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"Ideias para a cultura do negócio da cultura no RS" pretende ser a primeira bibliografia (livro) sobre o mercado, o negócio da cultura e sua gestão -produção e administração- organizada, pensada e produzida no Rio Grande do Sul, com um recorte regional, porém sobre uma perspectiva universal. Serão 2 livros organizados em uma caixa box, ilustrados -para engajar um maior número de leitores-, espécie de "guia" ou de um "manual não-manual", elaborados por uma equipe multidisciplinar e transversal.
- Livro#1 O primeiro 1/3 do livro#1, organizado, escrito e com pesquisas de Lucas Luz, trará uma linguagem informal, não acadêmica, tendo como referências o livro “Como funciona a música”, de David Byrne.Serão textos rápidos, concisos, mas com as informações necessárias para colaborar na construção das ideias e conteúdo que virão depois. Alguns textos: ▪ Uma possível breve história do “administrar a cultura”Do momento em que nossos ancestrais começaram a sonhar e registrar as imagens sonhadas em cavernas, passando pelas possíveis interpretações destas imagens, dando luz a mitos, lendas, histórias, rituais, músicas, danças, teatros, e catarses coletivas ▪ Quando a cultura popular vira erudita e vice-versaComo as necessidades do público (ex.: da amplificação do som e da acústica, que “tirou” muita tradição popular da rua para os teatros, ao ano de 1966, quando os Beatles mudaram drasticamente a indústria cultural, inclusive com impactos, já naquela época, nas bandas tradicionalistas gaúchas, que passaram a usar bateria em suas configurações) e as características de um fazer cultural transformar algo que é popular em erudito e vice-versa ▪ Culturas em África, na Europa e nas Américas.Um breve relato dos povos (e suas culturas) que já estavam no Rio Grande do Sul e que por aqui passaram, dos que para cá foram trazidos a força e também daqueles que tiveram em território gaúcho a “terra prometida” ▪ Cultura escorrendo pelas ondas e corredores do rádio, pelos trilhos de trem, pelos vapores, peloscais e pelas beiras de estradaA cultura gaúcha, seja a de nossos antepassados, seja a inventada, ou seja a contemporânea, é resultado dos encontros, do estar junto, das trocas e do absorver (ex.: em 1962 a então Dupla Mirim, atual Os Mirins, gravou o LP “Outra Barbaridade”, no qual constava uma embolada, segundo os próprios conforme encarte do disco) ▪ Ideias para a cultura do negócio da cultura do RSÉ fato que o mercado de cultura do nosso estado é amplo, diverso e na maioria das vezes precário. Mas é fato também que não se trata de apenas um mercado, mas de mercados de culturas, praticadas por pessoas das mais diferentes vivências, objetivos e intenções diferentes. É importante falarmos sobre isso, entender a nossa identidade cultural, as síndromes de pequenos poderes, a colonialidade, a reverberação do passado até os dias atuais, para podermos começar a pensar em nossas culturas como um negócio, e a partir disso trazer os apontamentos para o produzir e administrar cultura por aqui. ▪ Formas de financiamento da culturaBilheterias, crowdfunding, editais, leis de incentivo, comercialização, convênios, patrocínios diretos ▪ O financiamento da cultura no mundoHollywood, K-POP, o cinema e a dança na Revolução Cubana e os incentivos a cultura em países como Alemanha e França ▪ Tem benefício fiscal para tudoDa Zona Franca de Manaus ao agro, da LIC a Rouanet ▪ Um breve panorama das leis de incentivo à cultura no Brasil Do “Disco é cultura”, lei de incentivo fiscal criada pelo governo federal durante a ditadura militar, passando pelo Fumproarte (primeiro fundo de cultura criado no Brasil), aos editais atuais de leis como Aldir Blanc e Paulo Gustavo O 2/3 do livro#1, ainda aos cuidados, organização e escrita por Lucas Luz, abordará algumas questões mais técnicas e “conceituais”, ainda que se mantenha uma linguagem informal. Nesta parte do livro, algumas “participações especiais” e convidados irão começar a aparecer, trazendo citações e contribuições para os textos e para a narrativa. Alguns tópicos: ▪ Ecossistema da cultura no Rio Grande do Sul▪ Planejando projetos para leis de incentivo▪ Planejamento e gestão estratégica para projetos culturais▪ E aí, arte? Vivendo da cultura▪ Visão de negócios 360º▪ A necessidade de planejar conteúdos culturais, independente de se tornarem projetos via lei e ou editais▪ PMBOK▪ MVP – Mínimo Produto Viável▪ Formação de preços para o setor cultural▪ A importância da aplicação das leis 10.639 de 9 de janeiro de 2003 e 11.645, de 10 março de 2008 e de políticas afirmativas em projetos que tenham financiamento estatal▪ Acessibilidade e inclusão em conteúdos e realizações culturais▪ A lei da meia entrada▪ Diversidade no setor cultural▪ Direitos autorais▪ Distribuição▪ Divulgação da cultura (assessoria de imprensa, redes sociais, mídias digitais e as peculiaridades de cada um dos interiores do RS)▪ Contabilidade para artistas e agentes de cultura▪ O MEI como trabalhador no setor da cultura (aspectos legais)▪ Aspectos sociais e ambientais de realizações culturais – ESG▪ Inovação em realizações culturais▪ O design de experiência▪ Captação de recursos▪ Ferramentas para captação de recursos▪ Indicadores para o negócio e o mercado da cultura no RS▪ A importância da TVE e da FM Cultura para o mercado da cultura no RS (ideias de como estes veículos poderiam usufruir de conteúdos incentivados pela LIC e FAC/RS▪ KEXP e NPR, rádios públicas dos EUA e a sua contribuição para a cultura local▪ Sustentabilidade entre razão e emoção no fazer cultural A última parte deste primeiro livro será um dicionário, produzido de forma coletiva e colaborativa por produtores culturais e agentes de cultura participantes deste projeto, trazendo desde nomes e explicações de funções (sugestões, visto que muitas atividades não tem um consenso e possuem um guarda-chuva muito amplo, como por exemplo “produtor cultural”, “produtor técnico”, “diretor de produção”) como termos utilizados em projetos das mais diferentes linguagens, como “brete”, usado em rodeios artísticos de danças tradicionais gaúchas e “catering”, termo muito utilizado no audiovisual para denominar as refeições. A equipe que irá realizar a elaboração do dicionário será composta por agentes culturais ligados desde o tradicionalismo e os festivais de música nativista, a afro-empreendedores, passando por profissionais do audiovisual e das artes cênicas, por exemplo. - Livro#2 O segundo livro será dividido em duas partes, que irão se atravessar e se complementar, ao mesmo tempo em que irão dialogar constantemente com as proposições do livro#01. A primeira metade deste segundo livro será conduzida pela jornalista Brenda Vidal, sob uma perspectiva da decolonialidade e da “refundação da civilidade” do Rio Grande do Sul. Serão 10 entrevistas, todas elas com agentes da cultura e do negócio da cultura no RS. Na segunda metade, textos/depoimentos em primeira pessoa também de agentes da cultura do RS, mas como uma contraparte a primeira metade do livro. A curadoria e os argumentos para estas entrevistas e busca de depoimentos será coletiva e colaborativa, a partir da equipe multidisciplinar do projeto, conforme ficha técnica. É interesse que este livro traga diferentes visões e posicionamentos, em um exercício de interpretação e de entendimento do outro. Se na primeira metade for disponibilizada uma entrevista com o responsável pela organização do Festival de Cinema de Gramado, por exemplo, na segunda iremos trazer o depoimento de alguém que organiza um pequeno festival de cinema na periferia. A ideia é provocar, instigar, apresentar “cases” das mais variadas produções e realizações culturais que acontecem em nosso estado, propondo uma narrativa que começa no primeiro livro e termina com o último depoimento, trazendo ao público “ideias para a cultura do negócio da cultura no Rio Grande do Sul”.Todo o conteúdo será digitalizado e ficará à disposição para leitura online ou download no website do projeto. No website, com registro e domínio adquiridos para uso pelos próximos 5 anos, será aberto um canal de comunicação, no qual os leitores poderão trazer sugestões de inclusões e ou correções ao dicionário proposto. Também será disponibilizado no website modelos de documentos e planilhas, incluindo de gestão de projetos, direcionados as mais diversas formas de fazer e realizar cultura em nosso estado.
Objetivo Geral Reunir ideias sobre o negócio da cultura no RS em um só local -no caso deste projeto, um box físico composto por 2 livros- e se tornar uma ferramenta para estudo, pesquisa e consulta, ajudando os mais diferentes agentes culturais do RS Objetivos específicos Produto LIVRO: Editar e imprimir 2000 cópias da versão impressa do livro sobre o qual se trata este projeto; Produto SITE DE INTERNET: Disponibilizar de forma digital o conteúdo produzido para o livro em um site de internet; Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Realizar cinco seminários enquanto contrapartidas sociais deste projeto, tendo como foco a instrumentalização de professores e alunos de instituições públicas de ensino para o "letramento cultural". Em médio longo prazo, a partir da publicação destes livros, seu alcance e seus resultados, criar uma "universidade livre"; Formalizar, profissionalizar e descriminalizar o profissional da cultura; Ser referência em bibliografia de produção cultural no RS; Ser a primeira etapa de um projeto maior em que os diferentes ecossistemas culturais do RS serão estudados e sistematizados;
É fato que vivemos e produzimos cultura em um estado com características bem singulares: nossa identidade cultural tem sido forjada ao longo dos anos em torno de uma mitologia e de uma tradição "inventada" (o que não é um problema, de forma alguma!), ao mesmo tempo em que é um resultado de das nossas colonizações e povoamentos, das condições climáticas e geográficas que durante muito tempo impactaram nossas atividades e também pelas dezenas de guerras ocorridas em e pelo território gaúcho. Talvez como um sintoma de tudo isso, o "gauchismo" passou a determinar muitas das nossas ações e costumes a partir dos anos 60, com impactos imensos -positivos e negativos- em nossa indústria cultural. Essa indústria, seu ecossistema e o seu mercado, se fragmenta ainda mais quando avança distâncias aos nossos interiores, cada um com suas próprias formas de entender, propor e fazer cultura. Se por um lado isso é muito bom, pois caracteriza diversidade, ao mesmo tempo torna precário este mercado, sem uma profissionalização que olhe para esta diversidade e que "estabeleça" processos, ferramentas e referências para a produção. Existem no Brasil inúmeras bibliografias com potências incríveis sobre a produção, o mercado da cultura, a gestão cultural. Em sua maioria, são escritas e pensadas a partir do "centro", do eixo Rio-SP, onde concentram-se os maiores incentivos à cultura e os principais equipamentos culturais do país (em recursos e não necessariamente em conteúdo). No Rio Grande do Sul, enquanto bibliografia, não temos uma produção com o olhar para dentro, tampouco que se universalize. A ideia deste projeto é reunir em um único material (os dois livros e o website), uma série de ideias sobre e para a cultura do negócio da cultura no Rio Grande do Sul. Quando dizemos "para a cultura do negócio da cultura", ousamos dizer que são ideias para instrumentalizar estas várias formas, muitas vezes intuitivas, improvisadas e tortas -que podem dar certo como também podem arruinar iniciativas- de se fazer cultura em nossas terras. Mais do que isso, de se viver cultura e entendê-la como um dos mais importantes setores de nossa economia. Profissionalizar. Letrar para a cultura enquanto fato econômico. Com isto, este projeto tem como objetivo reunir ideias sobre o negócio da cultura no RS em um só local e se tornar uma ferramenta para estudo, pesquisa e consulta, ajudando os mais diferentes agentes culturais de nosso estado, sejam eles um patrão de CTG, um músico amador, um produtor de eventos, um gestor municipal de cultura ou um artesão. É possível ainda dizer que se pretende, em médio longo prazo, a partir da publicação destes livros, seu alcance e seus resultados, criar uma "universidade livre", sempre tendo como objetivo a formalização, profissionalização e a descriminalização do profissional da cultura. Tendo como referências projetos como "Música Ltda" e o "Projeto de Capacitação de Empresários do Setor Audiovisual", ambos realizados com apoio do Sebrae, é uma meta e um resultado que se possa ter a médio prazo o estabelecimento de parceria com o Sebrae RS, para assim alcançar um maior número de pessoas. Outros resultados esperados, ainda que após a conclusão deste projeto, são as parcerias com prefeituras, para levar a "universidade livre" em desejo até suas cidades, assim instrumentalizando os seus agentes de cultura; tornar este projeto permanente, de forma que o material proposto possa ser atualizado constantemente e também possa gerar conteúdos específicos, como por exemplo "Indicadores econômicos e culturais dos terreiros gaúchos" ou "O ecossistema dos festivais competitivos de música regional gaúcha"; e também a colaboração externa para a constante atualização e complementação do dicionário proposto. Referências citadas no texto: Música Ltdahttps://sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/UFs/PE/Anexos/Livro%20musica%20ltda_web.pdf Curso projeto de capacitação de empresários do setor audiovisualhttps://objetivaaudiovisual.com.br/materiais-e-highlights-do-curso/ O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E nos seguintes objetivos do Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Público beneficiadoA partir do uso de uma linguagem mais informal e a busca por estratégias tanto de diagramação, edição gráfica quanto de sua própria divulgação que não sejam exclusivamente técnicas, mas universais e dinâmicas, pretende-se atingir tanto um público “interno” quanto a sociedade civil como um todo. Com os objetivos de instrumentalizar e profissionalizar, pretende-se atingir um público, aqui chamado de “interno”, composto por agentes de cultura dos mais diferentes extratos, de gestores públicos de cultura a músicos amadores, de produtores culturais de eventos interiorizados a coletivos independentes de cultura. Enquanto público “externo”, pensando no objetivo de “letramento para cultura enquanto fato econômico”, pretende-se atingir o maior número possível de pessoas, através dos mesmos recursos acima listados, de tal forma que o setor e seus trabalhadores possam ser descriminalizados e entendidos de forma séria e não pejorativa, como essenciais para o mercado e economia gaúcha e brasileira. Sobretudo, para as nossas vidas cotidianas. Pessoas participantesO projeto possui equipe multidisciplinar e irá contar com a colaboração de diversos agentes. A equipe será composta desde profissionais do setor da cultura (produtores culturais, contador, jornalistas) como também terá a colaboração ativa através de consultorias e leituras sensíveis de pessoas como Francisca Dias (Rainha Ginga do Maçambique de Osório), Vherá Poty (fotógrafo, músico, professor e liderança Mbya Guarani), Dona Vera (Mãe de Santo e coordenadora da ONG Onédes da Silva, em Alvorada). Algumas referências para o conteúdo do livro- Sapiens: O nascimento da humanidade. Yuval Noah Harari. Cia das Letras. 2020.- O oráculo da noite: a história e a ciência do sonho. Sidarta Ribeiro. Cia das Letras. 2019.- Dançando nas ruas – Uma história do êxtase coletivo. Barbara Ehrenreich. Ed. Record. 2010.- Como funciona a música. David Byrne. Ed. Amarilys. 2014.- Beatles 1966 – O ano revolucionário. Steve Turner. Editora Benvirá. 2018.- Pense como um artista. Will Gompertz. Ed. Zahar. 2015.- Produção cultural e propriedade intelectual. Organização Isabela Ceibari. Editora Massangana. 2006.- Guia brasileiro de produção cultural – Ações e reflexões. Edson Natale. Edições SESC. 2023.- Legislação sobre cultura. Edições Câmara. 2023.- A Lei Rouanet muito além dos (f)atos. Henilton Menezes. Ed. Fons Sapienthiae. 2016.- Direitos autorais para todos. Fernanda Freitas. Litteris Editora. 2021.- Diversidade na indústria da música no Brasil. Leo Feijó. Dialética Editora. 2022.- Aspectos da música e fonografia gaúchas. J. C. Paixão Côrtes. Represom. 1984.- Privatização da cultura – A intervenção corporativa nas artes desde os anos 80. Chin-Tao Wu. Boitempo Editorial. 2006.- Guia do Incentivo Cultural. Fábio de Sá Cesnik. Editora Manole. 2002.- O Avesso da Cena – Notas sobre produção e gestão cultural. Rômulo Avelar. Ed. Do autor. 2013.- Música Ltda – O negócio da música para empreendedores. Leonardo Salazar. Sebrae. 2015.- Guia PMBOK 7ª edição. Project Management Institute. 2021.
4.000 LIVROS - CAPA + 320 PGS - 2.000 X 2 MODELOS + 2.000 LUVASCapa: 37,3x18cm, 4x0 cores, Ti Escala em Supremo 300g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson.Miolo: 324 pgs, 18,5x18cm, 1 cor, Ti Preta em Polen Bold 90g. Sistema CTP. Prova Impressão Digital. (2 modelos)Luva: 42x29cm, 4x0 cores, Ti Escala em Papel Cartão C2S 250g. Sistema CTP. Prova de Cor Epson.Lombada:20mm, Colagem Sistema PUR, Largura Lombada (m 20, Entrega em Porto Alegre, Dobrado(Miolo), LaminaçãoBOPP Fosca, No Lados 1(Capa), Faca - Corte/Vinco(Luva), Estampa,(Luva), Fita Dupla-face, Manip. de Material, Colagemluva.
PRODUTO LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO É integrante deste projeto, tanto como “consultora para design e projeto gráfico acessível” como depoente a design gráfica Fernanda Schacker Machado, portadora de síndrome de down. Outro profissional que também irá compor a ficha técnica deste projeto é Rafael Braz, que possui baixa visão e será consultor para acessibilidade de todo o conteúdo a ser disponibilizado no website, além de escrever texto sobre acessibilidade em seus diferentes aspectos dentro do livro. Através da consultoria de Fernanda, será proposta uma diagramação e projeto gráfico dos livros que contemple o máximo possível a acessibilidade universal, também disponibilizando o livro digitalizado para visualização através de leitores de tela (ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS). Rubricas: consultoria técnica e editoração eletrônica ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Diagramação acessível, conforme consultoria acima informada. Rubricas: consultoria técnica e editoração eletrônica PRODUTO WEBSITE ACESSIBILIDADE FÍSICA Não se aplica. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Todo o conteúdo disponível no site, bem como o seu layout, será acessível (escolha e tamanho de fontes, cor de fundo, cor das fontes, transcrição dos conteúdos em PDF para acesso através de leitores em tela, etc.) - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS e ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS Rubrica: consultor de acessibilidades PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA, COMUNICACIONAL E ATITUDINAL Para os seminários, além da escolha de locais que contemplem os aspectos arquitetônicos, serão contratados profissionais de libras, monitores para acompanhamento e também a participação dos dois profissionais acima relatados através de vídeo, como parte integrante dos seminários Rubrica: intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS Será destinado espaço específico (capítulo) dentro do livro para texto/conteúdo escrito por profissionais especializados, discorrendo sobre como praticar a acessibilidade, sugestões, processos, ferramentas, inclusive para aqueles com algum espectro de autismo, por exemplo. Rubrica Produção de texto
Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Serão produzidos 2000 boxes, compostos pelos 2 livros acima informados;Destes, cerca de 500 serão distribuídos para cada uma das prefeituras do RS (a partir do setor de distribuição do Centro Administrativo do Estado do Rio Grande do Sul -Fernando Ferrari, instalado em seu andar térreo).Por se tratar de um conteúdo grande, em peso e espaço, será negociado com a Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul -SEDDAC uma quantidade para que a mesma possa distribuir em seus equipamentos culturais e também para os agentes de cultura que visitam suas instalações em Porto Alegre.Distribuição gratuita para cada um dos conselheiros de cultura do RS. Distribuição para os Conselhos de Cultura municipais.Todo o conteúdo será digitalizado, com o suporte dos dois profissionais de acessibilidade, ficando disponível para consulta em website próprio a ser construído também neste projeto.O box físico poderá ser adquirido através de e-commerce neste mesmo website.Poderá ser solicitado o envio grátis do box (mediante pagamento da taxa de envio) para quem acessar o website e comprovar ser agente de cultura (pontos e pontões de cultura, associações culturais, bibliotecas públicas, centros de tradições gaúchas, terreiros, etc.) São previstas as realizações de cinco seminários de 12h cada, com objetivo de instrumentalização dos participantes, com desejo que contemplem os seguintes cursos/locais:- Produção e Política Cultural, Unipampa, campus Jaguarão; - Tecnologia em produção multimídia, IFRS, campus Alvorada; +3 cidades a definir Obs.: alguns dos palestrantes convidados poderão participar de forma virtual, devido os custos logísticos; será emitido certificado de participação.Livro comercializado a com desconto de 50% para todos aqueles que participarem dos seminários.
Lucas J.Luz (proponente): Gerenciamento de projeto; organização, textos, busca ativa e organização dicionário, curadoria É artista, produtor e gestor de projetos culturais. Em 2010/11 circulou pelo RS (diversas unidades do SESC) com a exposição de fotografias “FÉsta”, com registros de culturas tradicionais populares de todo o país, e a palestra “Horas são de festa”. Também em 2010 foi premiado pela Funarte, assim desenvolvendo “Buscando Coroa”, projeto de pesquisa sobre as congadas gaúchas. Ganhador do Prêmio Afro em 2012, realizando a exposição de fotografias “Ó que rua tão comprida” em outdoors espalhados por Porto Alegre e Freeway. Retratando o grupo Maçambique de Osório, a exposição teve o próprio grupo como curador. Autor dos livros para a infância “Elefante-Folha” (Fumproarte, 2014) e “Pássaros de Papel” (Fumproarte, 2018). O primeiro, finalista dos prêmios Açorianos e AGES, ano de 2015, e o segundo no Prêmio Minuano, em 2019. Idealizador, produtor, pesquisador, curador e diretor artístico do “Projeto Gema”, agraciado pelo IPHAN com honra ao mérito no Prêmio Rodrigo de Melo Franco Andrade – 2018. Idealizador, diretor artístico e curador da “Mostra Gema”, realizada em dezembro de 2018 no Vila Flores, em Porto Alegre. Patrono da feira do livro do colégio Marista Champagnat, 2019. Produtor e diretor artístico do projeto “Alùjá”, lançado em 2021. Durante o ano de 2021, produção executiva da websérie Interiorano, incluindo redação para o texto final do último episódio; Coordenação Administrativo Financeira do projeto de oficinas online do projeto social Alvorecer Capoeira. Como produtor, colaborou com artistas como Renato Borghetti, Yamandu Costa, Saskia, Tonho Crocco, Edu K, Ultramen, Tati Portella, João de Almeida Neto, entre outros. Trabalhou na produção de eventos como Semana Farroupilha de Piratini, 2022, Concerto Musical Ébano e Marfim, 2016, Território de Culturas Campeiras (2020, 2021 e 2022) e festivais de música nativista como Canto dos Cardeais, Vertente da Canção, Aldeia da Canção, Canto Campeiro, Levante da Canção Magali de Rossi: Prod. Executiva Formada em história na Universidade IPA e pós-graduada em cultura brasileira de UFRGS Possui 26 anos de experiência no mercado cultural. Realizou projeto em países como: Itália, França, Portugal, Argentina, Estados Unidos e República Tcheca. Produziu em São Gabriel as comemorações de 250 anos de morte de Sepé Tiaraju, evento que envolveu mais de 30 mil pessoas. É criadora do projeto Vida no Sul atuando como roteirista e direção de produção em 48 programas veiculado na TV Aparecida de São Paulo. Realizou a Direção de produção do Programa Heranças do Sul da ABATON FILMES veiculado no SBT/RS. Dirigiu a produção do piloto do programa MASBAH do SBT/RS. Realizou a direção de produção de quatro edições do Encontro Internacional de Chamameceros em São Luiz Gonzaga-RS e a gravação de um DVD do Festival. Produziu diversos espetáculo e shows com Corais Indígenas guaranis, bem como DVDs e CDs desta temática. Realizou a gestão de projeto incentivado em duas edições do FESTIVAL DA MASSA FENAMASSA juntamente com Fernando Roveda. Gestionou, captou e produziu o CD “El viento y las hojas” incentivado pela Lei Rouanet do acordeonista Alejandro Brittes bem como o CD “ Puro Chamamé” e o disco (L)ESTE, o mais recente. Aprovou 04 editais de Intercâmbio e difusão cultural, e com eles teve a oportunidade de realizar a turnê de Alejandro Brittes em quatro países. É idealizadora e criadora do espetáculo CARAVANA CHAMAMECERA com os nomes: Os Fagundes, Elton Saldanha e Alejandro Brittes, tendo como apoio a 1° Ministra da Cultura da Argentina Sr. Teresa Parodi. Com este projeto realizou uma fértil parceria com o SESC/RS executando mais de 50 shows no Rio Grande do Sul e oito shows na Itália e um na Argentina. Realizou turnês com Raul Barboza no Rio Grande do Sul juntamente com Alejandro Brittes, também fez produção do projeto Ponto e Pianada com Chango Spasiuk e Alejandro Brittes com 05 concertos pelo Rio Grande do Sul. Publicou em duas línguas (ES/PORT) o livro: A origem do Chamamé. Recebeu o prêmio de reconhecimento como mérito em 2021 pela trajetória cultural pelo edital Aldir Blanc no Rio Grande do Sul. Fernanda Schacker Machado: Consultora para design e projeto gráfico acessível Nasceu em Porto Alegre, é formada em Design Gráfico, tem síndrome de Down e muita criatividade e imaginação. Ama o mundo dos livros e das artes. Desde o primeiro ano do ensino médio, quando escreveu uma pequena biografia “Um pouco de minha vida”, afirmava que queria ser escritora. Cursou a graduação em Design Gráfico sempre focada na construção e editoração de livros, e afirmando que seu projeto final seria um livro. Com este sonho e com o desejo de colaborar com a inclusão social, seu projeto final foi “Um Guia de Diagramação para um livro acessível”. Fernanda também foi uma das participantes da Expedição 21- Primeira Imersão de Empoderamento para pessoas com deficiência intelectual, que se transformou em documentário e hoje está disponível em todas as plataformas do Brasil. Em 2020, participou da seletiva do Prêmio Cromossomo 21 de Literatura e Inovação, sendo consagrada a grande vencedora.” Brenda Vidal: Jornalista Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), atua como repórter e redatora para a NOIZE no digital - site e redes sociais - e no impresso - revista NOIZE. Entusiasta da palavra em qualquer suporte no qual ela faça sentido: nas páginas do impresso, em peças e posts nas redes e nos sites, em vídeos ou em áudio. Possui visão criativa para conteúdos, do texto jornalístico literário ao texto direto e envolvente da redação publicitária. Em sua carreira, produziu programas de rádio e de TV, e experiência de social media, com ênfase em planejamento criativo e produção de publicações para marcas em redes sociais e newsletter. Gestora de redes em Joio e o Trigo. Em 2020 lançou seu primeiro livro de poesias, “Sujeita”.
PROJETO ARQUIVADO.