Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 244289Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Ayó de Música Negra

ASSOCIACAO CULTURAL PE NO CHAO - ACPC
Solicitado
R$ 598,9 mil
Aprovado
R$ 598,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2024-09-01
Término
2027-06-13
Locais de realização (2)
Alcântara MaranhãoSão Luís Maranhão

Resumo

Edição 2024 do Festival Ayó de Música Negra do Maranhão, será itinerante, acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de outubro, no Convento das Mercês, em São Luís e na cidade de Alcântara nos dias 08 e 09 de novembro, com a programação na Praça da Matriz no Museu Histórico de Alcântara. A programação shows musicais gratuitos e como contrapartida social o projeto oferecerá palestras, oficinas de música popular maranhense para alunos de escolas públicas e masterclasspara capacitação para o público em geral. O projeto oferecerá produtos e serviços, que abrangem o artesanato, culinária,na Feira de afroempreendedores. O Festival Ayó é a celebração da cultura negra que conecta ancestralidade e a arte negra contemporânea. Um festival que traz o protagonismo negro ao palco. Desde sua primeira edição apresenta bandas e artistas independentes, grupos da cultura popular maranhense valorizando a música negra. Com o fomento e difusão de sonoridades e expressões afrodiaspóricas, em que se constroem diálogos culturais. É a conexão entre São Luís e Alcântara, cidades históricas que emanamarte negra, dos ritmos da Ilha aos tambores quilombolas alcantarenses.

Sinopse

Palestras: com o tema 'Memória e resistência na produção musical negra do Maranhão'. A palestra traz o debate sobre produção musical negra do maranhense, mobilizando experiências de resistência cultural, pertencimento, identidade e política, relacionando narrativa social, coletividade e a memória da música negra e suas diversas representações. Com duas horas de duração, a palestra é aberta ao público e conta com três discursistas, pessoas envolvidas diretamente com a história, os fazeres, e os saberes da música negra maranhense, professores, mestres, doutores, mestras e mestres da cultura popular maranhense. O público tem faixa etária livre, mas acreditamos que as vagas serão ocupadas por estudantes e pesquisadores. Oficinas: As Oficinas oferecem uma imersão no ritmo ancestral do Tambor de crioula, Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro desde 2007. O tambor de crioula é uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, canto e percussão do conjunto de tambores. Oficinas de percussão e dança do tambor de crioula trazem a teoria e prática, abordando a história da manifestação, técnicas de percussão e o corpo dançante, com mestres e mestras do Tambor de crioula do Maranhão em escolas públicas. Masterclass: Masterclass (aula/palestra) sobre ‘Musicalidades negras no Maranhão’, abordam a ideia dialógo e ampliação dos conhecimentos sobre as práticas sonoras do povo negro maranhense, do tambor de mina, cacuriá, tambor de Crioula, bumba-meu-boi, reggae e as diversas expressões da musicalidades negra maranhense. Com carga horária de duas horas e 25 vagas cada turma, São Luis e Alcântara ,respectivamente, totalizando 50 vagas. Feira de Afroempreendedorismo: a feira reune 80 afroempreendedores de São Luís e Alcântara, visando o impulsionamento da economia criativa, estratégias de negócio, fortalecendo o empreendedorismo artesanal. Nesta edição o Festival Ayó de Música Negra do Maranhão oferece ótimas oportunidade de negócios, dentre os quais moda afro, artesanato, bijuterias, acessórios, brechós, calçados, comidas típicas, bebidas, trancistas, plantas e sebo. Atrações: shows de bandas e artistas negros independentes, grupos da cultura popular maranhense Com a fomento, difusão e explosão de diversas sonoridades e expressões afrodiaspóricas, além de conexão com artistas de renome nacional, posssilitando a aglutinação de diversas nuances da música negra brasileira.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: O Festival Ayó de Música Negra do Maranhão, via Lei Rouanet tem como objetivo promover ações culturais itinerantes nas cidades Históricas São Luís, sendo três dias no mês de outubro e Alcântara, dois dias no mês de novembro. Com programação de cinco dias de festival totalmente gratuita, com shows musicais contemplando os mais variados ritmos da música negra criada, produzida, cantada e apresentada no Estado do Maranhão, por compositores, cantoras, cantores, mestres, mestras, grupos da cultura popular, e artistas/bandas de renome nacional para fechamento das programações, não apenas com ações de entretenimento, mas sobretudo com impacto social. Como contrapartida social pretendemos oferecer ao público a inscrição gratuita em palestras, oficinas e masterclass sobre música e cultura negra; OBJETIVOS ESPECIFICOS Visibilizar a cultura afrobrasileira e maranhense, celebrando assim os fazeres e saberes culturais negros, conectando ancestralidade e a produção negra contemporânea; Realizar um festival que rompe barreiras e traz visibilidade ao palco, onde se manifesta o protagonismo e as negritudes; Apresentar bandas e artistas independentes, grupos da cultura popular maranhense como Bumba-meu-boi, Tambor de Crioula, Cacuriá, Divino, firmando e valorizando a presença negra na cultura, possibilitando também a manutenção e salvaguarda da cultura popular negra Fomentar e difundir as diversas sonoridades e expressões afro diaspóricas possibilitando a construção de diálogos culturais; Oferecer a escolas públicas e o público geral ações gratuita entre estas: palestras, oficinas e masterclass sobre música e cultura negra; Organizar duas feiras com 80 afroempreendedores no total, para exposição e comercialização de diversos produtos e serviços impulsionando a economia criativa e o empreendedorismo negro.

Justificativa

O Festival Ayó de Música Negra do Maranhão se enquadra no do Art. 1º da Lei 8313/91, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Festival Ayó também busca valorizar a apropriação dos saberes culturais negros da cultura maranhense, com diálogos e a trocas culturais. Por caracterizar-se como uma atividade cultural de difusão e de formação sociocultural, estimulando a produção e protagonismo negro. Dessa forma, este projeto se enquadra em diversos parágrafos da citada lei, dentre os quais, contribuir o livre acesso a todos, sendo gratuito, promove e estimula a produção cultural e artística maranhense, bem como o aproveitamento de produtos e serviços locais. O festival tem em sua programação shows musicais que contemplam os ritmos de raiz genuinamente maranhense, o Tambor de Crioula, Tambor de Mina e o Bumba-meu-boi, bem como difunde outros ritmos, valorizando a pluralidade cultural, valorizando mestres e mestras da cultura popular maranhense que são patrimônio imateriais da humanidade, e a produção contemporânea de artistas da cena reggae, soul, blues, jazz, funk, samba, hiphop, rap, afrobeat, e afrohouse. O projeto está coadunado aos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: como o fomento à produção cultural e artística, mediante: a realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, como descreve o inciso II; e ainda, o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, como descreve o inciso V. O projeto enquadra-se no inciso II c) considerando que o projeto é entendido também como um festival de arte que integra, saberes culturais e a música. Considerando assim a necessidade de incluir e criar espaços de representação para a cultura negra. III _ d) preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Este projeto propõe repensar as estratégias de visibilidade e protagonismo da arte e cultura negra maranhense, oferecendo oportunidades, potencializando a produção negra. O projeto está inserido no estado do Maranhão, um dos estados com maior população negra do Brasil, onde os incentivos da Lei Federal a Cultura chega em menor número. E também a Lei de Incentivo Estadual não tem alcançado de fato os produtores culturais e artistas negros como deveria. Assim enfatizamos importância e o impacto positivo que a lei de incentivo à cultura tem no mercado cultural são inquestionáveis, e pode-se ver e comprovar constantemente a aplicação da mesma, sendo necessária para impulsionanar o cenário da cultura brasileira e maranhense.

Estratégia de execução

A música negra faz parte das origens da música mundial, em qualquer parte do mundo onde ela esteja ou aonde chegue, ela permanece e passa a fazer parte de lugares e acontecimentos, às vezes pela admiração que a melodia e os arranjos despertam, outras pela cadência que faz com que nenhum corpo permaneça imóvel, e a mais importante de todas as referências da música negra, é a sua raiz, a criação, o continente africano, onde a letra, a melodia, a sonoridade, os instrumentos, são usados, reverenciados, estudados, tocados, dançados, e cantados no mundo inteiro, agregando histórias e sonoridade únicas. Contudo, ainda que pela sonoridade que mexe com os sentidos e apaixona as inteligências artísticas de quem conhece, sente e entende a construção musical, a música negra desde sempre, tem inspirado, carregado e levado mensagens de protestos contra as injustiças, as diferenças, e as discriminações que ainda se fazem tão presentes nas sociedades. A música negra, como se pode dizer, é sempre um hino e um canto de protesto em favor das minorias e das injustiças, isso também no mundo inteiro. Dessa forma, a música negra tem o papel relevante na luta pela liberdade do povo negro, de todas as injustiças históricas sofridas ao longo dos séculos, a música negra é emissária e representante das causas do povo preto, é importante em todos os contextos citados acima, e é imprescindível nos contextos cultural, social e político. Assim sendo, a importância deste projeto justifica-se por ser um evento necessário e oportuno, precisa permanecer e fazer parte do calendário anual da cultura do Estado, pois é favorável ao povo e as sociedades de modo geral, em especial e fundamental ao povo preto, que compõe em sua maioria a nossa população, do Estado do Maranhão, bem como do Brasil. A Associação Cultural Pé no Chão (ACPC), realizadora deste projeto, é uma organização sem fins lucrativos de caráter privado, de Utilidade Pública, certificada pelo Município de São Luís, foi instituída no ano de 2015. O objetivo da instituição é promover a qualidade e dignidade da vida através da promoção de ações sociais e culturais, que têm como base a produção, o fortalecimento, a preservação e a divulgação de atividades nestas áreas de atuação, contribuindo para a construção e manutenção de uma sociedade mais justa, solidária e auto sustentável. As ações da Associação são voltadas ao público em geral, mas principalmente, às crianças, jovens e mulheres, na faixa etária de 4 a 30 anos, por entendermos que estes estão em maior vulnerabilidade, no Estado do Maranhão e mais especificamente da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Raposa, Paço do Lumiar, Alcântara, Bacabeira, Rosário, Santa Rita, Rosário e Icatu). A sede da Associação está localizada à Rua João Gualberto, 52 letra B, Praia Grande, Centro Histórico. Nosso trabalho com as comunidades teve início em 2006, mais acentuadamente na área de cultural e vem se fortalecendo ao longo dos anos com os trabalhos que antecederam o nosso registro legal como Associação no ano de 2015. A valorização da Vida, a promoção e valorização de bens de valor e a crença de que a transformação integral do indivíduo é possível, são as principais marcas distintivas da Associação. Temos como missão contribuir na realização de oportunidades que promovam o desenvolvimento sociocultural de crianças e jovens, mais especialmente os que se encontram em situação de vulnerabilidade social, por meio da prática de atividades socioeducativas, entendendo a história, visando a integração de cada ser e gerando transformação social. Também temos como meta desenvolver e disseminar, por meio do nosso trabalho responsável, o potencial do indivíduo como agente de transformação social e participantes de um mundo mais solidário, íntegro, ético, justo e correto, colocando-nos a serviço da construção de uma cidadania universal. Buscamos permanentemente um grau de excelência nos relacionamentos e na qualidade dos serviços prestados, compartilhando experiências com organizações congêneres e beneficiando nossos públicos. Antes do ano de 2015, realizamos diversos trabalhos, individuais, informais, em parceria com outras instituições, contemplados e não em editais. Da realização de rodas de leitura em locais públicos como praças, nasceu naturalmente o hábito de acumular livros, sempre na intenção de levar a leitura a se tornar uma prática. Ao longo desse tempo reunimos um volume considerável de publicações, parte desses livros fazemos doações e a outra é parte de um projeto futuro, será utilizada em uma biblioteca comunitária onde realizaremos atividades, como as que já vem sendo feitas em espaços livres, bem como empréstimo e outras ações. Trabalho de grande valor cultural, o Inventário Cultural foi realizado em nove comunidades quilombolas do Estado, em 2018 e 2019, quando realizamos o levantamento de bens materiais e imateriais, memória, depoimentos, vídeos, uma coleção de artefatos com mais de mil peças com as quais foi montado um pequeno museu na comunidade de Canta Galo, um acervo fotográfico e audiovisual e a rica experiência de conhecer lugares e pessoas, esse trabalho contou com o patrocínio da Vale. Contemplado pela lei de Incentivo da Secretaria de Estado da Cultura, o projeto Beco Cultural aconteceu nos messes de dezembro/2021, janeiro e fevereiro de 2022, na praça Nauro Machado e contou com apresentações multiculturais de jovens talentos, com recital de poesias, teatro, dança de rua, show musical, Tambor de Crioula, Bumba meu boi, e blocos tradicionais. O evento conta com apresentações de artistas maranhenses, artista convidado e sempre uma exposição de afro empreendedores com foco na economia criativa. A Associação Cultural Pé no Chão tornou-se uma instituição de Utilidade Pública, recebemos o título em novembro/2021 do Município de São de Luís do Maranhão. Em janeiro de 2023 apresentamos o I Festival Ayó de Música Negra do Maranhão, que aconteceu no Convento das Mercês, com o patrocínio da Petrobras, pelo Edital Petrobras Cultural.

Especificação técnica

A proposta deste projeto, é a realização de um festival, dessa forma, os produtos são, duas palestras, duas oficinas, e dois masterclass, o projeto contempla ainda uma feira de afroempreendedorismo. Os shows musicais acontecem em palcos montados sob estruturas metálicas, com cerca de 10 x 7m com adereços de testeira, fundo de led, instalação para acomodar as bandas e músicos. A programação conta com curadodia, e as direções artística, de palco e geral, com ensaios em estúdio e passagens de som de cada apresentação. A programação musical tem por critério ser música negra, maranhense, e brasileira.

Acessibilidade

O Festival Ayó de Música Negra do Maranhão terá acesso gratuito total e o incentivo ao trabalho, mesmo que temporário, são questões positivas desta proposta. As apresentações ao grande público, os shows musicais contam com tradutores de Libras ao longo de todas as apresentações nos dias de sua culminância, como quesito de acessibilidade, com o tempo de revezamento entre a equipe de tradutores, cobrindo o tempo total de palco a cada dia. Os espaços do evento, o Convento das Mercês, Praça da Matriz, e Museu Histórico de Alcântara, são equipamentos culturais com capacidade para abrigar um público relevante, e estrutura com condições de acessibilidade, com a existência de rampas de acesso, vagas para PCDs no estacionamento, e com banheiros adaptados para PCDs, facilitando o acesso de todos a este grande evento. Teremos área exclusiva com cadeiras próximo ao palco para pessoas com necessidades especiais, deficientes visuais. deficientes auditivos. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: teremos a audiodescrição das propagandas nas redes sociais, os espaços culturais que sediaram o festival possuem piso tátil. Acessibilidade para deficientes auditivos: legenda descritiva nas redes sociais e intérpretes de libras. Também acatando a Lei 13.825/2019: que obriga que existam banheiros químicos para pessoas com deficiência nos eventos, na cidade de Alacântara o fetival conta com banheiros químicos para PCD's. As medidas de acessibilidade serão adotadas para 100% em todo o projeto.

Democratização do acesso

O Festival Ayó de Música Negra do Maranhão tem acesso gratuito para todos os públicos, em todas as atividades propostas pelo projeto, que são: shows musicais, oficinas e masterclass, palestras e Feira com afroempreendedores para comercialização de produtos da economia criativa. As oficinas e masterclass, oferecem 25 vagas cada, sendo um total de 100 ao todo, duas atividades que proporcionam o conhecimento, treino, exercício e o desenvolvimento para quem quer e precisa expandir os saberes acerca da música negra, aliando teoria e prática. As inscrições são gratuita. O Festival Ayó de Música Negra promove também e de forma gratuita, a Feira com 80 afro-empreendedores, sendo 40 em cada local, que trabalham com a economia criativa, oferecendo grande oportunidade para geração de renda. Destacamos que, na cidade de Alcântara, a Feira conta com empreendedores quilimbolas, produtores da agricultura familiar, com destaque para os produtos tradicionais como a cerâmica, o tradicional doce de espécie, licores e o artesanato.

Ficha técnica

O Festival Ayó e Música Negra tem como proponente e realizadora a Associação Cultural Pé no Chão, esta edição, de 2024, contece de forma itinerante em São Luis e Alcântara, nos meses de outubro e novembro, conta com as seguintes atividades: doze shows musicais, quatro atrações culturais (cultura popular), duas oficinas, dois masterclass (sendo 100 vagas ao todo), duas palestras, duas feiras de afroempreendedorismo, com 40 expositores cada, somando 80 participantes da economia criativa. Todas as atrações, programações e atividades do festival são gratuitas. Andréa Luísa Frazão Silva: Presidente da Associação Cultural Pé no Chão, Cantora, compositora, Doutoranda em Artes pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" – Unesp, Mestra do programa de Profissional em Artes (PROF-ARTES) pela Universidade Federal do Maranhão (UDESCUFMA), especialista em Gênero e Diversidade na Escola (CEGEDe-UFMA), graduada em Pedagogia pela Uninter, graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela UFMA, estudos desenvolvidos na área de concentração: Ensino da arte, Artes visuais afrodescendentes, Arte contemporânea, Relações étnico raciais, Música afrobrasileira Imagem, Visualidades, Identidade. Desenvolve pesquisas e estudos voltados as temáticas: História e Cultura Afro-brasileira; Artes visuais Afro-brasileira e afrodescendente, Arte e Educação. Maria Aparecida Sousa de Macedo: Vice-presidente da Associação Cultural Pé no Chão, jornalista por formação pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Produtora Cultural e escritora, assessora de imprensa da Prefeitura Municipal de Parnarama/Ma, assessora de imprensa da Procuradoria Geral do Município de São Luís, idealização e produção do vídeo documentário do projeto ‘Saberes e crenças da arte de partejar’ – com o patrocínio do Programa BNB/BNDES de Cultura, editora da revista ‘Enfoque Fazendário’ – da Ass. Serv Fazenda/ASFEM, editora da revista ‘Informe Federal’ – da Associação dos Policiais Federais/MA, Produção e Assessoria de Imprensa para os Projetos ‘Mar de Letras’ (patrocinado pelo Programa BNB de Cultura) e ‘Campo das Letras’ (patrocinado pelo Programa de Cultura dos Correios) da Associação São Sebastião/Viana/Ma, Pesquisa e autoria do livro ‘Saberes e crenças da arte de partejar’ – com o patrocínio do Programa BNB de Cultura e FAPEMA, Coordenação editorial do livro ‘Construção da Política de Segurança Alimentar e Nutricional de São Luís’, lançado pela Prefeitura de São Luís, através da SEMSA, assessora de Imprensa da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar, repórter da revista de turismo ‘Almanaque JP’ do Jornal Pequeno, jornalista da Assessoria de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça, assessora de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ), chefe de redação do jornal O Debate. Silvia Regina Costa Diniz: Tesoureira da Associação Cultural Pé no Chão: sócia fundadora e idealizadora, eleita tesoureira para a gestão agosto2023/agosto/2027, Produtora Cultural, graduada em História pela Universidade Estadual do Maranhão, empresária, proprietária da livraria e sebo paço Prosa, instrutora do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) Aline Rachel Frazão Silva: Diretora Administrativa da Associação Cultural Pé no Chão: sócia fundadora, eleita diretora administrativa para a gestão agosto2023/agosto2027, Produtora Cultural e cantora, especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional, graduada em Pedagogia Licenciatura, graduanda em História pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Cantora, professora da Educação Infantil e ensino fundamental, anos iniciais na rede Municipal de São Luis/Maranhão. Wilka Sales de Barros: Diretora Cultural da Associação Cultural Pé no Chão: sócia colaborativa, eleita diretora cultural para a gestão agosto2023/agosto2027, Mestra em Artes pelo programa de pós-graduação ICA/UFPA), graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas (UFMA), Professora, e Arte-educadora, Artista visual, estudo sobre processos autopoiéticos utilizando o método guiado pela prática com temáticas que apresentam poéticas do corpo, memória, morte e lugar.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.