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O projeto propõe apresentar, através de tecnologia digital aplicada à arte e cultura, uma exposição holográfica e física sobre a história das guitarras brasileiras por meio das seguintes ações culturais: - Exposição holográfica e física de Guitarras Brasileiras históricas; -WorkShows (bate papo/apresentação musical no formato pocketshow) - Exposição de Construção de Instrumentos (digital e física) - Workshops de lutieria- Catálogo digital com a história da guitarra brasileira
A Exposição terá um grande fator tecnológico: Holografia. Haverá Totens de 1,50m com base de 0,50m com projeções de Guitarras históricas em Holografia. Cada um dos 4 totens terá 4 guitarras históricas brasileiras, 16 guitarras holográficas no total, girando devagar e em 3 posições diferentes para apreciação em detalhes, além de toda a descrição técnica do instrumento. Intercalados com os Totens Holográficos, haverá também Totens Expositores com guitarras físicas e históricas brasileiras. Serão expostos fisicamente também a Exposição de Construção do Instrumento em várias fases do processo de construtivo, além monitores rodando vídeos de todo o processo. A Exposição irá gerar um Catálogo Digital e Interativo com a História da Guitarra Brasileira contemplando desde diferentes modelos fabricados até diversos estilos e maneiras de tocar desenvolvidas pelos instrumentistas do país, além do desenvolvimento nas técnicas de projeto e construção pelos fabricantes locais. e todo o conteúdo das Exposições e dos WorkShow e Workshops farão parte do conteúdo do Catálogo Digital. A Exposição tem duração prevista de 15 dias (em cada local) e contará com um acervo de 20 guitarras (16 holográficas e 4 físicas) de importantes fabricantes brasileiros da década de 1950 até a atualidade, em Exposição Holografia e Exposição Física além dos Workshops com peças físicas de guitarras em processo de fabricação e um vídeo ilustrando a cadeia produtiva de confecção do instrumento, demostrando as diferenças técnicas, conceituais e tecnológicas em todas as décadas. Os 'workshops' deverão ser em datas ajustas em cada local, privilegiando interessados e apresentando possibilidades de carreira profissional na cadeira toda desde a escolha da madeira, a arte da Luthieria, o design, ergonomia, produção eletroeletrônica e suas timbragens, enfim..todos os inúmeros detalhes que apontam para inúmeras possibilidades profissionais , diferente das “tradicionais”, incentivando e despertando para a economia criativa, empreendedorismo e geração de renda. Classificação etária livre
Objetivo Geral O projeto tem relevância cultural por si só; apresentar uma importantíssima história brasileira no cenário mundial, que fez mudar os rumos da música e das civilizações, comportamentos, atitudes, liberdades e oportunidades e ainda muito desconhecida da nossa sociedade. Além de pela 1ª vez no Brasil, ter uma exposição com tecnologia holográfica em tamanho real. Ainda propõe novas possibilidades profissionais, com tecnologia e arte para qualquer atividade, independentemente de ser musico ou não. Há várias oportunidades no setor que serão abordadas nos workshops sobre empreender nas artes e na música, com potencialidade de geração de renda e melhorando a sociedade como um todo, atendendo as ODS da ONU. Objetivo específico O projeto Mostra Holográfica " Guitarras do Brasil" é um projeto de tecnologia digital aplicada à arte e cultura e propõe apresentar, através do seguinte conjunto de ações culturais: - Exposição Holográfica de Guitarras Brasileiras históricas; -WorkShows (bate papo/apresentação musical no formato pocketshow) com expoentes do instrumento conversando sobre suas experiências com o instrumento. Serão abordados ainda temas sobre as possibilidades profissionais no setor, para músicos e não músicos, e oportunidades de empreendedorismo, geração de renda e economia criativa alinhadas com as ODS da ONU; - Exposição de Construção de Instrumentos (digital e física); - Workshops de lutieria; - Catálogo Virtual, com a História da Guitarra Brasileira.
O que dizer de um instrumento que tem, por estimativa, 150.000.000 de praticantes e aficionados de todos os níveis? Contar a história da guitarra, gitara, cítara, spanish guitar, ou qualquer outro nome que já se deu ou se dará, é uma tarefa para centenas de historiadores e curiosos em geral. Nossa intenção é estabelecer a contribuição de músicos e artistas brasileiros na formatação da guitarra como ela é hoje, tanto na forma, como no conteúdo e execução. Isso é fundamental para manter viva nossa história e nossa cultura, principalmente em se tratando de um instrumento como esse, tão popular e difundido por outros países. No ano de 1942 os amigos Dodô e Osmar tiveram a sorte de contribuir para a evolução da música mundial, realizando um grande invento: a guitarra, ou pelo menos, seu ancestral, o pau elétrico. Os sons, naquela época, eram tirados de instrumentos acústicos, eletrificados com bobinas de contato ou amplificados por microfones. E isso gerava o fenômeno da realimentação acústica (microfonia), prejudicando a apresentação dos músicos. Na década de 50, luthiers que faziam violões e fábricas de instrumentos de corda começaram a fazer experimentos na área da guitarra elétrica na capital de São Paulo, onde surgiram algumas das principais marcas e modelos de instrumentos, bem como os principais luthiers e empresas. Dentro de algumas marcas nacionais que começaram a produzir guitarras inspiradas em modelos norte-americanos e europeus, um nome de grande importância no desenvolvimento e fabricação da guitarra no Brasil foi o luthier Romeu Benvenuti com a marca "Begher". Em 1954 Romeu tocava na banda "The Rebels" e construiu a primeira guitarra Begher com um braço de violão e corpo, ponte e captadores desenvolvidos por ele próprio. Seus instrumentos fizeram grande sucesso no final da década de 50 e toda sua produção era vendida com dois meses de antecedência. Diversos artistas da Jovem Guarda utilizavam as guitarras Begher e na década de 60 Romeu desenvolveu e construiu a primeira guitarra elétrica com captadores estéreo, distorcedor embutido e independente para cada canal e captador, além de um design próprio. Foi um instrumento muito à frente de seu tempo e teve apenas 20 unidades produzidas. A Giannini - tradicional fabricante de violões e outros instrumentos de corda acústicos - começou a fabricar guitarras elétricas na virada da década de 50 para 60. O modelo 'Supersonic' foi o maior sucesso da marca, fabricada dos anos 60 até 2004 com a reedição divulgada por Edgar Scandurra (Ira!), que até hoje utiliza um exemplar do final dos anos 1960. No inicio de sua fabricação, mais especificamente em 1965, todas as bandas brasileiras de Rock, Surf Music, Instrumental e principalmente da Jovem Guarda usavam um modelo Supersonic que misturava elementos dos modelos Jaguar e Stratocaster, desenvolvidos e fabricados pela empresa norte americana Fender. Roberto Carlos além da Giannini, usou também a Phelpa modelo 'Apache', muito mais ousada em termos de design, apesar de possuir os mesmos captadores e madeiramento: cedro, peroba e jacarandá. Já no final dos anos 60, Cláudio Dias Batista (de pseudônimo Té), irmão de Sérgio Batista da aclamada banda Mutantes, era considerado um gênio em eletrônica e acabou criando, montando e construindo guitarras, captadores, mixers e amplificadores artesanalmente e de qualidade incomparável para a época. Era o Brasil, nosso povo, nossos artistas fazendo e participando da cultura e da historia universal da arte. Poucos ou quase nenhum de nós, conhece dessa história riquíssima. A proposta da Mostra Holográfica Guitarras do Brasil é, portanto, fazer o resgate da história da guitarra no Brasil, tanto dos instrumentos aqui fabricados, quanto dos grandes músicos que se desenvolveram no país. A questão é que no Brasil ainda não se sabe distinguir o eventual cantor que se acompanha com uma guitarra elétrica, que não necessariamente é guitarrista engajado no estudo do instrumento, daquele que é músico ou instrumentista e que está criando um estilo e definitivamente contribui para a evolução da guitarra mundial. É por esta dificuldade de se fazer uma árvore genealógica da guitarra brasileira, uma vez que a visão da mídia e do público está muito distante da visão daqueles que a praticam e conhecem realmente este instrumento tão polêmico, que este projeto se apresenta desafiador e relevante para a cultura brasileira. As três primeiras edições da Mostra Guitarras do Brasil, realizadas no estado de São Paulo através do Programa de Ação Cultural (ProAc), contaram com a participação de grandes expoentes da guitarra, reconhecidos nacional e internacionalmente, como: Armandinho Macêdo, Pepeu Gomes, Heraldo do Monte, Marcinho Eiras e Quarteto Kroma, Olmir Stocker, Luiz Carlini, Mozart Mello, Victor Biglione, Eduardo Ardanuy, Hard Alexandre, Faíska, Edu Letti, Ricardo Vignini, Celso Salim, entre outros. A última edição contou ainda com a exposição de guitarras, que obteve grande sucesso junto ao público. O principal objetivo da versão atual da Mostra Holográfica Guitarras do Brasil é dar continuidade e expandir um projeto que obteve grande êxito e repercussão até agora, o que comprova o grande apelo que a guitarra e seus praticantes são capazes de mobilizar frente ao grande público. Atualmente nossos fabricantes locais chegaram a um nível de desenvolvimento nas técnicas de projeto, construção e acabamento que muitas vezes superam os produtos de renomados fabricantes internacionais e as guitarras do segmento 'Premium" fabricadas no Brasil tem grande procura no mercado interno e mundial!
Haverá Totens de 1,50m com base de 0,50m com projeções de Guitarras históricas em Holografia. Cada um dos 4 totens terá 4 guitarras históricas brasileiras, 16 guitarras holográficas no total, girando devagar e em 3 posições diferentes para apreciação em detalhes, além de toda a descrição técnica do instrumento. Intercalados com os Totens Holográficos, haverá também Totens Expositores com guitarras físicas e históricas brasileiras. Serão expostos fisicamente também a Exposição de Construção do Instrumento em várias fases do processo de construtivo, além monitores rodando vídeos de todo o processo. Tamanho dos totens: 200 cm de altura ( com a base); 90 cm de largura (totem + guitarra pendurada ao lado); 30 cm de profundidade; Área mínima necessária para exposição: 150 m² (área de exposição + circulação de visitantes).
Todo tipo de público terá acesso ao projeto, inclusive os portadores de deficiência e/ou dificuldade de locomoção, para fins de atendimento ao art.25 Instrução Normativa n° 1/2023. Os espaços da exposição e dos workshows terão estrutura necessária para atender pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais, auditivos e cognitivos Rubrica em orçamento: Monitores Contratação de monitores que irão acompanhar a exposição e os workshows e auxiliarão alunos com necessidades especiais para que eles possam participar das atividades, sem perdas (caso tenhamos este público).
Todas as atividades descritas no projeto serão gratuitas e as ações seguirão as seguintes medidas do artigo 28 da IN n. 01/2023: IV - disponibilizar na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos
A equipe técnica do projeto será composta pelos seguintes profissionais: NOELI FERNANDES FEIJÃO | CPF 040.444.488-17 Proponente Coordenadora Adm. Financeira Formada em Administração Pública pela F.G.V. em 1.981. Atuação em diversas empresas de expressão no seu segmento, nas áreas administrativa, financeira e controladoria, como Itautec S.A., Itaucom S.A. e Officer Distribuidora de Informática S.A. Proprietária da Rhadar Cultural Assessoria Ltda, fundada em 2012, desde então atuando na área de projetos culturais com foco em Leis de Incentivos Fiscais – Rouanet (federal), ProAc (estadual) e ProMac (municipal) nas áreas de elaboração de projetos, gestão, produção, prestação de contas e também como proponente; Elaboração e execução de alguns editais, como os da Caixa Cultural em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba e também BNDES. Abaixo relacionados alguns dos projetos que atuei: Rhadar Cultural Rouanet: Circuito Mostra de Jazz Brasil – 2010/2011 (gestão administrativa e financeira) Formatação e inserção do projeto Circuito Mostra de Choro Aprendizes Musicalizando – 2022 (proponente, gestão administrativa e financeira) Aprendizes Digital – 2022 (proponente, gestão administrativa e financeira) JazzMasters Talks – 2022 (proponente, gestão administrativa e financeira) ProAc Mostra de Jazz Music SP – 2009 (gestão administrativa e financeira) Gestão administrativa e financeira e prestação de contas dos projetos: I Mostra Guitarras do Brasil (2010) I Mostra de Jazz (2010) II Mostra de Jazz (2010/2011) I Mostra de Choro (2011) Metropolitano (2011) III Mostra de Jazz (2012) II Mostra de Choro (2012) Festival Novos Sons de São Paulo (2012) I Mostra de Blues Brasil (2012) Cem vezes Gonzagão – O Baião é um baita mundo (2012) II Mostra de Blues Brasil (2013) II Mostra Guitarras do Brasil (2013) Metropolitano Itinerante (2014) Nascendo para a música (2014) François de Lima – Suingue Brasileiro (2014) Som na Kombi (2015/2016) Batuque (2015) Musicalizando (2016/2017) II Mostra Cultura Musical Brasil-Cuba (2015) Aprendizes Musicalizando (2015) Batuque II Edição (2018/2019) De Canto à Canto (2019/2020) ProMac Aprendizes Digital ( 2021/2022) Editais Atuação como proponente e gestora administrativa/financeira Caixa Cultural -Mostra Musical Musical Brasil Cuba – 2016 – São Paulo Mostra Musical Brasil-Cuba - abril/2017 - Rio de Janeiro Mostra Musical Brasil-Cuba - novembro/2017 BNDES – Metropolitano – 2014/2015 – (Gestão) Agência de Cultura: Ações: Formatação e inserção de projetos em Leis de Incentivo Formatação do projeto “Jogo Cego” aprovado pela Secretaria de Cultura do E.S.P. Formatação e inserção na Lei Rouanet do projeto “Caravana Circo Vox”. LUIS FEIJÃO | CPF 656.100.168-00 - Coordenador geral Produtor Cultural. Criação e coordenação de várias Mostras, Festivais e shows desde 2007. Produção de shows internacionais com artistas de diversos estilos e vertentes: Holland Smith; Enrico Crivellaro; David Rotundo; Andy Just; Deacon Jones; Danny Vincent. Coordenação e produção de shows de jazz, blues, bossa nova e rock no espaço Mr. Blues em São Paulo por 2 anos: Ricardo Corte Real Jam Session; Nuno Mindelis; Banda Mantiqueira; Banda Black Rio; Fernando Noronha; Blues Jeans; Phil Guy; J. J. Jackson; Banda Cara de Pau. Idealização e realização de projetos culturais em Leis de Incentivo. ProAc: I, II e III Mostra de Jazz; I e II Mostra de Choro; I, II e III Mostra Guitarras do Brasil; I e II Mostra de Blues; Festival Novos Sons; 100 Anos de Gonzagão; Projeto Metropolitano; Festival Novos Sons; Filarmônica Afro Brasileira – Filafro. Rouanet: Circuito Mostra de Jazz; Circuito Mostra de Choro. MAURICIO CAILET | CPF 165.113.028-06 - Curadoria e Produção Músico, compositor, produtor, arranjador. De 1995 a 1998 gravou para diversas duplas sertanejas como músico contratado do estúdio Creative Sound. De 1997 a 2007, tocou no circuito de country music e fez parte do line up de diversas bandas (A Kavalarya, Vento Forte, Elo Dourado, Bill Jack, Fort Bill Band, Victor Rocca, Bala de Prata, Red Fox, etc.). Foi fundador do trio instrumental autoral Time's Up, que gravou um tema para o Filme "Lara" (2002), sob a batuta de Dori Caymmi. Em 2013 lançou seu álbum autoral "Mauricio Cailet - Time's Up", com críticas extremamente positivas da mídia especializada, além de 'singles' com material instrumental inédito em 2017 e 2018, além de participações em diversas coletâneas, gravações e 'jam-sessions' virtuais. Como produtor trabalhou na equipe técnica do Ultraje a Rigor e Ira! pela “A Agência Produtora” (1995 a 2001). Entre 1996 e 2003 produziu diversas bandas e artistas nos estúdios Paarmman, Creative Sound e Stúdio 11. Trabalhou como técnico de guitarras e diretor de palco do Lobão e produtor executivo das I, II e III Mostra Guitarras do Brasil, Circuito Mostra de Jazz e Festival Novos Sons de São Paulo pela produtora Rhadar Cultural. Com grande conhecimento na área de fabricação de guitarras, foi gerente de mídias sociais e projetos, desenvolvedor de produtos, inspetor de qualidade e coordenador de produção na fábrica da Music Maker Custom Guitars de 2014 a 2018 e de 2018 em diante desempenha as funções de consultoria em desenvolvimento de produtos, inspeção de qualidade e coordenação de mídias sociais da Klingen Guitars, além de fotógrafo oficial do fabricante. GUSTAVO KONNO - Luthier / Construtor / Consultor Técnico Idealizador e fundador da Klingen Guitars, começou a construir guitarras em 2001, quando fez o curso de luthieria da B&H em São Paulo. “Mantive a guitarra como hobby. Comprava muitas guitarras, vendia, restaurava e construía algumas, ainda sem marca. Acabei me interessando em fazer disso minha profissão. Foi então que decidi, em paralelo com meu trabalho ‘comum’, fundar a Klingen em 2015". Foram 12 meses desenvolvendo o projeto, construindo, dando errado, tentando de novo, refazendo, até chegar ao conceito utilizado atualmente. “Implementamos como itens de série alguns recursos como buchas de metal em todos os parafusos, barras de fibra de carbono para reforçar o braço, tensor em aço inox, entre outros”. Gustavo trabalhou por 10 anos numa montadora de veículos e sua experiência numa grande corporação multinacional que preza por excelência em projeto, engenharia de precisão e utilização dos melhores materiais, o fizeram desenvolver e utilizar matérias-primas e soluções do setor automobilístico dentro do ambiente de projeto, construção e acabamento de instrumentos musicais. Hoje a Klingen conta com seis modelos de guitarras desenvolvidos, dois baseados em strato (STT e STM), dois baseados em tele (TLT e TLM), um baseado em jazzmaster (JMM) e um autoral (Shredder), vendidos inclusive nos Estados Unidos. Toda essa busca por precisão, performance e perfeição nos detalhes elevaram a Klingen Guitars - mesmo em pouco tempo de existência - a condição de uma das 'Top 3' fabricantes de guitarras brasileiras que atuam no segmento 'Premium' e 'Custom', assim como as renomadas empresas Music Maker e N. Zaganin. Faíska: músico profissional desde a década de 70, Faíska, é um dos mais respeitados guitarristas do Brasil, com três discos instrumentais lançados - Nevoeiro (1990), Stratosfera (1994) e Bend (2003), sete vídeo aulas e um songbook BEND lançado pela revista Guitar Player na Expomusic 2009. Além de uma sólida carreira solo, Faíska construiu a carreira acompanhando artistas consagrados da música brasileira, como Eduardo Araújo, Fagner, Ney Matogrosso, Wanessa Camargo, Fabio Jr, Rita Lee, abriu o show do guitarrista Frank Gambale, fez workshop com o baterista Carminie Appice e dividiu o palco com a banda inglesa Deep Purple. Já foi eleito pelas revistas Bizz e Guitar Player como um dos dez melhores guitarristas do País.
PROJETO ARQUIVADO.