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A Infinita Festival de Cinemas Negros e Indígenas é um evento de difusão audiovisual realizado na cidade de Fortaleza, CE, que se constitui como um espaço de reflexão e exibição sobre os rumos do cinema brasileiro contemporâneo, com foco na produção de cineastas negros e indígenas do Brasil. O festival abrange a exibição de filmes, divididos entre a mostra principal e exibições especiais, debates com realizadores, um seminário com mesas de discussões e masterclass com a presença de pesquisadores e profissionais, oficinas, apresentações artísticas e a publicação de um catálogo com artigos e textos críticos.
Na sua quinta edição, a INFINITA FESTIVAL pretende apresentar durante 12 (doze) dias uma intensa programação, entre presenciais e virtuais, conectando públicos diversos e espaços culturais da cidade, com o objetivo central de difundir a produção audiovisual contemporânea de cineastas negros e indígenas do Brasil. A proposta do festival é apresentar ao público da cidade de Fortaleza a oportunidade de ter contato com os filmes mais recentes do Cinema Brasileiro, dos mais diversos gêneros, linguagens e formatos. Evidenciando a diversidade e pluralidade, reunimos filmes em que a presença de narrativas negras e indígenas, por diversas formas, tem trazido uma nova cara para o Cinema Brasileiro, filmes esses que muitas vezes também interseccionado por recorte de gênero, classe e território, gerando visibilidade e representatividade daqueles e para aqueles que estão sempre à míngua no contexto do cinema nacional. A INFINITA se constitui ainda como um espaço de formação ampliada no campo da crítica e da teoria, interessado nas narrativas, representações e experiências da criação no audiovisual. Assim, contabilizando o público presencial, estimamos alcançar um público médio diário de 200 pessoas, totalizando 1000 pessoas, entre pesquisadores, professores, estudantes, artistas, ativistas, trabalhadores, amantes do cinema e trabalhadores no geral. Além disso, estimamos um público de 5 mil através das transmissões ao vivo e nos filmes presentes no site.
Objetiva-se a realização da quinta edição da INFINITA FESTIVAL DE CINEMAS NEGROS E INDÍGENAS, um evento que se constitui como um importante espaço de reflexão sobre os rumos do audiovisual feito por pessoas negras e indígenas no Brasil. Como objetivos específicos: 1) MOSTRA AUDIOVISUAL: realizar no mínimo 8 (oito) sessões de filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, selecionados por uma equipe de curadoria através de chamada pública, as sessões serão seguidas de debates com realizadores e mediação da curadoria. Haverá ainda sessões de filmes convidados; 2) OFICINAS: realizar até 4 (quatro) oficinas de linguagens audiovisuais durante o evento para públicos diversos; 3) SEMINÁRIO: realizar pelo menos 5 (cinco) mesas de discussões e/ou masterclass com convidados de notório saber, dentre pesquisadores, críticos, educadores e profissionais do setor, ), ambos com acesso gratuito e com acessibilidade em libras; 4) CATÁLOGO: publicar catálogo impresso com artigos e textos críticos sobre cinema brasileiro escritos por pesquisadores convidados e pela curadoria do festival, além de incluir também informações gerais do eventos; 5) AÇÃO SOCIAL: realização de exibições dos filmes em escolas públicas de regiões periféricas da cidade.
As populações negras e indígenas historicamente lutam contra a sub-representação no cinema brasileiro. Esses cinemas contra-hegemônicos, são experiências de inovação na linguagem que estão carregados de reflexões estéticas e políticas sobre o Brasil contemporâneo. Nesse contexto, a INFINITA FESTIVAL defende que a multiplicidade da cultura e do povo brasileiro passa, também, pelos cinemas negros e indígenas, sendo necessário a valorização, proteção e difusão dessa expressão cultural, como expressa o Art.1º inciso IV (proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional). A atual produção audiovisual ilustra, de formas múltiplas, como as mudanças sociais acontecidas no pensamento cultural e político dos últimos anos refletem-se consequentemente no campo do audiovisual. O que resulta, dessa forma, em uma nova geração de cineastas negros e indígenas, vindos de contextos socioculturais distintos, e que apresentam diversas formas de ver e experienciar o mundo. A INFINITA é um festival de cinema que, como versa o Art.1º inciso VIII, estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória dos povos indígenas e negros no Brasil. Investigando a partir das práticas artísticas contemporâneas, dentro do campo do cinema e do audiovisual, as ferramentas e os dispositivos utilizados como estratégias de reestruturação do imaginário popular e das noções sobre visibilidade e representatividade. O festival, enquanto uma proposição expandida e uma plataforma de conexões entre agentes de pensamento, procura apresentar em sua programação os mais diversos contextos, territórios, idades, gêneros, identidades e imaginários dessas populações, promovendo assim o que propõe o Art.1º inciso III (apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores). Sendo assim, para a quinta edição de INFINITA FESTIVAL pretendemos apresentar um panorama da produção audiovisual contemporânea de cineastas negros e indígenas do Brasil. A proposta da mostra é apresentar ao público da cidade de Fortaleza a oportunidade de ter contato com os filmes mais recentes do Cinema Brasileiro, que, por sua vez, consta em curtas, médias e longas-metragens, dos mais diversos gêneros, linguagens e formatos. Toda a programação do projeto será gratuita, com acesso livre a todos os públicos (Art. 3, inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos), evidenciando a diversidade e pluralidade cultural do país, reunimos filmes em que a presença de narrativas negras e indígenas, por diversas formas, tem trazido uma nova cara para o Cinema Brasileiro, filmes esses que muitas vezes também interseccionado por recorte de gênero, classe e sexualidade, gerando visibilidade e representatividade daqueles e para aqueles que estão sempre à míngua no contexto do cinema nacional.
A comunicação e divulgação do projeto se dará da seguinte forma: 1. Divulgação por meio de vias tradicionais: O projeto será divulgado por meio de jornais, sites especializados e instituições ligadas à cultura, tais como o Jornal O Povo, Diário do Nordeste, os sites de instituições parceiras e estratégicas do projeto. Essas vias oficiais alcançaram um público amplo e diverso, que pode se informar sobre o projeto e seus objetivos. 2. Divulgação nas rádios: O projeto também será divulgado por meio de inserções gravadas e ao vivo em rádios locais, um meio de comunicação popular e acessível, que atinge um público variado e regional. 3. Divulgação em sites diversos de cultura e arte: O projeto será divulgado por meio de sites e blogs especializados em cultura e arte, como o Site Negrê, que é um portal de notícias nordestino voltado para a cultura negra. Esses sites e blogs atingiram um público segmentado e engajado, que busca por conteúdos culturais de qualidade e relevância. 4. Divulgação por meio de cartazes: Apostamos também em mídias espontâneas como a divulgação por meio de cartazes espalhados por equipamentos culturais, espaços públicos de grande circulação, escolas, universidades, flanelógrafo, e transporte público, além de destruir para o público presente no evento. Os cartazes chamaram a atenção do público que frequenta os espaços culturais e que participou do evento, gerando interesse e curiosidade pelo projeto. 5. Divulgação por meio das redes sociais oficiais do Festival: As redes sociais são um meio eficaz de divulgar o projeto, além dos atuais Instagram e YouTube, teremos conta também em outras redes como o X (antigo Twitter), TikTok, e Facebook. Nosso site será um espaço amplo com todas as informações do evento, como programação, releases, vídeos, dados sobre os filmes, ficha técnica, convidados, espaço para patrocinadores. O site também fará as transmissões em tempo real dos debates e do seminário, e também hospedará a programação do _festival em expansão_, que se inicia após o término da programação presencial. 6. Divulgação em mídias pagas: Utilizaremos mídias pagas, tais como impulsionamento em redes sociais e plataformas digitais, mídia em ônibus (busdoor), publicidade em jornais, sites e revistas, e anúncio na tv aberta.
1) MOSTRA AUDIOVISUAL: Realizaremos no mínimo 8 (oito) sessões de filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, selecionados pela curadoria através de chamada pública, que serão seguidas de debates com representantes dos filmes e mediação da equipe de curadoria. Haverão também exibições especiais com filmes convidados de instituições de arquivo, memória e acervo. 2) OFICINAS: Contaremos com 4 (quatro) oficinas temáticas ministradas por pessoas convidadas, sendo elas: Estéticas e Narrativas Negras no cinema brasileiro; Cinemas Indígenas e a retomada ancestral; AMPLI_AR Programa de Crítica; e Produção criativa no audiovisual. As oficinas serão gratuitas e abertas ao público geral. Ambas as oficinas terão carga horária de 15 horas, divididas em cinco dias, das 9h às 12hs, e serão abertas a um público variante de até 20 pessoas cada. Os participantes de cada uma das oficinas receberão ao término das atividades um certificado de participação emitido pela organização do evento. 3) SEMINÁRIO: O seminário irá ocorrer de forma presencial com transmissão virtual, serão mesas temáticas e masterclass que giram em torno da presença de pessoas negras e indígenas no audiovisual brasileiro, a partir de temas como economia criativa e desenvolvimento do audiovisual. Cada mesa terá a mediação de integrantes da curadoria e da organização do festival, que conduzirão uma conversa aberta com o público. 4) CATÁLOGO: Será produzido uma publicação em formato de catálogo impresso reunindo artigos e textos críticos sobre o cinema negro e indígena brasileiro, além de informações sobre o festival. O catálogo terá distribuição gratuita, assim como, uma parte dos catálogos será doada para instituições culturais que realizam formação na área do audiovisual. 5) AÇÃO SOCIAL: Como ação social principal, realizaremos exibições de filmes do festival para turmas de estudantes de escolas públicas localizadas em regiões periféricas da cidade de Fortaleza. Os filmes apresentados nessas sessões compõem a curadoria da quinta edição do festival, e é uma oportunidade de ampliar a difusão desses filmes e o alcance social do festival, além de democratizar o acesso à cultura em regiões que historicamente não recebem atenção dos circuitos artísticos locais.
Para garantir a plena execução das atividades, faremos uma capacitação em acessibilidade para a equipe do projeto, de maneira a garantir que todo o festival incorpore não apenas recursos de acessibilidade, mas também práticas mais acessíveis de forma ampliada, considerando a comunicação do projeto, o tratamento com o público, os mecanismos digitais, e demais estratégias. Além disso, trabalharemos com os seguintes itens de acessibilidade: LIBRAS: Todas os cerimoniais, tais como a abertura, antes de cada sessão e o encerramento, assim como todas as falas abertas, tais como os debates com realizadores, as mesas e masterclass do seminário com convidados, terão tradução simultânea para LIBRAS através de intérpretes, seja no formato presencial, quanto o virtual. LSE: Parte dos filmes exibidos na programação terão o uso de legendas para pessoas surdas e ensurdecidas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Priorizamos por espaços que contem com recursos de acessibilidade arquitetônica, tais como rampas de acesso, elevador, corrimãos, sinalização, banheiros adaptados, espaço reservado para pessoas em cadeiras de rodas e assentos para pessoas obesas, e outros. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Faremos uso de linguagem simples em toda a comunicação do projeto, seja ela virtual ou física, com uso de legendagem nos vídeos das redes sociais e texto descritivo. Os folders da programação terão sinalização indicando quais filmes têm recursos de acessibilidade.
Toda a programação do projeto será gratuita, com acesso livre a todos os públicos. Como parte de uma política de democratização do acesso, teremos também uma grande presença nos meios digitais. Os debates com realizadores e o seminário com mesas e masterclass, serão transmitidos através do nosso site, com tradução simultânea para Libras, possibilitando que pessoas de todo o país possam acessar e participar. O _festival em expansão_ é uma ação que tem o objetivo de amplificar as atividades do festival possibilitando que um público maior possa ter contato com os filmes, de maneira a diminuir os limites geográficos, sejam eles locais ou regionais. Essa ação acontece na semana seguinte às atividades presenciais, em que estarão disponíveis no site do evento um conjunto de filmes que foram exibidos durante o festival presencial. Além disso, permanecerão hospedados no site todos os debates com convidados e representantes dos filmes, assim como o catálogo em pdf que estará disponível para download gratuito. Assim, o site não servirá apenas no seu caráter informativo, mas sim, um espaço ativo, ativado constantemente e pulsante.
A proponente é a única responsável pela administração, gestão, produção e por todo o poder decisório do projeto. DIREÇÃO GERAL - CLÉBSON FRANCISCO - Pesquisador, educador, curador independente e produtor, atua na cultura com produção, produção executiva, gestão e coordenação de projetos no campo do audiovisual e das artes visuais, na educação não-formal, especificamente na formação em artes, além de conhecimento e experiência em conceitualização, elaboração, formatação e inscrição de projetos em editais e captações. Suas práticas artísticas e experiências de trabalhos tem se construído a partir de vivências coletivas, interdisciplinaridades e regimes de colaborações entre equipes. Coordena o Arquivo Presença – plataforma de pesquisa, arquivo e memória, o Mapa do Cinema Negro – plataforma de pesquisa e difusão audiovisual, e é diretor geral da Infinita Festival de Cinemas Negros e Indígenas. Bacharel em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará (2018), com formação técnica em Realização em Audiovisual, pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes (2018), e com formação complementar pela Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará. É Diretor Executivo na A CASAMATA, uma empresa do setor cultural que desenvolve projetos e ações voltadas no campo do cinema, artes visuais e produção cultural. DIREÇÃO ARTÍSTICA - ANA ALINE FURTADO - Artista imageadora (no audiovisual, nas artes visuais e na escrita), pesquisadora, educadora, curadora, advogada e ativista da imaginação. Tem na luta por direitos humanos e na educação popular o sustento para o pensamento curatorial e para os processos formativos. Integra a TERRA coletiva; é diretora criativa da A CASAMATA, plataforma de pesquisa, criação e difusão de arte independente e emergente em Fortaleza. Diretor artística da Infinita Festival de Cinemas Negros e Indígenas, curadora colaboradora do programa de ativação e formação – Desmonte Colonial (desde 2020). Produziu e fez assistência de montagem em exposições na Caixa Cultural de Fortaleza (2017, 2018, 2019), dentre elas ressalta (Re)conhecendo a Amazônia Negra, de Marcela Bonfim; Lágrimas de São Pedro, de Vinícius S.A. Foi arte educadora da exposição Henri Matisse -Jazz (Caixa Cultural de Fortaleza, 2017). Curou as exposições – Anas, Simoas e Dragões: lutas negras pela liberdade (2024), O que faremos com o que fizemos até aqui? (2019), e Budegas (2019). participou de exposições coletivas e salões em Fortaleza e Brasília. É idealizadora do projeto desatar encante (2021), plataforma multimídia de radiodifusão de oralidades indígenas e sertanejas junto às artistas indígenas Francilene Pitaguary e Marciane Tapeba, com orientação do pajé Barbosa Pitaguary e de Nádia Pitaguary. Ministrou cursos de letramento racial e descolonização a partir de obras de Frantz Fanon, Grada Kilomba, Achille Mbembe, Édouard Glissant. Tem ministrado oficinas sobre perspectivas curatoriais afrodescendentes e indígenas. Suas pesquisas desdobram-se a partir da descontinuação da lógica pacificadora através das imagens, numa articulação entre os saberes do vivido e os saberes legitimados. COORDENAÇÃO CURATORIAL - LEON REIS - Diretor, roteirista, tradutor e continuísta, formado em audiovisual na Escola de Audiovisual da Vila das Artes em Fortaleza-CE. Diretor e roteirista do filme "Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno" (2018), diretor dos ainda inéditos "Estranha Visita" (2021) e Coração Sozinho (2021). Continuísta no longa metragem Amores Paraguayos de Janaína Marques (2021) produzido pela Moçambique filmes e Delírio filmes; Assistente de Continuidade na série de tv de Roberta Marques "Meninas do Benfica", produzida pela Latidude Audiovisual; e Continuísta nos curtas: "Espavento" de Ana Francelino e Mariana Canafístula (2019), "Líquida" de Clara Capelo e Tuan Fernandes (2017), "Murmúrios Urbanos" de Lucas Autran (2017), "Rota Borboleta" de Ana Paula Vieira (2017). E como Assistente de Continuidade no longa "O Vale" de Israel Branco (2018). Foi Júri convidado no festival internacional Drunken Film Fest em Oakland-Califórnia em 2020, e no 14º Festival Visões Periféricas. Um dos idealizadores e curadores da Infinita Festival de Cinemas Negros e Indígenas (2017-atual), atuou na pesquisa do Censo dos Profissionais Negres do Audiovisual Cearense realizado dentro da Negritude Infinita em 2020. Professor de teorias narrativas com trabalhos de orientação no ateliê de produção da Escola de Audiovisual da Vila das Artes (2019), Professor do Ateliê de Produção Audiovisual no CCBJ também em (2019). É tradutor e legendador de inglês, e pesquisador do trabalho de Oscar Micheaux. CURADORIA - IZABEL MELO - Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP. Professora da UNEB, no Departamento de Ciências Humanas I e no PPGH da mesma universidade. Foi coordenadora do GT Cultura Visual, Imagens e História da ANPUH-BA, integrante dos Grupos de Pesquisa “História e Audiovisual: circularidades e formas de comunicação” (ECA/USP) e “Festivais de cinema e audiovisual – histórias, políticas e práticas” (UFF). Autora dos livros “Cinema é mais que filme”: uma história das Jornadas de Cinema da Bahia (1972-1978) e Cinemas, circuitos culturais e espaços formativos: novas sociabilidades e ambiências na Bahia (1968-1978), além de outras publicações em livros e revistas. Também colabora com festivais, participando de curadorias e júri. CURADORIA - WARA - Diretora e roteirista especializade em Direção de Ficção na Escola Internacional de Cinema e Tv em Cuba e graduade em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Ceará (UFC/Brasil). A tese “Soberane” é ganhadora do Pardino D'oro de melhor curta-metragem internacional no 75° Festival de Locarno, na sessão Pardi di Domani e ganhadora da Menção Honrosa no 5º Festival de Cinema da Amazônia. O curta “Quem te deu nome?” foi nomeado como melhor filme no FESAALP 2021 na categoria de Videominuto. O projeto de longa-metragem “Quem deu nome à Terra?” participou do Torino Film Lab Next (2023), do Cinéma en Développement no 36º Cinélatino Toulouse e selecionado para Pop Up Film Residency no 12° BrLab. Atualmente Wara compõe a Rede Paradiso de Talentos, assessorando outros projetos em desenvolvimento principalmente de diretoras/es/os jovens e se dedica a obras audiovisuais que, partindo da perspectiva de um corpo racializado em um meio estrangeiro e/ou inóspito, buscam pertencer ou assumem o “não-lugar” como seu verdadeiro espaço e ponto de partida, explorando o gênero do melodrama e ficção científica. PRODUÇÃO EXECUTIVA - NAYMARE AZEVEDO - Mulher afroindígena, nordestina, artista multidisciplinar, realizadora, produtora criativa e executiva de projetos audiovisuais, artísticos, culturais e sociais. Mestra em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia e Gestora de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Idealizadora e curadora da plataforma Afrotonizar de formação, imaginação política e produção de narrativas criativas negras e indígenas. Diretora e fundadora da Ayabá Produtora Criativa e Audiovisual, que tem o objetivo de conectar mulheres, pessoas negras e indígenas e pessoas LGBTQIAP+ do norte e nordeste do Brasil, que atuam no mercado dos setores criativos. Ex-assessora parlamentar da deputada estadual Mônica Francisca (PSOL/RJ) como coordenadora de Comunicação, Cultura e Sociedade. Há cerca de 10 anos tem se envolvido em projetos que tenham como propósito a inclusão social, empreendedorismo, diversidade de raça e de gênero e com o público-alvo voltado para pessoas negras, indígenas, jovens e periféricos.
PROJETO ARQUIVADO.