de metrô, universidades e eventos culturais, para alcançar um grande número de pessoas, principalmente das escolas e comunidades que o espetáculo irá atender. Programas de Espetáculo: Os programas de espetáculo serão em formato de livretos impressos (material a definir) que fornecerão informações detalhadas sobre o espetáculo, como o elenco e equipe criativa, uma sinopse detalhada, biografias dos artistas, créditos de produção e anúncios de patrocinadores e incentivadores. Serão distribuídos aos espectadores antes da entrada no teatro e também podem ser vendidos como uma lembrança do evento. Banners Digitais e/ou programas digitais: Banners digitais serão as imagens promocionais projetadas em telas digitais ou exibidas em sites e redes sociais. Podem conter elementos visuais dinâmicos, como animações, slideshows ou vídeos curtos, para chamar a atenção do público online. Serão uma forma eficaz de alcançar uma audiência mais ampla e direcionar o tráfego para o site do espetáculo ou plataformas de venda de ingressos online. Convites Eletrônicos: Convites eletrônicos serão os e-mails ou mensagens digitais enviadas para uma lista de contatos específica, convidando-os para o espetáculo. Podem incluir links diretos para a compra de ingressos online e outras informações relevantes sobre o evento. São uma forma econômica e ambientalmente amigável de alcançar o público-alvo e incentivar a participação no espetáculo.

Acessibilidade

O projeto proposto se compromete a realizar sessões públicas com audiodescrição para pessoas com deficiência visual para absorção total do produto apresentado no palco. Para os produtos de mídia digital e impressa, haverá ainda, tiragens do produto de divulgação que contenha texto alternativo (em caso de mídia digital), pictograma e/ou Braille (em caso de mídia física). Para pessoas com deficiência auditiva, o produto poderá ser absorvido através de intérpretes de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) que deverão estar presentes em todas as sessões públicas do espetáculo, enquanto este estiver em cartaz e circulação. Além do exposto, o projeto tem um Plano de Acessibilidade que inclui a observância dos locais de exibição da obra e seu cumprimento com as normas de acessibilidade arquitetônica garantindo o acesso total de todas as pessoas com mobilidade reduzida. Ainda nas casas de espetáculo em que o projeto estará abrigado, faz-se necessário observar a reserva de assentos específicos para pessoas com deficiência e espaço para cadeira de rodas, bem como assentos para pessoas obesas. Tais assentos deverão estar estrategicamente posicionados a fim de que haja fácil acesso e visão privilegiada do espetáculo. Portanto, o teatro a ser escolhido deverá apresentar, sempre que tecnicamente possível, características em conformidade com a Lei 13.146, de 2015 e o Decreto nº 9.404, de 2018. Destacamos as condições que seguem abaixo visando a garantir acessibilidade a portadores de necessidades especiais: - Instalação de banheiros adaptados, com de barra de apoio e vasos sanitários apropriados para deficientes físicos; - Rampas / ou elevadores que permitam o acesso de cadeiras de roda; - Portas com largura suficiente (mínimo de 0,80 m) para a passagem de uma cadeira de rodas; - Dimensões amplas suficiente para garantir os deslocamentos e rotação da cadeira de rodas; - Os assentos devem ter altura mínima de 0,50 cm (para facilitar a transposição do cadeirante); - Funcionários treinados para atender adequadamente e instruir os portadores de necessidades especiais e/ou idosos e/ou pessoas obesas. Conforme o disposto no art. 44 § 1º, da Lei 13.446, de 2015, serão reservados espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, de acordo com a capacidade de lotação da edificação (teatro). Os espaços e os assentos destinados a portadores de necessidades especiais estarão devidamente sinalizados. Os espaços e os assentos destinados a portadores de necessidades especiais deverão situar-se em locais que garantam a melhor fruição do espetáculo e que garantam a acomodação de um acompanhante ao lado da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. Ressaltamos que os espaços devem apresentar rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT, a fim de permitir a saída segura de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência, bem como de todo o público. Pretendemos ainda, realizar este espetáculo em teatro situado em ponto de fácil acesso na cidade do Rio de Janeiro. Serão observados: a proximidade a Estações de Metrô, ônibus, entre outros transportes, de forma que todos os moradores dessas localidades, inclusive pessoas com diferentes necessidades especiais e idosos possam se locomover até o teatro.

Democratização do acesso

O espetáculo "Diva: Ao Vivo do Inferno!" resultante do projeto, será distribuído da seguinte forma: 12% (doze por cento) serão distribuídos gratuitamente para alunos e professores da rede pública, favorecendo as escolas próximas ao teatro de temporada; 10% (dez por cento) serão distribuidos gratuitamente para incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto 10.755, de 26 de julho de 2021; 8% (oito por cento) serão distribuídos gratuitamente para promoção do espetáculo (imprensa e convidados); 20% (vinte por cento) serão comercializados a preços populares, que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8.º da Lei n. 12.761, de 2012; 50% (cinquenta por cento) serão comercializados ao público em geral, com preços acessíveis. Para atender o Artigo 24 da IN n°001/2022, cumpriremos o seguinte: IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações. b) A produção está comprometida a oferecer gratuitamente através do ator e professor Hugo Kerth (proponente do projeto e ator do espetáculo), workshops online e presenciais para estudantes de teatro e de Teatro Musical, gerando em si eventos educativos e parcerias com escolas que promoverão a formação de público, enriquecendo a experiência cultural. O objetivo é ir além do palco, proporcionando uma vivência inclusiva e educativa para todos. Para ampliar o acesso ao espetáculo "Diva: Ao Vivo do Inferno", priorizaremos a comunicação através de uma acessibilidade digital, com informações online em formatos acessíveis. Implementaremos preços acessíveis, ingressos sociais e parcerias com instituições para atingir diversos públicos, principalmente os das escolas e das escolas especializadas em Teatro Musical, públicas ou privadas. Haverá, ainda, dentro deste quadro, a garantia da meia-entrada para jovens de baixa renda, portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) em todas as categorias de ingressos que venham a ser comercializados pelo projeto. A despeito da faixa etária do espetáculo não ser indicado a menores de 14 anos, o texto pode ser perfeitamente adequado para eventos específicos em escolas com estudantes do ensino médio, por exemplo, a tratar dos temos sensíveis para a peça. Tal modificação passará pelo crivo das instituições beneficiadas. Para dar início à temporada, faz-se necessária a realização de um ensaio aberto ao público sem cobrança de ingressos (público selecionado previamente através do cadastramento de ONGs e pessoas/jovens em situação de vulnerabilidade; e ainda uma sessão dedicada à classe teatral em dia diferente do praticado comumente na temporada, a fim de dar a oportunidade à classe teatral e artística de consumir o produto em horário alternativo. TOTAL DE CONTRAPARTIDAS: 01 ensaio aberto a escolas para alunos e professores; 01 sessão para ONGs e pessoas em vulnerabilidade social; 01 workshop gratuito para no mínimo 10% do total de público da temporada, com datas e cronograma a definir, em virtude da organização na etapa de pós-produção. Processo de Distribuição de Ingressos Venda de Ingressos: Os ingressos serão disponibilizados para venda online por meio de um site dedicado ao espetáculo, com um sistema de compra seguro e intuitivo. Na bilheteria do teatro, os ingressos serão vendidos pessoalmente, oferecendo opções de pagamento em dinheiro, cartão de débito e crédito e PIX, facilitando e ampliando as possibilidades de compra e acesso ao espetáculo. Os preços dos ingressos serão variáveis, com diferentes categorias de valores para atender à diversidade econômica do público, para isso, será necessário observar um espaço cênico que contenha capacidade para tal. Serão oferecidos descontos para grupos selecionados, estudantes e idosos (conforme Legislação), ID Jovem incentivando a participação de diferentes faixas etárias e públicos. Ingressos Gratuitos: Uma parte dos ingressos será destinada à doação para instituições de apoio a pessoas com deficiência, ONGs e casas de acolhimento a pessoas LGBTQIA+, escolas de comunidades carentes e grupos vulneráveis da sociedade. A definição dos critérios para a distribuição dos ingressos gratuitos será feita em parceria com as instituições beneficiadas, considerando fatores como renda familiar, situação socioeconômica e necessidades específicas. As instituições parceiras serão responsáveis por realizar o cadastro dos beneficiários e encaminhar a lista de contemplados à equipe de produção do espetáculo. Estratégias de Distribuição Parcerias Institucionais: Serão estabelecidas parcerias com instituições sociais, ONGs, casas de acolhimento a pessoas LGBTQIA+, escolas públicas e órgãos governamentais locais para a distribuição direta de ingressos gratuitos. A equipe de produção do espetáculo entrará em contato com as instituições para oferecer os ingressos e coordenar a logística de distribuição, garantindo que cheguem aos beneficiários de maneira eficiente. Campanhas de Sensibilização: Serão lançadas campanhas de sensibilização nas redes sociais, mídia local e através de materiais de divulgação impressos para destacar a importância da inclusão e acesso à cultura para todos os públicos, em especial ao que desejamos atender de Teatro Musical em formato de monólogo. As campanhas serão desenvolvidas em parceria com agências de comunicação e marketing, que já fazem parte da equipe e integram a previsão orçamentária do projeto. Resultados Esperados Acesso Amplo e Diversificado: Espera-se que a diversidade de preços e a distribuição de ingressos gratuitos garantam o acesso ao espetáculo a pessoas de diferentes origens socioeconômicas e grupos minoritários. A acessibilidade financeira e estratégias de distribuição visam aumentar a participação de grupos historicamente excluídos do acesso à cultura, promovendo a inclusão e diversidade. Impacto Social Positivo: A doação de ingressos para instituições sociais e comunidades vulneráveis proporcionará momentos de lazer e cultura para aqueles que, de outra forma, não teriam acesso, gerando um impacto social positivo na comunidade. Engajamento da Comunidade: Através das parcerias e campanhas de sensibilização, espera-se um engajamento significativo da comunidade, promovendo a conscientização sobre questões de acessibilidade e inclusão e estimulando a participação ativa no espetáculo.

Ficha técnica

ESTÚDIO HUGO KERTH ESCOLA DE MÚSICA (PROPONENTE) NA PESSOA DE HUGO KERTH CORTAZIO DA SILVA (ATOR E PROFESSOR DE CANTO) O Estúdio Hugo Kerth nasceu com o desejo de formar artistas-cantores e professores de canto capacitados e especializados no gênero do Teatro Musical (americano e brasileiro). Pela íntima relação que o gestor da escola e proponente do projeto tem com a vivência e cultura de teatro musical americano e experiência docente na cidade de Nova York, esse projeto é mais um dos agentes transformadores dentre diversos projetos educacionais na área de Artes Cênicas e Música já executados por Hugo na cidade do Rio de Janeiro. Hugo Kerth é ator-pesquisador na área de voz, professor de canto, tradutor, versionista e escritor. Mestre e Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO-RJ) e ator de mais de 20 peças profissionais na cidade do Rio de Janeiro. É um jovem ator brasileiro que, apesar da pouca idade já criou um público fiel que o acompanha em seus fazeres artísticos, tanto quanto ator quanto arte-educador, especificamente como professor de canto. Na cidade do Rio de Janeiro dá aulas de canto desde 2013 e desde então ajudou inúmeros artistas a alcançar seus objetivos nas artes dramáticas e musicais. Nunca teve a oportunidade de estrear um projeto seu, que pudesse contar um pouco da sua trajetória e o quanto tem sido marcante no cenário teatral carioca nos últimos anos. A atriz Fernanda Montenegro, ao assistir um dos espetáculos que protagonizou em 2014, rendeu-lhe elogios de admiração e carinho pessoalmente. Desde então, acumulou boas críticas por parte da crítica especializada (inclusive de Barbara Heliodora antes de falecer) e destaque na mídia, fazendo com que as produções que participava tivessem destaque positivo na imprensa. Foi durante esse tempo também que esteve a serviço do projeto de teatro musicado da UNIRIO, Universidade pública federal que leva musicais gratuitos aos cidadãos do Rio de Janeiro desde 2009. Hugo tem uma relação com os musicais desde muito tempo e por isso foi estudar nos Estados Unidos por algum tempo quando ganhou uma bolsa e teve a oportunidade de buscar na fonte as inspirações para os musicais adaptados. É um dos únicos professores de canto brasileiros e único carioca a ser convidado a dar aulas de canto na cidade de Nova York numa escola de música na Broadway. Desta troca de ensino-aprendizagem chegou até ele o texto de Diva: Live From Hell, de autores nova-iorquinos que de imediato autorizaram a sua investida do projeto em terras brasileiras. Esta peça já foi montada em diversos outros países de língua inglesa com sucesso absoluto e indicada a vários prêmios, mas nunca no Brasil que, importante ressaltar, é o terceiro maior país produtor de musicais no mundo. A cidade do Rio de Janeiro é responsável, juntamente com a cidade de São Paulo, por colocar o Brasil nesta posição no ranking. É aqui onde efervescem os musicais americanos com boas adaptações à nossa realidade. Diva: Ao Vivo do Inferno vai seguir cumprindo ordem desse legado, e com um proponente que tanto tem feito para seus pares nesta cidade, quanto prestador de serviços preparando atores para peças, para musicais e para audições. Não é possível mencionar alguns dos grandes nomes do teatro musical brasileiro e aqueles que contribuíram para a cultura da cidade sem mencionar o trabalho de Hugo à frente da preparação vocal destes. Portanto, em "Diva: Ao Vivo do Inferno!", Hugo Kerth seguirá à frente da produção do projeto em parceria com a VoA Experiência Cultural (produtora associada) e será o ator intérprete do monólogo. Hugo também assumiu a responsabilidade pelos direitos autorais, royalties e licença para montar o espetáculo no Brasil em Língua Portuguesa. Para tal, já assinou um contrato de obtenção dos direitos autorais diretamente com a agência dos autores americanos e possui expressa autorização dos mesmos para realizar a montagem. Hugo também já adaptou o texto e as músicas para o português e obteve aprovação da agência americana. DIREÇÃO GERAL RUBENS LIMA JR. Diretor, Professor, Ator, Jornalista, Arte-Educador. Já dirigiu mais de 60 espetáculos teatrais, sendo que alguns premiados no Brasil, Portugal e Espanha. Professor do Departamento de Interpretação e licenciatura da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO desde 1992, lecionando desde setembro de 1993 em diversas cadeiras dos cursos de Interpretação, de Licenciatura/Habilitação Artes Cênicas e de Direção Teatral (Prática de Montagem). Doutor em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral e Direção Teatral pela UNIRIO. Pós-graduação em Teatro (especialista em Teatro Musicado Brasileiro) também pela UNIRIO. DIREÇÃO MUSICAL GUILHERME BORGES Mestre em Direção Musical pela Mountview Academy of Theatre Arts (Londres, Inglaterra). Bacharel em Arranjo pela UNIRIO, Guilherme Borges é produtor musical, arranjador, pianista, cantor e ator. Participou de espetáculos como Herivelto Como Conheci, Cartas Para Gonzaguinha, Pippin, Vamp e Gabriela - Um Musical. Suas direções musicais incluem o musical luso-escocês The Bow Maker (no National Theatre of Scotland, em Glasgow), a websérie Rádio Acordar O Tempo, as canções do audiobook A Deusa, O Herói, O Centauro e a Justa Medida e a ópera infantil Bem No Meio, além do projeto Grandes Músicos Para Pequenos. PREPARAÇÃO VOCAL WLADIMIR PINHEIRO Vencedor do Prêmio Shell 2020, categoria Melhor Música, Wladimir Pinheiro ingressou no meio teatral em 2002 no Cabaré Filosófico de Domingos Oliveira. Cantor, ator, músico e compositor, esteve em cena sob direção de nomes como Paulo Betti (A Canção Brasileira), Sérgio Brito (Ópera Macbeth), Aderbal Freire Filho (Orfeu), José Mauro Brant (Era uma vez... Grimm e O Pequeno Zacarias), Charles Moeller e Claudio Botelho (Milton Nascimento - Nada Será Como Antes), Gustavo Gasparani (Sambra, Zeca Pagodinho, Uma história de amor ao Samba) João Fonseca (Company) entre outros. Atua como diretor musical, arranjador e compositor em espetáculos de variado sgêneros, como o recém premiado espetáculo As Comadres (dirigido por Ariane Mnouchkine do Théâtre du Soleil - Paris). Trabalhou como produtor musical na novela Gênesis da Record Tv. Atualmente indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio (2023), na categoria Melhor Música, por Vozes Negras - a força do canto feminino. COREOGRAFIAS/DIREÇÃO DE MOVIMENTO VICTOR MAIA Ator, bailarino, cantor, diretor teatral e coreógrafo, formado em Licenciatura em Artes Cênicas (UNIRIO) e pós-graduado em preparação corporal para atores (Escola de Dança Angel Vianna), Victor Maia foi considerado no ano de 2022 “um titã da nova cena teatral do Rio de Janeiro” pelo Jornal Estadão de São Paulo. Seus últimos trabalhos foram: “As metades da Laranja” musical de Tauã Delmiro, sucesso de criticas e “Barnum - o Rei do show” dirigido por Gustavo Barchilon que esteve em turnê pelo Brasil. Estreou no Cinema em 2020 com o longa metragem “Quem Vai Ficar com Mário” dirigido por Hsu Chen e distribuído pela Paris Filmes, ao lado de Nany People, compondo o núcleo comigo do filme, atualmente disponível na Amazon Prime. Foi, durante 10 anos, coreógrafo do Caldeirão do Huck, na TV Globo. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO (PRODUTOR ASSOCIADO) GABRIEL DEMARTINE (VoA Experiência Cultural) Produtor, performer, coreógrafo e Stage Manager, Gabriel é natural do Rio de Janeiro formado pela Universidade Federal Fluminense em Produção Cultural, com extensão em Teatro Musical (Performer & Coreógrafo) na Universidade Federaldo Estado do Rio de Janeiro. Estudou Jazz Dance, Ballet (Clássico e Moderno) e Dança Contemporânea no Centro deArtes Nós da Dança com professores como Regina Sauer , Adriana Salomão e Ana Formighieri; e formado em Tap Dancepela Metodologia de Steven Harper (Professor & Performer) com o próprio Steven Harper. A combinação entre produtor,performer e criador faz com que versatilidade seja a palavra chave em sua construção profissional.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.