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PRONAC 244486Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães

C A N DE BRITO
Solicitado
R$ 793,1 mil
Aprovado
R$ 793,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-08-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O documentário - Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães - se aprofunda na essência das mulheres quilombolas, iluminando suas capacidades de liderança, resiliência e sabedoria ancestral. Através de narrativas pessoais e coletivas, o filme captura como essas mulheres são fundamentais na manutenção das tradições, na educação das novas gerações e na liderança de movimentos sociais dentro de seus quilombos. Este projeto não apenas documenta as histórias ricas e muitas vezes não contadas dessas matriarcas, mas também celebra seu papel insubstituível como pilares de suas comunidades e como agentes de mudança cultural e social.

Sinopse

O documentário "Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães" é uma jornada de média-metragem que mergulha profundamente na vida e no impacto das mulheres quilombolas, cujas lideranças têm sido a espinha dorsal de suas comunidades. Este filme explora as tradições ricas e as práticas espirituais que têm sido preservadas e passadas por gerações, celebrando o papel vital dessas mulheres na manutenção da herança cultural africana e na promoção da sustentabilidade das comunidades quilombolas. Ao longo de cinco meses de pré-produção, a equipe do filme conduzirá pesquisas meticulosas para desenvolver um roteiro que honra a verdade e a essência das histórias quilombolas, assegurando que a representação das mulheres seja feita com o maior respeito e autenticidade. Os quatro meses subsequentes de produção serão dedicados a capturar imagens etnográficas envolventes nos próprios quilombos, incluindo detalhes do cotidiano, cerimônias espirituais, e práticas de liderança feminina. O trabalho culmina em um mês de pós-produção focado na edição de vídeo e áudio para tecer uma narrativa poderosa e tocante, que não só ilumina a vida destas mulheres incríveis mas também destaca a importância de preservar suas culturas. O lançamento do documentário será marcado por uma série de eventos e participações em festivais de cinema internacionais, garantindo uma ampla visibilidade e impacto, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU de promover a igualdade de gênero e reduzir as desigualdades.

Objetivos

Objetivo geral: Destacar o papel vital das mulheres quilombolas como líderes culturais, espirituais e sociais dentro de suas comunidades. Este filme busca documentar suas histórias, tradições e lutas, visando preservar e celebrar a herança africana e a influência feminina nos quilombos do Brasil, ao mesmo tempo que promove a conscientização sobre a importância dessas comunidades na sociedade contemporânea. Objetivos específicos: - Realizar uma série de entrevistas profundas dentro de diferentes comunidades quilombolas no Estado do Rio de Janeiro para capturar a diversidade das experiências, rituais e práticas de liderança das mulheres quilombolas, garantindo que suas vozes e histórias sejam autenticamente representadas e preservadas no filme. - Produzir um filme de média-metragem que retrate, por meio de filmagens etnográficas, a vida cotidiana, os rituais, e as práticas de liderança das mulheres quilombolas, captando a essência de suas contribuições culturais, sociais e espirituais às suas comunidades. - Organizar uma série de 12 palestras presenciais com mulheres empoderadas e líderes quilombolas para discutir temas centrais do documentário "Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães". Estes encontros visam fomentar um diálogo aberto sobre o papel das mulheres nas comunidades quilombolas, suas práticas de liderança, e suas estratégias de preservação cultural, contribuindo para a educação e sensibilização do público sobre a importância do empoderamento feminino nos quilombos.

Justificativa

O documentário "Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães" alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), enfocando a igualdade de gênero e a redução das desigualdades, meta 5.5. Este projeto adota uma abordagem decolonial, buscando desfazer narrativas históricas dominantes ao amplificar as vozes das mulheres quilombolas, cujas práticas incluem a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade de seus territórios. Ao destacar a liderança feminina nas comunidades quilombolas, o filme visa preservar e valorizar a cultura e a biodiversidade locais, promovendo uma compreensão mais profunda e respeitosa das tradições indígenas e afro-brasileiras em um contexto moderno. Artigo 1 Inciso III - "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" O projeto visa documentar e valorizar as práticas culturais e de liderança das mulheres quilombolas, que são criadoras e mantenedoras de tradições culturais únicas dentro de suas comunidades. Ao destacar essas lideranças, o projeto contribui para a valorização e a difusão de suas manifestações culturais. Inciso IV - "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" As comunidades quilombolas são fundamentais para a história e a cultura brasileira, e as mulheres quilombolas, em particular, desempenham papéis cruciais nessas comunidades. Documentar e promover suas histórias e tradições ajuda a proteger e a celebrar a rica diversidade cultural do Brasil. Inciso VI - "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro" Ao focar na herança africana e nas tradições transmitidas pelas mulheres quilombolas, o projeto contribui diretamente para a preservação de patrimônios culturais imateriais, garantindo que essas tradições valiosas sejam preservadas para as futuras gerações. Artigo 3 Inciso II, alínea a) - "produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural" A produção de um filme de média-metragem sobre as mulheres quilombolas se encaixa perfeitamente neste objetivo, pois utiliza o meio audiovisual para documentar e difundir aspectos culturais significativos, garantindo a criação de um recurso duradouro que pode educar e inspirar tanto o público brasileiro quanto internacional.

Estratégia de execução

Metodologia das Palestras: Objetivo: Organizar uma série de 12 palestras presenciais com mulheres empoderadas e líderes quilombolas para discutir temas centrais do documentário "Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães". Estes encontros visam fomentar um diálogo aberto sobre o papel das mulheres nas comunidades quilombolas, suas práticas de liderança e suas estratégias de preservação cultural, contribuindo para a educação e sensibilização do público sobre a importância do empoderamento feminino nos quilombos. Metodologia: 1. Formato das PalestrasHíbrido e Interativo: As palestras serão realizadas em um formato híbrido, com presença física e transmissão ao vivo online, permitindo participação remota. Utilizaremos plataformas interativas como Zoom, YouTube Live ou Facebook Live para alcançar um público mais amplo. 2. Estrutura de Cada PalestraAbertura Inspiracional (10 minutos): Início com um vídeo curto que destaca o tema da palestra e apresenta a palestrante, fornecendo contexto histórico e cultural.Palestra Principal (30 minutos): A palestrante compartilhará suas experiências, práticas de liderança e estratégias de preservação cultural, utilizando uma abordagem narrativa para envolver o público.Sessão de Perguntas e Respostas (20 minutos): Tempo dedicado para perguntas do público, tanto presencial quanto online, com moderação para assegurar um diálogo fluido e produtivo.Discussões em Grupo (20 minutos): Os participantes serão divididos em pequenos grupos para discutir o tema abordado, promovendo interação e troca de ideias. Ferramentas como salas de reunião (breakout rooms) serão utilizadas para as discussões online.Encerramento e Reflexão (10 minutos): Resumo dos pontos principais discutidos, com espaço para os participantes compartilharem suas reflexões e aprendizagens. Uma avaliação rápida será feita para coletar feedback dos participantes. 3. Recursos e FerramentasMateriais Didáticos: Disponibilização de materiais complementares, como artigos, estudos de caso e infográficos, tanto em formato impresso quanto digital.Plataformas Interativas: Utilização de ferramentas como Mentimeter ou Slido para realizar enquetes ao vivo, capturar perguntas do público e promover interação em tempo real.Redes Sociais: Criação de grupos e hashtags específicas para cada palestra, facilitando o engajamento contínuo e a troca de ideias entre os participantes após o evento.

Especificação técnica

1. Formato de Captura - Câmeras: Utilização de câmeras DSLR ou câmeras de cinema digital, como as da linha Canon EOS, Sony Alpha ou Red Digital Cinema, para captura de alta qualidade.- Resolução: 4K para garantir alta definição e permitir recortes na edição sem perda de qualidade.Lentes: Variedade de lentes, incluindo grande angular para paisagens e lentes de foco fixo para retratos e detalhes. 2. Áudio - Microfones: Lapelas e microfones shotgun para captura de diálogos claros e microfones ambientes para sons naturais.- Gravador de Campo: Equipamento de gravação multicanal para garantir a captura de áudio de qualidade superior.- Proteções contra ruído: Uso de windshields e blimps para minimizar ruídos de vento durante gravações externas. 3. Iluminação - Equipamentos de iluminação natural e artificial: Refletores, difusores e luzes LED portáteis para garantir uma iluminação adequada sem invadir ou alterar o ambiente natural dos quilombos. 4. Técnicas de Filmagem - Estabilizadores: Gimbals e steadicams para cenas de movimento suave.- Técnicas etnográficas: Abordagem respeitosa e não intrusiva, priorizando a autenticidade e o conforto dos participantes. 5. Pós-Produção - Software de Edição: Adobe Premiere Pro, Final Cut Pro ou DaVinci Resolve para edição de vídeo e áudio.- Correção de Cor: Utilização de ferramentas de correção de cor para garantir uma paleta visual que reflita a atmosfera e a cultural local.- Efeitos Visuais: Uso mínimo e sutil para realçar elementos visuais sem distorcer a autenticidade do conteúdo. 6. Formato de Distribuição - Aspecto Ratio: 16:9, adequado para televisão e streaming.- Formatos de Saída: DCP (Digital Cinema Package) para festivais de cinema; versões em MP4 ou MOV para plataformas digitais.

Acessibilidade

Produto: Filme de Média-Metragem Acessibilidade Física: O projeto garantirá que todas as locações de filmagem sejam acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida. Será feita uma verificação prévia dos locais para assegurar que todas as instalações atendam às normas de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo: Audiodescrição: Serviço que descreve visualmente as cenas, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam o que está acontecendo visualmente. ITEM DA PLANILHA: NARRADOR DE AUDIODESCRIÇÃO Legendas Descritivas: Disponibilização de legendas para pessoas com deficiência auditiva, que incluirão não apenas diálogos, mas também sons relevantes do ambiente. ITEM DA PLANILHA: LEGENDAGEM Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade Física: Locais Acessíveis: Todas as palestras serão realizadas em locais acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida, incluindo rampas, banheiros adaptados e assentos reservados. Auxílio a pessoas com mobilidade reduzida: Recpcionistas auxiliarão pessoas com mobilidade reduzida nos locais das palestras ITEM DA PLANILHA: RECEPCIONISTA Acessibilidade de conteúdo: Interpretação em Libras: Presença de intérpretes de Libras para tradução simultânea durante as palestras. ITEM DA PLANILHA: INTÉRPRETE DE LIBRAS

Democratização do acesso

Produto: Filme de Média-Metragem Democratização de acesso: Para democratizar o acesso ao documentário "Lya Quilombola - Mãe de Todas as Mães", o filme será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais, como YouTube e Facebook, permitindo que pessoas de diversas regiões e contextos socioeconômicos possam assistir ao conteúdo sem barreiras financeiras. Além disso, realizaremos sessões de exibição comunitárias em bibliotecas públicas, escolas e centros culturais, especialmente em áreas menos favorecidas, garantindo que o documentário alcance públicos que podem ter acesso limitado à internet. Essas exibições serão acompanhadas de debates e palestras para fomentar a discussão sobre a cultura quilombola e a importância de suas tradições. Ampliação de Acesso: Para ampliar o acesso ao documentário, implementaremos uma campanha de marketing digital intensiva, utilizando plataformas de mídia social para alcançar um público diversificado em termos de idade, localização geográfica e interesses. Incentivaremos o compartilhamento do filme por meio de hashtags específicas e interações nas redes sociais, aumentando seu alcance. Adicionalmente, colaboraremos com influenciadores digitais e organizações que trabalham com temas de igualdade de gênero, preservação cultural e direitos humanos para ajudar a promover o documentário e ampliar seu impacto. Estas parcerias incluirão a participação em podcasts, webinários e eventos online, destacando a importância do filme e as histórias das mulheres quilombolas. Produto: Curso / Oficina / Estágio Democratização de acesso: Para democratizar o acesso à série de 12 palestras presenciais com mulheres empoderadas e líderes quilombolas, os eventos serão realizados em espaços públicos e acessíveis, como centros comunitários, escolas e bibliotecas públicas, com entrada franca. A prioridade será dada a regiões menos favorecidas, garantindo que um público amplo e de diferentes contextos socioeconômicos possa participar. Além disso, as palestras serão transmitidas ao vivo nas redes sociais e disponibilizadas posteriormente em plataformas de vídeo, permitindo que pessoas de todo o país acompanhem e se beneficiem dos diálogos, independentemente de sua localização geográfica. Ampliação de Acesso: Para ampliar o acesso às palestras, implementaremos uma campanha de divulgação digital abrangente, utilizando redes sociais, e-mails e parcerias com mídias locais para alcançar uma audiência diversificada. Serão criados conteúdos promocionais e educativos, como vídeos curtos, infográficos e posts em blogs, destacando os temas das palestras e a importância do empoderamento feminino nas comunidades quilombolas. Adicionalmente, colaboraremos com influenciadores digitais, organizações não governamentais e instituições educacionais que trabalham com igualdade de gênero e preservação cultural. Essas parcerias ajudarão a promover as palestras, incentivando a participação e aumentando o impacto e o alcance dos eventos.

Ficha técnica

Coordenação geral e criação do argumento: função desempenhada pelo proponente na figura do responsável legal Cícero Augusto Nogueira de Brito - Registro ABRAMUS 6380343 - - Mini-Curriculo:Auxiliar de produção na Jobim Music; (2005) Produtor do Projeto cultura viva em Macaé; (2006) Diretor do Teatro Municipal de Macaé; (2007-2008) Editor da produtora Fermento Cultural e Curió editora social (2009- atualmente) Coordenador de projetos na Ação Comunitária do Brasil; (2010-2013) Coordenador do projeto Um Novo Horizonte / Petrobras; (2014-2020) Assessor de projetos no Santuário do Cristo Redentor (2021 a 2023) - Gestor financeiro Sala Cecília Meireles (2023 - atual) Judson Nascimento - Roteirista e pesquisador Judson Nascimento é pós-doutorando em Engenharia de Produção PEP/COPPE/UFRJ, com ênfase em inovação social. Pesquisador Associado do Laboratório Tecnologias, Diálogos e Sítios - LTDS/UFRJ, com foco em Empreendedorismo Situado e Dir. executivo da Afromarket. Área de atuação: Afroconsumo, Afrofuturismo e Sítios Simbólicos de Pertencimento. Autor do livro Gestão Situada da Incubadora Afro Brasileira. Luciana Meireles - Produtora Executiva Luciana Meireles, publicitária, comunicadora de vocação, tem experiência com produção de eventos e backstage, além de atuar há mais de 15 anos com projetos sociais e culturais. Foi sócia do empreendimento social Retalhos Cariocas e possui larga experiência com empreendedorismo social e interlocução entre empresas públicas e setor privado. Produziu eventos culturais no Brasil e no Reino Unido abordando temas como sustentabilidade, feminismo e ações antirracistas. Algumas das experiências mais recentes foram sua passagem pelo setor administrativo da ong Observatório de Favelas, o monitoramento e avaliação de projetos na Ação Comunitária do Brasil e mais recentemente como Coordenadora Executiva do Projeto Um Novo Horizonte, Patrocinado pela Petrobras, pelo Instituto Terra Nova, no qual também atuou na produção de publicações. Luciana Almeida - Produtora Executiva Produtora cultural formada em Gestão Cultural com foco em leis de incentivo pela Fundação Nacional das Artes (FUNARTE) e a Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Há mais de 14 anos no mercado de negócios e projetos sociais, em seu currículo traz experiência em gestão administrativa, gestão comercial, gestão de midias sociais, gestão de site e loja on-line em projetos sociais e de marcas. Atua na produção de e-books, artes gráficas e edição de vídeos comerciais. Desde muito nova, nutre a paixão pelas questões sociais e humanas relacionadas ao empoderamento feminino. Rodrigo Azevedo - Coordenação de Comunicação Flamenguista, salgueirense, apaixonado pela Vanessa, pai da Sol e Toddy Francisco e uma pessoa que sozinho não se basta. Além disso, sou publicitário especializado em Marketing, Comunicação Integrada e Marketing e Inteligência de Negócios Digitais pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e Fundação Getúlio Vargas. Mestrando em Educação e Comunicação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ e em Comportamento do Consumidor na Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM TECH São Paulo.Pesquisador em Comportamento do Consumidor, docente em Publicidade e Propaganda e Administração e Marketing. Founder CEO da Agência Dona Neia Marketing e Publicidade e Coordenador de Comunicação na Prefeitura do Rio de Janeiro/ SMAS. Phillipa Silveira - Coordenadora de Acessibilidade Phillipa Silveira é carioca e tem origem na zona oeste do Rio de Janeiro. Começou a aprender libras aos 13 anos na igreja batista e a partir daí começou a organizar projetos de cursos, oficinas e palestras em igrejas com temáticas de libras e inclusão de pessoas com deficiência na sua adolescência. Atua como intérprete profissional e hoje possui uma empresa com a qual presta serviços de tradução de libras. Realiza eventos acadêmicos, culturais, políticos e já traduziu materiais de outras naturezas. Atualmente Phillipa está cursando bacharelado em letras-libras e é parceira do Instituto Terra Nova como consultora de acessibilidade em projetos culturais e sociais. Maurício Hora - pesquisador e fotógrafo Maurício é quilombola, fotógrafo e líder comunitário da favela Morro da Providência, nascido no Rio de Janeiro. Junto com o fotógrafo francês JR, Maurício é um dos fundadores do Centro Cultural Casa Amarela, localizado na sua comunidade. A história de vida de Maurício foi retratada no livro “Morro da Favela”, ilustrado por André Diniz. O livro foi publicado e lançado na França (Photo de la Favela, Des ronds dans l'O, 2012) e em Portugal (Edições Polvo, 2013). Maurício participou de diversas exposições como fotógrafo, valendo destacar a exposição coletiva "Valongo à Favela: imaginário e periferia" com curadoria de Clarissa Diniz e Rafael Cardoso, realizada no Museu MAR em 2015, e a individual "Morro da Favela à Providência de Canudos" no Centro Cultural do BNDES em 2017.O fotógrafo também é conhecido como ativista e defensor dos direitos de sua comunidade. Junto com a urbanista Theresa Williamson, Maurício publicou um artigo no New York Times sobre as remoções de moradores nas favelas cariocas. Luiz Carlos Torres – Palestrante Bacharel e Licenciado em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – (UERJ). Especialista em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense (UFF). No campo da docência, acumulou experiência com povos da periferia em torno de 25 anos de exercício no magistério na rede pública estadual, em escolas da Baixada, Zona Norte, Centro da Cidade do Rio de Janeiro. Esteve a Frente da Direção do Colégio Estadual Vicente Licínio Cardoso de 2010 a 2014 no entorno da região do Quilombo urbano Pedra do Sal. Atua hoje como regente de turma em colégios Estaduais nos bairros do Maracanã e Catumbi. Ao longo da vida profissional como Historiador esteve à frente de projetos de aulas abertas sobre a região do Porto, quilombo Pedra do Sal e Morro da Favela (Providência), como pesquisador dos trabalhos autorais do fotógrafo Mauricio Hora Sobre o Morro da Favela (Providência) e Sobre temas associados aos trabalhos Portuários na região e pelo Quilombo. Em 1998 no Centro Cultural José Bonifácio (CCJB) deu sua contribuição na exposição comemorativa ao centenário do Morro da Favela (Providência) como Historiador/Pesquisador. No ano de 2010 foi o Responsável pelos textos e Pesquisa Histórica sobre o Mesmo Tema “Morro da Favela” no Centro Cultural Correios, na Cidade Mineira de Juiz de Fora, dando letra e voz ao trabalho fotográfico do Mauricio Hora. Em 2017 o historiador junto com a antropóloga Flavia Carolina da Costa, assinou a pesquisa do Trabalho do Fotógrafo no Centro Cultural BNDES na Cidade do Rio de Janeiro com a Exposição intitulada “Morro da Favela a Providência de Canudos” depois de dois anos pesquisando a origem da Favela com idas a cidade Baiana de Canudos no sertão desse estado. Hoje é Parceiro na manutenção com o fotografo Mauricio Hora da Exposição Permanente desse tema no Espaço de Cultura Favelarte /Zona Imaginaria, na Rua Pedro Ernesto 61. É Professor de origem Quilombola e membro Fundador da ARQPEDRA – Comunidade Remanescente do Quilombo Pedra do Sal. Também é escritor e compositor.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.