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PRONAC 244296Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

5º Edição Cerrado Abierto – Mostra de danças contemporâneas

Associação Arado Cultural
Solicitado
R$ 615,7 mil
Aprovado
R$ 615,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2025-01-10
Término
2026-01-10
Locais de realização (1)
Campo Grande Mato Grosso do Sul

Resumo

Este projeto propõe a 5ª edição da Mostra Cerrado Abierto: Mostra de danças contemporâneas, produzido pela Arado Cultural, uma associação de artistas-produtoras de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, tendo como foco as fronteiras andinas e seus desdobramentos. A 5ª edição da mostra será realizada em duas etapas, com ações para os públicos infanto juvenil e adulto, ressaltando temas urgentes que provoquem a desnaturalização dos hábitos, modos e pensamentos da sociedade em relação às questões de gênero e sexualidade, entre outras temáticas, convocando artistas do Brasil e de outros países a comporem a programação.

Sinopse

Espetáculos e artistas convidadas - 1ª Etapa da Mostra PERFORMANCE Puma Camillê Puma Camillê ferramenta mestra na transmissão dos conhecimentos da arte capoeira. É a primeira capoeirista legítima a questionar abertamente a colonização cultural das formas de expressão e dos movimentos dos corpos na formação e uma grande referência a sugerir novascategorias na comunidade Ballroom onde a ancestralidade seja reverenciada, trazendo a capoeira como veículo de comunicação. Camillê proporciona o encontro possível de pessoas TransLgbq+ à elementos ancestrais - através da comunidade da Capoeira e de pessoas mais velhas, CISgeneras e tradicionais da Capoeira -, à ousadia e feminilidade (com julgamento leve da comunidade Ballroom). Assim, amplia as fileiras de pessoas que defendem as culturas afro-pindorâmicas como culturas clássicas, quanto alguém que soma esforços para retirar as amarras coloniais impostas nessas culturas africanas das diásporas nas Américas, que são a Ballroom e a Capoeira. Classificação: livre ATLAS da BOCAde Gaya de Medeiros Atlas da Boca é uma investigação de dois corpos trans acerca da boca como lugar de intersecção entre a palavra, a identidade e a voz, o público e o privado, o erotismo e a política. Busca novas narrativas, explorando os verbetes que se abrem da boca para forae que se lêem da boca para dentro. Classificação: 14 anos Espetáculos e artistas convidadas - 2ª etapa da Mostra RALI, RALA CANELA - S O R A Y A & L A Y A N E A gente mistura dança, música, performance, artes visuais borrando a paisagem. Crianças, famílias, bebês e cuidadores são co-autores do que assistimos. Acionamos a algazarra, o ruído e o festejo como estratégia política e poética para estar no mundo de hoje sesentindo vivo/a. Uma tarde de gambiarras, fantasias e materialidades orgânicas que mobilizam o imaginário da natureza e nosconvocam a encantar a rua, a praça, o parque, o outro. O RALI é uma intervenção urbana, um cortejo, uma oficina ou uma brincadeira? Aííí...depende de quem responde esta pergunta! Organizado em passeios coreográficos com bicicletas e/ou brinquedos de roda com crianças de 0 a 10 anos e seus familiares em espaços públicos, o RALI RALA CANELA é um espetáculo-passeio performático, pensado como prática de encontro e "tempo junto" entre pessoas grandes e pequenas. classificação: livre TANCARVELLI - CIDADE INVENTADA Tancarville é uma cidade inventada. É um espaço imaginário onde os rios estão vivos e todos os animais são livres. É um tecido verde imenso, que muda de forma o tempo todo bem na nossa frente. É o coletivo e o coletivo é tecido: ele é casa, escola, rua, cidade. É umcorpo que tem a importante tarefa de sustentar a vida comunitária. Tancarville é o que conseguimos imaginar: um espaço insondável. Tancarville é um espetáculo de dança para duas bailarinas, um músico e um tecido verde de 30 metros quadrados, criado especialmentepara públicos da primeira infância. Ao fim da performance, as crianças são convocadas a imergir no tecido, passando a habitar a cidade que acabaram de inventar. Classificação: livre

Objetivos

Objetivo geral: A 5ª edição da Mostra será realizada em duas etapas, com ações para os públicos infanto juvenil e adulto, ressaltando temas urgentes que provoquem a desnaturalização dos hábitos, modos e pensamentos da sociedade em relação às questões de gênero e sexualidade, entre outras temáticas, convocando artistas do Brasil e de outros países a comporem a programação. Objetivos específicos: - Selecionar 10 (dez) espetáculos de dança, circo, música, teatro e trabalhos híbridos/multilinguagens do Brasil para compor a programação da Mostra; - Convidar 05 (cinco) espetáculos/artistas de dança, circo, música, teatro e trabalhos híbridos/multilinguagens internacionais para compor a programação da Mostra; - Realizar 10 (dez) ações formativas, sendo cursos, oficinas e workshops totalizando 40 horas; - Realizar 02 (dois) Intercâmbios com produtores e gestores de festivais - Encontro de 20 horas; - Realizar 01 (um) curso de gestão cultural com duração de 20 horas; - Convidar 03 (três) coletivos artisticos ligados ao Movimento Ballroom/Movimento Negro para participarem ativamente das ações da mostra; - Realizar 01 (um) curso sobre acessibilidade cultural para agentes, gestores e produtores com 20 horas de duração; - Realizar 02 (duas) residências artísticas com duração de 20 horas cada, totalizando 40 horas; - Realizar 02 (duas) rodas de conversa, intituladas "Café com arte", totalizando 08 horas de ação;

Justificativa

"Estamos no meio do continente, é um lugar super fronteiriço: tem fronteira com o Paraguai, Bolívia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, estamos num lugar capilarizado, por que que a gente não usa isso para esse encontro?", se perguntou Paula Bueno, artista que concebeu o nome-conceito do festival. Conectar artistas e públicos a partir das fronteiras de Mato Grosso do Sul foi o mote para a realização do Cerrado Abierto, mostra de danças contemporâneas, que nasce da vontade de conhecer e fazer conhecer o local: o Estado e sua capital, a cidade de Campo Grande. Movimento desde o nome _ que, em espanhol, desenha no espaço o fechar e o abrir - Cerrado-Abierto é um convite para encontros entre produções de dança da América do Sul e, também, da península ibérica, e vem sendo, desde sua primeira edição, um marco na dança em Mato Grosso do Sul, por pensá-la pela perspectiva da contemporaneidade, promovendo provocações, deslocamentos, dos corpos e dos sentidos de movimento presentes nessa arte cênica Com 04 edições já realizadas (2016, 2018, 2021 e 2023) e com um alcance de público de milhares de pessoas, o Cerrado Aberto é um importante evento de dança da região centro-oeste brasileira, que fomenta a cena artística amadora e profissional, por meio de ações que promovem a reflexão crítica para a formação de novos artistas e de públicos, sendo mais um ponto de difusão e intercâmbio entre a produção da dança brasileira e internacional. Pensar em uma mostra de danças contemporâneas em meio a tantas outras que acontecem pelo país é sempre um desafio para a Arado Cultural. As artistas-produtoras da associação vêm atualizando os seus recortes curatoriais, a partir da ideia de promover a aproximação dos envolvidos com as danças contemporâneas do estado, com diferentes perfis de artistas e de públicos. Para 5ª edição da Mostra Cerrado Abierto, a equipe de produtoras segue com a vocação de fomentar a dança contemporânea, por meio de uma programação pensada em diálogo com os saberes/estudos decoloniais e experiências tidas como desviantes, para a construção de narrativas mais plurais. Durante a programação da Mostra, além das obras, a grade de atrações contemplará momentos de encontro para a troca de informações e inquietações, que possibilitem a expansão de questões éticas, estéticas e políticas pertinentes ao atual cenário da dança brasileira. Nesta perspectiva, a equipe Arado Cultural pensou o Cerrado Aberto em duas etapas. Na primeira, uma programação voltada ao universo das crianças de todas as idades, com o objetivo de ressaltar a importância da arte para a formação de pessoas mais sensíveis e conscientes de seu papel nas comunidades e nas cidades. Nesta edição, serão convidadas as artistas do coletivo Canteiro Teresina, Soraya Portela e Layane Holanda, bem como Mariana Pimentel e Mana Lobato do Rio de Janeiro. As artistas piauienses do Canteiro, que por definição, é uma pequena porção de terra destinada ao cultivo de coisas vivas que podem ser transplantadas para espaços maiores, trabalham com a ideia de cultivar estratégias para o fazer artístico, de adubar possibilidade de ação a partir da arte, de aproximar pessoas de qualquer idade de práticas artísticas, de fazer "mudas" e arranjos de artistas COM não-artistas e de produzir arte como um direito e tentativa de vislumbrar "outros modos" de existir e conviver. Mariana Pimentel e Mana Lobato, protagonistas de Tancarville, cidade inventada, apresentam o espetáculo criado especialmente para públicos da primeira infância. Tancarville é um espaço imaginário onde os rios estão vivos e todos os animais são livres. É um tecido verde imenso, que muda de forma o tempo todo bem na nossa frente. É o coletivo e o coletivo é tecido: ele é casa, escola, rua, cidade. É um corpo que tem a importante tarefa de sustentar a vida comunitária. Tancarville é o que conseguimos imaginar: muitas, inúmeros, um espaço insondável. A segunda escolha da linha curatorial traz para a programação da Mostra e para o contexto de Mato Grosso do Sul, uma ação inédita, a discussão sobre as questões de gênero e sexualidade na sociedade e no campo das artes, temas ligados às políticas focais que alocam recursos em benefício de pessoas pertencentes a grupos discriminados e vitimados, pela exclusão socioeconômica no passado e no presente. Destaca-se, nesta etapa, a presença das artistas Gaya de Medeiros e Puma Camillê. Gaya é uma mulher transexual, brasileira, que reside em Portugal há 05 anos. Criou "Atlas da Boca", uma investigação acerca da boca como lugar de intersecção entre a palavra, a identidade e a voz, o público e o privado, o erotismo e a política, que integrou o Festival Alkantara, eleito um dos melhores espetáculos de 2021 pelo Jornal Expresso, e um dos vinte espetáculos europeus, selecionados para o Spring Forward-Aerowaves 2023, em Dublin. Puma Camillê, mulher preta e transexual, desenvolve uma pesquisa relacionada à capoeira e ao vogue. É multiartista ancestral futurística que, através dos saberes intrínsecos dessas manifestações, comunica com o poder de fazer as pessoas questionarem suas crenças limitantes, investigarem-se com amor e coragem e (re)encontrarem-se com sua potência interior com ferramentas necessárias para sentirem força questionando a si mesma e ao sistema. Todas as ações propostas serão oferecidas gratuitamente à população e acontecerão no MARCO _ Museu de Arte Contemporânea e na Concha Acústica Helena Meirelles, ambos situados no Parque das Nações Indígenas, uma pequena amostra do Cerrado, esse bioma exclusivamente brasileiro, dentro de Campo Grande e, ponto turístico da capital, local de manifestações e de encontro da arte com as comunidades. A aprovação deste projeto dará continuidade ao processo de formação iniciado em 2016, aproximando parte da produção da dança brasileira e internacional dos diversos públicos, com o intuito de fortalecer as conexões e impulsionar a criação de novas redes. Também aumentará a participação de grupos minorizados em ações para o reconhecimento cultural dessa parte das comunidades. Dessa forma, dar continuidade a uma mostra com estas características, certamente colocará Campo Grande e Mato Grosso do Sul no rol dos importantes festivais da dança contemporânea brasileira.

Especificação técnica

As escolas da rede pública de ensino receberão alguns espetáculos e ações formativas durante a execução da Mostra Cerrado Abierto e para isso foi construído um plano de mediação cultural como segue abaixo: PLANO DE AÇÃO MEDIADORA Entendemos que existe um distanciamento entre o público, os artistas e suas produções artísticas um senso comum acerca de quem frequenta arte em todas as suas linguagens (Artes Visuais, Teatro, Dança, Performance), e para diminuir esse distanciamento podemos pensar em ações que promovam a Formação de Público. Vale ressaltar que entendemos a diferença entre a formação de público e a formação de espectadores, pois a formação de público visa promover o acesso físico para a sociedade, aumentando a quantidade de público que frequenta arte. Já a formação de espectadores tem como objetivo promover o acesso linguístico, promover experiências sensíveis, mais profundas e cognitivas, aproximando o público da linguagem a ser apreciada. Importante pensarmos também em um lugar onde a formação está em ênfase e evidência, que é a escola. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases nº 9394 (LDB) a Educação Escolar deve promover práticas sociais, o que entra também a formação de espectadores e de público, pois é um lugar de construção de experiências, de encontros, de contatos que formam esse cidadão para a vida em comunidade, já que a apreciação da Arte deve (ou deveria em mais frequência). Considerando todos esses apontamentos, partindo dessas problemáticas, iremos primeiramente promover o acesso físico ao levar espetáculos para duas escolas de Campo Grande, e também o acesso linguístico com a realização de oficinas de Mediação Artística. Para isso entraremos em contato com a escola, considerando o trabalho que será apresentado, e, juntos, pensaremos como essa oficina e espetáculo podem acontecer na escola, horários, duração e turmas. Uma ação “com” e não “para” a escola. A oficina de Mediação Artística é a ação de formação de espectadores que promoverá para as crianças experiências corporais e sensíveis pensadas a partir do trabalho apresentado. A mediadora apreciará previamente o espetáculo e construirá uma ação com procedimentos e experiências do trabalho para que as crianças façam a construção de sentidos por meio da empatia cinestésica, ou seja, experienciando o espetáculo em seu corpo previamente estimulado e sensibilizado. As crianças, então, passam pelo processo de contextualização, pelo fazer e então vão para o momento de apreciação, como proposto pela Abordagem Triangular de Ana Mae Barbosa. Além disso, cada grupo/artista convidado ou selecionado ira propor uma ação formativa, como proposta complementar ao espetáculo/performance apresentado dentro da programação da Mostra.

Acessibilidade

Acessibilidade física: As ações explicitadas no plano de trabalho para quinta edição da Mostra Cerrado Abierto serão realizadas em espaços distintos pelo desejo de diálogo com diversos públicos. Acontecerão no Centro de Arte, Educação, Cultural, Social e Meio Ambiente - Casa de Ensaio, espaço escolhido para a realização de rodas de conversa, apresentação de espetáculos e cursos formativos. Este espaço possui rampas de acesso, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e uma sala-teatro confortável para a apreciação de espetáculos. Outros espaços para realização das ações é o Marco – Museu de Arte Contemporânea e a Concha Acústica Helena Meirelles, todos localizados no Parque das Nações indígenas, um dos maiores parques da região centro-oeste, localizado na área central de Campo Grande, de acesso fácil, banheiros públicos com rampas de acesso. As salas são no piso térreo e todos os espaços possuem aparatos para acolher as pessoas com alguma deficiência motora, facilitando o acesso às atividades. Acessibilidade atitudinal: A equipe de produção será acompanhada por um especialista que orientará para que se estabeleça um ambiente seguro, sem preconceitos e orientados pelas terminologias corretas, a fim de assegurar uma experiência tranquila, proveitosa e livre de estereótipos, estigmas e discriminações. Os assistentes de produção acompanharão as pessoas com deficiência visual (cegas e/ou com baixa visão) para que façam o reconhecimento tátil dos espaços antes das ações do projeto. Acessibilidade comunicacional: Todas as ações do projeto contarão com vídeos de divulgação com legendas e interpretação em libras . Acessibilidade instrumental: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais e em demais veículos eletrônicos priorizará a descrição das imagens como medida de acessibilidade. Acessibilidade de conteúdo: As ações formativas do projeto como rodas de conversa, cursos, oficinas e residências, terão como medida de acesso ao conteúdo um intérprete de libras acompanhando, a partir das necessidades identificadas nas fichas de inscrições, que serão encaminhadas por email. Será priorizado o exercício da auto-descrição por parte dos artistas envolvidos e de seus participantes, além da descrição de toda a prática durante as atividades, caso seja necessário.

Democratização do acesso

As ações do projeto serão realizadas em diferentes espaços e regiões de Campo Grande, pensando no alcance e na facilitação do acesso ao público. A Mostra destinará uma ajuda de custo para transporte e alimentação para 45 pessoas ligadas ao movimento Ballroom/LGBTQIAPN+/Movimento Negro para participarem das atividades do projeto. Além disso, 03 (três) escolas da rede pública de ensino receberão espetáculos e oficinas de mediação cultural, facilitando o acesso dos alunos e incentivando o processo de fruição. Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente a população.

Ficha técnica

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Nome: Marcos Flávio de Mattos Bezerra Função: Gestão/coordenação Gênero: Homem Cisgênero Breve currículo: Bacharel e Licenciado em Educação Física pela UCDB. Pós-graduado em dança pela Universidade Católica Dom Bosco. É diretor e gestor da Cia. Dançurbana, companhia de dança existente desde 2003. É integrante do Conectivo Corpomancia, eixo colaborativo de artistas. Produtor, idealizador e curador dos seguintes festivais de dança: Cerrado Abierto- Mostra de danças contemporâneas, Festival Dança Três, Dancidades: Dança e cidadania e Urbandance, pela produtora Arado Cultural. É coordenador geral das atividades da Casa de Ensaio. Ministrante do Curso “Dramaturgias em dança” pelo Sesc Nacional. Integrante do Fórum Nacional de Dança, representando Mato Grosso do Sul. Nome: Renata Wilwerth Leoni Função: Gestão/coordenação Gênero: Mulher Cisgênero Currículo: É artista da dança, produtora e gestora cultural em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Pós-graduada em dança pela Universidade Católica Dom Bosco (2010) em Campo Grande. Desenvolve trabalhos de elaboração de projetos e produção executiva na associação de produtores Arado Cultural a partir de Campo Grande. Foi gerente do Núcleo de Dança da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (2007-2010) e gestora também na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campo Grande, na gerência do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (2017-2019). Coordenou o XII Seminário de Dança da 36 edição do Festival de Dança de Joinville, com o Tema “A Dança da Rede – As Redes da Dança” (2018). Nome: Roberta Siqueira Função: Gestão/coordenação Gênero: Mulher Cisgênero Currículo: Graduada em Administração e pós-graduada em dança pela Universidade Católica Dom Bosco (2010) em Campo Grande (MS). Artista da dança e produtora cultural em Campo Grande (MS). Foi bailarina da Ginga Cia de Dança de 1986 a 1994 e atuou em seu último trabalho “Se você me olhasse nos olhos” (2013-2018). Integra o conectivo Corpomancia, eixo colaborativo de artistas e a equipe da Cia Dançurbana. Atuou, mais recentemente, como intérprete criadora no site specifc “Eu Lídia” (2018). Junto a Arado Cultural atua na elaboração de projetos, produção e captação de recursos. Membro da comissão executiva do Colegiado Setorial Municipal de Dança de Campo Grande (MS). Nome: Kelly Queiroz Função: Mobilizadora de público e mediadora cultural Gênero: Mulher Cisgênero Curriculo: Graduada em Artes Cênicas e Dança pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e Pós-graduanda em Arte, educação e cultura regional pela Faculdade Novoeste (2018). Professora de arte no Centro de Educação Infantil Juracy Galvão Oliveira e professora de danças urbanas na escola Harmonia Bilíngue, Arte-mediadora de espetáculos de artes cênicas e produtora cultural. Coordenadora das ações de formação da 12ª semana pra dança - Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (2018); - Coordenadora do CMU no Festival de Inverno de Bonito (2017); - Coordenadora do CCC no Festival América do Sul Pantanal (2018). Nome: Juveirce Christiane Medeiros Ramos Condi Gênero: Mulher Cisgênero Função: Intérprete de Libras e consultora Breve currículo: Atualmente é Intérprete de Libras pela Subsecretaria Municipal de Direitos Humanos (SDHU) de Campo Grande (MS) no Centro Municipal de Interpretação de Libras (atendimento da pessoa surda em várias esferas, municipal, estadual e federal). Em 2022 atuou como professora acadêmica da disciplina de Libras (UEMS) no curso de Letras Espanhol - Licenciatura. É graduada em Pedagogia (2019) e licenciada em Letras Libras pela UNIASSELVI (2020). Possui graduação em História - Licenciatura pela UNIASSELVI (2010) e graduação em Ciência Econômicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1997). Nome:Emy Mateus Santos Nome social: Emy Mateus Santos Gênero: Mulher Transexual Função: Assistente de produção Breve currículo: Uma multi-artista travesti, preta, brasileira que produz a partir das multi- linguagens artísticas e da necessidade política de criar possibilidades de trabalhos coletivos para pessoas marginalizadas trabalhando em projetos culturais e artísticos. É graduanda do curso de Artes Cênicas da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso Do Sul) e pesquisadora na área de Arte, das questões interseccionais como gênero, sexualidade e etnia racial no grupo de pesquisa Corpo Sendo (CNPQ). É produtora de eventos para comunidade preta/LGBTQIAPN+, periférica. Trabalha com Arte, dança e performance com o intuito de denunciar as violências sociais a partir de seu trabalho. Nome: Maria Yara Gênero: Mulher Transexual Função: Assistente de Produção Breve currículo: Pioneira e intérprete-criadora na House Of Hands Up MS, primeira Casa do estado direcionada à memória performática LGBTQIAPN+ com aprofundamento na cultura ballroom e estética voguing, é pesquisadora da vertente “Vogue Dance” e iniciou sua trajetória na dança em 2009 junto às aulas regulares da “Casa de Arte Dançurbana”. Em 2017 participou da 1° Vogue Ballroom do MS e venceu as categorias “Old Way” e “Hands Performance”. No Festival Canindé venceu na categoria solo “Conjunto em Danças Urbanas”. Em 2022, ministrou workshop de vogue no curso de férias do “Movimento de Rua” e participou do Festival América do Sul. Nome: Kaique Andrade Gênero: Homem Transexual Função: Registros audiovisuais Breve currículo: Kaique é transmasculino, 25 anos, e trabalha como fotógrafo e videomaker na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Atualmente é fotógrafo no berçário Escola Baby Time. Tem especialidade em fotografar eventos culturais, festas noturnas, retratos, paisagens e ensaios fotográficos. Produtor de eventos para comunidade LGBTQIAPN+ na produtora Night Queer, foi coroado como Mister Trans Mato Grosso do Sul no ano de 2023 e acredita que através deste título possa trazer visibilidade e mudanças para comunidade trans afro-brasileira. Nome: Lucas Raphael de Medeiros Nome social: Gaya de Medeiros Identidade de Gênero: Mulher Trans Função: artista convidada e ministrante de residência Breve currículo: Gaya de Medeiros, mulher transexual, brasileira, atualmente residente em Portugal há 05 anos. No Brasil foi bailarina e criadora na Cia de Dança do Palácio das Artes(MG). Cursou Cinema de Animação na UFMG/BR. Criou o “Atlas da Boca” , que integrou o Festival Alkantara 2021, eleito um dos melhores de 2021 pelo Jornal Expresso, e que compôs a lista dos 20 espetáculos europeus selecionados para o Spring Forward- Aerowaves 2023. Em 2022 estreou sua segunda criação, BAqUE, em coprodução com o Espaço do Tempo, TBA e CCVF. Em 2023, leva ao DDD a antestreia de Pai para jantar, que estreia em novembro no Festival Alkantara. Fundou a BRABA.plataforma que visa apoiar, viabilizar e financiar iniciativas protagonizadas/direcionadas para a comunidade Trans/Não binária. A BRABA já realizou 2 mostras que reuniram artistas trans de nacionais e internacionais em parceria com o espaço Alkantara. Nome: Pumma Camilê Identidade de Gênero: Mulher Trans Função: artista convidada e ministrante de oficina Breve currículo: mulher preta, transexual, que desenvolve uma pesquisa relacionando a capoeira e o vogue. Puma Camille é multiartista ancestral futurística que, através dos saberes intrínsecos nas manifestações Capoeira & Vogue, comunica com o poder de fazer as pessoas a questionarem suas crenças limitantes, investigarem-se com amor e coragem e reencontrarem-se com sua própria potência interior autêntica com ferramentas necessárias para sentirem força questionando a si mesma e a esse sistema opressor. É através da ancestralidade e malandragem como necessidade de sobrevivência - que a tecnologia capoeira trás em si, de forma lúdica, real e mortal - e a ousadia de ser e amar quem se é - independentemente de julgamentos e padrões sociais cristãos cis normativos - que a tecnologia Ballroom instiga todes a transcender.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.