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Realizar, em territórios de favela da comunidade Poço da Draga, em Fortaleza/CE, o projeto "Minha dança, meu lugar", projeto que tem como produtos a realização de cursos de formação artística em dança contemporânea e teatro de rua; a realização de espetáculos cênicos em espaços públicos; e a produção de vídeos de performances artísticas ao vivo.
1) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: O projeto “Minha dança, meu lugar" é uma iniciativa voltada para a formação artística de jovens situados em territórios de favela da comunidade Poço da Draga e adjacências, em Fortaleza/CE. Dividido em 2 cursos, de dança contemporânea e de teatro de rua, cada um com duração de 9 meses. Ministradas por artistas e profissionais locais com expertise nas áreas abordadas, as aulas, com duração média de 60 minutos, combinam teoria, participação ativa e prática, promovendo um ambiente colaborativo para até 20 participantes por turma. Com foco na inclusão e na diversidade, o programa visa criar agentes multiplicadores, incentivando o cenário cultural local e promovendo a troca de experiências entre públicos diversos. Para participarem, os interessados deverão se inscrever previamente através de formulário eletrônico divulgado nos canais de comunicação do projeto. O programa possui classificação indicativa para jovens a partir de 12 anos. 2) Produto VÍDEO: O projeto “Minha dança, meu lugar” estará presente também no YouTube, com vídeos de performances ao vivo das turmas dos cursos de dança contemporânea e teatro de rua. Os conteúdos possuem classificação indicativa livre para todas as idades. 3) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Ocupando espaços públicos com arte: visando promover a arte produzida por pessoas que moram em territórios de favela em Fortaleza e incentivar a apreciação e a prática artística, o projeto “Minha dança, meu lugar” realizará 6 apresentações artísticas, de dança contemporânea e teatro de rua, em escolas públicas e/ou outros espaços públicos de Fortaleza. As apresentações terão duração média de 30 minutos e possuem classificação indicativa livre para todas as idades.
Objetivo geral: Realizar, em territórios de favela da comunidade Poço da Draga, em Fortaleza/CE, o projeto "Minha dança, meu lugar", projeto que tem como produtos a realização de cursos de formação artística em dança contemporânea e teatro de rua; a realização de espetáculos cênicos em espaços públicos; e a produção de vídeos de performances artísticas ao vivo. O projeto tem como finalidade ampliar o acesso da população a bens e serviços culturais, contribuir com a formação e qualificação profissional de jovens em condições de vulnerabilidade social e reforçar elos identitários da comunidade e dos moradores locais com a cultura da favela. Objetivos específicos: 1) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: realizar, em até 9 meses, 1 (um) curso de dança contemporânea e 1 (um) curso de teatro de rua, promovendo, ao todo, 2 cursos. Os cursos acontecerão com duas aulas semanais de 1h, durante 9 meses, totalizando 72h/aula por curso e 144h/aula todo o programa de formação. As atividades serão realizadas em território de favelas da comunidade Poço da Draga, em Fortaleza/CE. Para o curso de dança contemporânea serão ofertadas vagas para 4 turmas de até 20 pessoas, e para o curso de teatro de rua até 2 turmas de 20 pessoas, totalizando 120 pessoas atendidas pelas ações formativas. 2) Produto VÍDEO: disponibilizar na internet registros audiovisuais das apresentações cênicas realizadas pelos participantes do projeto, com a produção de 1 (um) vídeo de performance ao vivo de cada turma dos cursos ofertados, totalizando 6 vídeos, a serem veiculados em plataforma virtual gratuita. 3) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: realizar 1 (uma) apresentação artística de cada uma das turmas dos cursos ofertados pelo projeto, totalizando 6 apresentações, a serem realizadas em escolas públicas e/ou outros espaços públicos em território de favelas da comunidade Poço da Draga, em Fortaleza/CE.
Primeiramente, cumpre destacar que este projeto alcança os objetivos propostos pela Lei 8.313/1991, art. 3º, que visa: inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. Portanto, o presente projeto, de realização de cursos de formação artística em dança contemporânea e teatro de rua, enquadra-se perfeitamente ao incentivo fiscal. Ao promover a realização de cursos de formação artística, a realização de espetáculos cênicos em espaços públicos e a produção de vídeos de performances artísticas ao vivo, em territórios de favela da comunidade Poço da Draga (Fortaleza/CE), o projeto mostra-se em consonância com o disposto nos incisos I, II, III, IV, V e VIII do art. 1º da Lei nº 8.313/1991, que prevê: inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Nesse sentido, atendidas as referidas finalidades e objetivos, o mecanismo Incentivo a Projetos Culturais (Incentivo Fiscal Federal) configura como a melhor alternativa para viabilizar o projeto, haja vista a escala das ações culturais previstas e o aporte financeiro necessário para a realização dos produtos artísticos entregues com a sua execução (2 cursos, totalizando 144h/aula e 120 beneficiados; a produção de 6 vídeos de performances artísticas ao vivo; e a realização de 6 apresentações artísticas em espaços públicos). Além disso, a experiência da produtora proponente com parcerias público-privadas, especialmente com a produção de outros projetos financiados via leis de incentivo, corrobora com a viabilidade de se realizar a presente proposta através do mecanismo. O projeto também justifica-se na necessidade de fomentar movimentos artísticos advindos de territórios de favela, que, embora sejam prioritários nas políticas públicas para a cultura, ainda sofrem com a marginalização e a desigualdade de oportunidades e de acesso a recursos financeiros. Nesse mesmo sentido, o público atendido pelos cursos propostos e demais produtos serão, prioritariamente, moradores das localidades de favela em que serão realizadas as atividades, com atenção especial a públicos minoritários: mulheres, negros, pessoas LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Ademais, o projeto poderá proporcionar a ampliação do acesso da população a bens e serviços culturais. Contribui ainda com a formação e qualificação profissional de jovens em condições de vulnerabilidade social e tem potencial para reforçar elos identitários da comunidade e dos moradores locais. Tal difusão artística fortalece o setor econômico cultural e se afirma como um mercado crescente que gera renda, emprego e inclusão social. Tornando-os, por consequência, indivíduos comprometidos com questões voltadas para as necessidades de suas comunidades, tratando-se ainda, e portanto, de uma ferramenta importante no impulsionamento de futuros jovens e adultos conscientes, ativos, socialmente envolvidos e inseridos no mercado artístico e de trabalho. A participação coletiva na agenda cultural e formativa do município por meio de políticas de fomento à democratização da cultura, é um dos embasamentos que justificam a execução do projeto como um programa de fortalecimento das ações desenvolvidas enquanto comunidade. Oportunizando, dessa forma, o destaque do educando enquanto agente individual e garantindo a sua identificação enquanto sujeito e possibilitando, ao mesmo tempo, a ampliação das perspectivas do aluno em relação às suas possibilidades. Estudos apontam a importância da dança e do teatro no processo educacional para além da prática física, sendo ela, experiência corporal essencial na aquisição de novas formas de expressão e comunicação Nesse contexto, é possível o compartilhamento de saberes e a integração de facilitadores, estudantes e artistas em rede para refletir acerca dos processos criativos e produtivos da arte, levando em consideração sua dimensão educativa, social e econômica, por meio de debates, acesso a conteúdos relacionados ao tema, e práticas associadas a diálogos. Portanto, o projeto compreende o ensino de dança e de teatro como ferramenta de contribuição no combate aos índices de violência e evasão escolar. Por meio de um programa educativo, voltado para inclusão formativa através de ações geradas a partir da articulação entre sociedade civil e representatividades dos territórios engajados. Desta forma, o projeto tem potencial de fomentar o fazer artístico e sua relação com a cidade, sobretudo a cultura da favela, proporcionando acesso a diversas perspectivas de interação com o espaço público e do desenvolvimento da cidadania baseada no senso de pertencimento. Assim, estimula-se o diálogo sobre a multiplicidade de manifestações do artista periférico e também possibilita que se trate, criativamente, de assuntos que perpassam o cotidiano da favela, como a desigualdade social e a violência, por exemplo. É, também, uma oportunidade de proporcionar a transformação da qualidade de vida desses jovens que se encontram em condição de vulnerabilidade social e que a partir dessa iniciativa podem difundir os conhecimentos adquiridos, conferindo aspecto multiplicador ao projeto. Por fim, o projeto se mostra voltado ao compromisso estabelecido pela Organização das Nações Unidas - ONU, que estabeleceu através da Agenda 30 um conjunto de 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, cada um deles contendo metas e ações previstas para garantir melhorias à sociedade, economia, meio ambiente e cultura. Dentre alguns tópicos desses objetivos, podemos citar o item 2 do ODS 10 (Redução das Desigualdades), que relata a necessidade de empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra.
1) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: [PROJETO PEDAGÓGICO] Visando promover a formação artística de jovens situados em territórios de favela e atender a necessidade de iniciativas formativas que fomentem o setor artístico, o projeto “Minha dança, meu lugar” aborda, ao longo de uma série de encontros semanais, conteúdos como: fundamentos das artes cênicas, da dança e do teatro; movimento e criação; montagem e produção cênica de dança e de teatro; artes cênicas, inclusão e representatividade; maquiagem cênica, cenografia e figurino; e estilos e técnicas de dança (hip hop, fit dance, funk e outros) e de teatro de rua. Para ministrarem as aulas, serão convidados artistas e profissionais da cultura locais com experiência comprovada nas áreas abordadas. A metodologia proposta integra tanto aspectos teóricos quanto a participação ativa e a aplicação prática dos conteúdos, intercalando momentos expositivos com o desenvolvimento coletivo e colaborativo de atividades. Como material de apoio, para os conteúdos teóricos será utilizado um projetor para exposição de apresentação, e disponibilizado aos participantes uma cartilha digital com os conteúdos, além de papel e caneta para anotações. Os conteúdos práticos de dança e de teatro terão como material de apoio caixas de som para reprodução de músicas e espaço adequado para as práticas. Cada aula terá duração média de 60 minutos, realizadas para um grupo de até 20 pessoas, mediante inscrição prévia através de formulário divulgado nos canais de divulgação do projeto. As aulas têm como público-alvo jovens situados em territórios de favela da comunidade Poço da Draga e adjacências, em Fortaleza/CE, com atenção prioritária a públicos minoritários, sendo indicada para pessoas a partir de 12 anos de idade. [OBJETIVOS DO PROGRAMA DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA] Objetivo geral: Promover a cidadania cultural e a democratização do acesso à cultura através do ensino de dança contemporânea e do teatro de rua para jovens situados em territórios de favela da comunidade Poço da Draga, em Fortaleza/CE. Objetivos específicos: formação artística de jovens situados em territórios de favela em Fortaleza/CE; promover um intercâmbio cultural e o compartilhamento de experiências e saberes ao reunir os participantes com artistas experientes e agentes culturais diversos; valorizar e promover a cultura da favela, a inclusão e a diversidade nos conteúdos abordados; formar agentes multiplicadores dos conhecimentos explorados nas aulas. 2) Produto VÍDEO: Registros, em formato de vídeo, de apresentações artísticas realizadas pelos participantes dos cursos do projeto. Será produzido 1 (um) vídeo de performance ao vivo de cada turma dos cursos, totalizando 6 vídeos, produzidos em suporte digital de alta definição — HD (1.080 x 1.920 pixels), a serem lançados serialmente em canal no YouTube criado para o projeto. Cada vídeo terá duração aproximada de 5 minutos, com classificação indicativa livre para todas as idades. 3) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realização de 6 apresentações artísticas em escolas públicas e/ou outros espaços públicos de Fortaleza/CE, para a comunidade escolar e a população local. As apresentações serão realizadas pelas turmas dos cursos ofertados pelo projeto e terão duração aproximada de 30 minutos.
1) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: Acessibilidade física: os locais onde serão realizados os cursos contarão com acessibilidade arquitetônica, possuindo rampas de acesso. Acessibilidade de conteúdo: as aulas contarão com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual, através de interpretação em LIBRAS e audiodescrição. 2) Produto VÍDEO: Acessibilidade de conteúdo: os vídeos produzidos contarão com acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva, através de audiodescrição, legendagem descritiva e interpretação em LIBRAS. 3) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade física: os locais onde serão realizadas as intervenções artísticas contarão com acessibilidade arquitetônica, possuindo rampas de acesso. Acessibilidade de conteúdo: as intervenções artísticas contarão com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual, através de interpretação em LIBRAS e audiodescrição.
[MEIOS DE DISPONIBILIZAÇÃO DOS PRODUTOS] 1) Produto CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: os cursos serão voltados aos moradores dos territórios de favela em que serão realizadas as atividades, mediante inscrição prévia através de um formulário eletrônico a ser divulgado nos canais de comunicação do projeto. Para o curso de dança contemporânea serão ofertadas vagas para 4 turmas de até 20 pessoas, e para o curso de teatro de rua até 2 turmas de 20 pessoas, totalizando 120 pessoas atendidas pelas ações formativas. 2) Produto VÍDEO: os vídeos de performances artísticas ao vivo produzidos serão disponibilizados gratuitamente na internet, através de canal no YouTube criado para o projeto. 3) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: como ação de contrapartida social, o projeto promoverá apresentações artísticas em escolas públicas e/ou outros espaços públicos, voltadas à comunidade escolar e aos moradores dos territórios de favela. [MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO] Como medidas de ampliação do acesso, ao promover cursos formativos e ao disponibilizar registros audiovisuais das apresentações realizadas pelos participantes dos cursos, o projeto atende ao artigo 28 da IN nº 1/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Ficha técnica — Minha dança, meu lugar Nome completo: Mardonio Barros Função no projeto: Representante legal da empresa proponente; responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira; produtor executivo. Currículo resumido: Diretor Presidente do Instituto BR Arte, empresa focada no planejamento estratégico e gestão de projetos, ações e programas na área da cultura e social. Integrou a equipe do Ministério da Cultura no cargo de Coordenador Geral de Instrumentos do Sistema Nacional de Cultura. Atuou como pesquisador do Observatório da Indústria Cultural e no conselho editorial da Revista Contracultura, ambos na Universidade Federal Fluminense, na qual também ocupou cargo de conselheiro no Conselho Superior da Instituição. Produtor e mobilizador de recursos para projetos culturais e sociais, iniciou seu trabalho com ações de organização e de educação não-formal com jovens da periferia de Fortaleza; com experiência em gestão de políticas públicas para a cultura, reúne atividades em mais de vinte anos de atuação na direção, coordenação, produção e elaboração de projetos de intercâmbio, circulação, pesquisa, formação e difusão cultural nos planos regional, nacional e internacional, com ênfase na articulação entre poder público, iniciativa privada e 3º setor, dentre eles: Conferência Internacional Dilemas da Humanidade: Diálogos Entre Civilizações (2004), Bienal Internacional de Dança do Ceará (2010), Circulação da Paracuru Companhia de Dança (2011, 2012, 2015, 2016 ); Brasil en Chile – Chile en Brasil Festival (2011), “OUTRAS DANÇAS: Brasil | Chile | Colômbia” (2011), Escola de Dança do Paracuru (2011, 2014, 2016), Bienal Internacional de Dança do Ceará (2011, 2015, ), Cine Ecologia (2012, 2016, 2022/23 ), Conexões Latinas: Mostra Latino-americana de Artes – Argentina / Brasil (2012), Respeitável Público! – Programa de Formação de Plateia (2012, 2014), Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção Cultural (2013, 2016/17, 2021), Caravana Juventude e Cultura (2012, ) Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (2013, 2014, 2015, 2016, 2020), Escola de Música Chiquita Braga (2013, 2014, 2015,2016), Núcleo de Formação Técnica em Gestão e Produção Cultural no Ceará (2013), Festival de Dança Litoral Oeste - Ceará (2014, 2015, 2016), Rede de Internacionalização das Artes cênicas (2015), Festival Internacional de Danças Urbanas do Ceará (2014), Festival do Teatro Brasileiro - Cena Paraibana (2015), I Encontro de Políticas de Fomento e Sustentabilidade para Festivais de Teatro (2016), Festival de Teatro de Acopiara (2016, 2017, 2018), Bienal Internacional de Dança do Ceará de Par em Par (2016), Bushi No Tê (2016), Projeto Jacques Klein (2016), Centros Criativos - Cultura, Juventude e desenvolvimento humano (2016), Festival Concreto - Ciclo de Ações Formativas (2016), Clássicos na Lagoa (2016, 2017, 2018), Programa de Formação para o Edital das Artes de Fortaleza (2016), Centros Criativos - Cultura, Juventude e desenvolvimento humano (2016), Plataforma Sinfonia do Amanhã (2016, 2019, 2020, 2022/23), Festival Acordes do Amanhã (2017, 2018, ) Festival Acordes do Amanhã - RJ (2018, 2022), Festival Acordes do Amanhã #FicaemCasa(2020), Giro das Artes (2018), Rede de Dança do Ceará (2018, 2019), Escolas Criativas – Cultura, Educação e Sustentabilidade - CE (2018, 2021), Escolas Criativas – Cultura, Educação e Sustentabilidade - RJ (2019, 2022), Festival Elos (2018, 2019, 2021, 2022), Laboratório de Gestão Cultural Especialização em Gestão Cultural (2019), Fórmula Elétrica (2019), Movimento Cênico: Criação, Redes e poéticas da Dança (2021), Festival Empodera Mulher (2021), Plataforma Arte Urgente (2021), Cine +: Cultura. Educação. Sustentabilidade.(2022/23), Laboratórios Cidades Criativas (2022), Arena Esporte Juazeiro | Ceará (2022), Cria RJ | Rio de Janeiro (2022/23), Estação Marítima | Ceará (2023), Festival Elos (2023) Nome completo: Rick Wesley Rodrigues Andrade Função no projeto: Assistente de produçãoCurrículo resumido: Publicitário em formação pela Universidade Federal do Ceará, Professor, Produtor e Agente Cultural formado pelo Programa de Formação em Produção e Gestão para Agentes Culturais (Secultfor/Imparh), com foco na área de elaboração, inscrição, acompanhamento e captação de projetos. Iniciou no campo da cultura em 2012, na comunicação de plataformas online e no apoio à produção cultural das ações do projeto Acadêmicos da Casa Caiada (UFC), onde foi bolsista. Em 2015, iniciou na Quitanda Soluções Criativas atuando na comunicação e produção de diversos projetos do setor cultural. Foi onde conheceu e se engajou nos processos de inscrição e acompanhamento de projetos em diversos âmbitos culturais a nível regional e Nacional como Mecenas Ceará, Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e Rouanet. Como professor, ministrou no Centro Cultural Bom Jardim a cadeira de Políticas Públicas no Curso de Extensão em Jogos Digitais do Programa de Cultura Digital, da Escola de Cultura e Artes e do curso de Técnicas de Escrita de Projetos para Editais da Lei Paulo Gustavo. Atuou na inscrição, captação e acompanhamento de em projetos de ampla relevância, com abrangência estadual e nacional como: Festival do Teatro Brasileiro Cena Paraibana (2015); Laboratório de Produção Curso Técnico em Produção de Eventos Culturais (2016/21); Encontro Internacional de Políticas de Fomento e Sustentabilidade para Festivais de Teatro (2016); Projeto “Meu bloco na rua: resistência e corpos que ocupam” (2016); FESTin Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa (2016); Encontro Conexões Criativas (2016); Cine Ecologia (2016/21/23); II Encontro Jacques Klein (2016); IBLF em Concerto (2016); Festival Acordes do Amanhã (2017/18/19/20/21); Festival de Teatro de Acopiara (2016 /17); Lançamento do Filme “Nunca me Sonharam em Fortaleza (2017); Projeto InConto Marcado - Plantou Palavra, Colheu Poesia (2017/18); Festival Elos - Ações que transformam o mundo (2018/19); Plataforma Sinfonia do Amanhã (2016/17/18/19/20/23); Fórmula Elétrica Ceará (2019/20); Pontos Culturais - Um jogo sobre Fortaleza (2021), Projeto 85 Cast (2021). Hoje, atua como Professor na área de Políticas culturais, elaboração e captação de recursos para projetos esportivos e socioculturais. É também Diretor de Relações Institucionais para projetos do Instituto BR Arte, Organização da Sociedade Civil (OSC) que objetiva a promoção do desenvolvimento sociocultural e cidadão através do estímulo à produção artístico-cultural, social, educacional e científica. Atuando nas áreas de cultura, educação, inovação, tecnologia, esporte, ação social e sustentabilidade e meio ambiente.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.