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PIRACEMA DA NASCENTE A FOZ: CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO INFALTOJUVENIL PIRACEMA POR 8 CIDADES A BEIRA DO RIO SÃO FRANCISCO: SÃO ROQUE DE MINAS, TRÊS MARIAS, PIRAPORA, BOM JESUS DA LAPA, SOBRADINHO, JUAZEIRO, PETROLINA E PIAÇABUÇU. ALÉM DISSO SERÃO REALIZADAS DUAS APRESENTAÇÕES NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. TODAS AS APRESENTAÇÕES SERÃO GRATUITAS E COM INTERPRETE DE LIBRAS.
A história conta a aventura vivida por um Pirá-tamanduá e dois Curimatãs. Os três peixinhos estão fazendo a piracema no "Velho Chico", nadam contra a correnteza, passam por barragens e diversos desafios. Seu grande pavor é encontrar o maior dos monstros, a poluição. Desviando de ameaças ambientais descobrem alguns seres fantásticos nas histórias que as águas guardam, como a Boiúna e o Ipupiara. Porém, para o espanto de todos, surge, também no fundo das águas, uma lenda bastante inusitada: a de uma menina skatista (humana! terrestre!) que estuda para ser cientista na esperança de melhorar o planeta. As conchas, adereços criados por Laura Levín “guardam lendas e segredos” que vão construindo a narrativa. Neste percurso há o encontro por cartas entre Alê (a lenda) e crianças dos nove países de língua lusófona e de etnias indígenas; e é por meio desse contato que Alê entende, finalmente, que faz parte de algo maior e que, sintonizada com crianças de diferentes lugares, torna-se possível estabelecer uma nova relação com a natureza, a partir da união de conhecimentos atuais com a ancestralidade.
Objetivo geral: Realizar uma circulação do espetáculo teatral infantojuvenil PIRACEMA nas margens do Rio São Francisco, por cinco estados brasileiros em oito cidades em um total de oito apresentações. Além de duas apresentações gratuitas na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 10 apresentações. Objetivos específicos: • Levar para a população ribeirinha, em oito apresentações gratuitas, o espetáculo infantojuvenil PIRACEMA. • Realizar mais duas apresentações gratuitas no Rio de Janeiro • Realizar contato prévio com as secretarias de cultura e educação das cidades e estados onde o espetáculo acontecerá. • Criar e fortalecer parcerias com escolas públicas e escolas inclusivas. • Propor uma reflexão e conscientização sobre meio ambiente por parte do público infantojuvenil. • Divulgar a importância da acessibilidade e inclusão através de um espetáculo idealizado também para pessoas com deficiência auditiva. • Realizar bate-papos ao final do espetáculo. • Realizar um mini documentário da itinerância que será disponibilizado no youtube • Divulgar através de PIRACEMA a diversidade cultural e geográfica brasileira. • Contribuir para a democratização do acesso e da produção cultural no Brasil, atravez de uma itinerância por nove cidades e cinco estador brasileiros. • Apresentar para jovens um pouco da riqueza da Música Popular Brasileira. • Falar, através do espetáculo dos nove países lusófonos e a importância da comunicação em português em outros países do mundo, e em sua maioria países africanos. • Apresentar o espetáculo para, pelo menos, 2.000 pessoas. • Fortalecer o protagonismo das mulheres nas funções artísticas e de liderança. • Divulgar o edital da VALE • Contratar diretamente e indiretamente pelo menos 40 fazedores de cultura. • Realizar um espetáculo de qualidade pensado desde o início para o público jovem, e que interessa e envolve toda a família. • Realizar um espetáculo de qualidade pensado desde o início para o público jovem, e que interessa e envolve toda a família. • Divulgar a Lei de Incentivo à Cultura e os patrocinadores. • Divulgar a Lei de Incentivo à Cultura e os patrocinadores. • Realizar um gerenciamento de projeto serio e transparente, com justa distribuição de recursos.
A montagem de PIRACEMA foi realizada em uma parceria com o Instituto Ciência Hoje, organização sem fins lucrativos, com o objetivo de criar uma peça teatral infantojuvenil que trouxesse temas da cultura brasileira, da ciência e do meio ambiente para serem apresentados de forma lúdica a crianças e adolescentes. Assim, a dramaturga Juliana Pamplona mergulhou no conteúdo da revista e encontrou nas histórias do Rio São Francisco e em lendas pouco conhecidas pelo público infantojuvenil o material para a criação. O espetáculo fez sua pré-estreia na Tenda da Ciência Virgínia Schall no Museu da Vida Fiocruz em julho de 2023 e, em agosto, participou do 1º Festival Literário da SME-SP o FLISAMPA, no Centro Cultural São Paulo, onde percebemos que PIRACEMA cativa uma ampla faixa etária, incluindo crianças, jovens e adultos, em 2023 o projeto foi contemplado com nota máxima no edital SECEC/RJ, lei Paulo Gustavo, realizando apresentações no Rio de Janeiro, e sua primeira itinerância por Piraí e Conservatória, no estado do Rio de Janeiro.. O projeto divulga as riquezas do nosso país através deste passeio pelo "Velho Chico". A trilha sonora assinada por Ricardo Góes com a assistência de Juan Marques, mescla música ao vivo e mecânica e permeia cada detalhe do espetáculo, passa pela música popular brasileira, com Chico Buarque, Milton Nascimento, Luiz Gonzaga, Sá e Guarabira, Antônio Nobrega e Luiza Lian por exemplo, e composições de Juan feitas especialmente para a peça como, Coco Luso e Peixinho Dourado (adaptação do Tiktok sucesso Lovezinho), recebe ainda um toque urbano, com Joy Division na entrada de Alê em seu skate na história. Os figurinos de Dani Lima fazem a ponte entre o popular e o moderno. A cenógrafa Marieta Spada criou um espaço de 5m x 5m onde tudo acontece, numa simplicidade complexa, característica de projetos que primam pela mobilidade onde por exemplo, praticáveis se transformam em mini jumps acentuando os movimentos acrobáticos da Piracema, o projeto conta ainda com a artista Bruna Assis Brasil na assinatura da ilustração do cenário. A proposta da circulação em praças públicas pelos estados de, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, em oito municípios nas margens do Rio São Francisco é, além de duas apresentações na cidade do Rio de Janeiro, na verdade, um desejo que nasce junto a criação do espetáculo, a cada mergulho nas histórias do "Velho Chico", na trilha sonora, a cada dia de ensaio e apresentação o desejo de trocar, mostrar o trabalho, entender a recepção, realizar conversas com a população ribeirinha que é historicamente afetada diretamente com as mudanças impostas pelo homem, e local onde se passa a nossaa PIRACEMA. Além disso, a proposta de realizarmos o projeto em 6 estados e 10 cidades _ Rio de Janeiro, São Roque de Minas, TrÊs Marias, Pirapora, Bom Jesus da Lapa, Sobradinho, Juazeiro , Petrolina, e Piaçabuçu só é possível devido à concepção cênica de uma diretora, que é também produtora, e teve cuidado na condução de um projeto que fosse de fácil itinerância, além de sustentável. PIRACEMA foi criada para ser realizada em espaços abertos ou fechados, em praças, escolas, teatros etc. Indo além, direção convidou a tradutora-intérprete Diana Nascimento, para atuar e criar uma personagem que fala a Língua Brasileira de Sinais, propiciando a criação de um espetáculo bilingue. A interpretação para a LIBRAS é parte da peça através de uma deusa das águas que contracena e ajuda as personagens a realizarem a piracema. Desta forma, o espetáculo divulga a acessibilidade como parte natural de um projeto e como forma artística. O produtor executivo do projeto que é deficiente auditivo, terá contato direto com o público. O desejo é de que pessoas com deficiência sintam-se parte do espetáculo, e de naturalizar a presença e o convívio com profissionais com deficiência. A identificação, atributo também do público infantojuvenil, direcionou a construção de um elenco jovem e majoritariamente negro, fazendo com que representatividade e empatia estejam presentes. PIRACEMA, nasce de um desejo da união de arte e divulgação científica, sai das páginas da revista Ciência Hoje das Crianças, e torna peça de teatro. Apresentar o espetáculo no interior de cicno estados brasileiros, em cidades médias e pequenas, atingindo um público com pouco acesso a espetáculos teatrais e espetáculos multidisciplinares é interesse de uma proposta que em sua essência une popularização da arte e da ciência. PIRACEMA é uma metáfora da vida, de nossos esforços contra a ordem dita natural para criarmos histórias pessoais e coletivas. Um chamado para que as crianças se unam, se ouçam, se conectem com a natureza e percebam a ancestralidade, num caminho para sua compreensão de alteridade. Desta forma, entendemos que de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se justifica por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se justifica por ter o intuito de alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculo de artes cênicas e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
não se aplica
Espetáculo teatral infantojuvenil diração de 40 minutos Censura LIVRE Bate papos de 30 minutos de diração Mini-doc de 15 minutos sobre a viagem.
Plano Acessibilidade Acessibilidade pessoas surdas e com deficiência auditiva: O espetáculo PIRACEMA, foi pensado desde sua concepção para a acessibilidade de surdos ou pessoas com deficiência auditiva. A interpretação de LIBRAS é parte da cena, sendo realizada por uma atriz tradutora-intérprete que participa de todas as apresentações do espetáculo. O produtor executivo Patrick Lian, que é deficiente auditivo, receberá o público estando à frente nesta construção. Acessibilidade para pessoas cegas e com baixa visão: O projeto é acessível para pessoas com deficiência visual, que, além de ter toda a compreensão do texto, aproveita a trilha sonora que pontua todo o espetáculo, tanto de música quanto de sonoplastia. Diante da presença de alunos com deficiência visual na plateia, o elenco fará a descrição de suas características e das características do cenário a partir de texto construído em parceria com profissional qualificado. E a apresentação terá o recurso de audiodescrição. Acessibilidade física: Além disso, a proposta é realizar o projeto em praças públicas que garantam acessibilidade física. As apresentações em áreas rurais serão em praças públicas. A produção está comprometida em escolher praças de fácil acesso ao público.
A proposta é realizar o espetáculo por cidades pequenas e medias, em apresentações em praças públicas - em caso de chuva o projeto pode ser apresentado em teatro local ou mesmo em espaços escolares. O projeto prevÊ também a produção de um minidocumentário que ficará disponível no youtube.
Fernanda Avellar - Direção e gerenciamento Bacharel em Artes Cênicas com ênfase em Teoria do Teatro pela UNIRIO / 2017, formada em circo pela Escola Nacional de Circo Luis Olmecha /RJ (2001). Em 2023 dirigiu o espetáculo infanto-juvenil Piracema, em parceria com o Instituto Ciência Hoje. Fundou a da Trestada Produções em 2002 onde trabalha com produção cultural realizando a direção de produção e gerenciamento de dezenas de projetos de teatro, de circo e dança e parcerias institucionais como com o Banco do Brasil com o Inspira BB e Game XP 2019, representou o Brasil na programação do FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, do Porto, Portugal, com o espetáculo Há Mais Futuro que Passado - Um documentário de Ficção de Daniele Avila Small. Fez parte da coordenação de produção do Meu Primeiro Festival junto à DellArte. Juliana Pamplona – Dramaturgia Artista-pesquisadora nos campos de teatro, performance e filme. Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO. Foi pesquisadora visitante na NYU (New York University, 2012) no departamento de Performance Studies. É diretora do laboratório “Desestabilizadores de Cena” (2008 -). Dramaturga e diretora da peça documentário-poético “Domínio do escuro” sobre idosos lésbicas e gays, com o aporte do edital LGBT SEC/RJ (2015) e Edital Viva a Arte/RJ (2016). É professora do Bacharelado e da Licenciatura em Artes Cênicas na Faculdade Cesgranrio no Rio de Janeiro. Atuação: Alice Amarante: Alice Amarante é atriz e artista circense. Prática artes cênicas desde os 6 anos de idade. É formada no Programa de Formação do Artista Circense do Circo Crescer e Viver e está cursando o último período do Bacharelado em Artes Cênicas da CAL. É atriz na peça Piracema, que estreiou em agosto de 2023 na FLIsampa. Integrou a pesquisa artística Bambuá, da Intrépida Trupe, com instrumentos circenses feitos de bambu, de março a julho de 2023. Trabalhou por 9 meses no espetáculo circense da Unicirco Marcos Frota, em 2022, como acrobata aérea. É atriz, artista circense e cantora na peça Comparsas do Riso, que já esteve em cartaz em 2021, 2022 e 2023, em teatros como SESC Tijuca, Espaço Sérgio Porto e Teatro Popular Oscar Niemeyer. É também palhaça na dupla Bambolina e Bobinaldo, que integra várias linguagens: audiovisual, circo, teatro e música. Allife Morais: Ator, circense e diretor, 27 anos, nascido e criado na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Iniciei minha carreira artística no teatro, no centro cultural de Nilópolis, espaço público que deu acesso a mim e a muitas outras crianças sem muita oportunidade e/ou acesso a meios culturais. Quando completei 18 anos e terminei o ensino médio, ingressei e me formei na escola de teatro Martins Penna, a escola de teatro mais antiga da América Latina. Dirigi o curta-metragem Tempo na Solidão, pela lei Aldir Blanc. Sou especializado como artista circense como cursos livres e profissionalizantes. Hoje trabalho como palhaço oficial da Unicirco Marcos Frota, circo fixo localizado no Rio de Janeiro e também exercendo a função de ator em peças, como Piracema e a Revolução na América do Sul e as Aventuras de Karoline. Diana Nascimento: Graduanda em Letras-Libras - UFRJ, PROLIBRAS 2008. Nível Médio, Extensão Universitária - Formação Continuada do Profissional Tradutor Intérprete de Língua Brasileira de Sinais- Libras / Língua Portuguesa-TILSP: Nos Espaços da Educação Superior – INES, e Curso de Técnica e Prática de Tradução e Interpretação em Libras – UFF. É intérprete de Libras há 15 anos e atua como intérprete de Libras-português há mais de uma década na SEMED da Prefeitura Municipal de Belford Roxo. Já atuou no Instituto Nacional de Educação de Surdos INES- território de referência na educação de surdos em toda América Latina no ano de 2008 a 2012. Trabalhou na ASSINES – Associação dos Servidores do INES, em universidades privadas, Unisuam 2010 - 2012, na FLUP RIO, na FLI sampa, Festival SESC de Inverno e com diversos grupos teatrais, espetáculos circenses, de dança, shows de stand up, shows, espaço televisivos Programa especial da tv Brasil e programa Conexão - Canal Futura. Em Piracema, atua e interpreta libras. Thaís Nascimento: Thaís Nascimento é atriz e pesquisadora acadêmica. Formada em Artes Cênicas pela PUC-Rio e Mestra em Artes da Cena pela UFRJ. Como atriz trabalhou com diretores como Ana Kfouri, Miwa Yanagizawa e Vinicius Arneiro. Trabalhou também como Assistente de Produção com a Cia dos Comuns, no espetáculo "Traga-me a Cabeça de Lima Barreto", monólogo de Hilton Cobra. Em 2022, trabalhou como Assistente de Direção, ao lado de Hilton Cobra, no "XV Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul: Brasil, África e Caribe". E, recentemente, atua no espetáculo infanto-juvenil "Piracema", com direção de Fernanda Avellar. Marina Gadelha - Direção de produção Jornalista e produtora cultural. Produziu o espetáculo de dança Casa caracol, de Renato Linhares (SESC Tijuca7 2023). o curta metragem Kings, de Juliana Pamplona e a Companhia Ensaio Aberto, em 2022 e 2023. Fez a produção do espetáculo e do curta-metragem Comparsas do Riso, ambos com direção de Claudio Baltar (2021), além de Vertigem, também de Baltar. E ainda, o espetáculo teatral Domínio do Escuro, de Juliana Pamplona, “Noites Brancas” e “Primeira Noite: Não se apaixone por mim”, com direção de Thierry Trémouroux, em 2012. Fez assistência de produção do curta-metragem Aldeia, de Zeca Ferreira (Cafu Filmes), (2012). Foi produtora/ Redatora de projetos da Rede TAL – Televisão America Latina. (2011/ 2012). Produziu a Márcio Cunha Dança Contemporânea em 2010 e é autora do livro infantil Bambu, pelo selo Timbú (M3 Editora) /2021. Patrick Lian - Produtor Executivo: Licenciado em Teatro pelo IFF-Campos, Pessoa com Deficiência auditiva, ator, diretor, produtor, dramaturgo, bailarino afro, pesquisador das artes cênicas afro-diaspóricas. Estudante do Sesc Escola de Arte Dramática. Marieta Spada: Cenografia e direção de arte Cenógrafa e Figurinista, graduada em 2008 pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Trabalhou em mais de 100 produções, sendo 24 musicais, 10 exposições, além de filmes, ópera, ballet e na Comissão de Frente da Mangueira em 2020. Co-criadora do canal Cenogravando, desenvolvido durante a pandemia com a cenógrafa Natália Lana, Foi assistente de Hélio Eichbauer, um dos maiores nomes da Cenografia Brasileira. Dani Lima - Figurinista: Figurinista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2008. Logo após, segue para um longo período de trabalho na TV Globo, onde permanece por 9 anos, Em 2017, deixa a TV Globo e inicia um trabalho de ateliê de figurino e artes visuais. Em paralelo, passa a atuar no audiovisual, em produções como "Lady Night", "Maldivas" e "Todo Dia a Mesma Noite", “B.O”. Ricardo Góes - Direção Musical: Preparador vocal de atores e cantores, músico, arranjador, regente de coros e grupos vocais, atua desde os anos 80 como diretor musical e preparador vocal. Indicado para o Prêmio CESGRANRIO de Teatro 2013 pela direção musical de Pacto – Relações podem ser fatais (dir. Ivan Sugahara). Com atividades no teatro (preparador vocal em Chacrinha, o Musical, Beija-me como nos livros, Fora da Caixa e Rio 2065, e diretor musical em Maria! o Espetáculo) e na TV (série Mister Brau, novela Regra do Jogo). Juan Marques de Araújo - Assistente de direção Musical e composições: Músico multi-instrumentista, arranjador, professor, produtor e compositor, atualmente trabalho como monitor de barítono no Coral da Fiocruz e como assistente do Ricardo Góes em diversos projetos como coros a cappella e direção musical em peças de teatro.
PROJETO ARQUIVADO.