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O Programa Ecofalante Universidades levará, através de plataforma online própria do projeto, para até 60 instituições de ensino superior do Brasil produções audiovisuais de diferentes nacionalidades voltadas a questões socioambientais e contemporâneas, promovendo a exibição e o debate junto a estudantes de diversas áreas de formação, dada a transversalidade do tema. As sessões serão sessões sempre seguidas de debates em universidades e serão agendadas conforme a demanda de cada instituição, distribuídos ao longo de 300 dias.
Não cabe.
Objetivo Geral: O Programa tem como objetivo exibir conteúdos audiovisuais de qualidade para os três pilares de atuação das universidades brasileiras: Ensino, Pesquisa e Extensão. Além disso contribuir para formar novas audiências e incentivar a produção cinematográfica, promover mudanças de hábitos culturais, e gerar uma reflexão sobre o papel de cada um na busca de soluções alternativas para um mundo mais sustentável. Objetivos Específicos: - Estabelecer relações com até 60 universidades e/ou instituições de ensino superior do Brasil para a exibição de filmes e promoção de debates;- Realizar sessões de filmes seguidas de debates com o intuito de aprofundar as questões abordadas nos filmes.- Estimular o uso do cinema como ferramenta pedagógica na Universidade;- Formar novas plateias para o cinema;- Incentivar a produção de cinema socioambiental, oferecendo um novo canal de difusão, de trocas de informação e de divulgação. 2º do Decreto 10.755, de 2021VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;
A Ecofalante realiza há 12 anos a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental tendo exibido mais de 1.000 filmes de várias nacionalidades para mais de 900 mil pessoas. Desde seu inicio, a Mostra estabeleceu a relação com instituições de ensino superior. Existe uma demanda crescente por parte dessa instituições por conteúdos audiovisuais de caráter multidiciplinar ou não que auxiliem na formação dos alunos, não só em termos educacionais, como também em termos culturais e de cidadania. Em especial no caso dos estudantes universitários, futuros tomadores de decisão, é preciso reforçar o caráter transversal da questão ambiental, demonstrando que ela está presente em nosso dia a dia e atinge a todos, independente da área de estudo escolhida, e não apenas as profissões voltadas especificamente ao meio ambiente. Nessa linha, o cinema, a televisão e documentários podem e devem desempenhar um papel relevante para as mudanças socioambientais necessárias. Para isso, é fundamental dar acesso às produções audiovisuais de boa qualidade a esses estudantes, envolvendo professores e coordenadores de curso e buscando desdobramentos que vão além da promoção do debate. No total, o Programa Ecofalante Universidades (em parceria com a Mostra Ecofalante) já atendeu mais de 200 mil pessoas em mais de 523 cidades de todo território nacional. Mais de 3.100 sessões e mais de 1.500 debates realizados em instituições de ensino. Desde a criação da plataforma Ecofalante Play em 2021, foi possível atender a todas as regiões do país. São mais de 3 mil usuários cadastrados, com 112 mil pessoas de público entre sessões e debates. São 169 instituições de ensino superior cadastradas na plataforma, tendo 85 delas realizado pelo menos uma sessão no primeiro semestre de 2023. (Dados até Agosto/2023) Com a justificativa acima o projeto irá:I ‑ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II ‑ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV ‑ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;V ‑ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VI ‑ priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem como finalidade também:Fomentar à produção cultural e artística, mediante a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Estímular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
O Programa Ecofalante Universidades (PEU) é uma extensão educacional da Mostra Ecofalante de Cinema - o maior festival de cinema com temática socioambiental da América do Sul. O PEU foi criado no ano de 2017, com a missão de contribuir por meio do cinema no processo de enriquecimento educacional, potencializando a formação dos estudantes e despertando a consciência cidadã nos mais diversos níveis de ensino. Por meio de uma seleção de filmes - presentes na Ecofalante Play - é possível trabalhar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. O PEU leva a estudantes de todo o Brasil a reflexão e o debate em torno de importantes temas atuais (emergência climática, consumo, cidades, energia, tecnologia, conservação, economia, trabalho, saúde etc). Realizando também formações de educadores em escolas, universidades e outros equipamentos culturais. Além de proporcionar o acesso a conteúdos audiovisuais relevantes e com grande potencial para serem utilizados em atividades dentro do tripé ensino, pesquisa e extensão; tais atividades são construídas considerando dinâmicas e projetos pedagógicos diversos das instituições, bem como adaptando-se às diferentes realidades. Embora o PEU tenha em seu título “Universidades”, atende instituições públicas e privadas não somente do ensino superior, mas também dos níveis infantil, médio, técnico e fundamental de todo o país, assim como do ensino não-formal. Para conhecer mais sobre o PEU acesse: https://ecofalante.org.br/educacional
Serão exibidos até 30 títulos distintos ao longo do projeto de acordo com a demanda das instituições. Cada instituição poderá solicitar quantas sessões forem necessárias, de acordo com a demanda apresentada.
O projeto acontecerá inteiramente online em 2024. A plataforma disponibizará filmes com acessibilidade (Libras, audiodescrição e legenda descritiva). As sessões com acessibilidade acontecerão conforme demandas das instituições de ensino.JUSTIFICATIVA DO MOTIVO DE NÃO SER POSSÍVEL TER ACESSIBIDADE EM 100% DAS SESSÕESConforme o Art. 25 da IN vigente, as propostas culturais apresentadas ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais do Pronac devem conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível.Sobre as questões técnicas, salientamos que na edição da Mostra Ecofalante de Cinema de 2023, tivemos algumas experiências em que parte do público reclamou ou deixou a sessão em que um filme tinha as 3 acessibilidades simultâneas. Ter audiodescrição, que dependendo da sala, o áudio só é disponibilizado para a sala toda, se misturando com o áudio do filme, legenda descritiva, libras e ainda a legenda da tradução do filme na cópia, atrapalha a experiência do público, pois as acessibilidades simultâneas e legenda em português cobrem parte da imagem.Por experiência em outras edições, as sessões com acessibilidade aconteceram de forma mais acertiva, para não incomodar o público em geral, oferencendo uma acessibilidade de cada vez. Mas mesmo divulgando, é muito dificil termos o comparecimento de pessoas com necessidades especiais nas sessões.Antes da pandemia, fazíamos busca ativa junto as associações da cidade de São Paulo para divulgar e oferecer as sessões programadas com acessibilidade. Poucas vezes tivemos a presença das pessoas atendidas pela associações pois muitas delas não tinham como organizar a ida das pessoas até as sessões, ou seja, a demanda ainda é escassa.Ainda sobre as questões técnicas, poucos filmes possuem alguma acessibilidade. Para cumprir o objetivo da IN vigente, teríamos que ter grande parte dos filmes negociados e as masters dos mesmos recebidas quatro meses antes do início da Mostra, para que a produção das acessibilidades e posteriormente das cópias de exibição que são usadas no Programa Ecofalante Universidades, sejam realizadas. E esse período minimamente necessário para produzir as acessibilidades não cabe no cronograma do projeto.Além das questões técnicas, um outro grande gargalo é o impacto orçamentário do projeto. Para que cerca de 100 títulos fossem produzidos com as três acessibilidades, seriam necessários o mínimo de 300 mil reais, sendo que a própria IN limita o orçamento dos projetos. para que esse valor fosse adicionado ao projeto, seria necessário excluir rubricas de equipe e outros serviços que inviabilizam a realização do projeto e o proponente não possui recursos próprios ou outras fontes de patrocínio para que esse investimento seja realizado.Para cumprir o maior número de atividades com acessibilidades, iremos gradativamente aumentar as atividades com acessibilidade, como viemos fazendo em todas as edições, conforme permitido pelo orçamento.Gostaríamos de salientar que o projeto é realizado em instituições de ensino espalhadas pelo país, as condições de acessibilidade estão condicionadas às instalações de cada local. As cópias de filmes com acessibilidade estarão disponíveis para utilização dentro da plataforma de acordo com a demanda de cada instituição.
O projeto é totalmente gratuito. As universidades e instituições de ensino terão como contrapartida promover debates com coordenadores e professores no sentido de que o conteúdo disponibilizado através dos filmes possa ser utilizado da melhor forma possível, seja gerando material pedagógico de apoio ou ainda com estratégias de formação de multiplicadores. Além disso, a exibição dos filmes já é em si a facilitação do acesso a filmes de diferentes nacionalidades, que ainda não estão disponíveis no país, devidamente legendados. Adotaremos a medida de democratização de acesso abaixo, disponibilizando debates realizados pelas instituições públicas de ensino na plataforma do projeto. art. 24 da IN nº 01/2022 - Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;
As funções de Curadoria, Comunicação e Produção totalizam 12 pessoas, sendo estes contratados na fase de pré-produção.O núcleo do Programa Ecofalante Universidades é liderado pelos seguintes profissionais: DIRETOR GERAL: Chico Guariba Há mais de 25 anos vem atuando nas áreas de comunicação, educação, meio ambiente e políticas públicas. Nos últimos anos exerceu cargos de direção em ONGs e fundações de caráter educacional e ambiental, e se dedicou à produção executiva e direção de filmes, vídeos, e programas de televisão de caráter cultural e educativo. Além dessa atividade professional, tem formação em economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e trabalhou por quase 15 anos no setor público, exercendo vários cargos de direção no setor de políticas públicas (Secretarias Estaduais de Meio Ambiente e de Cultura) e participando de várias comissões de avaliação de projetos, como Programa de Controle de Poluição do Estado de São Paulo (PROCOP), financiado pelo BIRD. Atualmente é presidente da ECOFALANTE, organização não governamental, sem fins lucrativos, especializada em projetos socioambientais, e diretor da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental (www.ecofalante.org.br/mostra), que tem como objetivo discutir questões ambientais, de sustentabilidade, cidadania, governança, participação e políticas públicas. A Mostra está na sua quarta edição e acontece em 20 cidades do Estado de São Paulo. É sócioproprietário das produtoras Guariba Filmes e Lira Filmes e Vídeo e consultor de projetos cinematográficos, já tendo sido membro do júri do Ministério da Cultura e Secretaria do Audiovisual (MINC/SAV) para a seleção de longas metragens de Baixo Orçamento (2009); do PROGRAMA PETROBRAS CULTURAL (Longa metragem Digital – 2010) e Presidente do Júri da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo / TV Cultura para a seleção de Telefilmes 2010. Também já foi vice‑presidente da Associação Paulista de Cineastas (APACI). CURADOR: Francisco Cesar Filho Paulistano nascido em 1958, Fra ncisco Cesar Filho é cineasta, curador e diretor de televisão, ex‑presidente da ABD‑SP e atual presidente do Fórum dos Festivais. Estudou Cinema e Filosofia na Universidade de São Paulo e recebeu, em 1993, Bolsa Intercultural para Cinema e Vídeo das fundações norte‑americanas Rockefeller e MacArthur. É criador e organizador da Mostra do Audiovisual Paulista (evento anual realizado desde 1987), diretor e curador do Festival de Cinema Latino‑Americano de São Paulo e curador da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul e da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Foi director‑adjunto do É Tudo Verdade ‑ Festival Internacional de Documentários, diretor associado do Festival Internacional de Curtas‑Metragens de São Paulo e coordenador executivo do Vivo arte.mov – Festival Internacional de Artes em Mídias Móveis. Ex‑membro do Conselho Consultivo do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, tem colaborações com diversos eventos audiovisuais, como a Goiânia Mostra Curtas e a Mostra de Cinema de Tiradentes. É organizador e/ou curador de eventos audiovisuais como o festival Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul e as mostras O Cinema Brasileiro Encarcerado: A Censura no Regime Militar (maio de 2003), SP Música ‑ no cinema, vídeo e na tv (janeiro/fevereiro de 2004), Diretores Brasileiros: Carlos Manga (abril de 2004), Nossa Gente de Rua ‑ filmes, vídeos e debates sobre moradores em situação de rua (novembro de 2004), Embrafilme, filmes e debates (fevereiro/março de 2005), Mostra de Arte Eletrônica (abril de 2005), Diretores Brasileiros: Carlos Reichenbach (maio de 2005), Cine Erótica (dezembro de 2005), 1ª Mostra Sesc Rio de Arte Eletrônica (dezembro de 2006), Panorama da Vídeo‑Criação no Brasil (março de 2007), Clássicos e Raros do Nosso Cinema (dezembro de 2007/janeiro de 2008), O Cinema de Aron Feldfman (janeiro/fevereiro de 2008), Chris Marker Bricoleur Multimídia (maio/julho de 2009), Brasil Anos 80: Cinema e Vídeo (fevereiro/março de 2010), Luc Moullet, Cinema de Contrabando (fevereiro/março de 2011) e Cine MPB (janeiro de 2012), entre outros. É coordenador de curadoria convidado da Programadora Brasil (iniciativa do Ministério da Cultura / Secretaria do Audiovisual, Cinemateca Brasileira e Centro Técnico Audiovisual), tendo sido assessor de programação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, programador do Circuito Brasil de Cinema (iniciativa da Petrobras e do Banco do Brasil de exibição filmes brasileiros nas sedes da Associação Atlética Banco do Brasil), coordenador, junto com Lucas Bambozzi, da programação Rumos Cinema e Vídeo (desenvolvida pelo Itaú Cultural no período 1998/1999) e programador de cinema do Centro Cultural São Paulo (1995/1996), além de responsável pela implantação da área de cinema e vídeo da Galeria Olido, centro cultural paulistano inaugurado em 2004. De 2009 a 2011 foi coordenador executivo de três programas da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura: Nós na Tela, XPTA.LAB e Nossa Onda. É diretor, roteirista e produtor de documentários premiados no Brasil e no exterior, como Rota ABC (1991), um dos principais títulos da chamada Primavera do Curta‑Metragem Brasileiro, eleito melhor curta no Festival de Brasília, vencedor de prêmio especial do júri no Festival de Oberhausen (Alemanha) e selecionado para os festivais de Locarno, Roterdã e Nova York. Atualmente prepara o lançamento de seus longas‑metragens Augustas e Futuro do Pretérito – Tropicalismo Now! (este último co‑dirigido por Ninho Moraes). Dirigiu ainda séries e programas televisivos, como Realidade, Nós na Tela, Vanguardas, Primeiro Plano e Janela Eletrônica. PRODUTORA EXECUTIVA: Daniela Guariba Daniela de Oliveira Cyrino Guariba – Produção executiva de projetos audiovisuais e gestora de projetos culturais.Principais Trabalhos recentes: Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020, 2021 e 2022 e suas itinerâncias. Filmes: A Água e Metrópole (2012); Os Desafios para o Desenvolvimento Sustentável – média Metragem - Em finalização 2011 – Rivellino – Curta Metragem - Produção Executiva – 35mm, 15 minutos. 2010 – O Vale dos Quilombos. Uma produção Ecofalante. DVCAM, 48 minutos. 2009/2010 Prêmio SAV – Secretaria do Audiovisual/Minc para Pesquisa em Cinema e Audiovisual. Histórias da Imigração Japonesa - 100 Anos. 2009 – O Vale Do Ribeira - Produção Executiva. Coprodução Ecofalante e TV Cultura. DVCAM, 52 minutos. 2009 – Visita à Aldeia Guarani – Produção Executiva. DVCAM, 19 minutos. 2009 – Os Japoneses no Vale do Ribeira - Produção Executiva. DVCAM, 52 minutos. 2007/2008 - Pajé Sapaim, O Mensageiro Do Tempo - Produção Executiva. Documentário premiado no concurso “Janela Brasil” 2007, realizado pela TV Cultura. 2007 – Cinema Brasileiro no Século XXI - Produção Executiva. Projeto realizado através do Fundo Nacional de Cultura.
ABERTO O PRAZO PARA APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.