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O Projeto visa a realização do curta-metragem "Precisamos falar disso".
Produto: CURTA-METRAGEM “Precisamos falar disso” é um curta-metragem de 14 minutos para o público jovem-adulto: uma comédia-dramática que aborda a importância de falar sobre o câncer. O filme segue a história de uma mulher que decide esconder o diagnóstico de seus filhos pequenos, gerando todo tipo de confusões na família. Usando o humor como ferramenta dramática, o filme tenta trazer, com leveza e esperança, um tema que muitas vezes é tabu na sociedade. “Precisamos falar disso” conta com a direção de Hernan Gonzalez e está sendo desenvolvido pela equipe da produtora executiva Helena Guerra, premiada internacionalmente por suas obras de fantasia. Os recursos deste edital permitiriam dar continuidade no desenvolvimento de sua pesquisa e contribuir para a divulgação da produção audiovisual brasileira, alavancando consigo todas as pessoas envolvidas na produção do curta. Sinopse do projeto: Victoria (38) é diagnosticada com uma doença grave. Uma que é difícil de nomear sem deixar todos desconfortáveis. Seis letras e começa com "C." Isso mesmo. A boa notícia é que, por ter sido descoberta precocemente, ela pode se tratar com quimioterapia e se recuperar. Para isso, conta com a ajuda de Tiago (35), um daqueles amigos sem filtro que fala o que pensa e que a faz sorrir aconteça o que acontecer. O maior problema para Victoria não é o tratamento doloroso, mas sim ter que contar a seus dois filhos pequenos, de 8 e 10 anos, o que está acontecendo. Mas quem disse que você tem que contar, se pode esconder tudo perfeitamente? Pelo menos é o que ela pensa. Inicialmente esconder a situação é simples, mas conforme os efeitos colaterais do tratamento vão ficando aparentes, não falar sobre o “elefante na sala” começa a trazer todo tipo de confusões e problemas para a família, fazendo com que Victoria finalmente reconsidere falar sobre o assunto.
Objetivo Geral: O objetivo desse projeto é realizar o curta-metragem "Precisamos falar disso", uma comédia-dramática sobre a importância de falar do câncer. Objetivos específicos: 1) Produto CURTA-METRAGEM: realizar o curta-metragem "Precisamos falar disso" de entre 10 e 15 minutos de duração que será inscrito em pelo menos 10 festivais nacionais de diferentes regiões. 2) CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar uma apresentação gratuita do curta-metragem aberta ao público com uma conversa posterior sobre o processo de criação. 3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar uma aula gratuita sobre a jornada do diretor no processo de realização do curta-metragem, de 4 horas de duração.
Lei 8.313/91Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Frequentemente, quando uma pessoa é diagnosticada com câncer a informação é ocultada do paciente enfermo ou de algumas pessoas da família, com a intenção de diminuir o possível impacto negativo da notícia. Mas pelo contrário, ao tentar manter o segredo, são gerados conflitos maiores. Esse fenômeno, foi nomeado como "conspiração do silêncio" no artigo publicado em 2008 na revista Psicooncología (https://revistas.ucm.es/index.php/PSIC/article/view/PSIC0808130053A/15496). "Precisamos falar disso" aborda esse fenômeno, promovendo a reflexão sobre a necessidade de enfrentarmos com liberdade as conversas sobre a doença dentro do núcleo familiar, mas também na sociedade. O curta-metragem acompanha a jornada de uma mulher desde o momento em que é diagnosticada com câncer até o momento que decide revelar para os seus filhos, ao entender que só assim irá conseguir ter uma comunicação saudável e verdadeira com eles novamente. Trazer essa temática em um curta de comédia, além de ser um grande desafio, é uma estratégia para conseguir atingir um público mais amplo, que tem mais facilidade de se aproximar de filmes onde questões difíceis são tratadas com humor. O filme "O filho da noiva" (2002) é um bom exemplo, pois discorre sobre a doença do Alzheimer de forma leve e humorada e teve um grande sucesso de bilheteria, o que nos mostra a importância de escrevermos sobre essas temáticas. Cabe aclarar que "Precisamos falar disso" em nenhum momento ri da doença. O humor é provocado pelas confusões causadas ao esconder algo que eventualmente torna-se evidente, sendo assim busca ser respeitoso com as pessoas que são afetadas pela doença, direta ou indiretamente. Com esse filme queremos trazer à tona a importância de conversarmos sobre os problemas que estamos passando, de confiarmos em nossa comunidade, para que possamos passar enfrentar essas tribulações unidos a uma rede de apoio de confiança. O interesse na temática surge da experiência pessoal do diretor e roteirista Hernan Gonzalez, que depois de sua mãe ter morrido de câncer, passou mais de uma década sem conseguir falar do assunto. Somente através do roteiro deste curta, ele encontrou o espaço para colocar em palavras seu sentimento sobre o assunto. O diretor vem desenvolvendo esse projeto nos últimos dois anos e procurou encontrar um tom que conseguisse, através da mistura de comédia e drama, falar com leveza de um tema tão difícil para ele e tantas outras pessoas. É preciso falarmos sobre o câncer. IX. priorizar o produto cultural originário do País. O curta-metragem será inteiramente desenvolvido no Brasil. Desde o roteiro, passando pela produção e até a distribuição será feito no país. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Pois será realizado um curta-metragem com o apoio recebido.
Produto: CURTA-METRAGEM Especificações técnicas: - Master a ser exportado em resolução 4K - Formato DCP para projeção em cinema - 10 a 15 min de duração
Produto: CURTA-METRAGEM MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras e legendagem descritiva Libras
Artigo 28 da IN no 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Serão colocadas em redes sociais os registros da função gratuita além de disponibilizar online o registro da aula de contrapartida sobre o processo de direção do curta-metragem. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será feita uma aula de contrapartida sobre o processo de direção de curta-metragem.
Carolina Heller Produtora Produtora, graduada em Cinema pela FAAP em 2015. Trabalhou durante 3 anos, desde 2012, executando a pós-produção de renomados longas e séries de TV nacionais, entre eles “Flores Raras”, de Bruno Barreto e “Que Monstro Te Mordeu”, de Cao Hamburger. Em 2015, integrou a equipe de pós-produção da RT Features onde fez sua transição para a produção e a partir de 2016 passou a integrar a equipe de produção executiva de vários projetos, entre eles “O Filho Eterno”, de Paulo Machine, “Severina”, de Felipe Hirsh, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Ainuz - prêmio de melhor filme na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes 2019. Também na RT, trabalhou na prospecção e intermediação de investidores para os longas internacionais “Call me by your Name”, de Luca Guadagnino, “The Lighthouse”, de Robert Eggers - prêmio da crítica na seção da Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes 2019 e “Wasp Network”, de Olivier Assayas. Através de sua produtora Kinoteka, produziu os curtas “As Portas Estão Abertas”, “Obrigados” - Festivais de Viña del Mar e Tiradentes 2017 e “Concreto Cinza Abstrato” - vencedor do Prêmio de Melhor Fotografia para Curta-Metragem do Prêmio ABC 2019 e Festivais de Huesca e Kiev 2019, todos de Henrique Grise. “La Parle”, uma coprodução com a França e seu primeiro longa-metragem como produtora, esteve na 46a Mostra de São Paulo e tem previsão de estreia no circuito comercial em junho de 2023. Ainda em 2023, produziu, também através da Kinoteka, “Todos os voos se ddesdobrarão"um documentário sobre cuidados paliativos pediátricos, dirigido por Gabriela Boeri e Leticia Rheingantz. Atualmente está produzindo o longa-metragem “O Monstro”, de Helena Guerra que foi contemplado no edital PROAC 28/2022. As filmagens aconteceram em outubro de 2023 e agora está no processo de finalização. Helena Guerra Produtora Helena Guerra (SP, 1989) é roteirista, diretora, montadora e produtora executiva da Irmãos Guerra Filmes (2012). É também fundadora do Centro Cultural Marieta (2015). É coordenadora-chefe do Grupo de Desenvolvimento de Roteiros Marieta, desde 2019. Em 2021, ganhou o Premio Estímulo para filmar o curta "Os muitos mundos de Piero Maria" e seu primeiro longa-metragem "O Monstro" foi premiado pelo PROAC para ser produzido e rodado em 2023, o projeto encontra-se em fase de montagem. Hernan Gabriel Gonzalez Diretor e roteirista Diretor e roteirista argentino que mora no Brasil desde 2020. Formou-se como Diretor de Fotografia na Escola Cinematográfica Argentina e como Realizador Cinematográfico na ENERC, escola pública do Instituto de Cinema Argentino (INCAA). Tem realizado uma variedade de publicidades e curta-metragens exibidos em numerosos festivais nacionais e internacionais, incluindo o curta de comédia “Eu posso te explicar” (2019), o qual participou do festival DIGO de Diversidade Sexual e Gênero de Goiás em 2020 e o curta-metragem “Venus em aquário” (2023). Como roteirista escreveu os longa-metragens de ficção científica “Insone” e “Sombra digital”, selecionados para os grupos de desenvolvimento de roteiros do Centro Cultural Marieta. O último deles foi finalista do ROTA 2023, PTC LAB 2023 e foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo 2023 para desenvolvimento de roteiro da prefeitura de Jundiaí. Giuliana Lanzoni Diretora de Fotografia Giuliana Lanzoni Tambellini, 26 anos, é graduada no Curso Superior de Audiovisual na ECA/USP com especialização em fotografia, além de ter se formado no curso de Direção de Fotografia e Assistência de Câmera pelo Bucareste Ateliê de Cinema. Desde que iniciou sua trajetória na área, há sete anos atrás, acumula experiência como diretora de fotografia e assistente de câmera e elétrica em projetos ficcionais, publicitários e institucionais. Dirigiu a fotografia das várias videodanças assim como documentários. Também é diretora de fotografia do curta "Como respirar fora d'água", vencedor do Prêmio de Melhor Fotografia de Filme Estudantil na Semana ABC 2021 pela Associação Brasileira de Cinematografia e da Bolsa Bucareste por destaque de fotografia no Festival Mix Brasil 2021. Dirigiu a fotografia do curta metragem de ficção "Jogo do Bicho", projeto contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc em 2022, e terminou recentemente a captação de seu longa-metragem de estreia como diretora de fotografia, “O Monstro”, dirigido por Helena Guerra e contemplado pelo PROAC 28/2023. Trabalhou como assistente de fotografia em curta-metragens como "Dobras", de Pedro Nishi e Francisco Miguez, vencedor do Prêmio Favoritos do Público no 30o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo (Festival KInoforum); primeira assistente de câmera no curta “Vai sozinha” exibido no Festival Kinoforum e concorrente na categoria de Melhor Direção de Fotografia para Filme Estudantil do Prêmio ABC 2020 e no curta "Desconexo", de Lui Avallos, exibido no Outfest Los Angeles LGBT Film Festival 2020 e no 26e festival Chéries-Chéris. Além disso, participou da equipe de câmera como videoassist e segunda assistente de câmera de grandes produções ficcionais, como séries da Netflix e Disney+, videoclipes e peças publicitárias como projetos da Google, Carrefour, Bet Nacional, Nubank e Novartis. Mais adiante no âmbito comercial, realizou trabalhos como videomaker, cinegrafista e assistente de câmera para empresas como SEBRAE, Track & Field, Herbalife, Natura e como freelancer para produtoras como Abrolhos Filmes, Casa Redonda, Blackeye Entertainment, Opertti e Seu Menino. Gabriela Nassar Diretora de Arte Gabriela Nassar é formada em Cinema pela Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) em 2015 e cursou Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP). Também se formou em teatro, com DRT, no Studio Beto Silveira, em 2007. Em 2013, trabalhou como assistente do diretor Pedro Morelli, no longa-metragem "Zoom" (2015), produzido pela O2 Filmes. Em seguida, na mesma produtora, foi assistente do diretor Cassiano Prado, auxiliando na área de pesquisas e tratamentos de diversas campanhas publicitárias. A partir de 2015, Gabriela atua como freelancer e realizou, como diretora de arte, diversas campanhas publicitárias, curtas-metragens, videoclipes e um longa-metragem. Entre os seus trabalhos, destacam-se comerciais de grandes marcas como Samsung, Vivo, Tim, Risqué, Cacau Show, Rappi, Seara e Nivea. Realizou os curtas-metragens "As Portas Estão Abertas" (2015), de Henrique Grise, com o qual ganhou os prêmios de melhor direção de arte no 6o. Sercine - Festival Sergipe do Audiovisual (2016) e no XI Comunicurtas - Festival Audiovisual de Campina Grande (2016), da Mostra Brasil; "Obrigados" (2016), do mesmo diretor, que teve a participação em diversos festivais, entre eles XX Mostra de Cinema de Tiradentes (2017), a Semana ABC (2017), o 50. Festival Internacional de Cine de Viña del Mar (2018); e "Cinco Minutos Por Dia" (2018), de Bob Yang e Francisco Evaristo, que participou de diversos festivais, entre eles o 30o. Festival Internacional de Curtas de São Paulo (2019), 14o. TLVFest – The Tel Aviv LGBT Film Festival (2018) e o Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro - Curta Cinema (2018), em que foi escolhido pelo júri popular como um dos cinco filmes preferidos da Competição Nacional. Em 2019, assinou a direção de arte no clipe da cantora Luiza Lian "Vem Dizer Tchau", de Pedro Sokol, e da parte ficcional do longa-metragem documental “O Amigo do Rei” (2019), de André D'Elia e distribuído pela O2 Play. Em 2020 dirigiu e produziu o curta-metragem documental "A Nascente Mora Aqui" (2020), que está circulando por diversos festivais nacionais e internacionais. Em 2021, realizou a direção de arte da minissérie infantil "O menino mais rico do mundo", produzida pela Laje Filmes e dirigida por Bete Rodrigues (Tv Cultura). Em 2023 assinou a direção de arte de seu primeiro longa metragem - “O Monstro” - contemplado pelo PROAC, dirigido por Helena Guerra, e que deve estrear em 2024.
PROJETO ARQUIVADO.