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PRONAC 244166Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Congadar - Circulação 2026

Gramophone Produções
Solicitado
R$ 182,7 mil
Aprovado
R$ 182,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Jongo
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Sete Lagoas
Início
2025-01-06
Término
2025-12-20
Locais de realização (6)
Vitória da Conquista BahiaFortaleza CearáCampo Grande Mato Grosso do SulNatal Rio Grande do NorteSanta Maria Rio Grande do SulAltinópolis São Paulo

Resumo

Esta proposta visa a circulação da banda Congadar por 06 festivais e eventos de médio porte realizados em diversas regiões do Brasil em 2025 para divulgação do seu próximo trabalho a ser gravado em julho de 2024.

Sinopse

Do show - Indicação estária: livre Em seu show, a banda Congadar apresenta em seu repertório músicas dos seus trabalhos lançados, Retirante (2019), Chora N'goma (2022) e Morro das Três Cruzes (2023). Estão presentes releituras de canções tradicionais das festas do Congado Mineiro como "Aê Angola", "Na Beira do Caminho", "Sá Rainha Conga", "13 de Maio", de canções de Folia de Reis como "Marimbondo Amarelo", além de composições autorais como "Retirante", "Chico Rei", "Morro das três Cruzes" e "Tranças Nagô". Todo o repertório é selecionado de forma mostrar a força e ancetralidade do congado, assim como suas histórias e heranças para o povo negro. Da oficina - Indicação etária: livre - Público alvo: estudiosos, trabalhadores e público em geral interessados em Cultura popular. - Gratuito Ao longo de 1h30, Mestre Saúva conta desde as primeiras histórias sobre as festas de Reizado trazidas por Chico Rei para antiga Vila Rica, hoje Ouro Preto, até se espalhar por toda Minas Gerais, interior de São Paulo e Goiás. Fala sobre as diferenças das diversas guardas de Congo, como Marujada, Congado, Moçambique, seus toques de caixas, músicas, até a sua contribuição para a formação cultural no estado e como a sua presença ainda é forte em comunidades tradicionais como Ciriacos (Contagem/MG), Arturos (Contagem/MG), Comunidade do Açude (Jaboticatubas/MG), Pontinha (Paraopeba/MG), Garimpo (Sete Lagoas/MG), dentre tantos outros. Assim como o conhecimento passado pelos ancestrais, a oficina será por contação de histórias tradicionais, batidas dos tambores e tradicionais canções do Congado Mineiro, onde o oficineiro convida os presentes a participar, seja cantando ou dançando. Oficineiro: Carlos Warley Vieira de Castro - Mestre Saúva Nascido e criado em meios às tradicionais festas de congado em Sete Lagoas, Mestre Saúva começou estudando música no Coral Dom Silvério. Formou em Regência Coral na Fundação Clóvis Salgado. É oficineiro em Expressões Folclóricas e Percussão em projeto sócio-culturais, além de reger corais como Coral Santa Cecília (Diocese de Sete Lagoas) e no CEU das Artes de Sete Lagoas. Em 2022 recebeu o título de Doutor honoris Causa pela Faculdade Febraica pela sua contribuição na preservação e valorização da cultura negra. É membro fundador da banda Congadar desde 2013.

Objetivos

O Objetivo deste projeto é promover a circulação da banda Congadar por 06 festivais e eventos de médio porte em diversos estados do Brasil, com o intuito de divulgar seu próximo trabalho, disco que será gravado em julho de e lançado no segundo semestre de 2024. Através deste projeto, a banda poderá circular por seis estados em quatro diferentes regiões, que são Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul. - Os eventos e cidades que deverão receber a circulação deste projeto serão: 1) Festival Do Sol - Natal/Rio Grande do Norte; 2) Festival Suíça Baiana - Vitória da Conquista/Bahia; 3) Festival Forró da Lua Cheia - Altinópolis/São Paulo; 4) Feira de Música de Campão - Campo Grande/Mato Grosso do Sul; 5) Festival Morrostock - Santa Maria/Rio Grande do Sul; 6) Ecléticos Livre Festival - Fortaleza/ Ceará; Com este projeto, a banda Congadar também contribui para a difusão e valorização da cultura popular, neste caso o Congado Mineiro, entre o público de festivais e eventos de médio porte, ligados à música independente. O projeto ainda prevê uma oficina gratuita em cada cidade que será realizado o show, aberta ao público, para conversar sobre as raízes, a importância e a ancestralidade do Congado Mineiro. Desta forma, propõe divulgar e instigar o interesse nas Culturas Populares, além de dialogar com outros conhecimentos da área. Desta forma, o projeto atende as finalidades do Artigo 3º da Lei 8.313, através: II - Fomento à produção cultural e artística; III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico

Justificativa

O Congado é uma das manifestações culturais mais tradicionais de Minas Gerais. Apesar dos poucos registros oficiais sobre o assunto, a manifestação cultural tem sua origem Africana. Segundo a história oral, o Congado teria chegado à Minas Gerais na primeira metade do século 18 através de Chico Rei. Trazido como escravo para trabalhar nas minas de Vila Rica, hoje Ouro Preto, Galanga seria Rei de uma tribo no Reino Congo. Após um período de duros trabalhos, Chico Rei teria comprado sua própria alforria e de vários de seus conterrâneos. Para manter suas tradições vivas, o Rei organizou a Irmandade do Rosário e Santa Efigênia. Embalados por cantos e toques tradicionais trazidos da terra natal, os negros faziam as festas do Rosário, que ao longo do tempo se espalharam por outras regiões de Minas Gerais e se transformaram em um importante símbolo de resistência da cultura negra. Apesar de ser uma manifestação forte no Estado, em muitas cidades o Congado está restrito apenas às festas locais, esquecido e pouco conhecido pela população. Mesmo assim, a memória desta cultura tão antiga e rica em Minas Gerais se mantém viva e aos poucos volta a ganhar espaço, com o trabalho de resgate de diversos artistas como Milton Nascimento, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê e Titane. O Congadar, através das suas releituras das marchas de Congado e sua mistura com o rock, tem levado essa cultura para o público e contribuído para a sobrevivência desta importante manifestação da cultura mineira. Com um trabalho voltado para a difusão da música popular, manifestada pela banda Congadar como uma das formas mais tradicionais da música mineira, o congado mineiro, este projeto busca uma vivência da população das cidades atendidas, com uma manifestação artística e de raízes afrobrasileiras, a fim de democratizar o acesso a esta linguagem que faz parte da construção da identidade musical mineira. A difusão dessa manifestação artística busca um resgate sobre a identidade do cidadão e seus intercâmbios com as formas artísticas musicais criadas a partir do Congado, influência musical Africana que transformou a realidade cultural mineira desde sua chegada. O contato com essa forma de linguagem contribui para preservação da identidade desse bem imaterial tão importante na construção da cultura. Vemos a necessidade de remoldar as formas de acesso à música popular brasileira, representada aqui pelo Congado Mineiro, no âmbito da preservação do seu caráter Artístico - Afrobrasileiro, e principalmente de sua identidade mineira latente. Este projeto procura minimizar um dos principais gargalos da realidade das bandas independentes, a circulação a nível nacional. Apesar de um grande mercado de festivais em diversos estados do Brasil, as bandas independentes ainda pouco conhecidas enfrentam a dificuldade de transitar nos festivais, uma das principais janelas de exposição ao público e dar visibilidade. Assim, a banda terá mais exposição e, por consequência, divulgar o seu trabalho e uma manifestação cultural regional de Minas Gerais em diversas regiões e estados do Brasil.

Estratégia de execução

Para este projeto de circulação, estão previstas as contratações dos seguintes profissionais para a equipe técnica, em um total de 5 pessoas: - Um produtor; - Um técnico de som - Um técnico de luz - Um roadie - Uma pessoa de comunicação responsável pelo registro das viagens Este profissionais farão as viagens junto da banda, que tem 7 integrantes: - Mestre Saúva: percussão e voz - Filipe Eltão: percussão e voz - Wesley Pelé: percussão e voz - Giuliano Fernandes: guitarra e direção artística - Marcão Avellar: baixista - Sérgio DT: bateria - Um percussionista convidado Desta forma, o total de profissionais para cada viagem é de 12 pessoas. Translados locais: conforme pré-combinado, serão feitos pelos próprios produtores dos eventos. Para conhecer mais sobre o trabalho da banda. acesse os links: Na Beira do Caminho (clipe oficial) - https://youtu.be/_fNWqlmjlq4 Tranças Nagô (Lyric video) - https://youtu.be/dgrd0C_ji54 Sá Rainha Conga (vídeo extraído do especial Teatro Redenção): https://youtu.be/NFuGwodJOUw Chico Rei (ao vivo na Autêntica) - https://youtu.be/VjvShcN_fz8

Especificação técnica

Para a oficina: Assim como no Congado e nas Culturas populares, a princpal forma de transmissão de conhecimento é a oralidade, como fizeram os ancestrais. Na oficina também serão usados os tambores de congado, para mostrar os toques e suas importâncias na cultura afromineira. As oficinas serão realizadas em parceria com os produtores dos eventos, em locais públicos de fácil acesso, como centros culturais, escolas públicas, dentre outros.

Acessibilidade

Os locais de realização dos eventos são de responsabilidade dos respectivos produtores (realizadores locais), em espaços públicos com acessibilidade para Pessoas com Deficiência (PcD) física e visual, tendo um espaço dedicado e sinalizado para esse público. Desta forma, todas as normas e exigências legais de acessibilidades deverão ser cumpridas pela produção local para se obter alvará de licença para os eventos a serem realizados. Desta forma, os locais deverão aplicar acessibilidade como: - Física: rampas, banheiros acessíveis, espaços dedicados aos deficientes físicos; - Conteúdo: intéprete de libras durante os shows, espaços com indicações em Braille. Para as oficinas: - Será contratada, junto aos realizadores locais, intérprete de libras para acessibilidade. - Os locais escolhidos deverão oferecer as medidas de acessibilidade arquitetônica, como rampas de acesso, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas e piso tátil.

Democratização do acesso

Nos eventos: Dos 06 eventos propostos, 03 deles (Feira de Música de Campão, Festival Suíça Baiana e Ecléticos Livre Festival) são realizados gratuitamente e em espaços públicos, garantindo assim a democratização de acesso ao show proposto. Medida de ampliação de acesso: Oficinas gratuitas em espaços públicos sobre a história do Congado. Realizada pelo Carlos Warley Vieira de Castro, Carlos Saúva, percussionista e vocalista do Congadar, a conversa "Das histórias de Chico Rei ao Congado Mineiro", traça as histórias, os toques, canções e tradições em torno do Congado Mineiro. Cultura afromineira presente em várias comunidades do estado, traz a força da ancestralidade da cultura negra e suas simbologias como resistência. A proposta é realizar uma palestra de 1h30 em cada uma das cidades que recebem o show da banda (06 palestras), para não só divulgar e instigar o interesse nas Culturas Populares, mas também dialogar com outros conhecimentos locais, fomentando o intercâmbio cultural.

Ficha técnica

MARCOS AVELLAR Músico, baixista e proponente, através de seu MEI Gramophone Produções Graduado em jornalismo pela PUC Minas em 2002 e Pós-Graduado em Processos Criativos pelo Instituto de Educação Continuada (IEC/PUC-MG) é músico autodidata desde a adolescência. Em 2017 fez o programa de Soluções Estratégicas para o segmento da Música pelo Sebrae de Minas Gerais. Passou por diversas bandas, dentre elas a Ganga Bruta e Zvook, com discos gravados e lançados. Com essas bandas tocou em importantes festivais de Minas Gerais. Em 2013 foi o responsável pela fundação da Congadar, onde atua hoje como baixista e produtor executivo. Em 2010 foi responsável pela fundação do Coletivo Colcheia em Sete Lagoas (MG), grupo ligado à rede Fora do Eixo por três anos. Ao longo desse tempo, foi idealizador e produtor do Festival Gramophone de música independente entre 2010 e 2012. Sua atuação na cultura levou a ocupar a cadeira do COnselho Municipal de Políticas Culturais de Sete Lagoas por duas gestões. Em 2020 foi nomeado como Secretário Adjunto de Cultura, onde fez a gestão da verba municipal da Lei Aldir Blanc. Desde 2021 é Gestor do projeto da Orquestra Jovem de Sete Lagoas. CARLOS WARLEY VIEIRA CASTRO - CARLOS SAÚVA Músico - vocalista e percussão Nascido e criado em meios às tradicionais festas de congado em Sete Lagoas, Mestre Saúva começou estudando música no Coral Dom Silvério. Formou em Regência Coral na Fundação Clóvis Salgado. É oficineiro em Expressões Folclóricas e Percussão em projeto sócio-culturais, além de reger corais como Coral Santa Cecília (Diocese de Sete Lagoas) e no CEU das Artes de Sete Lagoas. Em 2022 recebeu o título de Doutor honoris Causa pela Faculdade Febraica pela sua contribuição na preservação e valorização da cultura negra. É membro fundador da banda Congadar desde 2013. FILIPE DA SILVA MOURA - FELIPE ELTÃO Músico - vocalista e percussão Nascido e criado no tradicional bairro de Santa Luzia, berço da cultura negra em Sete Lagoas, Filipe cresceu em meios às festas de Congado e Folia de Reis, tendo participado de diversos grupos de cultura negra. Começou os estudos de música no Coral Dom Silvério ainda criança. Em 2017 fez o programa de Soluções Estratégicas para o segmento da Música pelo Sebrae de Minas Gerais. Membro fundados da banda Congadar desde 2013, também atua como músico freelancer em diversos grupos em Sete Lagoas. WESLEY OLÍMPIO LOPES - PELÉ Músico - vocalista e percussão Nascido e criado no tradicional bairro de Santa Luzia, berço da cultura negra em Sete Lagoas, Filipe cresceu em meios às festas de Congado e Folia de Reis, tendo participado de diversos grupos de cultura negra. É músico autodidata há mais de 15 anos. Membro fundador da banda Congadar desde 2013, também atua como músico freelancer em diversos grupos de Sete Lagoas. GIULIANO FERNANDES Músico - guitarrista e Produtor Musical Músico autodidata há mais de 30 anos, fez o Curso de Arranjo na Escola Pro-Music com o professor Ian Guest e aulas isoladas de harmonia com o professor e músico Celso Moreira. Por 10 anos (entre 2000 e 2010) foi guitarrista da banda de apoio do cantor e compositor Lô Borges, conhecido por sua atuação no Clube da Esquina. Neste período rodou o Brasil fazendo shows tanto como banda quanto como a apresentação em duo, além de gravar as guitarras em discos como Um Dia e Meio (2003), também na co-produção no Bhanda (2006) e Harmonia, disco que também foi responsável pelos arranjos das músicas. também se apresentou ao lado de artistas como Samuel Rosa, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Beto Guedes, Toninho Horta, Marcio Borges, Wagner Tiso, Fernando Brant e Lenine. SÉRGIO EDUARDO MARQUES PEREIRA - SÉRGIO DT Músico - baterista Começou a estudar bateria na Escola Musical Melodia Livre em 1997, onde ficou até 2000. Em 2005 foi aluno do baterista Jean Dollabella (baterista do Sepultura e Diesel). Passou por diversas bandas independentes da cena de Sete Lagoas, como Comparsas Rock Groove, banda de base do músico Elson da Terra e Ganga Bruta, com shows e gravações de discos. É membro fundador da banda Congadar desde a sua formação em 2013.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.