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Realizar o Festival Internacional de Teatro de Campinas - Feverestival, oferecendo uma programação acessível e diversa durante 5 dias na região central da cidade. A programação contará com apresentações teatrais, ação pedagógica, residência artística e festas/pontos de encontros. Ainda, o projeto prevê a realização da contrapartida social "Cultura na Prática", um Ciclo de Debates para estudantes da rede pública de ensino.
OBJETIVO GERAL Realizar um festival internacional de artes cênicas em Campinas/SP oferecendo à população uma programação acessível e diversa de espetáculos, intervenções artísticas e ações pedagógicas em diferentes equipamentos culturais e espaços públicos da região central da cidade. O projeto fortalece, valoriza e difunde o teatro em Campinas/SP, fomentando o desenvolvimento e aprimoramento de grupos e artistas, estimulando a sua popularização, garantindo acesso gratuito e irrestrito ao público. O objetivo é fomentar e promover a diversidade cultural; valorizar grupos e atores locais, oportunizando sua promoção artística e ampliando seu campo de trabalho; fomentar a criação de hábitos culturais; oferecer ao público beneficiado do projeto oportunidade de acesso ao teatro e sua pluralidade de expressões artísticas. Promover e estimular o intercâmbio de artistas e produtores(as) culturais de diferentes países e regiões brasileiras, valorizando diferentes modos de produção e criação nas artes da cena. OBJETIVO ESPECÍFICO - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar quatro (08) apresentações teatrais de grupos nacionais entre espetáculos de rua, adulto e infantil. Beneficiando um público de 1.640 pessoas. - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar dois (02) espetáculos de grupos provenientes da Região Metropolitana de Campinas. Beneficiando diretamente um público de 470 pessoas. - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar um (01) espetáculo de encerramento com grupo/artista convidado, para um público de 600 pessoas no Teatro Municipal Castro Mendes; - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar um (01) espetáculo internacional, beneficiando um público de 600 pessoas; - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar uma (01) residência artística ministrada pelo grupo internacional convidado(a) e voltada para vinte (20) artistas da cidade, com carga horária de 20 horas; - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar uma (01) ação pedagógica, ministrada pelo grupo nacional convidado, com carga horária de 9 horas, beneficiando 20 pessoas; - Produto FESTIVAL/MOSTRA: Realizar dois (02) pontos de encontros: locais de integração entre equipe, grupos visitantes e público, beneficiando 500 pessoas no total; - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar, como contrapartida social, Ciclo de Debates com seis (06) encontros, intitulado "Cultura na Prática", com estudantes da rede pública de ensino de Campinas, beneficiando 385 pessoas no total; - Garantir acessibilidade durante a fruição do produto principal do festival, em conformidade com a lei 13.146 de 2015; oferecer doze (12) apresentações teatrais com interpretação em Libras e duas (02) com audiodescrição; - Gerar trabalho e renda para aproximadamente 80 profissionais do setor cultural entre artistas, produtores, técnicos e arte educadores;
Ao longo de 15 edições, o Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas tornou-se um dos maiores eventos teatrais do interior do Estado de São Paulo, ocupando uma importante posição no circuito de festivais de artes cênicas do Brasil e no calendário cultural da Região Metropolitana de Campinas. O Feverestival já alcançou mais de 300 mil pessoas e trouxe mais de 200 apresentações inéditas gratuitas e/ou a preços populares para a cidade, programando obras de todas as cinco macrorregiões do Brasil e de diversos países como Itália, Argentina, Uruguai, Inglaterra, Alemanha, Bolívia, Finlândia, Israel, Burkina Faso e México. Em sua última edição, mais de 100 pessoas participaram das ações pedagógicas, mais de 1000 pessoas celebraram nos pontos de encontro e mais de 3 mil pessoas acompanharam os espetáculos. Foram cerca de 570 refeições entre 06 restaurantes apoiadores; serviços de ônibus, micro ônibus, aviões, vans e carros atravessando a cidade; 55 pessoas hospedadas em hotéis parceiros. Assim, o festival movimenta não apenas a classe artística da cidade, em sua fruição estética e capital financeiro, como também outros setores de extrema importância para a economia local. Tentando suprir a demanda cultural de Campinas, que segundo dados de 2010 do último censo do IBGE, é a 3ª cidade mais populosa do Estado, sendo a 1ª mais populosa fora da Região Metropolitana de São Paulo, com mais de 1.080 milhão de habitantes, este projeto gerará renda para aproximadamente 80 trabalhadores locais e cerca de 50 artistas , movimentando a economia local. Em 2020, o IBGE classificou oficialmente Campinas como metrópole, sendo a primeira cidade do Brasil com este título sem ser uma capital, por conta de sua influência econômica, a alta quantidade de instituições públicas e atratividade para bens e serviços, inexistentes nas outras cidades da região (dados: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2020/06/27/classificacao-de-campinas-como-metropole-sera-referencial-para-politicas-regionais-diz-ibge.ghtml) Tais números são considerados expressivos se observados os dados presentes no Mapa da Cultura (http://mapas.cultura.gov.br/). Nele, a cidade de Campinas possui mais de 400 agentes culturais, dos quais aproximadamente 100 são do segmento de teatro. O festival é atualmente um dos maiores eventos artísticos da cidade, e a realização através de mecanismos de incentivo fiscal possibilitará o aumento da contratação e qualificação de profissionais da área da cultura e, consequentemente, o aumento da empregabilidade desses profissionais no setor cultural em outros projetos, contribuindo para o desenvolvimento e expansão desse setor. A programação do festival como um todo tem o intuito de reunir, fomentar e difundir as produções artísticas brasileiras e campineiras à população de Campinas. Assim, as ações do projeto enquadram-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Como forma de democratizar e facilitar o acesso aos bens e produtos culturais disponibilizados pelo projeto, o festival terá mais de 65% de sua programação gratuita e seguirá as orientações de distribuição de ingressos do Artigo 20, Inciso I, da instrução normativa nº2 de 23 de abril de 2019 e do Inciso IV, item a, do Artigo 3º da Lei 8.313 de 1991. Além da garantia de acesso aos bens culturais, esse projeto oferece à população da cidade de Campinas e região uma programação nacional potente e diversa, (https://campinas.com.br/cultura/2018/02/festival-internacional-de-teatro-de-campinas-tem-programacao-cultural-intensa/) contendo obras de diferentes formatos e linguagens teatrais para os públicos adulto e infantil. Na última edição o Feverestival teve mais de 400 inscrições nos segmentos de espetáculos adulto, rua e infantil, recebendo proposta de 23 estados brasileiros. (https://www.instagram.com/p/B5vKpfBnZh4/?igshid=e1ocr5jsn17a) Tendo em vista essa demanda, o festival selecionará por meio de editais quatro (04) espetáculos estaduais e dois (02) espetáculos locais. Também irá programar por meio de convite direto um (01) espetáculo nacional e uma (01) ação pedagógica. Outro ponto importante de sua programação é a mostra internacional, que receberá um (01) grupo para apresentar seus trabalhos nos equipamentos culturais de Campinas, além de ministrarem uma (01) residência artística ao longo da semana do festival. Tal espetáculo possibilita o intercâmbio de culturas e valores para além dos palcos, visto que os artistas também assistem aos espetáculos nacionais junto com o público, se alimentam em restaurantes locais, participam das festas realizadas pelo festival e trocam conhecimentos e experiências através do diálogo com a equipe de produtores do festival que os acompanha. A programação internacional do Feverestival também busca suprir a escassez de espetáculos internacionais programados na Região Metropolitana de Campinas, que em sua maioria ocorrem apenas na capital, devido ao seu alto custo e falta de interesse por parte de instituições ou produtoras da região. Os espetáculos serão programados em equipamentos culturais centrais da cidade de Campinas (vide link: https://www.google.com/maps/d/u/4/edit?mid=1vLRR_aNOT9qIM4PPrPq83uNl-znwXSsX&ll=-22.909128603361005%2C-47.06732724999999&z=16) , próximos de grandes vias e/ou de fácil acesso por diferentes transportes, a maioria afeitos a receberem pessoas com deficiência visual, auditiva ou física, tais como o Teatro Municipal José de Castro Mendes, a Estação Cultura Prefeito Antonio da Costa Santos, a Sala Dos Toninhos Estação Cultura, o teatro do SESI - Campinas Amoreiras; Praça José Bonifácio (em frente à Catedral Metropolitana) e o calçadão da 13 de maio (principal artéria do comércio de rua de Campinas). A intenção é criar um circuito onde o público participante possa se locomover de maneira rápida e autônoma por entre estes locais, aproveitando o máximo de sua programação, ressignificando - mesmo que momentaneamente - a relação do público com o centro da cidade. Por fim, a realização em praças e largos do centro da cidade também contribui para que os espetáculos encontrem o público passante, aumentando o número de beneficiados pelas atividades. Dessa forma, o presente projeto atende os seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Este projeto é uma clonagem de um projeto aprovado anteriormente, com numero pronac 220.081 Segue abaixo resumo do Curriculo da Território Produções Culturais. Os arquivos com notas e divulgações foi anexado como documento. HISTÓRICO TERRITÓRIO PRODUÇÕES CULTURAIS A Território Produções Culturais é uma produtora cultural formada em 2017 pela gestora cultural Bruna Schroeder e, a partir de 2021, também pelo produtor e gestor cultural Lucas Michelani e pelo produtor, técnico em iluminação e sonorização Francisco Barganian. A empresa atua na elaboração e execução de projetos culturais em diferentes formatos e linguagens artísticas, na gestão de festivais, bandas e coletivos artísticos, além de produção audiovisual, cenotécnica e editoração. Todos os projetos citados no presente histórico foram contemplados com editais do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, editais da Lei Aldir Blanc, editais municipais de Campinas e/ou são projetos que circulam por Sesc e Sesi. Todos os itens identificados com * abaixo, possuem suas notas de comprovação no Relatório de Atividades Culturais da Território em anexo. Utilizamos uma amostra de nossos trabalhos para comprovação via nota fiscal. Em relação ao Feverestival um material mais completo foi anexo em arquivo a parte. Produção de festivais e eventos:Coordenação geral e coordenação técnica da 15ª, 16ª e 17ª edição Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas (2019 - atualmente); *Projeto Identidade e Expressão, ciclo de oficinas culturais para público LGBTQIA+ (2021); Baú Transvyado, projeto oficinas culturais e espetáculo teatral com tematica LGBTQIA+ em parceria com o Núcleo Ponte (2022); * Produção de projetos de artes da cena (teatro, dança e circo)“Damas - Quem tem medo do Barba Azul?” espetáculo teatral do Núcleo Carochinha de Teatro (2017-2018);SustentAção, Núcleo Fuga! (2022); *Se Morri Já Não Me Lembro”, da Cia Anímica (2022); *A Travessia, do Nano Circo com Débora Fransolin (2023); *Circulação Casasa, Cia. Kawa (2024); *Circulação Casca Trupe (2024); Produção de bandas e projetos de músicais:Trem Doido convida Nelson Ângelo (2018)Show Saltimbancos, do grupo Matitaperê (2019)Espetáculo musical “Noite no Cais” do Grupo D’Areia (2020)Projeto Corredeira pelo Rio Tietê (2019-2021) *Álbum Somas, de Carla Vizeu (2022) *Tlhangana - Vissungo o Cantos dos Escravizados (2022-2023); *África Semente, da cantora Graciela Soares (2023);Produção do álbum do Baile do C.R.A.U - cridão e arapuca de urubu (2023); Produção AudiovisualProdução do curta documentário “Territórios Marginais” (2019) do Laboratório Cisco Educação e Imagem.Direção de produção do curta OCUPA, de Juliana Pfeifer (2019-2020).Produção de campo e de base para a série “Planeta Solidário” (2021) do Laboratório Cisco Educação e Imagem.Produção executiva do projeto de videodança UMAEMTODAS, Coletivo Luzeiras (2022); * Coordenação técnica (som e luz):La Trattoria, da Cia Los Circo Los (2021/2022);UMAEMTODAS, do Coletivo Luzeiras (2022);Sob o Mesmo Teto, da Cia Gravitá (2021);8 anos de Damião e Cia. (2021);*Paraladosanjos 20 anos, da Cia Paraladosanjos (2021); Histórias que minha avó contava (2021);Festival Mostra Jazz Campinas (2021).
Serão produzidos até quinhentos (500) cadernos tamanho A5, com miolo em papel couché fosco 120g/m² e capa em couché fosco 280gr/m² contendo a programação do festival: ficha técnica e sinopse de todas as atividades do evento, além de informações sobre a edição em questão do festival, ficha técnica de sua equipe e lista de parceiros.
ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS Este projeto prevê a criação de uma rede de contato com entidades, instituições e o poder público, como por exemplo a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, secretaria essa na qual o festival possui relação desde 2012, para difundir e divulgar as medidas de acessibilidade. As peças de divulgação offline da programação, tais como banners, cartazes, guias de bolso e catálogos/programas, contarão com a sinalização de acessibilidade dos espetáculos em Libras e audiodescrição. A comunicação online do projeto além de conter a sinalização da programação com acessibilidade em Libras e audiodescrição, também apresentará na legenda das postagens textos alternativos para pessoas com deficiência visual, através das hashtags #PraCegoVer #PraTodosVerem. Acessibilidade física: Em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, os locais de realização da programação serão escolhidos visando proporcionar livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, por meio da disponibilização ou adaptação de espaços, equipamentos, transporte, comunicação e quaisquer bens ou serviços às suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas de forma segura, de forma autônoma ou acompanhada. Em todas as sessões, serão reservados lugares na platéia para pessoas com dificuldade de locomoção e pessoas obesas e seus acompanhantes. Não haverá despesas orçamentárias com relação à esta acessibilidade. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Todas as sessões de espetáculo teatral terão tradução em Libras, com contratação de profissionais da área para produção de roteiro e gravação. Totalizando doze (12) apresentações teatrais com acessibilidade para comunidade de surdos e ensurdecidos de Campinas, que em 2018 já eram mais de 12.000 pessoas. A rede municipal de ensino de Campinas possui escolas bilíngues, onde além do português é ensinada a língua brasileira de sinais (Libras). As sessões de espetáculos infantis destinados à rede pública de ensino serão oferecidas com prioridade para as escolas bilíngues, a fim democratizar o acesso a um conteúdo acessível diretamente para o público interessado. item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Haverá audiodescrição das duas (02) sessões de espetáculo teatral realizadas no Teatro Castro Mendes, com contratação de profissionais da área para produção de roteiro e ensaios, além de posteriores ensaios para garantir sincronia entre as ações e a audiodescrição. Será disponibilizado via dispositivo de áudio com fone de ouvido, garantindo acessibilidade ao conteúdo das obras. Para essas ações o festival entrará em contato com institutos e instituições especializadas para estimular e garantir amplo acesso ao público de deficientes visuais da cidade de Campinas. Tal medida será amplamente divulgada, usando a #ParaTodosVerem, #PraCegoVer com descrição das imagens das publicações. item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Roteirista de audiodescrição CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: Em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, os locais de realização da programação serão escolhidos visando proporcionar livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, por meio da disponibilização ou adaptação de espaços, equipamentos, transporte, comunicação e quaisquer bens ou serviços às suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas de forma segura, de forma autônoma ou acompanhada. Em todas as sessões, serão reservados lugares na platéia para pessoas com dificuldade de locomoção e pessoas obesas e seus acompanhantes. Não haverá despesas orçamentárias com relação à esta acessibilidade. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Os encontros da contrapartida serão realizados com intérpretes de Libras, cedidos pela Secretaria Municipal de Educação à escola da rede pública em que a ação ocorrerá. Neste sentido, não haverá despesas orçamentárias com relação à esta acessibilidade. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Por serem encontros formativos, a contrapartida social não necessitará de audiodescrição. Neste sentido, não haverá despesas orçamentárias com relação à esta acessibilidade.
Visando contemplar o Inciso VII do Art. 21. da IN 02/2019, serão oferecidos três (03) espetáculos destinados ao público infantil e/ou infantojuvenil.
Bruna Schroeder Araujo (Coordenação Geral) Bruna Schroeder é sócia proprietária da Território Produções Culturais. Formada no bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas, desenvolve seu trabalho de forma autônoma nas áreas do teatro, música, audiovisual, gestão cultural e produção de projetos artísticos. Atualmente integra o Núcleo Feverestival como coordenadora geral e é diretora de produção do cantor Pedro Barsalini, onde atualmente executa projetos contemplados pelo ProAC Expresso LAB. Em 2020, foi Coordenadora Geral do 15º Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas, contemplado pelo ProAC editais. Integra a sua equipe desde 2016, tendo passado pelas áreas de produção de espaço e coordenação de logística desde então. Como produtora audiovisual, em 2020 foi Diretora de Produção do curta-metragem OCUPA, realizado pelo ProAC ICMS e Diretora de Produção do show documental “Para o Rio Tietê”, de Pedro Barsa, financiado por um edital do ProAC - Programa de Ação Cultural do Estado de SP. Ainda, Em 2018 e 2019, trabalhou como produtora de base e de campo nas séries documentais de 12 episódios “Planeta Solidário”, “Taquaras, tambores e violar - Segunda temporada” e nos curtas “Pluma Forte”, “Partilha” e “Territórios Marginais” do Laboratório Cisco, produtora audiovisual campineira. Projetos financiados maioritariamente pelo Fundo Setorial do Audiovisual. Como atriz e produtora cultural, em 2018 foi proponente do projeto “Barba Azul – o feminino em cena”, projeto premiado pelo ProAc Editais Primeiras Obras de Teatro atuando como atriz e produtora; e em 2016 foi estagiária de produção no projeto Lume em Casa. Na universidade, em 2017, foi bolsista em Direção Artística do Projeto Corredor Cultural Forproex Sudeste - circulação de propostas artísticas interdisciplinares em 17 Instituições de Ensino Superior no estado de São Paulo. Em 2015 e 2016 foi curadora da área de música e coordenadora geral da 16ª e 17ª edição do FEIA - Festival Estudantil do Instituto de Artes da Unicamp. Festival universitário interdisciplinar que em sua gestão trouxe nomes como Tom Zé, As Baías e Trupe Chá de Boldo. Por fim, em sua formação complementar, fez as disciplinas do curso de Ciências Sociais da Unicamp - Introdução à Ciência Política ministrada por Andréa Freitas e Luciana Tatagiba, Pensamento Social no Brasil ministrada por Mariana Chaguri e Introdução ao Estudo da Cidade, ministrada por Josianne Cerasoli; participou do curso “Planejamento Estratégico para Grupos e Espaços Culturais” ministrado por Maria Helena Cunha (Inspire Gestão Cultural); “O Avesso da Cena” ministrado por Rômulo Avelar (Grupo Galpão); e “Bastidores da Cena” com equipe interdisciplinar (Lume Teatro e Aflorar Cultura). Luiz Eduardo Ramos Ferraz (Coordenação de Produção) É produtor cultural e músico. Desenvolve projetos culturais em diversas linguagens artísticas, sendo integrante de diversos grupos e coletivos. Integra o Núcleo Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas desde 2019; Artista e produtor do Coletivo Interdisciplinar Passarinha onde desenvolve projetos artísticos voltados para arte educaçã e educação ambiental; É gestor no Ponto de Cultura Quintal Garatuja na Cidade de Campinas/SP um espaço voltado para práticas interdisciplinares que também desenvolve projetos de teatro e música voltado para o público infantil. Coordenador e artista da mostra cultural online Brincando na Rede, lançada em abril de 2021, que promoveu intercâmbio entre 09 grupos artísticos para produzir uma programação inédita com conteúdos audiovisuais voltados para crianças. Produtor e músico do Grupo Matula Teatro, que em 2021 completa 21 anos de existência mantendo além de seu repertório o espaço cultural Rosa dos Ventos. É pela segunda vez conselheiro de cultura do município de Campinas; Graduado em Ciências Sociais (Bacharelado) pela UNICAMP; Co-autor do livro “Meu Pai Foi Ferroviário 8; Integrante do coletivo de composição D'Aldeia que lançou seu primeiro álbum “Terra de Ninguém” no publicado em 2018. Vini Silveira (Coordenação de Produção) É ator-pesquisador, produtor e gestor cultural, graduado pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Aprofundou os estudos teatrais em La Rochelle, França, onde adquiriu seu “baccalauréat” e apresentou “Comédies Tragiques” (2015), dirigido por Martine Fontanille. Também atuou em “Histórias Marditas” (2017), orientado por Roberto Mallet, “Caso de Matraca” (2018), dirigido por Wanderley Martins, e “AsSombrasSão”, dirigido por Tiche Vianna e apresentado no Sesc Bertioga, Sesc Osasco (2019), e no Teatro Castro Mendes, em Campinas (2020). Como produtor, trabalhou no Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas (2018), no V UNICENA - Mostra de Artes Cênicas da Unicamp, no V ETU - Encontro de Teatro Universitário (2019) e, também em 2019, entrou para a gestão do Feverestival, contemplado pelo PROAC Nº 05/2019, atuando como um dos Coordenadores de Produção e Produtor Internacional do evento. Em 2020 foi assistente de direção do projeto “Rádio Estrangeira”, dirigido por Cassiano Sydow, atuou no experimento cênico-virtual “Cinco Dias Em Março”, dirigido por Eduardo Okamoto, e integrou a equipe de produção do projeto “Corredeira: pelo rio Tietê”, de Pedro Barsalini, contemplado pelo Edital nº 11/2019 do Programa de Ação Cultural - ProAC. Dandara Lequi (Coordenação de Produção) É atriz pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Na graduação participou de vários espetáculos, entre eles “O pupilo quer ser tutor” (2017) de Peter Handke, dirigido por Verônica Fabrini. Foi pesquisadora do projeto “Do Romance Gráfico à Cena – Uma dramaturgia de Persépolis, de Marjane Satrapi” financiado pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e orientado por Isa Kopelman (2018). Como produtora cultural, realizou duas edições do UNICENA – Mostra de Teatro de Artes Cênicas (2014 e 2015); participou como atriz-produtora do “Perch – Um espetáculo de voos e quedas” (2014) realizado pelo LUME TEATRO; foi equipe de apoio do FEIA – Festival do Instituto de Artes (2014); compôs a 13° e 14° edição do Feverestival (2017 e 2018) e o 1° Terceiro Sinal (2017), festival de teatro estudantil de Campinas. Atua como arte-educadora nas escolas Estúdio Cênico, 14 Bis e Escola Comunitária de Campinas. Lucas Zanellato Michelani (Direção de Produção de Logística) Formado em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com especialização em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado pelo Centro Universitário SENAC-SP, foi um dos participantes do curso Entreolhares Universitários: elaboração de projetos artísticos, pelo Itaú Cultural, no ano de 2019. Atuou na coordenação da Semana de Estudos Literários, Letras e Linguística (SELLL) do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) entre os anos de 2017 e 2018; como assistente de produção na Virada Sustentável de Campinas em 2019; como assistente de produção da Muda Cultural, produtora de projetos incentivados na área de cultura, entre 2019 e 2021. Foi contemplado no Edital nº18/2019 “Produção E Publicação De Obras De Poesia No Estado de São Paulo” do ProAC Editais com o livro “Ainda algo antes de deitar”. Atua no Feverestival - Festival Internacional de Teatro de Campinas desde 2016, passando por assistente de produção, equipe de logística e coordenação de logística. Integra o Núcleo Gestor do Feverestival desde 2019. É sócio-proprietário da Território Produções Culturais, produtora cultural criada em 2021. Victor Ferrari (Coordenação de comunicação) Victor Ferrari é bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, desenvolve projetos culturais das mais diversas linguagens artísticas, trabalha de forma autônoma e constrói sua trajetória profissional no interior do estado de São Paulo. No ano de 2018 produziu o projeto “Barba Azul – o feminino em cena”, projeto premiado pelo ProAc Editais Primeiras Obras de Teatro atuando como ator e produtor. Em 2019 assume a coordenação da área de comunicação do 15º Feverestival – Festival Internacional de Teatro de Campinas viabilizado pelo ProAc Editais, assim como integra o grupo de gestores que fortalece a continuidade do Festival na cidade. Em 2020 coordenou a comunicação do projeto musical “Corredeira para o Rio Tietê” aprovado pelo ProAC Editais 2019 e atualmente assume a produção executiva do projeto “Montagem” contemplado pelo edital de produção em dança do ProAC Expresso da Lei Aldir Blanc. Fez parte da turma da segunda edição do “Curso de Gestão Cultural Na Perspectiva dos Direitos Humanos” realizado pelo Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo e busca constantemente o aprofundamento teórico prático das áreas de gestão e produção cultural. Francisco Barganian (Coordenação técnica) Francisco Barganian é sócio proprietário da Território Produções Culturais, formado em Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina. Desde 2004 trabalha na área técnica do teatro (som, luz e cenário), desde suas concepções, execução e montagem. Foi coordenador técnico do Teatro do SESI Ribeirão Preto (2010 - 2013), e do grupo de pesquisa/teatro LUME Teatro (2013 - 2018), respondendo pela área técnica do repertório de espetáculos do grupo, e a área formativa em luz e som. Integrou equipes de diversos Festivais de Teatro, como o FILO (Festival Internacional de Londrina), FIT (Festival Internacional de Rio Preto) e FEVERESTIVAL (Festival Internacional de Campinas). Atualmente atua junto a diversos coletivos, grupos de teatro e artistas independentes, tanto no fazer da técnica teatral, quanto em atividades formativas dos bastidores da cena.
PROJETO ARQUIVADO.