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PRONAC 244706InadimplenteMecenato

Escola de carnaval em Rede nas comunidades

55.844.186 MARIA ELIZA SILVA GUNTHER
Solicitado
R$ 198,6 mil
Aprovado
R$ 197,4 mil
Captado
R$ 197,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet nas Favelas 2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-09-02
Término
2025-08-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

A Escola de Carnaval é uma ação de formação cultural desenvolvida pela Fundação Silvestre Gomes, em parceria com 06 Agremiações carnavalescas (02 Maracatus, 02 Escolas de Samba, 02 Blocos de Carnaval) visa fortalecer o Carnaval de Rua de Fortaleza através da capacitação de agentes culturais do ciclo carnavalesco. "O Projeto Escola de Carnaval em Rede de Formação nas Comunidades", propõe uma experiencia piloto, juntando 03 das agremiações parceiras que já desenvolvem ações conjuntas, num programa de formação em favelas no entorno das respectivas agremiações.

Sinopse

O Projeto Escola de “Projeto Escola de Carnaval em Rede de Formação nas Comunidades” propõe ações formativas para agentes culturais do ciclo carnavalesco, prioritariamente para os moradores das favelas do entorno dos espaços das agremiações que compõem a rede. O objetivo do projeto é fortalecer o Carnaval de Rua de Fortaleza, profissionalizar o setor e gerar renda, oferecendo cursos para pessoas de ambos os sexos maiores de 16 anos, sem limite de idade.

Objetivos

Geral:Dar continuidade a Escola de Carnaval, com ações pioneiras de formação para o ciclo carnavalescos, formando agentes culturais das próprias comunidades para atender demandas deste ciclo, e, apontar alternativas de geração de renda para moradores de 04 favelas no entorno das agremiações envolvidas na execução do projeto. Especificos: Estimular o trabalho em parceria entre as agremiações parceiras da Escola de Carnaval, realizando ações de formação, envolvendo 03 agremiações (50% do total), as quais, ainda, que de modo incipiente já desenvolvem ações em parceria. Formar 150 agentes culturais em gestão cultural e produção carnavalesca; Atingir um público aproximado de 350 pessoas em palestras relativas ao ciclo do carnaval, Oferecer 288 horas-aula de formação em oficinas técnicas de carnaval; Promover a troca de experiências entre as agremiações carnavalescas; Incentivar a criação de novas oportunidades de trabalho no setor carnavalesco; Contribuir para a sustentabilidade das agremiações carnavalescas. Realizar 03 cursos de Formação de liderança, para 45 pessoas de modo a capacitá-las a atuarem de forma coletiva, critica e criativa, nos processos de produção dos desfiles de carnaval; Realizar, 03 cursos de figurinistas para o ciclo do carnaval, ofertando 45 vagas; Realizar 03 cursos básicos de costura de figurinos para o carnaval, ofertando 45 vagas; Realizar 03 cursos de Adereços para fantasias de carnaval, ofertando 45 vagas; Produzir um vídeo do projeto com as experiências nas três agremiações

Justificativa

Fortaleza, capital do Ceará é uma cidade que se destaca por suas lindas praias, modernos arranha céus, shopping centers luxuosos e desfiles de carros importados. Paralelo a este cenário de luxo e riqueza a desigualdade social deixa suas marcas em toda a extensão da cidade. Várias Fortalezas convivem lado a lado. Bolsões de pobreza se avizinham dos bairros luxuosos e nas periferias a miséria prepondera deixando o lastro de violência, fome, doença e tristeza. Os 10% mais ricos moradores dessa capital, ganham quase 17 vezes mais do que os 40% mais pobres; crianças são um dos grupos mais afetados pela desigualdade. Com uma população de 2.428.678 pessoas segundo o derradeiro censo do IBGE a população de Fortaleza é composta predominantemente por jovens e adultos, sendo que o maior agrupamento para ambos os sexos está na faixa etária de 20 a 24 anos. O Ceará tem a quinta maior taxa do Brasil de jovens entre 15 e 29 anos que nem trabalham e nem estudam, os conhecidos como "nem-nem", com um percentual acima da média nacional de 20%, chegando em 2022 a 27,5%, há de se considerar como este problema afeta a capital do estado com a maioria da população nesta faixa etária. Estudos ainda apontam que a grande maioria dos jovens nesta situação são das classes mais vulneráveis, pretos ou pardos, provenientes de famílias que chegam a viver com renda per capita R$ 156,61. Segundo Fonte caderno de economia do Jornal o Povo 17/06/2022 . Paradoxalmente, nos bairros mais pobres é onde a população resiste na manutenção das festas populares alimentando os ciclos festivos com sua capacidade de criar e resistir. No carnaval não é diferente. Historicamente foram várias as tentativas da elite fortalezense e dos seus representantes, de apagamento do carnaval de rua, manifestação do ciclo momino da população mais pobre da cidade. O carnaval das agremiações, seja ela: maracatu, afoxé, escola de samba, bloco ou cordão, se originam sempre nas comunidades mais pobres, sendo eminentemente popular e tradicional. Mesmo sendo uma manifestação minoritária, se comparada com os grandes eventos patrocinados pelo poder público e iniciativa privada, os desfiles das agremiações representam uma contribuição à diversidade cultural da capital e do estado pela originalidade e criatividade, no contexto cultural local. Há ainda de se considerar o aspecto da inclusão social, para seus participantes, bastante evidente nestas agremiações, composta em sua maioria por jovens pretos ou pardos. São nelas onde são formados ritmistas, cantores e outros agentes que integram e dão vida à outras práticas ligadas a indústria cultural e do divertimento relacionadas ao ciclo momino. Em Fortaleza, as agremiações carnavalescas populares conservaram seu caráter comunitário, sendo o carnaval o evento privilegiado no qual as populações mais vulneráveis procuram legitimidade social em torno da tradição evidenciando a capacidade de criar, recriar e resistir dos grupos populares na luta por melhores condições e por conquistar o seu lugar na vida social e cultural da cidade. Políticas culturais que privilegiam os pré-carnavais com seus abadás, em detrimento das agremiações e agentes culturais que fazem o carnaval "raiz", não foram capazes ainda de reconhecer o grande potencial dessa festa para inclusão econômica e a grande potência dos seus processos para a formação humana e profissional dos seus agentes. Diante dos desafios da construção de novos modelos de negócios e de uma sociedade mais sustentável, o Carnaval pode ser fonte de negócios criativos abrindo novas frentes de empreendedorismo e oportunidades. Porém, para qualquer mudança nesse sentido devemos inicialmente considerar o fato de que as nossas agremiações, muitas delas, ainda na informalidade, são compostas por pessoas com baixa escolaridade, sem formação na área da gestão cultural, cenografia, figurino entre outras necessárias para o incremento da cadeia produtiva desse setor e ampliação da qualidade dos nossos desfiles de carnaval. A experiência do Bloco "Doido é Tu", há mais de 15 anos, mostrou a eficácia dos processos de inclusão e a capacidade que tem o fazer coletivo nas agremiação de carnaval de gerarem habilidades que vão para além do ciclo momino, a exemplo de mulheres que mesmo com transtorno mental, fizeram a oficina de figurino do Bloco "Doido é Tu" e passaram a atuar também como costureiras, outras que fizeram oficina de adereços e descobriram a possibilidade de decorar aniversários e produzir souvenires e lembrancinhas para chá de fralda, festas de aniversário, natal e etc. Outros, que tendo feito oficina de alegoria têm prestado serviços como cenógrafo. As possibilidades são infinitas. Sem contar, que no Rio de Janeiro e São Paulo, a indústria do carnaval, movimenta mão de obra o ano inteiro, o que pode vir a ocorrer no nosso Estado a partir de uma maior valorização e incremento dessa atividade. É importante destacar que o desfile na Avenida, é o produto por excelência desta Cadeia Produtiva, é o resultado das etapas que o antecedem que vão da pré-produção ao consumo, e, necessitam de profissionais capacitados para a confecção das fantasias, adereços, carros alegóricos, ritmistas, passistas, cantores entre outros. Necessita, ainda, de pessoas capacitadas para a elaboração de projetos criativos, para obtenção de recursos financeiros, divulgação e marketing até a organização do desfile na Avenida onde é recebido pelo público. Enfim, temos a partir das nossas agremiações e do nosso carnaval um potencial ainda inexplorado nessa "cadeia produtiva" que pode gerar desenvolvimento e empregar costureiras, bordadeiras, aderecistas, artesãos, técnicos de informática, soldadores, marceneiros, eletricistas, e por que não, as novas tecnologias como já acontecem no Rio de Janeiro e São Paulo. Esse potencial, levou a Fundação Silvestre Gomes com o apoio da Associação Cultural das Entidades Carnavalescas do Ceará _ ACECCE , a apresentar em 2022, a Secretaria de Cultura do Estado, o pleito de criação da Escola de Carnaval do Ceará, no edital de Escolas Livres de Cultura. O reconhecimento da relevância da proposta fez com que ela fosse contemplada para os períodos 2022 e 2023. No entanto, apesar do sucesso e da importância da ação, se pode sentir a grande dificuldade dos moradores das favelas próximas a sede das agremiações a acessarem a Escola de Carnaval, fosse pela dificuldade de transportes ou por outras razões mais subjetivas. Somando estes fatores, a apreensão das Agremiações parceiras da Escola de Carnaval em relação a própria continuidade de uma ação que em pouco tempo, rendeu tantos resultados, "O Projeto Escola de Carnaval em Rede de Formação nas Comunidades", foi pensando para três das seis agremiações do Comitê Gestor, as quais já vêm desenvolvendo algumas ações conjuntamente. Em perfeita sintonia com edital Lei Rounet na Favela, as ações acontecerão para moradores de 04 favelas, no próprio território, sendo acompanhada pelas agremiações que trabalham mais diretamente com as mesmas: Favela Forró da Bala e Favela da Gonçalves no Rodolfo Teófilo ( Bloco Doido é Tu e Maracatú Nação Baobá) , Favela Sem Terra e Favela Malvinas (Bloco Doido é Tu e Maracatú Nação Baobá), Favela Papoco (Bloco Amigos do Zé e Bloco Doido é Tu). Vale ressaltar que o Projeto se enquadra em todos os incisos I, II e II do I, II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, na medida em que: Promove a produção, difusão e fruição de bens e serviços culturais; Incentiva a formação de profissionais da área cultural; Contribui para a democratização do acesso à cultura. Bem como: alcança os objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, pois: Fortalece a identidade cultural brasileira; Promove a diversidade cultural; Incentiva a descentralização da produção cultural; Democratização do acesso à cultura.

Estratégia de execução

Cada ciclo de oficinas será iniciado com uma palestra aberta ao público com profissional da área de renome no Estado. As mesmas aconteceram equipamentos público de fácil acesso da população a exemplo da: Vila das Artes, Theatro José de Alencar, ou Teatro São José.

Especificação técnica

Insira detalhamento técnico de todos os produtos: paginação, duração, material, projeto pedagógico. Além dos cursos e palestras, o Projeto terá como resultado de todo o processo, 03 vídeos documentários, cada um com 10minutos, como resultado de todo o processo em cada um dos núcleos onde as ações foram desenvolvidas. Os vídeos terão recursos de legenda para surdos e ensurdecidos e áudio descrição.

Acessibilidade

Produto: Palestras e cursos As palestras e cursos estão programadas em espaços acessíveis para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Serão reservados locais para cadeiras de roda e assentos à frente para pessoas com pouca acuidade visual ou auditiva. Serão utilizados recursos de autodescrição, descrição, bem como intérpretes de libras. Os recursos para pagamento de intérpretes de libras, não foram previstos no orçamento para oficinas e palestras porque serão financiados pela Fundação Educacional Silvestre Gomes, Parceira da Escola da Escola de Carnaval. Produtos vídeos Nos vídeos o tradutor em libras já está incluso no valor orçado. A cada dia cresce a preocupação do grupo envolvido no projeto com a acessibilidade arquitetônica, o que leva o mesmo na escolha dos seus locais de oficina, levar em conta a existência de rampas, espaços para circulação de cadeiras de rodas, locais mais próximos da moradia do público prioritário, e, cadeiras para pessoas com sobrepeso, dentre outros. O grupo responsável pelo projeto, tendo a frente a gestora cultural Eliza Gunther, vem da experiência do Bloco “Doido é Tu”, um Bloco de carnaval realizado com e pelas pessoas com transtorno mental ou dependência química. Neste sentido, vem desenvolvendo em toda a equipe um compromisso com a acessibilidade atitudinal, vencendo os desafios da inclusão de pessoas que na sociedade são tratadas como “loucas” ou “incapazes”. A experiencia positiva com este segmento da população, vem instigando o grupo a aprender sempre mais e a aplicar práticas que contribuam para eliminar ou diminuir as barreiras sociais. Os cursos, adotam uma linguagem simples, com exemplos do universo das pessoas, privilegiam a prática, e o estímulo a experimentação. Inspirada na pedagogia do Paulo Freira, nas rodas de cultura, todos são estimulados a participar e respeitados nas suas diferenças. Metodologia desenvolvida nas oficinas do Bloco “Doido é Tu”, e que têm também apresentado resultados nos cursos da Escola de Carnaval. Em cada turma, além do professor, estará presente um produtor local, pessoa com vínculos de amizade e afeto com as pessoas da comunidade, e por consequência com os participantes dos cursos. Caberá a estes assistentes de produção auxiliar os participantes quando necessário na sua locomoção no espaço físico, ou em outras necessidades.

Democratização do acesso

As medidas de ampliação do acesso, já começam pelo fato dos cursos acontecerem na favela, próximo ao local de moradia das pessoas, e, pelo fato de destinarem-se aos brincantes das agremiações parceiras, pessoas em situação de alta vulnerabilidade social e econômica. E, no caso do Bloco “Doido é Tu”, também de saúde (pessoas com histórico de sofrimento ou transtorno mental ou dependência química). Neste caso, dispensa cotas, tendo em vista que o público quase que totalmente será composto por pessoas que historicamente são excluídas do acesso aos meios de criação, produção e consumo cultural. Portanto, públicos prioritários e vulneráveis. O Projeto tem um caráter iminentemente social, e, para estimular a adesão oferecerá bolsas de incentivo a 100% dos alunos, os quais deverão comprovar baixa renda familiar ou cadastro no CAD único. Procura-se desenvolver metodologias que incluam as pessoas com transtorno ou déficit mental, autismo, ou outras deficiências psicossociais. As experiências serão registradas em vídeos os quais serão difundidos em canal do you tube e programas de WEBTV, os quais terão legendas para surdos e ensurdecidos. Nos eventos trabalharemos com autodescrição e audiodescrição caso, seja identificado pessoa com deficiência visual em alguma oficina. As inscrições serão gratuitas e os (as) alunos (as) receberão para facilitar o acesso uma bolsa de incentivo. essas ações contemplam duas medidas do Artigo 30 da IN 11/2024VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais eminiciativas fnanciadas pelo poder público; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo dotrabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualifcação técnica,artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.

Ficha técnica

Maria Eliza Silva Gunther Função no Projeto: Coordenação Geral, Coordenação Pedagógica, articulação com as agremiações parceiras, formação e gestão de equipes, gestão dos processos decisórios, acompanhamento e avaliação. Mini Currículo: Assistente Social, especialista em saúde mental, especialista em gestão cultural, gestora cultural (Dirigiu os maiores equipamentos culturais do Estado), performer, brincante, poeta/compositora com formação em arte terapia, fez incursões pela fotografia, vídeo, artes plásticas, coordenadora de ação sócio cultural do Bloco “Doido é Tu”. Erica Castro Função no Projeto: Produção Executiva: mobilização, contratos e negociações, aquisição de material, acompanhamento de serviços, supervisão dos espaços, logística e infraestrutura, orçamentos e finanças. Mini Currículo: Formada em logística e marketing, possui uma década de experiência em produção executiva de projetos culturrais, atuando na coordenação de projetos como Bom de fortaleza, Natal de luz do Ceará, Festival música de Ibiapaba, Irradiadores de Cultura – Ocupa caps, Cine Clube irradiadores de cultura, Bloco Doido é Tu entre outros. Yohana Araújo Função no Projeto: Secretaria e Intérprete de libras - Gerenciamento de agenda, documentação e arquivamento, assistência administrativa, redigir atas de reuniões, atendimento ao público, realizar inscrições, suporte a equipe,interprete de libras nas palestras e cursos Mini currículo: Graduanda em pedagogia, intérprete de libras, atuou na catalogação da biblioteca loucos por poesia, onde desenvolveu habilidade em arquivameto e organização de documentos. Paulo Mandu Função no Projeto: Produtor Local Mini currículo: Presidente do Bloco Amigos do zé, sediado na favela do papoco, bairro Pici, desenvolve, além das atividades ligadas ao ciclo carnavalesco, um trabalho social com a comunidade.Raimundo Praxedes Função no Projeto: Produtor Local Mini Currículo: Presidente do Maracatu Nação Baobah, desenvolve trabalhos sociais e culturais na comunidade dos "sem terra", Bela Vista há mais de 30 anos.Suliane Helen Função: Produtor Local Mini currículo: Assistente de Produção Produtora de eventos e culturais, atua como diretora de percussão do Bloco Doido é Tu, formada por usuários dos caps e crianças oriundas da favela forró da bala, malvina e imediações. Selma Santiago Função no Projeto: Instrutora Curso liderança Mini currículo: Gestora Cultural, Ms em Gestão Cultural, Espec. em Gestão de Produtos e Serviços Culturais. Dramaturga, Diretora Teatral, Atriz. Coord. Política p as Artes (SECULT/CE) Dirigiu o Theatro José de Alencar. Consult. UNESCO, Coord. Microprojetos Mais Cultura/MINC e Formação para Competências Criativas/MINC, . Coordena e ministra cursos de Gestão Cultural e Economia Criativa. Parecerista cultural. Marcelo Belizário Função no projeto:Curso figurino e costura Mini Currículo: Formado em Estilismo de Moda, Especialista em Negócios de Moda. Especialista em Docência na Educação Profissional. É amante das artes. Com experiência profissional em Desenvolvimento de produtos, Modelagem Industrial, Produção de Figurinos, Adereços, Vitrines e Cenografia. Capacitação em cursos para projetos sociais nas comunidades e interiores. Cláudia Leitão Função no Projeto:PalestranteMini Currículo: Graduada em Direito pela Universidade Federal do Ceará - UFC (1981) e em Educação Artística pela Universidade Estadual do Ceará - UECE (1982). É mestra em Sociologia Jurídica pela Universidade de São Paulo - USP (1988) e doutora em Sociologia pela Sorbonne, Université René Descartes, Paris V (1993). Na Universidade de Fortaleza foi professora do Curso de Direito (1984-1989); na Universidade Estadual do Ceará foi professora do Curso de Ciências Sociais (1995) e do Curso de Administração (1996-2015), onde coordenou o Mestrado Acadêmico em Administração (1996-2000), criou e coordenou a Especialização em Gestão de Produtos e Serviços Culturais (2000) e o Mestrado Profissional em Gestão de Negócios Turísticos (1999-2003) entre outros Paulo Benevides FUnção no projeto: palestrante Mini Currículo: Bacharel em Economia, especializado em Consultoria e Projetos, consultor desde 2001, foi Conselheiro de Cultura de Fortaleza e do Ceará, viabilizou centenas de projetos como o NOIA – Festival do Audiovisual Universitário, consultor das Leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo, professor de empreendedorismo criativo e diretor da PROPONO, especializada em viabilizar planos e projetos da economia criativa

Providência

EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.