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Este projeto pretende relizar a programação cultural do mês de Setembro em comemoração ao Festejo Farroupilha do CTG Fogo de Chão, na cidade de Pedro Osório, RS. Toda a programação é gratuita contemplando diversas areas culturais.
FÁBULAS DO SUL – GRUPO UEBA O espetáculo traz para cena algumas das principais lendas do Rio Grande de Sul, como a do Negrinho do Pastoreio, da Cobra Boitatá, do surgimento da Erva Mate, Salamanca do Jarau e entrelaçado com a lenda da casa do índio Guarani Mbororé. Rua, teatro ou Espaço Alternativo | Livre para todos os públicos | Folclore Equipe: 04 pessoas Material extra anexado aos documentos do projeto. SARAU DE POESIAS Após as escolas receberem as oficinas de poesia estimulando os alunos a escrever, realizaremos o Sarau na Sede do CTG. Em organização com a Sec. de Educação do Municipio, receberemos os alunos para uma tarde de poesias. Cada escola poderá inscrever junto à equipe de produção do projeto 06 alunos para ler/apresentar suas poesias durante o Sarau.
Objetivo Geral: Realizar a programação cultural do Setembro Farroupilha do CTG Fogo de Chão Objetivos Específicos: - realizar 01 Domingueira _ baile infantil na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 05 "Conversa com autora _ Paola Zannetti e o Livro Pelos Trilhos da 21ª Região" nas escolas da rede pública e provada do município - realizar 05 oficinas de poesia em escolas da rede pública e privada do município - realizar 01 Mate com Poeta: uma conversa com Sergio Carvalho Pereira na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 01 show com Ricardo Comassetto na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 01 oficina "A Origem da Gaita Ponto" na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 01 Palestra "a história do gaúcho" com Henrique Fernandes na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 05 shows de musica regional gaúcha na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 05 bailes com conjuntos musicais de musica regional gaúcha no CTG Fogo de Chão; - realizar 01 oficina "Infância no Galpão com Juliana Spanevello" na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 01 Oficina de Dança de Salão para adultos na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar um Sarau de Poesias _ Mostra Escolar na Sede do CTG Fogo de Chão; - realizar 05 oficinas de Nó de Lenço em escolas da rede pública e privada do município; - realizar 01 apresentação da peça teatral Fábulas do Sul com o Grupo Ueba na Sede do CTG Fogo de Chão. - realizar 06 apresentações das invernadas artisticas do CTG Fogo de Chão, na Sede do mesmo.
No Século XVII o governo central passou a impor pesadas taxas sobre os produtos do Rio Grande do SUl: couro, erva-mate e o charque, que passou a ter taxas elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina. Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Todos esses fatores foram culminantes para que em 1835 as tropas de Gomes Jardim e Onofre Pires entrassem em Porto Alegre dando início à Revolução Farroupilha. Esse movimento revolucionário sob o comando do General Bento Gonçalves durou cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos. Foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital. Os próximos anos foram marcados por muitos conflitos, até que em março de 1845, o tratado do Ponche Verde garante os interesses dos revolucionários gaúchos e a hegemonia territorial do império, pondo fim à Guerra dos Farrapos. Décadas à frente, o Brasil saía de um período de ditadura onde muito da imprensa havia sofrido censura e muitas práticas culturais não se desenvolviam mais. Era chama de "Era Getúlio Vargas", no final dos anos de 1940. No Rio Grande do Sul, a sociedade tinha vergonha de sua origem e sua história: era "feio" ser gaúcho. Por isso, em 1947, um grupo de alunos do Grêmio Estudantil do Colégio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, cria um Departamento de Tradições Gaúchas, que se destinava a estimular o desenvolvimento cultural por meio de reuniões sociais recreativas, liderado por João Carlos D'Ávila Paixão Côrtes. Eles procuravam a identidade do seu povo e do seu estado. Neste departamento, em um gesto "improvisado", o grupo de alunos, através de uma vassoura, captou a chama da Pira da Pátria, no Parque Farroupilha, e a carregaram-na pelas ruas da cidade. Decidiram realizar a "1ª Ronda Gaúcha", sendo depois chamada de "Ronda Crioula", com uma programação que se estendeu de 7 a 20 de setembro daquele ano. Essa ronda foi a precursora da Semana Farroupilha, oficializada em 1964 através da Lei Estadual 4.850, hoje realizada em todos os Centros de Tradições e municípios gaúchos, com a chama crioula mantida acesa durante todo o período de comemorações, como símbolo deste movimento. No Pampa Gaúcho, o município de Bagé _ por onde parte da história do Brasil e toda a história do Rio Grande do Sul nasce ou passa, não fica para trás. Em 9 de setembro de 1952 lideranças bajeenses do campo e da cidade, que tinham as mesmas preocupações dos jovens liderados por Paixão Cortes, se reuniram na sede do Clube Recreativo com o firme propósito de criar um Centro de Tradições. A maioria era sócio do clube. A primeira proposição apresentada por Aristides Milano foi a fundação de um Clube de Tradições filiado ao Centro de Tradições de Porto Alegre, que obedeceria seus estatutos e orientações. A proposta foi contestada por Jaime Tavares, que propôs a fundação de um Centro de Tradições Gaúchas, com autonomia e independência. O que terminou sendo aceito pela maioria dos presentes. Esta autonomia e independência transformaram-se em princípios, pois até hoje o 93 é independente, ou seja, não filiado ao Movimento Tradicionalista Gaúcho. Suas regras são os usos e costumes dos nossos ancestrais oriundos do campo. Ainda hoje em todas as cidades do Estado, e em algumas do país e do mundo, no mês de setembro os gaúchos comemoram o orgulho da sua história através da Semana Farroupilha. É bela a celebração histórica e cultural que acontecem nesses dias, bem como a fraternidade e o orgulho identitário que tomam conta das pessoas. Agora sim, é bonito ser gaúcho! Neste período, a autoestima fica elevada, há uma maior motivação para vestir bombachas e vestidos de prenda, escutar música tradicional, deliciar-se de nossa culinária, declamar poesias e vivenciar tantos outros costumes que envolvem o imaginário dessas noites de ronda, onde a chama crioula permanece acesa como símbolo deste movimento, perpetuando essas tradições de geração em geração. No CTG Fogo de Chão não é diferente. Este projeto pretende realizar a programação cultural do mês Farroupilha no municipio de Pedro Osório através desta entidade que, até hoje luta de forma independente para manter-se e manter vivas as tradições e costumes no local. De 01 a 20 de setembro, uma extensa lista de atividades culturais será promovida na sede do CTG e escolas da cidade, gratuitamente ao público perdrosoriense e visitantes que sejam atraídos pela qualidade da programação que será gratuita gratuita. Na programação contemplaremos diversas areas culturais: dança, teatro, literatura, poesia e música regional fazem parte desta proposta. A sede e a equipe do CTG será organizada para promover e receber toda essa extensa programação: os shows e apresentações de dança e de teatro, assim como algumas oficinas, sarau de poesias e palestras ocorrem dentro da sede, onde a estrutura já existente pode receber até 1000 pessoas para contemplar as atividades culturais. A estrutura será complementada com locação de sonorização e ilumanação para receber os artistas. As escolas receberão oficinas em dias escolares, todas voltadas para a tradição gaúcha, como nó de lenço e poesia. Receberá ainda a escritora pedrosoriense Paola Zanneti, falando sobre seu livro Pelos Trilhos da 21ª Região Tradicionalista. As crianças serão as maiores beneficiadas! Receberão ainda, na sede do CTG, a oficina Infância no Galpão, com a artista Juliana Spanevello, a peça teatral Fábulas do Sul com o Grupo Ueba, um Sarau de Poesias com mostra escolar _ obras feitas pelas crianças do município, além de um baile infantil somente para elas, a tradicional Domingueira. Para os adultos, além de todos os shows e bailes, haverá ainda oficina de gaita ponto, com o instrumentista Ricardo Comassetto, oficinas de dança, palestras e workhops. Os shows e bailes serão definidos após a aprovação desta proposta, visto que na época de realização desta programação a agenda dos artistas regionais do estado são bastante expressivas. Porém um valor médio para o pagamento de cachês já foi calculado para este projeto. No decorrer deste formulário, maiores explicações a respeito de tudo o eu será ofertado através deste projeto, que se enquadra no art. 1º da Lei 8313 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende o art. 3º quando: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
CONVERSA COM AUTORA: PAOLA ZANETTI Dos seus quinze anos aos vinte e um anos realizou trabalho voluntário frente à invernada do CTG Jayme Caetano Braun, do Colégio Estadual Getúlio Vargas, como coreógrafa e ensaiadora, trabalho que merece grande destaque devido sua importância dentro e fora da escola. No ano de 2016 foi 1ª Prenda do CTG Fogo de Chão, representando este na Ciranda Regional de Prendas, em junho de 2017, na qual conquistou o cargo de 1ª Prenda da 21ª RT, título que Pedro Osório não recebia há aproximadamente 40 anos. Concorreu na 48ª Ciranda Cultural de Prendas, em sua fase estadual, ficando em 4º lugar. No ano de 2021, conquistou novamente o título de 1ª Prenda da 21ª RT. Mantem papel relevante dentro do CTG Fogo de Chão como Diretora Cultural, organizando Cirandas e Entreveros, momento culturais e demais atividades que estimulam o conhecimento histórico e cultural na entidade, além de auxiliar na divulgação de eventos, disseminando valores que vão além do tradicionalismo. Em janeiro de 2019, quando Paola já atuava no Departamento Cultural, o CTG Fogo de Chão ganhou o reconhecimento Menção Honrosa de Destaque Cultural 2018, uma homenagem entregue pelos Departamentos Jovem e Cultural do Movimento Tradicionalista Gaúcho por “desenvolver a promoção e difusão do Departamento Jovem e da tradição gaúcha, destacando o compromisso de lutar para que o Movimento proporcione mais ao jovem e este retribua mais ao Movimento”. Importante mencionar que tal Menção Honrosa só foi recebida pelo CTG Fogo de Chão e mais duas entidades em todo o estado do Rio Grande do Sul. Em 2015, Paola recebeu o Mérito Tradicionalista da Câmara de Vereadores de Pedro Osório. Em setembro de 2017, Paola recebeu da Câmara de Vereadores de Pedro Osório uma Moção de Reconhecimento. Em 2022, recebeu a Comenda João de Barro, do Movimento Tradicionalista Gaúcho. Além disso, Paola representa o município na modalidade declamação feminina do ENART. Dança, poesia, conhecimento! Alguém de fundamental importância e influência na comunidade Pedroosoriense, estimulando adultos, jovens e crianças a conhecerem e propagarem nossa cultura! LIVRO “NOS TRILHOS DA 21ª REGIÃO” A partir da proposta da 48ª Ciranda Cultural de Prendas para a Mostra Folclórica, fase regional, comecei a buscar informações a respeito do tema: “O uso das vestimentas em diferentes momentos” (pesquisa que relato ao final deste livro) e após conversas com pessoas da família e entrevistas com pessoas da comunidade, decidi focar minha pesquisa na década de 50. Ao conversar com pessoas da época, que viveram o apogeu do trem na minha cidade, Pedro Osório, encontrei suas histórias permeadas pela nostalgia das “Maria Fumaças”, os trens que passavam pelo pequeno vilarejo às margens do rio Piratini, trens estes que iam e vinham trazendo, deixando e levando histórias. Ao entrevistar estas pessoas, percebi que a emoção entrelaçava- se às narrativas, vi que em cada caixinha ou álbum de fotografias abertos, relatos de vida iam sendo recordados e narrados. Saudades dos que se foram, da juventude, da infância, das festas, dos risos, dos tempos que passaram. Das idas até a estação ferroviária ao fim das tardes de domingo, onde haviam encontros e reencontros. Do passado vivido e ainda presente na memória e que, naquele momento voltava aos olhos e ao mais puro sentimento de saudade! Participar desta experiência me fez perceber o quanto é necessário e urgente que resgatemos constantemente a história. Seja ela de uma pessoa, de uma comunidade e seus costumes, de um trem que passava, de um lugar, de uma entidade. Que é preciso recuperar a história e valorizar aqueles que fizeram parte dela. Desta forma, decidi realizar meu projeto CTG Núcleo de Fortalecimento da Cultura Gaúcha buscando resgatar a história das entidades tradicionalistas da 21ª Região Tradicionalista. A 21ªRT é composta por nove municípios: Arroio Grande, Herval, Pinheiro Machado, Piratini, Pedro Osório, Pedras Altas, Jaguarão e Cerrito; e em todos eles o “Trem da 21ªRT” passou com seus vagões carregados de nostalgia, superações, emoções e lindas trajetórias, valorizando a cultura e perpetuando a tradição do Rio Grande do Sul. Todos históricos presentes neste livro foram constituídos pelas próprias entidades. PALESTRA HENRIQUE FAGUNDES DA COSTA E A HISTÓRIA DO GAÚCHO Em a Historia do Gaúcho vamos analisar como este personagem surge e como ele se torna tradicional. Para entendermos como isso ocorreu, percorremos a cultura de diversas civilizações desde a antiguidade. Examinamos como essas diferentes culturas chegam na Espanha e Portugal para então atravessar o Atlântico. Já em terras americanas e especialmente no pampa, observamos todo o contexto, onde a mistura de influências, ambiente e formas de trabalho irão resultar no nascimento desse mítico personagem. .. HENRIQUE FAGUNDES DA COSTA nasceu em Bagé, formado em Medicina Veterinária pela URCAMP em 2011 e desde 2000 atua como Produtor Rural. Iniciou suas pesquisas que resultariam no Projeto Influência em 2003, visitando acervos particulares, Museus e Bibliotecas. - Pesquisou em Museus, Arquivos e Bibliotecas no Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Portugal, Inglaterra, França e Itália. - Produção de vestuário, figurantes e locações para a produção de imagens para o Projeto Influência. - Integrante da Rural Jovem de Bagé, onde criou o Memorial do Gaúcho, realizando desfiles temáticos retratando cenas da História do Rio Grande do Sul nos anos de 2007, 2008. - Participação de inúmeros Concursos de Aperos de uso tradicional, em cidades como Santana do Livramento, Pelotas e Bagé. - Jurado Concurso de Aperos Santana do Livramento, 2018. - Criou o primeiro Concurso de Aperos Crioulos de uso tradicional de Bagé, 2009. - Organizou o lançamento do Projeto Influência com uma exposição de rua em Porto Alegre, espalhando centenas de obras pela cidade. - Integrante da Comissão de Cultura da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos. 2018-2020. - Produção e apresentação de colunas de caráter cultural em rádios web do Rio Grande do Sul e Santa Catarina desde 2018. - Palestrou no 2° curso CharlandoEquitación, Santana do Livramento, 2018. - Produção da Exposição Pampeanos, em setembro de 2019, contendo telas e artefatos indígenas e gauchescos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. - Trabalhou na pesquisa e roteiro da série Influências – A Formação da Identidade do Gaúcho, produzida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. - Produção da Exposição Pampeanos, em agosto de 2019, contendo telas e artefatos indígenas e gauchescos no Espaço Cultural da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos Crioulos durante a EXPOINTER. - Palestrou no 2° Encontro Internacional de Prateiros, em Bento Gonçalves. 2019. - Escreveu diversos artigos para plataformas digitais como Estância Virtual, Cosasdel Campo, Estâncias Gaúchas, entre outros. 2018-2022. - Palestrou no Primeiro Ciclo de Palestras da plataforma Estâncias Gaúchas. 2020. - Produziu e participou de diversas Lives, transmitidas por plataformas digitais. 2019-2021. - Escreveu artigos para a revista Campo Nativo & Pastagens, edição 01 e 02. 2020 - Publicou o livro Influência, 1º edição. 2020. Material extra anexado aos documentos do projeto INFÂNCIA NO GALPÃO COM JULIANA SPANEVELLO Material anexado aos documentos do projeto. OFICINA A ORIGEM DA GAITA PONTO – RICARDO COMASSETTO Temas abordados: Origem da gaita pontoPrecursoresMúsicas mais conhecidasTécnicas usadasEscalasTempo de estudoTipos de gaita pontoInfluências Duração: De 60 a 90 minutos.
A Sede do CTG Fogo de Chão é totalmente adaptada à acessibilidade arquitetonica, com rampas de acesso e banheiros adaptados, não havendo impedimentos de circulação. Em todas as apresentações, haverá cadeiras e espaços reservados para PCDs (pessoas com deficiência), idosos, obesos, grávidas, mães lactantes ou com crianças pequenas, cadeirantes e seus acompanhantes, e quem mais necessitar. Os acentos e espaços estarão sinalizados e a equipe de produção estará de prontidão orientando o público. A programação terá acessibilidade de conteúdo em libras em todas as suas atividades dentro e fora do CTG, conforme houver necessidade. Haverá também um profissinal destinado à assesoria aos invisuais - com conhecimento em audiodescrição - para as apresentações de dança e as apresentações cênicas. As apresentações musicais não necessitam desta medida visto que a música pode ser compreendida somente pela audição. A programação será divulgada alertando sobre a existência da acessibilidade física e de conteúdo ao local. A linguagem será simples e objetiva.
Toda a programação deste projeto será gratuita, não havendo necessidade de reservas promocionais de ingressos , ou para divulgação. Todos terão acesso de igual forma. Teremos como ações de democratização de acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Quando faremos registros audiovisuais da programação e disponibilizaremos em “vídeos resumos” nas redes sociais do proponente e do CTG, via internet. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
PRODUÇÃO ADMINISTRATIVA E EXECUTIVA - CONFRARIA DA PRODUÇÃO Currículo do proponente anexado nos documentos de cadastro. CO PRODUÇÃO, CAPTAÇÃO DE RECURSOS, OFICINAS NAS ESCOLAS, APRESENTAÇÕES DAS INVERNADAS ARTISTICAS – CTG FOGO DE CHÃO O CTG Fogo de Chão, da cidade de Pedro Osório, 21ª Regiao Tradicionalista, foi fundado no ano de 1960 com o objetivo de reacender no município a chama da tradição. Com o passar do tempo, o CTG foi crescendo, agregando ainda mais pessoas, e aumentando seus objetivos, querendo expandir suas atividades a nível regional e estadual. No ano de 2017, sua invernada adulta participou da Inter-Regional do ENART, maior festival de arte amadora da América Latina, pela primeira vez na história do CTG Fogo de Chão, no município de Uruguaiana. Tal feito viria a ser repetido dois anos depois, em 2019, mas desta vez na cidade de Santo Ângelo, onde o grupo participou da 2ª Inter-Regional do ENART de 2019. O CTG também participou do JUVENART, com sua invernada juvenil, e de diversos eventos artísticos locais, conquistando troféus em danças tradicionais gaúchas e destaques de coreografias de entrada, além de troféus em modalidades individuais, como danças de salão, declamação, causo e poesia. O CTG tem por um de seus objetivos oportunizar que qualquer pessoa da comunidade possa vivenciar e auxiliar na produção cultural, sobretudo, em prol da tradição gaúcha, independente de sua condição financeira. O grupo vê no tradicionalismo uma oportunidade de crescimento pessoal, profissional e de desenvolvimento de habilidades artísticas individuais e em grupo. Além da parte artística, o CTG é destaque no âmbito cultural, pois possuiu, ao longo de sua história, diversas prendas e peões da 21ª RT. Através de suas prendas e peões, O CTG Fofo de Chão realizou diversas oficinas em escolas e na comunidade em geral, levando a tradição gaúcha a diversos locais. Dentre elas, destacam-se as oficinas de dança de salão, dança tradicional gaúcha, chimarrão e nós de lenços, oportunidades em que foi possível difundir entre jovens e crianças da sociedade princípios e condutas comuns no meio tradicionalista. APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS Shows e bailes serão contratados após a aprovação e captação deste projeto, isso porque a agenda dos artistas regionais para setembro costumam ser bastante exigidas e neste momento não podemos nos comprometer com contratação, portanto, não podemos privá-los de vender as datas. Assim que possível, shows regionais serão orçados, assim como os grupos de baile para completar a programação deste projeto. Os mesmos serão informados, assim como seus releases e repertórios, assim que contratados, via readequação. Vale reforçar que a média de cachês para shows regionais no estado fica em torno de 10 mil, assim como é possível contratar conjuntos de baile em média por R$ 5.000,00, o que foi assegurado em nossa planilha orçamentária, respeitando também os limites estabelecidos pela instrução normativa. SERGIO CARVALHO PEREIRA Natural de Pedro Osório, é Poeta, fotógrafo, radialista, cirurgião dentista, foi patrono da 48ª Feira do Livro de Rio Grande, cidade onde hoje reside. Autor de livros como O Sul, e diversas músicas regionais hoje gravadas por artistas renomados como Luiz Marenco, Joca Martins, entre outros. RICARDO COMASSETTO Não importará a distância, as terras estranhas onde andamos, as geografias mais distintas, os idiomas mais difíceis. Não importa nada para aquele que tem a querência em si. Por longe que se pareça estar, o que tem querência, jamais sofrerá do desamparo. E assim com sua cordeona, que tem a voz dos sinos das reduções e anda mostrando pelos palcos, por cenários e galpões, a sonoridade que guardou do mundo misterioso das missões. Assim, com São Luiz Gonzaga no peito, Ricardo Comassetto, gaiteiro missioneiro, andou nos últimos anos por caminhos de pó e distância, de imprecisos infinitos e incalculáveis lonjuras. Músico, instrumentista e arranjador, começou sua carreira profissional aos 17 anos. É participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles. Na 25° Sapecada da Canção Nativa, em 2017, conquistou o prêmio de 1° lugar com a milonga “O Silêncio e a Músico, instrumentista e arranjador, começou sua carreira profissional aos 17 anos. É participante ativo de festivais e já obteve premiações na maioria deles. Na 25° Sapecada da Canção Nativa, em 2017, conquistou o prêmio de 1° lugar com a milonga “O Silêncio e a Campereada”, com poema de Sérgio Carvalho Pereira e melodia sua em parceria com André Teixeira. Na ocasião, Luiz Marenco foi o intérprete da composição, que também contou com o violão de Marcello Caminha. Em fevereiro de 2018, a composição foi eleita a “Melhor Música de Festival” pelo blog “Ronda dos Festivais”. Já atuou nos países do prata, destaque para Argentina, onde participou do maior evento de chamamé do País. Já atuou com diversos cantores tais como Luiz Marenco, Luiz Carlos Borges, Joca Martins. No ano de 2014, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música, na categoria instrumentista, por sua participação no CD/DVD “Bagualles, um canto de amor à terra”. Em agosto de 2017, lança seu primeiro disco, chamado “Genuíno”, trabalho que traduz a gratidão e o anseio do artista por fazer o registro de composições e compositores de sua terra, além de contar com obras e artistas que marcaram, pessoal e profissionalmente, os seus mais de 15 anos de carreira. No mesmo ano conquista o prêmio de “Melhor Gaiteiro/Instrumentista”, pelo Portal G1. GRUPO UEBA O Grupo Ueba Produtos Notáveis surgiu da inquietação artística de seus fundadores, em 2004, quando perceberam que era possível, e talvez necessário, levar teatro para ambientes não convencionais. Através de diferentes experimentações e linguagens teatrais o grupo descobriu que esse seria o caminho: levar um teatro autoral e marcante para diversos públicos utilizando a comicidade como agente de reflexão. Nesta linha, seja no teatro de palco e de rua, a Ueba segue realizando sua pesquisa artística e cultural, sob coordenação de seus fundadores Jonas Piccoli e Aline Zilli Em suas pesquisas destacam-se as montagens de “Zão e Zoraida” (2007), “O Auto da Alta” (2007), “A Megera Domada” (2009), “Felinícias” (2010), “O Bom Quixote – Delírio Urbano” (2011), “O Incrível Caso do Sumiço das Letras” (2012), “Radicci e Genoveva” (2012), “A Mãe e o Monstro” (2013), “A Mordaça” (2013), “Circo ZeZ” (2014), “O Torto da Rima Torta” (2014), “As Aventuras do Fusca a Vela” (2015), “Conto Contigo Comigo (2016)” e “Fábulas do Sul (2018)” e “Vivita – a Noiva do Sol” (2019) mantendo 9 destas peças no repertório do grupo. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Ueba circulou pelo Brasil marcando presença em alguns dos principais festivais de teatro do país, e também participou com espetáculos em eventos no Chile, Venezuela e Itália. Sua trajetória é reconhecida através de diversas premiações que incentivam a continuidade do trabalho, como o Prêmio FUNARTE Artes Cênicas na Rua 2012 e o Prêmio FUNARTE Carequinha de Estímulo ao Circo 2015, além das premiações locais e estaduais. No ano de 2014 o Grupo assume como sede o Moinho da Cascata e age na sua revitalização, criando assim o “Centro Cultural Moinho da Cascata”. A partir de 2016 o grupo passa a promover e coordenar um encontro voltado para as artes cênicas na rua, o “FESTEAR – Festival de Teatro de Rua” em Caxias do Sul/RS. Além da criação, produção e circulação de seus espetáculos, o grupo buscar atuar ativamente na construção de um novo cenário para o teatro, seja através de políticas públicas ou democratização da arte.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.