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PRONAC 244522ArquivadoMecenato

Festival de arte contemporânea: Futuros Imaginados, Presentes Possí­veis

CLARABOIA IMAGEM E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 1,89 mi
Aprovado
R$ 1,89 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2024-07-10
Término
2025-07-10
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo

Resumo

O Festival de Arte Contemporânea "Futuros Imaginados, Presentes Possíveis" traz exposição de arte contemporânea, programa de residência artística, oficinas e ações educativas em sua primeira edição. Com a proposta de localizar o Espírito Santo no cenário nacional das operações artísticas contemporâneas, o FAC convida para sua programação de formação professores e pedagogos da rede pública e privada, além de mediadores e auxiliares de público para o recebimento de escolas e sociedade civil interessada em arte e cultura. Como consequência, sua proposta é discutir o panorama do da arte contemporânea produzida no Espírito Santo (ES) e no Brasil. O festival nasce com a premissa de tencionar e refletir sobre o passado para a construção do futuro, com temas que versam sobre: gênero, sexualidade, raça, território e identidade.

Sinopse

O Festival de arte (FAC), em sua primeira edição, tem como tema “Futuros Imaginados, Presentes Possíveis”. O título da edição inaugural visa criar alternativas para a promoção da revisão crítica do passado e construção do futuro, através de uma série de programas públicos e de exposição divididas em 04 (cquatro) linhas curatoriais: 1) exposição, 2) programas públicos (debates/palestras), 3) programa de residência, e 4) programa de oficinas. As propostas curatoriais têm classificação livre com a missão de tencionar discussões acerca das representações e contextos das produções contemporâneas no estado do Espírito Santo e no Brasil. Ao final das linhas será produzido uma publicação/catálogo com a memória e proposição geradas a partir das atividades. 1) A exposição tem curadoria de Napê Rocha (ES) e Ariana Nuala (PE). A curadoria tomará como ponto de partida a linha curatorial em perspectiva, selecionando artistas que desenvolvem práticas voltadas às questões de gênero, sexualidade, raça, identidade e território. A exposição ficará em cartaz por 2 (dois) meses. Os trabalhos selecionados pela curadoria adjunta poderão ser obras já produzidas ou obras comissionadas especialmente para o FAC. A arte-educação será realizada pela pesquisadora e historiadora, Renata Beatriz (ES), sendo a responsável pela elaboração do material educativo, formação para mediadores e auxiliar de público, professores e pedagogos da rede pública e privada de ensino. 2) Os programas públicos (debates/palestras) serão curados pelo artista multidisciplinar Rafael Segatto Barboza da Silva (ES). O ciclo de encontros proposto nesta edição do FAC surge a partir de noções de vibração e imaginário. Elas se constituem no interior da experiência humana, são atravessadas pela externalidade e se manifestam aqui através do desejo de constituir formulações composicionais sobre raça, invisibilidade e visualidade, abordando as urgências do mundo contemporâneo através do campo ampliado da arte. 3) O programa de residência será elaborado por Castiel Vitorino Brasileiro (ES). A residência terá caráter de seleção pública via edital, com curadoria e acompanhamento crítico realizada pela escritora, artista e pesquisadora Castiel Vitorino, serão selecionados 5 (cinco) residentes, podendo se inscrever artistas, pesquisadores e arte-educadoras, que desenvolvem pesquisas poéticas, artísticas e críticas em plataformas diversas. As inscrições serão on-line e a residência será realizada no período de 15 dias. 4) O programa de oficinas terá Coordenação Pedagógica da pesquisadora e artista Rosana Paste (ES). As oficinas tomaram como temas assuntos que coadunam com os pilares centrais do FAC. As inscrições se destinam ao público interessado. Cada oficina/tema terá um convidado externo escolhido pela curadora/coordenadora e as inscrições serão on-line. Por fim, o Festival de arte - Futuros Imaginados, Presentes Possíveis (FAC) terá uma publicação/catálogo com produções geradas pela exposição, residência, debates públicos, educativos e oficinas. Essa publicação seguirá a metodologia de uma curadoria impressa e portátil no formato de uma publicação/livro. Com a produção do catálogo/livro busca-se discutir a rede de exibição e distribuição dos trabalhos artísticos por meio da ativação de novos circuitos. As publicações constituem-se como uma possibilidade de dispositivo expositivo para comunicar os discursos de artistas. De acordo com Regina Melim, pesquisadora que propõe o termo “exposições portáteis”, os espaços tradicionais das galerias e dos museus são ampliados por meio de “(...) um espaço portátil que, uma vez acessado, pode ser transportado para a realização de uma obra em qualquer lugar, a qualquer hora, em diferentes contextos” (MELIM, 2006).

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar a primeira edição do Festival de Arte Contemporânea (FAC) do estado do Espírito Santo, com quatro linhas curatoriais divididas em: exposição, programa público, programa de oficina, programa de residência. Além de formação educativa para professores da rede pública e privada de ensino, e uma publicação/catálogo com textos e memória geradas pelo FAC. O principal resultado pretendido é localizar a produção artística contemporânea do Espírito Santo no cenário brasileiro, refletindo, em consonância, sobre a interseção das artes com a produção audiovisual. Com efeito, essa identificação pode ser um rico ponto de partida para novas buscas, pesquisas e projetos, e pode também gerar a criação de comunidades artísticas ainda mais articuladas e profícuas. OBJETIVO ESPECÍFICO: Realizar 01 exposição de arte com período de visitação de até 60 dias, com até 8 mil artistas participantes;Ofertar 02 formações para professores e pedagogos da rede pública e privada de ensino, com turmas de até 30 pessoas, com duração de 1 dia cada formação, com carga horária de 3h cada formação; Realizar 02 formação para mediadores e auxiliares de público da exposição, com turmas de até 10 pessoas, com duração de 1 dias cada formação, com carga horária de 4h cada formação; Realizar 01 fala pública com os curadores da exposição com o tema voltado para a produção da arte contemporânea no Brasil e/ou Espírito Santo, de duração de até 2h, com estimativa de um público de até 150 pessoas;Ofertar até 05 vagas para o programa de residência, ocupadas com chamada pública;Produzir 05 debates/palestras através do programa público;Ofertar 05 oficinas através do programa de oficinas, com turmas de até 20 pessoas, com duração de 4 dias cada oficina, com carga horária de 16h cada oficina;Produção e distribuição de 1.000 publicações/catálogos para o plano de distribuição, visando especialmente instituições como escolas, professores, pesquisadores de arte, instituições culturais, bibliotecas públicas, galerias, museus e sociedade civil.

Justificativa

O Festival de Arte Contemporânea busca refletir sobre a intercessão de arte, educação e cultura, estabelecendo debates e ações sobre os desenvolvimentos artísticos, educacionais nas galerias, museus e instituições culturais, esse debate tem se mostrado de modo efervescente entre realizadores e pesquisadores de arte e cultura. Para acionar as discussões entre as linhas curatoriais que compõem o festival, tomaremos como ponto de partida a criação de exposição, programas públicos, programa educativo e oficinas. Os debates sobre os espaços de representação no cenário das artes visuais tensionam os mecanismos e as normas balizadoras que há séculos operou na história da arte oficial, criando espaços de precarização e negação de produções não hegemônicas. O Festival de Arte Contemporânea é pensado em perspectiva, como defende a curadora Diane Lima: "(...) propõe, por fim, o combate ao racismo estrutural nas instituições de arte e cultura que notadamente criam sistemas de controle e restringem as oportunidades, precarizando as relações de trabalho aos corpos racializados e/ou dissidentes" (Lima, p. 247, 2018). As novas ações em desenvolvimento pelo cenário cultural brasileiro têm criado proposições e alternativas para discussões e reposicionamento das curadorias, a fim de revisitar a história criando deslocamentos norteados pela epistemologia decolonial. É urgente tecer iniciativas curatoriais que refutem os modos operantes da colonialidade, e das linhas territoriais euro-estadunidense, atentando se às novas epistemologias e as criações do eixo do sul global. Contudo, a fim de posicionar o Espírito Santo na geografia central das discussões essenciais para a construção de futuros imaginados e a elaboração de alternativas para revisão e construção de espaços contra hegemônico, o FAC compreenderá como elemento fundamental as vastas possibilidades de produções e suportes nas mais variadas técnicas, aglutinando a diversidade nas apresentações.

Especificação técnica

Em arquivo no campo de anexo da proposta.

Acessibilidade

Programas públicos e oficinas: medidas de acessibilidade arquitetônica de acesso, como: 1) rampa de acessibilidade, 2) piso tátil e 3) elevadores e 4) banheiros com medidas de acessibilidade para acesso e uso, 5) área reservada na frente da atividade realizada, 6) intérprete de libras simultânea Materiais de divulgação das redes sociais: os posts nas redes sociais do FAC e das instituições parceiras contaram com legendas para todos verem. Exposição e debates: Os espaços expositivos e debate onde acontecerá o Festival de cinema e arte (FAC) contam com todas as medidas de acessibilidade arquitetônica de acesso, como: 1) rampa de acessibilidade, 2) piso tátil e 3) elevadores e 4) banheiros com medidas de acessibilidade para acesso e uso, 5) cada núcleo de apresentação da exposição do FAC, será disponibilizado placas com QR Code, com abertura para áudio guia. O FAC em expresso cumprimento ao Art. 25, da IN MinC 01/2023 garante acessibilidade em todos os produtos gerados.

Democratização do acesso

O Festival de arte (FAC), em cumprimento ao Art. 27, da IN minC 01/2023, garante acesso gratuito a toda população interessada, sem quaisquer tipos de descriminação por raça, gênero, sexualidade e classe social, atendendo o limite de lotação do local a ser realizado o projeto. Contudo os produtos serão organizados do seguinte modo: 1) a exposição e educativo serão de acesso livre de acordo com o horário de funcionamento do espaço expositivo, 2) o acompanhamento com mediadores para escolas interessadas serão realizadas com agendamento prévio, 3) os programas públicos serão gratuitos sem retiradas de ingresso e de acordo com a capacidade do local, 4) as oficinas serão gratuitos havendo a necessidade de inscrição prévia, via publicação de edital, 5) as residências serão gratuitas com concessão de bolsas de pesquisas, a seleção será realizada através de chamada pública, via edital, em cumprimeto com o Item VI do Art. 28, conforme: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Claraboia Imagem e Comunicação (Empresa Proponente) Felipe Martins de Lacerda (Diretor Geral) Licenciado em Artes Visuais pelo Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal do Espírito Santo (CAR/UFES). Especialista em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz – (DIHS/ENSP/FIOCRUZ). Atua na elaboração e gestão de projetos socioculturais e de direitos humanos desde 2019. Dentre a sua atuação destaca-se as produções executivas para o XI Manifesto LGBTI+ (2022), elaboração e captação para o 1 Encontro Nacional de Travestis e Transexuais Defensora dos Direitos Humanos (2023). Coordenação executiva e planejamento das obras Sutilezas do Tempo e Balança Cotejo para o Parque Cultural Casa do Governador (2023/2024) e direção executiva e de planejamento para o projeto NADO (2024). Felipe Gomes Ribeira (Diretor de Conteúdo) Sócio-fundador da Claraboia Imagem e Comunicação LTDA, é fotógrafo e músico. Atua há mais de 10 anos no mercado publicitário produzindo conteúdo para marcas de todo o Brasil. Sócio-fundador da Claraboia Imagem, onde atua na gestão de projetos culturais, planos de comunicação e criação de conteúdo fotográfico e audiovisual para o mercado editorial, publicidade e cinema. Destacando os projetos LÂMINA - Mostra Audiovisual Preta, Regional da Nair, MESKLA, Websérie BALADA, longa metragem Os Primeiros Soldados(Dir:Rodrigo de Oliveira), entre outros. Essa função será remunerada. Isabella Baltazar (Coordenadora Geral) é produtora, curadora e jornalista, é também professora doutora em Letras. Atua há mais de 10 anos com a produção cultural e audiovisual do Espírito Santo, especialmente em projetos como festivais de cinema e música. Também atua em comunicação e divulgação, além de coordenação pedagógica de projetos socioculturais para comunidades e territórios do Brasil. É idealizadora do Letra Preta, um projeto que trabalha em favor da redução das desigualdades, especialmente através da geração de renda na economia criativa. Pautado em diversidade, desenvolve, gere e executa projetos criativos voltados para a juventude, sobretudo na interseção de gênero e raça. Ariana Nuala (Curadora de Exposição) se relaciona com coletivos artísticos que discutem questões relacionadas a poder e permanência, buscando tramas visíveis e invisíveis que tornam possíveis as existências de práticas coletivas que constantemente atualizam as noções sobre diáspora. Combinando estratégias que começam no corpo e se condensam em escrita, propõe fazer de seu exercício na curadoria um exercício poético. É formada em Lic. em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e mestranda pelo PPGAV da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em História da Arte. Tem formação no programa acadêmico de campus expandido Museos/Anti-Museos na UNAM (2019) e recebeu diploma superior em Estudos Latinoamericanos e Caribenhos pela CLACSO (2021). Atualmente é Gerente de Educação e Pesquisa na Oficina Francisco Brennand e foi coordenadora do educativo no Museu Murillo La Greca (2018 - 2020). É articuladora no CARNI - Coletivo de Arte Negra e Indígena e também é atuante no Nacional TROVOA, coordena a plataforma independente Práticas Desviantes e o PULO - Plataforma de Estudos sobre Imagens da Diáspora. Atualmente é curadora adjunta do 38 Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Nape Rocha (Curador de Exposição) é artista-educadora, crítica e curadora de artes visuais. Atualmente é doutoranda em Arte e Cultura Contemporânea (PPGArtes-UERJ). A encruzilhada mobiliza seu trabalho, que aspira refletir sobre as práticas e poéticas de artistas negres nas artes visuais, bem como inventariar sabedorias e tecnologias que permitam a continuidade das existências negras no terreno da arte. Rafael Segatto Barboza da Silva (Curador Programas Públicos) é Artista multidisciplinar, agente cultural, músico e jornalista graduado pelas Faculdades Integradas Espírito-Santenses. Sua prática artística se constitui no trânsito entre o domínio continental e o domínio marinho. Elabora noções sobre movimento, desdobra a ideia de paciência de pescador e investiga o calcário através de fósseis marinhos e da ontologia bantu. Participou do Ciclo II da residência artística Pivô Pesquisa 2021 (São Paulo/SP). Foi contemplado pelo Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo com o projeto “Sete caminhos: do Quintal Bantu ao Maes” no edital Projetos Artes Visuais 2020 para ocupação do Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio del Santo (Vitória/ES), com o Monumento a Kitembo “de onde o olho mira” no edital Projetos Artes Visuais 2019 e com a exposição individual “caminhos possíveis” no edital de Exposições de Artes Visuais para artistas estreantes da Galeria Homero Massena (Vitória/ES) 2018, além do Projeto de Ocupação do Museu Capixaba do Negro “Verônica da Pas” (Mucane) (Vitória/ES) 2019 com a individual “Paciência de Pescador”. Rosana Paste (Curadora de Oficinas) é artista, pesquisadora e professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal do Espírito Santo desde 1994 . Possui doutorado pelo programa de pós-graduação em Educação do Centro de Educação da UFES Vitória ES, com o título “Artista-professor: cartografia e processo” (2017). Tem mestrado pelo programa de pós-graduação em Educação da UFES com o título “Processo de criação em Arte: estudo de caso do artista plástico Nelson Leirner” (2010) e graduação em Artes Plásticas pelo Centro de Artes da UFES (1992). Sua pesquisa tem como foco o processo de criação do artista-professor, suas contaminações, atravessamentos e agenciamentos e as relações rizomáticas produzidas no plano de imanência dessas profissões. Castiel Vitorino Brasileiro (Curadora Programa de Residência) é Artista plástica, escritora e psicóloga clínica formada na Universidade Federal do Espírito Santo. Mestre em psicologia clínica pela PUC-SP. Em sua prática multidisciplinar, estuda o mistério entre vida e morte, a chamada Transmutação, e as formas de se locomover entre essas zonas existenciais. Seu pertencimento familiar na diáspora Bantu-brasileira é o fundamento articulado em suas pesquisas sobre medicinas e espiritualidade interespecífica (entre formas de vidas diferentes). É autora do livro "Quando o sol aqui não mais brilhar: a falência da negritude" (2022), participou de exposições coletivas e individuais em nacionais e internacionais. Sua mais recente exposição individual aconteceu na cidade de Nova York, com o título de "Relembre-se de Quando Conversamos sobre o nosso Reencontro" na galeria que te representa, a Mendes Woods. É uma das artistas a participar da próxima 35 Bienal de São Paulo. Renata Costa (Arte-Educadora) é formada em História pela Universidade Federal do Espírito Santo (2010), Mestrado pelo Programa de Pós graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Espírito Santo (2018). Atuou no programa de extensão Jongos e Caxambus: memórias de mestres e patrimônio cultural afro-brasileiro (2017) é pesquisadora colaboradora no projeto Africanidades Transatlânticas: Cultura, história e memórias afro-brasileiras a partir do Espírito Santo. Integrou o grupo de extensão e estudos do NEAB (Núcleo de Estudos Afro-brasileiros) da UFES até o momento presente. Áreas em que atua: comunidades quilombolas, mulheres, lideranças femininas, educação quilombola, espiritualidade quilombola. Povos tradicionais, cinema negro. Criadora do Coletivo Negro de Mulheres Negras das Pós-graduações da UFES Virgínia Bicudo.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.