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Pesquisa e Produção, além de apresentacõess do espetáculo O Homem Imortal, de Luis Alberto de Abreu, que ganhou um prêmio em 1969 para ser escrita e ainda nao foi encenada, sendo assim uma peça INEDITA de um autor brasileiro VIVO, que se passa no VALE DO JEQUITINHONHA, região ainda muito pobre e pouco explorada do brasil culturalmente, e trás em sua pesquisa toda forma de brasilidade dentro da linguagem da farsa e do cordel.A peça tem a história do Brasil, sob o ponto de vista épico, que é um dos seus motes. Desenvolvido na versão de histórias narradas pelos moradores da vila. Mas, em se tratando de comédia, as lembranças e como elas se rearranjam na narrativa dependem de quem narra essa história, de sua intenção, e da interpretação do ouvinte. Uma das falas de Isidro dá o tom da peça: "A história varia, mas é sempre a mesma". Variam também os arquétipos engendrados pelo texto de Abreu para narrar com humor essa história.
A peça tem na história do Brasil sob o ponto de vista político um dos seus motes, desenvolvido nas versões de histórias narradas pelos moradores de uma vila no Vale do Jequitinhonha em 1930 no ateliê de um velho artesão Isidro. Mas, em se tratando de comédia, as lembranças e como elas se rearranjam na narrativa dependem de quem conta a história, de sua intenção e da interpretação do ouvinte. Uma das falas de Isidro dá o tom da peça: “A história varia, mas é sempre a mesma”. Variam também os qüiproquós engendrados pelo texto de Abreu para narrar com humor essa história que pertence a seu trabalho com memória e seus narradores.Há dois personagens centrais, Isidro e o tenente Gregório (Fábio Ferreira), e 14 ao todo interpretados por nove atores e atrizes. Eles se conhecem no caminho e chegam a uma vila, Itaretama, cravada no miserável e semi-árido Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais, em 1930, auge da revolução que levou Getúlio Vargas ao poder. Isidro faz esculturas de barro, Gregório usa sua patente militar para ter poder sobre os moradores. Há um personagem misterioso, Neco Macário, que o povo ama e odeia, pois é um bandido, ou não. Cada personagem tem uma versão sobre ele. Isidro acha que é Gregório, Gedeão, um sebastianista (movimento místico de origem portuguesa sobre a sonhada volta do rei Dom Sebastião, desaparecido em batalha em 1578, que deixou vago o trono português) acha que Macário é Dom Sebastião, a Velha Fá, benzedeira e mulher poderosa local, diz que foi sua primeira namorada. No fim, caem as máscaras. Essas histórias surgem no ateliê de Isidro, enquanto ele esculpe e faz sua própria narrativa para Gregório. É na trajetória de cada um, representado pela memória fotográfica de Isidro, que se dão as inter-relações que permeiam a peça.
Objetivo Geral: Desenvolver e produzir o espetáculo "O Homem Imortal" com o objetivo de proporcionar uma experiência cultural enriquecedora para o público, explorando temas relevantes da condição humana e estimulando reflexões sobre a vida, a mortalidade e a busca pela imortalidade. Objetivos Específicos: Realizar audição e seleção de elenco composto por profissionais talentosos e comprometidos com a excelência artística.Agendar e conduzir ensaios regulares para garantir a qualidade e a coesão das performances dos atores.Criar cenários, figurinos e adereços que contribuam para a ambientação e a atmosfera desejada do espetáculo.Contratar uma equipe técnica competente para garantir a execução técnica impecável do espetáculo, incluindo iluminação, som e efeitos especiais, conforme necessário.Realizar sessões de pré-estreia para ajustes finos e feedback do público-alvo.Promover e divulgar o espetáculo de forma eficaz, utilizando estratégias de marketing e publicidade que alcancem o maior número possível de espectadores.Oferecer apresentações acessíveis, considerando aspectos como localização, preço dos ingressos e disponibilidade de sessões com intérprete de libras e audiodescrição.Avaliar a recepção e o impacto do espetáculo por meio de pesquisas de satisfação e análise de feedback do público, visando aprimorar futuras produções e contribuir para o desenvolvimento cultural da comunidade.Realizar a prestação de contas detalhada, demonstrando de forma transparente como os recursos foram utilizados e apresentando evidências do alcance dos objetivos propostos. Além disso, oferecemos oficinas de expressão corporal com o intuito de promover a formação cultural e artística da comunidade, tais oficinas ocorrerão nos locais da apresentação, proporcionando oportunidades para o desenvolvimento de habilidades artísticas e o acesso à educação cultural. Também oferecemos ensaios abertos ao público, criando assim um espaço de interação e troca entre os artistas e os espectadores promovendo o engajamento com o processo criativo da peça. Ademais, após cada espetáculo ocorrerão debates com o público, permitindo a reflexão e discussão sobre os temas abordados na peça, incentivando a participação ativa dos espectadores e enriquecendo a experiência cultural com diálogos construtivos.
'Não existe história muda por mais que a queimem, por mais que mintam… a história humana se recusa a ficar calada." - Eduardo Galeano A trajetória de Isidro, narrada a partir da Revolução de 30, tem reflexos na história dos 500 anos da invenção do país. A peça retrata justamente isso, a força e resistência da cultura oral e sua importância para revelar aquilo que nos foi idealizado enquanto Brasil. As personagens de Abreu, embora convivam entre si na mesma comunidade, não estão chapadas e muito menos homogeneizadas. Cada personagem tem um traço histórico muito bem aproveitado na dramaturgia e ressaltado por suas alegorias na encenação proposta, onde os conteúdos se divergem, por mais que se fale a mesma língua em comum, a língua do colonizador. Reforçando assim a ideia de que cada corpo carrega sua própria teatralidade, sua história e experiência de vida, cicatrizes que não podem e não permitem nunca um corpo ser passivo a um esquema de epistemicídio. Portanto, o cerne estrutural da peça se dá pela provocação em tratar o imaginário como concreto e trazer a importância dos saberes ancestrais como materialidade histórica. Recontar o Brasil pelo prisma histórico no recorte dessas personagens é também atritar com a falta de esperança política atual e suas influências. A história quando remexida do avesso, recontada por aqueles a quem muito tempo foram silenciados, incomoda, e o incômodo é propulsor da imaginação, do deslize, e da necessidade em recriar e recontar uma política cultural rica e diversa como a nossa. Com o intuito de reestruturar os lugares normativos reproduzidos no teatro, o grupo prevê um programa de dispositivos criativos para com o público e os distritos aos quais se apresenta. Convocando os moradores a assistirem e participarem dos ensaios e programas performativos, tais quais oficinas e debates, criando portanto um vínculo entre público e o grupo, difundindo as relações fronteiriças entre os acessos à arte e à cultura. Dessa forma o grupo acredita democratizar o espaço cênico e torná-lo cada vez mais um rito de compartilhamento coletivo ao exercício da memória e oralidade brasileira. O projeto em tela se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91, em seus incisos; I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos a serem alcançados, conforme Art. 3° da Lei 8313/91; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Utilizaremos os recursos solicitados, para produzir o espetáculo com o máximo de qualidade técnica e artística, pagando todos os custos de produção e todos os itens necessários, a saber: -Locação de espaço para ensaios; -Locação de teatro durante as apresentações -Contratação de equipe técnica criativa , cenógrafo, figurinista, iluminador e diretor artístico geral; -Locação de equipamentos de iluminação pelo período das apresentações; - Contratação de técnicos de teatro, cenotécnico, contraregra, operador de som, operador de luz, camareira;
Não se aplica
Não se aplica
Ingressos Acessíveis: Oferecer uma parte significativa dos ingressos a preços acessíveis, permitindo que pessoas de planos sociais diferentes tenham a oportunidade de assistir à peça. Essa medida contribui para democratizar o acesso à cultura e ao teatro. Espaços Acessíveis: Escolher locais de apresentação que sejam acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeiras de rodas. Tradução em Libras: Disponibilizaremos QRCODE, onde será possivel o acesso do espetáculo em interpretação de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante as apresentações, garantindo a inclusão de pessoas surdas e proporcionando uma experiência completa. Audiodescrição: Para pessoas com deficiência visual, oferecemos o folder em braile impresso com o roteiro do espetáculo. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais - Ofertaremos, de forma gratuita, até 05 (cinco) protetores auriculares especiais (abafador de ruídos) voltado para pessoas com transtorno do espectro autista ou transtorno similar, com intuito de reduzir o impacto do áudio dentro da sala de espetáculo. Os custos estão previstos na planilha orçamentária. - Sempre haverá à disposição um membro da produção para conduzir o espectador que precisar de atenção especial para se acomodar dentro da sala de espetáculo ou para qualquer outro auxílio a ser prestado ao espectador ou a seu acompanhante. Sem custo específico por se tratar de membro da equipe de produção.
Em atendimento ao artigo 27 da IN 01 de 10 de abril de 2023; - Disponibilizaremos 20% ( vinte por cento) da lotação dos teatros com preços até R$35,00 (ingresso inteiro), permitindo desta forma que mais pessoas tenham acesso ao produto. - Disponibilizaremos 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. - Realizaremos 02 palestras gratuitas com elenco e direção do espetáculo, para debater o processos criativo do projeto e a importância das leis de incentivo a cultura para o país, também mencionando a importância de preservação do meio ambiente , e da utilização consciente dos recursos naturais Em atendimento ao artigo 28 da IN 01 de 10 de abril de 2023; - Realizaremos, 01 (um) ensaio aberto do espetáculo, de forma gratuita. Em atendimento ao artigo 30 da IN 01 de 10 de abril de 2023; - Realizaremos 01 (uma) sessão fechada, gratuita com alunos e professores da rede pública de ensino na cidade de São Paulo.
Direção Geral: ZÉ GUI BUENO Ator/Diretor. Formado na USP, com Especialização em Voz e Mestrado em Ciências Políticas. José Guilherme Bueno, nascido em 1991, acumula experiências como ator, diretor, e produtor cultural. Zé Gui Bueno, como é conhecido, fez carreira no mundo corporativo até 2016, momento em que se insere como produtor cultural e se lança como ator, atuando em sua primeira peça profissional, sob direção de Elias Andreato, Esperando Godot. posteriormente trilhou caminho ao lado do renomado diretor Gabriel Villela, através de montagens como, Boca de Ouro, Estado de Sítio, e partir de então, inicia também sua trajetória como assistente de direção, passando pela produção de Cordel do Amor Sem Fim (2020). Com o Grupo Tapa Participou da montagem “hotel Tennessee, além de peças para o festival Satirianas de Teatro de SP. Ainda na pandemia, participou de duas radionovelas no Spotify. Atualmente integra a Companhia da Revista, no musical Tatuagem, e assistências de direção para a peca “O andaime”com Claudio Fontana e Elias Andreato, “ O Antipassaro” com Niltinho bicudo, “Amendoin Torrado” e “ Adultério Involuntário” todas direção de Elias Andreato, além Premio APCA 2023 da (APA). Em 2024 se torna assistente de direção e ator da Cia Epgenia do Rio de janeiro sob direção de Gustavo passo, em “De perto ninguém é normal” circulação Sesi e o musical “alienista”. Também assina dramaturgia e direção de “Por trás da lona” do Grupo Bohemia de teatro de são Paulo. Diretor assistente: HERON COELHOHeron Coelho é formado em Letras (USP), com especialização em música e literatura. Iniciou carreira em 1999, na direção do musical *Rainha Quelé*, com Marília Medalha e Fabiana Cozza, no qual editou a primeira biografia da, à época centenária, Clementina de Jesus. Com 25 anos de carreira, trabalhou com artistas da música e do teatro brasileiro, com destaque para Myrian Muniz, Chico Buarque, Gianfrancesco Guarnieri, Fauzi Arap, Edu Lobo, Miúcha, Tom Zé, Carlos Lyra, tendo também atuado em experiências importantes com importantes nomes da cultura mundial, como Pierre Barouh, Pina Bausch, Sergio Bardotti e Pablo Milanes. Foi um dos criadores do projeto Fábricas de Cultura, tendo trabalhado com a coreógrafa Celia Gouvea, e dirigido a peça Breviário Gota D'água, que rendeu o prêmio Shell 2006 à atriz Georgette Fadel. Produziu álbuns musicais de Maria Alice Vergueiro, Francis Hime, Miúcha, entre outros projetos da gravadora Biscoito Fino, da qual foi Coordenador editorial e produtor nos meados dos anos 2000. Atualmente produz, para o mercado japonês, o LP (também presenre nas plataformas digitais) que registra o encontro dos jazzistas Nelson Faria e Claudette Soares, gravado ao vivo no Blue Note de Nova Iorque (2024).Direção musical: MARCO FRANCA Potiguar (Natal (RN) residente em São Paulo desde 2016, ator, músico, multi-instrumentista (piano, acordeon, violão, clarinete, escaleta, teclado e percussão), produtor musical, compositor e arranjador, atuou como diretor, ator e diretor musical do grupo de teatro Clowns de Shakespeare (Natal / RN 2000 - 20015) onde desenvolveu pesquisa musical com base na preparação do ator e na criação cênica a partir de jogos teatrais. Participou dos mais importantes Festivais Internacionais de Teatro do país, como: FIT (BH), Cena Contemporânea (Brasília), FILO (Londrina/PR), Festival Internacional de São José do Rio Preto, Festival de Teatro de Curitiba, além de diversas circulações com espetáculos e oficinas pelo Brasil e exterior (Chile, Uruguai, Portugal e Espanha). Indicado ao Prêmio Shell de Teatro SP em 2009 pela música do espetáculo “O Capitão e a Sereia” (Clowns de Shakespeare) e vencedor em 2016 e 2019 pelas músicas de “A Tempestade” e “Estado de Sítio” respectivamente (direções de Gabriel Villela). Ganhou em 2016 a Melhor Trilha Musical Adaptada do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (FEMSA/Coca-Cola) com o espetáculo “Peer Gynt” (Gabriel Villela) e indicado em 2019 como ator coadjuvante ao Prêmio Bibi Ferreira de Teatro (SP) pelo espetáculo “Cangaceiras - As guerreiras do Sertão” (direção de Sérgio Módena e dramaturgia de Newton Moreno), além de receber vários prêmios como ator e diretor musical em trabalhos anteriores. Trabalhou com importantes profissionais, dentre eles Ernani Maletta, Babaya, Francesca Della Monica, Helder Vasconcelos, Zeca Baleiro, Kika Freire, Débora Dubois, Márcio Aurélio, Gabriel Villela, Marco Antonio Rodrigues, Dagoberto Feliz, Chico César, Sérgio Módena e Newton Moreno Protagonista: GREGORIO DUVIVIER Gregório começou a atuar aos nove anos, no curso de teatro Tablado. Estudou 10 anos no Tablado, com Aracy Mourthé, Cacá Mourthé, Ricardo Kosovski e Bernardo Jablonski. Em 2003 estreou como ator ao estrear a peça de stand up Z.É. - Zenas Emprovisadas, tendo ficado onze anos em cartaz e em turnês pelo país.[16] Estreou na televisão em 2006 na telenovela juvenil Alta Estação interpretando o universitário Umberto, amigo do protagonista Eduardo. Seu livro de poesias A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora (7 Letras, 2008), foi elogiado por mestres como Millôr Fernandes e Ferreira Gullar.[5] Já no ano de 2013, lançou o livro Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang. Na Folha de S.Paulo, o crítico Marcelo Coelho escreveu: "descobre-se uma nova e intensa estrela no horizonte da poesia brasileira".[17] A jornalista Cora Rónai considerou Ligue os pontos como "o melhor livro de poesia dos últimos tempos."[18] Lançou a obra Percatempos - Tudo Que Faço Quando Não Sei O Que Fazer, que além de poemas inéditos, o livro contou com ilustrações feitas pelo próprio, sendo a primeiro vez que o autor mostra sua faceta de ilustrador. O lançamento foi previsto para novembro de 2015. Apesar de ser visto como progressista e como politicamente correto, como se intitulou[19]. Foi muito criticado pelo vídeo "Travesti", que diziam conter transfobia e preconceito, o ator depois de pressionado pediu desculpas através das redes sociais.[20] Como ativista político, Gregório foi recentemente convidado pelo Instituto Harry S. Truman, ligado à Universidade Hebraica de Jerusalém, para dar uma palestra no seminário "Brasil, Israel e Palestina- política, religião e a busca pela paz”.[1] Em 5 de maio de 2017 estreou seu programa na HBO, denominado Greg News, um noticiário humorístico nos moldes de Last Week Tonight with John Oliver.[21] Gregório Duvivier está entre os poetas brasileiros mais relevantes do século XXI numa lista liderada por nomes como Augusto Branco, Adélia Prado e Bruna Lombardi, conforme estudo que levou em consideração a propagação de sua obra tanto para o público em geral, quanto em sites especializados em literatura, trabalhos acadêmicos, e a referência aos seus textos em obras literárias de outros autores produção: LUIZA CARVALHO E LUCA SENISE Luiza Carvalho: Integrante do Grupo FOCO de teatro (2018).Cursa Artes Cênicas na Belas Artes, previsto para 2024.Integrante do Grupo Teatral Boemia desde 2022.Estágio de assistência de direção na Cia Epílogo.Estágio como operadora de luz e som no Teatro Eva Herz.Luca Senise: Ator e diretor versátil.Participou e dirigiu peças pelo Grupo Boemia.Experiência em operação de luz e som.Atuou em musical pela Cantares.
PROJETO ARQUIVADO.