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Este projeto propõe a circulação da peça teatral LUIZ GAMA: UMA VOZ PELA LIBERDADE, na cidade de São Paulo. Prevemos uma temporada de 2 meses (08 semanas) do espetáculo que conta a biografia do líder abolicionista, primeiro advogado negro brasileiro e, hoje, herói nacional, Luiz Gama. A peça está há 09 anos em cartaz e permanece inédita na capital paulista. A dramaturgia é do ator Deo Garcez, a direção artística de Ricardo Torres e a coordenação de produção da ARS Facere.
O espetáculo “LUIZ GAMA: UMA VOZ PELA LIBERDADE” é uma biografia dramatizada sobre vida e obra de Luiz Gama, um homem brasileiro, negro, do século XIX, filho de Luiza Mahin (figura feminina histórica da luta abolicionista no Brasil). Na função de rábula (advogado provisionado), ele conquista sua carta de alforria e liberta gratuitamente mais de 500 escravizados, baseado na Lei de 1831, que proibia o tráfico de escravizados para o Brasil. É considerado também a primeira voz negra da literatura brasileira. Gama, em homenagens póstumas, foi oficialmente reconhecido como advogado pela OAB em 2015, e em 2018 foi nomeado por leis federais como o Patrono da Abolicionismo Brasileiro e inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. No espetáculo, além de contar a vida desse brasileiro que foi intencionalmente apagado de nossa História, fazem-se comparações entre a situação dos negros à época e na situação atual, demonstrando que a verdadeira Abolição da Escravidão ainda não foi totalmente implementada.
O projeto Luiz Gama: Uma Voz Pela Liberdade tem como OBJETIVO GERAL: Realizar 01 temporada de 02 meses do espetáculo "LUIZ GAMA: Uma Voz pela Liberdade" na cidade de São Paulo. OBJETIVOS ESPECIFICOS: 1- Montar e realizar 24 apresentações (3 dias por semana) com duração de 60 minutos cada. 2- Realizar 4 debates com os atores do espetáculo. Realizar 04 apresentações com intérprete em LIBRAS
Apresentação de espetáculo teatral não é possível fazer com verbas próprias, sobretudo quando pensamos em circulação, o que acarreta despesas extras como hospedagem, viagem, alimentação, locação de materiais etc. Havendo, portanto, a necessidade de seu incentivo e fomento. Informo que a apresentação da peça em São Paulo atende, considerando a Lei 8.313 de 23 de dezembro de 1991, os incisivos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E com relação ao Art. 3º da mesma Lei 8.313, informo que atendemos aos incisivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
0 Projeto LUIZ GAMA: UMA VOZ PELA LIBERDADE, justifica-se primeiro pela relevância de sua temática, pois num país que ainda mantem viva a cultura do preconceito racial e da discriminação contra negros, falar de Luiz Gama é falar sobre nossa história de luta contra a escravidão e refletir sobre nosso comportamento diante dessa temática. Além disso, a peça é um resgate da história do Brasil, um registro de um momento marcado pela violência dos direitos humanos fundamentais e, portanto, tem um papel reparador para com milhares de pessoas que sofreram as amarras desse regime excludente. E que ainda nos tempos atuais sofrem as consequências da privação de liberdade. Os acessos aos brancos e aos pretos, no Brasil, não são os mesmos. A peça, então, revela o povo negro como autor de sua própria história, o protagonista do cenário cultural brasileiro. Luiz Gama é um homem negro visto como exemplo de intelectualidade, pois contrariando a condição de escravizado, aprende a ler e escrever, possui conhecimento de seus direitos e defende o seu povo na luta por liberdade e igualdade. 0 negro que ama sua cor, que sente os ares de libertação e que busca o seu lugar de direito na sociedade. Além disso, é importante ressaltar que nos últimos anos homenagens e reverências ao nome de Luiz Gama estão se ampliando, o que reforça o interesse crescente e busca por sua biografia. Destacamos, como valorização da cultura local, a cidade de São Paulo onde anualmente são feitas inúmeras homenagens a Luiz Gama, incluindo uma caminhada do Largo do Arouche, onde há um busto do nosso herói, até o Cemitério da Consolação, onde foi enterrado em 1882. E uma última informação: já estivemos algumas vezes na capital paulista para apresentações fechadas em eventos institucionais e empresariais levando tanto na íntegra quanto trechos da peça, o que nos demonstra que há um interesse pela história de Luiz Gama na cidade de São Paulo e pela preservação de sua memória, pois, apesar de nascido na Bahia, Gama atuou em São Paulo onde passou toda a sua vida adulta.
LUIZ GAMA: UMA VOZ PELA LIBERDADE é uma peça teatral que conta com 1 ator e 1 atriz em cena. A duração da peça é de 60 minutos. Está prevista 4 apresentações com intérprete em LIBRAS. Além das apresentações previstas para a peça teatral, realizaremos debates como contrapartida social após o espetáculo que terão duração de 30 minutos (podendo se estender se houver disponibilidade da casa de espetáculos).
Com o objetivo de dar acesso a pessoas com deficiência e ou com necessidades especiais, trabalharemos nas seguintes frentes no nosso plano de acessibilidade e inclusão: ACESSIBILIDADE FÍSICA: seleção de teatros que possuam acesso a cadeirantes, idosos e PcDs; (Caso sejam realizadas apresentações em espaços alternativos, a produção se responsabilizará pela providência de medidas de acessibilidade e segurança), conforme Instrução Normativa n° 11, de 30 de janeiro de 2024 e disposto no Art. 27: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 04 (quatro) apresentações no teatro terão tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), conforme Instrução Normativa n° 11, de 30 de janeiro de 2024 e disposto no Art. 27 e no incisivo: II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto. Essas 04 apresentações com LIBRAS terão suas datas divulgadas em nossas redes sociais e, através de mailing e/ou Redes Sociais indicadas junto a institutos, grupos e entidades que tenham deficientes auditivos e/ou surdos em suas pautas.
Como medida de democratização de acesso às atividades, aos produtos, serviços e bens culturais dela resultantes, conforme Instrução Normativa n° 11, de 30 de janeiro de 2024 e disposto nos artigos: Art 29: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 30: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; e V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Para este último incisivo, prevemos, como informado, 04 debates com a presença do ator e da atriz do espetáculo.
Diretor de Produção e gestão do projeto: Antonio Tostes Produtor, tradutor e ator profissional desde 2015. Bacharel pela Faculdade de História (IFCS/UFRJ) e licenciado pela Faculdade de Educação (UFRJ) em 2007, pesquisador bolsista pela FAPERJ (2002), é também Mestre em Memória Social pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social (UNIRIO) em 2013 e também pesquisador bolsista em Memória e Patrimônio pela CAPES (2013-2015). É doutor em Memória Social (PPGMS/UNIRIO) com enfoque de pesquisa em Memória e Patrimônio sobre os teatros dos antigos cassinos brasileiros, e realizou doutorado sanduíche como bolsista CAPES em 2017 pela Université Paris-Sorbonne (Paris V – Descartes) e bacharel pela Faculdade Cal de Artes Cênicas. Atua também como tradutor e professor de francês (com Diploma Aprofundado em Língua Francesa pelo Ministère français del’Éducation Nationale) e italiano (formado pelo Istituto Italiano di Cultura). Como tradutor, seus últimos trabalhos são a peça teatral Casimir e Caroline (2017) dirigida por Isaac Bernat; revisão de tradução do livro Antropologia dos Restos (2017) de Octave Debary; peça de formatura Hanokh (2017) (textos de Hanokh Levin Douce Vengeance) dirigido por Isaac Bernat; peça de formatura Os Arquivos do Mundo (2016) espetáculo adaptado a partir das peças Cejour-là e Ronde de Nuit do Théâtre du Soleil e Aftaab (onde também realizou os contatos de liberação de direitos autorais); legendas em francês do DVD A Escola Nacional de Circo, 25 anos (2011). Organizou o 1º Seminário Internacional em Memória Social - "Memoração, Patrimonialização e Imagens Documentárias". Atualmente produz junto com Roberta Bokel o projeto Cal na Roda de leituras dramatizadas nacionais. Participou como ator dos espetáculos Casimir e Caroline (2017) de Ödön von Horvath com direção de Isaac Bernat; Bufunfa (2016) de Marcelo Morato; Sonho de Uma Noite de Verão (2015) de Isaac Bernat; Felizac (adaptação da obra Como me tornei Estúpido de Martin Page) dirigido por Lucas Gouvêa (2015) na qual participou como ator e cenógrafo; e assistente de direção na peça A História do Comunismo Contada aos Doentes Mentais (2016) de Matei Visniec com direção de Isaac Bernat. Em 2023 lançou o documentário BRANQUITUDE BRASILEIRA atuando como produtor, diretor e roteirista. Lançou o livro CASSINO BRASIL, peça teatral, como dramaturgo. Também realizou a oficina MEMÓRIAS E HISTÓRIAS PARA ROTEIROS no Centro Cultural Justiça Federal (RJ) em 2023. Direção: Ricardo Torres Homem de Teatro e artista plástico. Em Brasília e no Rio montou, como diretor, dentre outras, peças de Pinter, Maquiavel, Ghelderode, Oscar Wilde, WJ Sol ha, L.F. Emediato, Genet, Lorca, Dias Gomes, Alcione Araujo. E várias de sua própria autoria. Como cenógrafo, figurinista e aderecista, participou de mais de 50 trabalhos teatrais, inúmeras novelas e minisséries da Rede Globo, alguns filmes, foi instrutor de diversas oficinas na área e atua no Carnaval carioca desde 1994. Como artista plástico, participou de inúmeras exposições, em Brasília, Rio, Belo Horizonte, Juiz de Fora e Petrópolis. Recebeu muitas indicações e alguns prêmios em Teatro, Música, Cinema e Literatura. Mais: apresentação de peças suas em Connecticut/USA; consultoria "ad hoc" na CAPES, do Min. da Educação; Professor de 3° Grau no Bacharelado e Licenciatura Plena em Artes Cênicas na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília. Ator e Dramaturgo: Deo Garcez Deo Garcez é ator de teatro, TV e cinema, professor de teatro, autor, diretor e produtor teatral. Neste ano de 2024 o ator completa 49 anos de carreira, tendo estreado no teatro aos onze anos de idade em São Luís-MA, sua terra natal. Ele é Bacharel em Interpretação Teatral e Licenciado em Artes Cênicas pela Faculdade de Teatro Dulcina de Moraes (de quem foi aluno) em Brasília-DF/1987 e 1990. Assim como foi aluno de Antunes Filho, pela CAL no RJ – 1992. Ator premiado através do Troféu Raça Negra de Melhor Ator (SP) e Prêmio Arlequim de Melhor Ator (RJ); Prêmio Ary Mendonça de Melhor Ator (RJ); Troféu Zumbi dos Palmares – Câmara Legislativa de SP; Medalha Tiradentes da Academia de Letras de Limeira (SP), Medalha Pedro Ernesto pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro Tem no currículo 55 espetáculos teatrais, destacando-se: “Luiz Gama: Uma Voz pela Liberdade”, de sua autoria, onde vive o próprio Luiz Gama. “Rei Lear”, “O Mercador de Veneza,” ‘Ricardo III’, de William Skakespeare, “As Criadas”, de Jean Genet, “Anjo Negro”, de Nelson Rodrigues, “Morte Sobre a Lama”, de Ricardo Torres, “Amor de Comédia”, de Tiago Santiago, “A Batalha de Oliveiros e Ferrabrás”, de W. J. Solha, “O Bem Amado”, de Dias Gomes, “Voz do Sangue”, de Harold Pinter, “Quartet”, de Heiner Muller, “A Mandrágora”, de Maquiavel, “A Casa de Prostituição”, de Anais Nin, de Francisco Azevedo, “João Caetano ou Morte – um ensaio com Luiz Gama”, de Bruno Bacelar e Rohan Baruck,“Casa de Cômodos”, de Cecília Terrana, “Barrela”, de Plínio Marcos, “Dom Chicote Mula Manca”, de Oscar Von Pfhul, “O Lenhador e a Árvore que Andava”, de Oscar Von Pfhul, “Eu Chovo, Tu Choves, Ele Chove”, de Silvia Orthof, “O que fazer pela Flor”, de Marco Antonio Carvalho,“Quiprocó”, de Arthur Azevedo, “A Incelença”, de Luiz Marinho, Flicts, de Ziraldo. Por cinco vezes consecutivas, interpretou Jesus Cristo no espetáculo teatral "Cristo da Paixão", pela Paixão de Cristo, em Custódia - PE. Em TV fez 16 novelas, dois seriados, um programa educativo e diversos vídeos institucionais: Novelas "Xica da Silva", "Mandacaru" (TV Manchete); "O Cravo e a Rosa", “O Outro Lado do Paraíso”, “Salve-se Quem Puder”, “Nos Tempos do Imperador”, “Mar do Sertão”, “Fuzuê” (TV Globo), "Canavial de Paixões", "Carrossel", Ô..Coitado!” (SBT), "A Escrava Isaura", "Prova de Amor", "Caminhos do Coração", "Os Mutantes", "Promessas de Amor" (Record), “Mar de Palavras” (Programa educativo - TV Multirio) “Questão de Família (seriado-GNT), “Sinuca de Bico” (Você Decide – TV Globo) e Vídeos Institucionais da Petrobrás produzidos pelo Senac Rio. No cinema fez “Brasília 18%”, roteiro e direção de Nelson Pereira dos Santos, “O Outro Lado da Rua”, de Marcos Bernstein e João Manuel Carneiro, “O Lucro Acima da Vida”, de Nic Nilson, “Aqui Jazz”, de Joubert Durvall, “Fora de Série” e “Bom dia, Rio de Janeiro” de Ed Lopez, “Passado Tem Boas Memórias”, de Anna Santos, “O Lobisomem de Pedra, de J. Peron, entre outros. Recebeu os prêmios de Melhor Ator de TV pelo Troféu Raça Negra em 2007 (SP), o de Melhor Ator pelo Festival de Teatro (RJ) em 2010 e o Prêmio Ubuntu de Melhor Ator em 2020. Deo Garcez é autor do espetáculo LUIZ GAMA-UMA VOZ PELA LIBERDADE. Desde 2015 está em cartaz com o espetáculo LUIZ GAMA - UMA VOZ PELA LIBERDADE, de sua autoria, no qual faz o protagonista LUIZ GAMA. Em 2019 Deo Garcez recebeu a Medalha Pedro Ernesto, a maior comenda da cidade do Rio de Janeiro, pelos seus longos anos de carreira de ator e por seus trabalhos voltados para a temática dos afrodescendentes brasileiros, em função de uma luta antirracista através de sua arte, culminando com o espetáculo LUIZ GAMA - UMA VOZ PELA LIBERDADE. O ator é membro da Comissão Estadual da Verdade da Escravidão Negra - OAB - RJ e membro honorário das Comissões da Verdade da Escravidão Negra do Estado do Maranhão - OAB - MA e de Campinas - SP. Também é membro consultivo da ABRACRIM - OAB - MA. Recentemente Deo fez as novelas "Mar do Sertão" e "Fuzuê " na TV Globo. Atriz: Soraia Arnoni Atriz formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna (2006), licenciada em teatro pela UNIRIO (2012), graduanda bacharelado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente, está em cartaz com o espetáculo “Luiz Gama, uma voz pela liberdade”, no qual atua desde 2016, com diversas temporadas pelo Brasil. Em 2022, estreou “Casa Invadida”. Em 2019, dirigiu e atuou no espetáculo lírico "Guerreiras" e atuou no "Duo Convida: Ouviram do Ipiranga", ambos do Duo Pretas. Anteriormente, participou de “Casa de Cômodos” (2014), entre outros. Participou também de diversos festivais de teatro, como o FITUM (em Monastir, na Tunísia) com o trabalho “Teatro sem Arquitetura, Dramaturgia sem Literatura, Ator sem Papel” (2009). Em cinema, atuou no curtametragem de ficção "Vai Ficar Tudo Bem" (2023) e no minidocumentário de média metragem "Luiz Gama na Pequena África" (2022). Também atuou e foi co-roteirista do curta “Medo da Chuva em Noite de Frio” (2020), que estreou no festival Curta Cinema e concorreu como semifinalista no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, categoria melhor curtametragem documentário. Além disso, também atuou e compôs a equipe de roteiro do curta “Uma História das Cores” (2018), eleito melhor filme da mostra Cinema da Gema do 12º Festival Visões Periféricas (2018) e do 12º Festival do Cinema Brasileiro, Circuito Penedo (2019). Anteriormente, integrou o elenco do curtametragem “Os Olhos de Cecília” (2015) que, entre outros festivais, esteve na Short Film Corner de Cannes e ganhou melhor filme na mostra Cinema da Gema do 10º Festival Visões Periféricas (2016).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.