Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Muxima Katendê é um Festival de Artes do Engenho Velho de Brotas, o coração de Salvador que celebra o legado ancestral do Mestre Moa do Katendê, por vias da difusão das produções artísticas culturais afrobrasileiras criadas por Mestres e Mestras da Cultura Popular, sobretudo do Bairro e comunidades adjacentes.Comrealização de 40 Oficinas de formação e capacitação entre as áreas de conhecimento, Dança, Música, Capoeira e Escrevivências com a Griotte, durante 03 meses (Out-Nov-Dez/2024). A culminância do Festival MUXIMA KATENDÊ está prevista parajaneiro/2025, com 04 Apresentações da equipe de cursitas e a Mostra Artística MUXIMA composta por 10 obras de artista local, selecionadas por convocatórias pública. Toda as atividades são gratuitas, abertas a todo público. Cada Mestra(e) terá uma(o) estagiária(o) que será remunerada(o) com Bolsa de Iniciação Artística.
Celebrar o Legado ancestral de Mestre Moa do Katendê com a realização de 40 Oficinas de formação e capacitação entre cada área de conhecimento, Dança, Música, Capoeira e Escrevivências com a Griotte, durante 03 meses (Out-Nov-Dez/24). Com a culminância do Festival MUXIMA KATENDÊ (Jan/25), com 04 Apresentações da equipe de cursitas e a Mostra Artística MUXIMA composta por 10 obras selecionadas por convocatórias pública.
Obj. Geral: Celebrar o Legado ancestral de Mestre Moa do Katendê com a realização de 40 Oficinas de formação e capacitação entre cada área de conhecimento, Dança, Música, Capoeira e Escrevivências com a Griotte, durante 03 meses (Out-Nov-Dez/24). Com a culminância do Festival MUXIMA KATENDÊ (Jan/25), com 04 Apresentações da equipe de cursitas e a Mostra Artística MUXIMA composta por 10 obras selecionadas por convocatórias pública. Obj. Expecíficos: Promover a cidadania cultural, ampliando o acesso gratuito aos bens culturais; - Abrir convocatória pública para premiação de 10 artistas Artistas de toda Bahia para participação na MOSTRA MUXIMA; Expressar a pluralidade cultural afro-brasileira/ afro-baiana plantada por Mestre Môa do Katendê na terra, em nossos corpos; Ofertar gratuitamente oficinas de danças afrobrasileiras, música percussiva, teatro, capoeira com mestres e mestras do saber popular do bairro; Visibilizar o fazer artístico e formador dos Mestres e Mestras; Promover acessibilidades por via da contratação de profissionais capacitados; Homenagem simbolica á memoria do Mestre Môa do Katendê por vias de representantes da família Katendê, filhos e filhas; Muxima Katendê é para jamais esquecer que Môa, seu legado e memória vivem em nossos corações.
Na língua banta a palavra muxima, signífica coração, Katendê é à divindade que lida com os segredos das folhas _ Kiuá Katendê Nganga! Nsabaaa ooh! Nessa proposta Katendê refere-se ao saudoso Mestre Môa do Katendê (1954/2018) que dedicou quase 50 anos de sua vida às muitas vertentes da cultura afro e religiosa no mundo, entre capoeira, danças, música, afoxé, condomblés... Aqui no quilombo urbano Engenho Velho de Brotas, bairro periféricos soteropolitano, nasceu, construiu sua história e teve sua vida ceifada. Môa, que segue vivo em nossos corações, pulsa e inspira artistas corpos pretos da atualidade, e que resistem no bairro com sua arte frente à invisibilidade posta. Negrizú, Samona, Bira, Berg, Everaldo e tantos outros, é cada um, é cada uma, a continuidade do sonho de Môa, e por isso é justo realizar um Festival de Artes Integradas que promovam os saberes e valores populares ás novas gerações. Nossa justificativa para a realização da terceira edicão do Festival em sua perspectiva de difusão formativa é de estimada importância conceitual e temática ao protejo, que pode ser observados no formato da experiência proporcionada ao público, que é um festival de artes preta na periféria, que conta com atividades artísticas formativas e fruitivas gratuitas. E pela forma como se dá a recepção do público que pode ser diverso, sem necessidade prévia de experiência nas artes, todos são bem vindos, independente de idade, crença, cor. As atividades serão mediadas por mestres e mestras do saber popular local convidades, que com seu fazer reafirmam cotidianamente nossas origens e ancestralidade, abrilhantaremos ainda, a programação com abertura de uma convocatória para 10 artistas do bairro e adjacência com previsão de serem reconhecidos pelo seu fazer com pagamento de cachê.
Documentos Complementares: https://drive.google.com/drive/folders/1uG-UF-rdgbyFQJgA9xYjFzjfcjE7Llhm?usp=sharing
Pré-produção - organização/preparação interna da Equipe Muxima Todo mês de setembro de 2024; Produção EVENTO DE ABERTURA DAS ATIVIDADES: 01 de outubro/24 Abertura solene em homenagem ao Mestre Môa do Katendê, com presença de familiares; Apresentação pública do projeto, sua programação e seus apoiadores; Apresentação dos Mestres e Mestras Oficineiras; Momento de Intervenção artística entre os presentes. Local de realização: Aparelhos culturais públicos, Praças e Parques em Salvador/Ba. Previsão de alcance de 150 pessoas. AS OFICINAS SERÃO (03 aulas em out/24; 03 aulas em nov/24; 03 aulas em dez/24 e 01 aula em jan/25) com 10 encontros para cada aréa do conhecimento, a saber: Dança Afrobrasileira com o Mestre Negrizú; Capoeira com o Mestre Ricardo Carcaça; Musica Percussiva com Mestre Bira Santos e Escrevivencia Griotte com a Mestra Jacira Bafafé, totalizando 40 oficinas preparativas para a Mostra Muxima. Cada oficina terá duração de 02 horas de atividade com foco nos aspectos fruítivos, formativos e criativos, serão realizadas nos espaços de atuação de cada Mestre convidado com acessibilidade e adaptado para melhor acolher todo público, com 30 vagas; Previsão de alcance de 2.000 pessoas. ABORDAGEM PEDAGÓGICA DAS OFICINAS: Oficina: Elementos das águas com Mestre Negrizú Preparação e apresentação da metodologia aplicada, aquecimento, exercícios nas referências aos elementos e arquétipos das Deusas das águas, com movimentação em duos nas diagonais, coletivos e circulares. Danças livres e preparação de coreografia. A oficina trabalha com a prática e a reflexão sobre o papel da dança afro, na sua relação com a educação corporal no processo da formação da cidadania, da expressão artística e cultural e da obediência natural de ordem interior. A oficina visa proporcionar o conhecimento, a valorização, a conscientização a visibilidade da cultura afro-brasileira, através da criação de uma memória corporal, se utilizando de um processo estético e educativo que promova a auto-estima da criança e do adolescente afro-descendente e pertencente a diferentes culturas. A necessidade de expressão é inerente ao ser humano e cada arte tem um instrumento e um meio. O instrumento da dança é o corpo e o meio é o movimento. Esta oficina oferece turmas para públicos em diferentes faixas etárias: crianças, jovens e adultos. Oficina de Capoeira com Mestre Ricardo Carcaça Atividade dinâmica para todos os envolvidos sem necessidade de conhecimentos prévios em Capoeira. Oportunidade de experienciar os elementos da capoeira como Ginga, Aú (estrelinha), a Esquivas baixa e alta, Meia-Lua entre outros. Buscar-se-á nas atividades abordar o jogo de ataque e defesa em duplas e em trio. Momento toada: Onde todos tocam e cantam; Ensinar uma cantiga de roda de capoeira Experienciar o jogo na roda. Oficina: Agdavis, ritmos em movimento com Mestre Bira Santos é uma oficina de iniciação a música percussiva afro-brasileira um passeio nos toques dos ritmos de matrizes africanas das nações Keto, Jeje e Angola.Objetivo: oportunizar a todos as pessoas participantes uma experiência musicopercussiva com os ritmos e a história dos toques e cantos desta nação Keto, Jeje e Angola. Ao final da oficina será apresentado pelos alunos uma mostra do que foi passado na aula. Oficina: Escrevivências Griotte com Mestra Jacira Bafafé Proposta de encontros com crianças, jovens e adultos, para salvaguardar a memoria cultural do bairro, uma experiencia de compartilhamento e escutas geradoras de novas narrativas sobre quem somos, quem são nossos herois e heroinas; Exercício de construção de espelhamentos positivos para nós pessoas afrodescententes; Reverberação poética: Poemas, expressões outras livres. Ações pontuais: - Outubro abertura oficial do evento; Abertura de convocatória para seleção de obras e premiação de artistas; data de passagem do Mestre Môa; data de nascimento do Mestre Môa; postagens nas redes sociais. - Novembro ato artístico ao 20 de novembro; Encerramento da convocatória para seleção de obras e premiação de artistas; postagens nas redes sociais. - Dezembro Cada Mestre terá estruturado sua apresentação para culminancia do projeto em janeiro; Ensaios, visita técnica; postagens nas redes sociais. - Janeiro de 2025 Ampla divulgação nas redes sociais, canais de radios e tv publica local; Operação boca a boca, em escolas publicas do bairro e adjacencias; Dia 18 de janeiro de 2025 - CULMINANCIA do Projeto MUXIMA KATENDÊ. Festival de Artes do Engenho, ano III, que será realizado no Cine Teatro Solar Boa Vista, a partir das 09h, evento gratuito, o teatro tem cappacidade para 800 pessoas. Pela manhã (09h ás 12h): acontecerá a abertura do evento; as oficinas simultaneas; preparação para Mostra Muxima; intervalo para almoço. Pelas Tarde (14h ás 18h30): Mostra Artística Muxima: 10 apresentações de obras artísticas selecionadas em convocatória pública, seguida de premiacao do artista; 04 apresentações de obras artísticas propostas pelos Mestres e Mestras oficineiros 01 show de encerramento. Pós-Produção - De 20 de janeiro a 28 de fevereiro organização/preparação interna da Equipe Muxima; Prestação de contas; postagens nas redes sociais.
Estaremos atentos ás medidas de acessibilidade física, atitudinal e comunicacional, e para isso contaremos com pessoal capacitado para vistoria arquitetônica nos espa;os de realização das atividades concernentes á proposta, garantindo acessibilidade e segurança a todo público, bem como reserva de assentos; Contratação de colaborador capacitado em acessibilidade atitudinal, para atendimento do público com demandas especiais Contratação de Intérprete de LIBRAS para tradução das atividades, dos Textos/Cards e produção de videos/heels chamadas virtuais; Contratação de Carro de som para difusão da programação nas principais ruas da comunidade; Produção textual para difusão do projeto de fácil compreensão para todas as pessoas; produção de Hastags que ampliem o acesso como #paratodessaberem; audiodescrição quando for necessária. A equipe MUXIMA estará preparada para acolher o público em sua mais variada forma de vida. Daremos Atenção principal á categoria de público que não tem acesso aos bens culturais público, que teve pouca ou nenhuma experiência fruitiva/formativa em artes. O evento será gratuito e aberto para toda pessoa interessada na imersão no universo das artes populares ancestrais que pulsam no Bairro.
A proposta de realização do Muxima Katendê Festival de Artes do Engenho, ano III tem prevista como estratégia de ampla divulgação e alcance de público, fazer uso das mídias sociais instagram/faceboook para difusão de cartazes e vídeos teaser/heels, em LIBRAS, envio em mailing do evento para grupos de artistas e espaços culturais com co-participação da comunidade por via de Associação de Moradores, grupos de senhoras; circulação de Cartazes impressos nas pontos de paradas dos ônibus, operação boca a boca/carro de som. Divulgar em Emissoras de Rádios locais, comunitárias. A proposta conta ainda com apoio da rede de parceiros que possam colaborar com nosso plano de difusão, compartilhando nossas atividades em seus canais de comunicação;Nas redes sociais da @tabepheproduções, e certamente, no perfil pessoal dos mestres e mestras convidados, dos artistas 10 selecionados bem como todes envolvides. Comprometo-me a fazer constar nas locuções, os nomes e as logomarcas do programa conforme orientação do manual de aplicação das marcas em todos os produtos, peças gráficas e de propagandas referentes à mídia e divulgação de todo o projeto supracitado. No intuito de alcançar maior número de público possível contaremos na Equipe Muxima com a contratação de 01 Assessor de Comunicação e 01 Social Mídia, além de carro de som que fará circular nas ruas do bairro cada passo do Festival Muxima.
Produção Geral - UILDEMBERG DA SILVA CARDEAL [BERG KARDY] é ser humano, soteropolitano, homem preto, intelectual e baixa renda, do quilombo urbano Engenho Velho de Brotas, reduto de muito axé, porto da cultura banto, onde se constitui todos os dias dos atravessamentos que se dão do corpo no lócus e do lócus no corpo. Pesquisa corpo, ancestralidade e processos criativos em dança no Mestrado Acadêmico e no Curso de Especialização em Estudos Contemporâneo em Dança oferecidos pelo PPGDança/UFBa, Licenciado em Dança pela Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia – UFBA; Formado pelo Curso de Educação Profissional Técnico de Nível Médio em Dança pela Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia - FUNCEB 2011. É educador, performer, dançarino e produtor cultural na @tabepheproducoes e no mundo, é membro do Grupo de Pesquisa em culturas Indígenas, Repertórios Afro-Brasileiros e Populares - Grupo Gira. http://lattes.cnpq.br/9213945747363665 Portfólio: https://drive.google.com/file/d/1-0fipcRuUvS2tAE-6O2FzF7b-R-nlBiW/view?usp=sharing OFICINEIRA MESTRA GRIÔ/ MEDIAÇÃO - JACIRA SACRAMENTO DE SANTANA - Jacira Bafafé é filha do bairro Engenho Velho de Brotas, sou de matrizes africana, oriunda do terreiro de Jagum, mulher afroameríndia. Sou pedagoga tenho muita identificação com a cultura afro regional. Venho há muito tempo desenvolvendo á arte de empreender e ensinar a comunidade local. Vejo a cultura do bairro muito extensa e importante, para a população negra do nossos pais. MESTRE GRIÔ/ OFICINEIRO - CARLOS PEREIRA DOS SANTOS - Negrizú - é natural de Salvador, arte-educador, dançarino, coreógrafo e pesquisador qualificado nas Danças Afrobrasileiras,Contemporâneas e Modernas pelos cursos de Extensão da Escola de Música e Artes Cênicas – EMAC/UFBA, ator e mestre da tradição oral – Griot; Eleito em 1981, o Moço Lindo do Badauê importante Associação carnavalesca de Afoxé, é autodidata, colaborador no Projeto Ação Griôt – MINC, professor de técnicas corporais, Danças negras e expressão corporal para jovens adultos e Jovens senhores em espaços de real participação e expressão da comunidade afrodescendente soteropolitana como Ponto de Cultura Espaço Cultural Pierre Verger – no Engenho Velho de Brotas e Escola Olodum no Pelourinho. No cinema interpretou Exú, na Minissérie Mãe de Santo da Rede Manchete de televisão em 1990; Dirigiu o corpo de baile do Bloco Afro Ylê Ayê. Foi dançarino convidado para abertura da finalíssima do Festival de MPB 80 da Rede Globo de televisão, na música Rasta pé de Chico Evangelista e Jorge Alfredo, com o Afoxé Badauê. http://www.pierreverger.org/br/pierre-fatumbi-verger/textos-e-entrevistas-online/verger-pelos-olhos-de/negrizu-abril-2017.html Memorial Artístico: https://memorialnegrizu.wordpress.com/ MESTRE GRIÔ/ OFICINEIRO - UBIRACI SANTOS DE JESUS - Bira Santos - é homem negro, nascido no bairro do Engenho Velho de Brotas, Salvador, Bahia, Brasil. Iniciou sua carreira artística como percussionista nos anos 90. È Alabé, músico, percussionista, arte-educador compositor com ampla experiência no campo das produções musicais percussivas, especializado numa variedade de toques, pesquisa ritmos, ancestralidade, memória e tradição nas músicas afrobrasileiras e populares. É Requisitado como percussionista acompanhante das aulas de dança afrobrasileira dos professores Nem Brito, Vera Passos, Leda Maria Ornelas, Negrizú Santos, Carol Bastos, Rita Rodrigues, Claudia Munzenmayer-Chile e Martha Graham - Estados Unidos. Dirigiu e gravou 6 CDs de sua própria autoria são eles Ritmos Mestiço, Tocando para os Orixás, Ritmeloxá, O Balanço do Mar, Ritmos Afro Eclético, Sonoridades Ancestrais. https://birasantos.com/pt/aulas/ https://birasantos.com/pt/fotos/ MESTRE GRIÔ/ OFICINEIRO - RICARDO SANTOS DA SILVA - Ricardo Carcaça - é educador social, Mestre da cultura com mais de 30 anos de vida/Capoeira, atuo como Facilitador no Espaço Pierre Verger, Apaixonado pela capoeira sou principal Fundador da Escola Cafuá de Capoeira. m.youtube.com/channel/UC0KnI1EaA_-aASvF3sr6Syw/feed CURADORIA - Andréia Oliveira, Soteropolitana, Intelectual Preta Baixa Renda, Dançarina, Educadora, Aprendiz de Capoeira, Performer, Produtora Cultural, Criadora em Audiovisual e Fotografia. Me arvoro pelos estudos das culturas AfroPindorâmicas, e dos processos de criação articulados à descolonização do conhecimento. Doutoranda (2020) e Mestra (2018) em Dança e Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança (2012) pelo PPGDANÇA/ UFBA. Estudante do curso de Licenciatura em Desenho e Plástica da EBA/ UFBA. Licenciada em Dança (UFBA/ 2011). Coordenadora do projeto de Experimentação Artística EXPERIMENTANDO KALUNGA (Edital P I B E x A 2 0 1 9 P R O E X T / U F B A ) . Integrante do GIRA Grupo de pesquisa em culturas indígenas, repertórios afro- brasileiros e populares - UFBA. Articuladora da Produtora Tabephe Produções. Diretora Artística da Residência Artística Serpentear na Kalunga, articulada a partir da pesquisa de doutoramento e contemplada com o Prêmio Jorge Portugal do Programa Aldir Blanc Bahia 2021, que arvorou o espetáculo em espaço virtual Gotas de Kalunga no Covil Encantado de Kimbanda. Link do Portfólio: https://drive.google.com/file/d/1xwMqRYVhDqDa_ceZlk0fgZv_nRTJml1w/view?usp=sharing Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2431263350717459 ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO - CARLOS SABINO DA SILVA JUNIOR - Jota é popularmente chamado de Jota, estudante de ciências sociais da UFBA e mobilizador social. Criado no Engenho Velho de Brotas, depois de ter atuado em associações de moradores do bairro, decidiu em 2010 criar junto com um amigo o site Nosso Engenho, que tem o objetivo de divulgar, promover e apoiar os eventos e projetos socioculturais na comunidade fazendo uma prestação de serviço de comunicação. A ideia surgiu depois da percepção de que os vários projetos existentes no bairro não tinha nenhum tipo de visibilidade da grande mídia. RECEPTIVO - MARIA LÚCIA MENDES DA SILVA - Dona Lúcia - LÚCIA é mulher preta, agente cultural e artista com mais de 15 anos de carreira, idealizadora da ação Caminhar com fé, no Dique do Tororó pela promoção da qualidade de vida da pessoas idosas e redução de danos, 2º lugar no concurso da Rainha Negra Malê ď Balê, portanto Princesa aos 60 anos. Carlos Leonardo de Jesus dos Santos [Carlos Jean] Conheci a dança através do colégio no qual eu estudava, lá só tinha Jazz, permaneci por 2 anos, logo depois a professora resolveu abrir uma companhia e lá eu continuei por mais 2 anos, ingressei na Ebateca fazendo ballet clássico por 2 anos, sou do curso técnico da FUNCEB, onde eu estou tentando me formar até hoje, (é babado) e faço parte do Balé Jovem de Salvador. Assistente de Produção da Tabephe Produções desde 2022. Estudante do Curso de Educação Física da UFTO. Erica Daiane é Santo Amarense, do Quilombo São Brás. Desenvolve habilidades criativas desde tenra idade, influenciada pelas práticas culturais de comunidade de origem. Graduanda docurso de Licenciatura em Dança da Escola de Dança da UFBA. Intérprete-Criadora da obra RG, coreografia do projeto Entre Mundos Afrodiaspóricos. Intérprete do Núcleo de Dança Coisa de Pretxs – NDC-Pretxs da Escola de Dança da UFBA. Participou doSeminário Afro - Atlântico em Artes Cênicas Contemporâneas - CECULT/ UFRB 2017; Participou do 1o Encontro Nacional de Estudantes Quilombolas 2018; Atuou como Produtora Cultural e Secretária da Associação Remanescente Quilombo de São Brás entre os anos de 2013-2015. Investiga o Samba Chula em suas composições artísticas. Apresentou o solo Dança Negra Chula no XXII Painel Performático da Escola de Dança da UFBA. CRISTIANE PASSOS - Intérprete de Libras. Atua na Secretária Municipal de Educação de São Francisco do Conde como regente na disciplina de LIBRAS no Ensino Fundamental I e EJA. Possui Especialização em Língua Brasileira de Sinais(LIBRAS) pela Dom Pedro II, Licenciada em Letras Português-Inglês pela Faculdade Integradas de Cruzeiro - FIC, graduada em Gestão Empresarial pelo Instituto Baiano de Ensino Superior - IBES, graduanda em Letras-Língua Estrangeira Espanhol pela Universidade Federal da Bahia - UFBA, pós-graduanda emPsicopedagogia Institucional pelo Instituto Pró Saber. Tem experiência de Coordenadora da equipe de LIBRAS em projetos artísticos. Link do currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8655132615209438 Portfólio: https://drive.google.com/file/d/18E3iK6qaqBfIY4h2ZsAERDCNEZXb5Jvr/view?usp=drive_link Gilmara Conceição é Licenciada e estudante do bacharelado em Geografia UFBA. Entusiasta das artes que articula possibilidades de estabelecer diálogos culturais entre a geografia, o corpo e acessibilidades para corpos diversos. Atuei como Ledora e Transcritora no NAPE - Núcleo de Apoio à Inclusão do Aluno com Necessidades Educacionais Especiais PROAE/ UFBA 2017-2018. Participei como guia de Acessibilidade na 14° Conferência Municipal de Assistência Social de Salvador nos dias 05 e 06 de Julho de 2023. participou da Capacitação a distância dos colaboradores que atuaram na aplicação do Encceja 2022, na modalidade a distância, com carga horária de 20 horas, no período de 10/08/2022 a 27/08/2022, com nota 10, na função Aplicador Especializado. Assistente de Produção da Tabephe Produções já atuou nos eventos: Muxima Katendê Festival de Artes do Engenho em Salvador 01/2023 contemplado pelo edital Arte Todo Dia com o patrocínio da Fundação Gregório de Matos; Produtora Cultural com o Coletivo LIGAdoCORPO na obra Índio Boca Azul, premiada na categoria Intervenção Urbana do Quarta que Dança – 2013. Participei da produção compartilhada do mini documentário intitulado Manifestações Populares realizado como cumprimento final do componente Ação Curricular em Comunidade- ACCs, Saberes e Fazeres da Cultura Popular na Educação ministrado pelo prof. Dr. Pedro Abib da Faculdade de Educação – Universidade Federal da Bahia – 2018. Participei do evento Igatú-Mocambo Educação e intervenções Artísticas em Comunidades com realização de oficina de Jogos Teatrais e apresentação da performance DIDJERIDU: O QUINTO ELEMENTO. Orientado pelo Prof. Ricardo Biriba da Escola de Belas Artes Universidade Federal da Bahia - 2017. Atuei como monitora no 1o Encontro de Dança Inclusiva. O que e isso? Promovida pelo Departamento de Técnicas e Práticas Corporais da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia – 2010. Vídeo Documentário: https://www.youtube.com/watch?v=g98X-AWHuOA, Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1480089654241563, Portfólio: https://drive.google.com/file/d/1G49_t8G5v-qymXzV0BxGIk5s1qalveY/viewusp=sharing À contratar: 04 Estagiários/as, 01 Designer Gráfico, 01 Iluminador e 01 Técnico de Sonorização.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.