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- Média-metragem que conta a história de uma amoladora de facas pelas ruas de uma grande cidade, onde - como tantos invisíveis urbanos - ela perambula sem chamar a atenção de seus habitantes, que estão sempre correndo ou andando enquanto acessam o celular. Uma dessas pessoas é Felipe, um homem mais velho e bem-sucedido que está em processo de adoção de uma criança. Esse é um dia agitado, que devido à sua crença em várias superstições fica ainda mais difícil. Ele se esquecede um compromisso, não conseguindo entrar em contato com sua mulher quando a bateria do telefone acaba. É quando ele conhece a Amoladora, que parece que vai deixar a sua vida ainda mais de cabeça para baixo, mas acaba fazendo-o ver outras possibilidades em sua vida. Em paralelo ao arco principal, aparecem Caio e Larissa, dois solitários a procurando seu par, mas que na sua ansiedade, não se enxergam, mesmo que se olhem.
Em A Amoladora, Felipe está em um dia caótico, que parece ainda pior por conta de suas superstições, já que ele fica aflito ao cruzar com um gato preto ou ter que passar debaixo de uma escada. Com tudo isso, ele acaba por se esquecer de um compromisso que havia marcado com Rose, sua mulher: uma entrevista agendada para um processo de adoção. Apesar de já não serem tão novos, resolveram adotar uma criança, por iniciativa de Rose. Embora Felipe tenha concordado, não se sente tão seguro com a decisão. Quando Felipe se lembra do compromisso e liga para Rose, a bateria do celular acaba no meio da conversa. Desesperado, ele tenta fazer a ligação a partir de um telefone de rua. É quando ele se encontra com uma estranha personagem: uma amoladora de facas que está passando com seu carrinho. A Amoladora indica um orelhão, mas ao tentar usá-lo, Felipe descobre que alguém vandalizou o aparelho, obstruindo o slot do cartão telefônico. A Amoladora indica outro orelhão, mas dessa vez, o fio está cortado. A Amoladora oferece ajuda, mas Felipe desdenha: afinal, não está precisando afiar nenhuma faca. A Amoladora o surpreende, ao oferecer um celular. A partir daí, os dois embarcam em uma conversa onde a Amoladora parece estranhamente conhecer detalhes da personalidade de Felipe e até mesmo a rua onde mora. Durante a conversa, a Amoladora faz com que ele questione a sua insegurança, ainda que no momento da conversa ele fique atordoado com o que a Amoladora diz e com a forma como ela diz. Ao se afastar dela, Felipe quase é atingido por um vaso que cai à sua frente, sendo salvo por um chamado da mulher. Tempos depois, vemos Felipe já tendo realizado a adoção. Em seu escritório, ele ouve novamente o apito e sai em busca da Amoladora, para tentar falar com ela. No entanto, ele não a vê. Quando pergunta para as pessoas sobre elas, dizem que se lembram de ouvir o apito, mas não de vê-la. Em paralelo ao arco principal, aparecem Caio e Larissa, dois solitários que estão a procura de seu par e se cruzam várias vezes durante a história, mas acabam não se enxergando devido à ansiedade em que vivem. No final, um problema com o celular de Larissa faz com que ela tente usar um dos orelhões que Felipe usou e termine encontrando com Caio.
Objetivo Geral Produzir o filme de média-metragem A Amoladora, destinado à participação em festivais nacionais e internacionais, e também exibição em plataformas online, streamings e TVs abertas e fechadas. Filme com diálogos curtos, tensos, cômicos por vezes, com trilha sonora original, colorido, em formato 4k, com captações externas diurnas e internas. Objetivo Específico O média-metragem A Amoladora será realizado em formato 4K, live-action, colorido, a partir do roteiro de Fabio Brandi Torres, que apresenta o encontro de um homem com um dos seres invisíveis que formam as grandes cidades, e a transformação que ocorre nele a partir desse encontro. Vamos gerar emprego na área do audiovisual, fortalecendo essa indústria, podendo envolver mais de 100 pessoas em sua realização, entre empregos diretos e indiretos. Vamos facilitar o conhecimento dos meios de produção de um produto audiovisual entre professores e alunos do ensino público, e também ao público em geral, através da realização de três sessões de apresentação do filme, que contará com a presença da equipe do filme e interação com o público. O público total previsto para essas três sessões será de 600 a 900 pessoas.
A Amoladora é um filme de média-metragem, com diálogos curtos, tensos, cômicos por vezes, com humor tipicamente brasileiro, que busca evidenciar a falta de empatia que muitas vezes é normalizada dentro do ritmo de uma grande cidade. A incapacidade até mesmo de ver o outro, especialmente aquele que é diferente, é ressaltada nesta história, através do encontro de Felipe com a Amoladora. É uma produção que nao pode ser realizada com recursos próprios, pelo menos não de uma maneira que possa fomentar de fato a industria do audiovisual brasileiro e por isso recorremos a Leis de Incentivos. O filme se enquandra totalmente nos incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91, ao contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (Inciso I); promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Inciso II); apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Inciso III); salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira (Inciso V); estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Inciso VIII); priorizar o produto cultural originário do País (Inciso IX). No que se refere ao Artigo 3º da Lei 8313/91, nossos objetivos estão ali discriminados, como podemos ver na reprodução abaixo: II) fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Pela nossa proposta estar de acordo com os Artigos e Incisos citados, recorremos à Lei de Incentivo à Cultura para que seja possível realizarmos um filme nacional, que representará a criação de empregos e representará o país em festivais realizados em cidades do mundo todo, levando a criatividade brasileira para além das nossas fronteiras.
A JOSE ANTONIO DE SOUZA NETO EVENTOS - ME tem o nome fantasia de 157 Elefante Movies, com o qual todas as produções são assinadas. Alguns de nossos primeiros filmes, os microcurtas É o Isolamento Falando e A Minha Lista para o Tsunami estão disponíveis no canal da produtora, no You Tube: https://www.youtube.com/channel/UCj_60xzZAXJ7eT-X7y-fq4A Depois de pronto, o filme terá uma apresentação aberta ao público, convidados e patrocinadores, em um cinema ou cineclube de São Paulo com por volta de 300 lugares.
A Amoladora é um filme de média-metragem com trilha sonora original, colorido, em formato 4k, com captações externas diurnas e internas.
Para as três sessões que acontecerão em CEUs, serão escolhidos locais de fácil acesso, devidamente adaptados à pessoas com necessidades especiais. Além disso, em atendimento ao Artigo 18 da Instrução Normativa nº 02/2019, salientamos que adotaremos medidas como janela de LIBRAS no filme e os encontros terão sempre a presença de intérprete de LIBRAS. Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irão conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas.
Vamos realizar apresentações do curta-metragem A Amoladora em três sessões especiais que serão agendadas em conjunto com órgãos públicos (como no caso de unidades de CEUs da cidade de São Paulo ou Oficinas Culturais). Antes de cada sessão, serão oferecidos encontros abertos ao público, onde os filmes serão apresentados por parte da equipe técnica do filme e do elenco, que falarão um pouco de suas funções na produção da obra. Após a exibição, haverá uma interação entre a equipe e o público. O total de pessoas atendidas poderá ser de 300 a 400 pessoas em cada sessão. Serão privilegiados professores e alunos da rede pública (seguindo a Classificação Indicativa de 12 anos), mas essas sessões também serão abertas ao público interessado em geral, levando em conta a capacidade dos espaços. Além disso, os três encontros contarão também com transmissão online, como forma a aumentar o público alcançado.
O proponente José Netho, através da José Netho Produções Artísticas, será o produtor executivo do filme e também atuará como o personagem Felipe. A Amoladora tem a seguinte ficha técnica: Direção: Alexandre Reinecke Roteiro: Fabio Brandi Torres Produção Executiva: José Netho Trilha Sonora original: Rui Barossi Elenco: Ana Lucia Torre, José Netho e Keila Taschini. Currículos: Alexandre Reinecke: É um dos diretores mais atuantes do teatro brasileiro com mais de 50 peças dirigidas, desde 2002. Em audiovisual, dirigiu dois longas-metragens, um clipe musical e dois filmes institucionais de grande porte. Foi considerado em matéria da Veja SP, como “O Rei da Comédia”. Um especialista na direção de atores e criação de séries para a TV, nos mais variados gêneros. Consolidou sua carreira de diretor em 2000, quando foi assistente de direção de Paulo Autran, na peça “Dia das Mães”. Em audiovisual, filmou seu primeiro longa-metragem em 2016, “O Amor no Divã”, com Zezé Polessa, Daniel Dantas, Paulo Vilhena e Fernanda Paes Leme, atualmente disponível na Netflix e Now. No mesmo ano, dirigiu o clipe de “Que Amor é Esse”, com Zeca Baleiro e Alessandra Maestrini, lançado em 2017 no canal do compositor, no Youtube. Em 2021 escreveu e dirigiu “Ensaio Para Romeu e Julieta”, um longa-metragem que mistura cinema, teatro, circo e cenas online, inspirado na peça de Shakespeare Ana Lúcia Torre é uma atriz conhecida por sua versatilidade em atuação, ganhou destaque, em especial, por seus trabalhos na televisão.Ela já ganhou vários prêmios, incluindo um Prêmio APCA, um Prêmio Guarani e um Prêmio Mambembe, além de ter recebido indicações para Grande Otelo, dois Prêmios Qualidade Brasil e um Prêmio Shell. No cinema, Ana Lúcia recebeu aclamação por sua atuação. Em 2008 protagonizou o curta-metragem Na Madrugada, sendo muito elogiada e vencendo o Troféu Candango de melhor atriz pelo Festival de Brasília.Em 2010 protagonizou a tragicomédia Reflexões de um Liquidificador, como a dona de casa Elvira. Torre foi reverenciada por sua interpretação, recebendo vários prêmios, incluindo o Prêmio Guarani de Melhor Atriz, maior premiação da critica cinematográfica do país. Ainda em 2010 foi protagonista da peça Seria Cômico Se Não Fosse Sério, novamente sendo elogiada pela crítica e indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz. Em 2011 esteve na novela Insensato Coração, como a vilã cômica Tia Neném, trabalho de muita repercussão e pelo qual foi indicada ao Prêmio Qualidade Brasil, Prêmio Extra e Prêmio Contigo!, todos na categoria de melhor atriz coadjuvante. Em 2018 foi indicada ao Grande Otelo e ao Prêmio Guarani de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel no filme Bingo: O Rei das Manhãs. Ela ainda teve grandes papéis nas novelas Verdades Secretas (2015), Espelho da Vida (2018), Quanto Mais Vida, Melhor! (2021) e Travessia (2022). José Netho - Com formação em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Macunaíma em 1989, atua como ator, diretor, produtor, autor e roteirista. Participou de workshops com mestres como Pina Bausch – Teatro Dança; Kazuo Ohno – Butoh; Jerzy Grotowski – Teatro Pobre de Stanislavski; Juliana Carneiro da Cunha – Atriz do Théâtre du Soleil, Paris. Fez preparação artística das Irmãs Botero e Antonio Drija, integrantes do espetáculo Zumanity do Cirque du Soleil – Las Vegas. No teatro seus últimos trabalhos foram O Rapto das Cebolinhas, Tribobó City, Clarispectros de Nós, Morte e Vida Severina, O Tempo das Coisas e as Coisas do Tempo, Imagens. Na televisão fez Sangue do Meu Sangue, Profissão Empresário, Retrato Falado, além de publicidade. Em cinema, tem diversos prêmios e indicações como Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante, em festivais na Inglaterra, Itália, Eslováquia, Suécia, Romênia, Hungria, Singapura, Vietnã, Malásia, Índia, sem esquecer o Brasil. No filme, "Dois Elefantes" recebeu o Prêmio de Melhor Ator no 6º Festival de Muriaé 2022. Fabio Brandi Torres - Dramaturgo, roteirista e diretor teatral, indicado uma vez ao Shell e ao Prêmio de Humor SP e três ao Prêmio FEMSA, como Melhor Autor. Em Audiovisual, assinou o roteiro do documentário Inezita (2018), direção de Helio Goldsztejn, lançado na 42ª Mostra Internacional de Cinema de SP. Participou como roteirista das novelas Seus Olhos (SBT) e Paixões Proibidas (BAND / RTP), com Aimar Labaki e Mário Viana. Também assinou 4 episódios da sitcom #PartiuShopping, do Multishow. Foi autor, junto com Helena Ritto, de Ciranda das Flores, episódio do Teatro Rá-Tim-Bum, da TV Cultura. Direção de Fernando Gomes. Em Teatro, participou da Primeira Residência Dramatúrgica de Matosinhos, Portugal, com dramaturgos de Portugal, Espanha e Cabo Verde. Escreveu o Concerto Cênico Em Família, para a Academia de Ópera do Theatro São Pedro, com direção de Iacov Hillel. Em 2018 teve o texto Michel III dirigido por Marcelo Várzea e no mesmo ano, seu texto Mogli – O Livro da Selva foi dirigido por Eduardo Leão. Em 2015 assinou a direção do espetáculo adulto A Medida do Meu Mundo Sem Você e do infantil O Menino Que Não Sabia Chorar, dois textos de Paula Autran. Em 2014, assinou a adaptação de Macbeth, para o Teatro Reactor, de Matosinhos / Portugal. Ao longo da carreira, além dos já citados, teve trabalhos dirigidos por André Garolli, Caco Ciocler, Isser Korik, Alexandre Reinecke, Rosi Campos, Fernanda Barcelos, Keila Taschini - É formada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Trabalhou com diversos diretores de teatro entre eles, Hugo Possolo, Jairo Mattos, Luiz Valcazaras, Débora Dubois, Tiche Vianna, Luciana Barone e Zé Geraldo Rocha. Atuou na série Filme B da Medialand para o Canal Brasil. Atuou nas séries Velhas Amigas e Gamebros disponíveis na NETFLIX. Fez diversos curtas metragens entre eles "A Estrutura da Bolha de Sabão" exibido no SHORT FILM CORNER no festival de CANNES, e "Abusos", exibido em festivais de cinema.Foi Idealizadora, pesquisadora e assistente de direção do curta-documentário “Atadas” contemplado pelo edital Carmen Santos de Cinema de Mulheres.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.