Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 244643Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

O Nome do Bebê - Circulação Nacional

KAVANA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 901,8 mil
Aprovado
R$ 901,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-06-30
Término
2026-12-31
Locais de realização (6)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisOuro Preto Minas GeraisBelém ParáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Este projeto consiste em circulação nacional do espetáculo teatral "O Nome do Bebê" de Matthieu Dellaporte e Alexandre da la Patellière, com direção de Elias Andreato. Nos termos do § 5º do art. 27 da IN 01/2023 haverá disponibilização online de registros audiovisuais da peça e, nos termos do art. 30 da referida IN, palestra sobre o tema "O que é direção teatral", com o diretor Elias Andreato.

Sinopse

- Peça o Nome do Bebê A partir de uma brincadeira em um jantar de família sobre o qual será o nome do bebê que uma das personagens está gestando, cinco amigos (sendo dois casais e um solteiro) começam uma discussão crescente que desemboca em memórias do passado e em ressentimentos profundos que estavam escondidos. Os ressentimentos tem por origem a relação pessoal, mas também a orientação política dos casais, que é muito diferente. Contrapartida Social (ação Formativa) - Palestra sobre o tema: "O que é Direção Teatral" O renomado diretor e ator Elias Andreato falará nessa palestra sobre seu percurso na arte, desde uma criança simples no interior de São Paulo até conquistar os maiores palcos do país. Ele fará uma analogia sobre a importância do trabalho de equipe e do espírito de grupo em uma montagem teatral, assim como em outros ramos da vida, dando insights sobre como o teatro pode trazer lições para a vida.

Objetivos

Objetivo Geral Este projeto consiste em uma temporada de 28 apresentações, em 6 cidades do Brasil, da peça teatral O Nome do Bebê, de Matthieu Dellaporte e Alexandre da la Patellière, com direção de Elias Andreato. Assim, pretende-se fomentar a cultura no país com uma obra de qualidade, a preços condizentes e justos. Objetivo específico (1) 28 apresentações do espetáculo O Nome do Bebê Cidades: Belém, Brasilia, Recife, Rio de Janeiro, Ouro Preto e Belo Horizonte. As apresentações serão realizadas, preferencialmente, em finais de semana. Haverá venda de ingressos dentro dos limites estabelecidos pela legislação. (2) Disponibilização online do registro audiovisual do espetáculo por prazo determinado. O público alvo do espetáculo é de pessoas interessadas em arte e entretenimento, de todas as classes sociais. (3) Nos termos do artigo 30 da IN 1/2023, será ministrada uma palestra, preferencialmente online, sobre o tema: O que é Direção Teatral, com o diretor Elias Andreato. Tal palestra atenderá potencialmente a mais de 10% do quantitativo de público abrangido no projeto, nos termos do do mencionado artigo. Busca-se a circulação de uma obra artística de extrema qualidade e refinamento, de forma a difundir o teatro e leva-lo ao público de modo a fazer com que as pessoas que o assistam, de alguma forma, agreguem algum valor/reflexões a respeito de suas vidas e da sociedade. Entendemos que a utilização do dinheiro público como fomento à arte é de suma importância, mas deve se dar de forma criteriosa, prezando por obras artísticas de qualidade.

Justificativa

Entendemos que a utilização do dinheiro público como fomento à arte é de suma importância, mas deve se dar de forma criteriosa, prezando por obras artísticas de qualidade. A comédia teatral tem a incrível capacidade de fazer com que percebamos o patético que mora em nós mesmos, nas nossas relações, comunidades e sociedade. Em O Nome do Bebê? esse espelho sobre os nossos podres é colocado de maneira pungente e catártica. O texto, contemporâneo, trata com sarcasmo de um dos temas que vem assolando as nossas relações com amigos e família: divergências de ordem política e ideológica. A polarização em nosso país foi levada a um ponto em que, muitas vezes, as opiniões e visões de mundo tornam relações duradouras simplesmente insustentáveis! É o que ocorre na peça. Uma brincadeira em um jantar de família sobre o qual será o nome do bebê que uma das personagens está gestando, cinco amigos (sendo dois casais e um solteiro) começam uma discussão crescente que desemboca em memórias do passado e em ressentimentos profundos que estavam escondidos. Os ressentimentos tem por origem a relação pessoal, mas também a orientação política dos casais, que é muito diferente. A peça nos leva a ver e a questionar até que ponto podemos conviver com o diferente e onde as diferenças são tão grandes que se tornam insustentáveis. A comicidade do espetáculo está em que o que aparenta ser uma relação harmônica na superfície é na verdade um poço de disputas, decepções, discordâncias e até mentiras. De forma nenhuma pretende-se uma peça panfletária ou política strictu sensu, mas antes uma criação artística complexa, repleta de profundidade e nuances, aberta, que considera que o espectador tem a capacidade de chegar às suas próprias conclusões. Nesse caso, o prosente projeto visa levar esse conteúdo artístico para mais pessoas, uma vez que a peça realizou mais de 40 apresentações com sucesso na cidade de São Paulo. A peça coloca uma lupa sobre as contradições e intolerâncias das pessoas nas suas relações mais íntimas. Sensação crescente nas mais de 40 sessões realizadas em São Paulo é que o público vai rindo de nervoso ao perceber que parte das ações dos personagens no palco correspondem às suas próprias atitudes em casa, na vida. Após algumas das sessões, realizamos conversas abertas ao público. Em uma delas o psicólogo Christian Dunker de maneira muito comovente que a peça foi uma "aula de psicologia", e que o tema central do espetáculo é a forma como lidamos com a verdade - e com a mentira. O que sobrevém do conflito exposto no palco são as camadas mais insondáveis da condição humana, com suas suscetibilidades e agressividades. Por sua vez, a todo o momento a peça questiona o papel da mulher no âmbito familiar, desdobrando-se em funções intermináveis ao passo que ao homem é dado o papel dominador de ordenador passivo; tal situação desemboca em um monólogo final potente e expurgante em que a personagem principal feminina, Babu (interpretado por Bianca Bin), coloca às claras todo o seu descontentamento neste lugar e dá espaço uma ruptura do contexto estabelecido. Convocando o espectador a suspender certezas e a encarar aspectos desconfortáveis da existência, o espetáculo desbanca a chamada cultura da tolerância, desconfiando de sua capa de complacência e demonstrando quão estreitos são os seus limites. Ao apostar no trato bem-humorado de controvérsias emergidas do terreno movediço das relações interpessoais, reitera sua disposição em instigar os públicos a revisitarem suas próprias perspectivas, mantendo no horizonte o reconhecimento e a abertura ao outro, com a capacidade que a alteridade tem de retirar o ego de seu lugar cativo. DA NECESSIDADE DA UTILIZAÇÃO DO MECANISMO DE FOMENTO Em que pese a importância participação do investimento privado em projetos culturais, um projeto do porte do presente, para ser iniciado, não poderia ser feito, nas circuntâncias de mercado brasileiras, sem o estímulo do mecanismo de incentivo governamental. Ao menos o aporte inicial carece de verbas provenientes de incentivo fiscal. Isso porque as empresas não estão em condições e ainda não tem a cultura do marketing direto em teatro e tampouco os produtores tem caixa para suportar os custos do projeto. Frise-se que o presente projeto cria diversos empregos diretos e indiretos e que grande parte do lucro obtido com sua realização deverá também ser reinvestido em futuras temporadas. DA ADEQUAÇÃO À LEGISLAÇÃO Diante do exposto acima, conclui-se que o projeto atende as finalidades expostos nos seguintes incisos do artigo 1 da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Outrossim, o projeto se enquadra nos objetivos expostos nos seguintes incisos do artigo 3 da já referida Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

SOBRE AS ETAPAS, PRAZOS E CUSTOS As etapas, prazos e custos previstos no projeto procuraram estar de acordo com os valores de mercado de produção cultural e alinhadas aos preços médios do SalicNet para as localidades nas quais o projeto será realizado, conforme reza o Decreto nº 10.755/2021, Art. 6º, § 3º.

Especificação técnica

Espetáculo de Artes Cênicas Total de Apresentações: 28 apresentações em 5 cidades Quantidade de atores: 05 Duração do espetáculo: 90 minutos Classificação indicativa: a partir de 12 anos Locais: A confirmar Público estimado: 8400 pessoas OBS: Não há previsão de aquisição de bens duráveis nem de material de uso permanente no orçamento apresentado.

Acessibilidade

A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: I – ACESSIBILIDADE FÍSICA (Aspecto Arquitetônico): Em atendimento ao Art. 25 da I.N. nº 01/2023 do MinC, nos termos dos Arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade física: os espaços das apresentações possuirão acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, como banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. A produção do espetáculo garante a preferência por apresentações em espaços que já estejam devidamente adaptados para atender tais medidas de acessibilidade, e que tenham funcionários qualificados para recepcionar este público. A produção do espetáculo informa, também, que prestará atendimento prioritário às pessoas idosas e com mobilidade reduzida, de modo que sejam as primeiras a entrar e as primeiras a sair do teatro, antes e após as apresentações. II – ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Em atendimento ao Art. 25 da I.N. nº 01/2023 do MinC, nos termos dos Arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, será realizada uma sessão com tradução simultanea em libras. Todo material de divulgação conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: I – ACESSIBILIDADE FÍSICA (Aspecto Arquitetônico): Em atendimento ao Art. 25 da I.N. nº 01/2023 do MinC, nos termos dos Arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade física: os espaços das apresentações possuirão acessibilidade para pessoas idosas ou com mobilidade reduzida, como banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. A produção do espetáculo garante a preferência por apresentações em espaços que já estejam devidamente adaptados para atender tais medidas de acessibilidade, e que tenham funcionários qualificados para recepcionar este público. A produção do espetáculo informa, também, que prestará atendimento prioritário às pessoas idosas ou com mobilidade reduzida, de modo que sejam as primeiras a entrar e as primeiras a sair do teatro, antes e após as apresentações. II – ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Em atendimento ao Art. 25 da I.N. nº 01/2023 do MinC, nos termos dos Arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art.46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, a palestra, realizada online, terá legendamento simultâneo.

Democratização do acesso

Haverá disponibiliização online da íntegra do espetáculo, por dois dias, nos termos do art. 28, IV da IN 01/2023: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: (...) IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

PROPONENTE: A Proponente será responsável pelo fornecimento de serviço de Direção de Produção, Assistência de Produção e ator para o projeto. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - Cesar Baccan A Baccan Produções, do diretor Cesar Baccan, já realizou, mais de vinte e quatro espetáculos teatrais; entre os mais recentes estão Qual é O nome do Bebê, Um Inimigo do Povo, Mundo Cão, A Pane, Quando as Maquinas Param, Carmen, Gata Em Telhado de Zinco Quente, As Criadas, Esplêndidos, Anti-Nelson Rodrigues, a Ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet - Tapa no Arena, Retratos Falantes, o Repertório de Verão 2013 do Grupo Tapa, Breu, A Mais Forte, De Um ou De Nenhum, Os Credores, Alguns Blues do Tennessee, A Mandrágora, A Moratória, Inquieto Coração e outros. PRODUTOR EXECUTIVO - Marcelo Ullmann Marcelo Ullmann é ator e produtor teatral, já tendo realizado nos últimos anos, nessa função, diversos espetáculos teatrais de sucesso, como: Qual é O nome do Bebê, Um Inimigo do Povo, Mundo Cão, A Pane, Quando as Maquinas Param, Mário, Hadassa, o Musical, entre outros. É formado em direito pela USP. DIRETOR - ELIAS ANDREATO Ator, Diretor, Autor e Professor. Iniciou sua carreira profissional em 1977, com o espetáculo “Pequenos Burgueses”, de Renato Borghi. Com a peça “Sexo dos Anjos” (1990), ganhou os prêmios Shell, Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e Apetesp. Além de já ter trabalhado em grandes produções do teatro, também participou da minissérie “A Muralha” e foi roteirista da série “Sai de Baixo” nos anos de 1997 e 1998. Dirigiu no teatro mais de 60 peças. Seus últimos trabalhos como diretor foram: A Última Sessão de Freud (2023), Alma Despejada (com Irene Ravache), Andaime (2023), Benditas Mulheres (2022), O Louco e a Camisa (2019), Papo com o Diabo (2019), Num Lago Dourado (2019), Amor em 79:05 (2019) e Esperando Godot (2018). Foi indicado 3 vezes ao prêmio Shell, tendo vencido uma vez. ELENCO PRINCIPAL Bianca Bin Começou a fazer teatro aos 12 anos e aos 16 se mudou para São Paulo. No início de 2009 mudou-se novamente, dessa vez para o Rio de Janeiro, onde ingressou na Oficina de Atores da Rede Globo. Protagonizoua temporada daquele ano da telenovela Malhação interpretando Marina Miranda. Em 2010, a atriz estreou no horário nobre no elenco de Passione, no papel de Fátima. Em 2011 protagonizou Cordel Encantado, onde viveu a sertaneja Açucena. No ano seguinte, Bianca interpretou sua primeira vilã, no remake de Guerra dos Sexos. Em 2013, repetiu sua parceria com as autoras Duca Rachid e Thelma Guedes protagonizando mais uma de suas novelas: Joia Rara, como Amélia. No ano seguinte, foi convidada para estrelar, ao lado de Ísis Valverde, como a vilã Vitoria em Boogie Oogie, novela de Rui Vilhena. Em 2016, viveu a sofrida co-protagonista Maria na novela das seis Êta Mundo Bom! Em 2017 vive a quarta protagonista, dessa vez em horário nobre, na novela O Outro Lado do Paraíso. Em 2021, esteve em cartaz com o espetáculo O Homem que Matou Liberty Valence no Teatro Sérgio Cardoso, com direção de Mário Bortolotto, interpretando a dona do Saloon, Hallie. Em 2023, o espetáculo Jardim de Inverno (Teatro Faap), de Richard Yates, direção de Marco Antônio Pâmio. Eduardo Pelizzari O ator é graduado em Artes Cênicas pela Universidade Célia Helena de Teatro e em cinema na Argentina pelo SICA (Sindicato Internacional de Cinema Argentina) escola maestrada por Ricardo Darín na época. Na TV começou sua carreira na série “Carandiru” da Globo ao lado de Lázaro Ramos, interpretando seu parceiro de surf Hugo. Em 2006 foi convidado para interpretar o antagonista Fred em “Malhação”, novela na qual ficou dois anos. Na sequência fez “Dance Dance Dance” e em seguida voltou para Globo em “Negócio da China” e “A Vida Alheia”, ambos de Miguel Falabella. Trabalho no SBT na novela “Carinha de Anjo” na Record em “Jezabel” e Reis. Sua trajetória no Teatro está marcada pelo convite de Zé Celso Martinez Corrêa para integrar o elenco do aclamado Teatro Oficina, onde ficou por 3 anos e participou de inúmeras montagens, dentre elas “Cacilda 5”, “O Banquete”, “Mistérios Gozosos”, “Walmor e Cacilda” Outros projetos de Teatro. “O Louco e a Camisa” (direção. Elias Andreato), “Ala de Criados” (direção Marco Antônio Rodrigues), “Hotel Jasmin” (direção Denise Weinberg), “Blink” (direção Kleber Montanheiro) “Hedda Gabler” de Marcio Macena, dentre outros … No cinema participou dos longas metragens: “Anna” dirigido por Heitor Dhalia, TPM - Eliana Fonseca e “Minha Vida em Marte” E algumas séries: “O Homem da sua Vida” e “O Negócio” ambas exibidas na HBO e a série DOM - 2 Temporada. Cesar Baccan Atuou em mais de quinze espetáculos no teatro, entre eles, com o GRUPO TAPA e direção de Eduardo Tolentino, Esplêndidos, de Jean Genet, Doze Homens e Uma Sentença, de Reginald Rose, A Mandrágora, de Nicolau Maquiavel, AntiNelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues, De Um ou De Nenhum, de Luigi Pirandello. Já em outros projetos, Eu Te Amo Meu Brasil, texto e direção de Atílio Bari, As três irmãs, de Anton Tchekhov, direção Pedro Garrafa, Pedreira das Almas, de Jorge Andrade, direção de Brian Penido Ross, O Homem que Calculava, de Malba Tahan, direção Atilo Bari, 2010, A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós, direção Rick Von Dentz, O Tesouro do Pirata PãoDuro, texto e direção de Atílio Bari, O Estranho Caminho de Santiago, texto e direção de Paulo Trevisan, Tristezas Americanas, de Tennessee Williams e direção de Alexandre Biondi. Recentemente esteve em A Pane, de Friedrich Durrenmatt, com direção de Malu Bazan e em Um Inimigo do Povo, de Ibsen. Marcelo Ullmann Formado em artes cênicas pelo Célia Helena e em direito pela Universidade de São Paulo. Atuou em diversas montagens teatrais, como: Qual é o Nome do Bebê, de Mathieu Delaporte e Alexandre de la Patelière, A Pane, de Friedrich Durrenmatt, Mundo Cão, de Williams, Mezzacappa, Hadassa o Musical, de Caique Oliveira, Mário, de Mário de Andrade, Rua Azusa, de Caíque de Oliveira “Nossa Vida em Família”, de Oduvaldo Viana Filho, com direção de Ademir Emboava, “Aurora da Minha Vida”, de Naum Alves de Souza, com direção de Luciana Magiolo, “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare, com direção de Pedro Granato, “O Apocalipse ou o Capeta de Caruaru”, de Aldomar Conrado, com direção de Silnei Siqueira, a “Ópera dos Três Vinténs”, de Bertold Brecht, com direção de Heitor Goldflus, "Casa de Loucos", com direção de Elias Andreato e "Greve do Sexo", com direção de Hugo Coelho, "De Clara Para...", direção de Henrique Schafer. Indicado ao prêmio Bibi Ferreira de melhor ator coadjuvante com o espetáculo A Pane e vencedor do prêmio ACESC de melhor ator com o espetáculo A Ópera dos Três Vinténs. No cinema esteve nas sérias Passaporte para a Liberdade, O Rei da TV e Natureza Morta. Lilian Regina Lilian Regina (DRT 38186), 27 anos, atriz paulistana formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD/ECA/USP). Integra o elenco dos espetáculos "Idiotxs Magníficxs" - dir. Cristiane Paoli-Quito, e "Inútil Canto e Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos", dir. Rogério Tarifa. Em 2018 atuou "TRÊS PRETOS - valor de uso", peça dirigida por José Fernando Peixoto Azevedo. Atualmente pesquisa a linguagem do Palhaço com Cristiane Paoli-Quito. Foi dirigida por Isabel Setti, Silvana Garcia e Rogério Toscano durante sua formação. No audiovisual, atua nas séries “Mundo Mistério” e "3%", ambas da Netflix. Recentemente gravou o curta-metragem "Quando o Céu Escurece", sob direção Jasmin Tenucci e o projeto "Rosa Choque" sob direção de Vanessa Bruno da Cia Vulcão.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.