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GUGIE

Novelo Filmes
Solicitado
R$ 59,1 mil
Aprovado
R$ 59,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Florianópolis
Início
2024-08-15
Término
2024-12-15
Locais de realização (1)
Florianópolis Santa Catarina

Resumo

A proposta cultural objetiva complementar recursos para a etapa de pós-produção/finalização do filme documentário em curta-metragem intitulado GUGIE, contemplado no Prêmio Catarinense de Cinema 2023. O filme é uma biografia da muralista e artista Monique Cavalcanti, uma mulher negra e mãe solo, que vem produzindo nas ruas e busca fortalecer a visibilidade dos excluídos e propõe naturalizar no imaginário social a presença digna dessas pessoas com as quais se identifica.

Sinopse

Monique Cavalcanti é artista plástica, grafiteira e muralista que vem transformando paisagens urbanas em Florianópolis onde vive e também outras cidades do país, assinando com o nome artístico Gugie Cavalcanti. Produzindo nas ruas, busca fortalecer a visibilidade dos excluídos e propõe naturalizar no imaginário social a presença digna dessas pessoas com as quais se identifica. Este documentário propõe um olhar íntimo e de afeto para sua rotina e processo criativo desafiadores, já que agora, ao completar trinta anos de idade, se propõe a realizar uma obra intimista que reflita suas próprias inquietações a partir das camadas que a constituem enquanto sujeita na cidade, como uma mulher negra e mãe solo. SOBRE O MURAL A SER PRODUZIDO DURANTE A PRODUÇÃO DO FILME: Homenagem à Rita Maria: Figura lendária na cidade de Florianópolis, Rita Maria é um nome ligado à conexão com a natureza, com a fé, a recepção simples e generosa de seus habitantes… Por tanto, que em sua homenagem este mural receba bem a todas as pessoas - sem olhar a quem! Que nossa cidade seja sempre reconhecida por sua gente! Rita Maria acabou se popularizando e imortalizando-se na imaginação da comunidade local, com sua figura e nome permanecendo fortes até os dias atuais e estando sobretudo associada a seus poderes de cura. Rita Maria foi homenageada no dia 7 de setembro de 1982, quando seu nome foi concedido ao Terminal Rodoviário Rita Maria. Naquela mesma data, foram erigidos dois monumentos: um, em ferro sucata, estilizando a figura de Rita Maria, e outro, em concreto armado, simbolizando sua mão espalmada. A proposta deste mural soma-se à lista de homenagens públicas que essa mulher merece!

Objetivos

Objetivo Geral O estado de Santa Catarina ainda é bastante conservador em relação à relevância de sua própria produção cultural e artística. Quando falamos "o estado", queremos focar nas gestões e na elite dominante, bem como na imprensa hegemônica, visto que nossos cadernos de cultura nos jornais tradicionais também já não existem mais, e quem perde com isso não é apenas quem produz cultura, mas a sociedade como um todo. Nas artes, o estado orgulha-se do Ballet de Bolshoi em Joinville, enquanto que diversas iniciativas independentes, especialmente relacionadas à arte urbana, são relegadas ao apagamento quando não ao impedimento de existir. Um estado que valoriza prioritariamente segmentos relacionados à atividades agrárias e de indústrias tradicionais, que na cultura tem predileção pelo que vem de fora, apesar de não faltarem exemplos de trajetórias artísticas e de impacto cultural reconhecidas no Brasil e internacionalmente. Salientamos que o grafite sempre foi predominantemente masculino. Ainda que as mulheres hoje tenham mais espaço e visibilidade, devemos celebrar cada artista que conquista seu lugar nos muros e prédios das cidades. Esse avanço é importante pois muitas grafiteiras trazem para as ruas temas que dizem respeito a suas experiências enquanto mulheres através de um olhar pautado nas lutas do feminismo. Esse é também o caso de Gugie, que traduz através de sua arte questões relativas a sua vivência enquanto mulher negra. E neste documentário, que abordará sua rotina e processo criativo, Gugie buscará um espaço para realizar uma grande pintura que traduza seus próprios desafios enquanto mulher, mãe solo, negra e artista, desafiada a construir novas perspectivas de vida. São vários os pontos de contato que possibilitam uma identificação com quem, no futuro, encarar a obra. "GUGIE" pretende contribuir para além da produção cultural ao se propor a fortalecer a memória sócio-cultural catarinense e brasileira frente a baixa visibilidade para a produção independente e a iminência do apagamento, seja ele o apagamento concreto que pode causar o desaparecimento das pinturas ou então através do enfraquecimento das políticas culturais devido ao inegável desmonte das políticas para o setor cultural brasileiro. E a visibilidade que a arte de Gugie pode alcançar através do documentário é significativa para expandir a potência política de seu trabalho e dela mesma enquanto mulher artista. Objetivo específico Produto principal: Produção de obra audiovisual de documentário no formato de curta-metragem, em live action, com duração aproximada de 15 minutos, captado e finalizado em suportes digitais de imagem de alta definição (resolução mínima de 2K), sobre a artista e muralista MONIQUE CAVALCANTI (GUGIE), na cidade de Florianópolis, e com direção da cineasta CÍNTIA DOMIT BITTAR. O projeto visa complementar a etapa de pós-produção do filme, viabilizando o pagamento de recursos humanos e serviços técnicos necessários à finalização da obra. Produto complementar: O filme terá como dispositivo o trabalho artístico de Gugie, e prevê a produção de mural na cidade, em espaço, dimensão e desenho a serem definidos durante o processo documental. De forma que além do produto principal que o projeto viabilizará, a obra audiovisual documental, o projeto também deixará de legado para a cidade o mural/pintura da artista Gugie.

Justificativa

A realização deste projeto cumpre com os seguintes objetivos do Art. 3º, II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; e a proposta se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII do Art. 1° da mesma lei. O documentário em curta-metragem "GUGIE" se estabelece não apenas em um tema, mas em um amálgama de pautas relevantes na contemporaneidade e também inerentes à condição da vida em sociedade, como a condição da mulher, negritude, maternidade, contracultura, arte urbana, relacionamentos, precarização das políticas culturais, situação do setor cultural nos âmbitos regional e nacional. O grafite vem ganhando cada vez mais relevância na Florianópolis contemporânea, colorindo especialmente as ruas do Centro, popularizando essa manifestação artística e integrando as artes plásticas e a cultura hip-hop ao cotidiano de moradores e visitantes. E uma das protagonistas desse movimento é também protagonista-tema deste documentário, a multiartista Monique "Gugie" Cavalcanti, autora de duas das principais obras em grafite nessa região central, além de outros muros, paredes e telas em diversos pontos da cidade, inclusive em distintos municípios brasileiros. Uma obra de curta metragem que possa registrar esse momento e esse processo, exige um esforço financeiro para cobrir os custos com a produção da obra/mural e da obra cinematográfica que se desdobra ao longo do tempo no processo de acompanhamento da feitura do mural e do dia a dia da artista. Por isso o patrocínio de recursos públicos se faz essencial, para que possamos financiar as necessidades deste projeto cultural.

Especificação técnica

"GUGIE" é um projeto audiovisual de documentário no formato de curta-metragem, em live action, cor, com duração aproximada de 15 minutos, captado e finalizado em suportes digitais de imagem de alta definição (resolução mínima de 2K). Links adicionais ao projeto (portfólio e redes sociais de Gugie, trecho de material de pesquisa captado em vídeo pela diretora enquanto Gugie pintava obra no Instituto Federal de Santa Catarina): https://linktr.ee/gugie_doc

Acessibilidade

O filme contará com as seguintes acessibilidades: Legendagem descritiva, LIBRAS e audiodescrição. Também acessibilidade física, atitudinal e comunicacional compatíveis com as características do produto resultante do objeto; o material de divulgação resultante da proposta será disponibilizado em formatos acessíveis a pessoas com deficiência e conterá informações sobre os recursos de acessibilidade disponibilizados, conforme Art.14o do Decreto 11.525, de 11 de maio de 2023. Empregaremos tais recursos não somente por obrigação, mas porque acreditamos que a acessibilidade é chave para a difusão deste documentário, já que queremos realizar um filme de impacto social, além de ser uma obra de entretenimento e informação. Para nós, para as pessoas e instituições que já concordaram em participar - e cremos que para todas as que ainda confirmarão participação - quanto maior for a nossa audiência, melhor: mais pessoas debaterão sobre o sistema da dívida pública e o gasto público. Além disso, a equipe de realização será instruída desde a preparação/pré-produção sobre as formas de promover acessibilidade durante todas as etapas, garantindo que essas pessoas tenham condições de atuar para transpor as barreiras que existem na sociedade e nas situações que serão enfrentadas na feitura do filme, especialmente nos eixos: COMUNICACIONAL Ausência de barreiras na comunicação interpessoal, na comunicação escrita e na comunicação virtual (acessibilidade no meio digital), adotando textos com letras ampliadas para quem tem baixa visão nas comunicações públicas a respeito da obra. ATITUDINAL Ausência de barreiras impostas por preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações. Auxiliam na garantia dessa dimensão da acessibilidade programas de sensibilização e de conscientização e a convivência com a diversidade humana.

Democratização do acesso

Em relação às ações que serão promovidas pela produção para que o filme possa atingir seu público alvo, podemos citar algumas ideias iniciais: a primeira delas é promover uma sessão pública e gratuita a céu aberto no centro de Florianópolis. Com essa ação vamos exibir o filme de forma gratuita e em região central, próxima ao terminal urbano da cidade. Em seguida será traçado um plano estratégico de inscrição do filme em festivais nacionais e internacionais. Alguns dos festivais brasileiros desejados para o filme são o Festival Internacional de Cinema de Arquivo; Festival É Tudo Verdade; Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; Festival Olhar de Cinema; Mostra de Cinema de Tiradentes; Mostra de Cinema de Ouro Preto; Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul; Janela Internacional de Cinema de Recife; Festival do Rio, entre outros. Após percorrer um circuito de festivais, vamos apresentar o filme para plataformas e canais de televisão que contemplem o formato curta-metragem em sua grade, entre os quais o "Canal Brasil", “Box Brazil” e "Canal Curta!". Cabe ressaltar que as produtoras do projeto, Ana Paula Mendes e Cíntia Domit Bittar, possuem histórico de parceria e negociação de filmes com os referidos players, tendo celebrado contratos de licenciamento para mais de 10 filmes ao todo. Findado o período de exibição em festivais e uso comercial do curta, vamos disponibilizar a obra com opção de legendas em idiomas (incluindo portugues) de forma gratuita na internet, para acesso amplo e sem geoblock. Ao longo do processo de realização, iremos manter constante publicação de posts e informações acerca do processo de pesquisa e produção do filme, a fim de criar uma base de público interessada em sua exibição. Essa base de público poderá colaborar com a divulgação do filme assim que ele estiver finalizado.

Ficha técnica

Sócia da PROPONENTE: CÍNTIA DOMIT BITTAR: DIREÇÃO E MONTAGEM.Diretora é responsável pelas decisões artísticas envolvendo a obra audiovisual nas etapas de pré, produção e pós. Montadora é responsável pela edição da obra audiovisual. Como será realizada pela mesma profissional, indicamos que a carga horário é por toda a execução da obra. TODO O PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO. Sócia da PROPONENTE: ANA PAULA MENDES: PRODUTORA EXECUTIVAProdutora Executiva responsável pela execução física e financeira do projeto cultural. TODO O PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.