Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa realizar a exposição itinerante "Cidade e Ser" de Gerson Fogaça, onde ele explora a interseção entre o indivíduo e o ambiente urbano. Inspirado pelo conceito de "modernidade líquida" do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, Fogaça utiliza uma paleta vibrante e formas orgânicas para capturar a energia e transitoriedade dos ambientes urbanos. A exposição convida o público a refletir sobre as complexidades e contradições das sociedades urbanas contemporâneas, destacando a fluidez da vida urbana e a interconexão entre cidade e ser humano. As exposições serão realizadas na Galeria Belizário, São Paulo e na Galeria Orlando Lemos, Minas Gerais.
ExposiçãoIntitulada "Cidade e Ser", a exposição apresenta uma série de trabalhos de Gerson Fogaça que dialogam com a temática da urbanidade líquida. A mostra propõe um mergulho nas dinâmicas e contradições das cidades contemporâneas, explorando a relação intrínseca entre os habitantes e os espaços que ocupam. Cada local receberá uma montagem única que busca envolver o público em uma experiência imersiva, combinando elementos visuais e sensoriais para reforçar as narrativas urbanas propostas pelas obras de Fogaça. CatálogoO catálogo da exposição "Cidade e Ser" é uma publicação de 60 páginas que documenta detalhadamente as obras e os conceitos apresentados na mostra. Com uma edição de capa dura e alta qualidade gráfica, o catálogo inclui reproduções das pinturas e instalações de Gerson Fogaça, além de ensaios críticos que contextualizam sua obra dentro do panorama da arte contemporânea e da teoria social de Bauman.
Objetivo geral: Promover uma reflexão crítica sobre a interseção entre o indivíduo e o ambiente urbano, explorando as complexidades e contradições das sociedades urbanas contemporâneas, através da exposição itinerante "Cidade e Ser" de Gerson Fogaça. Utilizando uma paleta vibrante e formas orgânicas inspiradas pelo conceito de "modernidade líquida" de Zygmunt Bauman, a exposição visa capturar a energia e transitoriedade dos ambientes urbanos, destacando a fluidez da vida urbana e a interconexão entre cidade e ser humano. A exposição será realizada em 2024, na Galeria Belizário, em São Paulo, e na Galeria Orlando Lemos, em Minas Gerais. Objetivos EspecíficosRealizar Exposições: Organizar e executar exposições na Galeria Belizário em São Paulo e na Galeria Orlando Lemos em Minas Gerais. Essas exposições proporcionarão ao público uma experiência imersiva que explora a interseção entre o indivíduo e o ambiente urbano, possibilitando uma compreensão mais profunda da dinâmica das cidades modernas. Criar um Catálogo Capa Dura: Produzir um catálogo de alta qualidade, contendo as obras e conceitos da exposição, com 60 páginas. Este catálogo servirá como um registro duradouro e um meio de disseminação do conteúdo artístico e intelectual do projeto. Contrapartida Cultural: Organizar visitas guiadas para estudantes e professores de escolas públicas, garantindo a participação de pelo menos 200 crianças e professores, com 50% provenientes de instituições públicas. Esta iniciativa visa enriquecer a experiência educativa e cultural dos participantes, estimulando o interesse pela arte e pela reflexão crítica sobre a urbanidade. Desenvolver Ações de Acessibilidade: Implementar medidas de acessibilidade, ressaltando que as galerias têm rampas de acesso e banheiros adaptados, além de promover visitas guiadas inclusivas. Estas ações garantirão que a exposição seja acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência, fortalecendo o compromisso com a inclusão. Democratização do Acesso à Cultura: Distribuir os catálogos gratuitamente na abertura da mostra, com no mínimo 20% destinados a museus e instituições culturais do país. Além disso, fornecer ônibus para o transporte de alunos de escolas públicas para as visitas guiadas, ampliando o acesso à cultura e ao conhecimento.
O projeto "Cidade e Ser" de Gerson Fogaça visa promover uma reflexão crítica sobre a interseção entre o indivíduo e o ambiente urbano, explorando as complexidades das sociedades urbanas contemporâneas. Inspirado pelo conceito de "modernidade líquida" de Zygmunt Bauman, o projeto utiliza uma paleta vibrante e formas orgânicas para capturar a energia e transitoriedade dos ambientes urbanos. Relevância Cultural e SocialA exposição aborda temas altamente relevantes, como a fluidez e impermanência das cidades modernas, promovendo um diálogo necessário sobre as transformações urbanas e suas implicações na vida cotidiana. Além disso, o projeto se compromete com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, organizando visitas guiadas para estudantes e professores de escolas públicas, promovendo ações de acessibilidade e distribuindo catálogos gratuitamente. Impacto Educacional e InclusivoCom visitas guiadas inclusivas e ações voltadas para a acessibilidade, o projeto garante que pessoas com deficiência e alunos de escolas públicas possam participar plenamente da experiência artística. A distribuição de catálogos e o fornecimento de transporte para alunos reforçam o compromisso com a democratização da cultura. Conclusão" Cidade e Ser" vai além de uma exposição de arte, buscando impactar positivamente a comunidade por meio da inclusão, educação e reflexão crítica sobre a vida urbana contemporânea. Com o apoio da Lei Rouanet, o projeto pode alcançar um público ainda maior, cumprindo seu objetivo de fomentar uma compreensão mais profunda da interseção entre cidade e ser humano.
Conceito Museográfico/Expográfico da Exposição "Cidade e Ser" Galeria Belizário (400 m²) A Galeria Belizário, localizada em São Paulo, receberá a exposição "Cidade e Ser" de Gerson Fogaça em um espaço de 400 m². A proposta museográfica e expográfica para este local visa criar uma experiência fluida, refletindo a temática da modernidade líquida que permeia o trabalho do artista. Distribuição das Obras: Entrada e Recepção: A entrada contará com uma peça introdutória que define o conceito da exposição, incluindo uma breve biografia do artista e a inspiração por trás das obras. Uma pintura de grande impacto visual será posicionada aqui para captar imediatamente a atenção dos visitantes. Área Principal: As obras serão distribuídas de maneira a criar um fluxo natural pelo espaço, guiando os visitantes através de diferentes temas e conceitos explorados por Fogaça. Serão utilizados painéis móveis e paredes temporárias para dividir o espaço e criar percursos dinâmicos. Área de Interação: Um espaço será dedicado à interação do público. Galeria Orlando Lemos (800 m²) Na Galeria Orlando Lemos, localizada em Nova Lima, Minas Gerais, a exposição "Cidade e Ser" será montada em um espaço maior de 800 m², permitindo uma exploração mais ampla e detalhada dos temas abordados por Fogaça. Distribuição das Obras: Entrada e Recepção: Similar à Galeria Belizário, a entrada contará com uma peça introdutória de grande impacto. A maior área permitirá uma distribuição das obras com mais distanciamento, permitindo que cada pintura possa ser apreciada individualmente. Áreas Temáticas: O espaço será dividido em seções temáticas que exploram diferentes aspectos da vida urbana e sua interseção com o indivíduo. Cada seção será delineada por divisórias móveis e iluminação específica para destacar as obras e criar um ambiente envolvente. Área de Interação: Um espaço será dedicado à interação do público.
Especificação Técnica do Catálogo da Exposição "Cidade e Ser"Dimensões e Formato Tamanho: 21 cm x 23 cm Número de páginas: 60 páginas Materiais e Acabamento Papel Miolo: Papel Couché Fosco 170 g/m², garantindo alta qualidade na reprodução das imagens e durabilidade. Capa: Capa dura com revestimento em Papel Couché Fosco 250 g/m², com acabamento laminado fosco para maior resistência e sofisticação. Encadernação: Encadernação tipo brochura com costura, assegurando durabilidade e facilidade de manuseio.
Acessibilidade FísicaPara garantir que todos os visitantes possam acessar e se locomover facilmente pelo espaço da exposição, serão implementadas as seguintes medidas: Rampas de acesso: Facilitarão a entrada e movimentação de pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros adaptados: Equipados para atender às necessidades de pessoas com deficiência.Para assegurar que todo o público possa compreender e apreciar plenamente a exposição, serão oferecidas as seguintes facilidades: Libras (Língua Brasileira de Sinais): Disponibilização de intérpretes de Libras durante visitas guiadas, garantindo que pessoas surdas possam compreender e participar ativamente da experiência artística.
Democratização de Acesso As exposições terão entrada gratuita Distribuição Gratuita dos catálogosPara garantir que o conteúdo artístico e intelectual da exposição "Cidade e Ser" alcance um público amplo e diversificado, a distribuição dos catálogos será realizada de forma gratuita, conforme os seguintes critérios: Distribuição Gratuita nas Exposições: Todos os catálogos serão distribuídos gratuitamente durante as exposições, permitindo que os visitantes levem para casa um registro das obras e conceitos apresentados. Doação de 20% dos Catálogos Produzidos: Além da distribuição direta ao público visitante, 20% dos catálogos serão destinados a museus, bibliotecas, institutos culturais e outras instituições de acesso público. Esta ação visa democratizar o acesso ao conteúdo da exposição, permitindo que estudantes, professores e a comunidade em geral possam aprofundar seu conhecimento sobre as obras e conceitos apresentados. Medidas de Democratização do AcessoAlém da distribuição gratuita dos catálogos, serão implementadas medidas específicas para assegurar que a exposição "Cidade e Ser" seja acessível a um público mais amplo, especialmente focando na inclusão de estudantes e professores de escolas públicas. Descrição da Ação Formativa: Visitas Guiadas em Nova Lima: Serão organizadas visitas guiadas na cidade de Nova Lima, destinadas a estudantes e professores de escolas públicas. O objetivo dessas visitas é proporcionar uma experiência educacional enriquecedora, permitindo que os participantes interajam diretamente com as obras e conceitos da exposição "Cidade e Ser" de Gerson Fogaça. Detalhes da Ação: Número de Participantes: A ação contará com a participação de no mínimo 200 crianças e professores.Participação de Instituições Públicas: Pelo menos 50% dos participantes serão estudantes e professores de instituições públicas, garantindo que a iniciativa beneficie principalmente a rede pública de ensino. Atividades Incluídas: As visitas guiadas incluirão explicações detalhadas sobre as obras, discussões sobre os temas abordados na exposição e atividades interativas para engajar os participantes de forma prática e educativa.Transporte Gratuito: Serão fornecidos ônibus gratuitos para o transporte dos alunos e professores das escolas públicas até o local da exposição, assegurando que todos possam participar das visitas guiadas sem custos adicionais.
Jecimar de Souza Arruda (nome artístico Gerson Fogaça) - Artista e coordenador do projeto Gerson Fogaça, nome artístico de Jecimar de Souza Arruda, é um artista plástico brasileiro com uma carreira marcada por numerosas exposições nacionais e internacionais. Ele foi premiado com o Prêmio Funarte de Artes Visuais em 2010 e selecionado para o Edital de Ocupação dos Espaços Culturais da Caixa Econômica Federal na Galeria Vitrine da Paulista em São Paulo. Em 2012, participou da exposição coletiva "7 x Cidade" no Espaço Cultural Eletrobrás Furnas, com curadoria de Enock Sacramento. Em 2013, foi selecionado pelo Conselho Provincial de Artes Visuais em Havana para expor na Galería Carmen Montilla em Havana Velha, Cuba. Fogaça realizou diversas exposições individuais em diferentes continentes. Em 2006, ele expôs na Sala Amanda Labarca na UTEM e na Pontificia Universidad Católica de Temuco, ambas no Chile. Em 2007, exibiu seu trabalho em L’espace d´exposition de Guaran em Lectoure, França; Galería La Ronda em Palma de Mallorca, Espanha; e na Sala Entel em La Paz, Bolívia. Em 2010, suas exposições incluíram a Galeria Portinari (Funceb) em Buenos Aires, Argentina, e o Instituto Cultural de Providência em Santiago, Chile. Em 2011, apresentou na Galeria Luz y Oficios em Havana, Cuba, e no Espace Ocktogen em Saint-Ghislain, Bélgica. Em 2015, expôs no Museo de Arte Alejandro Otero em Caracas, Venezuela; Fundação Fiart em Madri, Espanha; e na Galería Pedro Esquerré em Matanzas, Cuba. Sua exposição "Borderline" foi destaque no Centro Cultural Correios em Salvador, Brasil, em 2016. Em 2017, exibiu "Visões Simbólicas" na Casa Brasil em Bruxelas, Bélgica, e no Museo Histórico y Militar de Chile em Santiago. Esta exposição continuou na Casa da América Latina em Lisboa, Portugal, em 2018 e 2019. Além das exposições individuais, Fogaça participou de diversas exposições coletivas prestigiadas. Seu trabalho foi exibido no Museu de Arte Contemporânea de Campinas "José Pancetti" em São Paulo, Galeria Potrich de Arte Contemporânea em Goiânia, e em "Un solo cuerpo. Arte contemporáneo en los países del Mercosur" no Museo de Arte Alejandro Otero e PDVSA La Estancia em Caracas, Venezuela, em 2013. Ele também participou de "One Body. Contemporary Art in the Mercosur Countries" no Museu de Arte Contemporânea de Goiás e no Centro Cultural Oscar Niemayer, e em "Imaginary Cities" na B.AGL ART afFAIRs 2015 em Berlim, Alemanha. Suas obras foram apresentadas em "Palimpsesto" na Galeria Potrich de Arte Contemporânea em Goiânia e no Centro Cultural Las Rozas em Madri, Espanha. Em 2016, fez parte de "Cidades e Metáforas" na Casa Alba em Havana, Cuba. Em 2017, participou de "Instinct" no Museo Histórico y Militar de Chile em Santiago, e "Place in No Place" no Museo de Arte Contemporânea de Caracas, Venezuela. Em 2019, colaborou com Pedro Juan Gutiérrez para "Blood in the Alguidá, a Look from Latin American Dirty Realism" no Museu Nacional da República em Brasília. Recentemente, expôs no Miami Hispanic Cultural Arts Center e na Universidade de Miami em 2022, e no Museum of Contemporary Art of the Americas (MOCAA) em Miami. Maria de Lourdes da Cunha (Malu da Cunha) - Produtora Cultural Malu da Cunha é uma produtora cultural com licenciatura em Letras (Espanhol) e formação em Administração Pública. Recebeu o Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais em 2010 e o Prêmio Marcantonio Vilaça em 2013 pelo projeto "Poteiro mestre do Barro e das cores". Entre suas principais atividades, destacam-se a curadoria e produção de eventos como "04 Gerações" no Museu de Arte de Goiânia e na Universidade Tecnológica Metropolitana em Santiago do Chile. Foi responsável pela curadoria das exposições "Waldomiro de Deus: 40 anos de ARTE" e "Pequenas Telas, Grandes Artistas", ambas em Goiânia. Organizou e coordenou a criação do Museu de Arte de Britânia (Mabri) e produziu a mostra "Urbis Urbis" de G. Fogaça em diversos países, incluindo Chile, Argentina, Cuba e Bélgica. Em 2011, idealizou o projeto "Realidad Ciudad – Brasil Cuba", selecionado pelo Edital de Ocupação do Espaço Cultural Eletrobras Furnas, e produziu várias outras mostras internacionais. De 2012 a 2017, Malu da Cunha continuou a curadoria e produção de diversas exposições, incluindo "Diálogos Latino-americanos" no Museu de Arte de Goiânia e "Borderline" no Museu de Arte Alejandro Otero em Caracas. Em 2018, produziu "Visões Simbólicas" na Casa da América Latina em Lisboa. Em 2020, coordenou o II Salão Nacional de Pequenos Formatos do MABRI e, em 2021, o Salão Sala Compacta MAG no Museu de Arte de Goiânia. Também produziu espetáculos de dança e cursos de teatro e interpretação cinematográfica. Recentemente, em 2023, produziu a mostra "Instinto" de Gerson Fogaça e Pitágoras Lopes no Miami Hispanic Cultural Arts Center e a exposição "As Matérias Vivas de Antonio Poteiro" no Museu Nacional da República. Agnaldo Farias - Curador Agnaldo Farias é professor doutor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) e um renomado curador de arte. Ele foi curador geral do Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, do Instituto Tomie Ohtake em São Paulo de 2000 a 2012, e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro de 1998 a 2000. No Museu de Arte Contemporânea da USP, atuou como curador de exposições temporárias de 1990 a 1992. Farias também desempenhou papéis importantes na Bienal de São Paulo, sendo curador geral da 29ª edição em 2010, curador da representação brasileira na 25ª edição em 1992 e curador adjunto na 23ª edição em 1996. Internacionalmente, foi curador da 11ª Bienal de Cuenca no Equador em 2011 e do Pavilhão Brasileiro na 54ª Bienal de Veneza no mesmo ano. Ele recebeu prêmios como o "Melhor Retrospectiva" da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) em 1994 pela exposição de Nelson Leirner e o Prêmio Maria Eugênia Franco da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) pela melhor curadoria de 2011. Farias é reconhecido por sua habilidade em promover a descentralização da arte brasileira e por seu trabalho crítico e curatorial abrangente.
PROJETO ARQUIVADO.