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Produção da 1ª edição da publicação trimestral Amary. A publicação impressa e digital divulgará a CULTURA AMAZÔNICA para o mundo abordando suas diversas dimensões: design, artes visuais, museu e patrimônio, arquitetura, décor, gastronomia, moda, artesanato, cinema, literatura, dança, teatro, música, viagem, lifestyle, economia criativa, cidade e urbanismo. Focaremos na DISTRIBUIÇÃO GRATUITA dos exemplares impressos e em um amplo alcance da versão digital (www.amary.com). O CONTEÚDO NA WEB será difundido pelo Instagram, Facebook e Google (usaremos estratégias de SEO para ampla difusão orgânica do conteúdo).
O projeto da primeira edição da publicação Amary acontecerá de outubro de 2024 a março de 2025. O periódico será impresso e digital (www.amary.com), abordando as diversas dimensões da Cultura na região amazônica, especificadas na introdução. Será forte sua presença nas redes sociais a fim de que se popularize e se torne uma referência nacional. Destacamos a relevância dos temas abordados para a área cultural brasileira. Em geral, serão abordadas as seguintes pautas: textos críticos escritos por artistas e produtores culturais ligados à academia; biojóias criadas por designers paraenses a partir de elementos provenientes da região Amazônica; apresentação e mapas de espaços culturais, museus, ateliês e galerias de arte; rota gastronômica das melhores comidas típicas; marcos arquitetônicos e patrimônio histórico da região, suas influências e curiosidades; artesanatos sustentáveis produzidos por comunidades locais; cenário da moda paraense, seus estilistas e suas influências; manifestações culturais da cidade como o Círio de Nazaré e o Arraial do Pavulagem; encarte com o mapa da cidade, rota dos pontos turísticos e de pontos de interesse para turistas; a marca do negro e do inígena na Amazônia; a cena drag de Belém; dicas de lugares para “turistar” nas grandes cidades amazônicas; exposições para visitar no Norte do país; a segunda edição da Bienal das Amazônias; música paraense pelo mundo; moda e pessoas trans nas cidades amazônicas; conheça artistas indígenas e a força das pautas decoloniais trazidas por eles; giro cultural pelas periferias de Belém, Manaus, Rio Branco, Porto Velho, Boa Vista, Macapá, Palmas, Santarém, Marabá e Abaetetuba; a força da arte que vem das aldeias; entre outras pautas. A PUBLICAÇÃO terá uma linguagem multicultural, inclusiva e acessível a todos os públicos, com 60% dos exemplares distribuídos GRATUITAMENTE e 40% comercializados a preço de custo em bancas e livrarias de todo o país PARA FINS DE AMPLA DISTRIBUIÇÃO E ACESSO À PUBLICAÇÃO. Desses 60%, a maior parte será distribuída no Pará em locais de fácil acesso como Secretaria de Cultura, bibliotecas públicas, pontos turísticos, aeroporto, consultórios, escritórios, lojas, restaurantes, bares, museus, galerias, teatros, coworkings, shoppings e pontos de cultura, buscando atingir principalmente as pessoas do universo cultural: artistas, designers, arquitetos, escritores, agentes culturais, influenciadores, imprensa e formadores de opinião. A outra parte será distribuída via distribuidoras a 10 CIDADES DO NORTE: BELÉM, MANAUS, RIO BRANCO, PORTO VELHO, BOA VISTA, MACAPÁ, PALMAS, SANTARÉM, MARABÁ e ABAETETUBA e via mala direta a parlamentares, autoridades da administração pública, influenciadores culturais de todo o país e bibliotecas. Já a versão digital alcançará o mundo todo. A Amary pretende promover ao longo dos meses AÇÕES CULTURAIS GRATUITAS E DEMOCRÁTICAS como palestras, workshops, minicursos, mostras de design, exposições de arte, shows, desfiles de moda amazônica, circuitos culturais, entre outros eventos e ações. De DEZEMBRO de 2024 a MARÇO de 2025, por exemplo, a exposição de arte “Outubros”, mostrando a influência portuguesa, negra e indígena no Círio de Nazaré, na Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra (Belém-PA), terá 80 obras de potentes artistas paraenses e curadoria de Vânia Leal. O Museu de Arte Sacra é um importante ponto turístico paraense, que recebe dezenas de visitas por dia. Ou seja, estimamos um número de 8.000 visitas à exposição “Outubros”. Já no mês de JANEIRO de 2025 promoveremos a palestra para influencers, artistas, designers, arquitetos e agentes culturais sobre fortalecimento do mercado cultural no Pará, no Teatro Gasômetro (Belém-PA), uma casa de espetáculos com capacidade para 400 pessoas que já é equipada com sistema de som, iluminação e técnicos de suporte. Pretende-se convidar para palestrar referências locais em políticas culturais atreladas à Secretaria de Cultura do Estado do Pará. Visamos que os EVENTOS DE LANÇAMENTO das edições na capital paraense sejam, ao longo dos anos, sempre importantes acontecimentos culturais gratuitos e democráticos ABERTOS À POPULAÇÃO, envolvendo show, desfile de moda amazônica, entre outras ações, reunindo a imprensa, autoridades governamentais, influencers e os participantes da edição, além de arquitetos, designers, artistas, pessoas da área da moda e gastronomia, produtores culturais, ... As CONTRAPARTIDAS SOCIAIS AÇÕES EDUCATIVAS E CULTURAIS EM HUMANIDADES EM GERAL deste projeto serão voltadas a 200 estudantes de 1 escola pública. As OFICINAS GRATUITAS de produção de texto para esses estudantes (que ajudarão a construir matérias da primeira edição e também irão assinar os textos) serão realizadas em novembro de 2024 em 1 escola pública. A programação detalhada das oficinas e responsáveis será descrita posteriormente. Nessas mesmas escolas de Belém, nos mesmos períodos, ocorrerão as RODAS DE CONVERSA sobre a valorização da cultura paraense.
Objetivo geral: Lançar a 1ª edição da publicação trimestral impressa e digital Amary, voltada a DIVULGAR A CULTURA AMAZÔNICA PARA O MUNDO abordando as diversas dimensões da Cultura nesta região: design, artes visuais, museu e patrimônio, arquitetura, décor, gastronomia, moda, artesanato, cinema, literatura/editorial, dança, teatro, música, viagem, lifestyle, economia criativa, cidade e urbanismo. A maior parte da tiragem impressa será DISTRIBUÍDA GRATUITAMENTE no Pará e o restante nos outros estados. Já a versão digital (www.amary.com) alcançará o mundo todo. Objetivos específicos: 1 - Produto EXPOSIÇÃO DE ARTE "OUTUBROS" E EVENTO DE LANÇAMENTO DA 1ª EDIÇÃO DA AMARY: realizar de dezembro a março no Museu de Arte Sacra (Belém-PA), com entrada gratuita e estimativa de 8.000 visitantes. A exposição mostrará a influência portuguesa, negra e indígena no Círio de Nazaré e será custeada com verba deste projeto. 2 - Produto PALESTRA: realizar em janeiro no Teatro Gasômetro (Belém-PA). A palestra será gratuita, voltada a 400 pessoas entre influencers, artistas, designers, arquitetos e agentes culturais, sobre fortalecimento do mercado cultural no Pará. 3 - Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: distribuição gratuita de exemplares da publicação. 4 - Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realização de ações educativas e culturais em humanidades em geral como: oficina de produção de texto para 200 estudantes de 1 escola pública que ajudarão a construir matérias da edição e irão assinar os textos, e roda de conversa com estudantes de 1 escola pública de Belém sobre a valorização da cultura paraense. 5 - Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: com uma VISÃO DECOLONIAL, a publicação irá considerar tanto a Amazônia urbana (focando na cultura da população das 10 grandes cidades do Norte listadas na justificativa), quanto a Amazônia floresta (destacando a cultura das populações tradicionais nas pequenas cidades, vilarejos e aldeias). Serão protagonistas ainda sujeitos que há um tempo não tinham protagonismo como PESSOAS NEGRAS, INDÍGENAS, MULHERES, PESSOAS LGBTQIAPN+, PESSOAS IDOSAS e PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.
A Amazônia e o seu contexto cultural viraram o centro das atenções, principalmente em virtude da COP30 acontecer em Belém, coração da Amazônia, em 2025. A efervescência artística e cultural de cidades como Belém (PA) e Manaus (AM) vem encantando turistas, autoridades políticas, colecionadores de arte e empresários que têm tido contato pela primeira vez com essas capitais. Isso tudo motivou a investida neste projeto. Além disso, nossa participação no MIC BR, em Belém, com a revista Design.com selecionada via edital, foi importante para fazermos conexões e observarmos, em meio aos desafios, o potencial do mercado editorial no Brasil e em todos os países do Mercosul. As revistas Pop-se, Arte Brasileiros e Select no Brasil, a Arquine e a Terremoto no México, a Fazer em Portugal, entre tantas outras na Argentina e no Chile, são exemplos de qualidade editorial latina. Há, nesses países, um MERCADO PULSANTE, aberto a PARCERIAS EDITORIAIS ENTRE UM PAÍS E OUTRO, cujos números impressionam. No Brasil, por exemplo, o faturamento do mercado editorial em 2022 foi expressivo: 5,5 bilhões de reais, segundo estudo do Nielsen BookData em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a Câmara Brasileira do Livro. Alinhados a essa tendência editorial, nos atentaremos para os leitores das edições impressas da Amary, mas também para a manutenção da AUDIÊNCIA DIGITAL. Assim como na revista Design.com, que passamos de 200 para 22 mil leitores mensais orgânicos na versão digital após nosso investimento em estratégias de SEO, na publicação Amary também usaremos estratégias como essas focando em uma grande audiência orgânica na web. A publicação Amary também será uma AGITADORA CULTURAL promovendo ao longo do ano palestras, workshops, minicursos, mostras, exposições, eventos de gastronomia e economia criativa, shows, desfiles de moda amazônica, circuitos culturais, entre outras ações. Entendemos esses eventos como parte do nosso projeto editorial e também como uma missão no quesito difusão cultural. Ou seja, este projeto se enquadra no inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Frisa-se, assim, a importância deste projeto para a região amazônica em termos de DEMOCRATIZAÇÃO DA CULTURA, de PROJEÇÃO NACIONAL E INTERNACIONAL e também em termos FINANCEIROS, na medida em que será fortalecida a cadeia produtiva, já que a rica diversidade cultural brasileira impulsiona o desenvolvimento do país. Suas variadas manifestações movimentam cadeias produtivas que geram trabalho, emprego e renda e promovem inclusão social. Ou seja, o processo de produção deste periódico MOVIMENTARÁ NOVAMENTE A CENA CULTURAL LOCAL neste cenário de retomada, já que durante 4 anos esteve carente de apoio. São indiscutíveis o retorno e o impacto de um projeto dessa natureza no país. Destaco, ainda, a DÍVIDA HISTÓRICA DO GOVERNO BRASILEIRO COM A REGIÃO AMAZÔNICA, que sofreu e ainda sofre com o colonialismo interno desde o período da ditadura, quando foi aplicada a política de incentivo à migração indiscriminada de pessoas sem perspectiva de vida para a região com o discurso de "integração nacional" e de preenchimento de um "vazio demográfico". Esse discurso refletiu em uma percepção contemporânea sobre esta terra e contribuiu para a criação de paradigmas interpretativos sobre a região que influenciaram o pensamento nacional sobre a Amazônia. Assim, o sul e o sudeste do Brasil pouco conhecem sobre o norte e o nordeste, o que causa surpresa nos sulistas e sudestinos quando "descobrem" a potência do design, da arte, da arquitetura, da moda, da gastronomia, da economia criativa, da música, do cinema, do artesanato, que se produz na Amazônia. Paralelo a isso, a região sofreu durante muito tempo com um APAGAMENTO ante a preferência por investimentos financeiros no eixo sul-sudeste, relegando a Amazônia ao mero discurso exótico da floresta. Outra consequência da ausência de investimentos na Amazônia é o preço exorbitante de insumos e de gráficas na região, o que torna impossível realizarmos projetos editoriais grandiosos como este sem apoio das leis de incentivo. Sendo assim, este projeto se enquadra no inciso II do Art. 1º da Lei 8313/91: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Imbuída de um PENSAMENTO DECOLONIAL, a publicação Amary pretende VISIBILIZAR todos os indivíduos invisibilizados durante muito tempo: indígenas, negros, pessoas com deficiência, pessoas gordas, pessoas trans, gays, … As pessoas com deficiência contarão, inclusive, neste projeto, com tecnologias assistivas que garantem o amplo acesso. Várias cidades possuem revistas e guias culturais, a exemplo de São Paulo e Rio de Janeiro, que democratizam o acesso a informações. Sendo assim, essa proposta se enquadra nos quesitos culturais e mostrará as minúcias da cultura das cidades amazônicas. A publicação terá uma criteriosa curadoria para sua construção, imprimindo um caráter de "livro cultural". Em virtude disto, será densa, com a proposta de fazer o leitor ter um panorama geral da região. Atualmente existe nas capitais amazônicas uma infinidade de sites, blogs e perfis em redes sociais com informações sobre as cidades e a cultura local, entretanto são conteúdos dispersos, muitos com caráter amador, que carecem de maior profundidade, de um olhar mais crítico, apresentando as questões culturais como objeto de pesquisa ou reflexão crítica, inclusive em sua interface com o ambiente digital e as novas tecnologias. Assim, visamos realizar um projeto de forte IMPACTO SOCIAL E ECONÔMICO, dando PROTAGONISMO, em todas as pautas, a pessoas durante muito tempo pouco representadas: PESSOAS NEGRAS, INDÍGENAS, MULHERES, PESSOAS LGBTQIAPN+, PESSOAS IDOSAS e PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Serão contempladas, nesta primeira edição, pessoas residentes nos 7 ESTADOS DA REGIÃO NORTE: Amazonas (AM), Pará (PA), Acre (AC), Rondônia (RO), Roraima (RR), Amapá (AP) e Tocantins (TO). É importante frisar que serão considerados os SUJEITOS DAS PERIFERIAS e os MICROEMPREENDEDORES. Ou seja, será uma nova forma de contar histórias, será um paradigma editorial contraventor, conforme sugerem diversos autores difusores dos IDEAIS DECOLONIAIS. Cabe ressaltar que o editor-chefe deste projeto possui larga experiência na publicação impressa e digital, estando atualmente na 12ª edição da revista Design.com, e é especialista em estratégias de SEO, o que colabora para a repercussão da edição digital. Além disso, o editor-chefe e o proponente têm experiência em produções culturais e apostam na Rouanet porque ela se propõe, enquanto Lei de Incentivo à Cultura, a "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme o inciso VIII do Art. 1º da Lei 8313/91. Assim, este projeto se enquadra no inciso V da mesma lei: "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", na medida em que TODAS AS PAUTAS do periódico se voltam à salvaguarda da lógica e dos modos de ser e agir da população que vive no território amazônico. Por fim, com esta proposta serão alcançados os seguintes objetivos do Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
O nome de origem indígena “Amary” significa “ÁRVORE FRONDOSA”. A Cultura é como uma árvore frondosa, que dá muitos frutos e que permanece viva durante anos quando bem cuidada. Não à toa pensamos este nome para a publicação cultural da qual trata este projeto. Com ele, propomos a produção da 1ª edição da publicação trimestral Amary, que será impressa e digital. Ela terá o objetivo de divulgar a cultura amazônica para o mundo e abordará as diversas dimensões da Cultura nesta região listadas anteriormente. Será considerada tanto a Amazônia urbana, focando na cultura da população das grandes cidades, quanto a Amazônia floresta, destacando a cultura das POPULAÇÕES TRADICIONAIS nas pequenas cidades, vilarejos e aldeias. Serão protagonistas PESSOAS NEGRAS, INDÍGENAS, MULHERES, PESSOAS LGBTQIAPN+, PESSOAS IDOSAS e PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. A publicação envolverá uma intensa pesquisa a fim de mapear, por exemplo, no campo das artes, os artistas e suas poéticas, galerias, espaços culturais da região, buscando conhecer os elos e os agentes que formam a cadeia produtiva desse mercado, visando aspectos econômicos e empreendedores da produção artística do Pará e demais estados amazônicos. O mesmo se dará no campo do design, de museu e patrimônio, arquitetura, décor, gastronomia, moda, artesanato, cinema, literatura/editorial, dança, teatro, música, viagem, lifestyle, economia criativa, cidade e urbanismo. Com uma linguagem multicultural, inclusiva e acessível a todos os públicos, 60% dos exemplares serão distribuídos GRATUITAMENTE e 40% comercializados a preço de custo em bancas e livrarias de todo o país para fins de ampla distribuição e acesso à publicação. Desses 60%, a maior parte será distribuída no Pará. A outra parte será distribuída via distribuidoras a 10 CIDADES DO NORTE: BELÉM, MANAUS, RIO BRANCO, PORTO VELHO, BOA VISTA, MACAPÁ, PALMAS, SANTARÉM, MARABÁ e ABAETETUBA e via mala direta a parlamentares, autoridades da administração pública, influenciadores culturais de todo o país e bibliotecas. Além disso, a versão digital CHEGARÁ AO MUNDO TODO por conta do fácil acesso em www.amary.com e do intenso trabalho de difusão do conteúdo na web por meio de plataformas como Instagram, Facebook e Google (usaremos estratégias de SEO de conteúdo para uma ampla difusão orgânica do conteúdo do site no Google). Esta publicação será uma derivação da “Revista Design.com”, que já existe no mercado paraense há três anos, com proposta semelhante, e está em sua 12ª edição, focando arquitetura, design, arte, décor, viagem, moda, lifestyle, cidade e urbanismo. A revista já tem um público consolidado, principalmente na capital, Belém. Ao longo dos anos as matérias de cunho cultural e artístico foram ganhando cada vez mais espaço na revista, o que nos motivou a criar uma publicação que seja de fato DE CULTURA, ampliando, assim, a abrangência cultural e imprimindo ainda mais o CARÁTER AMAZÔNICO. Assim surgiu a proposta da “Amary”, uma publicação trimestral que descortina a cultura amazônica para o Brasil e outros países. Ou seja, abandonamos o caráter unicamente comercial da “Revista Design.com”, focada mais em arquitetura e design, para abraçarmos uma ESSÊNCIA CULTURAL MAIS AMPLA e de caráter gratuito à população, com a publicação “Amary”, direcionada a todas as vertentes da cultura. Para fins de contextualização, é importante frisar que a cultura do Pará se destaca no cenário nacional e mundial com sua culinária, suas músicas e suas manifestações religiosas como o famoso Círio de Nazaré, que atrai todos os anos mais de dois milhões de turistas. Esse vasto acervo cultural é resultado do encontro entre colonizadores portugueses, indígenas e o negro africano. Dessa mistura surgiu, por exemplo, a gastronomia mais autêntica do Brasil utilizando os sabores da floresta. A capital, Belém, que tem o título internacional de Cidade Criativa da Gastronomia, concedido pela Unesco, atrai pela sua gastronomia, arte, arquitetura, moda, design, músicas e danças com influência caribenha, … E, por fim, essa mesma dinâmica é observada não só no território paraense, mas em TODOS OS ESTADOS QUE COMPÕEM A AMAZÔNIA BRASILEIRA e que terão espaço nesta importante publicação. Em relação ao conteúdo, as 10 CIDADES DO NORTE seguintes terão uma forte presença na publicação: BELÉM, MANAUS, RIO BRANCO, PORTO VELHO, BOA VISTA, MACAPÁ, PALMAS, SANTARÉM, MARABÁ e ABAETETUBA. Sendo assim, para realizarmos projetos desafiadores como este, com toda esta magnitude, são IMPRESCINDÍVEIS ferramentas de suporte como as leis de incentivo. Nossa ambição é a criação de uma publicação densa, que se torne uma REFERÊNCIA LOCAL E NACIONAL e que esteja espalhada fisicamente em pontos turísticos e demais espaços públicos e privados de grande circulação, além de sua versão digital com fácil alcance via celular de qualquer lugar do mundo, nas línguas português e inglês. É necessário que a versão impressa seja de fácil leitura e assegurando a acessibilidade a todos e todas. É importante destacar que a nossa programação prevê a realização de mais PRODUTOS além dos que estão descritos nos objetivos específicos. São programações que estão previstas em outros editais e que poderão vir a ocorrer em paraleo. Os produtos adicionais são: Produto 1ª MOSTRA DE DESIGN AMAZÔNICO DE BELÉM: realizar em fevereiro de 2025 no Espaço São José Liberto (Belém-PA), com entrada gratuita e estimativa de público de 5.000 pessoas. Será custeada com verba de patrocínio do Sebrae e de outros parceiros, obedecendo todas as medidas de acessibilidade e sustentabilidade. O evento ocorrerá de 14 a 16 de fevereiro, das 10h às 18h, e contará com exposição do talento de profissionais e de negócios locais nesse nicho. Focada no tema “Um olhar para a Amazônia”, a curadoria da mostra reunirá produtos de design e arte que tenham diálogo com o universo amazônico. Irão expor nos 20 microambientes espalhados pelo Espaço São José Liberto: designers locais independentes, artesãos, artistas plásticos e lojas de produtos e móveis da região metropolitana de Belém cujos itens têm a essência amazônica. Além disso, o evento é destinado a profissionais, estilistas e demais interessados nas áreas do design. Para os estudantes, é uma oportunidade para conhecer um pouco mais sobre os caminhos da profissão. É importante destacar que esse universo é compreendido por design de jóias, de mobiliário, de acessórios e de produtos em geral. Produto SHOW DE FIM DE ANO: realizar em dezembro de 2024 no Theatro da Paz (Belém-PA). Será uma importante programação cultural gratuita oferecida à sociedade, com a cantora popular paraense Gigi Furtado e banda interpretando clássicos da música negra brasileira. O histórico e imponente Theatro da Paz tem capacidade para 1.100 pessoas. A programação será custeada com verba de outro edital e parceiros locais, obedecendo todas as medidas de acessibilidade e sustentabilidade, no dia 12 de dezembro, às 20h. Os ingressos poderão ser adquiridos gratuitamente na bilheteria do teatro na véspera e no dia do show.
A publicação vai beneficiar não só os leitores, mas também os negócios locais e as pessoas que serão consultadas para as pautas, haja vista que a publicação proporcionará possíveis rodadas de negócios com essas pessoas. Em sua dimensão física, terá um formato de fácil porte e manuseio e, portanto, uma AMPLA CIRCULAÇÃO. A 1ª edição terá 2.000 EXEMPLARES. Cada exemplar da versão impressa terá dimensão de 410x275 mm, com 214 páginas de miolo (papel reciclado couche 90g) e 4 páginas de capa (papel reciclado couche 300g), com impressão 4.0. Os textos estarão subdivididos geralmente em 25 índices. As matérias do suporte impresso estarão disponíveis em formato ampliado, com extras, na versão digital www.amary.com e também nos perfis oficiais da Amary nas redes sociais Instagram e Facebook. Pretendemos alcançar por meio da versão digital um público mínimo mensal estimado de 80 MIL PESSOAS, e priorizaremos a contratação de profissionais do Estado do Pará, gerando empregos e estímulo à economia. Usaremos estratégias de SEO para termos um grande número de acessos no site e alguns textos da página também serão em inglês a fim de que nosso universo de leitores seja ampliado e o conteúdo seja lido em todas as partes do mundo. Visamos um forte engajamento nas redes sociais e um grande número de seguidores. Para isso, adotaremos uma boa ESTRATÉGIA DIGITAL envolvendo posts de interesse social e impulsionamento de posts. Quanto às atividades culturais GRATUITAS E DEMOCRÁTICAS promovidas pela Amary, como palestras, workshops, minicursos, mostras de design, exposições de arte, eventos de gastronomia e economia criativa, shows, desfiles de moda amazônica, circuitos culturais, entre outros eventos e ações, destacamos que: De dezembro de 2024 a janeiro de 2025, a EXPOSIÇÃO DE ARTE "OUTUBROS", mostrando a influência portuguesa, negra e indígena no Círio de Nazaré, no Museu de Arte Sacra (Belém-PA), estará aberta ao público, com 80 obras de potentes artistas paraenses e curadoria de Vân ia Leal. O Museu de Arte Sacra, onde já realizamos a exposição Memórias da Infância, premiada pelo edital Preamar da Cultura do Governo do Estado do Pará, é um importante ponto turístico paraense, que recebe dezenas de visitas por dia. Ou seja, estimamos um número de 8.000 visitas à exposição “Outubros” realizada com verba da Lei Rouanet deste projeto. O espaço também obedece todas as medidas de acessibilidade e sustentabilidade expostas na sessão “acessibilidade” deste projeto. A montagem e a concepção visual de exposições estarão alicerçadas no projeto expográfico, definido a partir da curadoria. O projeto curatorial será desenvolvido em consonância com a temática central, considerando as especificidades técnicas, curatoriais e orçamentárias atreladas ao local. É válido ressaltar que a montagem, manutenção e desmontagem, bem como o recebimento e devolução das obras é de responsabilidade dos organizadores deste projeto. A exposição também contará com quatro mediadoras culturais, oriundas de cursos de Artes Visuais, aptas a conduzir diariamente o fluxo dos visitantes. É válido ressaltar que as monitoras receberão uma formação sobre os processos e histórico dos artistas presentes na exposição e suas poéticas, de modo a serem multiplicadoras desse conhecimento, ampliando a conscientização sobre sua importância e relevância. Em janeiro de 2025 realizaremos a PALESTRA GRATUITA para influencers, artistas, designers, arquitetos e agentes culturais sobre fortalecimento do mercado cultural no Pará, no Teatro Gasômetro (Belém-PA). O teatro, com uma bela arquitetura em estrutura de ferro, tem capacidade para 400 pessoas e já é equipado com sistema de ar, som, iluminação e técnicos de suporte. Pretende-se convidar para palestrar referências locais em políticas culturais atreladas à Secretaria de Cultura do Estado do Pará. O evento obedecerá todas as medidas de acessibilidade e sustentabilidade expostas na sessão “acessibilidade” deste projeto. Haverá transmissão online, prevendo tecnologias assistivas para todos os públicos. Quanto às CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (ações educativas e culturais em humanidades em geral em 1 escola pública com palestras e oficinas gratuitas de produção de texto para 200 estudantes que ajudarão a construir matérias da primeira edição e irão assinar os textos), serão garantidas todas as medidas de acessibilidade e inclusão, utilizando todos os equipamentos necessários para este fim. Elas ocorrerão em novembro de 2024 em 1 escola pública de Belém. As inscrições serão realizadas gratuitamente por meio da plataforma sympla. Posteriormente haverá a emissão dos certificados aos participantes. A programação detalhada das oficinas e responsáveis será descrita posteriormente. Nessa mesma escola, nos mesmos períodos, ocorrerão as rodas de conversa sobre a valorização da cultura paraense. Além das contrapartidas descritas no artigo 51 da instrução normativa MINC/12023, serão dadas CONTRAPARTIDAS ADICIONAIS À INSTITUIÇÃO PATROCINADORA do projeto como: 1 matéria especial dentro da edição; 3 matérias especiais por mês na edição digital escritas com recursos de SEO; exibição de vídeo institucional aos presentes no evento de lançamento da edição e instalação de material publicitário visual na ocasião; geração de vídeos exclusivos para as redes sociais; inserção de 5 notas na imprensa destacando o investimento da instituição em cultura; publicação de um vídeo institucional por mês nas redes sociais da Amary; destinação de camarotes a diretores em um show de fim de ano promovido por nós no Theatro da Paz por meio de outro projeto; painel publicitário no hall do Museu de arte Sacra (localizado no trajeto do Círio de Nazaré) destacando o apoio da instituição patrocinadora, permanecendo exposto de dezembro de 2024 a março de 2025; cessão de 50 exemplares de cada edição à instituição patrocinadora; e distribuição de 3.000 ventarolas no Círio de Nazaré 2024 com a logomarca da instituição patrocinadora frisando seu apoio à Amary e à cultura no Norte do país.
Os ideais de sustentabilidade e inclusão social norteiam o projeto do início ao fim. PRODUTO PUBLICAÇÃO IMPRESSA E DIGITAL: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: uma página em braile em cada edição impressa; QRcode nos exemplares impressos que encaminha para conteúdo audiovisual online. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição na versão digital no site; e todos os posts (card) nas redes sociais contarão com a descrição #pracegover. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Exposição Outubros e evento de lançamento da edição 1 da Amary: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: monitor capacitado para atender PcD visual; textos expositivos em braile; e QRcode nas obras com audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender TEA. OBS: vamos oferecer um ônibus para transportar gratuitamente 50 alunos e professores de escolas públicas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. PRODUTO SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/ CONGRESSO/PALESTRA: Palestra sobre o fortalecimento do mercado cultural no Pará: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: monitor capacitado para atender PcD visual. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender TEA. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Ações educativas e culturais em humanidades em geral na escola com oficinas e palestras: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: monitor capacitado para atender PcD visual. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender TEA. OBS: vamos oferecer um ônibus para transportar gratuitamente 50 alunos e professores de escolas públicas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Além disso, todas as ações extras que por ventura sejam promovidas ao longo do ano (palestras, workshops, minicursos, mostras de design, exposições de arte, eventos de gastronomia e economia criativa, shows, desfiles de moda amazônica, circuitos culturais, entre outros eventos e ações) terão a acessibilidade garantida. Ao longo do período de exposições, haverá quatro mediadores (discentes de cursos de Artes Visuais), que irão realizar o acompanhamento dos visitantes. Os vídeos disponibilizados no site e nas redes sociais terão legendas.
O projeto da primeira edição da publicação Amary contará com ações direcionadas à comunidade, veiculadas nas redes sociais, estimulando o olhar de crianças e jovens (e demais interessados), para que eles possam ler a PUBLICAÇÃO GRATUITA, mas também desfrutar das AÇÕES CULTURAIS GRATUITAS proporcionadas por ela. Nas exposições, por exemplo, será estimulada a visita aos espaços expositivos para que conheçam obras de diversos artistas, nos mais diversos formatos, e vamos oferecer um ônibus para transportar gratuitamente 50 alunos e professores de escolas públicas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Além disso, tais ações pretendem impulsionar esses novos olhares a buscarem a formação continuada no processo de ensino e aprendizagem no segmento cultural. O PLANO DE COMUNICAÇÃO do projeto prevê uma ampla divulgação não só da edição lançada, mas também das ações culturais promovidas, com IMPULSIONAMENTO NAS REDES SOCIAIS. O objetivo é a participação ativa do público de todas as idades nas ações gratuitas e democráticas. Visamos um FORTE ENGAJAMENTO nas redes sociais e um grande número de seguidores. Para isso, adotaremos uma boa ESTRATÉGIA DIGITAL envolvendo posts de interesse social e impulsionamento de posts. Além das redes sociais, o plano de comunicação prevê que a ASSESSORIA DE IMPRENSA provoque inserções das ações em jornais impressos, portais, rádios, TVs e redes sociais de influencers, focando a ampla participação popular. Os influencers serão convidados a todos os eventos a fim de que essas ocasiões tenham uma boa repercussão. O plano de comunicação prevê ainda o uso de uma linguagem fácil, direta e convidativa, considerando imagens representativas de todos os públicos: negros, indígenas, deficientes físicos, gays, pessoas trans, ... As ações culturais preveem sempre a presença de mediadores culturais, aptos a conduzir o fluxo dos participantes. Ou seja, os mediadores serão facilitadores e também multiplicadores de conhecimento. Todos os PRODUTOS que forem realizados como palestras, workshops, minicursos, exposições de arte, economia criativa, shows, desfiles de moda amazônica, circuitos culturais, entre outros eventos e ações, serão gratuitos e abertos ao público; as palestras e oficinas terão TRANSMISSÃO AO VIVO PELA INTERNET. Além disso, ao trazer ao grande público ações como exposições, com obras de diversos artistas, será possível educar o olhar dos visitantes e, principalmente, de crianças e adolescentes que estão tendo os primeiros contatos com o mundo das artes visuais. As MEDIDAS DE "AMPLIAÇÃO DE ACESSO" adotadas neste projeto, conforme o artigo 28 da IN nº 01/2023, serão: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Neste caso, promoveremos a oficina aos estudantes de 1 escola pública, a exposição de arte “Outubros” e a palestra para influencers, artistas, designers, arquitetos e agentes culturais sobre fortalecimento do mercado cultural no Pará.
PROPONENTE/COORDENAÇÃO GERAL Eduardo Otávio Ferreira Vasconcelos Proponente e coordenador deste projeto, responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Administrador. Doutor em Administração. Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional. Docente e coordenador dos cursos de Administração e Ciências Contábeis no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia. Atua na área de negócios e gerenciamento de projetos acadêmicos e mercadológicos e também como palestrante. É colecionador de arte contemporânea, tendo como foco principal, artistas plásticos e fotógrafos paraenses, possuindo em seu acervo mais de 900 peças (pinturas, desenhos, esculturas, gravuras e fotografias). O acervo encontra-se catalogado e, gradativamente compartilhado com o público pelo perfil @colecaoeduardovasconcelos no Instagram. Desde 2014 participa como convidado em encontros e discussões acerca do mercado e colecionismo de arte, tendo realizado 4 exposições exclusivamente com obras da coleção. Diretor Administrativo da I Bienal das Amazônias. EDITOR-CHEFE Luiz Cláudio dos Anjos Fernandes - LCF Comunicação Jornalista. Mestrando em Comunicação, Cultura e Amazônia (UFPA). Produtor e editor cultural, com vasto conhecimento na área da Comunicação, Cultura, Marketing e Educação Inclusiva. Atua principalmente com jornalismo impresso e web, editoração e assessoria de imprensa. Atualmente faz assessoria de imprensa de pessoas, órgãos e empresas por meio da LCF Comunicação (www.lcfcomunicacao.com.br) e é diretor da revista DESIGN.COM (www.revistadesign.com), por meio da qual desenvolve projetos culturais. Atuou como editor-chefe de jornal impresso, editor do G1 Pará e de oliberal.com. Já atuou como produtor cultural em 12 eventos da revista Design.com, produziu show no Theatro da Paz e também exposições da Coleção Eduardo Vasconcelos, cujos catálogos podem ser acessados em www.revistadesign.com/revista. As exposições foram: Afetos Múltiplos (galerias Benedito Nunes e Theodoro Braga, na FCP), Desnudo (galeria Benedito Nunes), Memórias da Infância (Museu de Arte Sacra do Pará) e Gravado na Alma (Banco da Amazônia), reunindo os grandes nomes das artes plásticas do Pará. Além disso, produziu duas edições do Festival Cultural de Nazaré (aprovado via Lei Rouanet), e concebeu e produziu todo o grande evento de lançamento da edição comemorativa dos 4 anos da revista Design.com com um grande show da cantora Gigi Furtado no Theatro da Paz, em setembro 2021. PRODUÇÃO Eduardo Otávio Ferreira Vasconcelos Currículo acima. FOTOGRAFIA Walda Marques Fotógrafa deste projeto. Uma das mais notáveis fotógrafas paraenses. Começou a fotografar em 1989, depois de participar de oficinas de Miguel Chicaoka. Em 1992, em parceria com Otávio Cardoso, abriu o estúdio WO, explorando retratos, fotonovelas e colagens com fotografias e ilustrações. Conquistou prêmios no Salão de Fotografia do Centro Cultural Brasil Estados Unidos, em Belém (1997), no projeto Abra/Coca-Cola, em São Paulo (1998) e no Salão de Arte do Pará (1997 e 2000). De 2005 a 2010 ficou à frente do Espaço Cultural Taberna São Jorge, local de vários lançamentos artísticos em Belém, e shows, exposições e teatro. Em 2009 foi artista homenageada e expôs na sala especial do 28o Arte Pará o projeto Lembranças de Dolores (2004-2009), composto de um livro lançado pela Fundação Rômulo Maiorana, juntamente com uma performance, que ocorreu na capela do Museu do Estado do Pará. Recebeu em 2013 a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura. Tem seis publicações de artista, entre elas, as fotonovelas O Homem do Central Hotel e A Iludida. Possui obras nos acervos do Museu Histórico do Pará, MAM-SP, Coleção Pirelli-Masp do Museu de Arte de São Paulo e MAR- Museu de Arte do Rio – RJ. Foi idealizadora do projeto Senhora Raiz, que mostra a vida das mulheres que fazem da cozinha um lugar de agregação familiar na região do Camutá, no município de Bragança. Atualmente trabalha em seu estúdio com projetos culturais, publicidade, retratos (muitos deles encomendados), casamentos e desenvolve seu trabalho autoral. PESQUISA HISTÓRICA E MAPEAMENTO CURATORIAL Vânia Leal Curadora e auxiliadora na pesquisa histórica no projeto. Graduada em Artes Plásticas, Especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. É curadora da Bienal das Amazônias, projeto contemplado pela Lei Rouanet, e também fez a curadoria de todas as exposições da Coleção Eduardo Vasconcelos já realizadas. Coordena a Curadoria Educacional do Projeto Arte Pará, sendo responsável pela Organização do Catálogo anual do Salão e do Encarte Especial Arte Pará no Jornal O Liberal. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individual de Flavya Mutran, Elisa Arruda e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia, e curadora de mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011/2012/2013. Avaliadora da Edição Rumos Itaú Cultural Edição de 2015/2016. Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2017. DESIGN GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Airton Nascimento Jornalista, filmmaker, desenhista e fotógrafo. Atuou como desenhista no Jornal O liberal de março de 94 a abril de 98, onde teve o primeiro contato com propaganda. Trabalha na agência da casa de O Liberal, onde teve a oportunidade de fazer diariamente várias peças publicitárias por dia por longo período (ultrapassou a criação de cinco mil peças neste período). Na mesma empresa atuou como ilustrador de dezembro de 94 a abril de 98, diretor de criação na Mendes Publicidade de maio de 98 a janeiro de 2002, designer gráfico no Jornal O Liberal de abril de 2003 a junho de 2013. É assistente da Coordenadoria de Cerimonial no Tribunal de Justiça do Estado do Pará desde agosto de 2018. Trabalha atualmente na Coordenadoria de Imprensa do Departamento de Comunicação produzindo artes e vídeos. Editor de arte no jornal O Liberal desde junho de 2021, faz atualmente a edição de arte do jornal Ananindeua em Revista, trabalho que envolve projeto gráfico, paginação, ilustração do caderno e chamada em vídeo para redes sociais. Ministrou diversas oficinas na Fundação Curro Velho em diversos períodos nos últimos 30 anos e foi premiado no World Press Cartoon, com publicação no catálogo da edição do prêmio de 2009. JORNALISTA Daleth Oliveira Jornalista, assessora de imprensa e social media, especialista em assessoria de comunicação pela Faculdade Estácio. Vencedora de três prêmios de jornalismo, entre eles o Prêmio Hailton de Jornalismo - SIMINERAL na Categoria "Jornalismo do Futuro" em 2018. Produz e escreve reportagens para os jornais O Liberal e Ananindeua em Revista, novo veículo do Grupo Liberal. De 2018 a 2021 atuou como editora do portal Roma News e também trabalhou nas Campanhas eleitorais de 2016 e 2020 atuando em assessoria de imprensa, social media e produção de material de marketing político. Atuou na Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Belém em 2018 produzindo reportagens para o portal Agência Belém e fazendo assessoria de imprensa, e na agência Temple Comunicação de 2016 a 2018, compondo a equipe de clipping, monitorando notícias de rádio/TV e produzindo relatórios para os clientes da agência. ASSESSORIA DE IMPRENSA E MÍDIAS Luiz Cláudio Fernandes - LCF Comunicação Currículo acima. FILMAGEM Airton Nascimento Currículo acima.
PROJETO ARQUIVADO.