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Realização de 10 apresentações de música regional do artista Danillo Barros e banda, executando as músicas do álbum Quintal dos Deuses, com duração de 60 minutos, e circulação itinerante por 4 cidades do sudeste, 1 do sul, 1 do norte, 2 do centro-oeste e 2 no nordeste. Com acesso gratuito ao público e classificação etária livre.
Apresentação MusicalQuintal do Deuses é um show de música regional em homenagem a ancestralidade afrobrasileira. Abordando temas relacionados à Umbanda, o show apresenta ritmos e gêneros sonoros ligados às raízes brasileiras. 60 minutos de duração. Classificação etária livre. Oficina de ritmos musicais afrobrasileirasDanillo Barros apresenta ritmos e gêneros sonoros afrobrasileiros para crianças e adolescente, estudantes do ensino público brasileiro, relacionado à música brasileira atual e do passado. Com 60 minutos de duração e 30 de perguntas e respostas, a oficina permitirá que os participantes indentifiquem elementos afrobrasileiros disseminados na culura nacional e provocará o interesse por relações com elementos culturais jovens.
1. Objetivo Geral:Divulgar a música regional brasileira por meio do trabalho de Danillo Barros e seu álbum Quintal dos Deuses, em apresentações de música, valorizando ritmos tradicionais e a ancestralidade afrobrasileira. 2. Objetivo Específico:Realizar 06 apresentações de música regional, do álbum Quintal dos Deuses, pelo artista e autor Danillo Barros em cidades do Brasil, sendo:02 apresentações no sudeste;01 apresentações no Nordeste;01 apresentações no Centro-Oeste;01 apresentação no Norte;01 apresentação no Sul. Paralelamente o projeto irá realizar uma oficina de ritmos afrobrasileiros para 180 crianças e adolescente de escolas públicas brasileiras. Cada apresentação terá 60 minutos de duração. Público-alvo abrangente, formado pela composição proporcional étnica, cor ou raça, de classe social, idade, gênero e orientação sexual das populações locais. A classificação etária é livre.
A apresentação musical "Quintal dos Deuses" promove e valoriza a rica diversidade cultural brasileira, refletida nas músicas do artista Danillo Barros e sua banda. Com seis apresentações de música regional, o projeto levará tradições sonoras a diferentes públicos, contribuindo para a disseminação e valorização das expressões culturais de raiz afrobrasileira. As músicas da apresentação são do álbum de mesmo nome, recém-lançado. Formam uma celebração das múltiplas expressões da ancestralidade e cultura do povo brasileiro, unindo elementos de diversas manifestações regionais, como o tambor de crioula, congadas, maracatus, carimbó, Folia de Reis e samba-duro. Cada canção do álbum é construída com sonoridades peculiares e percussões rítmicas que refletem a vivência etnocultural das diversas regiões do país, utilizando instrumentos que vão desde o violão urbano até os mais ancestrais instrumentos indígenas. A circulação itinerante do espetáculo por quatro cidades do sudeste, uma do sul, uma do norte, duas do centro-oeste e duas do nordeste garante uma ampla abrangência territorial, levando a cultura regional a diferentes partes do país. Além disso, o acesso gratuito ao público e a classificação etária livre asseguram que as apresentações sejam inclusivas, permitindo que pessoas de todas as idades e classes sociais tenham a oportunidade de vivenciar a riqueza cultural brasileira. As temáticas das músicas se relacionam com a experiência de Danillo Barros com as tradições religiosas afrobrasileiras, em especial a Umbanda. Ao lado dos músicos João Oliveira e Jota Erre, Dan propõe uma imersão no mundo dos Orixás por meio de ritmos como Congo de Ouro, Ijexá e Samba Duro, precursores do samba e suas variantes com rock e funk. A direção musical de Dudu Alves (Quinteto Violado), vencedor do Prêmio da Música Brasileira e indicado ao Grammy Latino, e a produção musical de João Oliveira (Balaio/TV Cultura) reforçam a qualidade e profundidade artística do projeto. Dan Barros nasceu imerso no mundo da música brasileira. Seu pai era sambista em Taubaté, interior de São Paulo, e sua mãe, dona de casa, apresentou um mundo repleto de referências afrobrasileiras e da música popular. Adolescente, destacou-se pela potência e afinação de sua voz, iniciando uma banda de punk-rock e percorrendo diversos estados com apresentações em festivais. Paralelamente, Dan passou por uma trajetória espiritual diversa, incluindo experiências como missionário cristão, estudante de Kabbalah e, finalmente, encontrando-se com sua ancestralidade na Umbanda. Em 2007, participou do programa Ídolos, onde recebeu elogios e ficou conhecido como o "Gigante do Soul". Desde então, Dan consolidou suas influências musicais e espirituais, aprofundando sua pesquisa na musicalidade da diáspora negra. Dan Barros relata que cada canção é resultado de uma verdadeira e genuína experiência com sua ancestralidade, trazendo ritmos fundamentais para a música popular brasileira, como o Ijexá, São Bento Grande, São Bento Pequeno, Samba Duro e coco. O álbum busca registrar e compartilhar essas experiências, servindo como uma colcha de retalhos de tradições regionais. Essa iniciativa promove a música regional, e fortalece o sentimento de identidade e pertencimento entre os brasileiros, ao mostrar a beleza e a diversidade das manifestações culturais do país. A itinerância do projeto permite que um maior número de pessoas possa desfrutar dessa experiência, incentivando a valorização e o reconhecimento das tradições culturais brasileiras em diferentes regiões.O projeto se enquadra no art. 1º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também atende aos objetivos do art. 3º da Lei 8.313/91 na alínea "c", do inciso II: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
não se aplica.
Apresentação Musical: duração de 60 minutos.Oficina: Duração de 60 minutos, com 30 minutos de perguntas e respostas. Para 180 crianças e adolescentes do ensino público brasileiro. Conteúdo Programático da Oficina de Ritmos Musicais Afrobrasileiros:Duração: 90 minutos (60 minutos de apresentação + 30 minutos de perguntas e respostas) Público-Alvo: Crianças e adolescentes, estudantes do ensino público brasileiro Objetivos: - Apresentar e explorar os ritmos e gêneros sonoros afrobrasileiros- Relacionar esses ritmos com a música brasileira atual e do passado- Identificar elementos afrobrasileiros disseminados na cultura nacional- Estimular o interesse dos participantes pela cultura musical jovem e suas raízes afrobrasileiras 1. Introdução (10 minutos):1.1 Boas-vindas e Apresentação do Facilitador; Breve introdução sobre Danillo Barros e sua trajetória musical;Importância dos ritmos afrobrasileiros na formação da música brasileira;1.2 Objetivos da Oficina; Explicação sobre o que será abordado na oficina;Importância de conhecer as raízes culturais afrobrasileiras;2. Ritmos Afrobrasileiros e Suas Origens (20 minutos);2.1 Introdução aos Ritmos Afrobrasileiros; Explicação sobre a origem e características dos principais ritmos: Ijexá, Samba Duro, Maracatu, Tambor de Crioula, Congo de Ouro, Carimbó, Folia de Reis; 2.2 Demonstração Musical; Apresentação ao vivo dos ritmos mencionados, com exemplos de músicas tradicionais e contemporâneas; 3. Relação com a Música Brasileira Atual (15 minutos);3.1 Influência dos Ritmos Afrobrasileiros na Música Atual; Discussão sobre como esses ritmos influenciam gêneros musicais populares hoje, como samba, funk, axé, pagode, MPB;3.2 Exemplos Contemporâneos; Apresentação de músicas modernas que incorporam elementos afrobrasileiros;Análise de como artistas contemporâneos utilizam esses ritmos em suas obras; 4. Atividade Interativa: Reconhecendo Ritmos (10 minutos);4.1 Participação Ativa; Os participantes serão incentivados a identificar ritmos afrobrasileiros em músicas populares;Utilização de clipes de áudio para que os participantes reconheçam e nomeiem os ritmos apresentados;4.2 Discussão; Discussão sobre as impressões dos participantes e a importância de cada ritmo na música brasileira; 5. Perguntas e Respostas (30 minutos);5.1 Sessão Interativa; Espaço aberto para os participantes fazerem perguntas sobre o conteúdo apresentado;Discussão sobre a importância da preservação e valorização dos ritmos afrobrasileiros;5.2 Encerramento; Agradecimentos e convite para que os participantes continuem explorando a música afrobrasileira em suas vidas diárias;
1. Acessibilidade física:- Todos os espaços selecionados terão acessibilidade para pessoas com deficiência física, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, com rampas de acesso, banheiros acessíveis, sinalização, área reservadas e dimensões. Itens do orçamento: Locação de espaço para apresentação. 2. Acessibilidade de conteúdo:Para pessoas com deficiência auditiva: Interprete de LIBRAS em cada apresentação. Itens do orçamento: Interprete de LIBRAS. Para pessoas com deficiência visual: Descrição do ambiente, banda e imagens projetadas pelos músicos. Itens do orçamento: Banda Nacional.Para pessoas com deficiência intelectual: Auxílio e orientação realizada por monitores capacitados. Itens do orçamento: Monitores.
Todas as apresentações serão de acesso gratuito pelo público. Em atendimento do art. 30, da Instrução Normativa n.º 11/2024, o proponente se compromete em atender o seu inciso V: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
O proponente será remunerado pela rubrica Produção Executiva. Danillo Soledade Yared de Barros – Músico – CPF: 051.332.518-23 Dan Barros nasceu imerso no mundo da música brasileiro. Seu pai era sambista em Taubaté, interior de São Paulo, e junto com sua mãe, dona de casa, apresentou um mundo repleto de referências afrobrasileiras e da música popular. Já adolescente, sua voz se destacou pela potência e afinação, confirmando o que parecia ser uma predestinação para o mundo musical. Ansioso por experimentar, iniciou uma banda de garagem com amigos da escola em um ritmo que parecia negar toda sua formação até então, o punk-rock. Com essa banda percorreu diversos estados com apresentações em festivais. Ao mesmo tempo, se tornou uma pessoa espiritualizada tendo influências de cânticos evangélico, do Umbanda e da Kabbalah. Em 2007, participou do programa Ídolos, ainda no SBT, voltando suas apresentações para os sons de suas raízes e para sua recente paixão, a Soul Music. Recebeu elogios rasgados dos jurados, entre eles o saudoso Carlos Eduardo Miranda, passando a ser identificado pelo epíteto “Gigante do Sol”. Terminou a competição como um dos finalistas. Desde então Dan passou a consolidar as influências que teve em sua vida, aprofundou sua busca por uma espiritualidade verdadeira ao mesmo tempo que mergulhou na pesquisa da musicalidade advinda da diáspora negra. Coraly Pedroso Ferraz Alvim – Coordenação administrativo-financeira – CPF: 051.232.208-28 Com formação em Artes Plásticas pelo Centro Universitário de Belas Artes de São Paulo. Empresária com mais de 15 anos de experiência na direção de companhias e organizações não governamentais. Presidiu a o Instituto Plataforma Brasil, sendo responsável pela aprovação de projetos em editais na área de esporte e cultura, com destaque para o convênio com o Ministério da Cultura Pontão de Interações Estéticas Internacionais, projeto que representou milhares de pontos de cultura na Europa, África e nas Américas. Nos últimos anos, foi diretora, produtora executiva e captadora de recursos de mais de 30 projetos de cultura, esporte e educação, entre eles as 7 edições do Olinda Jazz, as 3 edições do Sampa Jazz, o festival de dança Conexão Internacional da Dança, o jogo holandês de futebol street Panna Knock Out Brasil, Exposição e Monitoria Anne Frank, 3 edições do Quitutes e Batuques, além de turnês de músicos e intercâmbio de artistas internacionais e brasileiros. Também é diretora cultural do Instituto Brasileiro da Diversidade – IBD, sendo responsável, entre outros projetos, pela direção dos projetos WWViews – 100 Projetos Pelo Meio Ambiente, Agente Jovens Casa Comum (premiado no GoodFestival em Lauzane – Suíça – 2017) e pelo Debate Conciliação Cultural LGBTQ+Negra em parceria com Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo. Recentemente realizou a produção executiva da 4ª edição do Quitutes e Batuques (abril 2021), 1ª edição on-line do PRINTA (março, 2021), produção executiva do documentário Bye Bye Desemboque, de Ariane Porto (2020 a 2021), produção executiva do documentário Understanding Unbelief (2019) e do projeto Cortejo Cultural de Barretos (2018). Fabricio Addeo Ramos – Produção Executiva – CPF: 249.475.528-08 Currículo Fabricio Addeo Ramos Gestor de projetos em cultura, diversidade e economia criativa. Formado em Comunicação com ênfase em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, com curso de gestão de projeto pela Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM. Cursou produção cinematográfica no King’s College (Reino Unido, 2003). Formado em Gastronomia na Universidade Mackenzie. Realizou recentemente, em 2024, a produção do álbum Quintal dos Deuses, do videoclipe da música Preto Velho, deste mesmo, e do show de lançamento do álbum em Taubaté – SP. Realizou coordenação de produção para os projetos: festival de intercâmbios artísticos Quitutes e Batuques de 2009 a 2011 (3 edições), festival de música Olinda Jazz de 2008 a 2012 (4 edições), Sampa Jazz de 2008 a 2009 (2 edições) Festival Conexão Internacional da Dança em 2009, em museu virtual do Moleque de Rua, em 2013, turnês internacionais do Quinteto Violado na Coreia do Sul, Paraguai e Turquia de 2015 a 2017. Coordenou a comunicação dos projetos: Cortejo Cultural de Barretos, em 2019, Espetáculos e exposição dos 40 anos do Projeto Sol, 2019 e Feira Literária do Sol, em 2021. Realizou a produção dos documentários Ateus e Agnósticos no Brasil (2019), Bye Bye Desemboque - Lima Duarte e suas Veredas (2020) e Palavras ao Mar (2021) de direção de Ariane Porto. Atualmente, é diretor artístico dos projetos Quitutes e Batuques, desde 2021, e do Programa Internacional de Intercâmbios Artísticos e Criativos – PRINTA, desde 2008. No terceiro setor, é diretor executivo da Nix Diversidade e Economia Criativa, na qual lidera a gestão de coletivos inclusivos de esporte LGBTQIA+, coordenador geral do estudo Diversidade & Inclusão – Estudo sobre as conquistas e desafios da comunidade LGBTQIA+ no Esporte e o Mapeamento de Coletivos de Esporte Inclusivo no Brasil. Demais músicos da banda serão escolhidos de acordo com a disponibilidade para participarem das apresentações, seguindo o padrão de qualidade e experiências dos músicos envolvidos na produção do álbum Quintal dos Deuses.
PROJETO ARQUIVADO.