Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 244720Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Dois solos para uma atriz - Circulação G.A.L.A. e Terra em Trânsito

COM CRETA PRODUCOES S/S LTDA
Solicitado
R$ 1,57 mi
Aprovado
R$ 1,57 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-03-10
Término
2025-09-10
Locais de realização (7)
Brasília Distrito FederalVitória Espírito SantoSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáTeresina PiauíSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a Circulação de dois solos de teatro (TERRA EM TRÂNSITO e G.A.L.A.) com a atriz paulistana Fabiana Gugli. Ambos os espetáculos criados e dirigidos pelo autor, diretor e encenador Gerald Thomas. As atividades serão realizadas em 6 cidades de 4 regiões: Norte (Belém/PA); Nordeste (São Luis/MA, Teresina/PI); Centro Oeste (Brasília/DF) e Sudeste (Belo Horizonte/MG e Vitória/ES). Serão 24 apresentações e atividades paralelas de caráter formativo (oficina, ensaio aberto/abertura de montagem e conversa pública). O projeto tem duração de 6 meses e conta também com ações de acessibilidade e participação de artistas locais.

Sinopse

Terra em Trânsito Uma solista se encontra enclausurada dentro de um camarim em pleno processo de concentração, aquecimento e delírio. Ela conversa o tempo todo com um cisne judeu enquanto o alimenta a com a finalidade de fazer foie gras. Lúdico, verborrágico, alucinado, o texto remete a grandes estrelas atormentadas, como Judy Garland ou Bette Davis. Nervosa, a diva se ajeita no espelho, fala pelos cotovelos, arruma o cabelo, o figurino, aquece a voz, dança e divaga sobre o mundo e a vida. Primeiro sinal! Continua sua maratona desenfreada de preparação. Segundo sinal! Já pronta, tenta abrir a porta. Está trancada. Berra. Esmurra a porta. Chama pelos contra regras. Terceiro sinal! Ouve aplausos. Alguém entrou em cena e começa a cantar Liebestod, sua ária em Tristão a Isolda. Como um fantasma, esquecida dentro do camarim, a ópera continua no palco, sem ela. Algo terrível ainda está por ser descoberto. G.A.L.A. G.A.L.A. coloca o público diante de um mundo totalmente surreal, tropicalista inventado, com o desabafo existencial da personagem que dá nome a peça. Uma mulher à beira do naufrágio, como numa festa no fim do mundo, dança entre destroços e ruínas da civilização, à espera de uma nova onda indicando uma saída possível. Como uma figura mítica que nos lembra Carmem Miranda, a personagem Gala vai alternando momentos de euforia, desespero, cinismo e tristeza enquanto conta suas graças e desgraças num monólogo cheio de tormento, angústia e humor numa espécie de balanço de vida. Ela alterna o interlocutor do seu drama entre o seu amado Sancho, com quem conversa ao telefone, o público e ela mesma. Vestida com penachos, ela rodopia entre tiros, bombas e a solidão causados pelos conflitos que abalam o mundo na contemporaneidade. Em G.A.L.A., cada prato quebrado é um grito de socorro. Classificação indicativa para ambos os espetáculos: 14 anos.

Objetivos

Realizar a circulação 2 espetáculos solos de teatro (TERRA EM TRÂNSITO e G.A.L.A.) com a atriz paulistana Fabiana Gugli. Ambos escritos e dirigidos pelo autor, diretor e encenador Gerald Thomas. O projeto consiste em trazer simultaneamente dois espetáculos que representam a sólida e próspera parceria entre a atriz Fabiana Gugli e o autor e diretor Gerald Thomas nos palcos. Separados por um intervalo de 15 anos no tempo (Terra foi montada originalmente em 2006 e G.A.L.A. em 2021), as duas peças refletem a continuidade da pesquisa teatral e desenvolvimento das linguagens cênica e dramatúrgica contemporâneas, que fazem de G.Thomas e seus atores, referência de excelência e qualidade artísticas na cena teatral brasileira. O primeiro solo, concebido especialmente para a atriz, Terra em Trânsito, ficou em cartaz em São Paulo durante todo o ano de 2006 e lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz. A peça fez também curta temporada, com versão em inglês, no La MaMa Theater, o mais importante teatro experimental de Nova Iorque. Em 2007, representou o Brasil no Festival de Teatro de Córdoba, na Argentina, onde foi apresentada em espanhol. Em seguida, fez temporada de grande sucesso no espaço Oi Futuro, no Rio de Janeiro. Em julho de 2020, Terra em Trânsito foi adaptada para o formato online, sendo transmitida ao vivo dentro do projeto #EmCasaComSesc. Foi contemplada também, através do Proac Expresso Lab, para transmissão de temporada virtual, com ótima repercussão. G.A.L.A., o novo espetáculo-solo da atriz, com texto e direção de Gerald, acaba de realizar uma curta temporada no Sesc Belenzinho, com sucesso de público e crítica. Por sua atuação, Fabiana foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Atriz/2023. Em 2022, a 1a versão presencial de G.A.L.A. foi apresentada no 30º Festival de Teatro de Curitiba. A peça tinha sido inicialmente criada para o formato online em 2021 e transmitida ao vivo pela plataforma SESC Paulista, durante a pandemia em virtude do fechamento dos teatros. O projeto contempla a circulação dos espetáculos para fora do eixo cultural Rio _ SP, promovendo um diálogo artístico com diferentes platéias dentro do Brasil, alcançando um público muito mais amplo e diverso, contribuindo para a democratização e acesso às artes. As atividades serão realizadas em 6 cidades de 4 diferentes regiões - Norte (Belém); Nordeste (São Luis, Teresina); Centro Oeste(Brasília); Sudeste (Belo Horizonte e Vitória). No total serão 24 apresentações, sendo 2 de cada solo em cada cidade e atividades paralelas de caráter formativo (uma oficina, um ensaio aberto e/ou abertura de processo de montagem e uma conversa pública). Essas atividades serão realizadas em todas as cidades e envolvem a equipe criativa e técnica do projeto bem como artistas locais convidados para participar das atividades paralelas do projeto. O projeto tem duração prevista de 6 meses e conta também com ações de acessibilidade.

Justificativa

O projeto contempla a circulação dos espetáculos para fora do eixo cultural Rio _ SP, promovendo um diálogo artístico com diferentes platéias dentro do Brasil, alcançando um público muito mais amplo e diverso, contribuindo para a democratização e acesso às artes. A Com Creta Produçoe~s foi criada em 2005 para a realizaçao~ de projetos arti´sticos e culturais nas a´reas de artes cênicas e visuais. Produziu a Cia de O´pera Seca em diversos trabalhos, incluindo a tetralogia Asfaltaram a Terra, Rainha Mentira, a residência teatral da cia no Sesc Paulista, Kepler, the Dog, Licht mehr Licht e Terra em Trânsito online. Gerald Thomas é um artista múltiplo, reconhecido mundialmente por seu trabalho inovador, inventivo e de alta qualidade estética, tendo revolucionado a cena teatral brasileira na década de 80. Sua Cia de Ópera Seca, ao longo dos seus 35 anos, tem se destacado por criar uma forma original de se fazer teatro, imprimindo sua identidade marcante no cenário cultural nacional e internacional, com mais de 30 espetáculos, em mais de 16 países. Gerald recebeu três Prêmios Molière, outros 18 prêmios e foi tema de documentários para a rede alemã NDR 3, PBS, TV Cultura e TV austríaca ORF. Há cinco livros publicados sobre sua vida e obra: O Encenador de si Mesmo; Memória e Invenção: Gerald Thomas em Cena (Silvia Fernandes), Flash and Crash Days (David George), a autobiografia Entre Duas Fileiras e seu Teatro Completo: Circo de Rins e Fígados. Considerada uma das atrizes mais talentosas e versáteis da sua geração, Fabiana Gugli é formada pela EAD, além de dança clássica e moderna. Entrou para a Cia de Ópera Seca em 1999, tendo atuado em 15 espetáculos, entre eles, Terra em Trânsito, G.A.L.A, F.E.T.O, Um Circo de Rins e Fígados, Deus Ex-Machina, Ventriloquist e a ópera Tristão e Isolda. Ainda em teatro, fez Refúgio, Os 39 Degraus, Travesties, Leopoldina, Casa de Bonecas parte 2 e Huis Clos. Em cinema, participou dos longas O Banquete, Não Pare na Pista, O Cheiro do Ralo, entre outros. Em TV, fez as minisséries Passaporte para a liberdade, PSI, Unidade Básica e Supermax, entre outros. Indicada ao Prêmio Shell/Melhor Atriz por Terra em Trânsito (2006) e Refúgio (2018) e indicada ao APCA/Melhor Atriz por GALA (2023) e FETO (2022). É importante destacar que é através de recursos advindos da renúncia fiscal federal, Lei Roaunet, que a maioria dos projetos culturais brasileiros, principalmente aqueles realizados de forma independente, como é o caso da proposta ora em tela, podem ser realizados. A Lei Roaunet é desde sua criação nos anos 1980, o mecanismo que transformou a produção cultural nacional, e segue sendo a ferramenta fundamental para o crescimento do setor cultural, e pela realização de ações que democratizam o acesso e promovem a descentralização do bem cultural e a formação de novos públicos. Ressalta-se que a proposta aqui apresentada se enquadra nos incisos I, III, IV, V e IX do Art. 1º da Lei Rouanet. E através da realização do projeto, alcançaremos os objetivos II e), IV a) e V b) do Art. 3º da referida Lei.

Especificação técnica

Apresentação de espetáculos: - Circulação de dois solos com 24 apresentações no total sendo 2 sessões de cada solo em cada cidade com ingressos à preços acessíveis. A duração de cada espetáculo é de cerca de 50 minutos. Atividades paralelas com acesso gratuito: - Realização em cada cidade, de ensaio aberto e/ou abertura de processo de montagem para grupos locais convidados. - Realização de conversas públicas sobre o processo dos espetáculos e da turnê envolvendo equipe técnica e criativa do projeto. - Realização de 6 oficinas de teatro - "Ator Criador com Fabiana Gugli: do texto à cena" com o oferecimento de 25 vagas em cada cidade, voltada para atores, bailarinos, performers e estudantes destas áreas, a partir de 16 anos. "Oficina de teatro - Ator Criador com Fabiana Gugli: do texto à cena" A proposta da oficina é pesquisar diferentes possibilidades do ator para a criação teatral, enfocando o trabalho corporal, a composição rítmica da ação física e do texto, a exploração da riqueza da sonoridade da palavra, a apropriação da música na cena, a fisicalidade das emoções e intenções para ampliação do significado do texto e a concretização do espaço vazio cênico. O workshop, através de exercícios dirigidos e proposta de cenas e improvisos, visa estimular a imaginação do ator e sua instrumentalização, ampliando suas potencialidades como ator criador, a partir do trabalho realizado pelos atores da Cia de Ópera Seca. Em todas as atividades formativas será priorizada a presença de jovens e estudantes da rede pública. Estimativa de atendimento de público total durante a realização do projeto: 6.000 pessoas

Acessibilidade

Acessibilidade física: O espetáculo e as atividades paralelas serão realizados em teatros/espaços adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contém rampas e corrimão, espaço para cadeirantes e banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Realização de 06 sessões dos espetáculos com tradução em libras (Língua Brasileira de Sinais), sendo pelo menos uma sessão em cada cidade que receberá o projeto. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações e atividades paralelas em locais com equipe treinada e sensibilizada para atendimento a este público quando necessário. Material de divulgação do projeto terá aspecto inclusivo, contemplando linguagem simples para atender pessoas com deficiência física, auditiva, visual, intelectual e psicossocial, de modo a evitar barreiras na comunicação interpessoal, escrita e/ou virtual.

Democratização do acesso

A estratégia de distribuição e comercialização das apresentações dos dois espetáculos busca maximizar a democratização de acesso: - Ingressos serão vendidos online e na bilheteria do teatro, com preços acessíveis sendo o valor máximo de R$60,00; - Haverá também a realização de venda promocional de ingressos, o que permitirá o acesso de grande público à peça, colaborando também para o importante processo de formação de platéias; - Distribuição de ingressos gratuitos (entre 10% 20% da lotação do teatro em cada cidade) para estudantes da rede pública de ensino, estudantes de teatro, membros de ONGs e demais público carente, por meio de parcerias com instituições locais; Ampliação de Acesso: Para ampliar o acesso às apresentações dos espetáculos, iniciativas complementares, de caráter formativo (oficina, ensaio aberto/abertura de processo de montagem para grupos convidados e conversa pública), serão adotadas. O acesso à essas atividades será gratuito e, será priorizado a presença de jovens e estudantes da rede pública.: 1) Oficina de teatro - Ator Criador com Fabiana Gugli: do texto à cena - Número de participantes: 20, máximo de 25 Público alvo: Atores, bailarinos, performers e estudantes destas áreas, a partir de 16 anos, com alguma experiência Recursos necessários: sala de ensaio ampla, equipamento de som com conexão ao computador, 4 refletores de chão Material requerido: roupas leves que não limitem os movimentos, preferencialmente de cor preta. 2) Ensaio aberto e/ou abertura de processo de montagem para grupos convidados: Intercâmbio com equipe local e realização de acompanhamento da montagem de luz e som onde estudantes e jovens técnicos de cada cidade possam acompanhar, contribuindo assim para troca de saberes entre as equipes. 3) Conversa pública a ser realizada em cada cidade envolvendo a participação da equipe técnica e criativa do projeto e artistas locais convidados. Também do ponto de vista de recursos humanos envolvidos na realização do projeto, em cada cidade buscar-se à efetivar a contratação de equipe local para apoio técnico e produção do espetáculo, priorizando pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e pessoas com diversidade de raças e etnias.

Ficha técnica

Informamos que a dirigente da empresa proponente será remunerada na seguinte funções dentro do projeto - Atriz - Fabiana Gugli - Participação em todas as etapas do projeto, principalmente nos ensaios, apresentações dos espetáculos e atvidades paralelas. FICHA TECNICA Atriz: Fabiana Gugli Texto, Criação e Direção: Gerald Thomas Sonoplastia: Ale Martins Iluminador: Wagner Pinto Contrarregra: Calú Batista Técnico de Palco: Mazinho Ator / Manipulação do Cisne (em Terra em Trânsito): a definir Assistente e Direção: Samuel Kavalerski Assistente Técnico Geral: Samuel Kobayashi Direção de Produção: Dora Leão CURRICULOS RESUMIDOS: FABIANA GUGLI - Atriz, com formação em Artes Dramáticas (EAD) e dança. Entrou para a Cia. de Ópera Seca em 1999, tendo atuado em 15 espetáculos de Gerald Thomas, entre eles, os solos Terra em Trânsito e G.A.L.A., Um Circo de Rins e Fígados (com Marco Nanini), Deus Ex-Machina, Ventriloquist e a ópera Tristão e Isolda. Ainda em teatro, fez Refúgio, Os 39 Degraus, Travesties e Huis Clos. Em cinema, participou dos longas O Banquete, com direção de Daniela Thomas, Não Pare na Pista, de Daniel Augusto, O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia, entre outros. Alguns de seus trabalhos em TV incluem as minisséries Passaporte para a liberdade, PSI, Unidade Básica, Amorteamo e Supermax. GERALD THOMAS - Autor e diretor de teatro e ópera cujas habilidades alcançam a dramaturgia, iluminação, cenografia, figurino, desenho e música. Nascido em 1954, em Nova York (EUA), entre 7 e 15 anos de idade morou no Rio de Janeiro com seus pais. Sua extensa trajetória o fez passar por pelo menos 15 países e vencer por duas vezes o Prêmio Molière e uma vez o Prêmio Mambembe. Criador de uma estética elaborada a partir do uso diferenciado de cada um dos recursos teatrais e orientada pelo conceito “ópera seca”, Thomas renova a cena brasileira nas décadas de 1980 e 1990, dirigindo, entre outros: Fernanda Montenegro, Tônia Carrero, Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Rubens Corrêa, Marco Nanini, Ney Latorraca e Julian Beck, em peças marcadas pela ousadia e irreverência, tornando-o um dos mais instigantes encenadores da atualidade. O filósofo Gerd Bornheim considera que Thomas representa, no campo das discussões teatrais, mais do que um propositor de estéticas, “um pensador prático criador de uma Poética, ou seja, de um modo de produzir o novo”. WAGNER PINTO - Iniciou sua trajetória como Lighting Designer em 1982. Ao lado de Gerald Thomas desde 1986 na Cia. Ópera Seca. Indicado para importantes prêmios como “melhor iluminação”. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro em 1994, 2016 e 2018, com os respectivos espetáculos “Penteseléias” (dir. Daniela Thomas e Bete Coelho), “A Máquina Tchekhov” (dir. Denise Weinberg e Clara Carvalho) e “Dilúvio” (de Gerald Thomas). Em 2010, Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem “Quem Tem Medo de Curupira?” (dir. Débora Dubois). Em 2012, Prêmio Carlos Gomes de Ópera e Música Erudita “L’Efant et les Sortilèges“(dir. Lívia Sabag). ALE MARTINS - Músico (UNICAMP), sonoplasta, sound designer e técnico de som. Gravou diversas orquestras, incluindo Sinfônica de Campinas, Orquestra da UNICAMP, Sinfônica de São Carlos e Sinfônica de São Caetano. Atua como operador e assistente em diversos espetáculos como Diásporas, A Milionária, A Catástrofe do Sucesso, 2X SHAW e Meu Quintal é Maior que o Mundo. Assumiu a direção musical e trilha sonora dos espetáculos “Anatol” e “O Jardim das Cerejeiras” (Grupo TAPA); atualmente trabalha com o Coletivo Manás onde assinou a trilha sonora original de “Uma Cena de Amor para Francis Bacon” e, como sonoplasta em G.AL.A.(2021/22) e F.E.T.O. Estudos de Doroteia Nua Descendo a Escada (2022) de Gerald Thomas. JOÃO PIMENTA - Começou sua história no mundo da moda em São Paulo (1987). É um dos principais nomes da moda masculina e sustentável. O principal discurso do meu trabalho transita entre a relação masculino x feminino / pobre x rico. O processo criativo acontece de forma orgânica, muitas vezes refletindo o ambiente e situações atuais. A moda como arte e o discurso como manifesto. Em 2023 recebeu o Prêmio Shell de Teatro pela criação dos figurinos de F.E. T.O. Estudos de Doroteia Nua Descendo a Escada de Gerald Thomas. SAMUEL KAVALERSKI: é um artista que articula diferentes linguagens: dança, teatro, artes visuais e literatura. Atua como intérprete, criador e educador. É graduado em Artes Visuais e especialista em Gestão em Economia Criativa. Colaborador do Estúdio Lusco Fusco do diretor André Guerreiro Lopes e foi bailarino da São Paulo Cia. de Dança, da Quasar Cia de Dança e do Balé Teatro Guaíra. Seu livro Epilepsia | uma Fábula, pela Folhas de Relva Edições, foi contemplado com o edital Minha Biblioteca da Prefeitura de São Paulo. CALÚ BATISTA: Produtora cultural, cenotécnica e aderecista. Radialista e técnica de palco por formação, realizou trabalhos como produtora e realizadora em projetos audiovisuais. No teatro, fez parte da equipe de J.C.Serroni, realizando a confecção de cenografia de diversos espetáculos premiados, tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro. Atuou como cenotécnica em “Henrique IV”, de direção de Gabriel Villela, e como contrarregra nos espetáculos “F.E.T.O. Estudos de Doroteia Nua Descendo a Escada”, de Gerald Thomas, “O Arquiteto e o Imperador da Assíria” e “Dias Felizes” do Grupo Garagem 21. Desde 2020, realiza projetos de ocupação artística pela Trupe em Trânsito na Zona Leste de São Paulo. MAZINHO: Atua como técnico de palco desde 1993, tendo realizado seu primeiro trabalho na Assessoria Comando Delta. Trabalhou por 4 anos na Rede Globo nos programas Show Criança Esperança, Megaton, Amigos e Amigos. Atuou também em shows internacionais como: Madonna, Shakira, Michael Jackson. De 2001 a 2013 trabalhou no Teatro Renault em espetáculos como A Bela e a Fera, Fantasma da Ópera, Miss Saigon, Mama Mia entre outros. Seus trabalhos recentes incluem: Billy Eliot, Escola do Rock, Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate, Donna Summer, F.E.T.O. Estudos de Doroteia Nua Descendo a Escada de Gerald Thomas em 2022 e Lá Vem Ela de Ana Paula Bouzas e Jussara Setenta em 2023. SAMUEL KOBAYASHI - Fotógrafo, produtor e assistente técnico. Formado em Comunicação Social (Uerj) e em Iluminação Cênica (SP Escola de Teatro), foi assistente de arte na equipe de Conteúdo Digital do canal Multishow. No teatro, trabalhou como técnico de iluminação no espetáculo "Máquina de Modelagem Temporal", de Thor Vaz, foi assistente técnico em F.E.T.O. Estudos de Doroteia Nua Descendo a Escada, de Gerald Thomas, e atuou como contrarregra em óperas como "O Machete", "O Rapto do Serralho" e "Aquele Que Diz Sim / O Voo Através do Oceano", no Theatro São Pedro. DORA LEÃO - Economista, gestora e produtora cultural. Sócia-diretora da PLATÔproduções. Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica/PUC-SP. Autora do livro “O Papel da Mídia Impressa no Embate Marketing Cultural X Marketing Social” (CRV, 2012). Em 2007, recebeu o Prêmio APCA de “Produção em Dança”. Coordena a produção de diversos projetos e núcleos artísticos independentes. Atua também na difusão de artistas, espetáculos e projetos nacionais e internacionais, no Brasil e no exterior. Desde 2009 colabora com o diretor Gerald Thomas em seus projetos no Brasil. Em 2023 coordenou a produção da PQ’23 Brasil - Mostra Países e Regiões na 15ª Quadrienal de Praga. A representação brasileira recebeu o prêmio “melhor trabalho em equipe” desta edição.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.