Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa a circulação da exposição "Brasilidade por lentes feministas" por três municípios com realização de seminários, oficinas e publicação de catálogo referentes à exposição.
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Sim! Ainda é preciso criar espaços para que pautas feministas ganhem visibilidade no Brasil. A Circulação da exposição Brasilidade por lentes feministas propõe dar a ver atravessamentos dados por questões de gênero e também a reapresentação de um movimento latino-americano na defesa de temas como: corpo, território, identidades, cotidiano, entendendo a fotografia como lugar de resistência. A exposição visa promover um espaço de pensamento crítico sobre questões do feminino e/ou pautas feministas reunindo trabalhos de: Elza Lima (PA), Mariana Galli (GO), Carolina Kasting (RJ) e Marcela Bonfim (RO). Essas mulheres criam pequenas crônicas imagéticas das relações de poder sobre corpo, sexualidade, território, identidades ou mesmo processos de subjetivação e autobiografias usando a fotografia para transcender fronteiras geográficas e sociais que se encontram na luta pela equidade de gênero nas expressões artísticas, nos espaços de reconstrução histórica e simbólica do mercado geo-sócio-político-cultural. A escolha do tema da exposição destaca como 4 artistas brasileiras que por meio da fotografia materializam na Arte Contemporânea experiências do feminino na contramão da lógica neoliberal patriarcal, interpretando identidades coletivas, revelando nuances e complexidades muitas vezes invisíveis ao olhar desatento e homogeneizante da globalização. Uma exposição que assinala o gesto perfomático, político e artístico necessário para recriar elementos da própria cultura enquanto bem comum a ser preservado, partilhado e expandido. PRODUTO SEMINÁRIO: O tema do seminário será a exposição Brasilidade por lentes feministas, as curadoras, artistas e convidados vão debater sobre atravessamentos dados por questões de gênero e também a reapresentação de um movimento latino-americano na defesa de temas como: corpo, território, identidades, cotidiano, entendendo a fotografia como lugar de resistência. Palestrantes: Amanda Leite – Curadora: Curadora, fotógrafa, artista visual e pesquisadora. Atua como professora na UFT e na UFF, no curso de Cinema. É PhD em Educação (Unicamp) com ênfase nos estudos sobre processos de criação em Artes Visuais. É ativadora de ações de Arte e de Cultura, além de coordenar o Coletivo 50 graus: Grupo de Pesquisa e Prática Fotográfica (UFT), na cidade de Palmas/TO. Cota Azevedo - Curadora: Curadora independente, comunicóloga crítica, produtora e artista transdisciplinar. Formação em jornalismo, pós-graduada em Curadoria, Museologia e Gestão de Produção e em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá (RJ). Atua desde 2021 com produtora e curadora de artes, planejando e executando exposições tanto individuais como coletivas, produzido textos críticos para diferentes meios de comunicação e desenvolvendo projetos no setor. Elza Lima – Artista: Fotógrafa de Belém/PA, durante décadas registou os habitantes da região amazônica. Já expôs nos EUA (NY), Espanha, França, Suíça, Alemanha, Portugal. Suas obras são encontradas em Museus como o MASP, Centro Português de Fotografia. Porto. Portugal, Kunstmuseum Des Kantons Thurgau. Suíça e MAM do RJ. Seus projetos ganharam prêmios como: José Medeiros. Museu de Arte Moderna, RJ/1991; 3º Prêmio Nikon Internacional Photo Contest, Japão/1993; Bolsa Marc Ferrez (FUNARTE)/1996, Bolsa Vitae/1999.Em 2024 foi a artista homenageada na 1ª Bienal das Amazônias Mariana Galli – Arte educadora: Artista visual, professora de artes e pesquisadora, com interesse na escrita crítica e poética, nas potencialidades e cruzamentos da fotografia, da performance e do vídeo. Pós-graduanda em Metodologias e Abordagens dos Processos de Criação e Ensino em Artes Visuais pela UFG, especialista em Artes Hibridas pela UTFPR, é artista do Coletivo 50 graus pela UFT, artista convidada do grupo de estudos “Narcisos Insubmissos” pela Universidade Nova Lisboa Portugal, desde 2013 participa de exposições nacionais e internacionais. Carolina Kasting - Artista: Multiartista, estabelece sua poética na representação simbólica do corpo, partindo deste como um campo político. Participou de mostras coletivas e individuais em instituições públicas e privadas. Busca as múltiplas formas de representação e significação da materialidade corpórea, tendo como referência artistas feministas da arte performance. Marcela Bonfim – Arte educadora: Fotógrafa que atua em Porto Velho (RO). Da beira do Rio Madeira e no centro da Amazônia Negra. Criou o projeto (Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta. Estreada em 2016, a exposição viajou por 13 estados brasileiros durante 4 anos falando sobre a negritude da Amazônia, e propondo novas formas de enxergar o corpo negro. Foi uma das vencedoras do Prêmio PIPA 2021. PRODUTO OFICINA: O tema da oficina será a exposição Brasilidades por lentes feministas. A intenção é expandir o diálogo em torno da fotografia contemporânea, a produção de subjetividades e a construção de sentidos. E ainda, fomentar a articulação entre fotografia, memória, narrativas e ficção. Arte educadoras: Mariana Galli – Arte educadora: Artista visual, professora de artes e pesquisadora, com interesse na escrita crítica e poética, nas potencialidades e cruzamentos da fotografia, da performance e do vídeo. Pós-graduanda em Metodologias e Abordagens dos Processos de Criação e Ensino em Artes Visuais pela UFG, especialista em Artes Hibridas pela UTFPR, é artista do Coletivo 50 graus pela UFT, artista convidada do grupo de estudos “Narcisos Insubmissos” pela Universidade Nova Lisboa Portugal. Desde 2013 participa de exposições nacionais e internacionais. Marcela Bonfim – Arte educadora: Fotógrafa que atua em Porto Velho (RO). Da beira do Rio Madeira e no centro da Amazônia Negra. Criou o projeto (Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta. Estreada em 2016, a exposição viajou por 13 estados brasileiros durante 4 anos falando sobre a negritude da Amazônia, e propondo novas formas de enxergar o corpo negro. Foi uma das vencedoras do Prêmio PIPA 2021.
Objetivo geral: O objetivo desse projeto é realizar a circulação da exposição Brasilidade por lentes feministas em três municípios, quais sejam, Canaã dos Carajás (PA), São Luís (MA) e Belo Horizonte (MG), com duração de dois a três meses em cada um deles. Objetivos específicos: · Produto EXPOSIÇÃO DE ARTE: realizar a exposição coletiva Brasilidade por lentes feministas com obras das artistas Elza Lima (PA), Mariana Galli (GO), Carolina Kasting (RJ) e Marcela Bonfim (RO), em 3 municípios, com acesso gratuito. A exposição ficará disponível para visitação durante 60 a 90 dias em cada cidade. Previsão de Público total atingido: 50 mil pessoas; · Produto SEMINÁRIO: Realizar 3 seminários, com duração de 3 horas cada, com a participação das artistas, curadoras e convidados, com uma performance artística, na abertura da exposição, em cada um dos municípios, para estender ao público as pesquisas e processos de criação das artistas. Previsão de Público total atingido: 600 pessoas; · Produto OFICINA: Realizar 3 oficinas culturais conectadas ao conteúdo da exposição, uma em cada município, com duração de 3 horas cada, ministradas por uma das artistas, para o público interessado em fotografia e arte contemporânea. Previsão de Público total atingido: 90 pessoas; · Produto CATÁLOGO: Publicar catálogo com textos e imagens da exposição, onde constará resumidamente a trajetória das fotógrafas e textos críticos sobre o tema da proposta curatorial, escritos pelos curadores e convidados. Tiragem de 1.500 exemplares para distribuição gratuita.
Na exposição Brasilidade por lentes feministas, cada uma das artistas, Elza Lima, Mariana Galli, Carolina Kasting e Marcela Bonfim, em suas singularidades de pesquisa e criação e em suas obras narrativas visuais, produzidas em diferentes contextos sociais, econômicos, políticos e culturais, confrontam a perspectiva de construção histórica machista, sexista, racista e misógina a que as mulheres e o corpo feminino foram e são submetidos, propondo rupturas, outros modos de ver, em um movimento mais igualitário de ocupação de lugar de poder, de enunciação e de discurso. Pretende-se destacar a importância da fotografia e da arte contemporânea na construção de significados culturais e identidades individuais e coletivas para além das fronteiras geográficas-culturais-políticas. A exposição a partir do diálogo entre as obras das quatro artistas, de diferentes lugares do país, pretende lançar questionamentos sobre o papel das imagens na construção de significados sobre as territorialidades e culturas brasileira, levantando questões éticas sobre o atual impacto das imagens nas sociedades. Acreditamos que o projeto justifica-se a partir de alguns pilares: a) explorar temas centrais do feminino e das pautas feministas atuais; b) provocar o pensamento crítico dos visitantes sobre questões de gênero a partir das obras expostas; c) promover encontro intergeracional entre mulheres artistas de diferentes geografias do Brasil para expressar olhares feministas de um país tão diverso; d) oxigenar modos propositivos expográficos usando outros suportes para além das paredes expositivas, dando mais dinâmica ao espaço; e) oportunizar ao público a propagação de referências vivas contemporâneas da fotografia brasileira; e f) estimular o diálogo com as artistas, curadoras e mediadores e público na construção de outras formas de ver, compreender e expandir o pensamento sobre os temas em questão. A solicitação de apoio ao projeto de circulação da exposição "Brasilidade por lentes feministas" por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é necessária, considerando ser uma das principais formas de se viabilizar parcerias com a iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para possibilitar a democratização da cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
No orçamento foram previstas a aquisição de 18 (ida e volta) passagens aéreas (36 trechos), sendo 6 para cada município de circulação da exposição. As 6 passagens para cada município são para: - 1 das Curadoras (participa da montagem e do seminário de abertura) - 2 das Artistas (participam do seminário de abertura e/ou ministram a oficina) - 1 produtora (participa da montagem, acompanha o seminário e a oficina) - 1 técnico/cenográfo (participa da montagem) - 1 produtora (realiza a desmontagem)
Todas as peças de divulgação conterão com a logomarca da Lei Federal de Incentivo à Cultura, conforme Manual de Aplicação. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Proposta Expográfica anexada nos documentos da proposta PRODUTO OFICINA: Plano pedagógico anexado nos documentos da proposta. PRODUTO CATÁLOGO: Catálogo 80 Páginas + Capa com ISBN, formato aberto 44,0 x 25,0 e formato fechado 21,6 x 25,0. 1 Capa em Led 4x1 cores em Couchê Fosco 300 g. 80 Págs em Led 4x4 cores em Couchê Fosco 150 g. Vincado, Dobrado, Alceado, Costurado, Colado Lombada Quadrada e Corte Reto. Laminação Fosca Frente de Capa. Está prevista a tiragem de 1.500 exemplares, para distribuição gratuita. O catálogo será integralmente disponibilizado na internet acompanhado e audiodescrição para download gratuito.
PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES - Aspecto arquitetônico: Os equipamentos culturais que vão receber a exposição estarão equipados com rampas e elevadores, bem como, com placas de sinalização em braile e piso podotátil, além de sanitários acessíveis Rubrica na planilha: sem custo - PcD visuais: audiodescrição, objetos táteis Rubrica na planilha: audiodescrição e desenvolvimento/material multissensorial - PcD auditivos: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica - PcD Intelectuais: monitores treinados e textos curatoriais para pessoas com baixo letramento Rubrica na planilha: Texto curatorial e Arte-educador - formação de mediadores locais PRODUTO SEMINÁRIO - Aspecto arquitetônico: Os equipamentos culturais que vão receber o seminário estão preparados para receber público com deficiência. Rubrica na planilha: sem custo - PcD visuais: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica - PcD auditivos: Intérprete de libras Rubrica na planilha: Intérprete de libras - PcD Intelectuais: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica PRODUTO OFICINA - Aspecto arquitetônico: Os equipamentos culturais que vão receber as oficinas estão preparados para receber público com deficiência. Rubrica na planilha: Sem custo - PcD visuais: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica - PcD auditivos: Intérprete de libras Rubrica na planilha: Intérprete de libras - PcD Intelectuais: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica PRODUTO CATÁLOGO - Aspecto arquitetônico: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica - PcD visuais: Audiolivro Rubrica na planilha: Audiodescrição - PcD auditivos: não se aplica Rubrica na planilha: não se aplica - PcD Intelectuais: textos curatoriais para pessoas com baixo letramento Rubrica na planilha: Produção de texto
Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: O acesso à exposição não terá cobrança de ingresso. PRODUTO SEMINÁRIO: A atividade será gratuita. PRODUTO OFICINA: A atividade será gratuita. PRODUTO CATÁLOGO: os 1.500 catálogos que serão produzidos serão distribuídos gratuitamente na forma abaixo, respeitando os limites estabelecidos: 10% distribuição gratuita promocional para patrocinador 20% distribuição gratuita com caráter social ou educativo 10% distribuição gratuita promocional pelo proponente 60% para distribuição gratuita (bibliotecas, universidades, instituições culturais e público em geral) Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: optamos pelo inciso IV do art. 30, garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; PRODUTO SEMINÁRIO: optamos pelo inciso III do art. 30, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do seminário, acompanhado com libras e audiodescrição PRODUTO OFICINA: optamos pelo inciso IV do art. 30, garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; PRODUTO CATÁLOGO: optamos pelo Inciso I do art. 30, doar 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do artigo 29, totalizando 20%.
FICHA TÉCNICA O proponente será responsável pela Coordenação Geral e Produção do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado no currículo de suas dirigentes. Coordenação Geral e Produção: Instituto CUIA – Cultura, Integração e Artes - sua diretoria possui vasta experiência na área da cultura, patrimônio e das artes, especialmente na gestão de projetos de concepção, detalhamento e implantação de Museus e Exposições e de consultoria para a implementação de políticas culturais públicas e privadas. Raquel Ferreira – Diretora Executiva da CUIA Arquiteta e Urbanista graduada pela Universidade Federal Fluminense, com formação em Gerenciamento de Projetos pela metodologia PMBok da Projectlab (2012) e participação no Programa de Desenvolvimento de Liderança da DC Dinsmore Compassem (2020). Colaborou como cenógrafa assistente na Globo e coordenou diversos projetos em escritórios de arquitetura. Especialista em desenvolvimento de projeto executivo com ampla experiência em gerenciamento e compatibilização de projetos de arquitetura, museografia e complementares. Atua na implantação de projetos de Patrimônio e Cultura coordenando os projetos técnicos do Museu da Lingua Portuguesa/SP, Museu da Imagem e do Som/RJ e Museu do Folclore de Olimpia/SP. Letícia Santiago – Diretora de Planejamento e Gestão da CUIA Historiadora, Especialista em Fundamentos da Cultura e das Artes pelo Instituto de Artes da UNESP e Gestora Cultural pelo Centro de Formação do SESC-SP. Atuou como executiva pública por 15 anos no Governo do Estado de São Paulo (2008-2023) na gestão de projetos, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação de políticas públicas. Foi diretora e coordenadora da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico, responsável pela Pinacoteca de São Paulo, Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, Museu Afro Brasil, Catavento, Museu Casa de Portinari e mais dezoito importantes museus da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Ana Cândida Moura – Diretora de Comunicação e Desenvolvimento Institucional da CUIA Mestre em Teorias Jurídicas Contemporâneas pela UFRJ, na linha de pesquisa Sociedade, Direitos Humanos e Arte. Formada pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (2002), com Especialização em Gerenciamento de Projetos no 3º Setor pela FGV, MBA Executivo no Coopead/UFRJ e Extensão em Administração Pública da Cultura/UFRGS. Como atriz cursou interpretação na Escola Livre de Teatro (SP), Tablado e CAL (RJ). Integrou o Grupo Tá Na Rua de Amir Haddad como atriz, produtora cultural e advogada (2004/2010) tendo participado de diversos festivais. Ministrou Curso de Sustentabilidade para ONGs no Projeto Tempo Livre do Sesc/RJ (2007). Na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro foi Assessora na Superintendência de Artes (2009/2011), Chefe de Gabinete (2011/2017) e presidente da Comissão de Aprovação de Projetos (2013/2017). Na Fundação Roberto Marinho foi Coordenadora de Desenvolvimento Institucional de Patrimônio e Cultura (2017/2022) atuando na gestão de parcerias, produção de eventos e ações educativo-culturais para a implantação do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Atualmente é Especialista de Inteligência e Projetos Culturais, atuando no projeto de implantação do novo Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e Museu do Folclore de Olímpia. Larissa Graça – Diretora de Projetos, Patrimônio e Cultura da CUIA Arquiteta e Urbanista formada pela UFPR, com parte de sua formação universitária na Université de Technologie de Compiègne (UTC) na França e especialização em Antropologia Cultural pela PUC-PR. Atua há quase duas décadas (2007-2023) em projetos culturais, nos campos de patrimônio material e imaterial, museus, exposições, programação cultural, arquitetura, museografia, curadoria, acessibilidade e educação. Possui sólida experiência em implantação de projetos de grande porte e complexidade, tendo atuado na concepção, planejamento e implantação de grandes museus como gestora dos projetos, entre eles o Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, Museu do Amanhã, Museu da Imagem e do Som (RJ) e Museu do Folclore de Olímpia. Integra desde 2018 o Conselho de Administração do Museu da Língua Portuguesa e do Museu do Futebol. Amanda Leite – Curadora: Curadora, fotógrafa, artista visual e pesquisadora. Atua como professora na UFT e na UFF, no curso de Cinema. É PhD em Educação (Unicamp) com ênfase nos estudos sobre processos de criação em Artes Visuais. É ativadora de ações de Arte e de Cultura, além de coordenar o Coletivo 50 graus: Grupo de Pesquisa e Prática Fotográfica (UFT), na cidade de Palmas/TO. Cota Azevedo - Curadora: Curadora independente, comunicóloga crítica, produtora e artista transdisciplinar. Formação em jornalismo, pós-graduada em Curadoria, Museologia e Gestão de Produção e em História da Arte pela Universidade Estácio de Sá (RJ). Atua desde 2021 com produtora e curadora de artes, planejando e executando exposições tanto individuais como coletivas, produzido textos críticos para diferentes meios de comunicação e desenvolvendo projetos no setor. Elza Lima – Artista: Fotógrafa de Belém/PA, durante décadas registou os habitantes da região amazônica. Já expôs nos EUA (NY), Espanha, França, Suíça, Alemanha, Portugal. Suas obras são encontradas em Museus como o MASP, Centro Português de Fotografia. Porto. Portugal, Kunstmuseum Des Kantons Thurgau. Suíça e MAM do RJ. Seus projetos ganharam prêmios como: José Medeiros. Museu de Arte Moderna, RJ/1991; 3º Prêmio Nikon Internacional Photo Contest, Japão/1993; Bolsa Marc Ferrez (FUNARTE)/1996, Bolsa Vitae/1999. Em 2024 foi a artista homenageada na 1ª Bienal das Amazônias Mariana Galli - Artista: Artista visual, professora de artes e pesquisadora, com interesse na escrita crítica e poética, nas potencialidades e cruzamentos da fotografia, da performance e do vídeo. Pós-graduanda em Metodologias e Abordagens dos Processos de Criação e Ensino em Artes Visuais pela UFG, especialista em Artes Hibridas pela UTFPR, é artista do Coletivo 50 graus pela UFT, artista convidada do grupo de estudos “Narcisos Insubmissos” pela Universidade Nova Lisboa Portugal. Desde 2013 participa de exposições nacionais e internacionais. Carolina Kasting - Artista: Multiartista, estabelece sua poética na representação simbólica do corpo, partindo deste como um campo político. Participou de mostras coletivas e individuais em instituições públicas e privadas. Busca as múltiplas formas de representação e significação da materialidade corpórea, tendo como referência artistas feministas da arte performance. Marcela Bonfim - Artista: Fotógrafa que atua em Porto Velho (RO). Da beira do Rio Madeira e no centro da Amazônia Negra. Enquanto lidava com o racismo institucional que buscava desqualificá-la profissionalmente, Marcela descobriu negritude em pessoas que ela não ousou imaginar, a Amazônia indígena também era negra, surge assim a fotógrafa para contar a história oculta desses povos amazônicos. Criou o projeto (Re)conhecendo a Amazônia Negra: povos, costumes e influências negras na floresta. Estreada em 2016, a exposição viajou por 13 estados brasileiros durante 4 anos falando sobre a negritude da Amazônia, e propondo novas formas de enxergar o corpo negro. Foi uma das vencedoras do Prêmio PIPA 2021. Nancy Torres – Comunicação visual: Designer formada pela UFRJ. Diretora criativa, designer visual e ilustradora, atua profissionalmente há 15 anos na área de design exposição com trabalhos no Brasil e no exterior como: Museu do Amanhã, Museu da Língua Portuguesa, Museo de la Libertad y Los Derechos Humanos (Panamá) além de exposições e eventos como Rio+20, Expo 2010 (Shanghai) e Bienal do Livro.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.