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O "7ª Parauapebas em Dança Festival" celebra a dança do Pará, conectando-a com diferentes estados, impulsionando a cena criativa local e oferecendo atividades gratuitas com foco na formação e promoção da dança. Com a participação de companhias locais e de outras cidades do Pará, enriquece o tecido cultural da comunidade, enfatizando o intercâmbio cultural e promovendo a expressão artística. A mudança de foco competitivo para a promoção da dança como expressão artística e cultural reflete-se em apresentações e ações formativas, reconhecendo e valorizando as tradições culturais locais, promovendo a diversidade e inclusão.
O projeto "7ª Parauapebas em Dança Festival" é um evento anual de destaque na região de Parauapebas, localizada no estado do Pará, e uma das mais importantes ações culturais e artísticas da área. Esse festival não apenas celebra a dança, mas também impulsiona a vibrante cena criativa local, oferecendo uma série de atividades gratuitas para o grande público, como espetáculos de cias, grupos e escolas já consagradas, além de oficinas e palestras. As oficinas técnicas serão oferecidas por profissionais com o intuito de trazer conhecimentos técnicos que qualifiquem os alunos. Ao todo, serão realizadas oficinas técnicas de balé clássico nível iniciante e avançado, dança contemporânea jazz dance, pas de deux, oficinas para pessoas com deficiência, oficina de composição coreográfica. As oficinas sociais serão realizadas em parceria com ONGs e organizações comunitárias com o intuito de descobrir novos talentos. Também serão realizadas duas palestras informativas, uma sobre a diversidade na dança e outra sobre empreendedorismo cultural dentro das comunidades. Outras ações inovadoras serão o Intercâmbio Cultural, onde será oferecido aos melhores dançarinos uma experiência única, ao todo, serão 3 (três) nacionais e 2 (duas) internacionais, além de 2 (duas) residências para coreógrafos; e a distribuição de prêmio, onde será oferecida uma premiação a 20 (vinte) grupos a serem distribuídos por todo o Brasil, sendo 10 (dez) de Parauapebas, 5 (cinco) do Pará e 5 (cinco) das demais regiões.
Objetivo Geral Geral Priorizar a formação e promoção da dança, focando em apresentações e ações formativas que refletem em um compromisso do projeto com a comunidade, diversidade cultural e crescimento artístico. Com a participação significativa de companhias de danças locais de Parauapebas e cidades do Pará, o projeto tem por finalidade enriquecer o tecido cultural da comunidade fortalecendo sua identidade artística utilizando a dança como uma ferramenta de expressão, inclusão e promoção do bem-estar social. Objetivos Específicos: 1- Oferecer oficinas técnicas e sociais de dança abrangendo estilos como, balé clássico nível iniciante e avançado, dança contemporânea jazz dance, pas de deux, oficinas para pessoas com deficiência, oficina de composição coreográfica; 2- Promover talentos locais; 3- Oferecer intercâmbio cultural entre os dançarinos da região; 4- Promover a inclusão de pessoas com deficiência por meio de ações de acessibilidade, como a disponibilização de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais), recursos audiovisuais e a inserção de rampas no espaço para que seja navegável para todos; 5- Realizar ações sociais visando tornar o evento mais acessível a jovens em situação de vulnerabilidade social, mulheres negras, povos originários (quilombolas, indígenas, ciganos, entre outros) e pessoas de comunidades LGBTQIAPN+. 6- Oferecer ao público atividades gratuitas com o intuito de impulsionar a criatividade local.
A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiar o projeto "7ª Parauapebas em Dança Festival" é evidente diante da sua capacidade de apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais do estado do Pará e seus respectivos criadores conforme estabelecido no Art. 1º da Lei 8313/91. Ao contribuir para a facilitação do livre acesso às fontes da cultura ao implementar eventos totalmente gratuitos durante todo o festival e o pleno exercício de seus direitos culturais, a promoção e o estímulo à regionalização da produção cultural e artística brasileira com o foco central na cultura paraense, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais, além de favorecer e compartilhar as expressões culturais dos grupos de dança priorizando apresentações artísticas culturais do próprio estado. Esta é uma iniciativa cultural e artística que celebra a dança do Pará e a conecta com diferentes estados. Além disso, o projeto contribui diretamente para o alcance dos objetivos delineados no Art. 3º da mesma lei ao conceder bolsas para dançarinos e residência artística para coreógrafos, prêmios para grupos de dança e a implementação de oficinas de dança e palestras, além da realização de apresentações artísticas totalmente gratuitas. Uma característica essencial que eleva este projeto a um novo patamar é a marcante ênfase no intercâmbio cultural ao buscar ativamente estabelecer conexões com companhias de dança oriundas de diversas cidades do Pará, bem como grupos de dança de diferentes estados brasileiros. Esta colaboração é um elemento essencial para a riqueza do festival, promovendo uma ampliação de horizontes culturais e facilitando a troca de experiências valiosas, fortalecendo, assim, a rede artística de maneira significativa. Uma mudança que marca a nova edição do festival é a transição do foco de caráter competitivo para a formação e promoção da dança enquanto expressão artística e cultural. As apresentações e ações formativas, incluindo oficinas, palestras e debates, passam a desempenhar papéis centrais nesse novo formato. Essa reconfiguração visa proporcionar aos participantes a oportunidade de explorar a dança não apenas como uma manifestação competitiva, mas como uma forma de expressão. Ao implementar políticas inclusivas e ações abrangentes, o projeto se torna um agente de transformação social e cultural, refletindo diretamente nas comunidades locais. A introdução de políticas de contratação que visam garantir a representação adequada de profissionais negros em todos os níveis da organização é um passo crucial em direção à equidade racial. Parauapebas, como muitas outras regiões, enfrenta desafios relacionados à representatividade, e o festival, ao assumir essa postura, contribui para a construção de um ambiente mais diversificado e inclusivo. Reconhecer e valorizar as tradições culturais das comunidades, integrando-as nas oficinas artísticas, promovendo a preservação e celebração da diversidade cultural local. A relevância desse projeto vai além do entretenimento e da expressão artística; ele se torna um reflexo do compromisso da comunidade de Parauapebas com a igualdade, diversidade e inclusão. Ao abraçar e implementar ações tangíveis, o "7ª Parauapebas em Dança Festival" se consolida como uma força positiva e inspiradora, moldando não apenas o cenário cultural, mas também a própria identidade da região. O impacto dessas iniciativas reflete não apenas durante o evento, mas ao longo do tempo, contribuindo para uma comunidade mais justa, inclusiva e culturalmente enriquecida e reconhecida por seus valores. O financiamento do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é de extrema importância para o festival e também para a região de Parauapebas tendo em vista a grandiosidade do evento em seu propósito geral, suas atividades de formação e seu público-alvo.
Não se aplica pois será um festival de dança com ações formativas focada em aulas de diversos estilos de dança.
Será oferecido treinamentos sobre a inclusão de pessoas com deficiência não apenas para as necessidades imediatas do festival, mas também para contribuir para a conscientização e educação da comunidade em geral. No que diz respeito à Acessibilidade Física, o festival prioriza a criação de um espaço que seja facilmente navegável por todos. Por isso a escolha de locais que possuem rampas de acesso para superar obstáculos físicos, garantindo que não haja impedimentos na locomoção, e banheiros acessíveis para atender às necessidades específicas, assegurando que todos os participantes possam desfrutar do evento com conforto e dignidade. A presença de guias táteis oferece orientação adicional, tornando o ambiente mais inclusivo para aqueles com deficiência visual. No que se refere à Acessibilidade de Conteúdo, o festival adota medidas abrangentes para garantir que a informação e a experiência sejam compreensíveis para todos. A presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante apresentações e eventos facilita a participação de membros da comunidade surda. A legenda descritiva é incorporada em vídeos e projeções, garantindo que o conteúdo audiovisual seja acessível para aqueles com deficiência auditiva. Além disso, são oferecidas visitas sensoriais, proporcionando uma experiência tátil e descritiva para pessoas com deficiência visual, permitindo-lhes explorar e apreciar a riqueza das expressões artísticas apresentadas.
Será transmitido ao vivo, nas redes sociais digitais como, Instagram, Facebook e YouTube aulas de capoeira, entrevistas com instrutores e eventos especiais para alcançar um público maior em tempo real. Esse festival não apenas celebra a dança, mas também impulsiona a vibrante cena criativa local, oferecendo uma série de atividades gratuitas para o grande público, como, espetáculos de cias, grupos e escolas já consagradas, além de oficinas de Balé Clássico Intermediário, Oficinas de Pas De Deux, Oficina de Repertório, Oficina de Dança Contemporânea e Oficina de Danças Folclórica que serão realizadas com profissionais experientes que conduzirão, abrangendo diversos estilos de dança e proporcionando aos participantes a oportunidade de aprimorar suas habilidades e explorar novas técnicas. Além disso, o festival oferecerá prêmios e bolsas de incentivo para bailarinos e residência artística para coreógrafos, que contará com um dançarino renomado que será convidado a conduzir uma residência artística, oferecendo insights valiosos e inspiração para os participantes do festival. Assim promovendo o intercâmbio cultural e a formação artística e enriquecendo a cena da dança na região. O festival se esforçará para promover a inclusão e acessibilidade por meio de oficinas e atividades adaptadas às necessidades de pessoas com deficiência, incluindo a disponibilização de intérpretes de Libras e recursos audiovisuais. Além disso, a integração de povos originários, indígenas, quilombolas e ciganos nas oficinas artísticas, promove a preservação e celebração da diversidade cultural local.
O festival Parauapebas em Dança já conta com 6 edições realizadas. Sua equipe é composta por 7 (sete) pessoas: Carlos Henrique Costa Monteiro, é homem homossexual e sua função é como Coordenador Geral. Produtor Cultural há mais de 10 anos realizando diversos eventos culturais na área da dança e Teatro, ator, bailarino e coreógrafo profissional sob DRT 002205/AL. Atualmente é conselheiro de cultura do seguimento Dança, coordenador e idealizador do Parauapebas em Dança, Noite Clássica, Feijoada Cultural, Maratona Cultural entre outras produções dentro e fora do estado. Camila Miranda de Sousa é uma mulher negra e mãe. Formada em logística, trabalha na organização do Parauapebas em Dança desde sua 3° Edição, atuando sempre como Backoffice, cuidando da parte administrativa do evento. Cleide Miranda de Sousa é uma mulher negra e mãe. É cheff de cozinha e trabalha na organização do Parauapebas em Dança desde sua 1° Edição, Noite Clássica, atuando sempre na Cultura Alimentar dos eventos, além disso, é militante da cultura alimentar no município de Parauapebas, com cadastro no CMPC. Stéfani Barbosa Ribeiro é uma mulher negra. Cursando Bacharel em Jornalismo e atualmente trabalha na assessoria de imprensa do Parauapebas em Dança desde sua quarta edição, Noite Clássica e outros serviços para eventos promovido pela Carlos Henrique Produções. Também é Social Média – atualização do site chocopeba.com.br, desde março de 2022 e Repórter na produção de reportagens, apresentação de telejornal diário e coordenação de redação na Amazônia TV afiliada à Rede TV!, em Parauapebas/PA. Joicilene Fernandes Machado é uma mulher negra e mãe. Formada em Pedagogia, trabalha na organização do Parauapebas em Dança desde sua 4° edição e Noite Clássica, atuando como coordenadora pedagógica. E também é militante da Cultura Artística no Município de Parauapebas com cadastro do CMPC. Ana Lucia de Souza Silva é graduada em Gestão dos Serviços Públicos e atualmente é coordenadora técnica e mestre de cerimônia do Parauapebas em Dança desde sua 2° edição, mestre de cerimônia da Noite Clássica e de diversos eventos promovido pela Carlos Henrique Produções Artística atual Pará Arte Produções Artísticas. Também é secretária executiva do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Parauapebas, mestre de cerimônia em eventos públicos e privados. Cerimonialista do Festival Parauapebas em Dança por três anos consecutivos. Samira Velask Sousa, moradora do bairro periférico de Parauapebas, é mulher Trans, negra, PCD, artista plástica e artesã. Trabalha na coordenação do Parauapebas em Dança desde sua criação, participando da produção da 1° Maratona Cultural, e na 1° e 2° edição do evento Noite Clássica em Comemoração ao Dia Internacional da Dança. Faz parte da coordenação da agremiação de sedução junina do município na parte da cultura popular com cadastro no CEAC e CMPC.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.