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Projeto visa a montagem e circulação de espetáculo inédito de dança sobre o universo feminino na construção da sociedade moderna e sua relação com o sexo masculino. Desenvolvido para público acima de 16 anos, o espetáculo prevê circulação de uma temporada, totalizando 32 apresentações, sendo 14 apresentações pagas em circuito comercial da cidade de São Paulo, além de 2 apresentações gratuitas para público com necessidades especiais e mais 16 apresentações gratuitas em CEUs, centros e espaços de cultura parceiros das prefeituras das cidades de São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro, com estimativa de impacto de 4.000 pessoas.No foyer dos teatros, exploraremos o espaço físico, através de uma exposição fotográfica da artista Aurora Biondi. Essas imagens irão compor o espaço cênico do espetáculo com o objetivo de proporcionarmos ao público uma experiência multicultural através de artes integradas.
O espetáculo de dança “Eva não foi criada por Adão, e nem para Adão” nasceu da necessidade de expressão de um grupo de mulheres em relatar suas vivências pessoais em seu processo de autocura e em propor um olhar sistêmico de valorização da mulher na sociedade. Desejamos que esse espetáculo incentive outras mulheres que estejam passando por experiências similares a desenvolver senso crítico, ações motivacionais e de construção de oportunidades para si mesmas e para outras mulheres. Desenvolvido para um público acima de 16 anos, o espetáculo prevê circulação de uma temporadas, totalizando 32 apresentações nas cidades de São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro com estimativa de impacto de 4.000 pessoas. Livremente inspirado na obra Frankenstein de Mary Shelley, o espetáculo autoral nos leva a uma jornada emocional com base na vivência da mulher na sociedade e todas as vertentes que abordam o que é ser mulher. Através do olhar feminino (criatura) e apresentando seu papel predeterminado pela sociedade machista (criador), trabalharemos temas como mansplaining e manterrupting, desigualdade salarial, assédio sexual, jornadas duplas de trabalho (casa/profissional), maternidade, amor e expectativas nos relacionamentos, violência doméstica, feminicídio, direitos humanos, transtornos mentais que desembocam em crises de identidade e doenças psicossomáticas. O tema principal é o poder do autoconhecimento e nossa capacidade de nos reinventarmos após episódios traumáticos, independente de suas origens. O espetáculo, baseado em experiências pessoais e embasado em pesquisas sobre o universo feminino, será desenvolvido prioritariamente através da dança, onde serão exploradas diferentes modalidades: ballet clássico, ballet contemporâneo, jazz, hip hop, jazz funk, dança do ventre e street dance. Com o objetivo de falarmos com públicos mais diversos, exploraremos de forma mais destacada a modalidade do hip hop, que é a linguagem das comunidades e de boa parte da juventude atual. Além disso, exploraremos a temática utilizando recursos do teatro e expressividade cênica, com o objetivo de facilitar e enriquecer a narrativa. Ainda sobre a linguagem do teatro também utilizaremos referencias de autoras brasileiras como Lygia Fagundes Telles (“Venha ver o pôr do sol”), Clarisse Lispector (“A língua do p”, “Perdoando Deus” e “Perto do coração selvagem”) e Marina Colasanti (“Moça Tecelã”). Como referência corporal e também como elemento para construção da narrativa, além da obra Frankenstein, traremos pesquisas sobre a figura mitológica de Lilith, mencionada originalmente no Talmude hebraico do exílio da Babilónia (Séc. V a III a. C.) e apresentada na Idade Média, como a primeira mulher de Adão. Criada ao mesmo tempo e da mesma forma que Adão, ela se rebela questionando a subjugação feminina. No roteiro, teremos como alicerce A Jornada da Heroína, da psicóloga e escritora Maureen Murdock, que desenvolve sua versão da Jornada do Herói, de Campbell, tendo como base seus estudos e terapias de mulheres para que as histórias pudessem de fato representar o caminho psicológico e espiritual da mulher moderna. Compondo o cenário, leves retalhos de tecidos branco serão sobrepostos em toda a extensão do palco e das pernas que levam para as coxias. A ideia é um ambiente atemporal que converse com os retalhos que compõem a criatura estudada, assim como em Frankenstein. Além disso, traremos projeções de uma coletânea de fotos da artista Aurora Biondi, sobre o assunto tratado com recortes de diversas mulheres, em distintos espaços, posições sociais e situações. No hall de entrada do teatro, exploraremos o espaço físico, através de uma exposição fotográfica da artista com referências ao trabalho atual, para que o público tenha uma experiência multicultural através de artes integradas. Os figurinos elaborados com tecidos leves que conversem e remetam ao próprio cenário. A ideia é que o cenário represente um útero, que é a fonte da vida. Os bailarinos interagirão com o cenário, muitas vezes surgindo dele ou desaparecendo nele, com vestes camufladas no ambiente. A iluminação será essencial para a concepção cênica, alterando cores e compondo, juntamente com o cenário, a atmosfera musical/ sonorização e o ritmo do espetáculo.
Montagem e circulação de espetáculo inédito de dança sobre o universo feminino na construção da sociedade moderna e sua relação com o sexo masculino. Desenvolvido para um público acima de 16 anos, o espetáculo prevê circulação de uma temporada, totalizando 32 apresentações nas cidades de São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro com estimativa de impacto de 4.000 pessoas. Dentro desse contexto, um dos principais objetivos é garantir que pelo menos 50% dos expectadores tenham acesso ao espetáculo de forma gratuita, colaborando para a democratização do acesso às artes e formação de público cultural, principalmente em comunidades e periferia das três cidades. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Circulação do espetáculo inédito em teatros da cidade de São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro. · Gerar oportunidade de trabalho remunerado para artistas independentes e microempresas envolvidas na cadeia produtiva do setor cultural: Cia de Dança Takusi, Fotógrafa Aurora Biondi, Território da Notícia (plataforma de divulgação de conteúdos na comunidade); assessoria de imprensa Sevilha Comunicação, entre outros; · Criação de portfólio artístico. METAS · Criar oportunidade de trabalho temporário para mínimo de 20 profissionais da cadeia produtiva do setor cultural de São Paulo · Apresentação de 14 espetáculos pagos em São Paulo impactando em torno de 2.000 pessoas. · Apresentação de 02 espetáculos acessíveis e gratuitos para público com necessidades especiais em São Paulo (público portadores de deficiência (visual/ auditiva/ mental, intelectual e física), dotadas de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação com os objetivos de acessibilidade, inclusão e formação de público). · Apresentação de 16 espetáculos gratuitos nos CEUS e/ou centros de cultura, em parceria com as prefeituras das cidades de São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro, impactando em torno de 2.000 pessoas. · Exposição gratuita de fotos da artista Aurora Biondi em todas as apresentações do espetáculo, impactando ao menos 4.000 pessoas. · Distribuição de 10% dos ingressos de forma gratuita para potenciais patrocinadores, agentes de cultura, imprensa e formadores de opinião em cultura com o objetivo de gerar novas oportunidades para longevidade desse projeto.
De acordo com a Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I, II, III, IV, V, VIII e IX. Enquadramento ao inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: inciso II, alínea C e inciso IV, alínea A. Justificativa: Todos nós possuímos um ciclo de vida que passa invariavelmente por etapas muito semelhantes e com problemáticas parecidas: a relação com o outro, a vida em sociedade, saúde, profissão, acesso à educação e cultura, questões financeiras, entre outras. Sofremos pelos mesmos motivos, mas cada um a seu modo, através de nossas escolhas e individualidades e essas experiências nos transformam. Por que eu existo? Qual minha perspectiva de futuro? Fomos jogados em um mundo de dor e sofrimento para quê? São as dores existenciais mais profundas que nos assombram e que também permearam o trabalho de Mary Shelley e tornaram seu livro Frankenstein, um fenômeno, primeiro com adaptações para o teatro e depois nos cinemas, sendo considerada a primeira obra de ficção científica da literatura mundial. Apesar da temática antiga abordada principalmente na filosofia, esse assunto nunca esteve tão em alta em todas as expressões artísticas e culturais, principalmente quando possuímos um quadro cada vez mais intenso de pessoas com transtorno mentais como Depressão, Burnout, Síndrome do Pânico, Fobia Social, entre outros problemas mentais e psicossomáticos.O pós-pandemia, junto com fatores como o intenso uso de redes sociais, economia, solidão, estresse e violência, deflagrou uma crise de saúde mental de maneira global. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um bilhão de pessoas no mundo - uma em cada oito - apresentam pelo menos um problema relacionado à saúde mental. Os transtornos mentais são a principal causa de incapacidade, além do impacto que as doenças geram na expectativa de vida: pessoas com condições graves de saúde mental morrem em média 10 a 20 anos mais cedo do que a população em geral, principalmente devido a doenças físicas evitáveis, em sua maioria psicossomáticas. Um levantamento da consultoria Alvarez & Marsal aponta um crescimento anual de 12% a 15% nos últimos quatro anos em atendimentos de saúde no Brasil devido a transtornos mentais. O país tem o 3º pior índice de saúde mental do mundo, conforme dados do relatório global anual "Estado Mental do Mundo 2022". No primeiro semestre de 2023, em comparação com o mesmo período de 2022, houve um aumento de 37% na aquisição de antidepressivos, segundo mapeamento da Vidalink em 250 empresas. Vale ressaltar que há estudos de diversos pesquisadores da área de saúde, como é o caso da Valeska Zanello - professora e pesquisadora da UNB - que afirmam que a violência contra a mulher é uma das maiores causas de doenças mentais em mulheres e que há uma epidemia de violência contra as mulheres que é invisibilizada. A opressão de gênero pode gerar problemas emocionais, cognitivos e comportamentais, como baixa autoestima, insegurança, crise de pânico e outros transtornos psicológicos, além da violência física. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o quinto país no mundo no ranking de feminicídios. Em 2021, foram 1.319 casos, uma morte a cada sete horas. Para desconstruir esse padrão de masculinidade tóxica e enfrentar o machismo na sociedade, os pesquisadores indicam a necessidade de se trabalhar com políticas intersetoriais, assistência social, saúde, cultura e educação que são fortes pilares sociais que chegam a todas as classes. Vale ressaltar que masculinidade e machismo são duas coisas diferentes. Enquanto a masculinidade é uma construção social, performance do que é ser homem na sociedade, o machismo é como uma doença que precisa ser combatida. O objetivo aqui não é, nem será uma obra feminista, mas sim um espetáculo que discute e destaca o papel da mulher na sociedade, valorizando suas experiências e oferecendo, através da arte, insights para que essas mulheres exerçam o pensamento crítico, fortalecendo-se. Trazendo para nosso contexto social, quantas Marys há no Brasil, lutando para existirem, para se defenderem, para dar suporte àqueles que amam? Há um mundo repleto de mulheres extremamente batalhadoras, com histórias cheias de coragem, fé e resiliência. E pensando nisso, fomos buscar nas fontes da literatura nacional mulheres que fizeram diferença através da escrita literária, nos aprofundando nas histórias por elas retratadas. Apesar da imensa vastidão de textos nacionais, a princípio nos restringiremos a analisar obras como "A língua do p" (1974), "Perto do coração selvagem" (1944) escritos por Clarice Lispector, "Venha ver o pôr do sol" (1970) de Lygia Fagundes Telles e "A moça tecelã" (2004) escrita por Marina Colasanti, pois são obras que conseguiram evidenciar a violência sofrida por mulheres tanto dentro de seus lares, como fora deles, abordando temáticas como violência simbólica, abuso, estupro e homicídio. Claro que por se tratar de um processo em construção, novas referencias poderão surgir durante o processo e estaremos abertas a fontes e recursos que engrandeçam a criação artística. No processo, também não podemos deixar de mencionar o contexto de mulheres transgênero, que além de enfrentarem os preconceitos e abusos da sociedade, muitas vezes se veem inseridas no contexto do abuso doméstico. Acreditamos que parte do processo criativo deve levantar questionamentos como: E quando transformamos o outro em "monstro" por questões como cor, renda, gênero, orientação sexual, corpo, ideias, idiomas? Porque excluímos, quando fomos criados para coexistir? Essas criaturas, são repudiadas pelo que? Quando somos considerados monstros e quando realmente nos tornamos monstros por falta de empatia e respeito às diferenças? Além das dores existenciais e dos desafios impostos à morte e sua superação, Frankenstein traz a discussão sobre o medo do desconhecido que possuímos dentro de nós. Temos pavor daquilo que não compreendemos. Na obra, a criatura ou "monstro", como Viktor se refere a ele diversas vezes ao longo do romance, representa o Outro. Aquele distante de nós, o fora do padrão, o diferente, o bizarro. Aquilo que não compreendemos e tememos. E esse é um dos principais motivos pelo qual escolhemos essa obra. Nela, a autora nos propõe quebrar barreiras entre o sagrado e o profano, colocando o Outro como protagonista e nos apresentando seu lado bom e seu lado ruim, pois é assim que todos nós somos: mosaicos de confusos sentimentos e vivências. Ao tratar de temas tão delicados, assim como na série The Lost Flowers of Alice Hart, da roteirista Sarah Lambert, o espetáculo irá se propor a navegar sobre essa realidade utilizando de simbologias que tem por objetivo traçar uma jornada emocional universal. Através das linguagens ora da dança, ora das artes visuais e ora do teatro, retrataremos a experiência de mulheres vítimas dos mais diferentes tipos de relações abusivas e violência doméstica em sua trajetória de vida, englobando como consequências desses relacionamentos, os processos de reconstrução da individualidade pós-traumática e seu consequente resultado de autoconhecimento e empoderamento. Por ser um projeto com proposta para ampla cobertura e abordagem de um tema sensível com a necessidade de equipe multidisciplinar, salientamos a necessidade do uso de incentivos fiscais que possibilitem a captação de patrocínio destinado ao pagamento de diversas despesas como: levantamento de recursos para produção e circulação do espetáculo de dança, contratação de equipe responsável pela execução do espetáculo, bem como locação de espaço para temporada com bilheteria, concepção e elaboração de figurino, objetos cênicos, concepção e produção de cenário, despesas de viagem, hospedagem e alimentação, contratação de assessoria de imprensa, assessoria financeira para prestação de contas, equipe jurídica, bem como outras despesas detalhadas na planilha de investimento.
Público- Alvo PRINCIPAL Mulheres, incluindo pessoas com identidade de gênero feminina, a partir dos 16 anos de todas as classes sociais, com enfoque nas mulheres de periferia/ comunidade da capital de São Paulo e cidades de Fortaleza e Rio de Janeiro. SECUNDÁRIOS Público com necessidades especiais de ambos os sexos, a partir dos 16 anos e de todas as classes sociais da capital de São Paulo e cidades de Fortaleza e Rio de Janeiro. Homens, incluindo pessoas com identidade de gênero masculina, a partir dos 16 anos de todas as classes sociais, com enfoque em homens da comunidade da capital de São Paulo e cidades de Fortaleza e Rio de Janeiro. Público LGBTQIA+, a partir dos 16 anos de todas as classes sociais, com enfoque em público periférico da capital de São Paulo e cidades de Fortaleza e Rio de Janeiro. Gestores culturais, artistas, agentes culturais, imprensa, potenciais patrocinadores, etc. Avaliação e Pesquisa INDICADORES 1. Avaliação da empresa Sil Cultural (produtora) com os objetivos de elaborar diferentes estratégias de marketing para os públicos: interno (artistas/ fornecedores/ parceiros culturais) e externos (público em geral/patrocinadores/agentes culturais/mídia especializada). 2. Avaliação do produto cultural para os públicos: interno (artistas/ fornecedores/ parceiros culturais) e externos (público em geral/patrocinadores/agentes culturais/gestores culturais dos editais/ mídia especializada). 3. Avaliação de fornecedores, empresas parceiras e parceiros culturais. PÚBLICOS-ALVO E OBJETIVOS As pesquisas serão desenvolvidas a partir do olhar dos seguintes perfis abaixo discriminados com foco nos objetivos descritos abaixo: 1 – Participantes do projeto – elenco/ artistas parceiros e/ou parceiros culturais/ empresas parceiras/ fornecedores – iluminação/ cenário/ figurino/ maquiagem/ etc. Objetivo - endomarketing - estratégia que visa entender como a relação entre a empresa e os colaboradores pode ser fluída com o objetivo de melhorar a cultura organizacional, reduzir o turnover e otimizar os resultados da empresa e futuros projetos. 2 – Público – alvo do projeto (públicos primário e secundário do projeto/produto cultural) Objetivo: qualidade artística e formato do espetáculo • Avaliação do espetáculo – figurino/ cenário/ música/ iluminação/ elenco/ direção • Avaliação da exposição – disposição interna/ informações sobre a autora/ gratuidade • Avaliação modelo espetáculo + exposição – entendimento da experiência 3 – Dos patrocinadores, imprensa especializada e gestores de cultura. Objetivo: • Avaliação do produto cultural (Avaliação do espetáculo/Avaliação da exposição/Avaliação modelo espetáculo + exposição) METODOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS Avaliação contínua – a avaliação contínua será feita durante todo o projeto com o objetivo de prever possíveis falhas e antecipar soluções. Avaliação Público in loco - Método de coleta de dados: • PESQUISA QUANTITATIVA Baseada em pesquisa de opinião – Aplicação de questionários durante a exposição de fotos. Pesquisa voluntária entregue juntamente com o programa da exposição e do espetáculo. • PESQUISA QUALITATIVA Baseada em pesquisa de opinião – Rápido bate papo com moderadora para coleta de depoimentos do público assim que saem do espetáculo. Avaliação Fornecedores e Patrocinadores - Método de coleta de dados: • PESQUISA QUANTITATIVA Baseada em pesquisa de opinião – Aplicação de questionários aplicado pela assessoria contábil antes ou depois do pagamento dos fornecedores. • PESQUISA QUALITATIVA Baseada em pesquisa de opinião – Rápido bate papo com moderadora para coleta de depoimentos do público assim que saem do espetáculo. Avaliação coleta de dados mídia digital + assessoria de imprensa - Método de coleta de dados: • LEVANTAMENTO DE DADOS -PLANO DE MÍDIA Baseada em método quantitativo – Levantamento de cliques e leads captados através de mídia programática, disparos de e-mail marketing e redes sociais. • LEVANTAMENTO DE DADOS -ASSESSORIA DE IMPRENSA Baseada em método quantitativo – Levantamento de clipping e valoração de mídia espontânea para patrocinadores. Avaliação final – prestação de contas – levantamento dos resultados das pesquisas in loco coletadas durante as apresentações; dados das redes sociais (engajamento/ impacto/ etc), apresentação de fotos e gravação de espetáculo; dados de assessoria de imprensa com mapeamento de contrapartidas financeiras aos patrocinadores. Plano de Divulgação Assessoria de Imprensa Elaboração de Planejamento Estratégico de Comunicação; Produção de releases, pautas e/ou notas; Divulgação na cidade de São Paulo e proximidades; Mailing especializado em cultura e eventos (TV, Rádio, podcast, jornal, revista, portal, blogs, entre outros); Follow-up com jornalistas; Envio de convite online para a imprensa e críticos; Sugestões de entrevistas com a/o porta-voz para conquistar grandes espaços na mídia; Divulgação para a imprensa geral, para conquistar espaços diversificados, como matérias, notas e agendas; Atendimento de demandas/entrevistas; Monitoramento de clipping (sites de busca – não incluso agência de clipping); Marketing Digital Redes Sociais (Instagram/ Facebook/Tik Tok), Criação Site, disparos de e-mail marketing para conhecidos, amigos e patrocinadores potenciais. Elaboração de ações de conteúdo de cultura com finalidade de engajamento nas redes e geração de leads e utilização de hashtags. Plano de Mídia – compra Impulsionamento das Redes Sociais, Compra de mídia programática formatos IAB em sites de cultura/Google Adwords, links patrocinados; Outras ações promocionais/ parcerias Divulgação da peça com distribuição de folders promocionais em escolas de teatro/ interpretação; faculdades e instituições de ensino relacionados à cultura; escolas de dança; escolas de música; etc. Parcerias com órgãos públicos para ações de divulgação principalmente dos espetáculos com gratuidade. Parcerias em rádios para distribuição de ingressos entre os ouvintes, divulgação em mídias especializadas localizadas nas comunidades
O projeto de montagem e circulação, orçado em R$ 1.572.820,00 terá duração de 11 meses (de 1º de outubro de 2024 a 30 setembro de 2025 - período ajustável), com temporada prevista para início em junho 2025 e 1 temporada com 14 apresentações pagas em São Paulo e as demais gratuitas em comunidades e centros de cultura das 3 cidades (São Paulo, Fortaleza e Rio de Janeiro). A estrutura contará com uma equipe de aproximadamente 21 profissionais (bailarinos, coreógrafos, músicos e pessoal técnico), todos qualificados na sua área de atuação.
Acessibilidade I – Acessibilidade Física – Os espetáculos serão realizados em espaços selecionados com rampas de acesso, banheiros adaptados a deficientes físicos e assentos para pessoas obesas e idosos. Também serão considerados a prioridade de entrada com bilheteria destinada a atendimento prioritário a idosos, gestantes, crianças de colo, deficientes físicos e pessoas com necessidades especiais. II – Acessibilidade para Deficientes Visuais – Está previsto, com custo lançado na planilha orçamentária, de programação em áudio, para as contextualizações necessárias dos espetáculos. III – Acessibilidade para Deficientes Auditivos – Está previsto, com custo lançado na planilha orçamentária, de Intérprete de Libras. IV - Haverá em cada temporada, duas sessões acessíveis destinadas exclusivamente ao público que apresente algum tipo de deficiência com a presença de um intérprete de libras e considerando possibilidade de suporte profissional para casos de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos.
Democratização do Acesso Visando alcançar um público maior e mais heterogêneo, desenvolvemos plano de ação que consiste em impactar diferentes perfis de público: Para um público com maior renda e diversificado (homens, mulheres, LGBTQI+A de diversas faixas etárias), pensamos em uma temporada com ingressos pagos. O objetivo é impactar o maior número possível de pessoas já habituadas ao consumo de produtos culturais. Essas apresentações privilegiarão sextas-feiras e finais de semana, em horários de lazer. Paralelamente às apresentações pagas, durante a semana (segunda a quinta) faremos uma agenda em comunidades para apresentações gratuitas. Essas apresentações serão destinadas principalmente às mulheres de baixa renda, moradoras de comunidades localizadas nas capitais que o projeto acontecerá. Dessa forma, o plano de distribuição/comercialização de ingressos ficaria da seguinte forma: 16 espetáculos gratuítos em parceria com Ceus/ centros e espaços de cultura dos Governos Estaduais e Prefeituras dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Beneficiários - Públicos dos CEUS/ estudantes e familiares/ comunidade local - estimativa 2.000 pessoas impactadas 2 espetáculos gratuitos em temporada comercial de São Paulo para portadores de qualquer tipo de deficiência ou público com necessidades especiais. Beneficiários - pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos bem como seus familiares. 14 espetáculos em temporada comercial em São Paulo (capital) com a seguinte distribuição: 5 % destinado a público de comunidade (convidados) de forma gratuita - estimativa 100 pessoas 10% destinado a público com necessidades especiais (espectros, síndromes ou doenças limitantes) de forma gratuita - estimativa 200 pessoas 20% destinados ao Vale Cultura - Ingresso R$ 42,36 (inteira) e R$ 21,18 (meia) - estimativa 400 pessoas 15% destinados a idosos/ estudantes (meia entrada) - Ingresso R$ 90,00 - estimativa 300 pessoas 10% destinados à ações promocionais - Ingresso R$ 90,00 - estimativa 200 pessoas 10% destinados à patrocinadores - gratuito - estimativa 200 pessoas 1% destinados à imprensa - gratuito - estimativa 20 pessoas 25% destinado a comercialização normal - Ingresso Inteiro R$ 180,00 - estimativa 500 pessoas 4% destinado à produção/elenco/equipe - gratuito - estimativa 80 pessoas
FICHA TÉCNICA PROPONENTE SIL CULTURAL - PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Gestão técnico- financeira geral do projeto |Aquisição de passagens ou locação carros para equipe | Contratação de Hospedagem | Contratação de transporte para deslocamento de equipe técnica |Contratação e gestão de dramaturgia| Contratação e gestão de elenco/ coreógrafa | Contratação e gestão de Direção Musical/ músicos | Contratação de geradores | Contratação e gestão de equipe | Contratação e gestão de equipe de montagem e desmontagem | Contratação e gestão de serviço de iluminação | Contratação dos locais de apresentação | Contratação de locais de ensaio | Contratação e gestão de Figurinista e produção de figurinos | Contratação e gestão de Cenógrafo e cenotécnico | Contratação e gestão de assessoria de imprensa / profissionais de marketing e design | Contratação e gestão de equipe de maquiagem e cabelo | Compra de mídia | Contratação e gestão de assessoria jurídica e contábil | Contratação e gestão de pesquisa |Contratação e gestão de captadores de recurso | Prestação de contas SIL CULTURAL - Silene Cristina da Silva – DRT 27.570/SP Publicitária, atriz e gestora cultural, é pós-graduanda do curso de Gestão de Projetos e Programas Culturais pelo Senac, sócio proprietária da Trevo Mídia e fundadora da Sil Cultural, que possui especialização na gestão de projetos culturais em diversas áreas de atuação com foco no desenvolvimento de parcerias com microempresas, profissionais independentes e artistas que compõem a cadeia produtiva do mercado cultural. Como publicitária, atua na área há mais de 25 anos, tendo especialização nas áreas de planejamento de comunicação, pesquisa de mercado, atendimento ao cliente, mídia e vendas em meios digitais e offline. Como atriz profissional, trabalhou por mais de 10 anos, atuando em diversos espetáculos. Também possui cursos nas áreas de criação de roteiro para cinema e teatro, pelo Senac, continuidade em cinema pelo CCBB; especialização em mímica, pelo Globe SP com Fernando Vieira, curso básico de iluminação para teatro com Denilson Marques, entre outros. Produziu espetáculos teatrais, onde desempenhou os papéis de atriz, produtora e assistente de direção, entre eles: "Espaguete, uma aventura no navio" com patrocínio da Adria, "Alice através do espelho", no Teatro Bibi Ferreira em SP; “Passional", no Teatro Augusta em SP, com direção de André Correa, entre outros. Já atuou como assistente de direção em diversas peças com profissionais como Zedú Neves, Lúcia de Lellis, Ariel Moshe, Beto Marcondes, Paco Abreu, Simone Shuba e Fernando Faria. COREÓGRAFA RESPONSÁVEL - Simone Takusi – DRT 0036724SP Coreógrafa e bailarina com experiência internacional, possui especialização em Jazz (com Thiago Victor), Dança do Ventre, Dança Havaiana (com Veronica Cabral). Proprietária Takusi Studio de Danças com modalidades como jazz, ballet clássico, ballet contemporâneo, hip hop, jazz funk, dança do ventre, street dance, entre outras; atualmente dirige sua própria companhia de dança “Cia Simone Takusi” e atua em várias companhias de dança como bailarina e performer, como o Grupo Ganesha Indian. Detentora de várias premiações, fez parte do D.S.A Dancers South America, participou como bailarina da turnê pela Europa com Ballet Nefertit com o espetáculo Brasil – Egito. Como coreógrafa, juntamente com Vittu Ferreira, foi responsável pela criação da coreografia do clipe das Olimpíadas Japão 2020 para o programa Esporte Espetacular da Rede Globo. Jurada de diversas premiações de dança, atuou também como mentora de revistas especializadas de dança. ASSESSORIA JURÍDICA - Liziane Luciana da Silva Sucena - OAB/SP 240049 Formada em Direito em 2001 pela Universidade Cidade de São Paulo, advogada devidamente inscrita nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, atuou por mais de 15 anos na área de Direito Trabalhista (compliance). Pós-graduada em Direito Processual Civil pela Universidade Metropolitana de São Paulo. Atualmente trabalha como Advogada Coordenadora da EVI Sociedade de Advogados, nas áreas de Direito Médico e Biomédico, Trabalhista e Empresarial (com foco em compliance) e Cível com enfoque na área da família, sendo especializados na defesa de direitos de famílias homoparentais (LGBTQIA+). Na área docente, atua como professora de ensino superior, lecionando disciplinas voltadas ao Direito, mas em especial a de ética e responsabilidade social. Realiza palestras e workshops em diversas instituições de ensino superior e empresas privadas. ASSESSORIA DE IMPRENSA - Daniela Sevilha – DRT 29.782/SP CEO da Sevilha Comunicação, empresa especializada em assessoria de imprensa para o setor cultural. Daniela Sevilha é Graduada em Comunicação Social/ Jornalismo, pela Universidade São Judas Tadeu e possui cursos de especialização em marketing digital, marketing de influência e gestão de redes sociais. Em 2015, direcionou sua carreira para área empresarial ao fundar a Sevilha Comunicação onde conseguiu colocar em prática seu amplo conhecimento em Comunicação Corporativa conquistados através de mais de 20 anos de atuação nas áreas de assessoria de imprensa, assessoria de influenciadores, gestão e prevenção de crises de imagem, comunicação interna, relações públicas, marketing de influência, gestão de redes sociais e produção de conteúdo online e offline. Desenvolveu sua carreira liderando serviços de comunicação integrada para empresas de diversos segmentos, tendo como foco principal o segmento de cultura. DIREÇÃO FOTOGRAFIA - Aurora Biondi Fotógrafa independente e Designer, Aurora Biondi é graduada em Rádio, TV e Internet pela Faculdade de Comunicação Social Casper Líbero e possui especializações como: Roteiro para cinema | Instituto de Cinema; A Direção de Fotografia de Lula Carvalho | Instituto de Cinema ; Cinematografia Monocromática | Associação Brasileira de Cinematografia, ministrado por Carlos Ebert; Direção de Fotografia | Associação Brasileira de Cinematografia, ministrado por Affonso Beato e Design Gráfico | EBAC | Em andamento. No setor cultural, já atuou como assistente de iconografia; assistente de criação na Fundação Gazeta e atualmente trabalha como designer na Midnight Marketing, desenvolvendo os mais variados tipos de projetos gráficos. PESQUISA E MARKETING - Fernanda Silva Carioca, boêmia, flamenguista de corpo e alma, estudante de história nas horas vagas, apaixonada por métricas, dados e tudo quanto é tipo de método que possa agrupar, desagrupar, analisar...desmistificar! Com mais de oito anos de atuação no mercado, Fernanda é formada em marketing, possui pós-graduação em Gestão Estratégica da Comunicação, diversos cursos de especialização em Pesquisa pelas instituições, Kantar Ibope Media, Grupo de Mídia de SP e IBGE, além de dois MBAs: Marketing Digital pela Infnet e Pesquisa de Mercado & Consumer Insights pela ESPM. Atualmente coordena área de pesquisa da Dentsu Creative, agência de publicidade de um dos maiores grupos de comunicação do Brasil. FIGURINO - Patrícia Serrato Choy Silva Modelista há mais de 20 anos, é formada em estilo e coordenação de moda com especializações em alfaiataria feminina, desenho de moda, técnicas de costura e acabamentos, além de modelagem industrial. Foi responsável pela concepção e execução dos figurinos do espetáculo Toy Story, produzido pela escola de dança Takusi. Possui formação em ballet clássico, dança do ventre, street dance e Jazz funk. Atualmente, além das especialidades já citadas, estuda zouk e salsa. Participou de diversos festivais, sendo premiada em vários deles. Esse ano participou dos festivais Reverence Festival de Dança, Festival Ciadi 2024 e 6º edição do Festival Belle Pet.
PROJETO ARQUIVADO.