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PRONAC 244687Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Pirucaba e as Lendas Amazônicas

51.152.938 FABIANA SILVA LOPES
Solicitado
R$ 985,6 mil
Aprovado
R$ 985,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Marabá
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (6)
Açailândia MaranhãoImperatriz MaranhãoSão Luís MaranhãoBelém ParáMarabá ParáParauapebas Pará

Resumo

A presente proposta pretende realizar o projeto de música instrumental denominado Pirucaba e as Lendas Amazônicas. O "Projeto Pirucaba e as Lendas Amazônicas" consiste em promover o registro fonográfico de obras de música instrumental através da gravação do segundo álbum do grupo Pirucaba Jazz, grupo de música instrumental oriundo da cidade de Marabá no Estado do Pará. Além da gravação do segundo álbum o projeto pretende fazer uma circulação por cidades dos estados do Pará e Maranhão para fins de lançamento do álbum e divulgação do trabalho do grupo.

Sinopse

O Projeto Instrumental “Pirucaba e as Lendas Amazônicas” consiste na gravação de 01 (um) álbum com obras musicais do grupo Pirucaba Jazz. Além da gravação deste álbum o projeto vai fazer uma circulação por cidades dos estados do Maranhão e do Pará promovendo workshops e apresentações musicais para fins de lançamento do álbum a ser gravado e das atividades do grupo como um todo. Todos esses eventos serão ofertados para a comunidade de maneira gratuita, respeitando todos os protocolos de segurança, saúde, sustentabilidade, acessibilidade e inclusão.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Promover registro fonográfico de artistas da região norte do país e promover espetáculos e atividades educativas musicais com foco na música instrumental brasileira. A realização deste projeto e de suas atividades inerentes encontram legitimidade nos Incisos I, II, III, IV... do Artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023 conforme a seguir in verbis: Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: GRAVAÇÃO DE ÁLBUM Realizar a gravação de 01 (um) álbum de música instrumental APRESENTAÇÕES MUSICAIS Realizar 08 (oito) apresentações musicais para lançamento do segundo álbum da carreira e de divulgação do trabalho do grupo Pirucaba Jazz WORKSHOP Realizar 06 (seis) workshops com o tema: Experiências e desafio de se fazer música instrumental na Amazônia Brasileira. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Todas as programações do projeto serão disponibilizadas de maneira gratuitas. O álbum após sua gravação será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais.

Justificativa

Às vésperas de iniciar a escrita desta proposta tivemos contato com uma matéria jornalística publicada no site da UBC (União Brasileira de Compositores) de que no ano de 2022 a indústria da música movimentou em todo o mundo mais de U$$ 40 bilhões, isso evidencia de que a música para além de uma arte fundamental e necessária para a humanidade, também é um importante ativo econômico e gerador de riqueza. Porém, existem segmentos musicais em que os instrumentos e mecanismos mercadológicos de financiamento e incentivo não chegam na mesma proporção de outros segmentos tão explorados pela indústria hegemônica da música, além de disparidades geográficas e relações assimétricas de poder em que ajudam a aprofundar mais ainda o não acesso a recursos não apenas econômicos, mais também de acesso a outros bens culturais e artísticos. É imerso em um contexto de acentuadas dificuldades de acesso a mecanismos de financiamento, incentivo e bens culturais em geral que o grupo Pirucaba Jazz tem ao longo de mais de uma década de carreira dedicado com muita paixão ao ofício da arte musical. Criado no dia 07 de novembro de 2010 o projeto de música instrumental "Pirucaba Jazz" nasceu com o objetivo de difundir a música regional enfatizando as movimentações culturais da localidade que refletem as mais diversas características regionais. O nome Pirucaba é em homenagem à cidade de Marabá, O "Pirucaba" era um ponto de encontro entre pessoas da cidade que se reuniam para se refrescar tomando banho no Rio Itacaiúnas, hoje o local é menos frequentado, porém permanece com sua história de muita importância para a cidade de Marabá. Por incentivo de outros amigos do meio musical os músicos Itair Rodrigues, Waldemar Guedes Jr. e Walkimar Guedes decidiram iniciar o grupo para "fazer músicas" e trabalhar na composição de músicas instrumentais de cunho regional que retratassem as lendas urbanas da cidade de Marabá com o objetivo de expandir os demais ritmos da música regional nortista para outras regiões, unindo-se à cultura folclórica local. Os ritmos adotados pelo grupo são o Carimbó, o Lundum, a Guitarrada, a Cúmbia Nortista, o Zouk, Marabaixo, Retumbão e o Samba de Cacete com uma pitada de "jazz", "pop", "salsa" e "fusion" por exemplo. Por conta da excelência aplicada a cada trabalho o grupo desenvolveu atividades como banda base de grandes festivais de música popular brasileira, como por exemplo: FECAM (Festival da Canção de Marabá) 2011, Festival do SESI 2011, Festival de Música Popular Paraense _ Etapa Marabá 2012, Festival do SESI 2012, FEMPA (Festival de Música de Parauapebas) etapa local em 2012, Festival de Música Popular Paraense _ Etapa Marabá 2013 e 2015 e I Canta Marabá em 2016, II canta Marabá em 2017, III Canta Marabá em 2018 e IV Canta Marabá em 2019 e Projeto um canto para Maria no Círio de Marabá 2020. Além de participação em festivais de música instrumental como O Marabá Jazz Festival (2022 e 2023) e o 5º SONIDO (2022). No ano de 2020/2021 o grupo foi contemplado em editais da Lei Aldir Blanc oportunidade esta que possibilitou gravar e lançar o seu primeiro álbum o "Lendas" que está disponível nas plataformas digitais. A fim de gravar o segundo seu segundo álbum e também divulgar um pouco do trabalho desenvolvido ao longo de todos estes anos de carreira o presente projeto se coloca com um instrumento primordial para que isso possa ocorre. Muito além de ser um projeto de realização de uma vontade do grupo é um projeto que também visa em grande medida levar para comunidades que vivem distantes dos grandes centros culturais do país uma forma de trabalho artístico em que estas dificilmente conseguem acessar e usufruir por meios convencionais de difusão cultural e de entretenimento tais como os meios de comunicação de massa e eventos promovidos pelo mercado de produção de entretenimento local. Porém, para a sua realização são necessários recursos, apoio e incentivo e nesse sentido não nos resta dúvida de que os mecanismos nacionais de incentivo a cultura são fundamentais para isso e foram justamente criados e são operacionalizados também com estas intenções. Evidentemente que respeitando a todos os parâmetros e requisitos legais em especial os inerentes as legislações de incentivo à cultura como a Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 e o Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023. Nesse sentido o projeto fora elaborado atentando minuciosamente para o enquadramento em finalidades da legislação mencionada como por exemplo as que constam nos Incisos I, II, III, IV, VII e IX do Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 conforme a seguir in verbis: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Certamente essas finalidades serão cumpridas mediante o atendimento também de objetivos contidos naa alíneas "A" e "C", do Inciso II do Artigo 3º da Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991 que nas suas devidas proporções a presente proposta se enquadra, a medida em que pretende fazer: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Diante destes elementos históricos, institucionais, artísticos e legais colocados não nos resta dúvida que a proposta é viável e interessante do ponto de vista local em diversos aspectos como: o artístico, o social e o econômico. Na sua realização serão estabelecidas muitas boas conexões, sejam elas locais, globais, reais ou virtuais. Além de que surgirão excelentes oportunidades de trabalho, conhecimento, entretenimento, pois acima de tudo pretende ser um projeto de promoção e oportunidade de acesso a bens culturais que boa parte do público alvo certamente não tem. Contudo, para a realização deste projeto os incentivos cultural e fiscal são fundamentais e é nesse diapasão que confiamos e esperamos a sua aprovação e realização.

Estratégia de execução

Em razão dos deslocamentos das equipes técnicas, de produção e o grupo algumas pessoas poderão fazer o usos de passagens aéreas e também terrestres, das quais ainda não se tem os nomes definidos para o recebimento de tais passagens.

Especificação técnica

Nesse projeto a intenção é fazer a gravação do segundo álbum do grupo Pirucaba Jazz, que é um grupo sediado na cidade de Marabá no estado do Pará, grupo este que tem se destacado nos últimos anos na cena da música instrumental da Região Norte do País. O grupo já tem um álbum lançado o “Lendas” que foi realizado com o apoio da Lei Aldir Blanc. O projeto Pirucaba e as Lendas Amazônicas pretende ainda realizar apresentações musicais do grupo com a participação de convidados e também realizar workshops nas cidades por onde o projeto irá passar, nestes workshops o grupo vai dialogar com artistas, estudantes, educadores e a comunidade em geral sobre sua carreira e sobre potencialidades e desafios de se fazer música instrumental Amazônia Brasileira. O álbum deve ter entre 07 (sete) e 12 (doze) faixas e pretende dá continuidade, renovada e trazer ao público novas obras do grupo. A gravação do álbum deve durar entre dois a quatro meses e depois de pronto o grupo fará uma circulação por cidades dos estados do Pará e do Maranhão divulgando tanto o novo trabalho, como também outros trabalhos do grupo. Nas apresentações musicais que ocorrerão nas cidades de Belém e São Luís o grupo pretende convidar grupos locais que também fazem música instrumental no intuito de construir redes de relações artísticas e de sobretudo também prestigiar os artistas convidados. Além das capitais o projeto fará também passagens por cidades interioranas como Marabá e Parauapebas no Pará e Açailândia e Imperatriz no Maranhão. Todas as atividades do projeto serão oferecidas de maneira gratuita para as comunidades das localidades por onde passar.

Acessibilidade

1. Gravação do Álbum - Produto Principal 1.1 Acessibilidade de Conteúdo: o álbum vai contar com uma faixa técnica em formato de áudio onde serão descritas informações técnicas e artísticas do álbum. 1.2 Itens na planilha orçamentária: Gravação de faixa técnica. 2. Apresentação Musical 2.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio. 2.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidos tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante os concertos musicais. 2.3 Itens na planilha orçamentária: Locação de estruturas metálicas, cadeiras, banheiros tipo PNE; Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, bombeiros civis. 3. Workshop 3.1 Acessibilidade Física: De modo a promover acessibilidade para pessoas com deficiência física, as ações do festival serão realizadas em local com estrutura técnica necessária para o acolhimento desse público, com: rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para pessoas com deficiência, equipe de apoio. 3.2 Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações contarão com monitores treinados para atendimento de pessoas com deficiência visual, auditiva e cognitiva; serão oferecidas tradução e interpretação de LIBRAS e Narrador de Audiodescrição durante a realização dos Workshops. 3.3 Itens na planilha orçamentária: Interpretes de LIBRAS (produção / execução); Narradores de audiodescrição, Recepcionistas, monitores.

Democratização do acesso

Conforme visto nos objetivos específicos, no plano de distribuição e na sinopse do projeto todas as atividades serão disponibilizadas à comunidade de maneira gratuita, além de garantir medidas de acessibilidade, segurança, conforto e sustentabilidade para todos. Entretanto, para além disso a fim de ampliar o acesso por meio das medidas de sua democratização conforme exige o Artigo 25 da Instrução Normativa Minc Nº 1 de 10/04/2023 o projeto se compromete a aderir os ditames dos Incisos V e VI do Artigo 28 da referida Instrução Normativa, conforme a seguir in verbis: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

FABIANA SILVA LOPES – COORDENAÇÃO GERAL, produtora cultural de alta relevância para o cenário cultural nortista. A mais recente empreitada foi a direção da Carajazz Marabá Orquestra frente ao projeto Orquestra vai à praça que terá a segunda edição em 2024. A empresa também realiza pequenas produções como agencia de músicos para casamentos, noivados, aniversários, eventos corporativos dentre outros. Em sua carta de produções maiores está a Carajazz Marabá Orquestra, Projeto Lourensax (grupo de saxofonistas), Projeto 3 do choro, Pirucaba Jazz e Smoth Jazz Saxofone. Fará coordenação geral do projeto. WALKIMAR GUEDES – (PRODUTOR MUSICAL) fará a produção musical de maneira voluntária. É músico há 25 anos, ministra aulas de Musicalização infantil Saxofone; Flauta Transversal; Clarinete; Trompete; Violão; Teclado; Canto e Teoria Musical básica e avançada, harmonia e improvisação em Marabá. Participou da criação e regência de várias bandas e fanfarras no interior do estado, como por exemplo, a Banda de Música da cidade de São Geraldo do Araguaia –PA. Trabalhou ministrando aulas de música nos anos de 2012 e 2013 na galeria de Artes Vitória Barros em Marabá-PA. Atuou como Professor de prática de instrumento de sopros, fanfarra e coral na Fundação Casa da Cultura de Marabá no ano de 2015; Professor e tecladista do Coral da Fundação Casa da Cultura de Marabá em 2016; Produtor musical de diversos projeto de fomento à cultura marabaense. Walkimar Guedes participou e participa de banda base de festivais de música popular brasileira como band líder tais como: II e VI FEMPA – Festival de Música de Parauapebas; XV e XVI FECAM – Festival da Canção de Marabá; I, III e IV Festival do SESI Marabá; II e VII Festival RBA em Marabá; I, II, III, e IV Canta Marabá; Projeto um Canto Para Maria (Círio de Marabá 2020). Participa de trabalhos musicais solo e em grupo, tais como: WALKIMAR GUEDES - SMOOTH JAZZ – Instrumental Solo Saxofone; Quarteto Instrumental PIRUCABA JAZZ; Coordenação e Regência na Big Band - CARAJAZZ MARABÁ ORQUESTRA; Grupo Instrumental 3 DO CHORO; Grupo de Saxofones de Marabá. ITAIR RODRIGUES – DIRETOR ARTÍSTICO. Artista AudioVisual, Músico, Produtor Musical e Produtor Cultural. Percorre as linguagens artísticas desde os 16 anos. Baixista profissional, produtor musical e formando em Artes Visuais (UNIFESSPA), é imerso na vida artística local da grande região do Carajás como músico e produtor musical. Esteve na direção musical de grandes espetáculos como "Marabá de Todos os Cantos" (2016) e Cilindrada Festival (2017) além de compor o Grupo Correio de Comunicação (2018-2021) como gestor da Rádio Correio FM 92,1. Atualmente, na universidade, desenvolve uma pesquisa sobre o hibridismo nas linguagens artísticas conectando a música, pintura e o audiovisual. Também é titular do setorial de música do Conselho Municipal de Politicas Culturais de Marabá, filiado da Associação Brasileira de Música e Artes, baixista na Carajazz Marabá Orquestra, baixista no Pirucaba Jazz Música Instrumental Regional Paraense e instrutor de música da Escola de Música Bateras Beat Marabá. Tem experiência na área de Música e Artes, com ênfase em Audio Visual. ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES – PRODUÇÃO EXECUTIVA Estudou Gestão Empresarial na Universidade da Amazônia, atuou em empresas de produção e execução de eventos entre os anos de 2007 a 2019 (Alvo Eventos e Servicos LTDA - CNPJ: 83.331.009/0001-02 -; Castrus Servicos de Produções e Locações LTDA - CNPJ: 09.382.697/0001-87; e W. Alves da Costa LTDA - CNPJ raiz: 13.689.408) CNPJ: 09.382.697/0001-87) desempenhando atividades de administração de recursos materiais, financeiros e humanos. no ano de 2020 fundou a empresa 40.116.009 ADRIANA KELLY DOS SANTOS RODRIGUES a fim de atuar no ramo de produção cultural e eventos. também foi servidora pública temporária nas áreas de tributação e assessoramento político nas prefeituras de Parauapebas e Curionópolis no Estado do Pará. Atou na coordenação do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a coordenadora geral do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a produtora executiva do projeto. JANAINA LOPES AMORIM - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Jornalista de formação, atualmente é doutoranda em comunicação pela Universidade Federal do Pará, foi por sete anos assessora de comunicação da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Governo do Estado do Maranhão realizando atividades como: elaboração de matérias, acompanhamento de entrevistas e de outras agendas, como de vistorias e entrega de obras, com cobertura para as redes sociais e para a imprensa, com textos e fotografias. Planejamento estratégico da comunicação. Atuou também como produtora de jornalismo na TV Difusora Sul em Imperatriz Maranhão. Em 2021 recebeu o I Lugar no Mulheres Cientistas da FAPEMA na categoria Dissertação de Mestrado, possui especialização em Assessoria de Comunicação Empresarial e Institucional pela Universidade Federal do Maranhão. Foi diretora de comunicação dos projetos Marabá Jazz 2º Edição – (PRONAC 221608) e do Projeto Orquestra Vai à Praça - Concerto com a Big Band Carajazz Marabá Orquestra Popular – PRONAC 221289. É a diretora de comunicação do Projeto Circuito Carajás do Choro – PRONAC 221605. Será a diretora de comunicação Projeto. CAMILA ALVES - DIRETORA DE PRODUÇÃO Bacharel em direito e técnica em violão, violonista, educadora musical e produtora cultural, foi professora substituta de violão clássico e popular no conservatório Carlos Gomes entre os aos de 2012 e 2014, foi professora de música entre os anos de 2012 - 2014 e oficineira de violão popular da Fundação Curro Velho e Casa da Linguagem entre os anos de 2014-2016 – advogada civil, consumerista, constitucional e administrativo, professora de violão da Fundação Carlos Gomes, projeto Música e Cidadania 2018, participou no projeto Música na Estrada, shows e oficina de violão brasileiro 2021. Produtora da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz entre os anos de 2021-2022. Violonista dos grupos Charme do Choro e Quinteto Caxangá. Será a diretora de produção do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.