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"Em um Beco" é um espetáculo teatral inédito, baseado nos contos do escritor japonês Ryūnosuke Akutagawa. O espetáculo será produzido e apresentado em São Paulo. O período total de execução do projeto é de 7 meses (4 meses de preparação e ensaios, 2 meses de apresentações, 1 mês de pós-produção). A pesquisa e a performance teatral serão realizadas por 6 atores. A adptação e a direção serão de Victor Hugo Sorrentino.
Em uma noite chuvosa, três figuras solitárias encontram-se em um ponto de ônibus (localizado em uma metrópole) para se proteger da chuva: um religioso, um pipoqueiro e uma terceira figura. A chuva pesada e incessante serve como pano de fundo para um encontro inusitado, que tem início com o relato perturbador do pipoqueiro e do religioso sobre um evento horrendo que testemunharam. Eles descrevem uma interação tumultuada entre outras três almas perdidas - um casal e um bandido - cujo encontro culminou em uma narrativa de desespero e violência. No entanto, conforme a história se desdobra, torna-se evidente que cada personagem carrega consigo uma versão diferente, e por vezes contraditória, da verdade. A realidade, como percebida por cada um, é fragmentada e distorcida, lançando uma sombra de dúvida sobre a noção de uma única verdade objetiva. No contexto de uma era saturada por desinformação e julgamentos apressados, o espetáculo “Em um Beco” lança seu olhar sobre o mar de narrativas conflitantes que orquestram a essência da verdade e da perspectiva humana. Essa adaptação, inspirada pelos contos que embasaram o icônico filme “Rashomon” de Akira Kurosawa, propõe um mergulho profundo sobre a natureza da verdade em um mundo que se encontra cada vez mais polarizado. O espetáculo se desenrola em uma metrópole qualquer em algum tempo moderno, mas não determinado, permitindo uma exploração fluida das complexidades humanas em três distintos ambientes: A selva, o tribunal e um templo destruído do conto original, que agora são reimaginados como um beco sombrio, um interrogatório e um ponto de ônibus desolado, respectivamente, refletindo uma realidade urbana do século 21 marcada por decadência. Os personagens - Pipoqueiro, a figura Religiosa, o casal e o Bandido - encontram-se enredados em um dilema moral e narrativo, onde uma violenta interação entre eles desencadeia uma série de relatos contraditórios sobre o evento. Cada personagem apresenta sua versão dos fatos, desafiando a audiência a navegar por um labirinto de verdades mutáveis e perspectivas distorcidas. A narrativa destaca a rapidez com que os julgamentos são formados e como a desinformação pode ser perpetuada nas diferentes esferas da sociedade. A transição fluida entre os três ambientes desafia o público a questionar a natureza da verdade e a confiabilidade de suas próprias percepções. O espetáculo ressoa profundamente com o mundo polarizado em que vivemos, onde as diferenças de opinião são frequentemente exacerbadas, transformando-se em divisões intransigentes. “Em um Beco” é mais do que uma introspecção sobre a condição humana; é um convite ao público para refletir sobre a responsabilidade coletiva na construção de uma sociedade mais informada e empática. Através de uma lente artística, o espetáculo encoraja a reflexão sobre o poder e o perigo das narrativas que escolhemos acreditar e propagar.
Objetivo Geral: No atual panorama global, marcado por uma crescente polarização, disseminação de desinformação e manipulação da verdade, a necessidade de diálogos artísticos que questionem e explorem a natureza da realidade é mais presente do que nunca. O projeto "Em um Beco", inspirado nos contos de Ryūnosuke Akutagawa, surge como uma resposta artística a esses tempos conturbados. Vivemos em uma era em que a verdade é frequentemente obscurecida por camadas de interpretações subjetivas, interesses políticos e econômicos, e a informação é distorcida e disseminada através de plataformas digitais com facilidade. O fenômeno da "câmara de eco", onde opiniões e crenças são reforçadas pela exposição contínua a pontos de vista semelhantes, exacerbou a polarização no mundo, levando a uma queda brutal na empatia e compreensão mútua. Nesse cenário, torna-se imperativo questionar como percebemos e interpretamos as "verdades" que nos são apresentadas. "Em um Beco" propõe um mergulho introspectivo nas complexidades da natureza humana, através de um espetáculo que desafia a audiência a confrontar suas próprias percepções e preconceitos. A peça destaca a facilidade com que podemos ser enganados por nossas próprias convicções e como a realidade pode ser distorcida por nossas experiências individuais e coletivas. Ao apresentar personagens com relatos contraditórios sobre um mesmo evento, o espetáculo reflete a multifacetada natureza da verdade e a dificuldade em alcançar uma compreensão objetiva em um mundo repleto de narrativas conflitantes. Além disso, a decisão de ambientar a peça em cenários urbanos contemporâneos - um beco, um interrogatório, um ponto de ônibus - serve para reforçar a relevância da mensagem em um contexto moderno. Ao substituir a selva, o tribunal e o templo destruído dos contos originais por locais familiares ao público de hoje, "Em um Beco" torna a história mais acessível, facilitando uma conexão emocional e intelectual com as temáticas abordadas. Em suma, "Em um Beco" é uma abordagem artística que reflete as inquietações de nosso tempo. O espetáculo é uma contribuição para o discurso contemporâneo, oferecendo um caminho para a reconstrução do tecido social fragmentado e a promoção de uma sociedade mais informada e unida. Objetivo específico: Criação e produção de espetáculo teatral a partir de contos do escritor japonês Ryūnosuke Akutagawa, com elenco de 6 atores-pesquisadores, sob a direção de Victor Hugo Sorrentino. Exibição do espetáculo durante 2 meses, de Sexta a Domingo (cerca de 24 apresentações) no Teatro ViradaLata ou similar. Espera-se atingir um público aproximado de 100 pessoas por apresentação, ou seja: 2.400 pessoas no total. Assegurar um amplo alcance e impacto das discussões propostas pelo espetáculo, adotando um planejamento de divulgação intensivo e estratégico, envolvendo mídias sociais, parcerias com influenciadores, imprensa e colaborações com instituições educativas e organizações civis. Incorporar bate-papos com especialistas aos finais de determinadas apresentações e workshops focando na obra e suas temáticas. Estas atividades complementares visam fomentar um entendimento aprofundado e estimular a discussão contínua entre os participantes. Reconhecendo a importância de representar autenticamente as diversas perspectivas da peça, o elenco de 6 pessoas passará por um período de preparação que incluirá pesquisas, rodas de discussão e estudos de personagem. Este processo terá como objetivo não apenas aprimorar as habilidades de atuação, mas também aprofundar a compreensão dos temas complexos abordados na peça. O treinamento enfatiza a empatia, a escuta e expressão, permitindo que os atores abordem suas personagens com uma perspectiva coerente e sensível. Através deste processo de imersão o elenco estará mais apto a transmitir as nuances e as profundidades que permeiam a obra. Por fim, criar um impacto cultural e social significativo. O projeto busca funcionar como um catalisador para discussões cruciais, incentivando o público a refletir sobre sua própria percepção e interação com o mundo. É um convite à reflexão coletiva sobre a responsabilidade na construção de uma sociedade mais informada e empática, enquanto reforça o papel do teatro como meio de expressão artística e crítica social.
Dentro do contexto urbano da cidade de São Paulo, o espetáculo teatral "Em um Beco" visa engajar um público diverso em discussões cruciais sobre desinformação, além de abrir portas para um diálogo sobre a perspectiva do outro e estimular a percepção do próprio preconceito. Com o apoio da Lei Rouanet, que presta um serviço fundamental à cultura nacional, nosso projeto busca captar recursos de incentivo fiscal para a realização e difusão deste espetáculo. O projeto é de suma importância, pois não apenas convida à reflexão e discussões importantes sobre a era em que vivemos, mas também promove o acesso a ações culturais que contribuem para o desenvolvimento social, econômico e cultural da metrópole. "Em um Beco" está sendo desenvolvido com intuito de ser um importante evento no calendário cultural de São Paulo, oferecendo ao público uma experiência artística que reflete sobre temas atuais e relevantes. Esperamos que os resultados alcançados pelo espetáculo repercutam positivamente não apenas entre os participantes e idealizadores, mas também junto aos órgãos públicos envolvidos, fortalecendo a relação entre cultura e sociedade. "Em um Beco" tem o potencial de atrair diferentes tipos de visitantes e de estimular o turismo cultural durante sua realização. O espetáculo se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto atende aos seguintes objetivos do Art. 3o II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Público de interesse: O projeto “Em um Beco” é direcionado a um público amplo e diversificado, abrangendo desde frequentadores de teatro até aqueles que raramente, ou nunca, tiveram a oportunidade de ir ao teatro. O objetivo é atrair uma audiência variada, incluindo estudantes, profissionais, membros da classe artística e, crucialmente, queremos atingir indivíduos de comunidades que tradicionalmente não frequentam teatros com objetivo de formação de novos públicos. O espetáculo é concebido para ser uma ferramenta de reflexão, provocando questionamentos sobre como as percepções são moldadas pela sociedade, experiências pessoais e informações recebidas. Sendo assim, nosso foco é especialmente dirigido àqueles interessados em desafiar e expandir seus entendimentos sobre a formação de "pré-julgamentos" e "pré-conceitos", e a compreensão da importância da perspectiva do outro em todas as situações. Para alcançar um público mais amplo serão adotadas estratégias de marketing feita por uma equipe qualificada, além de estratégias inclusivas e colaborações com organizações comunitárias, escolas e/ou grupos culturais para estimular o interesse pela peça e pelas questões que ela aborda. A classificação sugerida é acima de 16 anos.
Cenário A estética do espetáculo é delineada por um cenário minimalista, composto por uma estrutura metálica retangular - vazada no fundo e nas laterais, que assume a forma de uma "caixa". Esta caixa é dividida em três áreas, cada uma correspondendo a uma esfera da narrativa. A única parede dessa estrutura está localizada à frente e funciona como uma porta de correr, revelando ou ocultando seletivamente as cenas dentro dessa estrutura metálica conforme a narrativa avança. Este design cenográfico amplifica o tema central da peça: a perspectiva e a subjetividade inerentes à interpretação dos fatos. Figurinos Os figurinos têm a função essencial de representar não somente indivíduos, mas também camadas sociais inteiras. O figurino se inspira no conceito de "gestus", originário do teatro épico de Bertolt Brecht, um elemento que combina gestos físicos e expressões com nuances sociais e políticas, visando destacar as relações entre os personagens e suas circunstâncias sociais. Nesse sentido, cada figurino será cuidadosamente elaborado para não apenas representar visualmente o personagem, mas também revelar aspectos críticos de diversas camadas sociais e políticas ali presentes. Ao incorporar o conceito de "gestus" no design dos figurinos, buscamos não só uma representação visual, mas também uma camada adicional de significado e crítica social. Iluminação A iluminação será inspirada no “Expressionismo Alemão”, abordagem impactante no uso da luz e sombra para intensificar emoções e significados nas cenas com grande ênfase em criar algo simbólico empregando exagero ou subestimação proposital do espaço, com o foco em auxiliar na entrega do significado da cena, em vez de meramente representar um ambiente. No contexto de “Em um Beco”, a iluminação será criada para amplificar as diversas perspectivas apresentadas na peça, utilizando cortes e recortes de luz para destacar e isolar personagens ou elementos específicos do palco. A luz e a sombra serão usadas não apenas como elementos estéticos, mas como ferramentas narrativas, ajudando a moldar e transmitir a subjetividade das diferentes realidades vivenciadas pelos personagens. A iluminação expressionista em “Em um Beco” ajudará a criar uma atmosfera que intensifica a experiência emocional do público, ao mesmo tempo em que enfatiza a natureza fragmentada e multifacetada da verdade.
Acessibilidade física: Locais de ensaios e de apresentações adaptados às nececidades de pessoas idosas e PCDs (rampas, elevadores, lugar para cadeirantes etc) conforme exigências legais. Acessibilidade de conteúdo: Serão realizadas 4 apresentações com intérprete de LIBRAS, para pessoas surdas/ensurdecidas ou com perda parcial da capacidade auditiva.
O Plano de distribuição do produto segue os parâmetros estabelecidos pelo MinC, com ingressos gratuitos e ingressos a preço popular (sábados e domingos, R$ 60,00 [inteira] e R$ 30,00 [meia]) e preços simbólicos (sextas R$ 10,00 [inteira] e R$ 5,00 [meia]) Em referência ao Art. 30 da IN nº 11 (30/01/2024), como medida complementar, realizaremos: - 2 Oficinas gratuitas sobre contextualização teatral e sobre o processo de criação do espetáculo, realizadas antes da sessão, no próprio teatro. A ação será executada pelo elenco e direção, sem custo adicional ao projeto. - 1 bolsa oferecida para um aprendiz que esteja em uma situação de vulnerabilidade social para integrar o projeto e aprender sobre o ofício.Tais atividades atendendem aos itens V e X do respectivo artigo, conforme abaixo: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis. Contrapartida Social Workshop: “Do conto à cena” - Workshop de um dia (6 horas) no próprio teatro, voltado para os conceitos de adaptação de uma obra literária para o palco. Atividade ministrada pelo ator/diretor/adaptador do texto para a cena. Formato: Presencial (para até 20 alunos de ensino público), gravado, editado e postado no canal do youtube do grupo. Inscrição gratuita, pelo site do projeto. Workshop: “A estética da perspectiva” - Workshop de um dia (6 horas) no próprio teatro, sobre o processo de criação do espetáculo. Atividade ministrada por 1 ator/atriz do grupo. Formato: Presencial (para até 20 alunos de ensino público), gravado, editado e postado no canal do youtube do grupo. Inscrição gratuita, pelo site do projeto. 5 ensaios abertos para 250 estudantes e professores da rede pública (50 participantes por ensaio), seguidos de debate sobre o processo com os atores-pesquisadores. Os ensaios serão realizados nas escolas ou no próprio teatro de apresentação.
Direção: Victor Hugo Sorrentino Adaptação da obra: Victor Hugo Sorrentino Produção Executiva: Leonardo Kehdi Direção de Arte (cenografia e figurino): Mariana Bueno Elenco: Ana Beatriz Pereira, Débora Vianna, Henrique Figueiredo, Julia Rosa, Victor Hugo Sorrentino, Vinícius Árabe VICTOR HUGO SORRENTINO – Ator, 27 anos, começou o teatro aos 9 quando entrou no grupo "Porta Emperrada" sob a direção de Juliano Barone onde ficou por 7 anos. Aos 16, ingressou na "Escola de Atores Wolf Maya". Participou dos workshops "O Corpo Poético" e "Falemos de Amor" ministrados pelo ator do “Teatro de Soleil” Sebastian Brottet-Michel. Passou dois anos estudando o uso da voz com o diretor André Garolli e em paralelo co-funda a "Cia. Ruídos de Arte", companhia independente de Teatro, onde, conduzido por Artur Ramos, faz uma pesquisa baseada no corpo e no teatro físico em cima dos ensinos do pedagogo francês Jacques Lecoq por 1 ano e meio. Em novembro de 2017 começa a estudar no Grupo TAPA, onde inicialmente participou dos cursos: "A Fala do Ator no Teatro", "Realismo Britânico", "Realismo e outros Ismos" e "A Constituição da Personagem" conduzidos por Brian Penido Ross, Guilherme Sant'Anna e Eduardo Tolentino de Araújo. Após este período é convidado a participar ativamente de projetos do grupo, realizando diversas funções como: atuação, tradução de peças, operação de luz e assistência de produção.Ao longo de sua trajetória como ator participou dos espetáculos: "O Auto da Compadecida", "Eles não usam Black-Tie", "O Inspetor Geral" e "Um trem chamado desejo" (sob direção de Juliano Barone), "O Tambor e o Anjo" (André Garolli), Pirandellianas (Inês Aranha), Peer Gynt (Sérgio Ferrara), Virilhas (Rafael Salmona), Ruídos do Inconsciente (Artur Ramos). Um Chá das Cinco (Eduardo Tolentino de Araújo), Bata Antes de Entrar (Eduardo Tolentino)No cinema participou de 3 longa-metragens: Passagrana (Ravel Cabral), Cyclone (Flávia Castro) e As Vitrines (Flávia Castro).Começou a traduzir espetáculos teatrais como: "Brincando com o fogo" (August Strindberg) para o grupo TAPA, "Uma Casa de Viúvos" (Bernard Shaw) em parceria com Eduardo Tolentino de Araújo, "Incidente em Vichy" (Arthur Miller) e Henrique 4 Parte 1 (William Shakespeare). Por fim, traduz e adapta no ano de 2021 os espetáculos Henrique IV parte I, Henrique IV parte II e Henrique V no espetáculo “HAL”. Adaptou os textos “Nós” e “Revolução dos Bichos” para teatro. LEONARDO KEHDI - PROPONENTE. Produtor cultural com atuação nas áreas de audiovisual, música e artes cênicas.Coordenador de produção do projeto “É NÓIS NA FITA - Curso Gratuito de Cinema”, com mais de 70 cursos realizados em São Paulo e Online entre 2014 e 2024, alcançando mais de 1 mil jovens, responsáveis pela produção de 100 curtas-metragens.Diretor geral do “IN-EDIT BRASIL - Festival Internacional do Documentário Musical”, com 15 edições realizadas em São Paulo e Online entre 2009 e 2023, além de edições itinerantes em outras capitais, como Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Belém e Recife. De 2000 a 2011, diretor geral do espetáculo cênico-musical “Natal no Palácio Avenida”, em Curitiba, reunindo atores, projeções e coro infantil de 120 vozes, assistido anualmente por cerca de 200 mil pessoas ao vivo. HENRIQUE FIGUEIREDO – Ator, 32 anos, formado pela Escola de Arte Dramática - EAD/ECA/USP (2016), pelo curso de Atuação da SP Escola de Teatro (2013), e pelo Teatro Escola Macunaíma (2012). Foi integrante da 16ª turma do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP, em 2017. Atuou nas peças “Bodas de sangue” (2010), de Federico García Lorca, direção de Lúcia de Léllis; “O Santo Inquérito” (2011), de Dias Gomes, direção de Alex Capelossa; “Medeia Zero” (2011), adaptação da obra de Eurípedes, direção de Lúcia de Léllis; “Real-Ações | Re-Ações | Relações em Trânsito” (2011), direção de Renata Kamla; “Ensaio sobre a cegueira” (2012), a partir da obra de José Saramago, direção de Lúcia de Léllis; “Romeu e Julieta” (2013), de William Shakespeare, direção de Bete Dorgam; “Na solidão dos campos de algodão” (2014), de Bernard-Marie Koltès, direção de Isabel Setti; “.Fatzer – um estudo” (2015), de Bertolt Brecht, direção de Cristiane Paoli-Quito; “A visita da velha senhora” (2015), de Friedrich Dürrenmatt, direção de Celso Frateschi; “A Inconstância da Vontade” (2016), direção de Kenia Dias; “A Comédia dos Erros” (2018), com a Cia. Nefanda, texto de William Shakespeare, direção de Maristela Chelala, indicada ao prêmio APCA de Melhor espetáculo para público jovem - 2018; e “Pequeno Monstro”, com texto e direção de Pedro Leão. No cinema, atuou no curta-metragem “Quito”, com direção de Rui Calvo (2014). JULIA ROSA – 32 anos, é uma atriz, cantora, compositora e videomaker com formação em Comunicação Social, especializada em Rádio e TV pelo Centro Universitário Belas Artes (2014). Ao longo de sua carreira, ela obteve experiência como videomaker para o Portal Pop Line e a revista Capricho, da editora Abril, durante 2011 e 2012. Sua formação inclui teatro pela Escola de Atores Wolf Maya (2015) e cursos adicionais, como Meisner I e II, ministrado pela professora e atriz Ana Paula Dias, curso de extensão em circo pela SP Escola de Teatro, além de curso de estudo de atuação ministrado pelo ator e diretor André Garolli. VINÍCIUS RATTO ÁRABE – 30 anos, é ator, formou-se Escola de Atores Wolf Maya de 2011 a 2015, além da especialização em Dublagem para Atores pela DuBrasil em 2022-2023. Atualmente no 3º período do curso de bacharelado em Rádio, Televisão e Internet, com previsão de conclusão em 2026. Cursos: “Didática da Encenação” (2018, ministrado por Eric Lenate); “O Riso Faz Bom Sangue” (2016, ministrado por Maristella Chelala); “Método em 5 Meses” no Studio Fátima Toledo (2016, preparação de Bruno M. B. Santos); “Oficina teatral” (2016, ministrada por André Garolli); “Workshop de Expansão do Corpo e da Voz” (2015, ministrado por Carlo Simione ); Curso de Dublagem (2014, pela Universidade de Dublagem); “Primeiro Corte, Método em 3 Meses” no Studio Fátima Toledo (2012, preparação de Franklin Albuquerque); “Interpretação Avançada para Teatro” no SESI/FIEMG (2010-2011, ministrado por Rodrigo Chagas) ANA BEATRIZ PEREIRA – Atriz, cantora, preparadora de elenco, locutora e produtora. Sua formação passa pela Escola de Artes Dramáticas da USP; pelo SENAC Santo Amaro estudando Audiovisual; pelo Núcleo de Artes Cênicas (NAC), onde participou do processo criativo que resultou no espetáculo Doc_eremitas dirigido por Lee Taylor, ficando em cartaz no TUSP (Maria Antônia) e na Funarte; pela Roteiraria, cursando a Formação de Roteiristas; pela Be True, estudando técnicas de Meisner; e pela Escola de Atores Wolf Maya onde iniciou a sua trajetória. DÉBORA VIANA – Formada pela Escola de Atores Wolf Maya em 2015. Iniciou sua jornada profissional como Assistente de Direção na peça "Mocinhas e Bandidos", sob a direção de Elias Andreato. Atuou nas peças "Nós e a Guerra", dirigida por Marcelo Fonseca em 2014, e "O Tambor e o Anjo", sob a direção de André Garolli. Sua incursão no cinema se deu através do curta-metragem "Salão da Diva" com direção de Karinna De Simone. Também atuou como sonoplasta da peça "Memórias (não) Inventadas". Trabalha como produtora na empresa FourMidia desde 2022. MARIANA BUENO – 29 anos, é Diretora de Arte e Designer Gráfica, com formação em Comunicação Social com habilitação em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2016).Empresa "GAMA Art Studio" na qual fornece serviço de Direção de Arte para foto e vídeo em cenografia, figurino e produção de objetos.Ao longo de sua trajetória profissional executou a função de Diretora de Arte para o longa metragem "O Braço Direito" de Rodrigo Reinhardt (Amazon Prime Video), diversas publicidades, ensaios fotográficos e clipes musicais, e recentemente atuou como figurinista dos espetáculos de dança da EDASP - Fundação Theatro Municipal: "O lampião lá do sertão" (2022) e "CUIA" (2023).
PROJETO ARQUIVADO.