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Realizar o ensaio, montagem, temporada do espetáculo teatral "Cala boca eu te amo" na cidade do Rio de Janeiro.
Peças sobre relacionamentos de casais sempre tiveram lugar cativo na nossa dramaturgia. A investigação sobre os sentimentos, as ações e reações em torno do amor e seu fim – ou seu recomeço – desperta, no público, uma curiosidade indomável. Mais do que oferecer respostas, o tema tem o poder de provocar perguntas. Não quaisquer perguntas, mas aquelas que cada pessoa, individualmente, procura. O espetáculo é coletivo, a experiência é individual. É a tal magia do teatro. “Cala a boca, eu te amo”, assim como a contradição presente no título, reproduz de forma realista, mas de maneira fantasiosa, um momento decisivo na vida de um casal. Todo o “não dito” vem à tona, enquanto o que já foi dito assume novos significados. E então surge um embate sincero, uma chance de redenção antes do desenlace definitivo. Uma redenção não para o casal, mas apenas para um dos dois. No caso, a mulher. E somente através de uma jornada tortuosa, onde a todo instante é preciso desviar-se de armadilhas sociais (e machistas), ela poderá conquistar sua libertação. Trata-se de uma comédia, e justamente por isso – e não “apesar disso” – consegue abordar temas tão delicados, próprios da complexa arte de amar e ser amado.
OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral "Cala boca eu te amo" na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 24 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem, temporada espetáculo "Cala boca eu te amo" na cidade do Rio de Janeiro em 24 apresentações; - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 20 profissionais diretos e 40 indiretos.
O que é real? Hoje em dia, em tempos de IA e construções midiáticas regadas por fake News, junto à perfis que exploram um avatar idealizado, na maior parte das vezes muito distante da verdade nua e crua das pessoas, nossa peça "Cala a boca eu te amo" leva às últimas consequências o jogo da ilusão. Nada é o que parece ser. Pra começar, nosso protagonista se encontra em coma numa cama de hospital e a dramaturgia se desenvolve a partir das visitas de sua esposa. Eventualmente, ele se "materializa" fora da cama e o casal confronta as mentiras mútuas, o amor que ainda resiste, durante a peça eles se perguntam se seria possível retomar uma história que não resistiu às intempéries dos jogos de manipulação. O corpo dele sempre está na cama, ligado a aparelhos, então nunca sabemos se tudo aquilo é real ou uma projeção! O jogo teatral não para por aí e verdades começam a vir à tona enquanto o público compartilha com os atores desse delicioso e surpreendente embate. Queremos acreditar no amor que une esse casal! Um dos pontos altos do texto é o fato de torcermos pelos dois, mesmo quando eles se mostram repletos de falhas que são tão humanas! As máscaras vão caindo e num saboroso jogo, nós nos sentimos tão traídos e confusos quanto os nossos protagonistas. O final é surpreendente! Só existe uma saída e ela é definitiva! As vezes é preciso matar o próprio amor, antes que ele nos mate! Ah, a peça é uma deliciosa comédia adulta, inteligente e original. O cenário minimalista e o fato de não sabermos em que plano se dá essa interação, me permite uma série de instigantes jogos teatrais, com aparições surpreendentes, momentos verdadeiramente tocantes e uma liberdade poética na criação das imagens que serão propostas pelos corpos dos atores, almejando extrair o máximo de possibilidades, utilizando um mínimo de recursos. E por último, e não menos importante, é instigante oferecer ao Teatro Brasileiro, um texto original de Daniel Adjafre! Estamos vendo uma leva de remakes nos palcos e nas telas e o pensamento de que podemos estar criando história é muito excitante! Quem sabe daqui a 30, 40 anos, esse texto estará nos anais de peças Nacionais que é remontado de tempos em tempos? A estrutura dramática muito se assemelha a clássicos contemporâneos como "Doce de leite", "Essa noite se improvisa" e "Vem buscar-me que ainda sou teu" entre outras peças que foram consagradas por Débora Bloch, Marco Nanini, e Luís Fernando Guimarães para mencionar alguns de nossos grandes artistas. Um espetáculo atual que pretende trazer luz, de forma poética as questões de relacionamentos sociais.
Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 16 anos. Aberto para todos os público, com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Além disso o projeto pretende ter ingressos com valores diferenciados para favorecer o acesso amplo. Previsão de duração: 60 minutos O Proponente será remunerado pelas rubricas: Coordenação geral e coordenação administrativa
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL) 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contará com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, com áudio descrição contendo descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. B) Para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentações contaram com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. Além disso, sempre será disponibilizados os acentos próximo ao palco para que possa ter mais facilidade na leitura labial, preferência comum para surtos oralizados. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as apresentações contará um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível. ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS) 1) Acessibilidade física. As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional: A) Para portadores de deficiências visuais. Não será necessário tal acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado e portanto a leitura visual não se faz necessária. B) Para portadores de deficiência auditiva. Será disponibilizado aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda. 3) Acessibilidade atitudinal Todas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 29, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Podendo ser realizadas de acordo com os § 1º, 2º, além disso seguirá o § 3º referente a meia entrada, limitando os valores dos ingressos á média de R$ 250,00. Referente ao Artigo 30, realizaremos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. Referente a contrapartida social, do Artigo 32, ofereceremos: § 1º - II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.
Autor: Daniel Adjafre Direção: Marcello Bosschar Elenco: Caco Ciocler e Luiza Mariani Cenário: Daniela Thomas Coordenação Geral: Eduardo Estrela Coordenação Artística: Marcello Bosschar Produção Executiva: Camila Sheffer Direção de Produção: Dani Angelotti Cirriculos Daniel Adjafre (dramaturgo) Mestre em Teatro (dramaturgia pela UNIRIO, pós graduação em Neurociência e comportamento pela PUC-RS, foi professor de roteiro na Universidade Estácio de Sá. Dentre seus principais dramaturgia estão algumas novelas realizadas pela Tv Globo, como: Ele já esteve em projetos como Casos e Acasos (2008), colaborou em A Vida da Gente (2011-12) e foi coautor de Sete Vidas (2015). Além disso, esteve envolvido em A Cara do Pai (2016-17) e Batendo Ponto (2011) e Deus Salve o Rei (2018), Marcello Bosschar (diretor) Formado em Artes Cênicas pela Escola “The Commedia Scholl” em Copenhague, na Dinamarca, onde viveu por 20 anos. Lecionou na Escola de Cinema e Teatro de Compenhague. Seu currículo no Brasil conta com a direção de elenco em “Amor de Minha Vida”, com Bruna Marquezine para a Star, “Da ponte pra lá”, para a Max, com Gabz e João Guilherme, “Cansei de ser Nerd” com Fernando Caruzo e Cissa Guimarães para a Paramount. Luiza Mariani (Atriz) Luiza Mariani estudou filosofia na PUC-RJ e iniciou sua carreira no teatro em 1996, no Rio de Janeiro ao lado de Domingos Oliveira. Atuou em mais de 15 peças de teatro, destaques para O Perfeito Cozinheiro das Almas desse Mundo, de Oswald de Andrade e Os Melhores Anos de Nossas Vidas, de Domingos Oliveira. Desde sua estreia no cinema em 2001, com o longa metragem As Três Marias, de Aluízio Abranches, Luiza apareceu em mais de 20 filmes, tendo trabalhado com diretores como José Eduardo Belmonte, Flavio Tambelini, Heitor Dhalia e Ivan Cardoso, entre outros. Um de seus mais recentes trabalhos, o longa O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, teve sua estreia no 71º Festival de Cannes em 2018. Luiza também protagonizou o filme Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani, premiado na 43º Mostra de São Paulo, em 2019. Hoje Luiza produz seu primeiro longa, Cyclone, em parceria com VideoFilmes, Mar Filmes e Muiraquitã Filmes. Filmado em 2023, além de colaboradora de roteiro, escrito por Rita Piffer, Luiza é também protagonista do filme que tem direção da premiada diretora Flávia Castro. Caco Ciocler (Ator) É Ator e diretor formado em Engenharia e em artes cênicas e possui uma carreira de mais de 30 anos com ampla atuação no cinema, tv e teatro. Participou de novelas como Duas Caras, Páginas da Vida, Caminho das Índias, Salve Jorge, Boogie Oogie, Novo Mundo, Segundo Sol e Éramos Seis, além das minisséries A Muralha, Quinto dos Infernos, JK e A cura. No cinema ganhou o prêmio de melhor ator no festival de cinema de Recife por “Família Vende Tudo”, o Redentor de melhor ator coadjuvante por “Disparos” no festival de cinema do Rio, e escolhido melhor ator coadjuvante no prêmio Qualidade Brasil por “Bicho de sete cabeças”. Foi indicado ao Grande Prêmio Brasil de cinema como melhor ator por “Olga” e como melhor ator coadjuvante por “Elis”. Como diretor, teve o seu “Esse viver ninguém me tira” eleito o melhor documentário no Los Angeles Film Festival, “Trópico de Câncer” eleito o melhor filme no Festival do Minuto e “Partida” ganhando o prêmio especial do Júri de melhor longa-metragem no 14 Fest Aruanda, além de vencer os prêmios de melhor filme nos festivais de Málaga, na Espanha e do Porto, em Portugal. Seu terceiro longa O Melhor Lugar do Mundo é Agora venceu a Mostra Internacional de SP como melhor documentário. Daniela Tomas – Cenógrafa Diretora de teatro e cinema, está ligada a inovações, principalmente, nas áreas de cenografia e figurino. Estreou na direção de longa-metragem com Terra estrangeira (1995), quando inaugurou também uma parceria de direção com Walter Salles, que teve continuidade com o longa O primeiro dia (1999). Filha do cartunista Ziraldo, nascida em 1959, estudou cinema com Steven Bernstein, em Londres, e com ele fundou a produtora Crosswind Films, para a qual realizou curtas e videoclipes. Codirigiu com Walter Salles os curtas-metragens Somos todos filhos da terra (2000) e A saga de Castanha e Caju contra o encouraçado Titanic (2002), este, uma encomenda do Festival de Cannes para integrar a programação da Quinzena dos Realizadores. Em 2006, dirigiu com Walter Salles o curta-metragem Loin du 16ème, dentro do longa-metragem Paris, eu te amo, filme de abertura da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2006. Em 2007, novamente com Walter Salles, dirigiu o longa Linha de Passe, que recebeu o prêmio de melhor atriz do Festival de Cannes 2008, para Sandra Corveloni. Seu longa-metragem Insolação, em parceria com Felipe Hirsch, foi selecionado para a mostra Horizontes, do Festival de Veneza de 2009. Eduardo Estrela – Coordenador geral Ao longo de seus 29 anos de carreira atuou no teatro, cinema e televisão. Dentre seus muito espetáculos estão, "Domésicas" (que também virou filme), "A festa de Abigaiu", "Don juan" e "A visita da velha senhora." Com formação em dança, ao longo de sua carreira estudou clown e interpretação com diversos mestres entre eles, Cristiane Quito, Denise Weinberg e Guilherme Santana. Em 2006 foi selecionado em Londres para a Britishi Council, onde toma contato com as técnicas de Etienne Decroux e Sanford Meisner. Em 2008 vai para Moscou estudar Stanislavsky no Gitis - Russian Academy of Theatre Arts. Na televisão destacam-se a novela "Mulheres Apaixonadas" , programas como "Retrato Falado" com Denise Fraga, onde participou de diversos episódios e séries como "Desprogramados", "Chapa Quente", onde protagonizou junto com Lucio Mauro Filho o personagem: Noronha, entre outras. Como produtor e produtor realizou diversos espetáculo como Don Juan, A Prudência, 7 Palmos, Quero Morrer com meu próprio veneno, entre outras. Dani Angelotti (Diretora de Produção) É produtora com mais de 20 anos de experiência na área de produção, atuando em diversas áreas culturais. Em 2010 criou a Cubo Produções, onde realizou nesse período mais de 150 produções nas diversas áreas culturais. É também sócia juntamente com Flávia Moraes na Roda Coletiva. Seus últimos trabalhos em teatro foram: “Pós-F”, texto de Fernanda Young, direção de Mika Lins (2020) |“Crioulos”, texto e direção de Caio d’Aguilar (2020), | “Tutankaton”, texto de Otávio Frias e direção de Mika Lins (2019) | “Soror”, texto de Luisa Micheletti e direção de Caco Ciocler (2019) | “Minha Vida em Marte”, texto de Monica Martelli e Direção de Suzana Garcia (2018/2019) | “Eu Sou Essa Outra”, texto de Carla Kinzo e direção de Vera Egito, além de mais de 30 espetáculos teatrais.
PROJETO ARQUIVADO.