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PRONAC 244064Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

INVISÍVEIS ALIADOS

LUGIBI PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 998,0 mil
Aprovado
R$ 998,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-10-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto envolve a criação, produção e execução do musical inédito "INVISÍVEIS ALIADOS", com texto original de Victor Bertollini e direção musical, música e letras de Elton Towersey. A peça, destinada a espectadores a partir de 14 anos, será apresentada em São Paulo por dois meses. O musical aborda temas como abandono parental, preconceito e isolamento social, através da história de um jovem homossexual e sua relação com a tia idosa que retorna para salvá-lo. A temática central de "INVISÍVEIS ALIADOS" reflete a realidade de pessoas que enfrentam a exclusão e a solidão devido a desajustes às expectativas sociais. O espetáculo explora os traumas do abandono parental, as complicações emocionais decorrentes do preconceito e da violência contra a diversidade, e a segregação afetiva dos idosos. A narrativa busca sensibilizar o público sobre as consequências do isolamento social forçado e a importância de reconectar laços afetivos para a superação de adversidades.

Sinopse

Sinopse 1 "Invisíveis Aliados" é um musical autoral brasileiro com texto e músicas originais que narra a história de Carlinhos, um jovem homossexual que enfrenta uma vida de solidão devido ao abandono afetivo familiar na infância e às dificuldades de socialização. Criado por tias conservadoras após ser rejeitado pelos pais, Carlinhos cresce inseguro e traumatizado, encontrando consolo apenas em sua depressão e nas cinzas de suas tias falecidas. No dia de seu aniversário de 30 anos, Carlinhos decide, pela primeira vez, convidar pessoas para uma festa, na esperança de finalmente se sentir especial. No entanto, a única pessoa que aparece é Luclécia, a tia boa que o abandonou anos atrás. Sua chegada inesperada transforma a noite de Carlinhos em um caos emocional. Luclécia, que foi acusada injustamente de ser uma má influência, retorna para ajudar Carlinhos a enfrentar seus medos e traumas. Enquanto os dois revisitam memórias dolorosas e revelações do passado, eles descobrem uma conexão profunda que os ajuda a enfrentar o maior monstro de todos: o medo da solidão. Juntos, transformam uma noite turbulenta em uma oportunidade de cura e redenção, aprendendo a valorizar suas próprias histórias e a superar os desafios impostos pela sociedade. "Invisíveis Aliados" aborda temas como o abandono parental, preconceito e isolamento social, refletindo a realidade de muitas pessoas que são marginalizadas por não se adequarem às expectativas sociais. O musical oferece uma narrativa emocionante e humanizadora, destacando a importância da inclusão e do acolhimento das diferenças. Sinopse 2 "Invisíveis Aliados" é um musical autoral brasileiro com texto e músicas originais que narra a história de Carlinhos, um jovem homossexual que enfrenta uma vida de solidão devido ao abandono afetivo familiar na infância e às dificuldades de socialização. Criado por tias conservadoras após ser rejeitado pelos pais, Carlinhos cresce inseguro e traumatizado, encontrando consolo apenas em sua depressão e nas cinzas de suas tias falecidas. No dia de seu aniversário de 30 anos, Carlinhos decide, pela primeira vez, convidar pessoas para uma festa, na esperança de finalmente se sentir especial. No entanto, a única pessoa que aparece é Luclécia, a tia boa que o abandonou anos atrás. Sua chegada inesperada transforma a noite de Carlinhos em um caos emocional. O musical aborda temas como abandono parental, preconceito e isolamento social, refletindo a realidade de muitas pessoas que são marginalizadas por não se adequarem às expectativas sociais. A narrativa é conduzida com humor, permitindo que o público se conecte com questões delicadas de forma leve e acessível. Utilizando a comédia como ferramenta de denúncia e comunicação, "Invisíveis Aliados" expõe as falhas da sociedade e provoca reflexões profundas enquanto faz o público rir. O humor serve como um lubrificante, facilitando a discussão de temas difíceis sem que o público se feche. Ao rir das tragédias dos personagens, o público é levado a se identificar com suas dores e a entender suas lutas de maneira humanizadora. A música no teatro musical é a continuação do texto, revelando sentimentos e motivações dos personagens quando as palavras não são suficientes. As canções de "Invisíveis Aliados" conduzem a transformação de Carlinhos, ajudando a história a avançar e a emocionar a plateia. "Invisíveis Aliados" desafia o público a ver além das diferenças e a enxergar os personagens como seres humanos que têm feridas abertas, promovendo empatia e compreensão. Este musical não só entretém, mas também educa e sensibiliza, utilizando a comédia e a música para transmitir mensagens poderosas sobre inclusão, aceitação e o valor de cada indivíduo.

Objetivos

Objetivo Geral: Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS _ TEATRO MUSICAL: O objetivo geral do projeto é a criação, produção e execução do musical inédito "INVISÍVEIS ALIADOS", com texto original de Victor Bertollini e direção musical, música e letras de Elton Towersey. A peça, destinada a espectadores a partir de 14 anos, será apresentada em São Paulo por dois meses, totalizando 24 apresentações. A finalidade é apresentar um espetáculo musical que aborda temas relevantes como abandono parental, preconceito e isolamento social, sensibilizando o público sobre a importância da inclusão e do respeito às diferenças. Objetivos Específicos: Þ Realização de 24 apresentações do musical "INVISÍVEIS ALIADOS" em São Paulo durante uma temporada de dois meses, alcançando um público diverso a partir dos 14 anos de idade. Þ Criação e produção de um musical original brasileiro, incluindo a composição de músicas e letras, desenvolvimento do texto e direção musical, proporcionando uma nova obra ao cenário cultural brasileiro. Þ Promover a conscientização sobre os impactos do preconceito e do isolamento social, através da história de um jovem homossexual e sua relação com a tia idosa, abordando temas de abandono parental, violência e exclusão. Þ Sensibilizar o público para a importância de acolher as diferenças, incentivando a criação de conexões e o respeito mútuo dentro e fora do ambiente familiar. Þ Fomentar a produção e o consumo de espetáculos musicais autorais brasileiros, contribuindo para a formação de público e a valorização de histórias que refletem a realidade nacional. Þ Utilizar o humor como ferramenta para discutir questões sociais delicadas, proporcionando um espaço de reflexão e crítica através da comédia, que facilita a comunicação e a empatia. Þ Aumentar a visibilidade de temas relacionados à solidão e ao autoconhecimento, incentivando o público a buscar o empoderamento pessoal e a valorização das suas próprias experiências e identidades. Þ Democratização do acesso à cultura: Organizar um ensaio aberto da peça, destinado especialmente a estudantes de escolas e universidades públicas, proporcionando a interação com a arte teatral e estimulando a discussão sobre as temáticas centrais da obra. Þ Desenvolver ações de divulgação e marketing para garantir a presença de um público diversificado nas apresentações, incluindo campanhas em redes sociais e parcerias com escolas e instituições culturais. Þ Oferecer sessões gratuitas ou a preços acessíveis para grupos minoritários e pessoas em situação de vulnerabilidade social, garantindo a democratização do acesso ao espetáculo. Þ Alcançar e impactar pessoas pertencentes aos grupos minoritários e historicamente excluídos, que sofrem agressões físicas, verbais e psicológicas por questões de gênero, sexualidade, etnia, origem e condição financeira, bem como idosos e portadores de necessidades especiais. O objetivo é dedicar o espetáculo a todas as pessoas que já se sentiram desrespeitadas, discriminadas, incompreendidas, rejeitadas e caluniadas por não poderem deixar de serem quem são. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Þ Realizar 2 oficinas com tema "Saber Quem Sou" com Victor Bertollini, em São Paulo/SP, com duração de 3 horas, utilizando exercícios teatrais para promover autoconhecimento, socialização, autoestima e expressão pessoal, ajudando os participantes a encontrar seu lugar de fala e vencer inseguranças. Þ Realizar uma palestra com o tema "Histórias Invisíveis: Dando Voz aos Marginalizados", ministrada por Victor Bertollini e um representante de uma ONG que trabalha com minorias. A palestra terá duração de 1 hora e 30 minutos.Þ Realizar uma palestra com o tema "Empatia e Respeito às Diferenças: Caminhos para uma Sociedade Mais Justa", ministrada por um psicólogo especializado em diversidade e inclusão. A palestra, com duração de 1 hora, será realizada em universidades, ONGs e empresas.Þ Realizar uma palestra com o tema "O Poder do Teatro na Inclusão Social", ministrada por Victor Bertollini e um especialista em artes cênicas. Com duração de 1 hora e 30 minutos.Þ Realizar uma palestra com o tema "A Solidão no Século 21: Impactos e Soluções", ministrada por um especialista em saúde mental e autor do projeto. A palestra terá duração de 1 hora.

Justificativa

A necessidade de utilizar o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei 8313/91, para o financiamento do projeto "Invisíveis Aliados" é fundamental devido à sua capacidade de promover e valorizar a diversidade cultural brasileira. Este projeto se enquadra nos incisos II, III, IV, V, VII, VIII e IX do Art. 1º da lei, abrangendo a regionalização da produção cultural, o apoio e valorização das manifestações culturais, a proteção das expressões culturais e modos de viver, o desenvolvimento da consciência internacional, o estímulo à produção de bens culturais de valor universal e a priorização do produto cultural brasileiro. Além disso, o projeto atende ao objetivo do Art. 3º, inciso II, c), que fomenta a produção cultural e artística, realizando apresentações que engajam diretamente com exposições culturais e artísticas, contribuindo para uma sociedade mais consciente, diversificada e inclusiva. O projeto se justifica plenamente no contexto do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto pela Lei 8313/91. A solidão virou uma das grandes preocupações de saúde do século 21. Nos últimos anos, instituições de pesquisa e governos do mundo inteiro lançaram iniciativas para lidar com o problema que afeta diretamente a saúde física e mental das pessoas, aumentando os riscos de adoecimento e morte. O médico Vivek Murthy, uma das principais autoridades de saúde dos Estados Unidos, afirmou em maio de 2023, que se sentir só equivale a fumar 15 cigarros por dia. Uma pesquisa feita em 2010 na Universidade Brigham Young, dos Estados Unidos, revelou que indivíduos com relações sociais fracas têm 50% menos chance de sobreviver por mais tempo em comparação àqueles que interagem mais com o meio onde vivem. Um artigo de 2021 da Organização Mundial de Saúde descobriu que 34% dos idosos se sentem solitários. O relatório ainda conclui que a solidão e o isolamento social indesejado matam como uma doença e tem efeito cascata de produzir mais doenças. A enfermeira Juliana Teixeira Antunes, do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, em Januária, destaca que a solidão não é um fenômeno que ocorre somente com os mais velhos: "Hoje em dia, a solidão afeta um número considerável de jovens brasileiros, em média 15,5%, se sentem solitários pela falta de criação de vínculos. Um dos fatores que contribuem para esse cenário é a violência familiar". Rebeca Oliveira, psicóloga brasileira, alerta sobre a importância do tema, inclusive na prevenção do suicídio: "A solidão é um dos fatores de risco para a depressão, e a depressão crônica ou uma depressão não tratada, é um dos fatores de risco que pode levar um indivíduo a tirar a própria vida". Com tantos dados prejudiciais sendo cada vez mais evidenciados, conclui-se que a solidão é um tema de urgência a ser apresentado para o público, ainda mais pós-tempos pandêmicos, onde todos ficaram reclusos e experienciaram a solidão. Quem já era sozinho, ficou ainda mais. A era digital tomou ainda mais força, e com isso, estamos vivendo um outro modo de vida que tende a nos levar a ter menos relações afetivas pessoais. As pessoas não precisam mais sair de suas casas para estudar, trabalhar, nem para fazer compras no supermercado, pois hoje em dia é tudo online. Então, esses efeitos pandêmicos de se distanciar, junto das facilidades que a internet proporciona, estão fazendo com que as pessoas estejam cada vez mais isoladas socialmente. E com o passar do tempo, esse é o perigo. Portanto, assistir a essa peça, onde a fragilidade humana de quem se sente só é exposta, mostrando até que ponto um ser humano pode chegar por não suportar mais lidar com a solidão, é um alerta de extrema importância, para que as pessoas se reconheçam e reflitam se estão caindo ou se já caíram nesse lugar, e o que elas precisam fazer para se salvar. A peça é um recorte de duas fases da vida (o velho e o novo), que em momentos diferentes, experienciam a solidão _ a solidão vinda da invisibilidade proporcionada pelo tempo (denunciando a desimportância do idoso na sociedade e o abandono no ciclo familiar) e a solidão vinda pela invisibilidade gerada através do preconceito (denunciando a violência contra as diferenças). O que um gay e uma velha têm em comum? Ambos não se encaixam nos padrões estabelecidos pela sociedade e são colocados à margem, travando lutas diárias com as suas próprias mentes para superar o desprezo e o abandono. Ambos buscam o tempo todo por aprovação, ambos só querem ser ouvidos e respeitados dentro das suas diferenças e limitações, ambos não foram aceitos pela família, ambos são agredidos, silenciados e isolados, e nos mostram o quanto não se sentir pertencentes reverbera em nossas vidas. Dois tipos (tão diferentes e tão próximos) que nos reforçam que, por trás de alguém que a sociedade enxerga como inadequado ou inexistente, existe uma história, que é válida, e que não pode ser ignorada. É um convite para que a sociedade abra o seu olhar, sem nenhum julgamento, para um novo ponto de vista, seja de quem for, independente de quem seja ou do que esse indivíduo tenha feito da sua vida. Em "Invisíveis Aliados", ambos são julgados pela própria família por serem o que são. Duas vulnerabilidades, que unidas, amenizam o impacto de um passado sofrido, que determinou o presente complexo. Segundo pesquisas, a própria casa é o primeiro e maior espaço de discriminação aos homossexuais, sendo a mais dolorosa das homofobias. A família que é um componente essencial para a rede de apoio e que deveria ser o lugar onde crianças e adolescentes homossexuais deveriam se sentir mais seguros, se torna o lugar mais violento e que mais potencializa vulnerabilidades. Ao reagirem de modo negativo e agressivo à revelação da orientação sexual, tratando seus entes com inferioridade e anormalidade, as famílias geram traumas (resultantes de torturas físicas e psicológicas) que fragilizam o indivíduo e causam graves danos à saúde: maior incidência ao consumo excessivo de álcool, oito vezes mais probabilidades de tentativa de suicídio, seis vezes mais probabilidade de terem ansiedade e depressão, três vezes mais propensão a usarem drogas ilegais e três vezes mais probabilidade de terem uma relação sexual desprotegida (em comparação com adolescentes homossexuais que não foram rejeitados). Um estudo realizado com 257 homossexuais adultos identificou que, quando os familiares rejeitaram o indivíduo, após a revelação, o sofrimento psicológico se manteve ao longo de vários anos. De acordo com os participantes, as famílias apresentaram atitudes consideradas homofóbicas, com reações de violência, rejeição, repressão e silenciamento, além de perseguição e até expulsão de casa. Quando isso acontece, alguns chegam a se prostituir ou viram moradores de rua, no meio das drogas e violências, abandonando a escola, o trabalho, e até perdendo a noção de como é viver em sociedade. Cerca de 40% dos jovens que moram nas ruas se identificam como homossexuais. O Instituto de Pesquisa Data Popular, que ouviu 1.264 pessoas, aponta que 45% dos pais e 35% das mães, não aceitam a homossexualidade. Destaca-se que a figura masculina/paterna foi a que mais violentou, discriminou e cobrou. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2022 apontam 7.908 registros de abandono de incapaz com vítimas de 0 a 17 anos em todo o país. Thamires de Oliveira Muniz, psicóloga da infância e adolescência, explica que o abandono deixa marcas que perpetuam pelo resto da vida, e esses traumas gerados ficam ainda mais perceptíveis na fase adulta. "As crianças desenvolvem sentimento de culpa, têm baixa autoestima, dificuldade de criar vínculos e passam a ser violentas com elas mesmas e com os outros". Thamires também coloca os relacionamentos abusivos como uma possível consequência: "Uma criança que não recebeu amor suficiente vai se contentar e se apegar ao mínimo carinho que receber, mesmo que seja em meio a outras violências". Isso explica a personalidade traumatizada do protagonista, que por ter sido abandonado pelos pais na infância (por ser gay), cresce reprimido, sem poder ser o que é, se tornando um adulto inseguro, agressivo, sem autoestima, que se sente culpado por não conseguir criar vínculos e que só conhece o "carinho" tóxico-abusivo como forma de amor. O texto deixa claro o impacto da potência dos pais em nossas vidas e o quanto a criação que nos foi dada na infância vai refletir na fase adulta, neste caso, de modo tão negativo. Sabemos que educar um ser humano é um desafio diário, porém, a peça deixa um alerta de perigo para que se preste atenção no cuidado que se deve ter de não bloquear e colocar medos em uma criança enquanto se educa, pois os altos índices de agressões e abandono dentro de casa são altos, antes mesmo da violência sofrida na rua (escola). Um adendo para citar que de metade a dois terços de jovens homossexuais foram forçados a faltar ou até mesmo abandonar a escola por sofrerem bullying. A homofobia promove isolamento social, por isso, é de extrema importância tratar sobre o assunto, para que cada indivíduo que já foi lesado desperte a consciência de que essa escolha (de ter sido abandonado pela família ou isolado na sociedade) não partiu dele, e de que ele pode se libertar dessa culpa. Infelizmente, não tratamos o abandono de crianças e idosos com a devida importância porque vivemos numa sociedade capitalista onde "você só é importante enquanto fornecer", e crianças e idosos não dedicam tempo de vida (lucro) para a sociedade, só demandam tempo (gastos). Então, enquanto sociedade capitalista, só damos valor à fase adulta da vida (quando você vive apenas para o trabalho). Ninguém, durante a vida, é ensinado a cuidar de idosos, por exemplo, você só é preparado para construir uma vida profissional e ter dinheiro. Como reflexão, a peça convida o público a perceber que se você não tem a autonomia da sua própria vida, de saber quem você é, você acaba comprando o julgamento dos outros sobre você (sociedade que manipula) e se mantém em estado de aprisionamento, como única opção de vida, sem ouvir a própria voz. É um convite para o autoconhecimento, para que o público se perceba e busque se livrar de traumas do passado. A depressão (estar pautado no que foi ontem) é uma condição crônica da sociedade atual, e é por isso que a fundamentação da importância da peça é fornecer a consciência de que não podemos mais alimentar traumas impostos por outros, para que as pessoas percebam que elas mesmas, sozinhas, podem se ajudar a sair desse estado de depressão que gera a solidão. Por acaso é a história de um personagem que é gay, mas poderia ser a de qualquer um, pois ser você mesmo é um sofrimento humano que todos passam, em maior ou menor grau. É por isso que o público vai se identificar, porque estamos tratando das prisões mentais que nos colocam e que nos silenciam. Com isso, a peça acaba questionando os valores e a moral, pela hipocrisia da sociedade de julgar as pessoas por coisas menores, sendo que nos causam dores muito piores. "Porque me julgar porque furtei uma maçã, sendo que neste mundo nos roubam nossa infância, nossa inocência, nossos direitos, nossa voz, nossos sonhos, nosso potencial...?", defende a personagem idosa, mostrando que todos temos nossas histórias roubadas por essa sociedade cruel que segrega o diferente. A obra ajuda a jogar luz sobre histórias semelhantes da vida real. É um grito de "me vejam" de personagens que representam pessoas que estão aprisionadas, e que ninguém faz nada para tirá-las desse lugar, porque é mais cômodo mantê-las assim, escondidas na sua própria existência. É exatamente assim que a grande massa da sociedade age, segue em frente, como se estivessem de olhos vendados, sem fazer nenhuma questão de apresentar a história dessas pessoas para o mundo. Então, encenar "Invisíveis Aliados" nos dias de hoje, trazendo o protagonismo para personagens que não são valorizados na vida real (um gay e uma velha), rompe o que se espera, com o que foi dito como certo, com o que é aceito, com o que é escondido, ignorado e com o que querem apagar. Na internet podemos achar diversas entrevistas dos anos 80, onde a grande massa respondia que era a favor de matar homossexuais. Em 2024 não podemos mais tolerar nenhum tipo de violência contra as diferenças. "Invisíveis Aliados" cumpre seu papel político de conscientizar e manifestar por direitos iguais, básicos de sobrevivência, a favor da vida de todas essas vulnerabilidades ignoradas. Por que a Lei de Incentivo à Cultura? A necessidade de recorrer ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, estabelecido pela Lei 8313/91, para o financiamento do projeto "Invisíveis Aliados" reside na importância estratégica de promover, estimular e valorizar a diversidade cultural brasileira e internacional. Este projeto se enquadra e visa atender a diversos incisos do Art. 1º da referida lei, bem como objetivos específicos delineados no Art. 3º, destacando-se pela sua contribuição significativa aos seguintes pontos: Enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91: •II - Regionalização da Produção Cultural: Embora "Invisíveis Aliados" apresente uma narrativa universal, sua realização em São Paulo/SP promove a regionalização da produção cultural, valorizando os recursos humanos locais, desde atores a técnicos e criadores envolvidos no projeto. •III - Apoio e Valorização das Manifestações Culturais: A peça é uma manifestação cultural que valoriza e difunde a diversidade das expressões culturais, tanto brasileiras quanto internacionais, através de seu conteúdo narrativo e sua realização artística. •IV e V - Proteção das Expressões Culturais e Salvaguarda dos Modos de Viver: "Invisíveis Aliados" se dedica a proteger e salvaguardar as expressões culturais, refletindo sobre a convivência entre diferentes culturas e identidades, e os modos de criar, fazer e viver que emergem desse encontro. •VII - Desenvolvimento da Consciência Internacional: O projeto estimula a consciência e o respeito internacional para com os valores culturais de diferentes povos, promovendo uma visão mais inclusiva e tolerante entre os espectadores. •VIII - Estímulo à Produção de Bens Culturais de Valor Universal: Através de sua proposta artística, "Invisíveis Aliados" visa estimular a produção e difusão de bens culturais que possuem valor universal, contribuindo para a formação, informação e preservação da memória cultural. •IX - Priorização do Produto Cultural Brasileiro: Apesar de sua temática global, o projeto é realizado no Brasil e por brasileiros, contribuindo para a priorização e valorização do produto cultural originário do país. Objetivos do Art. 3º Alcançados: •II, c) Fomento à Produção Cultural e Artística: O projeto se alinha ao fomento da produção cultural e artística brasileira, realizando apresentações de uma peça de artes cênicas que engaja diretamente com exposições culturais e artísticas, tanto na forma de espetáculo teatral quanto em debates e reflexões que emergem dessas apresentações. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é, portanto, fundamental para a viabilização financeira de "Invisíveis Aliados", permitindo que este projeto alcance seu potencial máximo de impacto cultural e social. O financiamento através deste mecanismo não só assegura a execução do projeto, mas também reforça o compromisso com a valorização da cultura e da arte como pilares para o desenvolvimento de uma sociedade mais consciente, diversificada e inclusiva.

Estratégia de execução

NA

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Montagem do espetáculo 2 meses Apresentações 24 apresentações temporada em São Paulo/SP. Duração 1:30h DEMOCRATIZAÇÃO 1 Ensaio aberto 1h 30 min Contratação de estagiário em todas as fases da produção. PRODUTO SECUNDÁRIO CONTRAPARTIDA SOCIAL Conforme inciso do §2º do artigo 32 da IN 2024 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina: Oficina "Saber Quem Sou" Tipo: Oficina Ministrado por: Victor Bertollini Duração: 3 horas Público-alvo: Alunos e professores do EJA, ou instituições públicas e ensino. Maiores de 14 anos. Pessoas que se sentem inseguras, que têm vontade de socializar, que buscam se conhecer melhor, que desejam vencer a timidez, que querem encontrar seu lugar de fala no mundo, e que não se sentem pertencentes a lugar nenhum. Quantidade de público por oficina: 50 Quantidade de oficinas: 2 Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 100 participantes Palestra "A Solidão no Século 21: Impactos e Soluções"Ministrante: Especialista em saúde mental e autor do projeto.Duração: 1 horaLocal: Escolas, universidades e centros comunitários em São Paulo/SPPúblico-Alvo: Estudantes, profissionais da saúde, educadores e comunidade em geral. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 100 participantes 2- Palestra "O Poder do Teatro na Inclusão Social"Ministrante: Victor Bertollini e um especialista em artes cênicas.Duração: 1 hora e 30 minutosLocal: Teatros, instituições culturais e escolas.Público-Alvo: Estudantes de artes cênicas, artistas, educadores e público interessado. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 100 participantes 3- Palestra "Empatia e Respeito às Diferenças: Caminhos para uma Sociedade Mais Justa"Ministrante: Psicólogo especializado em diversidade e inclusão.Duração: 1 horaLocal: Universidades, ONGs e empresas.Público-Alvo: Profissionais de diversas áreas, estudantes, ativistas e comunidade em geral. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 100 participantes 4- Palestra "Histórias Invisíveis: Dando Voz aos Marginalizados"Ministrante: Victor Bertollini e um representante de uma ONG que trabalha com minorias.Duração: 1 hora e 30 minutosLocal: Centros culturais e espaços comunitários.Público-Alvo: Comunidade em geral, ativistas, estudantes e profissionais da área social. Quantidade de pessoas a serem beneficiadas: 100 participantes PLANO DE DISTRIBUIÇAO DOS PRODUTOSSão Paulo/SP - Produto PrincipalTotal de apresentações 24Lotação: 200 lugares24 apresentações x 200 = 4.800 Ensaio aberto 200 pessoas Contrapartidas SociaisTotal de público beneficiado= 4.800 x 10% 480 a ser beneficiados com: 2 Oficinas e 4 Palestras. Lotação por Oficina: 50 lugares x 2 = 100Lotação Palestra: 100 x 4 = 400Total 500 pessoas atendidas Porém, abrimos vagas além das exigidas pela IN/2024.

Acessibilidade

O projeto "Invisíveis Aliados”, está totalmente alinhado com as medidas de acessibilidade previstas na Instrução Normativa MINC No 11, de 30 de janeiro de 2024. Para o espetáculo de artes cênicas "Invisíveis Aliados”, vamos garantir a acessibilidade com base nas diretrizes estabelecidas, e serão implementadas as seguintes medidas: Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Art. 27 - Medidas de Acessibilidade: Para garantir a acessibilidade a todas as pessoas, independentemente de suas limitações, o projeto irá adotar as seguintes medidas: Aspecto Arquitetônico: I - Serão implementados recursos de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, a fim de permitir o acesso aos locais onde ocorrerão as atividades culturais, bem como a espaços acessórios, como banheiros, e espaços de circulação. O teatro que será contratado será um espaço que garantem o cumprimento das medidas acessíveis para pessoas com deficiência física, pessoas de idade e gestantes. Aspecto Comunicacional: Acessibilidade para Deficiências Intelectual, Auditiva e Visual: II - Para garantir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto, serão disponibilizados recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual. Para isso, serão contratados profissionais especializados em Libras (Língua Brasileira de Sinais), Coordenador de Acessibilidade, e Audiodescrição para proporcionar a tradução e interpretação das apresentações teatrais. Interpretação em Libras: Disponibilizaremos 1 intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o entendimento do espetáculo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Será contratado Profissional de Libras para atender pessoas com deficiência auditiva - o projeto disponibilizará Intérprete de libras para 8 apresentações em São Paulo/SP. Item Orçamentário na fase de Produção e execução: Audiodescrição: Oferecer audiodescrição para pessoas com deficiência visual, possibilitando a compreensão do que está ocorrendo no palco por meio de descrições detalhadas. O projeto disponibilizará audiodescrição em pelo menos 2 apresentações em São Paulo/SP. Para isso, serão locados os equipamentos necessários para permitir que as pessoas com deficiência visual possam desfrutar plenamente do espetáculo por meio da descrição detalhada dos elementos visuais presentes em cena. Item Orçamentário na fase de Produção e execução: Coordenador de Acessibilidade: Para garantir a adequada implementação das medidas de acessibilidade, o projeto contará com um Coordenador de Acessibilidade durante a montagem do espetáculo e temporada em São Paulo/SP. Esses profissionais serão responsáveis por coordenar as ações de acessibilidade e assegurar que todas as medidas sejam efetivamente aplicadas. Item Orçamentário na fase de Produção e execução: A Divulgação das Medidas de Acessibilidade: O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações claras e detalhadas sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, garantindo que o público interessado possa estar ciente e usufruir de todas as facilidades disponíveis. Legendagem dos vídeos de divulgação: Disponibilizar legendas para pessoas surdas ou com dificuldades auditivas, garantindo a compreensão do diálogo. Divulgação da Acessibilidade: Incluir informações sobre as medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do espetáculo, flyers, redes sociais, website, entre outros. Item Orçamentário: Custos Vinculados Contrapartidas sociais: Conforme os itens acima também serão adotados para as contrapartidas sociais, vamos garantir a acessibilidade a todos os espectadores, independente de suas necessidades específicas. Conforme espaço acessível aonde serão ministradas as 3 Oficinas e 4 Palestras, com profissional de libras e audiodescrição, divulgação das medidas de acessibilidade em São Paulo/SP. Item orçamentário: Ao implementar essas medidas inclusivas e acessíveis, o espetáculo, assim estaremos promovendo a inclusão e a participação de um público mais diversificado, reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e acessibilidade.

Democratização do acesso

O projeto “Invisíveis Aliados”, está comprometido em cumprir os itens mencionados nas instruções normativas do Ministério da Cultura. Com base nas diretrizes estabelecidas para medidas de democratização de acesso aos produtos culturais, o projeto irá adotar as seguintes estratégias: Medidas obrigatórias de democratização de acesso (Art. 29 IN/2024): • Distribuição gratuita promocional por patrocinadores: destinar até 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional para patrocinadores, proporcional ao investimento efetuado por cada um deles. • Distribuição gratuita com caráter social ou educativo: reservar no mínimo 10% dos ingressos para distribuição gratuita, priorizando grupos minoritários e comunidades em vulnerabilidade social, como negros, indígenas, pessoas com deficiência, entre outros. • Distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto: Até 10% dos ingressos podem ser distribuídos gratuitamente em ações promocionais de divulgação do projeto. • Comercialização acessível: Pelo menos 20% dos ingressos devem ser comercializados em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente, garantindo preços acessíveis. Medidas complementares de ampliação do acesso (Art. 30 IN/2024): O projeto “Invisíveis Aliados”se compromete a adotar, no mínimo, uma das seguintes medidas para ampliar o acesso à cultura: • O projeto fará doação adicional de produtos culturais: O proponente pode doar 10% dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, totalizando 20%. • Veiculação em redes públicas de televisão: Garantindo a captação e veiculação de imagens das atividades e espetáculos em redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. • Realização de atividades paralelas gratuitas: Oferecerá um ensaio aberto em São Paulo/SP de forma gratuita para alunos de escolas públicas e professores. • Contratação de estagiário para todas as fases do projeto. Essas medidas de democratização visam ampliar o alcance e a inclusão do projeto "Invisíveis Aliados”, proporcionando oportunidades de acesso à cultura para diversos públicos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social e minorias. Será realizado 1 ensaio aberto em São Paulo/SP. Item na planilha orçamentária está inserido na locação de teatro e remuneração da equipe. Será contratado 1 Estagiário para todas as fases de produção, desde a pré-produção até a finalização e Temporada de São Paulo/SP e 1 Estagiário para as Contrapartidas Sociais. Item Orçamentário: Estagiário ( produto principal e contrapartidas sociais). Dessa forma, o projeto reafirma seu compromisso em promover a democratização e ampliação do acesso à cultura conforme IN/2024.

Ficha técnica

Currículo Proponente do Projeto Lugibi Produções Artísticas Funções do proponente: Direção geral do projeto, Direção de Produção e Assessoria de Imprensa. Item planilha orçamentária: Diretor Geral do projeto Diretor de Produção Item planilha Custos divulgação: Assessoria de imprensa Respeitando o recurso de 20% conforme IN/2024. Lugibi Produções Artísticas é uma empresa sediada na cidade de São Paulo desde 2014, dedicada à produção de espetáculos teatrais. Ao longo dos anos, a Lugibi Produções Artísticas realizou as seguintes produções: "Manual para Dias Chuvosos" (2014) - Teatro Augusta "Antes de Tudo" (2015) - Teatro Augusta "O Corte" (2016) - Teatro FAAP "Enquanto as Crianças Dormem" (2017) - Teatro Aliança Francesa "As Loucuras que as Mulheres Fazem" (2018) - Teatro Viradalata "Diga que Você já me Esqueceu" (2018) - Teatro Viradalata "O Planeta dos Esquecidos" (2018) - Teatro Viradalata "Entre! A Porta está Aberta" (2018) - Teatro Itália "Eles não usam Black-Tie" (2018) - Teatro Aliança Francesa "Nunca Fomos tão Felizes" (2019) - Teatro Itália "Duosolo" (2019) - Teatro Eva Herz "Eles não usam Black-Tie" (2019) - Teatro Morumbi Shopping. Currículo de Fabio Câmera sócio e responsável pela empresa: Fabio Câmera é um produtor cultural e assessor de imprensa com experiência desde 2005 nas áreas de comunicação e cultura. Ele se formou em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo em 2007 e possui especializações em Gestão Cultural pela PUC-SP (2020) e em Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo pela Belas Artes (2022). Fabio Câmera trabalhou em importantes emissoras de rádio, como Jovem Pan FM, Alpha FM e Grupo Bandeirantes. Em 2014, tornou-se sócio-diretor da Lugibi Produções Artísticas sediada em São Paulo. Alémde produtor atua como assessor de imprensa, já tendo assessorado mais 150 espetáculos teatrais. Foi durante 2014 e 2015, assessor do Teatro Aliança Francesa de São Paulo. Como produtor da Lugibi, ele esteve à frente dos seguintes espetáculos: "As Aventuras de Pinóquio" (2023) - Teatro das Artes "Grande Sertão: Veredas - Riobaldo" (2023) - Teatro Eva Herz "O Cego e o Louco" (2023) - Teatro Sérgio Cardoso "Eu Sempre Soube..." (2022) - Teatro Eva Herz "Feliz Dia das Mães" (2022) - Teatro Morumbi Shopping "Yerma" (2022/2023) - Espaço Open Arts "O Último Concerto para Vivaldi" (2021) - Centro Cultural da Diversidade "Loucas" (2021) - Temporada online "Crocodilagem" (2019) - Teatro Itália "Duosolo" (2019) - Teatro Eva Herz "Nunca Fomos tão Felizes" (2019) - Teatro Itália "Eles não usam Black-Tie" (2018) - Teatro Aliança Francesa "O Planeta dos Esquecidos" (2018) Produtor cultural e assessor de imprensa, atua desde 2005 na área comunicação e cultura. Formado em Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo (2007) e com especialização em Gestão Cultural pela PUC-SP (2020) e em Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo pela Belas Artes (2022). Trabalhou em importantes emissoras de rádios: Jovem Pan FM, Alpha FM e Grupo Bandeirantes. Em 2014 tornou-se sócio-diretor da Lugibi Produções Artísticas sediada em São Paulo. Com sua produtora, esteve à frente dos seguintes espetáculos: AS AVENTURAS DE PINÓQUIO (2023) Teatro das Artes, GRANDE SERTÃO: VEREDAS – RIOBALDO (2023) Teatro Eva Herz, O CEGO E O LOUCO (2023) Teatro Sérgio Cardoso, EU SEMPRE SOUBE ... (2022) Teatro Eva Herz, FELIZ DIA DAS MÃES (2022) Teatro Morumbi Shopping, YERMA (2022) Espaço Open Arts, O ÚLTIMO CONCERTO PARA VIVALDI (2021), Centro Cultural da Diversidade, LOUCAS (2021), temporada online, CROCODILAGEM (2019), Teatro Itália, DUOSOLO (2019), Teatro Eva Herz, NUNCA FOMOS TÃO FELIZES (2019), Teatro Itália, ELES NÃO USAM BLACK-TIE (2018), Teatro Aliança Francesa, O PLANETA DOS ESQUECIDOS (2018), Teatro Viradalata, DIGA QUE VOCÊ JÁ ME ESQUECEU (2018), Teatro Viradalata, AS LOUCURAS QUE AS MULHERES FAZEM (2018), Teatro Viradalata, ENQUANTO AS CRIANÇAS DORMEM (2017), Teatro Aliança Francesa, O CORTE (2016), Teatro FAAP, ANTES DE TUDO (2015), Teatro Augusta, MANUAL PARA DIAS CHUVOSOS (2014), Teatro Augusta. Além de produtor atua como assessor de imprensa, já tendo assessorado mais 150 espetáculos teatrais. Foi durante 2014 e 2015, assessor do Teatro Aliança Francesa de São Paulo/SP. EQUIPE CRIATIVA E ELENCO VICTOR BERTOLLINI Função no projeto: Idealizador do Projeto, Autor e Ator (Persongem: Carlinhos) Como ator, iniciou os estudos de Interpretação na Escola de Atores Wolf Maya, passando também pelo curso técnico profissionalizante de formação de atores do SENAC São Paulo. Aperfeiçoou sua atuação através da Técnica Meisner (com Samantha Maneschi) e pelo Método Stella Adler (com Ana Lys). Estudou Interpretação Teatral com Zé Henrique de Paula e Interpretação para TV com Nara Marques, Andrea Avancini, Eduardo Milewicz e Ana Carter. Estudou Humor com Marco Rodrigo, Cláudio Gabriel, Grace Gianoukas, Sérgio Mercúrio e Liane Maya. Fez aulas de Comédia Stand-up com a comediante americana Judy Carter e no Brasil com Fábio Lins. Em sua especialização para Teatro Musical, foi aluno das oficinas do Projeto Educacional SESI-SP em Teatro Musical. Fez canto com Alírio Netto e Marconi Araújo, ballet e jazz com Ariane Rossetti, jazz para musical com Adenis Vieira e sapateado com Chris Matallo. Como roteirista, fez aulas com Diego Molina, Celso Taddei, Maurício Rizzo, Emílio Boechat, Maria Amélia Farah e Renato Modesto. E como diretor, estudou Direção para Audiovisual com Alice Demier e Direção Teatral com Quiercles Santana. Foi bailarino destaque ao lado de Sophia Raia (filha da atriz Claudia Raia) na Comissão de Frente da escola de samba Nenê de Vila Matilde, no Carnaval de 2016, que trouxe como enredo a trajetória artística da atriz Claudia Raia, comemorando seus 30 anos de carreira. Em “Invisíveis Aliados”, Victor faz sua estreia nos palcos profissionalmente. ELTON TOWERSEY Função no projeto: Direção Musical, Música e Letras Fluminense de Niterói, trabalhou em mais de 15 musicais. Compositor aclamado e premiado, seu primeiro musical “Se Essa Lua Fosse Minha” (concebido junto com o dramaturgo Vitor Rocha) foi indicado a diversos prêmios e ganhou o Bibi Ferreira de melhor música e letra, em 2019. Seguiu compondo infantis, jingles, trilhas sonoras e o musical “Bom Dia Sem Cia”, também em parceria com o dramaturgo Vitor Rocha, cujo as canções foram indicadas ao prêmio Cenym e ao Bibi Ferreira. Em 2023, compôs música e letra para a Electrópera “IRON - O Homem da Máscara de Ferro”, dirigida por Ulysses Cruz, que foi indicada ao prêmio DID de melhor letra. Compôs também as canções pro recital online “Se Fosse Um Musical”, lançado na pandemia, disponível no Youtube. LIANE MAYA Função no projeto: atriz convidada (Personagem: Tia Luclécia) Liane Maya é atriz, cantora, bailarina, coreógrafa, diretora e professora de Teatro Musical, com mais de 30 anos de experiência, atuando em Teatro, TV e na música. Em 29 de abril de 2024, Liane é reconhecida e imortalizada como uma verdadeira Dama do Teatro pela ABRASCI (Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura), ocupando a cadeira 83, que antes pertenceu a Marília Pêra. Foi indicada três vezes ao Prêmio Bibi Ferreira por suas atuações em musicais, sendo elas: Melhor Atriz Coadjuvante em “Além do Ar - Um Musical Inspirado em Santos Dummont” (2023), Melhor Atriz em “As Damas de Paus” (2015) e Melhor Atriz Coadjuvante em “Crazy for You” (2014). Liane é conhecida por suas atuações em musicais, entre eles: “Cabaret”, “Crazy for You”, “As Damas de Paus” e “Gypsy”. Recentemente foi Vovó Addams em “A Família Addams – O Musical” (2022) e fez a governanta Eulália no musical “Além do Ar – Um Musical Inspirado em Santos Dumont”, que lhe rendeu uma indicação no Prêmio Bibi Ferreira. No primeiro semestre de 2024, esteve em cartaz no musical “Tarsila, a brasileira”, ao lado de Claudia Raia, no papel de Dona Olívia Guedes Penteado. E agora, para o segundo semestre de 2024, se prepara para viver a vilã Velma do musical Hairspray (ao lado de Thiago Abravanel). Liane é Bacharel em Artes Cênicas e pós-graduada em Teatro Moderno e Contemporâneo, sendo professora de Formação Teatral na CAL há mais de 20 anos. Participou de grandes espetáculos no eixo Rio-São Paulo, entre eles: “Maroquinhas Fru-fru” (direção Wolf Maya), “A menina e o vento” (direção Marília Pêra), “O Rei de Ramos (musical de Dias Gomes), “Village Station”, “Fourtune” (Pó de Guaraná), “Nunsense” (As Noviças Rebeldes), “Quem casa quer casa” (Martins Pena), “Foi bom meu bem” (Alberto de Abreu), “Splish- Splash” (Flavio Marinho), “Band-Age” (Zé Rodrix e Miguel Paiva), “Adoráveis Criaturas (Anselmo Vasconcelos), “Bodas de Fígado”. Foi dirigida diversas vezes por Cininha de Paula, em “Mu Caipira”, “Rock Rollou” e “Rádio Stars”. Na TV, trabalhou em diversos programas de humor da Rede Globo, como: “Planeta dos Homens” (Programa de Jô Soares) e “Escola do Professor Raimundo” (de Chico Anysio), no papel de Clarinha. Também atuou em novelas e minisséries da casa. Já na música, fez parte das bandas SoulRio, Tambor Brasil e As Frenéticas (em sua nova formação). Sua carreira como cantora solo vai do pop soul ao lírico.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.