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PRONAC 244636Expirado o prazo de captação parcialMecenato

Sucurijuquara em Cena

55.629.011 MARCIA CRISTINA DA SILVA VALE
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 176,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

88.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet nas Favelas 2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-07-01
Término
2026-04-30
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Flor da Infância _ O Boi na Rua é uma proposta de espetáculo de teatro de rua protagonizado por quilombolas da comunidade de Sucurijuquara, em Belém. A peça musical vai falar sobre a história da comunidade e do Flor da Infância, boi de comédia formado pelas crianças quilombolas e comandado pelo Mestre Bacuí. O espetáculo será resultado de oficinas de iniciação teatral, dança e de percussão que serão realizadas em Sucurijuquara com a realização de ensaios abertos e apresentações públicas nos distritos de Mosqueiro e Outeiro e em dois (2) bairros da periferia de Belém - Jurunas e Terra Firme.

Sinopse

A montagem de teatro de rua será itinerante, estruturada em forma de cortejo com três paradas cênicas para narrar a história, as memórias e a resistência cultural da comunidade quilombola de Sucurijuquara.A obra propõe resgatar as origens das manifestações culturais tradicionais da comunidade, valorizando saberes, brincadeiras, cantos e práticas que atravessaram gerações e que hoje representam a força da identidade local.Os personagens ? moradores da própria comunidade ? irão compor uma trama viva de memórias, lutas e afetos, apresentada em três atos: Sucurijuquara e suas memórias, As tradições populares do território, e A resistência cultural na atualidade.O roteiro será construído de maneira coletiva, a partir das vivências compartilhadas nas oficinas de iniciação teatral, dança, percussão e audiovisual realizadas na comunidade, estimulando a criação de cenas autorais que expressem o pertencimento e o orgulho das raízes quilombolas.

Objetivos

GeralPreservar e valorizar a memória coletiva e as manifestações culturais tradicionais da comunidade quilombola de Sucurijuquara, produzindo um espetáculo de teatro de rua com moradores locais, tendo como fio condutor a história, a cultura e as tradições da comunidade.EspecíficosRealizar 01 oficina de iniciação teatral para 20 jovens e adultos (15 a 25 anos), com 10 horas/semana;Realizar 01 oficina de dança para 20 jovens e adultos (15 a 25 anos), com 10 horas/semana;Realizar 01 oficina de percussão para 20 jovens e adultos (15 a 25 anos), com 10 horas/semana;Realizar 01 oficina de audiovisual como contrapartida social, onde os oficineiros poderão registrar depoimentos de moradores antigos, incluindo, se possível, uma entrevista com o Mestre Bacuí, valorizando a memória oral da comunidade;Realizar ensaios abertos do espetáculo na comunidade de Sucurijuquara e no Distrito de Mosqueiro;Realizar 04 apresentações públicas do espetáculo em Mosqueiro, no distrito de Outeiro e nos bairros do Jurunas e Terra Firme;Divulgar as ações do projeto nas redes sociais e na imprensa em geral, garantindo visibilidade às manifestações culturais tradicionais da comunidade.

Justificativa

Esta é uma proposta para o fortalecimento e valorização das manifestações culturais tradicionais da comunidade quilombola de Sucurijuquara, localizada no Distrito de Mosqueiro, em Belém. Para isso, realizaremos oficinas de iniciação teatral, dança e percussão para jovens e adultos da comunidade, com o objetivo de estimular a formação artística e equipar os participantes com roupas e instrumentos musicais, culminando em quatro apresentações públicas e gratuitas em distritos e bairros da periferia de Belém.Sucurijuquara é uma das poucas comunidades quilombolas localizadas em área urbana no Brasil, situada na Baía do Sol, em Mosqueiro. Apesar de ter sido reconhecida como território quilombola pela Fundação Palmares em 2014, ainda não possui regularização fundiária pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o que a expõe a ocupações irregulares, problemas ambientais e compromete a preservação de sua identidade cultural.Neste contexto, o projeto Sucurijuquara em Cena surge como uma ação de resistência cultural e fortalecimento das tradições locais, promovendo a preservação dos saberes e práticas que resistem no território, como as brincadeiras populares, as manifestações cênicas e a música tradicional. A proposta busca ampliar o número de participantes, garantir visibilidade às expressões culturais da comunidade e criar espaços de fortalecimento para as futuras gerações.As apresentações ocorrerão em Sucurijuquara, no Distrito de Mosqueiro, em Outeiro e nos bairros do Jurunas e Terra Firme, locais marcados por baixos índices de desenvolvimento humano e altos índices de vulnerabilidade social.O projeto tem como foco toda a comunidade: jovens e adultos serão protagonistas das oficinas e das apresentações, enquanto as crianças serão estimuladas a se aproximar e valorizar sua cultura local, ajudando a combater a evasão escolar e o trabalho infantil, desafios ainda presentes segundo dados do UNICEF no Pará.A escolha pelo teatro de rua se dá pela sua acessibilidade, inclusão e capacidade de transformar espaços públicos em palcos de expressão popular, retirando do anonimato as culturas tradicionais muitas vezes invisibilizadas. O projeto busca valorizar a identidade quilombola, sensibilizar a população e fomentar o orgulho das raízes locais.Assim, incentivar esta iniciativa é promover uma ação afirmativa em favor da cultura negra, integrando arte popular, tradição oral e práticas ancestrais na defesa da identidade e do modo de vida das populações tradicionais.Esta proposta contribui diretamente para os seguintes objetivos da Lei de Incentivo à Cultura:Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Promover a regionalização da produção cultural brasileira e valorizar conteúdos locais;Apoiar e difundir as manifestações culturais e seus criadores;Proteger expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;Preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural;Estimular a produção e a difusão de bens culturais formadores de conhecimento e identidade.E também atende aos objetivos da Lei nº 8.313/91, especialmente:O fomento à produção cultural e artística;A preservação e difusão do patrimônio artístico e cultural;O estímulo ao conhecimento e valorização dos bens culturais por meio da distribuição pública e gratuita de atividades artísticas.Por meio das oficinas, ensaios e apresentações públicas, o projeto Sucurijuquara em Cena reforçará o protagonismo negro na Amazônia Paraense e fortalecerá o sentimento de pertencimento, visibilizando uma cultura viva e fundamental para a formação do nosso país.

Estratégia de execução

A execução do projeto foi readequada para o ano de 2026, considerando as demandas de agenda associadas à COP30 e em alinhamento com a patrocinadora Vale. O cronograma previsto respeita todas as etapas técnicas e operacionais necessárias para garantir a qualidade e o alcance das ações propostas:Janeiro e Fevereiro de 2026 ? Pré-produção: planejamento logístico e pedagógico, contratação de equipe técnica e artística, aquisição de materiais, articulação com parceiros locais e finalização de identidade visual do projeto.Março a Maio de 2026 ? Execução das Oficinas: realização de oficinas formativas com foco em teatro, dança, percussão e narrativas tradicionais com crianças e adolescentes das comunidades atendidas.Junho de 2026 ? Ensaios e Apresentações Públicas: culminância das ações com apresentações abertas ao público e ações de contrapartida cultural, incluindo captação audiovisual.Julho de 2026 ? Pós-produção e Finalização: edição de registros, sistematização das atividades desenvolvidas, prestação de contas e encerramento técnico e institucional do projeto.Todas as etapas serão executadas em consonância com os princípios de democratização de acesso, valorização da cultura popular e participação comunitária.

Especificação técnica

OficinasO processo de criação e produção do espetáculo será desenvolvido através de 03 oficinas artísticas:1. Oficina de Introdução ao Teatro de RuaDirecionada para a preparação corporal e vocal com noções básicas do jogo cênico, com o objetivo de selecionar e preparar o elenco do espetáculo.Conteúdo Programático:Breve contexto histórico (o negro no Pará e a influência da cultura negra nas manifestações tradicionais de cultura popular na Amazônia);O que é o teatro de rua? (origem no Brasil e características);Alongamento corporal;O corpo fala: expressão corporal;O corpo no espaço aberto;Voz e dicção;Prática de montagem cênica.Metodologia:Aulas expositivas;Leitura de textos;Uso de audiovisual;Jogos e exercícios cênicos individuais e em grupo;Rodas de conversa.Carga horária: 60 horas Duração: 6 semanas Número de vagas: 20 Instrutor: Claudio Melo – ator, diretor teatral, produtor cultural e arte-educador.2. Oficina de PercussãoDirecionada para a confecção de tambores e outros instrumentos percussivos, utilizando matéria-prima natural disponível no território, como cascas, caroços, sementes, madeiras e fibras.Conteúdo Programático:Breve contexto histórico (o negro no Pará e a influência da cultura negra nas manifestações tradicionais de cultura popular na Amazônia);Apresentação de matéria-prima, instrumentos e participantes da oficina;Coleta de matéria-prima;Seleção de materiais;Construção de instrumentos;Audição e execução de ritmos;Encerramento: exposição das peças e roda de carimbó.Metodologia:Aulas expositivas;Rodas de conversa;Aulas práticas.Carga horária: 40 horas Duração: 4 semanas Número de vagas: 20 Instrutor: Ronaldo Curuperé – músico, luthier e arte-educador com mais de 30 anos de experiência.3. Oficina de Danças PopularesDirecionada para o trabalho de expressão corporal e de construção coreográfica de três manifestações tradicionais da cultura popular paraense: boi-bumbá, carimbó e lundum.Conteúdo Programático:Breve contexto histórico (o negro no Pará e a influência da cultura negra nas manifestações tradicionais de cultura popular na Amazônia);Identificação e experimentação de gestos e ritmos de danças populares regionais, valorizando a identidade cultural das comunidades quilombolas.Metodologia:Aulas expositivas;Leitura de textos;Aulas práticas dirigidas;Trabalhos e exercícios em grupo;Laboratórios de dança.Carga horária: 40 horas Duração: 4 semanas Número de vagas: 20 Instrutor: Edson Barata – educador artístico, gestor cultural, carnavalesco, produtor parafolclórico, cenógrafo e figurinista.Oficina de Audiovisual (Contrapartida Social)Oficina voltada à introdução em técnicas básicas de audiovisual, com foco em registro documental. Durante a formação, os participantes poderão entrevistar moradores antigos da comunidade, incluindo, se possível, o Mestre Bacuí, como forma de preservação da memória oral de Sucurijuquara.Conteúdo Programático:Introdução ao audiovisual comunitário;Técnicas básicas de captação de vídeo e áudio;Entrevistas e histórias de vida;Prática de captação na comunidade.Metodologia:Aulas expositivas;Oficinas práticas;Desenvolvimento de projeto coletivo de registro documental.Carga horária: 20 horas Duração: 2 semanas Número de vagas: 10Espetáculo "Sucurijuquara em Cena"O espetáculo terá cerca de uma hora de duração. Será organizado em formato itinerante, entremeando falas dos personagens sobre as memórias da comunidade, com apresentações musicais e coreográficas das turmas formadas nas oficinas de música, dança e teatro.A narrativa será dividida em três atos, representando:As memórias da comunidade;As manifestações culturais tradicionais;A resistência e a preservação da identidade quilombola.O espetáculo será apresentado em espaços públicos, integrando o calendário da quadra junina, período em que a cultura popular da região se manifesta com mais força e expressão.

Acessibilidade

Seguem abaixo as medidas de acessibilidade aos produtos culturais e sua divulgação: 1. Oficinas As oficinas serão realizadas no barracão central da comunidade quilombola de Sucurijuquara e terão as seguintes medidas para garantir a acessibilidade: - Acessibilidade arquitetônica: Rampas, corrimão e espaços para o trânsito de cadeiras de rodas. Os banheiros também serão adequados para o uso de pessoas com necessidades especiais ou dificuldade de locomoção. Há previsão de auxiliares para condução de pessoas com deficiência física, cadeirantes, e mobilidade reduzida. - Acessibilidade para PCD Auditivos: Intérpretes de libras. Dois profissionais serão utilizados para acompanhar as oficinas. 2. Espetáculos - Acessibilidade arquitetônica: Rampas, corrimão e espaço para o trânsito de cadeiras de rodas. E banheiros adaptados para atender pessoas com dificuldade de locomoção. Previsão de auxiliares para condução de pessoas com deficiência física, cadeirantes, e mobilidade reduzida. - Acessibilidade para PCD Auditivos: Intérpretes de libras. Dois profissionais qualificados farão a tradução e interpretação dos espetáculos nos quatro dias de apresentação nas periferias. - Acessibilidade para PcD Intelectuais: Monitores treinados para uso de comunicação objetiva e assertiva e, se necessário, a comunicação aumentativa alternativa como recurso. - Acessibilidade para PcD Visuais: Um audiodescritor e um guia para acompanhar as pessoas cegas e com baixa visão, disponibilizando o cenário para ambientação e toque como reconhecimento de formas físicas e texturas. Obs: Além destas medidas, estamos dialogando com o Sesc Ver-o-Peso para realizar no teatro local uma sessão acessível com plateia formada por pcds visual, auditivo e intelectual, garantindo fones de ouvido abafadores e espaço sensorial com técnicos especializados para acolher pessoas com TDAH e espectro autista em caso de necessidade. 3. Divulgação O material audiovisual de divulgação nas redes sociais será editado com tradução em Libras e legendas. Também garantimos que nos vídeos todos os entrevistados usarão linguagem simples e de fácil compreensão. Além disso, a divulgação trará informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade nas oficinas e espetáculos.

Democratização do acesso

Sucurijuquara em Cena é um projeto cultural que promove ações focadas em crianças, jovens e adultos da comunidade quilombola de Sucurijuquara, tanto como público beneficiário das atividades culturais ofertadas quanto como protagonistas do espetáculo cênico e musical que será produzido.As oficinas de iniciação teatral, dança, percussão e audiovisual são totalmente gratuitas e destinadas aos moradores da comunidade, especialmente jovens a partir de 15 anos e adultos em geral ? públicos que historicamente enfrentam o isolamento cultural e a escassez de acesso a políticas públicas de fomento.As crianças da comunidade também serão incentivadas a participar e a se aproximar das atividades culturais, como forma de valorizar a identidade local e fortalecer a nova geração de agentes culturais.Como parte da estratégia de democratização de acesso, o projeto estimula a participação de pessoas de todas as identidades e expressões de gênero, promovendo a inclusão do público LGBTQIA+ nas atividades propostas.Durante o processo de formação, realizaremos ensaios abertos em Mosqueiro, aos finais de semana, aproveitando o aumento da circulação de visitantes vindos de Belém, ampliando o alcance das ações culturais para um público mais diverso.As apresentações públicas do espetáculo acontecerão:Em Sucurijuquara e nos bairros do Jurunas e Terra Firme, no mês de junho, durante o período das celebrações da quadra junina, momento tradicional de valorização da cultura popular na região Norte.As apresentações pretendem aproveitar a atmosfera festiva da quadra junina para fortalecer a visibilidade da cultura quilombola em meio às festividades típicas da época, marcadas por danças, cortejos e expressões populares.Com foco na ampliação do acesso aos bens culturais, e em conformidade com o disposto nos Artigos 29 e 30 da IN MinC nº 11/2024, o projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso:II – Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos, incluindo seus acompanhantes;III – Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais das oficinas e dos espetáculos, com tradução em Libras e audiodescrição;IV – Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por meio de redes públicas de televisão e outros meios gratuitos de comunicação;V – Realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, como ensaios abertos para a comunidade;VI – Desenvolver ações culturais voltadas especialmente ao público infantil e infantojuvenil, integrando crianças da comunidade às atividades formativas e artísticas.Essas ações garantem que o projeto tenha impacto social ampliado, proporcionando à população quilombola e aos visitantes o livre acesso à cultura, promovendo diversidade, inclusão e visibilidade das tradições locais.

Ficha técnica

· Marcia Vale – Coordenação Geral Seguindo os passos de seu pai, o Mestre Bacuí, desde jovem participa das atividades culturais da comunidade de Sucurijuquara, em Mosqueiro. Primeiro como integrante do Pássaro Rouxinol, já extinto. E hoje trabalhando na organização e produção das apresentações do Boi Flor da Infância. Neste projeto, realizar a coordenação geral, organizando as equipes na produção das atividades propostas, mas principalmente, mobilizando os moradores da comunidade em torno das ações propostas, oficinas, ensaios e apresentações. · Wanderson Lobato – Produção Jornalista e Produtor Cultural com mais de 20 anos de experiência, produzindo e dirigindo projetos sobre a realidade amazônica. Como o projeto Nós – Quilombolas da Amazônia (https://www.youtube.com/watch?v=hQB4we_G950). Em 2024, roteirizou e dirigiu o documentário “Por Aí com o Juraci”, audiovisual que homenageia a trajetória de um dos mais importantes literatos da Amazônia na atualidade, Antonio Juraci Siqueira. Projeto aprovado no edital de Audiovisual da Lei Paulo Gustavo, em Belém. · Cláudio Melo – Direção do Espetáculo Ator, diretor teatral e sonoplasta desde a década de 1980. Atuou nos seguintes grupos de teatro: Grupo Palha, Grupo Experiência, Grupo Usina, Grupo Gente de Teatro e CIA. Tragicômica, exercendo as funções de ator, diretor e/ou sonoplasta. Em 2019, participou com o Grupo Usina do projeto “Mambembarca”, contemplado com o prêmio Rumos Itaú Cultural, também coordenou a” I Mostra de Teatro da Amazônia – Narrativas do Norte”, e sob a direção de Cláudio Barros integrou o elenco do espetáculo “Caeteuara”, inspirado na vida do poeta bragantino Eimar Tavares. O artista paraense também desenvolve pesquisa musical para teatro de bonecos e dança. · Allan Tomaz – Assessor de Comunicação Jornalista e Publicitário formado pela Universidade Federal do Pará, com 20 anos de atuação profissional em Comunicação Social com passagem pelo jornalismo impresso (Revista Os Desafios da Amazônia Em Questão e Jornal Ciência Amazônia); jornalismo e publicidade radiofônica (Rádio Comunitária Resistência FM); marketing digital (Ong Epilepsia 360 e Sindicato dos Bancários); assessoria de comunicação parlamentar (ALEPA), científica (SBPC) e sindical (Sindicato dos Bancários do Pará), por onde atuou como repórter, diagramador, roteirista, editor e coordenador. . Ádila Varela - Produção Executiva Arquiteta e Urbanista - Atua nas áreas de Gestão e Logística do funcionalismo público estadual e do terceiro setor há 30 anos, nas áreas da Cultura e Educação, com passagens pela Secretaria Estadual de Cultura, Fundação Cultural do Pará, Associação São José Liberto e Fundação Curro Velho. Atualmente é Coordenadora Administrativa do Campus I CCSE, da Universidade Estadual do Pará. Aline Corrêa – Consultoria de Acessibilidade Graduada em Letras Língua Portuguesa pela Universidade do Estado do Pará, pós-graduada em Ensino Aprendizagem da Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Pará. Integrou a Comissão de Inclusão e Acessibilidade da UEPa. Qualificou-se em audiodescrição pelo Instituto Benjamin Constant (RJ) e pela Escola de Gestão para o Desenvolvimento do Servidor de Campinas (SP). Atualmente é proprietária e diretora de inclusão e acessibilidade na empresa Imagem Acústica Audiodescrição que está há 7 anos ativa no mercado.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.