Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 243874Apresentou prestação de contasMecenato

Revitalização do Museu da Justiça - Fase 01

FORA PRODUCAO DE EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 4,57 mi
Aprovado
R$ 4,57 mi
Captado
R$ 3,06 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
60746948000112BANCO BRADESCO S.A.1900-01-01R$ 1,50 mi
92802784000190COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN1900-01-01R$ 550,0 mil
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
35789304000164SERGIO BERMUDES ADVOGADOS1900-01-01R$ 350,0 mil
29309127000179AMIL ASSISTENCIA MEDICA INTERNACIONAL S.A.1900-01-01R$ 100,0 mil
***064417**Fernanda de Freitas Leitão1900-01-01R$ 40,0 mil
02768502000192PRIMEIRA CIRCUNSCRICAO DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS DA CAPITAL DO RIO DE JANEIRO1900-01-01R$ 15,0 mil

Eficiência de captação

66.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-09-01
Término

Resumo

O projeto contempla a realização de 2 exposições de longa e curta duração, impressão de catálogo e Ciclo de Seminários. As medidas propostas estão previstas no processo de revitalização da sede do Museu da Justiça na cidade do Rio de Janeiro, conforme o escopo do Termo de Compromisso firmado entre o Proponente e o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, responsável pelo Museu.

Sinopse

- Catálogo O catálogo “Pedro II/Fim do Império” tem por objetivo registrar a exposição e desdobrar recortes temáticos abordados a partir de dois textos curatoriais, textos editoriais de pesquisa para cada eixo narrativo e textos comissionados sobre temas de maior relevância. Entre seus conteúdos, incluirá: • Textos de apresentação • 2 (dois) textos curatorias gerais • Fotografias de vistas e obras por eixo temático • Textos curtos por eixos temáticos e/ou sobre recortes selecionados • Verbete por obra • 6 (seis) e 8 (oito) textos curtos comissionados para desdobramento de temas Tiragem: 1000 exemplares O catálogo terá versão impressa e digital para distribuição gratuita. - Seminário/Palestras O ciclo de seminários “Pedro II/Fim do Império” também tem por objetivo desdobrar assuntos abordados na exposição, porém a partir de discussões mais especializadas dos eixos temáticos apresentados. O ciclo será composto por três seminários em datas que coincidem com a abertura da exposição e o encerramento. O programa previsto é: • Mesa 1 [abertura] Bens imperiais: destinações, sucessões e acervos • Mesa 2 [retorno 2025] Cidadania no Império: direitos políticos, estratégias abolicionistas e participação feminina • Mesa 3 [encerramento] Legados tecnológicos de Pedro II: telecomunicações, infraestrutura e ecologia Carga horária: 90 minutos por seminário Capacidade: 100 pessoas por seminário POSSÍVEIS CONVIDADOS: Além de contribuições e da participação presencial de diretores das instituições envolvidas, são pesquisadores de interesse: • Luciana Pessanha Fagundes Doutora em História, Política e Bens Culturais pelo CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, foi bolsista de pós-doutorado júnior, na Fundação Casa de Rui Barbosa. Autora da pesquisa “E quando morre o imperador? Batalhas memoriais nos funerais de d. Pedro II (1891)”. • Lucas Rodrigues de Nicola Mestre em Filosofia com enfoque em Estudos Brasileiros pelo Instituto de Estudo Brasileiros da Universidade de São Paulo, com bacharelado em História. Autor da dissertação “Flores, algumas com espinhos, para o rei: controvérsias acerca de d. Pedro II (1920-1940)”. • Guilherme de Faria Nicastro Advogado formado pela Fundação Getúlo Vargas em São Paulo, autor da monografia “Direito de propriedade na transição política: uma análise do ‘Caso do Palácio Guanabara’” (2017), no qual analisou a destinação dos diversos imóveis da Família Real e os processos jurídicos correlatos. • Regina Dantas Historiadora do Museu Nacional e pós-doutora em História das Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autora da dissertação “A Casa do Imperador: do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional” e da pesquisa “O Museu do Imperador: quando colecionar é representar a nação”, com Lilia Schwarz.

Objetivos

Conforme o artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023, o projeto tem como finalidade: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; O Museu da Justiça no Rio de Janeiro está localizado na Rua Dom Manuel, no 27, entre as Praças XV e Marechal Âncora, no Centro. Ocupa o antigo Palácio de Justiça construído entre 1922 e 1926, concomitante à construção do Palácio Tiradentes, que serviu como Câmara dos Deputados, em terreno próximo. Seu estilo arquitetônico eclético possui traços do neoclassicismo italiano, complementado por lindos vitrais de Gastão Formenti e painéis pintados por Carlos Oswald e André Vento, além de um pitoresco pátio central à céu aberto. Sede do Museu desde 1998, os espaços expositivos ocupam os 2º e 3º andares do edifício, entre salas históricas impactantes e salas descaracterizadas onde realizam exposições temporárias. Entre as históricas, existem duas que serviram como tribunais, um do Júri e um Pleno, uma câmara isolada, 3 salões solenes, biblioteca e gabinetes. Com um público majoritariamente ligado às instituições e práticas jurídicas, a revitalização programática tem por objetivo maior cumprir a missão museológica dando mais visibilidade e atraindo novos públicos, sobretudo leigos e espontâneos. Objetivo Geral: O presente projeto, voltado para a revitalização programática de 2024/2025 da sede do Rio de Janeiro, prevê realização de 2 exposições, de longa e curta duração, impressão de catálogo e Ciclo de Seminários. Objetivos Específicos: - Produção de exposição imersiva de longa duração "Origens e Princípios da Justiça e a História da Justiça no Brasil", pelo período mínimo de 8 meses, havendo possibilidade de manter-se fixa no Museu; - Produção de exposição de curta duração "Fim do Império/Pedro II", pelo período de 3 meses; - Produção de vídeo em formato de documentário, de caráter introdutório que tem como objetivo contextualizar as 2 exposições; - Impressão de Catálogo "Pedro II/Fim do Império", com tiragem de 1000 exemplares; - Realização do Ciclo de Seminários "Pedro II/Fim do Império". O ciclo será composto por três seminários que desdobraram a exposição de curta duração. Cada seminário terá carga horária de 90 minutos previsão de público de 60 pessoas. Detalhamento na etapa "ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO"

Justificativa

O Museu da Justiça é um equipamento cultural dedicado a fortalecer o exercício da cidadania e a percepção social dos valores da Justiça. Ligado ao Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (PJERJ), o Museu existe desde 1988 e atualmente possui sedes nos antigos Palácios de Justiça do Rio de Janeiro e de Niterói, ambos com localizações que os inserem em corredores culturais de cada cidade. Apesar de ser aberto ao público e do enorme potencial cultural, o Museu da Justiça ainda permanece pouco conhecido e aquém das contribuições que é capaz de oferecer à sociedade. Por isso, em 2023, um processo de revitalização passou a ser coordenado por um Grupo de Trabalho em parceria com o Fora, empresa proponente deste projeto. Estruturada por um Termo de Compromisso entre Fora e PJERJ com vigência inicial até 2026, a "Revitalização do Museu da Justiça" se organizará em fases, com a primeira e prioritária focada em melhorias programáticas na sede do Rio de Janeiro, que não é tombada. Para além do cumprimento de finalidades e objetivos previstos na Lei, o projeto almeja entregar para a cidade do Rio de Janeiro um espaço cultural único e revitalizado, capaz de se inserir no circuito cultural do Centro e atrair mais visitantes espontâneos, e se tornando referência para o tratamento cultural da Justiça como tema frequentemente autorreferenciado, hermético, árido e de difícil acesso ou interesse para a população. Por se tratar de uma instituição cultural pública com entrada franca para todas as atividades que promove, e considerando seu escopo extremamente pertinente e central à democracia, a revitalização do Museu da Justiça se enquadra em diversas finalidades da Lei de Incentivo à Cultura. Desse modo, podemos afirmar que o projeto contribui para fomentar a cultura e desenvolver a atividade cultural, econômica e artística de nosso país, conforme os objetivos e requisitos da Lei nº 8.313: Art. 1. Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX _ priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A referida proposta está enquadrada no segmento de artes cênicas e se enquadra no Artigo 18 da referida lei.

Estratégia de execução

O proponente será remunerado pela Coordenação Geral e administrativa do projeto.

Especificação técnica

- Exposição Imersiva longa duração “Origens e Princípios da Justiça e a História da Justiça no Brasil” - Origens e Princípios da Justiça Para contextualizar a Justiça no Brasil no espaçotempo da história do mundo, a primeira sala abordará os principais códigos e princípios que marcaram o desenvolvimento da lei, das penas e dos tribunais. Com sua abrangência global, a sala também será uma boa forma de conectar com visitantes estrangeiros. Como um grande mosaico com programação e video mapping que o visitante controla com facilidade pelo monitor touch do totem central, o expositor revelerá diversas linhas de pensamento jurídicas. Linha Antiguidade-Brasil Como linha principal, segue os códigos que influenciaram o sistema adotado no Brasil, chamado “Romano-Germânico” ou “Civil Law”. Inicia com os primeiros códigos encontrados na Mesopotâmia e segue em direção à Península Ibérica. Para o lançamento serão os primeiros três: Código de Hamurabi (1750 AEC), Leis Mosaicas (c. 900 AEC), e Código Draconiano (620 AEC); depois serão acrescidas como parte da Fase 01 no 1o trimestre de 2025: Leis das 12 Tábuas (450 AEC), Corpus Juris Civilis (529 EC), Liber Iudiciorum (642 EC), Fuero Juzgo (1241 EC), Ley de las Siete Partidas (1265 EC) e Côrtes de Coimbra (1385). - História da Justiça no Brasil Para desdobrar esse assunto tão vasto e complexo, a exposição criou uma estrutura sob medida que abarca três camadas, e formatos, de conteúdo: • Projeções sobre as Constituições Federais com imagens ilustrativas e frases didáticas, cobrindo as Ordenações Filipinas, como antecedentes, e as sete Cartas que o Brasil já teve até a atual, de 1988. Não possui sonorização. • Vídeo animações contando casos que passaram pela Justiça e mudaram o país, representando discussões atuais pertinentes e/ou ilustrando como a Justiça é permeada pelas demandas da sociedade e precisa ser acionada e cobrada para solucionarmos questões tanto individuais, quanto coletivas. Terão entre 60 e 120 minutos, com narração e trilha em som direcional. Lançamento terá um caso por tela, mas cada tela pode chegar até até 6 casos. • Cronologia impressa e ilustrada da História da Justiça no Brasil, que estará sobre a mesa expositiva intercalando-se com as telas de vídeo animações e ancorada pelas projeções das Constituições. - Exposição de Curta Duração “D. PedroII/Fim do Império” Propõe inaugurar as comemorações do bicentenário de D. Pedro II (1825-1891) em 2025 com uma exposição que parte do seu inventário, para desdobrar temas sobre o seu legado e o fim do Império. O objetivo é valorizar o acervo do Museu da Justiça, do qual o inventário faz parte, em diálogo com outros acervos de relevância cultural. Como primeira exposição de curta duração da programação revitalizada, o projeto possui duplo objetivo: trazer um novo olhar para este momento histórico fundamental e estabelecer novos padrões expositivos para o Museu e o público visitante. Com duração prevista para 3 (três) meses, a proposta é ocupar salas abertas à visitação no 3º pavimento da sede do Museu no Rio de Janeiro com a exposição detalhada a seguir. A exposição tem por objetivo trazer à tona novos olhares sobre questões socioculturais que marcaram o fim do Império no Brasil, além de lançar luz sobre as raízes históricas de debates públicos atuais na mídia e no Supremo Tribunal Federal (STF). EIXOS CURATORIAIS/NARRATIVOS: • O fim da vida e do Império de D. Pedro II • Dispersão de bens e coleções do Imperador • Legados do período imperial OCUPAÇÃO EXPOSITIVA NO 3º PAVIMENTO 01 - Recepção 02 - A Morte do Império 03 - Exílio e Bens Pessoais 04 - Leilões do Paço e Heranças 05 - Doações para Instituições 06 - Sala do Educativo 07 - O Império no Tribunal 08 - Cidadania 09 - Inovações 10 - Inovações - Produção de vídeo sobre o bicentenário da Constituição de 1824 – o vídeo estará integrado na exposição de longa duração "Origens e Princípios da Justiça e a História da Justiça no Brasil". Ele oferece uma narrativa didática sobre seus antecedentes portugueses; as bases, instituições e práticas iniciais a partir da independência; e as principais mudanças ocorridas durante o período imperial. O produto e sua divulgação também objetivam comemorar o bicentenário da Constituição de 1824, que instituiu oficialmente a Justiça brasileira. O vídeo irá compor e agregar as exposições. Principais eixos narrativos: - Antecedentes coloniais (1530-1822) - Pilares fundantes (1822-1824) - Justiça do Império (1824-1889) - Antecedentes Coloniais (1530-1822) - Pilares Fundamentais (1822-1824) - Justiça do Império (1824-1889) - Catálogo O catálogo “Pedro II/Fim do Império” tem por objetivo registrar a exposição e desdobrar recortes temáticos abordados a partir de dois textos curatoriais, textos editoriais de pesquisa para cada eixo narrativo e textos comissionados sobre temas de maior relevância. Entre seus conteúdos, incluirá: • Textos de apresentação • 2 (dois) textos curatorias gerais • Fotografias de vistas e obras por eixo temático • Textos curtos por eixos temáticos e/ou sobre recortes selecionados • Verbete por obra • 6 (seis) e 8 (oito) textos curtos comissionados para desdobramento de temas Tiragem: 1000 exemplares O catálogo terá versão impressa e digital para distribuição gratuita. - Seminário/Palestras O ciclo de seminários “Pedro II/Fim do Império” também tem por objetivo desdobrar assuntos abordados na exposição, porém a partir de discussões mais especializadas dos eixos temáticos apresentados. O ciclo será composto por três seminários em datas que coincidem com a abertura da exposição e o encerramento. O programa previsto é: • Mesa 1 [abertura] Bens imperiais: destinações, sucessões e acervos • Mesa 2 [retorno 2025] Cidadania no Império: direitos políticos, estratégias abolicionistas e participação feminina • Mesa 3 [encerramento] Legados tecnológicos de Pedro II: telecomunicações, infraestrutura e ecologia Carga horária: 90 minutos por seminário Capacidade: 60 pessoas por seminário POSSÍVEIS CONVIDADOS: Além de contribuições e da participação presencial de diretores das instituições envolvidas, são pesquisadores de interesse: • Luciana Pessanha Fagundes Doutora em História, Política e Bens Culturais pelo CPDOC da Fundação Getúlio Vargas, foi bolsista de pós-doutorado júnior, na Fundação Casa de Rui Barbosa. Autora da pesquisa “E quando morre o imperador? Batalhas memoriais nos funerais de d. Pedro II (1891)”. • Lucas Rodrigues de Nicola Mestre em Filosofia com enfoque em Estudos Brasileiros pelo Instituto de Estudo Brasileiros da Universidade de São Paulo, com bacharelado em História. Autor da dissertação “Flores, algumas com espinhos, para o rei: controvérsias acerca de d. Pedro II (1920-1940)”. • Guilherme de Faria Nicastro Advogado formado pela Fundação Getúlo Vargas em São Paulo, autor da monografia “Direito de propriedade na transição política: uma análise do ‘Caso do Palácio Guanabara’” (2017), no qual analisou a destinação dos diversos imóveis da Família Real e os processos jurídicos correlatos. • Regina Dantas Historiadora do Museu Nacional e pós-doutora em História das Ciências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autora da dissertação “A Casa do Imperador: do Paço de São Cristóvão ao Museu Nacional” e da pesquisa “O Museu do Imperador: quando colecionar é representar a nação”, com Lilia Schwarz.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade física: Em termos arquitetônicos, a sede do Museu da Justiça no Rio de Janeiro possui plena acessibilidade física, permitindo a entrada, circulação e uso do banheiro por pessoas com deficiências motoras, mobilidade reduzida e idosas, incluindo com cadeiras de rodas, conforme RELATÓRIO GERAL DE ACESSIBILIDADE FÍSICA elaborado para fins desta Lei junto às equipes internas do Museu e TJRJ. Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Exposição “Origens e Princípios da Justiça e a História da Justiça no Brasil” - além de costurar o máximo de descrição naturalmente nas versões padrão, serão incluídas versões “áudiodescrição” de cada caso no banco de conteúdos, que podem ser acionadas sempre que um visitante ou grupo PCD for recebido no Museu; Estudo chão tátil discreto para atravessar o Salão até o Tribunal e de lá para área anexa e saída. Exposição “Pedro II/Fim do Império” - chão e obras táteis + audiodescrição. Item orçamentário: Audiodescrição; Piso tátil, audioguia Acessibilidade para deficientes auditivos: Transcrições de todas as faixas de áudio da instalação, que ficarão disponíveis nos espaços para uso de visitantes. Item orçamentário: Legendagem Acessibilidade para deficientes intelectuais: Serão contratados profissionais especializados para acompanhar o público. Item orçamentário: Monitores PRODUTO: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra Acessibilidade física: Em termos arquitetônicos, a sede do Museu da Justiça no Rio de Janeiro possui plena acessibilidade física, permitindo a entrada, circulação e uso do banheiro por pessoas com deficiências motoras, mobilidade reduzida e idosas, incluindo com cadeiras de rodas, conforme RELATÓRIO GERAL DE ACESSIBILIDADE FÍSICA elaborado para fins desta Lei junto às equipes internas do Museu e TJRJ. Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado o serviço de audiodescrição durante a atividade. Item orçamentário: : Transcrição simultânea . Acessibilidade para deficientes auditivos: Será disponibilizado o serviço de intérprete de libras/legendagem durante a atividade. Item orçamentário: Intérprete de libras / legendagem Acessibilidade para deficientes intelectuais: Serão contratados profissionais especializados para acompanhar o público durante toda a temporada. Item orçamentário: Monitores PRODUTO: CATÁLOGO Acessibilidade física: Não se aplica Item orçamentário: Não foi necessário alocar despesa para garantir a acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Versão audiolivro disponível nas plataformas. Item orçamentário: Custo de Divulgação. Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade para deficientes intelectuais: Serão contratados profissionais especializados para acompanhar o público durante toda a temporada. Item orçamentário: Monitores

Democratização do acesso

Não haverá comercialização dos produtos culturais, todas as ações serão abertas ao público. As exposições terão livre acesso do público durante todo o projeto; Os ingressos para as palestras serão distribuídos ao público por ordem de chegada; Serão produzidos 1000 catálogos, 70% serão distribuídos aos visitantes da exposição por ordem de chegada; 10% serão distribuídos aos patrocinadores; 10% será distribuído para divulgação; e 10% será distribuído a bibliotecas e universidades. O projeto atente ao inciso I do artigo 30 da Instrução Normativa MinC n. 11 de 2024. I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte porcento);

Ficha técnica

Germano Dushá – Proponente - Gestão do Projeto – Coordenação Geral e administrativa Graduado em Direito (FGV-SP) e pós-graduado em Arte: Crítica e Curadoria (PUC-SP), é curador, escritor, crítico e agente cultural. Ao longo de sua trajetória, vem colaborando com instituições, galerias e publicações em diferentes países. Entre as exposições mais recentes em que assinou curadoria, estão Esfíngico Frontal, da Galeria Mendes Wood DM (São Paulo) e Arqueia mas não quebra, da Almeida & Dale (São Paulo), ambas de 2023; Calor Universal, na Pace Gallery (Hamptons) e Semana sim, Semana não, da Casa Zalszupin (São Paulo) em 2022; e A Hora Instável, na Bruno Múrias (Lisboa), em 2019. Desde 2018, é sócio e coordenador de projetos culturais do Fora. Fabricia Ramos - Proponente - Gestão do Projeto – Coordenação Geral e administrativa Formada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), possui especialização na mesma universidade em Gestão e Avaliação de Politicas Públicas e Estudo das Cidades. Possui mestrado inconcluso em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (PPED/IE/UFRJ). Entre 2010 e 2015, atuou como pesquisadora no Instituto de Estudos (IETS), no Instituto Mais Democracia, e no Instituto AFortiori. Em 2016, serviu o Ministério da Educação como pesquisadora consultora da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e, entre 2019 e 2020, atuou como coordenadora técnica do Observatório de Tecnologia nas Escolas (OTec/CEIPE/EBAPE/FGV), responsável pelo monitoramento e avaliação da Iniciativa BNDES Educação Conectada. Desde 2020, está focada no crescimento do Fora, do qual é sócia, atuando como coordenadora de projetos culturais e de pesquisa. Fora O Fora é uma organização pluridisciplinar fundada em 2018 que trabalha com manifestações culturais, estratégias institucionais e ações de impacto no espaço público e digital. Formado por agentes com mais de uma década de experiência, o Fora atua por meio do desenvolvimento de projetos de arte, exposições, pesquisas, publicações, plataformas digitais e produções audiovisuais; e com a criação e reformulação crítica de organizações e programas na área da cultura em suas diversas intersecções. O Fora trabalha sempre articulado com diversos outros colaboradores e parceiros, atendendo clientes como: Almeida & Dale, Benedicta Badia Collection (EUA), BOZAR (Bélgica), Casa Zalszupin, foodculture days, Goethe Institut (Alemanha), Galeria Millan, Instituto Flamboyant, Kura, Lima Galeria, Mendes Wood DM, Mitre Galeria (antiga Periscópio), Novas Frequências, Pace Gallery (EUA), Pinacoteca do Estado de São Paulo, Pro Helvetia (Suíça), Rádio Itatiaia, Sé Galeria, TALES/World of Us (Holanda). SuperUber – Direção Artística / Coordenação do Projeto A SuperUber é um estúdio de criação de experiências inovadoras misturando arte, arquitetura, design e tecnologia. Fundada em 2002, a SuperUber desenvolve projetos tanto na escala individual, quanto institucional, com instalações, eventos, exposições e projetos museológicos. Desenvolveu projetos que estiveram no Museu do Amanhã (RJ), Memorial do Holocausto (RJ), Memorial de Minas Gerais (MG), Museu da Língua Portuguesa (SP), Instituto Moreira Salles (SP), Victoria & Albert Museum (Inglaterra), Organizações das Nações Unidas - ONU (EUA), entre outros. Destacam-se também a exposição permanente “Feathers to The Stars”, do Frost Science Museum em Miami (EUA), e a experiência “Mars 2100 Expedition”, para a exposição Moving to Mars, no London Design Museum (Inglaterra).Participa de festivais como o SxSW Festival (EUA), Spot Festival (Dinamarca) e The Creators Project (EUA, Espanha, China e Brasil). gru.a gru.a (grupo de arquitetos) é um escritório baseado no Rio de Janeiro. Desde sua formação em 2013, elabora projetos e obras de diversas escalas e naturezas, com especial interesse na interseção entre os campos da arquitetura e das artes plásticas. O escritório elaborou projetos e obras de centros culturais, instalações artísticas, teatros, exposições, residências, instituições da área da saúde, intervenções em bens protegidos entre outros, além dos sócios se dedicarem à pesquisa acadêmica e atividades de ensino. Entre seus trabalhos, destacam-se as premiações de 1º lugar no concurso nacional de projetos para o edifício-acervo da Fundação Casa de Rui Barbosa; o 1º lugar no prêmio anual do Instituto Tomie Othake Akzonobel; 1° lugar no prêmio Reynaldo Roels Jr para instalações artísticas. O escritório vem desenvolvendo projetos para exposições e mostras como a Bienal de Arquitetura de Veneza (Pavilhão do Brasil, 2018) e a Bienal Iberoamericana de Arquitetura (2019), entre outros recentes. Paulo Knauss - Curador Doutor em História pela Universadade Federal Fluminense - UFF (1998), possui pós-doutorado na mesma área pela Universidade de Estrasburgo, na França (2006). É professor do departamento de História da UFF, onde atua nos Programas de Pós-Graduação em História, Ensino de História e Estudos de Arte Contemporânea. É sócio títular e vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), sócio do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro (IHGRJ), sócio-correspondente de outras entidades congêneres, e membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) e da Academia Brasileira de Arte (ABA). Como pesquisador, integra os Grupos de Pesquisa inscritos no CNPq: Laboratório de História Oral e Imagem - UFF; Gênese Documental Arquivistica - UFF; Grupo de Estudos de Arte Pública - Brasil (Unicamp). Desenvolve pesquisas sobre as relações entre Arte, Imagem e Cultura Visual; História, Memória e Patrimônio Cultural. No campo da gestão cultural foi diretor do Museu Histórico Nacional (MHN), de 2015 a 2020; e diretor-geral do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ), entre 2017 e 2014. Foi membro do Conselho Nacional de Política Cultural (2008-2009) e do Conselho Nacional de Arquivos (2007-2010). Atualmente, integra o Conselho Estadual de Tombamento (CETRJ). É membro de Conselho Consultivo de vários periódicos acadêmicos, sendo membro da Comissão Editorial da Revista Brasileira de História (RBH) da Associação Nacional de História (Anpuh-Brasil). É autor de vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior, sendo mais recentemente co-autor do livro “Cores da paisagem - Nápoles-Rio no olhar de artistas italianos” (IIC, 2023). Realiza ainda curadoria de exposições, sendo a mais recente “Imagens que não se conformam” (Museu de Arte do Rio - MAR, de maio/2021 a fevereiro/2022 e Museu de Arte de Belém, de março a junho/2023). Marcia Mello - Curadora Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisadora, curadora e conservadora de fotografia. Sua formação se completou em estágio no Atelier de Restauration et de Conservation des Photographies de la Ville de Paris, dirigido por Anne Cartier-Bresson naquela ocasião. Participou da implantação do Departamento de Fotografia do MAM/RJ, onde foi curadora entre 1988 e 1997. Nesse período, realizou diversas exposições, entre elas “O daguerreótipo nas coleções cariocas”, ocorrida no Paço Imperial (RJ, 1998), evento integrante da campanha nacional de identificação de daguerreótipos nas coleções brasileiras, promovida pela FUNARTE e coordenada pela pesquisadora. Prestou serviços para instituições públicas e privadas como o Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da FUNARTE e o Arquivo Nacional. Entre 2006 e 2015 foi diretora da Galeria Tempo (RJ). Assinou a curadoria de exposições na Instituto Casa Roberto Marinho, Espaço Cultural BNDES, Museu de Arte do Rio, Paço Imperial, entre outros espaços institucionais nas cidades do Riode Janeiro e São Paulo. Suas exposições mais recentes são: “Rio de Cidades, Luiz Baltar” no SESC Nova Iguaçu e “Dança de Combate, Edu Monteiro” no SESC Copacabana, ambas em cartaz. Em 2023, curou as mostras “te extraño cariño” com fotografias, vídeo e instalação sonora da artista Ana Kemper no Parque das Ruínas (RJ) e “Pau Brazil e as contra-narrativas de José Diniz” na Fundação Iberê Camargo. Mantem ateliê de restauro no Rio de Janeiro, onde atua regularmente no tratamento de acervos fotográficos públicos e privados. Com Nazareth Coury, coordenou equipe no tratamento de conservação de fotografias da Família Ferrez (doado ao Arquivo Nacional), Mario Pedrosa (doado à Biblioteca Nacional), Rubens Gerchman (em posse dos familiares), da Academia Brasileira de Letras, entre outras coleções. Com Sandra Baruki, atuou como conservadora no Tratamento de Fotografias Especiais do Museu Histórico Nacional (2021) e na identificação de técnicas fotográficas do acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2022).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro