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PRONAC 244446Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

OS SONS QUE VEM DA COZINHA

Meire Macedo de Macedo
Solicitado
R$ 247,6 mil
Aprovado
R$ 247,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2024-10-04
Término
2025-04-25
Locais de realização (6)
Alagoinhas BahiaFeira de Santana BahiaIlhéus BahiaSalvador BahiaSanto Antônio de Jesus BahiaVitória da Conquista Bahia

Resumo

Peça musical, no formato de teatro documental (Doc-Musical), com músicas dos anos de 1960, 70 e 80, de compositores e cantores pejorativamente rotulados de "bregas", por suas canções românticas e melancólicas. Era a "música da empregada", que tocava nas rádios AMs ligadas enquanto trabalhavam, em especial, nas cozinhas. A peça toca em tabus e preconceitos ligados a esse tipo de música, tão fortes que sequer esses autores e interprétes estão registrados na história da múscia brasileira.

Sinopse

OS SONS QUE VÊM DA COZINHA - Em formato de Doc-Musical, o espetáculo aborda a produção musical denominada 'brega'dos anos 60 e 70. O enredo, baseado no livro "Eu Não Sou Cachorro Não", Paulo Cesar Araujo, entremeia história doscompositores e intérpretes com curiosidades e fatos histórico e, claro, a interpretação dos principais sucessos cantados aovivo. Dois atores-cantores encarnam as principais personagens da música brega e interpretam os principais hits que fizeramimenso sucesso nas vozes de cantores como Waldick Soriano, Odair José, Fernando Mendes, Paulo Sérgio, Agnaldo Timóteo,entre outros. Uma colagem tipo foto reportagem, com projeções em vídeo de imagens documentais da época trabalhada, somando-se acuriosidades relatadas e a encenações de episódios marcantes envolvendo alguns desses artistas vão interpondo-se paraconstruir o painel social e político do Brasil das décadas de 60 e 70. Tudo embalado com músicas de grande repercussãonacional. Apesar de ser patrimônio afetivo de grande parte da população brasileira, o trabalho desses artistas é completamenteignorado pelos registros oficiais que guardam a história da nossa música. Quando citados, vêm sempre com uma abordagempejorativa, recebendo o rótulo de “Cantores de Empregadas”. Este espetáculo se pretende uma homenagem a este estilo e seus principais artistas. Repertório 1. Verdes Campos - Agnaldo Timóteo 2. Última Canção - Paulo Sérgio 3. Impossível Acreditar - Márcio Greyck 4. Pedaço de Mau Caminho - Reginaldo Rossi 5. Você Não Me Ensinou a Te Esquecer - Fernando Mendes 6. Não Tenho Culpa de Ser Triste - Nelson Ned 7. As Minhas Coisas - Odair José 8. Vou Tirar Você Desse Lugar - Odair José 9. Cadeira de Rodas - Fernando Mendes 10. Menina do Subúrbio - Fernando Mendes 11. Torturas de Amor e Eu Não Sou Cachorro Não - Waldick Soriano 12. Tudo Passará - Nelson Ned

Objetivos

Objetivos e incisos/medidas doart. 28 da IN número 01/2023 abaixo serão adotados no projeto: Objetivo Geral O espetáculo busca um resgate histórico da produção musical de três decadas, das chamadas "músicas bregas", que apesar de sua popularidade, principalmente entre as classes economicamente mais baixa da sociedade, nunca foi devidamente valorizada como um bem artistico cultural. Esse estilo musical, é no entanto, é no entanto, um ponto de reconhecimento e identificação de boa parte da população brasileira. A proposta de trazer o tema para ser conhecido pelas novas gerações e relembrado pelas antigas é um reconhecimento do valor artístico e cultural desse movimento. x - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) Objetivos específicos: incentivar a presença do público algo: as trabalhadoras domésticas para que assistam ao espetáculo e também participem das atividades extras, que tratam de porque e como foi o processo criativo de Os Sons Que Vêm da Cozinha. 1 - Remontar a peça Os Sons Que Vem da Cozinha no formato "Doc- Musical", que teve sua carreira interrompida pela pandemia Covid 19, com atualização das pesquisas e aprimoramento técnico das encenações. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Realizar uma temporada de 03 meses em Salvador - Bahia, no Teatro Sesc Casa do Comércio, com promoção de ingressos a preços simbólicos para os (as) trabalhores (as) domésticas, em sessões semanais e fazer a circulação de espetáculos pela cidades do interior da Bahia: Alagoinhas, Vitória da Conquista, Ilhéus, Feira de Santana e Santo Antonio de Jesus, com sessões aos sábados e domingos. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Objetivos específicos: Distribuir convites para trabalhadores domésticos, demais profissionais do setor de serviços gerais e ainda para asilos e escolas públicas. 4_Promover encontros com os artistas e público para tratar do processo de criação e montagem do espetáculo, em eventono dia de montagem da peça em cada cidade VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos,treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Justificativa

O BREGA Nenhuma história documentada satisfaz a toda uma nação tão diversa como é a brasileira. Por mais que se queira honesta e abrangente. É sobre essas falhas e lacunas que o projeto "Os Sons Que Vêm da Cozinha", trata. Durante as décadas de 60 e 70 do Século passado, desenvolveu-se no Brasil um estilo musical denominado cafona ou brega. Com uma profusão de composições, muitas músicas alcançaram extraordinário sucesso e passaram a fazer parte da memória da nossa população. Apesar disso esses artistas e suas obras foram completamente ignorados pela hsitória da música brasileira. Irrelevância Cultural? Preconceito? Injustiça? Costumamos associar as décadas de 60 e 70 ao Tropicalismo e aos movimentos de resistência ao governo militar, porém esta não é a única verdade sobre esse período. Mais de 80% da população brasileira trazem em suas memórias afetivas sons e imagens que não são exatamente aqueles a que nos referimos quando alguém quer saber o que se tocava na época ou aqueles que estão documentados em livros e enciclopédias. As músicas cafonas, ou bregas, formavam um pano de fundo para este mesmo período, traduzindo sonhos, anseios, dores e indagações de uma expressiva camada social do nosso país, historicamente relegaa a segundo ou terceiro planos, alijada dos movimentos culturais de vanguarda e dos avanços culturais e artísticos. Os Sons Que Vem da Cozinha"- Uma Breve História da Música Brega Brasileira, procura corrigir este equívoco histórico e cultural lançando um novo olhar sobre esta produção musical, para além do esteriótipo do bizarro e do rídiculo com os quais, injustamente foi rotulada. Conferindo-lhe respeito e dignidade, o projeto procura alinhar o movimento brega brasileiro a outros tão importantes quanto, refazendo as lacunas e contribuindo para um entendimento mais verdadeiro, abrangente e honesto da história social e musical brasileira. Um país sem memória é um país sem futuro e um homem sem suas lembranças não consegue desfrutar do seu presente. Este espetáculo traz uma nova abordagem deste estilo, tão estigmatizado e descriminado por grande parte da mídia brasileira. Afinal, que memória histórica da música popular tem sido construída em nosso país? Por quê a exclusão de uma vertente musical que serve de referência para milhões de brasileiros? Esse repertório se confunde, com a história de muitos, e tem o poder de despertar memória afetivas não só de empregadas domésticas, pedreiros, balconistas, motoristas, mas de todos nós. Os Sons Que Vêm da Cozinha - Uma Breve História da Música Brega é um projeto de resgate da memória afetiva de grande parte da poplação brasileira. Tendo com referência o livro " Eu Não Sou Cachorro Não", tese de mestrado do escritor e pesquisador baiano Paulo Cesar Araújo, o espetáculo procura alinhar história, música, teatro e memória nos trilhos de uma narrativa que nos conduz ao entendimento emotivo da história do nosso país, e da nossa em particular. Dois atores-cantores contam essas histórias, vivem seus personagens e interpretam ao vivo, os principais hits que fizeram imenso sucesso nas vozes de cantores como Waldick Soriano, Odair José, Fernando Mendes, Paulo Sérgio, Agnaldo Timóteo, Reginaldo Rossi, Evaldo Braga, e muitos outros. Esses artistas nos deram de presente músicas que têm o poder de penetrar os nossos ouvidos e fazer morada em nosso coração, alcançando algumas gerações de ouvintes. Toda vez que a nossa memória é ativada por alguns desses sons, imediatamente somos transportados a lugares, épocas e momentos guardados com muito carinho em algum canto dentro de nós. O espetáculo funciona como um trem que faz uma viagem ao passado resgatando lembranças e histórias que fazem parte da vivência e do imaginário de todos que viveram esses turbulentos e inesquecíveis anos. Um encontro entre o cidadão e o indivíduo, uma quebra de preconceitos e um acalanto para as lembranças recônditas de todos nós. Esse projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

HISTÓRICO O espetáculo estreou em 2017, no Museu de Arte da Bahia, onde cumpriu temporada de um mês, aos sábados e domingos, às17 horas. Em Julho e Agosto de 2017, o espetáculo fez uma temporada de dois meses no Teatro do Sesi, no Rio Vermelho, em Salvador.Todas as quintas-feiras, às 20h. Em 2018, o projeto Os Sons Que Vêm da Cozinha foi convidado a fazer temporada no teatro do Sesc Casa do Comércio,também em Salvador. Permaneceu aí de janeiro a abril, sempre às sextas-feiras. Em maio de 2018, o espetáculo foi convidado a fazer parte da programação do Sesc Itaquera, em São Paulo. Em agosto e setembro do mesmo ano o espetáculo fez temporada no teatro Módulo em Salvador.Em agosto de 2019, o espetáculo fez uma turnê pelas cidades do interior da Bahia, começando por Santo Antônio de Jesus. Em novembro de 2019, o projeto os Sons Que Vêm da Cozinha chegou ao Café Teatro Rubi, no Hotel da Bahia, para quatroapresentações. O autor do livro Paulo formou-se em Jornalismo pela PUC–RJ, em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e é mestre emMemória Social pela Uni-Rio. Mudou-se para São Paulo aos 16 anos. Algum tempo depois mudou-se para o Rio de Janeiro, onde hoje mora e em cujasalgumas escolas públicas leciona História. Dá aulas de História na Escola Técnica Estadual Henrique Lage no bairro doBarreto em Niterói (RJ). Ficou nacionalmente conhecido ao escrever Roberto Carlos em Detalhes, uma biografia não-autorizada do cantorbrasileiro Roberto Carlos. Lançada em dezembro de 2006 pela Editora Planeta, o livro de 504 páginas causou a irritação docantor. Resultado de uma pesquisa ao longo de 16 anos que reuniu depoimentos de cerca de 200 pessoas que participaramda trajetória de RC, a obra chegou a vender 22 mil exemplares, até a sua produção e venda serem proibidas pordeterminação pela 20a Vara Criminal da Barra Funda, na cidade de São Paulo. Outra obra literária de Paulo que se tornou referência na historiografia ligada à música popular brasileira é o livro Eu NãoSou Cachorro, Não, pela Editora Record, que traça um paralelo entre a ditadura e os cantores considerados "bregas" daépoca.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

Produto: peça teatral OS SONS QUE VÊM DA COZINHA Pessoas com deficiências (PcDs) contarão com os seguinte apoios: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES DE LOCOMOÇÃO: Rampas de acesso ao teatro, locais específicos para cadeirantes, banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.

Democratização do acesso

O projeto prevê a distribuição de convites para escolas e asilos públicos e vendas de ingressos a preços simbólicos paratrabalhadores domésticos e demais profissionais que atuam no setor de serviços gerais, num percentual de 20% da lotaçãoem cada sessão do espetáculo. inciso/medida do art. 28 da IN no 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtosresultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27,totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Ficha TécnicaTexto e Direção _ Kaika AlvesProdução e Administração _ Meire Macedo de Macedo S.AAtuação _ Sandro Rangel e Kaika AlvesArranjos musicais _ Alan Carvalho e StudioZin Cenário _a definirIluminação _ Fábio Espírito SantoVideoarte _ DexterOperador de luz _ LuIs Alberto GonçalvesOperador de som e video _ MarcosOperador de vídeo _ a definirArtes gráficas _ a definirDivulgador _ André MonteiroFotos e Vídeos _ a definirEspecial: artistas convidados em cada cidade CURRICULOS Kaíka Alves _ diretor: Desde 1984 atua no teatro baiano como ator, autor e diretor. Integrou o grupo Os Bobos da Cortedesde a sua fundação. Atualmente integra o Coletivo Trupe da Zequinha, onde participou de diversos projetos, entre eles oinfantil “Eu, Você e Todo Mundo – 2016” e “Distopias – 2018”. Participou de diversas montagens de porte, a exemplo de“Murmúrios”, onde além de ator trabalhou na adaptação desse clássico da literatura mexicana, “Pedro Páramo”. Integrou oelenco da nacionalmente premiada com o Prêmio Shell/2000, “Divinas Palavras”, espetáculo que excursionou por diversascapitais e que hoje ocupa lugar de destaque na história do Teatro Brasileiro. Ambas dirigidas por Nehle Franke. Indicado porduas vezes ao Prêmio Brasken de Teatro na categoria Melhor Ator pelos espetáculos: “Esperando Godot” (Direção RinoCarvalho) e “A Hora da Estrela” (Direção Meran Vargens), do qual foi o responsável pelaadaptação deste clássico de ClariceLispector. Durante oito anos (1997- 2004) coordenou o grupo de teatro “Camin’art”, formado por pessoas da terceira idade,onde dirigiu diversas montagens: “A Guerra Mais ou Menos Santa”, “A Almanjarra”, “E agora Drummond?” Como diretor,destacam-se os seus trabalhos junto a Ewald Hackler como seu assistente do espetáculo “Acrobatas” (1999-2000), nadireção, junto a Meran Vargens, dos grandiosos espetáculos comemorativos do sexto e do sétimo aniversários do novo TeatroCastro Alves, onde foram usados os oito andares do teatro num espetáculo com duração de oito horas. Ao lado da diretoraHebe Alves fez a co-direção do espetáculo “Uma Vez Nada Mais”. Desde 2005 integra o elenco de “Alvoroço” - espetáculototalmente improvisado a partir de sugestões da platéia. Escreveu o roteiro do Doc-Musical “Os Sons Que Vêm da Cozinha –Uma Breve História da Música Brega”. Dirigiu e assinou o roteiro do clip musical “Progesterônicas da cantora e compositoraChirlei Dutra. Seu trabalho mais recente foi a direção do espetáculo “Mistério no Museu”, premiado pela Secult Bahia noedital de montagem 2019, Meire Macedo _ produtora: Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da Bahia, em 2002. Trabalhou por 27 anos, comogestora cultural, programadora astistica e produtora cultural do Teatro Sesc Casa do Comércio. Também foi responsável pelaelaboração e execução dos projetos do Teatro Sesc Casa do Comércio, além de ser uma empreendedora criativa.Gestora teatral dedicada e apaixonada pelo mundo das artes cênicas, com mais 30 de anos de experiência em liderança egestão de projetos teatrais. Proativa e inovadora, capaz de coordenar equipes, planejar e executar estratégias para osucesso de produções teatrais. Habilidades comprovadas em gerenciamento de orçamento, negociação de contratos,marketing e promoção de espetáculos. Conhecimento abrangente do mercado teatral e estreito relacionamento comartistas, diretores e demais profissionais do ramo.Já realizou o planejamento e execução de múltiplos projetos teatrais, incluindo produções de peças, festivais e eventosespeciais. - Coordenação de equipes de produção, elenco e equipe técnica, assegurando a integração e o cumprimento deprazos. Negociação de contratos com fornecedores, artistas e parceiros, visando garantir condições favoráveis para arealização dos espetáculos. - Desenvolvimento e implementação de estratégias de marketing e publicidade para aumentar avisibilidade e o alcance das produções teatrais. Participação ativa no planejamento e execução de campanhas promocionais,contribuindo para o aumento do público e das vendas de ingressos. Administração no controle de custos do orçamento deprodução. Liderança e gestão de equipes - Gestão de projetos teatrais - Planejamento estratégico - Negociação econtratação - Marketing e publicidade - Conhecimento do mercado teatral - Relacionamento interpessoal - Comunicaçãoeficaz - Ingles intermediário Sandro Rangel _ Bacharel em Interpretação Teatral pela UFBA.Começou a carreira em 1993, atuando no Teatro, Cinema eTV. No teatro fez parte do elenco de espetáculos como: A Máquina Que Dobra o Nada ( vencedor do prêmio Braskem deTeatro de melhor infantojuvenil de 2015 ); O Evangelho Segundo Maria (2003), Mulheres de Hollanda - Musical (2002),O Sabádas Bruxas (2000), Maíra (1999), Othelo (1999), Chiquinha Gonzaga - Musical (1998 / 2001), As Bruxas de Salém (2007), Só(2001). Todos sob a direção da premiada diretora Carmem Paternostro. Amores Bárbaros - Musical (2005) , A Casa dosEspectros (2006),Escola de Mulheres (Destaque do Festival de Teatro de Blumenau 1995) e tantos outros. Atuou em Óperascomo: Cavalaria Rusticana, Carmen, O Guarani. Em sua experiência com audiovisual destacam-se os trabalhos nos curtametragens como A Noite, de Davi Lopes, A Vida Noturna dos Sonhos, de Adônis Cardoso e os premiados, O Monstro, de RafaelJardim e A Mãe – O Fio Condutor, de Fernando Bélens e Umbelino Brasil.Em animação, deu voz ao personagem Ruja OSolzinho de Raios Encaracolados de Danilo Aworan.Na Tv atuou na minissérie portuguesa, Equador, dirigido por AndréCerqueira pela TVI de Portugal. Pela TV Anísio Teixeira com parceria com a TVE atuou na série Teleteatro em Bailei naCurva, Os Infortúnios de Uma Criança e Finalmente Shirley.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.