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O projeto é um laboratório de produção de videoarte com jovens (15 a 30 anos) de três cidades do interior do Espírito Santo: Venda Nova do Imigrante; Castelo; e Vargem Alta. Ao todo 42 alunos, sendo 14 por cidade, participam de oficinas e recebem tutorias para as produções audiovisuais na perspectiva de filmes-carta: estética que alia o audiovisual com a produção de escrita de uma carta. Filme-carta, tem como característica básica: uma escrita à mão em primeira pessoa que é lida em voz alta e sobreposta com imagens. Todo filme-carta é direcionado a um interlocutor, na esperança de ser correspondido. Ao final, cada aluno produzirá o seu vídeo que será exibido em uma mostra online no site do projeto e três exibições presenciais, sendo uma em cada cidade. Os vídeos produzidos terão a temática da valorização do meio ambiente. O acesso aos produtos da proposta- oficinas e mostras -é totalmente gratuito.
OFICINAS: MÓDULO 1 - Teoria da Linguagem da Videoarte: Teorias sobre as diversas formas de se produzir vídeo-arte; definição do que é uma videoarte; histórico das artes visuais, em especial da vídeo-arte; movimento e escolas; estímulo criativo. MÓDULO 2 – Técnicas de Filmagem e Som: Noções de enquadramento, plano e movimentos de câmera; Manuseio de câmera mirrorless para filmagem; formas de captação de áudio com microfone direcional e gravador. MÓDULO 3 - Técnicas de Edição: Noções básicas de montagem e edição; correção de cor; edição de áudio; efeitos visuais e de transições de imagem práticos; como funciona o programa de edição Adobe Premier. MOSTRA PRESENCIAL: A exibição acontecerá nas três cidades participantes com a presença dos jovens realizadores. MOSTRA ONLINE: A exibição acontecerá no site oficial do projeto.
Objetivo Geral: Capacitar jovens moradores de zonas rurais do Espírito Santo no ensino da videoarte, em especial vídeos na perspectiva de filmes-carta - que alia a escrita da carta com o vídeo. Contribuir para a fruição estética e artística em municípios de zonas rurais. Proporcionar um diálogo de jovens de diferentes municípios. Valorizar o meio ambiente em que os jovens participantes estão inseridos. Objetivo Específico: 1. Oficinas: Realizar 3 oficinas de capacitação em vídeo com jovens em três cidades de zonas rurais (Venda Nova do Imigrante, Domingos Martins e Vargem Alta). Com duração média de 3 dias (12h), as oficinas serão divididas em em 3 módulos (Módulo 1 Linguagem da Videoarte Teorias sobre a videoarte; Módulo 2 Técnicas de Filmagem; Módulo 3 Técnicas de Edição). Ao todo 42 jovens participam das oficinas e recebem bolsas de estudo. Os critérios de seleção são: moradores das cidades participantes; proposta de ideia que se adeque ao tema. Haverá reserva de vagas, ao menos 50%, para pessoas para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico.2. Tutorias: Haverá tutorias individuais de edição e filmagem com acompanhamento dos alunos. As tutorias acontecerão tanto online quanto presencial, sendo cada cidade terá carga horária em média de 30h, dividida em 5 dias. Após as oficinas e tutorias, cada jovem irá produzir o seu vídeo na perspectiva de filmes carta: estética que une o audiovisual com a antiga escrita de carta. O acesso as oficinas será totalmente gratuito. 2. Mostras: 3 Mostras presencial com a presença dos realizadores, com duração de 3 dias, sendo uma em cada cidade. 1 Mostra Virtual no site oficial do projeto com duração de 1 mês. O acesso as mostra é totalmente gratuito.
O projeto Cinegrafias Rurais - Filmes-Carta surge na importância de valorizar narrativas de comunidades rurais a partir da produção de filmes-carta: um encontro do cinema com a literatura. O termo filme-carta foi criado por cineastas na década 50 que passaram a se corresponder dessa maneira. Filme-carta, tem como característica básica: uma escrita à mão em primeira pessoa que é lida em voz alta e sobreposta com imagens. Todo filme-carta é direcionado a um interlocutor, na esperança de ser correspondido. O projeto ainda se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por fim, serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)
O laboratório é composto por três módulos (teorias da videoarte; técnicas de filmagem e som; e técnicas de edição) e pode ser entendido como uma proposta de valorização das narrativas de jovens de zonas rurais. Ao todo serão produzidos 42 vídeos durante o laboratório - sendo um por aluno participante - na proposta de “filmes-carta”, que mistura a estética da escrita de uma carta com a estética do vídeo. Ao final haverá uma Mostra presencial em cada cidade participante e outra online.
1. Oficinas e Tutorias: Em caso de haver inscrito que seja selecionado para a oficina e que tenha necessidade especial seja visual ou auditiva, o aluno terá acompanhamento especializado. 2. Mostra Audiovisual Presencial: Haverá acessibilidade para deficientes físicos: espaço para cadeirantes; banheiro adaptado; rampas de acesso, caso necessário (rubricas: banheiros, estruturas em geral e produtor executivo). 3. Mostra Audiovisual Online: Todos os filmes produzidos serão disponibilizados no site do projeto com versões acessíveis: Para dificientes visuais de acessibilidade haverá legenda com audiodescrição (rubrica: narrador de audiodescrição); para deficientes auditivos haverá legenda com libras (rubrica: intérprete de libras).
Conforme art. 29 a 32 da Instrução Normativa nº 01/2023, o projeto se alinha ao parâmetro de Democratização do Acesso: prevê bolsas de estudos para os jovens participantes das oficinas; todas as atividades são gratuitas; para o processo seletivo haverá cotas de caráter social para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico. O projeto prevê ainda a disponibilização dos vídeos produzidos na internet (com versões acessíveis, legenda em libras e audiodescrição).
Direção geral, coordenação: Victorhugo Passabon Amorim. Proprietário da Empresa Tangerinas do Deserto Produções. Jornalista, Cineasta, Produtor e articulador cultural. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Paris 8 (Vincennes-Saint Dennis, França, 2017). Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (ES, Brasil, 2013). Criou e produziu eventos culturais no Brasil e exterior, em especial na área da literatura e do audiovisual. Criou sua empresa cultural em 2018 que atua no mercado capixaba e nacional. E em 2021 idealizou a Literalta - Festa Literária de Vargem Alta -, que vai para a sua 3ª edição. Como roteirista e diretor, Victorhugo produziu os curtas: “Vinillis frutiferis” (2015), “O ET de Varginhalta” (2021) e "Jorge e a Cidade" (2023). Coordenação Pedagógica: Sara Passabon Amorim. Sara é colaboradora voluntária do Núcleo de Estudos da Performance Afro-Ameríndio (NEPAA), na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), e do Núcleo de Performance e Antropologia do Teatro (NPAT), na Universidade Federal do Espírito Santo. Ela fez Pós-doutorado no programa de Pós-Graduação Comunicação e Territorialidades/PÓSCOM-UFES, bem como Doutorado nos Estudos da Performance, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), particularmente quanto às práticas performativas do Caxambu em comunidades de Afrodescendentes, no sul do Espírito Santo, Brasil, e Mestrado em teatro no Minter: Universidade Federal do estado do Rio De Janeiro (UNIRIO/FAESA, Vitória-ES). É graduada em Pedagogia e tem experiência na área de educação (da educação infantil ao ensino superior) e na área de produção. Produção: Philipe Fassarella. Philipe éPós-doutorando em Comunicação Social (cinema/ audiovisual) pelo programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PPGCOM) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Doutor em Cinema pelo PPGCOM, da UFPE. Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas pelo programa de Pós-Graduação (PÓSCOM), da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Especialista em Televisão, Cinema e Mídias Digitais pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Graduado em Comunicação Social - com habilitação em Publicidade e Propaganda - pelo Centro Universitário São Camilo - ES. Atualmente dedica-se à realização de análises fílmicas, com ênfase nas pesquisas relacionadas aos produtos audiovisuais de caráter híbrido, que constituem-se como falsos documentários, mockumentaries, ou false found footage. Professor no curso de Comunicação Social, Publicidade e Propaganda, da faculdade Pitágoras - Guarapari - ES. Professor Formador/ Produtor Audiovisual vinculado ao IFES/ CEFOR através do programa UAB/ CAPES. É sócio proprietário e Diretor de Fotografia da produtora VÉRITÉ FILMES (http://www.veritefilmes.com.br/). Tem experiência na área de telejornalismo, atuando como cinegrafista e editor de imagens. É roteirista, diretor, diretor de fotografia e operador de câmera na realização de curtas-metragens e produções publicitárias.
PROJETO ARQUIVADO.