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A Proposta Cultural visa realizar uma troca de saberes e experiências artísticas através das expressões da cultura Hip Hop nas periferias do estado da Bahia, na cidade de Salvador com a presença de mais de 30 artistas convidados(as), de Fortaleza- Ceará, Belém do Pará, Piaui, Paraiba, interior do estado da Bahia entre outros. Com este intercâmbio buscaremos nacionalizar o acesso à cultura, fortalecendo estados do norte- nordeste com atividades formativas, apresentações e premiações, priorizando a presença de corpos de homens e mulheres negros(as), LGBTQIAP+ e PCDS implicados (as) nesta mobilização,evento gratuito de 13 à 15 /12/2024
No primeiro dia de encontro, serão realizadas as palestras, (bate papo), sobre empreendedorismo cultural, Hip Hop e patrimônio imaterial brasileiro, estética e política. Dessa forma, o Intercâmbio Hip Hop Construção Nacional Norte- Nordeste Festival, visa socailizar e difundir um debate que girou em torno das discussões no ano de 2023 na Construção Nacional Hip Hop. É uma forma de compartilhar presencialmente, junto a este pedaço do norte e nordeste brasileiro os eixos que mobilizarão a construção desde o ano passado e coloca em prática o Decreto 11.784 de 20 de Novembro de 2023, que dispõe sobre as diretrizes nacionais para as ações de valorização e fomento da cultura Hip Hop. De acordo com o Art. 2º paragráfo único: "são elementos da cultura Hip Hop: II o jeito de se vestir, as gírias e as expressões. Além disso, garante o que consta no Art. 4º, (IV) Promover condições necessárias à realização de jams, cypher, slam, poetry slam, as batalhas, rodas culturais, entre outros espetáculos e expressões culturais. Contudo, este dia será voltado para o que se vem classificando como processo formativo teórico- prático por meio de ações educativas- culturais. O segundo dia haverá ações culturais práticas: oficinas e vivências com Mc, Dança de Rua, Discotecagem (beat maker) e Graffiti, batalhas de estilo em dança, música, artes visuais relacionados a cultura urbana, Hip Hop. Terceiro dia com demonstração das batalhas de estilo das quatro expressões, premiação e apresentação com convidado (a) artístico da Bahia, Pará e Ceará. Haveram batalhas e demonstrações na modalidade feminino e masculino nas linguagens de dança, slam e graffiti.
Objetivo Geral. O Intercâmbio Hip Hop Construção Nacional Norte- Nordeste Festival quer reunir artistas da cultura urbana Hip Hop do Ceará e Belém, Piaui, Paraiba, Sergipe, Bahia tanto capital e interior numa ação de formação, palestras (debate papo) e vivências de dança, música regional e instrumental, artes visuais na cidade de Salvador de 13 à 15 de Dezembro de 2024 em três dias de encontro. Dessa forma, o intuito é fortalecer práticas culturais ligadas ao Hip Hop e ações diversas nas periferias destes estados por meio dos atores sociais: b.boys e b.birls, lockers, poppers, Dj's, Mc's e graffiteiros (as) moradores destes territórios. Assim, serão realizadas mesas de bate papo sobre empreendedorismo cultural e ações educativo- culturais, oficina, palestras sobre economia criativa, patrimônio, estética e política na cultura Hip Hop. Serão realizadas contudo, três mesas de bate papo com eixo sobre empreendedorismo cultural, Hip Hop e patrimônio imaterial brasileiro, estética e política; onde no 1. primeiro dia, será voltado a esse tipo de encontro, mesa e palestras; voltado à oficinas e vivências com Mc, Dança de Rua, Discotecagem e Graffiti para um público intergeracional, stands pra fortalecimento da Economia criativa no Hip-Hop, entre público participante e circulante. 2. segundo dia, vai acontecer as batalhas dos elementos da cultura Hip-Hop, serão 9 no total. 3. Terceiro Finais das batalhas , cerimonia de premiação e apresentação artisticas com convidado (a) artístico renomado e iniciantes moradores deste estado sede, Bahia. Objetivo Específico. > Fomentar ações da cultura urbana Hip Hop nos teritórios periféricos da região norte/nordeste: Belém, Fortaleza, Piaui, Ceará, sergipe , Salvador e Interior do estado da Bahia; > Ampliar ações de artistas da cultura urbana Hip Hop da região norte/nordeste e suas formas de produção cultural e emprendedorismo cultural nas periferias de suas respectivas cidades; > Promover o intercâmbio cultural entre artistas de Hip Hop dos estados da Bahia, Belém, Fortaleza, Piaui, Ceará e sergipe, com o intuito de trocar experiências e aprendizados das diferentes realidades; > Detalhamento Realizar 05 (cinco) ações formativas/ oficina com os 5 (cinco) Elementos da Cultura Hip Hop nas categorias de dança (breaking), música popular (rap),artes visuais (graffiti) e música instrumental (discotecagem); Realizar 01 (uma) roda geral de bate papos, contando vivência e detalhando como as ações culturais tem funcionado dentro de seus estados, Realizar 10 (dez) stands para fortalecer a economia criativa onde os participantes convidados poderam vender seu livros camisa, quandros, cds, entre outros. Realizar 09 ( nove) Batalhas dom os 5 (cinco) Elementos da Cultura Hip Hop com premiação nas categorias de dança (breaking), música popular (rap),artes visuais (graffiti) e música instrumental (discotecagem); Realizar 05 (seis) show de encerramento com artistas renomados nacionalmente e iniciantes destes estados acima e que farão o intercâmbio em Salvador, tendo mais 2 horas de microfone aberto para os artistas como menos visibilidade manifestem sua arte.
Os porques desta lei de incentivo, Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, artigos 48 e 50 do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023 primeiramente se justifica pelos estados do Ceará, Pará e Bahia, embora muito rico em expressões culturais, serem regiões historicamente marcadas por receberem menos investimentos públicos/privados perenes para promoção e continuidade de práticas culturais urbanas como o Hip Hop. Não é necessário grande esforço para se notar a importância política, social, econômica, cultural e educacional do Hip Hop. Tão pouco, não é difícil de se perceber a presença de agentes, atores sociais da cultura Hip Hop em vários âmbitos políticos institucionais. Com este tipo de atuação social, política, cultural e artística, o Hip Hop se consolidou mundialmente com cinquenta anos de história. No Brasil, desde 1983, segundo fontes e registros documentados e coletados, quarenta anos de história (Botelho, DVD, 2010). Dessa forma, a promoção de ações desta cultura urbana, praticada em sua grande maioria por negros, negras periféricos, periféricas espalhados pelo Brasil só fortalece a continuidade para as próximas gerações, contribui para a diminuição das desigualdades regionais e econômicas, amplia e oportuniza ações historicamente em regiões com menores investimentos, e fomenta ações culturais urbanas do Hip Hop em Salvador, Belém e Fortaleza, territórios com menos tipos de financiamentos públicos e privados ao segmento cultura Hip Hop. Assim, as mesas de bate papo sobre empreendedorismo cultural e ações educativo- culturais, oficina palestras sobre economia criativa, patrimônio, estética e política na cultura Hip Hop, terão como pressuposto, este tipo de (re)tomada de narrativa no cenário cultural, principalmente em se tratando da cultura urbana em questão, o Hip Hop e suas formas de expressão. Justamente por ela, a cultura Hip Hop, estar referenciada no eixo Sudeste, tendo smpre São Paulo como parâmetro. Queremos demonstrar, que, a despeito da importância da cena de São Paulo, estes estados da Bahia, Pará e Ceará também tem uma cena Hip Hop muito importante para ser conhecida no repertório nacional. Por fim, a proposta cultural visa implementar na prática o Decreto 11.784 de 20 de Novembro de 2023 que dispõe sobre as diretrizes nacionais para as ações de valorização e fomento da cultura Hip Hop. De acordo com o " Art. 4º, (IV)- Promover condições necessárias à realização de jams, cypher, slam, poetry slam, batalhas, rodas culturais, entre outros espetáculos e expressões culturais". Neste sentido, ao tornar prático este documento, também descentraliza os recursos incentivados da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991 - Lei Rouanet, disponibilizando parte das receitas a projetos nas periferias do Norte- Nordeste. Entendemos, todavia, que nossos porques são reconhecidos por nossos conterrâneos, e naturalmente, compreensível dentro de uma estrutura maior de descentralização, regionalização de incentivos fiscais e investimento cultural voltados dessa vez, aos estados da Bahia, Pará e Ceará.
O intercâmbio Hip Hop Construção Nacional Norte- Nordeste Festival tem previsão para acontecer no mês de dezembro na primeira quinzena e com duração máxima de três dias. A proposta pedagógica adotada são as mesmas que fazem sentido na cultura urbana Hip Hop, oralidade, pois seguimos uma máxima que compreende os seguintes fundamentos: "O fato de nunca ter tido uma escrita jamais privou a África de ter um passado, uma história e uma cultura. Como diria muito mais tarde meu mestre Tierno Bokar: A escrita é uma coisa, e o saber, outra. A escrita é fotografia do saber, mas não o saber em sí. O saber é uma luz que existe no homem. É a herança de tudo aquilo que nossos ancestrais puderem conhecer e que se encontra latente em tudo o que nos transmitiram, assim como o baobá já existe em potencial em sua mente" (Amadou Hampâté Bâ, 2003, p 175). Seguindo este conceito de procedimento, prática pedagógica é um processo de oralidade e escrevivência,(Evaristo, 2008) e buscaremos trocar juntos, juntas neste projeto pedagógico, especificidades regionais muito educativas e formativas destes estados eixo Norte- Nortedeste. Um produto que será gerado é o registro em áudio visual do Festival, que servirá para alimentar as redes sociais e como material formativo, informativo sobre a finalidade do intercâmbio e sobre as mesas com os eixos temáticos realizadas no primeiro dia, que terão escopo ampliar a construção de redes no Hip Hop norte, nordestino.
Será oferecido e garantido no espaço físico: banheiro, rampas para facilitar o acesso a pessoas com deficiência de locomoção e mobilidade reduzida. Vamos verificar se nos espaços há guias táteis e outros recursos de acessibilidade disponíveis. Será disponibilizados 2 pesssoas da equipe para conduzir, orientar e ajudar qualquer pessoas que tenha mobilidade reduzida esolicite acompanhamento dentro do evento, fazendo que ele(a) possa aproveitar a experiencia por completo, também temos prevista a contratação dois intérpretes de libras.
Como forma de democratização do acesso a cultura, iremos estimular o intercâmbio entre 6 estados com atores sociais, artistas e articuladores com reconhecida trajetória artístico- cultural em seus territórios. Teremos o registro do Festival como forma de garantir a transmissão em redes sociais e internet. Outra forma de democratização e que estamos estimulando, é o reconhecimento financeiro por meio das premiações, onde as competições assumem um caráter não só de superação do outro, mas de cooperação e aprimoramento. Sendo que os vencedores (as), podem ao invés de gerar espírito meramente competitivo, criar formas de disputas cooperativas e saudáveis. Este atributo desta cultura urbana, o Hip Hop, se deve a forma pública e democrática com que ela se originou, em espaços abertos, no meio da população pobre e periférica. PRODUTO: Intercâmbio Hip Hop Construção Nacional Norte- Nordeste Festival ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaço que acontececeram as atividas ja tem acessibilidade, pisos táteis, rampas de acesso, saídas de emergência e áreas de resgate, sinalização visual e orientadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: orientadores e audio descrição durante as atividades ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérpretes de libras, sinalização visual e orientadores. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: saídas de emergência e áreas de resgate, sinalização visual e orientadores.
1- Elias Assis Rodrigues (Gold CBX)- Mc, Proponente e Coordenador Geral Soteropolitano, 41 anos, nascido e criado no bairro do Uruguai, na Cidade Baixa, um dos berços do rap da Bahia, Gold CBX, já labuta na cena desde o ano 1998, Artista Independente, MC, Produtor Cultural, Facilitador ativo da Construção Nacional seção BA onde é coordenador de planejamento, Presidente da Rede Baiana de Hip – HOP, Empresário dono selo REZA REC COMPANY, fundando em 2005 para ajudar a molecada a sair da rua e ter oportunidade de gravar uma musica e entender que cultura não é HOBBY e sim um trabalho. Já integrou bancas como a Família 2 mil graus e Maus Elementos hoje carreira solo, pregando que um Bom Bap não pode morre , tem em sua carreira parcerias com grandes do nomes do rap nacional, tem um disco lançado 2022, mais 30 sigles e 15 videos clipes, se contar dezenas de aços em prol de politicas publicas para cultura Hip – Hop, Nacional e Baiana 2 - Rose Mayara Sodré de Deus- Direção de Produção /Mc de Rima e Produtora cultural Mãe preta da Amazônia paraense, que direciona seu trabalho e força para a periferia, em especial, os movimentos que incidem ou provém da cultura hip-hop. É membra do Coletivo de Juventude Negra do CEDENPA, do Coletivo Hip- Hop Pai D'égua e da Frente Nacional de Mulheres do Hip-Hop. Já atuou como djéia e,desde o ano de 2021, integra a organização de Batalha da São Cristóvão, na cidade de Belém-PA. Luta contra a violência de Mulheres.Possui cursos nas áreas de produção cultural, elaboração de projetos e direitos humanos que possibilitam ainda mais suas movências. 3 - Andrea Heloisa Felix - Coordenação de Produção/ Mc de Batalhas - Fundadora do Coletivo DMG - Das Minas Gerais Hip-Hop - Diretora do Coletivo The.Monikas de Mulheres Negras, trans e LGBTQIAPN +- SLAMASTER do Slam Abaeté - Diretora da Frente Nacional de Mulheres do Hip-Hop em Minas Gerais - Facilitadora da Construção Nacional em Minas Gerais - Ceo do Maior Festival de Hip-Hop do Triângulo Mineiro o Udifestival Prêmios na carreira: São 07 Moção de aplausos da Prefeitura;Prêmio Grande Otelo;Prêmio Hip-Hop Bruno Silva;Prêmio Pena Branca e Xavantinho;Prêmio Circuito Mineiro de Arte e Cultura;Prêmio melhor cantora de Minas em Prêmio Bititta ;Prêmio mentes brilhantes;Prêmio Afrodite entre outros!Há quase 40 décadas da cultura 4 - Welber Lopes Santiago Lima- Direção Execultivo e Comunicação. WELBER LOPES SANTIAGO LIMA, em artes, é jornalista (DRT 0006119/BA), é músico, cantor e compositor, com formação técnica em Música na Economia Criativa pela UFRGS. Atualmente é sócio e diretor de arte da produtora e selo musical periférico VLM Prod., onde executa atividades de direção e direção artística/musical, além de assessoria de comunicação para artistas com ênfase em lançamentos e posicionamento em plataformas de streaming. Em 2019, conquistou o segundo lugar no concurso musical Painel da Voz, sediado no teatro Castro Alves, e garantiu o 3º lugar e-Festivall 2022, considerado o palco mais digital da música, como músico arranjador na música “Você me perdeu”, da cantora natural de Serrinha, Bahia, Lari Almeida. No terceiro setor, já atuou junto a organizações como o GAPA/BA e a Plan International, enquanto arte-educador e mentor de jovens, com ênfase no desenvolvimento pessoal e preparação para o mercado de trabalho. 5 - Udimila Oliveira Santos - Curadoria/ MC de Rima Mulher preta, LGBTQIAP+, suburbana, ARTISTA e EMPRESÁRIA, rapper, compositora, CEO da EUMELANINA Produções - selo, produtora musical e cultural. Analista de Inteligência no Mercado das indústrias Criativas, Representante do Fórum Federal de mulheres no Hip-Hop - Ministério das Mulheres, na rede Frente Nacional de mulheres no hip-hop e Construção nacional do hip-hop, consultora, mentora artística, poeta, capoeira e tudo que um dia sonhar ser! Coordenação geral em projetos como MELANINA CANTA, Preta Foda - album musical, Documentário capoeira suburbana; SARAU NO MANGUEZAL; Coordenação artística na Escola Criativa Boca de Brasa subúrbio/ilhas; Graduação: Tecnologia em Gestão Ambiental; Medicina Veterinária. COMPLEMENTAR - Incubação de Produtoras de musicais; Imersão Afrolab Música e MC mulheres - ES; Aceleração Iaô música e Startup NE - SEBRAE; Minicurso Gestão de Carreiras na Música/Mídias Digitais/Como lançar sua música/marketing musica/produção de eventos/produção musical/história do hip-hop.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.