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O projeto artístico social "Minha sapatilha" parte da premissa de que a oportunidadetransforma os objetivos em ferramentas de aprendizado e construção cidadã. Assim, a ideia é dar a primeira sapatilha, ensinar o caminho e instrumentalizar para fazer escolhas. A dança como ferramenta de transformação para meninos e meninas em situação de alta vulnerabilidade social, serão duas linguagens de dança, clássico e o jazz, para atender80 crianças e adolescentes na faixa etária de 8 a 14 anos, durante o ciclo de dez meses.
Serão duas obras de dança, uma sobre Mery Poppins e para o Juvenil 4 estações do ano (primavera, verão, outono, inverno) Mery Poppins: Na Londres de 1910, um banqueiro rígido e severo com os filhos escreve um anúncio no jornal em busca de uma governanta. Trazida pelo vento em um guarda-chuva voador, uma babá com poderes mágicos aparece para transformar a triste rotina da família. Mary Poppins é uma personagem fictícia e protagonista da série de oito livros de Pamela Lyndon Travers. Ela é uma babá mágica de origem desconhecida que chega à casa da família Banks em Londres, onde é dado o encargo dos filhos Banks e lhes ensina lições valiosas. Trazendo para o contexto real, o filme desperta a reflexão sobre o papel da família, laços afetivos, a importância das brincadeiras no crescimento cognitivo e pessoal das crianças, qual a função social do imaginário, do irreal, são situações diversas que podem ser usadas para construir a releitura deste clássico, mas ao mesmo tempo ensinar. 4 Estações: É um tema aberto que dará aos professores e alunos a liberdade de criar as coreografias, no entanto, um dos caminhos possíveis nesta obra cênica é a compreensão de que não somos os mesmos sempre, mudamos, amadurecemos, vivemos ciclos, uns mais claros, outros mais escuros, uns mais instrospectivos, outros em que estamos mais sociáveis. Ao mesmo tempo o tema premite trabalhar meio ambiente, clima, valorização dos recursos naturais, ecologia e sustentabilidade.
Objetivo geral: 1. Garantir recursos para abrir 100 vagas para bolsistas entre 08 e 14 anos para receber formação em dança clássica e Jazz. Objetivos específicos: 1. Realizar oficinas de segunda a sexta, manhã e tarde, sendo 7 turmas distribuídas entre iniciante, intermediário e avançado, de ballet e jazz. 2. Realizar e produzir a Mostra de final de semestre, que será uma aula aberta aos pais e mães. 3. Criar e produzir com os alunos e alunas do projeto o espetáculo de final de ano, Mery poppins para o infantil e para o juvenil 4 estações do ano. Apresentação: O projeto artístico social "Minha sapatilha" parte da premissa de que a oportunidade transforma os objetivos em ferramentas de aprendizado e construção cidadã, é o que faz o individuo se mover. Assim, a ideia é dar a primeira sapatilha, ensinar o caminho e instrumentalizar para fazer escolhas. A dança como ferramenta de transformação para meninos e meninas em situação de alta vulnerabilidade social, serão duas linguagens de dança, clássico e o jazz, para atender 100 crianças e adolescentes na faixa etária de 8 a 14 anos, durante o ciclo de dez meses. Serão 1 turma de iniciante Ballet, 1 iniciante Jazz, 1 intermediário Ballet, 1 intermediário Jazz, 1 avançado Ballet e 1 avançado Jazz, 1 avançado de pontas. O Ballet Yara Araújo existe desde 1997 e desde sua criação abre portas para crianças bolsistas, mas nunca fez uso das leis de incentivo, agora para seguir com o projeto será preciso apoio institucionalizado, a pandemia gerou reflexos que vão desde a ordem emocional, saúde mental e física, até o financeiro. Assim, pensar numa estrutura para atender 80 bolsistas, permite realiazar as ações paralelas que é a Mostra e o Festival, confeccionar os figurinos sem ter que pedir aos pais que contribuam financeiramente e dar visibilidade contratando uma equipe de gestão de redes. As aulas irão acontecer de segunda a sexta, divididas em turmas manhã e tarde, dentro do níveis de aprendizado. Formada pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefar) da Fundação Clóvis Salgado, Yara é adepta do método criado pela russa Agrippina Vaganova, e organiza as aulas com planejamento detalhado. A dança é prazerosa, há um crescimento no sentido de consciência corporal. O aluno está sendo, o tempo todo, avaliado pelo professor, os benefícios são vários, entre eles, melhora de inteligência, noção espacial, agilidade, atenção, memorização, autoestima, dando ferramentas para que se sinta seguro ao subir no palco e enfrentar a plateia. Assim, esperamos abrir portas para os que escolheram a dança como profissão, enviando cartas de indicação para grandes escolas e núcleos artísticos profissionais e ao mesmo tempo, que a dança seja a janela positiva para olhar pra si mesmo, com cuidado, atenção e generosidade.
"A dança se faz não apenas dançando, mas também pensando e sentindo: dançar é estar inteiro, mais do que uma maneira de exprimir-se por meio do movimento, a dança é um modo de existir." Klauss Vianna Quando pensamos em movimento, estamos pensando em vida, não há vida sem movimento. Neste sentido cabe perguntar; o que nos move? Quais as sensações provocadas pelas nossas emoções? É fato, existem mil maneiras de existir no mundo, e partimos do lugar de que a dança é uma delas. A ideia do projeto é experimentar a dança com toda sua subjetividade, permitir apropriar-se do seu corpo com sua história, emoções, superações. Um corpo atravessado pela trajetória individual e particular de cada um. A preocupação não está num primeiro momento com a extensão do movimento, onde meu braço ou perna alcançam, mas a intenção que o provoca. Um olhar para dentro de si, ser capaz de avaliar o quanto consegue partilhar com o outro, o quanto consegue externar e assim criar interações objetivas com o mundo. Cientificamente, percebe-se que criar, seja em que área for, abrange a habilidade em usar o cérebro para alterar, renovar, recombinar os aspectos da vida. Implica em sentir o mundo com vitalidade e fazer um novo uso do que se percebeu. É expressar nossas vivências, sonhos, conforme os sentidos e descobrir novas formas segundo as quais uma sociedade pode ser construída. No processo criativo, a energia do inconsciente se liga a um arquétipo e o expressa numa linguagem simbólica. A arte é um canal para um nível não verbal de percepção que leva ao processo de individualização. Neste processo somos forçados a nos confrontar com diversas facetas de nosso íntimo que estão geralmente em conflito com nossas ideias e comportamento consciente. Na dinâmica da vida social, temos a tendência de evitar o convívio com o que desconhecemos, então se não consigo traduzir em libras, prefiro transferir para outra pessoa o diálogo, há uma resistência com as diferenças. Ao dançar, o canal de comunicação passa a ser o corpo, neste espaço de trocas criativas, a verbalização das sensações não é pela oralidade, por isso é um espaço plural, democrático, diverso. A intenção em colocar pessoas com transtornos mentais ou deficiências intelectuais e pessoas que não vivem este universo, para dançar juntos, é a possibilidade real de reorganizar nossa forma de pensar, agir e se comunicar, a vida social fica mais fluida, humanizamos os processos de interação social. E notem, dissemos pessoas que não vivem este universo, significa que em algum momento da vida esta pode ser a realidade vivida por qualquer um de nós. O projeto oferece aulas de dança, com carga horária suficiente para criar para que o aluno ou aluna possa decidir em seguir carreira ou usar a dança como ferramenta de conhecimento próprio, o que desejamos é que seja qual for o objetivo, este aluno (a) saia com novas perspectivas sobre si mesmo e sobre o que deseja pra si no convívio social. É um canal de empoderamento social, de auto estima, de gostar de si e do próprio corpo, seja ele qual for, desconstruindo as narrativas de padrão ideal. Seguindo orientações da Instrução normativa 2024 , segue abaixo os incisos em que a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
não se aplica
Produto principal : Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade no aspecto arquitetônico: o espaço possui rampas, barras de apoio, banheiros adaptados. Acessiblidade no aspecto da deficiência visual: Audiodescrição por parte do profissional que está ministrando a aula, placas indicativas nos espaços. Acessibilidade no aspecto da deficiência auditiva: Tradução em libras em todas as ações do projeto. Acessibilidade no aspecto da deficiência intelectual: Protetores de ouvido caso necessário, profissional experiente em lidar com sindrome de down e autismo. Produto secundário : espetáculo de artes cênicas ( resultado das oficinas no final do ciclo) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: o espaço possui rampas, barras de apoio, banheiros adaptados. Acessiblidade no aspecto da deficiência visual: Audiodescrição por parte do profissional que está ministrando a aula, placas indicativas nos espaços. Acessibilidade no aspecto da deficiência auditiva: Tradução em libras em todas as ações do projeto. Acessibilidade no aspecto da deficiência intelectual: Protetores de ouvido caso necessário, profissional experiente em lidar com sindrome de down e autismo.
O projeto é gratuito, portanto, não cabe contrapartida social, mas para ampliarmos o acesso ao projeto, estamos propondo as seguintes ações: 1. Disponibilizar na internet registros em vídeo e fotos do processo, com depoimentos e aulas. 2. Palestra em escolas públicas da comunidade, para falar sobre Dança e autoestima , como novas práticas educativas usando a arte podem fortalecer o ensino aprendizagem. Serão 5 escolas escolhidas. 3. Na mostra e festival de encerramento do ano, as escolas que receberam a palestra serão convidadas a estar conosco para apreciar o resultado dos alunos e alunas do projeto. O que estamos propondo está em conformidade com a IN 2024 conforme citado abaixo. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Art. 28. IN nº 01/2024. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; No projeto todo processo é registrado, o cotidiano das crianças e adolescentes dentro das aulas, entrega dos uniformes, depoimentos, que serão editados e disponibilizados nas nossas redes sociais.
Yara Araújo (Professora de Ballet Clássico e Diretora geral do projeto) Formação:*Curso superior de Desenho Industrial com Habilitação em Programação Visual - UEMG.*Curso básico de Dança Clássica e Moderna - Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado-Palácio das Artes –BHZ-MG*Atividades de Dança no SESC-MG*Atuação como membro do Corpo de Baile do Ballet Ana Lúcia-BHZ-MG*Curso de História da Dança com a professora Maria da Glória Reis – Festival de Inverno/1989-BHZ-MG*Curso de Dança com professores Pablo Moret(Cuba) e Ofélia Gonzales(Cuba)- Belo Horizonte/1993-BHZ-MG*Aula com professora Davash(Estados Unidos)- Broadway Dance Center - New YorkUSA/1996.*Aulas com professor Martin Viscount(Estados Unidos)- Belo Horizonte/1992 e 1993.*Curso com a professora Toshie Kobayashi(São Paulo)-Joinville/1997.*Curso com a professora Nadejda Alexandrova(Rússia)-Joinville/1997.*Curso com professor Luiz Roberto(São Paulo)-Joinville/2003.*Curso “Meu corpo Criança”com a professora Maria Tereza Vilela-Belo Horizonte/2003.*Curso de técnicas pedagógicas em ballet clássico com professor Flávio Sampaio – Joinville/2004.*Curso de Metodologia Geral para o Ensino de Ballet com a metodóloga Ramona de Saá Bello(Cuba)-São Paulo/2005.*Curso de psicomotricidade em dança*Curso de princesas para bailarinas de 3 a 8 anos*Curso de administração e Marketing em escolas de dança*Oficina de Técnicas Pedagógicas com a professora Rosana Fachada(Rio de Janeiro)- Joinville/2006.*Participação em diversos eventos, mostras e concursos em Belo Horizonte, Araxá , Uberlândia, etc... Exercício Profissional: Trabalhei em diversas escolas antes de montar minha própria escola de dança, hoje funcionando no bairro Nova Suíça. Atividade Atual:Ballet Yara Araújo (coordenadora e professora)R. Lindolfo de Azevedo,88 –Nova Suíça
PROJETO ARQUIVADO.