Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Festival Faixa Preta é um evento multicultural da brasilidade periférica, que acontece na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, que celebra e destaca a riqueza cultural das favelas, valorizando suas histórias, tradições e talentos, commais de 30 horas de programação em dois dias, com shows de rap, funk, trap, drill e grime, exposições de arte, atividades esportivas e campeonatos de E-Sports, destacando a inovação e a criatividade que emanam dessas comunidades.
O Faixa Preta é um festival cultural periférico que celebra a cultura das favelas, realizado na Praça da Apoteose, Rio de Janeiro, para o público jovem e adulto, com mais de 30 horas de programação em dois dias, com shows de rap, funk, trap, drill e grime, exposições de arte, atividades esportivas e campeonatos de E-Sports.
O objetivo de criar um universo repleto de experiências coletivas, dando visibilidade e abrindo espaço para os criadores originais da favela, o que costuma ser cota no Faixa Preta é pertencimento, visando a valorização e o fortalecimento da cultura da favela, nossa autêntica cultura brasileira, repleto de música, arte, esporte, criação e tecnologia. O Faixa Preta acontece na Praça da Apoteose no Rio de Janeiro, criado de faixa preta para faixa preta, que é um dos termos mais utilizados entre pessoas periféricas para designar aqueles que além de ser muito bom em algo também representa a coletividade e a obstinação, o movimento visa uma realização que prioriza os profissionais oriundos de periferias que tem o objetivo de criar um universo repleto de experiências coletivas, dando visibilidade e abrindo espaço para os criadores originais da favela, o que costuma ser cota no Faixa Preta é pertencimento, visando a valorização e o fortalecimento da cultura da favela, nossa autêntica cultura brasileira. Serão 02 dias de festival com mais de 30 horas de programação, composto por 03 palcos, Palco Principal, Palco Drill & Grime, com foco a esses subgêneros do rap que tem se popularizado no Brasil e Palco Baile Funk, destinado aos Djs e Mcs’ que agitam os principais bailes funk das favelas do Brasil, com mais de 40 atrações de rap, funk, trap, drill e grime, destacando o trap em 2023 superou o sertanejo nas paradas musicais se tornando o ritmo mais ouvido no Brasil, esses significativos movimentos comprovam o impacto cultural que a juventude da geração z está causando, dentre os principais nomes pensados para nova edição estão Baco Exu do Blues, L7NNON, Flora Matos, BK, Mc Luanna, Don L, Tacha & Tracie e diversos outros. Exposições de artes visuais com uma galeria a céu aberto e live painting de graffiti com criações ao vivo, espaços tecnológicos e imersão 3D dos projetos da 2050 - A Favela do Futuro, um laboratório de inovação, arte e tecnologia no Morro Santo Amaro (RJ), atividades esportivas, como campeonatos de skate feminino do projeto da Britney's Crew em duas modalidades street e mini ramp e campeonato de breaking dance modalidade que este ano foi consagrado esporte olímpico e será organizado pelo coletivo Relicrias do Vidigal, campeonato E-Sports com projeto AfroGames do grupo cultural AfroReggae, batalha de Mc's e todo um conjunto criado com a missão incluir, valorizar, consolidar, expandir, fortalecer e potencializar os ricos movimentos e a cultura brasileira das favelas.
O Festival Faixa Preta vai além de ser apenas um evento de entretenimento; é um catalisador de mudança social, um símbolo de resistência e uma plataforma essencial para a inclusão, fortalecimento e valorização da rica tapeçaria cultural das favelas brasileiras. O festival serve como um espaço de empoderamento, dando voz e visibilidade aos talentos locais emergentes, destacando artistas de rap, funk, trap, drill e grime, o Faixa Preta reconhece e celebra o impacto cultural desses gêneros musicais, que não só refletem a realidade das favelas. A influência desses gêneros transcendem a expressão musical, eles servem como uma fonte de inspiração na moda, na linguagem, no comportamento, nas artes visuais, nos estilos de vida, perspectivas e valores, moldando uma identidade cultural única que ressoa profundamente na juventude brasileira como um movimento cultural em constante evolução, que tem sido uma poderosa ferramenta de expressão, proporcionando uma plataforma para contar suas histórias e desafiar as injustiças sociais. Com isso, festival oferece uma programação extensa e diversificada que abrange diferentes aspectos da cultura periférica como atividades esportivas, campeonatos de skate feminino, de breaking, de E-ports, batalha de rima, tecnologia e todo um conjunto criado com a missão incluir, valorizar, consolidar, expandir, fortalecer e potencializar os ricos movimentos e a cultura brasileira das favelas nesses dois dias de festival, que acontece na icônica Praça da Apoteose, local emblemático do maior ponto encontro das expressões artísticas que emergem das comunidades periféricas do Rio de Janeiro, os desfiles de carnaval. Podemos desempenhar um papel crucial no apoio a iniciativas como esta, que não apenas enriquecem o cenário cultural do país, mas também promovem a justiça social e a igualdade de oportunidades em todos os cenários sociais e culturais.
Adicionamos ao plano de distribuição Apresentacão Musical para colocar os cachês dos artistas musicais que compõe o festival, detalhei com público, mas não coloquei valor já que a apresentações musicais é uma acão dentro do festival de musica, encontrei essa forma, pois não há item orçamentário de artista no plano de distribuição Festival/Mostra mesmo colocando o segmento Música e não encontrei solução parecida no manual.
Serão 02 dias de festival com mais de 30 horas de programação, composto por 03 palcos, Palco Principal, Palco Drill & Grime, com foco a esses subgêneros do rap que tem se popularizado no Brasil e Palco Baile Funk, destinado aos Djs e Mcs’ que agitam os principais bailes funk das favelas do Brasil, com mais de 40 atrações de rap, funk, trap, drill e grime, cada apresentação está prevista de 30 a 60 minutos de duração. Exposições de artes visuais com uma galeria a céu aberto e live painting de graffiti com criações ao vivo, espaços tecnológicos e imersão 3D dos projetos da 2050 - A Favela do Futuro, um laboratório de inovação, arte e tecnologia no Morro Santo Amaro (RJ), atividades esportivas, como campeonatos de skate feminino do projeto da Britney's Crew em duas modalidades street e mini ramp e campeonato de breaking dance modalidade que este ano foi consagrado esporte olímpico e será organizado pelo coletivo Relicrias do Vidigal, campeonato E-Sports com projeto AfroGames do grupo cultural AfroReggae, batalha de Mc's e todo um conjunto criado com a missão incluir, valorizar, consolidar, expandir, fortalecer e potencializar os ricos movimentos e a cultura brasileira das favelas.
O evento contará com acessibilidade urbanística e arquitetônica, tais como sanitários adaptados, acesso exclusivo na entrada do evento, rampas e área reservada para ter acesso à experiência do show e demais ações dentro do festival. Além de contar com tradução simultânea em libras.
Continuaremos com a doação de mais de 10% de ingressos, em 2023 aproximadamente 4 mil ingressos foram generosamente doados para diversos projetos sociais nas comunidades do Rio de Janeiro. Essa ação proporcionou a oportunidade única para muitos jovens de vivenciarem pela primeira vez a atmosfera de um grande festival cultural representativo. Esse ano com uma estimativa maior de público, seguiremos com uma porcentagem de ingressos a preços acessíveis, doação de ingresso para projetos sociais periféricos, ingressos sociais com doação de alimento que serão revertidos em cesta básicas. O festival realiza seleções por meio de inscrições online, direcionadas a artistas periféricos iniciantes na área musical e nas artes visuais, que após uma cuidadosa triagem e votação do público, os artistas mais votados terão a oportunidade de criar um conteúdo musical e visual profissional, sob a direção criativa do festival, a ser apresentado no palco principal e exposto na galeria de arte do Faixa Preta, criando espaços e potencializando novos talentos. Realização do Favela Criativa que são 03 encontros em favelas com realizadores de festivais, produtores de música, artes visuais e tecnologia, com intuito de compartilhar e influenciar mais criadores e realizadores periféricos.
PROPONENTE: LEONARDO LENINE, idealizador do Coletivo Salve Lapa, organiza preferencialmente intervenções culturais no em sua região: A Lapa. Inicia sua empreitada cultural, organizando os lendários bailes de rap na Rua Joaquim Silva - Lapa em meados dos anos 90. Cursou Empreendedorismo Cultural pelo Sistema Firjan em 2017 e atuou como auxiliar de produção da Feira Preta no mesmo ano. Em 2013 organizou a homenagem ao artista chileno Selaron, falecido no mesmo, reunindo artistas de vários segmentos na Escadaria que leva o nome do chileno. Como Rapper, assina 2 participações com outros Mc´s cariocas e passa a exercer a função de MC / apresentador em diversos eventos na cidade, incluindo o Festival Rio Parada Funk. IDEALIZADOR/DIR. CRIATIVO: JUNIÃO, idealizador do Faixa Preta festival com duas edições, 2022 e 2023 e produtor das três últimas edições do Festival Rio Parada Funk, Lançamentos do Disco "Ladrão" do Djonga em 2019, Lançamento do Disco do Djonga: "O Menino Que Queria Ser Deus" - 2018 e também o Baile do Ademar em 2016 e 2017; DIR. MUSICAL: PEDRO BERNARDES, colaborou em inúmeros processos criativos passando pelos tambores do Jongo da Serrinha, pelo Funk do MC Cidinho, trilhas sonoras para cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de 2016 e colaborou musicalmente gravando, tocando e produzindo em parceria com: Timbalada, Carlinhos Brown, Marisa Monte, Gabriel O Pensador, Marcelo D2, Fernanda Abreu, Marcelo Jeneci, Bebel Gilberto, Sergio Mendes, Jaques Morelenbaum e Mário Caldato; PROD. LEGAL E ESTRUTURAL: MATHEUS ARAGÃO: Idealizador do Festival Rio Parada Funk nos anos de 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016,2017, 2020, 2022 e 2023 no Rio de Janeiro, Idealizador da Batalha do Passinho que acontece desde 2015, Idealizador do evento Favela Gastronômica que teve sua primeira edição em 2024 no Complexo do Alemão. DIR. PRODUÇÃO: KÉSSYA FERNANDES, produtora da cantora Marina Lima e do Faixa Preta Festival, desde 2020 faz a produção executiva dos projetos do fotógrafo Mario Testino no Brasil, fez a produção executiva da série Som, Areia e Natureza, com Davi Moraes e participação de Margareth Menezes, Saulo Fernandes, Moreno Veloso, Camila Pitanga, entre outros. Produziu o média-metragem "Tônia, A Diva no Espelho" inspirado na atriz Tônia Carrero, o curta “Travessia” de Juliane Araújo com Caio Blat. Em 2022 produziu a campanha LGBTQIA+ "Rio Sem Preconceito" para o governo do Rio de Janeiro, usada novamente no governo de 2023. Foi produtora executiva, artística e representante do artista holandês Bram Reijnders no Brasil em 2021 - 2023.
PROJETO ARQUIVADO.