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A Oficina de Alegria/Grupo Musical Bangalafumenga propõe o presente projeto para realização dos ensaios técnicos e desfile do carnaval de 2025, abordando o tema "Homenagem aos Batuqueiros do Brasil", que fala sobre a relação singular entre a história do bloco, seus batuqueiros e o amor pelas manifestações e ritmos da cultura popular brasileira espalhados pelos quatro cantos do país.
O Bangalafumenga nasceu no verão de 1998 na cidade do Rio de Janeiro, e depois de uma temporada de sucesso no Teatro Planetário da Gávea, onde juntava samba, poesia, convidados e público em geral, mais que tudo instigou a “turma” a fazer o Carnaval de maneira reinventada. Foram anos brincando, criando e aprendendo, sempre com muitos desfiles na rua, fazendo com que o Banga engordasse sua bateria e lapidasse suas levadas. Com o desenvolvimento da ideia, criou-se a oficina de percussão, que além de fornecer o material humano para sua bateria, ajudou a espalhar o carnaval pela cidade, e assim o grupo passou a ensinar a pescar, levando o carnaval a sério. Foram e são muitos profissionais envolvidos, e a partir de então foi feita a “ponte aérea” e levou para a “terra da garoa” (SP) a sua arte, tendo mais de 20 professores capacitados a difundir as levadas e arranjos do grupo, que hoje tem um público de mais de 150.000 pessoas em suas apresentações individuais. Durante anos foram se aprimorando, cuidando da casa, formando a bateria, documentando as levadas, gravando vídeos, criando canções, arranjos e danças. Anos investindo em mostrar um Carnaval com nossa cara, mesclando profissionalismo de uma bateria que ensaia duramente durante todo o ano, com a poesia e a leveza que nosso Carnaval pede. No próximo ano, não há nada mais legítimo que celebrar os próprios fãs e membros do Grupo Bangalafumenga em um formato de desfile recheado de elementos cenográficos, fantasias, coreografias, adereços e tudo mais que já foi mostrado ineditamente no carnaval de 2019, e certamente se fará apresentar muito mais completo e emocionante no carnaval de 2020. Justificativa do Enredo: O Banga prepara seu próximo carnaval. Após o hiato forçado devido aos anos de pandemia, é hora de retomar as atividades e ocupar as ruas exaltando nossos maiores patrimônios: nossos batuqueiros e batuqueiras e os ritmos populares brasileiros enquanto patrimônio imaterial de nossa cultura. Queremos homenagear os ritmos, as crenças e quem faz a toada soar mais Brasil: os batuqueiros. Samba, Jongo, Maracatus, Côco, Ciranda, Baião, Frevo, Toadas de Viola, Bois, Ijexás, Afoxés e todos os ritmos oriundos da formação do nosso povo, tocados pela mão de nossa gente no couro há tanto tempo. É com o balanço de nossa batucada que celebramos e nos posicionamos enquanto agentes de preservação de nossas raízes mais bonitas e profundas. A canção "Homenagem aos Batuqueiros" de autoria de Hamilton Fofão, oriundo da Serrinha, capital nacional do Jongo, um dos primeiros alunos da oficina de percussão e atualmente cavaquinista e vocalista do Bangalafumenga, será nossa música tema. A canção exalta a importância de tais ritmos enquanto alicerces do Bangalafumenga e elã de ligação entre os membros do bloco, o povo nas ruas e a cultura do país como um todo. Mais do que uma simples música do repertório do bloco, "Homenagem aos Batuqueiros" virou um hino entre os adeptos do Banga – ritmistas, produtores e foliões – por justamente ser uma síntese do que o Bangalafumenga representa, tanto musicalmente, na execução e ensino de tais ritmos, quanto institucionalmente, na valorização da cultura popular e perpetuação do legado que tais gêneros deixam para a identidade brasileira. É uma canção que emociona e faz pulsar a avenida e diante do momento de retomada das atividades e da reconexão proposta entre o Banga e seus públicos de interesse para esse próximo carnaval, não poderíamos considerar outro tema. O Banga é um pouco da síntese do Brasil que amamos, reverberando o som da rua, dos bares, terreiros, quadras, festas, pelas lentes do bloco mais vira-lata do carnaval. Salve Maricota, salve o Velho Banguela, salve a Bateria Fulminante. Força no leme que a reta é curva. E a vida muito curta pra ser pequena. Auê auê O Banga pede passagem para homenagear a todos os batuqueiros e batuqueiras do Brasil.
OBJETIVO GERALProduzir e realizar a apresentação do Grupo Musical Bangalafumenga, com fantasias, carro alegórico, alegorias etc., a realizar-se próximo ao Carnaval de 2024 em desfile aberto pelas ruas de São Paulo, inclusive distribuir gratuitamente todas as fantasias confeccionadas com o incentivo fiscal federal aos participantes.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Apresentar um desfile festivo de caráter musical e cênico no período de pré-carnaval da cidade de São Paulo, com capacidade para receber 20.000 pessoas; - Confeccionar 450 fantasias distribuidas gratuitamente a população para participar dos festejos.- Realizar quatro ensaios gerais com capacidade para receber 1.500 pessoas em cada ensaio, beneficiando até 6.000 pessoas, com gratuidade total.
O Grupo Bangalafumenga nasceu em 1998, e aos poucos foi ganhando espaço na zona sul carioca, onde, invariavelmente, as apresentações acabavam em grandes festas de rua. Com o sucesso alcançado no Carnaval, os principais integrantes ficaram motivados a seguir com o trabalho durante o ano, fazendo shows com uma formação reduzida, mas sempre sem perder a sonoridade e a característica festiva do bloco que funcionou como estopim para o surgimento da Banda Bangalafumenga. Mas ainda assim, mesmo como uma banda, essa trupe não perdeu seu jeito "vira-lata", e não abandonou a folia carnavalesca das ruas, resultando em um som direto, percussivo e dançante, com uma linguagem poética simples.Com isso, muita gente passou a enxergar a simplicidade e proximidade com os instrumentos, e como consequência, diversas pessoas começaram a estudar instrumentos musicais estimuladas pelo Bangalafumenga, participando dos ensaios e do bloco também, bem como, outras bandas no mesmo formato de fanfarra surgiram, configurando assim uma verdadeira tendência contemporânea do Rio de Janeiro. Com a conquista da simpatia do público, e respeito aos nossos músicos, os palcos em que o Banga se apresentou já foi dividido com artistas de respeito como Nei Lopes, Zélia Duncan, Fernanda Abreu, Marcelo D2, Frejat, Seu Jorge, Paula Lima, Walter Alfaiate, Adriana Calcanhoto, Pedro Luis e a Parede, dentre vários outros. Rodrigo Maranhão, líder e principal compositor do grupo, já foi gravado por vários intérpretes, dentre os quais podemos citar Fernanda Abreu, Zélia Duncan e Maria Rita. Esta última gravou a canção "Caminhos das Águas" que rendeu ao seu compositor o Grammy Latino de melhor canção brasileira em 2006. Nas apresentações do Banga são entoadas canções próprias e também de outros autores clássicos da MPB como Lenine, Alceu Valença, Gilberto Gil etc.Em 2012, o bloco realizou sua primeira apresentação em São Paulo, no pré carnaval da cidade, em desfile produzido pela produtora Oficina (antiga Oficina de Alegria). A partir desse ano, surgiu a vontade de estreitar os laços com a capital paulista e consequentemente com a produtora. Em conjunto, Banga e Oficina lançaram a primeira turma da oficina de batuqueiros do Bangalafumenga em São Paulo, visando educar musicalmente e formar sua própria bateria para desfilar no carnaval da capital paulista. Hoje, mais de uma década após a estreia do curso, tanto Bangalafumenga quanto sua oficina e também a produtora são ativos consolidados perante a público e crítica no carnaval de São Paulo. Mais do que isso, são pilares da revitalização do carnaval de rua da cidade que, nos últimos anos, ganhou o status de um dos maiores do país. A partir do projeto aqui proposto, além da democratização e descentralização do acesso à cultura, pretende-se criar um novo olhar sobre os desfiles de blocos. Um dos sentidos de democratizar a cultura é ampliar o acesso aos bens culturais universais já existentes, permitindo que as pessoas construam o seu modo próprio de ser e de participar na comunidade e na sociedade como um todo. A plenitude do projeto atinge a necessidade da democratização do acesso em amplo sentido e realiza o papel pertinente no fomento à cultura e ao patrimônio cultural brasileiro.Projetos de tamanha envergadura e ineditismo ainda ampliam e mantêm o mercado técnico e artístico nacional, gerando emprego e renda, bem como desenvolve simultaneamente, junto ao empresariado, o exercício da aplicação de investimento em cultura através das leis de incentivo fiscal. No ano de 2019 fez uma apresentação inédita em um desfile memorável na cidade de São Paulo, onde se apresentou de maneira elaborada, arrebatando um batalhão de seguidores pelas ruas paulistanas No ano de 2020, realizou então seu primeiro desfile a partir de recursos oriundos de captação após aprovação na lei de incentivo à cultura, propondo elementos incrementais no aspecto artístico-cultural como alas, fantasias, alegorias e adereços, bem como no caráter democrático do projeto, aqui novamente justificado. Quanto ao enquadramento na Lei 8.313/91, em seus artigos 1º e 3º, o projeto encontra respaldo nos seguintes incisos:"Art. 1º - ...I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IX - priorizar o produto cultural originário do País."" Art. 3º - ...II - ... e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV _a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Afirmamos ainda que para que um projeto como o aqui proposto possa de fato ser executado, é imprescindível o apoio do Ministério da Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Esta descrição considera o objeto principal da proposta, que é o desfile na rua do Bloco Bangalafumenga no Carnaval 2024 na cidade de São Paulo. O desfile tem duração de 3 horas e desloca um trajeto equivalente a 3 quarteirões, acompanhado do público folião, da bateria do Bangalafumenga formada pelos alunos e mestres, alas e artistas, alegorias e trio elétrico com a banda e convidados especiais. A organização do desfile será na seguinte ordem, considerando a primeira e a última atração à entrarem na avenida: Ala Pernalta Cirandeiros - Frevistas Acrobatas - Ala Samba de Roda (Velha Guarda) - Alegoria Toques de Axé Rum, Rumpi e Lé - Ala Jongueiros - Casal Mestre Sala e Porta Bandeira Rei e Rainha do Maracatu - Trio Elétrico com Rodrigo Maranhã, Mestre Negão e participações especiais - Bateria Bangalafumenga. Para compreensão do segmento artístico e cultural que será levado em consideração na hora de contratar as participações especiais na apresentação do banga durante o desfile, exemplificamos os artistas cotados: Lia de Tamaracá, Mestre Tchão Carvalho (Bumba-meu-Boi), Mestra Ana Maria Carvalho (Bumba-meu-Boi) e Mestre Jongo da Serrinha. A estrutura necessária para realizar este grande evento cultural de rua inclui: - Tendas de 3 metros e 5 metros para backstage de produção, serviços operacionais, alimentação e artistas; - Mobiliário incluindo mesas, cadeiras, pranchões, estantes e espelhos; - Banheiros químicos femininos e masculinos, considerando banheiros com acessibilidade para pessoas com deficiência; - Gradil para isolamento e organização da área reservada para produção; - Sinalização com cones e placas indicativas; - Ambulância; - Trio Elétrico; - Trio de Apoio; - Equipe de limpeza; - Equipe de Segurança; - Brigadistas; - Cordeiros; - Produtores de apoio, artísticos, de credenciamento, de acesso, de evolução de alas, evolução do trio, de coordenação de serviços, de coordenação de alimentação e bebidas; - Monitores especializados em acessibilidade.
1 – Produto Principal (desfile): Acessibilidade física: presença de monitores para atendimento de pessoas com deficiências físicas, baixa ou dificuldade de mobilidade e idosos; Acessibilidade visual: presença de monitores para atendimento de pessoas com deficiências visuais; Acessibilidade auditiva: intérprete de libras no trio; Acessibilidade de conteúdo: presença de monitores para atendimentos a pessoas com síndromes, autismo, analfabetismo e outras questões intelectuais e vídeo com linguagem simplificada com todas as informações sobre o projeto, a ser disponibilizado gratuitamente nas redes sociais. 2 – Produto Secundário (ensaios): Acessibilidade física: presença de monitores para atendimento de pessoas com deficiências físicas, baixa ou dificuldade de mobilidade e idosos; Acessibilidade visual: presença de monitores para atendimento de pessoas com deficiências visuais; Acessibilidade auditiva: intérprete de libras; Acessibilidade de conteúdo: presença de monitores para atendimentos a pessoas com síndromes, autismo, analfabetismo e outras questões intelectuais. 3 - Distribuição de Fantasias (secundário): Acessibilidade física: fantasias adaptadas para cadeirantes ou pessoas que utilizem acessórios para locomoção; Acessibilidade visual: não se aplica; Acessibilidade auditiva: utilização de mochilas que transformam o som em vibrações físicas; Acessibilidade de conteúdo: não se aplica.
Todo o conteúdo do projeto será gratuito e o proponente irá realizar as medidas do inciso IV art. 28 da IN n. 01/2023. "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial"
1) Proponente e Realização: Oficina. Anteriormente conhecida como Oficina de Alegria, a Oficina surgiu em 2011 a partir de 3 amigos, que resolveram abandonar suas carreiras em empresas tradicionais. Em setembro deste ano tomaram a decisão de trazer a oficina de percussão do Bangalafumenga (bloco de carnaval do Rio de Janeiro) para São Paulo. No carnaval de 2012 a Oficina promoveu o primeiro desfile de carnaval do Bangalafumenga nas ruas da Vila Madalena em São Paulo com 7 mil pessoas. Em 2012 também houve a estreia do Baile do Banga, um evento para 3 mil pessoas (realizado no Clube Pinheiros na primeira edição) que buscava dar uma ótima experiência para todos os participantes do evento (banda, bateria, público e trabalhadores). Em 2013 aconteceu o segundo desfile, com participação também do bloco Sargento Pimenta (que desfila no Rio de Janeiro há 3 anos) com 35 mil pessoas. Este ano a oficina de percussão voltou com o mesmo sucesso. Já no ano de 2014, novamente produziu o desfile do Banga em São Paulo para um público de 100 mil pessoas, e a oficina de percussão foi mantida. O produto cresceu, exigindo novos parceiros e novas fontes de receita – incluindo projeto incentivados – para manter o padrão de sucesso para as demais edições. No ano de 2015, a Oficina realizou com sucesso o projeto “Bloco da Alegria”, apresentado na Lei de Incentivo à Cultura Federal, composto de oficinas, ensaio aberto e Desfile do Bloco Bangalafumenga no pré-carnaval de São Paulo. Além disso, obteve sucesso no projeto de circulação de shows do Bangalafumenga apresentado a Secretaria de Cultura do Estado de SP (ProAC). Inúmeros eventos e oficinas abrilhantaram o ano de 2015 também. Outros projetos também tomaram o cenário da Oficina. Entre eles, o projeto Bloquinho – música para crianças e suas famílias, e o Mandalá – uma roda de samba que traz todo o significado do próprio nome: conjunto, união, amigos. Hoje, a Oficina encontra-se consolidada e desenvolvida, produzindo diversos projetos e fomentando a cultura musical nacional. A partir do projeto Beto Batuca, e utilizando sua expertise na produção de eventos de grande porte – além da experiência profissional de um de seus sócios com produção de obras de cinema – a empresa pretende mergulhar no universo teatral e musical, de acordo com sua missão e valores traçados. Tanto o teatro quanto a música são linguagens universais que transpassam idade, classe social, sexo e cor. 2) Carnavalesco e compositor: Rodrigo Maranhão Fundador do Bangalafumenga, é compositor gravado por grandes nomes da música brasileira como Maria Rita, Zélia Duncan, Fernanda Abreu entre outros. Ganhou o Grammy Latino em 2006 com a canção Caminho das Águas. Vencedor do prêmio TIM em 2008 nas categorias Melhor Cantor de Música Regional e Revelação. Com o Bangalafumenga ganhou o Prêmio da Música Brasileira em 2009 na categoria Melhor Grupo. Atualmente faz sua carreira solo e também coordena todas as ações do Bangalafumenga, como cantor, mestre e diretor artístico e musical. 3) Intérprete oficial e compositor: Hamilton Barros (Hamilton Fofão) Cria da Serrinha, berço da Escola de Samba Império Serrano, sobrinho-neto de Silas de Oliveira. Hamilton Fofão está lançando seu primeiro CD. É hoje intérprete oficial do Bloco Bangalafumenga. Realiza diversos trabalhos juntos a Sergio Loroza, Rodrigo Lampreia e outros artistas. 4) Mestre de Bateria: Carlos Sant`Anna (Negão da Serrinha) Carlos Sant'anna, conhecido como Negão da Serrinha nasceu e foi criado no morro da Serrinha, no bairro Madureira, Rio de Janeiro, onde teve seu primeiro contato com a música aos 7 anos de idade. Ingressou na bateria da Escola de Samba Mirim Império do Futuro tocando instrumentos de percussão. Aos 12 anos, recebeu bolsa de estudos no Conservatório Brasileiro de Música (CBM) para estudar cavaquinho e mais tarde fazer parte da Orquestra de Cordas Dedilhadas do CBM, participando de suas principais apresentações. Abriu o show de Gal Costa, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com apenas 13 anos de idade e no palco do Domingão do Faustão. Acompanhou o violinista e regente holandês André Léon Marie Nicolas Rieu, entre outras apresentações. Estudou também na Escola de Música Villa-Lobos participando do projeto de Villa-Lobinhos, onde se aperfeiçoou em Teoria Musical. Nessa trajetória pela música acompanhou alguns artistas dentre eles Dudu Nobre, Mart’nália , Arlindo Cruz, Luiz Melodia, Almir Guineto, Sombrinha, Anderson Leonardo (grupo Molejo), Sergio Loroza, Velha Guarda do Império Serrano e vários outros, como o Jongo da Serrinha, trabalho realizado para preservar as raízes musicais afro-brasileiras dos Escravos, o que rendeu a Negão formações culturais e aperfeiçoamento profissional. Participou da gravação dos discos: CD Samba Novo (projeto da gravadora som livre, que lançou novos Artistas), CD Bangalafumenga, CD e DVD Sergio Loroza e Us Madureira, CD e DVD da banda Carnavália e o CD do compositor Baiano Riachão. Para aperfeiçoar sua musicalidade fez aula de canto com o professor Wagner Barbosa. É criador do projeto Oficina de Roda de Samba Roda Viva, em São Paulo, que ensina a tocar instrumentos de roda de samba, Co-Criador do projeto Bloquinho (banda musical que leva um som pra lá de infantil). Atualmente faz parte da Banda Bangalafumenga e é mestre de bateria de Blocos de Carnaval do Rio de Janeiro e São Paulo (Bangalafumenga-SP, Fogo & Paixão-RJ, Me Esquece-RJ, Chega Mais-SP e Franciskryshna-SP) formando mais de 5 mil adeptos ao batuque ao longo desses anos.
PROJETO ARQUIVADO.