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PRONAC 244291Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Meu Sertão de Rosas

CLAUDIA WERNECK ALEXANDRE 02392980713
Solicitado
R$ 431,6 mil
Aprovado
R$ 431,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-04-30
Término
2025-12-30
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A proposta visa a produção e circulação do espetáculo de artes cênicas (Teatro) "Meu Sertão de Rosas", um espetáculo-solo, em três estados brasileiros. A encenação tematiza os saberes, linguagens e expressões musicais das violas, um importante patrimônio imaterial da cultura brasileira. Serão desenvolvidas, como ações de contrapartida social em cada uma das cidades em que o projeto se apresentar, aulas-espetáculos (oficinas culturais) sobre a cultura de violas no Brasil, que inclui um mini recital, com acesso gratuito ao público.

Sinopse

O espetáculo de artes cênicas "Meu Sertão de Rosas" ou "O pacto do violeiro com o diabo" é um solo teatral inédito de Du Machado que conta a história de um violeiro que todos os dias vai para uma encruzilhada em tentativa de renovar o pacto com o oculto e o mistério humanos. Desdobrando-se entre ator e violeiro, o artista revela o tormento de um homem cindido, em busca de encontrar em si e no outro os caminhos que lhe foram negados, um autêntico sertanejo vivendo dilemas universais. A aula-espetáculo (oficina) "Violas do Cerrado" é uma vivência que traz ao público toques, músicas e a cultura relacionada às Violas Tradicionais Brasileiras que se manifestam em regiões de cerrado, em especial a Viola Caipira, Viola de Cocho e a Viola de Buriti. O projeto consiste em um passeio musical instrumental e vocal pela música regional e folclórica, contemporânea e autoral, fazendo uso de violas de construção popular, fabricadas artesanalmente por artesãos, mestres populares e informantes das tradições, com cravelhas de madeiras originais, e empregadas com afinações tradicionais. Classificação indicativa: 12 (doze) anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Criar, produzir e viabilizar circulação em três estados brasileiros do espetáculo teatral, em formato solo ou monólogo, chamado "Meu Sertão de Rosas". OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar um total de 32 (trinta e duas) sessões do espetáculo teatral, com preços populares e uma série de medidas de responsabilidade social, sendo 16 (dezesseis) na cidade do Rio de Janeiro, 8(oito) na cidade de Belém, e 8(oito) na cidade de Belo Horizonte; desenvolver Aula-espetáculo (oficina) sobre cultura de violas em nas localidades em que o projeto se apresentar, de maneira gratuita, e com destinação social prioritária aos beneficiados; disponibilizar medidas de acessibilidade, com 25% das sessões com atendidas por intérprete de Libras, além de monitores especializados e disponibilização de salas de regulação para pessoas neurodivergentes em todas as sessões do espetáculo; atender a diversas ações de democratização, dentre elas, a disponibilização de transporte por ônibus em 4 (quatro) oportunuidades, sendo 2(duas) na cidade do Rio de Janeiro e 1(uma) nas demais cidades, em benefício de instituições educacionais localizadas em regiões periféricas das respectivas áreas metropolitanas; disponibilização de serviço de audio descrição, em 2(duas) sessões no Rio de Janeiro, 1(uma) sessão em Belo Horizonte, e 1(uma) sessão em Belém.

Justificativa

"Meu Sertão de Rosas" ou "O pacto do violeiro" com o diabo é um solo teatral inédito que conta a história de um violeiro que todos os dias vai para a encruzilhada em tentativa de renovar o pacto com o oculto dos mistérios humanos. O texto autoral de Du Machado trata do tormento de um homem cindido, em busca de encontrar em si os caminhos que lhe foram negados. O projeto é uma prática de criação cênica centrada no trabalho do ator como criador. O intérprete assume a concepção dramatúrgica, atuação e composição musical, sendo constantemente desafiado a uma interpretação que exigirá dele virtuosismo de expressão, emoção sutil e completa mutação corporal, física e vocal. Com dramaturgia elaborada em parceria trina dos artistas Du Machado, W. B. Lemos e Maíra Lana, fruto de pesquisas sobre a cultura da viola caipira e da Folia de Reis, um saber cultural reconhecido como Patromônio Imaterial Brasileiro desde 2017. Ressalte-se também que es expressões musicais de viola receberam o mesmo reconhecimento pelo Iepha-MG em 2018. "Meu Sertão de Rosas" apresentará ao público o homem brasileiro oriundo do Cerrado, ser humano local, mas universal. Apresentará também a Viola, o ancestral instrumento de cordas dedilhadas com braço, trazida ao Brasil pelos portugueses, que conquistou em território brasileiro fascínio e diferentes variações. Assim, o espetáculo divulga, ainda, um tema pouco explorado por artistas na esfera das artes cênicas no país: a cultura da viola e seus violeiros. Com direção artística de Claudia Wer, supervisão musical de Henrique Machado, figurino de Lulu Areal e iluminação de Elisa Tandeta. A necessidade de enquadramento em Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, especificamente no artigo 18 desta ferramenta, se dá por alguns aspectos que achamos relevante citar: 1) a capilaridade das ações pelo território brasileiro, o que interfere e onera de modo significativo o conjunto de custos; 2) as demandas comunicacionais do projeto, que é formatado atender amplos segmentos sociais nos territórios em que se fizer presente; 3) as características de investigação cênica de longo prazo, que precisa prover ao corpo artístico sustentabilidade financeira durante o período de pré-produção e execução. A habilitação do projeto para o período de captação permitirá ao proponente, já estabelecido como agente cultural em território brasileiro (verfificar portfólio de projetos anteriores), integrar chamadas públicas de empresas participantes da Lei 8.313/91 e também a busca por captação de recursos que viabilizem a realização da proposta. Esclarecemos também que a contrapartida social apresentada destaca uma das linguagens artísticas constituintes desta proposta teatral: a música. Por isso, esse produto cultural - denominado aula-espetáculo - se constitui em uma ação de oficina que destaca a música instrumental, o que ainda configura a proposta dentro dos limites do artigo 18. Para o uso do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo de artes cênicas: Duração de até 90 (noventa) minutos. Contapartida social: Duração de até 60 (sessenta) minutos. Observação: como se tratam de dois produtos culturais inéditos, o tempo de duração de cada um deles pode variar conforme ensaios e realização dos mesmos.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade para pessoa surda: Serviço de intérprete de Libras em 1/4 das sessões programadas, sendo 4(quatro) no Rio de Janeiro e outras 2(duas) na cidade de Belém e 2(duas) na cidade de Belo Horizonte; o profissional habilitado necessariamente terá que ter experiência na tradução de eventos culturais e será orientado previamente sobre o conteúdo do espetáculo; sinalização específica na programação visual, e ampla divulgação das datas que contarem com o serviço de tradução. Acessibilidade para pessoa cega: Disponibilização de profissional de Áudio Descrição em 4 (quatro) sessões, sendo 2(duas) no Rio de Janeiro, 1(uma) em Belém, e 1(uma) na cidade de Belo Horizonte; haverá um ensaio específico do espetáculo para elaboração do roteiro de audio descrição, que terá a supervisão de uma pessoa cega, em cada uma das cidades em que o projeto circular; uso de legenda descritiva nas ações comunicacionais do espetáculo, sobretudo em redes sociais. Acessibilidade física e atitudinal: Utilização de espaços de apresentação com acessos desobstruídos, com investimentos em sinalização e rampas móveis, quando aferidas as demandas por visita técnica; contratação de monitores de acessibilidade para apoio às demandas do público PCD; realização de visita sensorial ao espaço cênico; sala de regulação para pessoas neuro divergentes em todas as sessões, e aquisição de 4 (quatro) abafadores de ruído, que serão doados para instituições públicas ao final da temporada. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade para pessoa surda: Garantia de vaga preferencial; disponibilização de intérprete de Libras ao longo de toda a prática, uma vez constatada a demanda; mediação tátil para assimilação da música pela vibração. Acessibilidade para pessoa cega: garantia de vaga preferencial; disponibilização de mediadores especializados, uma vez constatada a demanda; uso de legenda descritiva nas ações comunicacionais. Acessibilidade física e atitudinal: Utilização de espaços de realização com acessos desobstruídos, com investimentos em sinalização e rampas móveis, quando aferidas as demandas por visita técnica; contratação de monitores de acessibilidade para apoio às demandas do público PCD.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Fornecimento de transporte gratuito e lanche, em beneficio de instituições educacionais localizadas em áreas de vulnerabilidade social nas regiões metropolitanas compreendidas pelas cidades visitadas pelo projeto, adotando-se essa prática em 2(duas) oportunidades no Rio de Janeiro, 1(uma) em Belo Horizonte e 1(uma) em Belém; gratuidade total de ingressos para os beneficiados pelo transporte gratuito; realização das temporadas em regiões bem servidas por modais de transporte público; disponibilização de pelo menos 1 (um) ensaio aberto gratuito, em benefícios das escolas da região, em cada um dos locais de circulação do projeto; adoção de preços populares em toda a circulação do projeto. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Transmissão pela internet da aula-espetáculo proposta, com disponibilização posterior em plataforma gratuita de vídeos; vagas para estudantes e educadores da rede pública de ensiono de unidades escolares localizadas em áreas de vulnerabilidade social nas respectivas regiões metropolitanas; vagas com destinação social a grupos considerados prioritários, segundo a IN 2024 da Lei 8.313/91.

Ficha técnica

CLÁUDIA WER: (Proponente, Diretora Artística e Produtora Executiva): Artista Visual, atriz, performer e produtora cultural. Estudou Teatro na Escola Macunaíma-SP. Bacharel em Filosofia e mestranda em Artes pela UERJ; Especialista em Direitos Humanos, Gênero e Sexualidade pela ENSP/FIOCRUZ, Gestora Cultural pela UERJ/SECRJ e Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes da UERJ. Pesquisa linguagens contemporâneas e hibridismo, tendo o teatro como ponto de partida, seu trabalho autoral mais recente foi o espetáculo transmídia FORJADAS (2023) contemplado do edital FOCA; também atua em parceria com grupos em obras como em: Os Pontos Cegos com a Cia Tarja Preta (2024), Vermelho Sangue com a Alerta Cia Dramática (2022), Respira e Pandemia com o Núcleo de Artes Integradas (2022/2021) e A Cripta de Poe com a Cia Nova de Teatro (2020/2021). Seu trabalho investiga temas da contemporaneidade como: o ser humano e a natureza, o feminino e o etarismo dentro de uma perspectiva decolonial. Sua poética vem se estruturando a partir de bordados, elementos naturais, fios, fotografias, performances, videoartes, poemas e cenas. DU MACHADO (Ator): Ator, violeiro e escritor de Uberlândia - MG, mora no Rio de Janeiro, graduado em Filosofia. Dedica-se ao teatro, cinema e televisão. Toca e compõe usando as violas brasileiras. No audiovisual participa da série da Globo Play Espécie Invasora, direção de Patrícia Pedrosa. Atuou nos filmes: Serra do Arrimo (Thiago Fischer - 2022), Casa Nova (Luke Hammons /Charles Pinheiro), série A Divisão (Vicente Amorim-2019), Central de Bicos Multishow – direção Silvio Guindane – 2021) e na novela Verão 90 (Rede Globo - 2019, Jorge Fernando). Em Teatro e musical: Dom Quixote de Lugar Nenhum - 2023 (Jorge Farjalla), com várias críticas em favor de sua excelente atuação e, Senhora dos Afogados (Jorge Farjalla), indicado como melhor ator coadjuvante pelo prêmio Botequim Cultural e blog e Urbanidades. Ator convidado da Trupe de Teatro Afroreggae por mais de 6 anos e Grupo Nós do Morro desde 2015 até 2017. Prepara seu primeiro solo teatral Meu Sertão de Rosas. W.B LEMOS: (Co-autor pesquisa literária) autor de Rasga-mortalha - poemas dos outros (Editora circuito, 2014), é Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e Doutor em Literatura Comparada pela mesma universidade. Em parceria com a diretora de teatro Maíra Lana, escreveu as dramaturgias O Conselheiro da Favela ou Do Belo Monte de Antonio, Peregrino, e Meu sertão de Rosas ou O pacto do violeiro com o Diabo, esta também com a colaboração do ator Du Machado. Ator formado pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, Lemos é Esperando Leitor, palhaço e andarilho literário que se dedica, em especial, a ler e distribuir trechos de obras literário-filosóficas, brasileiras e estrangeiras, nas ruas cariocas desde 2010. Devido à repercussão de Rasga-mortalha, premiado pela União Brasileira de Escritores - RJ, teve poemas inéditos publicados no nº 89 da Revista Brasileira, periódico da Academia Brasileira de Letras (ABL). Atualmente Lemos coordena a programação literária do Museu da Justiça - Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. ELIDA CÂNDIDO (Direção de Produção): Atriz e produtora cultural. Estudou teatro na Escola de Teatro Martins Pena /FUNARJ. Formada em Administração na Escola Superior de Propaganda e Marketing. MBA em Ensino da Arte na Veiga de Almeida e MBA Pós- graduação em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes. Trabalhou na Área de Marketing Cultural da CEF. Concursada em 1990, integrou a equipe da CAIXA Cultural Rio de Janeiro - de 1993 a 2015, exerceu cargo de Analista sênior e Gerente substituta em projetos como: Riocena Contemporânea; Rio Cello; Cello Dance; Festival Panorama; FIT Teatro de Animação; Dança em Trânsito, Palco MPB; Festlip, Tempo_ Festival, entre outros. Atualmente dirige a Ecobrasil produções culturais. MAÍRA LANA (Co-autora): Diretora teatral e audiovisual e roteirista. Mestre em Artes Cênicas - UniRio. Foi diretora artíst. e roteirista da TV UFOP. Dirige o clipe One sky, selecionado em festivais nacionais. Seu clipe Xingu é selecionado pelo Festival Internacional Favela Film Rio-Berlin. Fez resid. artística com The Living Theatre, idealiza projeto Homens, libertem-se!, com o grupo. Dirige Terra Brasillis, para o SESC, que lhe encomenda outro show, O Poetinha faz 100 anos. Adapta Antes do depois, de Campos de Queirós, dirige/atua na peça homônima – prêmios: melhor atriz e melhor espetáculo - Festival do Teatro da Cidade (BH). Roteiriza e dirige o longa O conselheiro da favela, para o Festival Internacional de Setúbal. Assist. de direção, na série Cenas de um crime, de Izabel Jaguaribe, para Paramount. Roteiro e assist. de direção do doc. Ofício da benzeção: a fé que cura, para UNESCO. Dirige o longa de docuficção Borum-Kren, povo inventado?, roteiro seu em parceria com povo Borum-Kren e Di Moretti. MAGNO SCAVONE (Cenógrafo): Arquiteto desde 2009, com experiências de trabalho em Portugal (Porto), Inglaterra (Londres) e Rio de Janeiro, nas área de concepção de arquiteturas habitacionais, reformas e desenho de interior, assim como cenografia. Nos últimos anos tive a oportunidade de colaborar em diferentes projetos cenográficos com o estúdio Gigi Barreto (palcos Larissa Trovão, Amores Acústicos, Adriana Calcanhoto, Exu do Blues, ou a instalação Pipas no Shopping Leblon) e com o escritório Rio de Negócios para o projeto conceitual, detalhamento e executivo de cenografia do festival Spanta Neném na Marina da Glória, edições 2019, 2020 e 2023 (em colaboração com Antoine Olivier). HENRIQUE MACHADO (Trilha Sonora): Compositor, arranjador, maestro, diretor musical, pesquisador e multi-instrumentista. Atua no cenário musical desde 2010, tendo participado principalmente como instrumentista, arranjador, regente e diretor musical de diversos projetos pela cidade e Estado do Rio de Janeiro. Oriundo de favelas do Rio de Janeiro, vem trilhando seu caminho no cenário nacional e internacional através da música. Realiza diversos trabalhos em projetos sociais na cidade e no estado, além de já ter recebido premiações nacionais com suas composições e reconhecimentos internacionais com seus arranjos. Possui graduação em Composição Musical, mestrado em Processos Criativos e ingressou no doutorado também em Processos Criativos, todos realizados na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. ELISA TANDETA (iluminação): Formada em artes cenicas pela UNIRIO, é mestre em Sociologia da cultura pelo PPCIS- UERJ. Tem como mestres grandes nomes da iluminação cênica com quem trabalhou como técnica no segmento, assim, aperfeiçoando seu fazer artístico na luz cênica. Apaixonada pelo palco, atua dentro e fora dele. Em 2023, foi responsavel pela iluminaçao dos espetáculos Diário de um Louco e Outra Revoluçao dos Bichos. Tem no seu percurso espetáculos da Cia esplendor como Um Tartufo e O funeral. Assim como Visita da Velha Senhora, Timon de Atenas, Cenas de Um Casamento, além de shows e espetáculos de dança.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.