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O projeto ARENA FEMINISTA prevê um circuito do grupo teatral Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, com apresentações dos espetáculos M.E.D.E.I.A e Manifesto de Uma Mulher de Teatro, realização da oficina Vivência com a Tribo e encontro Questões de Gênero no Teatro Contemporâneo. Todas as atividades serão gratuitas e abertas.
Os dois espetáculos teatrais que fazem do circuito, nos quais a mulher é a figura central, foram criados durante o difícil período da pandemia do Covid-19. Constituem um olhar sobre as discussões de gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de criação do grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. O projeto Arena Feminista também tem o objetivo de apresentar a um maior público o teatro investigativo da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, fundado na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator/atriz, e contribuir com a democratização da cultura e o livre acesso aos bens culturais. Sinopse M.E.D.E.I.A O espetáculo, solo da atuadora Tânia Farias, estreado em 2022, a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz retoma a personagem protagonista do seu espetáculo "Medeia Vozes". A encenação traz para cena uma versão antiga e pouco conhecida do mito, trazendo uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que Eurípides a acusa. Por mais de dois mil anos, Medeia, uma das mais poderosas mulheres da mitologia grega, é acusada de várias atrocidades, tais como o fratricídio, o infanticídio e o envenenamento de Glauce, e é esta imagem que foi imposta à consciência ocidental que a Tribo vem negar. O mito é questionado e reelaborado de maneira original, para analisar o fundamento das ordens de poder e como estas se mantêm ou se destroem. Medeia é uma mulher que está na fronteira entre dois sistemas de valor, corporizados respectivamente pela sua terra natal e pela terra para a qual foge. Ambas as sociedades, Corinto e Cólquida, apresentam na sua história um sacrifício humano fundamental, que serviu para a estabilização do poder patriarcal. Medeia é uma mulher que enxerga seu tempo e sua sociedade como são. As forças que estão no poder manifestam-se contra ela, chegando mesmo à perseguição e banimento, ela é um bode expiatório numa sociedade de vítimas. "M.E.D.E.I.A" realizou temporada na Terreira da Tribo, em Porto Alegre, participou do Festival Internacional Tanto Mar em Portugal (2023) e do Festival Internacional Porto Alegre Em Cena (2022). Sinopse Manifesto de Uma Mulher de Teatro A obra parte da personagem Ofélia, de um dos textos mais contundentes da dramaturgia contemporânea, "Hamlet Machine" de Heiner Müller, marcante na trajetória da atriz Tânia Farias. A obra traz ao centro da arena a vociferação contra a engrenagem de violências às quais mulheres são continuamente submetidas. Jogar luz sobre mulheres, evocá-las, contar suas histórias é a motivação central dessa performance. As mulheres que cruzam o caminho da atriz compõem o texto manifesto que abraça a performance de Tânia Farias. Vozes como a de Violeta Parra, Gioconda Belli e da própria atriz, que ousa contar detalhadamente sua história pessoal de violência sofrida e intercruzar com outra real, a de Magó, bailarina barbaramente violentada e assassinada em 2020, ao qual a atriz presta homenagem. Um ato político contra a violência de gênero, uma nova etapa de construção da reflexão dessa mulher de teatro num momento tão trágico, de autorização de todo tipo de barbárie contra mulheres, negros, lgbtqia+ e tudo o que o conservadorismo dessa elite atrasada considera uma ameaça ao seu projeto de morte, de não corpo e de não felicidade. "Manifesto de Uma Mulher de Teatro" realizou temporada na Terreira da Tribo e na Sala Carlos Carvalho da Casa de Cultura Mário Quintana em Porto Alegre e participou do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto - SP (2022), Entrevero - Festival Internacional de Santa Maria - RS (2022) e FILTE - Festival Internacional de Salvador - BA (2022). Sobre o seminário O seminário irá debater sobre questões de gênero no teatro brasileiro contemporâneo avaliará o papel da mulher dentro do teatro brasileiro, tanto na criação como na produção, principalmente a partir das experiências locais.
OBJETIVO GERAL Realizar o circuito ARENA FEMINISTA do grupo teatral Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Petrolina e Arcoverde (PE), Crato e Fortaleza (CE). OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto ESPETA´CULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 1 (uma) apresentação de cada espetáculo - "M.E.D.E.I.A" e "Manifesto de Uma Mulher de Teatro" - em cada cidade do circuito, seguidas de bate-papo sobre o processo criativo, totalizando 12 apresentações teatrais. 2) Produto SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA: Realizar em cada cidade 1 (um) encontro sobre "Questões de Gênero no Teatro Contemporâneo" com artistas mulheres convidadas, totalizando 6 encontros. 3) Produto CURSO/OFICINA/ESTA´GIO: Realizar em cada cidade do circuito 1 (uma) oficina "Vivência com a Tribo" (25 vagas, 4 horas/aula) com profissionais do grupo, totalizando 6 oficinas.
a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto ARENA FEMINISTA junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar patrocínio na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. O projeto propiciará ao púbico, por meio de atividades gratuitas, um espaço de reflexão e debate sobre a produção de teatro de grupo brasileiro e sobre questões sociais e políticas. Através de suas ações, irá valorizar e difundir as manifestações culturais brasileiras, ampliando as opções de lazer e cultura do público em geral das cidades que fazem parte do circuito. Realizará também um importante intercâmbio cultural entre artistas de diferentes cidades do Brasil. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais:por meio de atividades gratuitas, o projeto prevê o livre acesso a diversas atividades culturais (apresentações teatrais, oficinas e encontros temáticos). II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: por meio dos espetáculos teatrais, o grupo Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz dá continuidade à pesquisa de revitalização da linguagem teatral e contribui para difundir uma pesquisa autoral, levada III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: o projeto constitui um olhar sobre as discussões de gênero, abordando a violência contra a mulher em suas variantes, questões que passaram a ocupar centralmente o trabalho de pesquisa e criação teatral do grupo e da atriz Tânia Farias. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística: por meio de apresentações teatrais, oficina e seminário, o projeto estimulará o interesse pela cultura, propiciando o desenvolvimento crítico da sociedade, valorizando e difundindo as manifestações culturais brasileiras e contribuindo, também, para uma melhoria na distribuição de bens culturais.
Não se aplica.
PROJETO PEDAGÓGICO DA OFICINA VIVÊNCIA COM A TRIBOA oficina Vivência com a Tribo (25 vagas), em um encontro de quatro horas/aula, coordenado pelos profissionais do grupo, aborda os princípios básicos do teatro político e popular que o grupo realiza. A proposta de trabalho teatral seguirá os fundamentos principais da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que visa a formação de atores-cidadãos com a necessária qualificação para estar a serviço da construção de uma sociedade justa e solidária.OBJETIVO GERALAbrir espaço para sensibilização e experiência do fazer teatral, apostando no teatro como instrumento de indagação e conhecimento de si mesmo e do mundo, assim como veículo de formação, informação e transformação social.OBJETIVOS ESPECÍFICOSa) Promover condições favoráveis ao desenvolvimento da criatividade espontânea e expressiva, crítica e ressignificante do corpo, a partir da organização de uma vivência teatral de grupo.b) Investir nos elementos e recursos plásticos e musicais que auxiliam a criação poética da cena, utilizando os princípios básicos do teatro popular e de rua a partir de jogos dramáticos, expressão corporal e improvisação.c) Investigar o movimento, o gesto, a atividade mimética do ato físico no jogo dramático, proporcionando experimentação de linguagens para o desenvolvimento de personagens, situações, fábulas.d) Intensificar a dinâmica teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização, musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de inter-relacionamento dramáticoe) Ativar padrões não-cotidianos de comunicação a partir de signos teatrais específicos, com ênfase na pesquisa de sons e movimentos expressivos, próprios para a estilização de ações, gestos, cantos e danças.f) Reforçar a visão crítica das questões pertinentes à contracenação dramática, desde a valorização consequente do material cênico, da disposição do espaço e do tempo, da disponibilidade do corpo, da intencionalidade do gesto, etc.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: atividades realizadas em espaço térreo que possui rampas e banheiros adaptados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: roteiro dos espetáculos em Braile, monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. PRODUTO: OFICINAMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: atividades realizadas em espaço térreo que possui rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. PRODUTO: SEMINÁRIOMEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: atividades realizadas em espaço térreo que possui rampas e banheiros adaptados.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais.
Como medida de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO, conforme critérios do art. 27 da IN nº 01/2023 do MinC, serão adotadas as seguintes medidas: 100% de distribuição gratuita, ultrapassando o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo exigido no inciso II. Para tornar o projeto MAIS AMPLO E DEMOCRÁTICO, alcançando público de distintas camadas sociais, conforme critérios do art. 28 da IN nº IN nº 01/2023 do MinC, serão adotadas as medidas a seguir: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
Grupo: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz Empresa que representa legalmente o grupo: Terreira da Tribo Produções Artísticas Coordenação Geral e administrativa do projeto: Paulo Flores (diretor sócio e representante legal da Terreira da Tribo Produções Artísticas) Produção Executiva: Marta Haas Atuação: Tânia Farias Concepção e direção: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (Tânia Farias) Debatedoras: Tânia Farias e Marta Haas Oficineira: Marta Haas Monitores capacitados para atender e acompanhar o público com diferentes deficiências: Natan Meneguzzi Hejazi e Keter Velho Operação de luz, sonoplastia e vídeo: Paulo Flores Registro: Eugênio Barboza Assessoria de imprensa: Bebê Baumgartem Obs.: o projeto não envolve a contratação de artistas da música. Breve currículo do grupo A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desenvolve pesquisa de linguagem em Teatro de Rua e na vertente intitulada Teatro de Vivência (encenação itinerante onde público e atores estão inseridos em um mesmo ambiente cenográfico). Realiza os Projetos Escola de Teatro Popular (com oficinas gratuitas de iniciação, formação de atores e pesquisa de linguagens); Caminho para um Teatro Popular (circuito de apresentações de Teatro de Rua em praças, bairros e vilas populares da cidade); Teatro Como Instrumento de Discussão Social (Oficinas Populares em bairros populares de Porto Alegre); Mostra Ói Nóis Aqui Traveiz – Jogos de Aprendizagem (mostra do processo pedagógico das oficinas); Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem (com grupos nacionais e latino-americanos); Seminários e ciclos de debate sobre teatro (encontros com atores, diretores, pesquisadores e professores para debater questões da cena contemporânea). Lançou em 2004 o selo Ói Nóis Na Memória que já publicou cinco livros e três DVDs. Edita semestralmente a CAVALO LOUCO – Revista de Teatro, já em seu décimo sétimo número, que é distribuída nacionalmente a escolas de arte, universidades, bibliotecas públicas, pesquisadores, críticos e grupos de teatro. Premiações: Prêmio Ordem do Mérito Cultural 2015, principal prêmio da cultura brasileira. Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Direção (para a direção coletiva do Ói Nóis Aqui Traveiz), Produção, Atriz, Trilha Sonora, Iluminação, Figurino e Cenário por MEDEIA VOZES (2013), além do Prêmio Júri Popular. Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Trilha Sonora, Figurino e Atriz por O AMARGO SANTO DA PURIFICAÇÃO (2010). A Tribo foi indicação para o Prêmio Multicultural do Estadão / SP (2005) e recebeu Prêmio Shell de Teatro (SP) pela Música e Pesquisa e Criação Coletiva de KASSANDRA IN PROCESS (2008). Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Trilha Sonora e Atriz Coadjuvante por KASSANDRA IN PROCESS (2003). Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo A MISSÃO (2007). Prêmio Qorpo Santo da Câmara de Vereadores de Porto Alegre (2003). Prêmio A Luta pela Terra do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (1998 e 2000). Prêmio Açorianos de Destaque do Teatro Gaúcho (1998). Prêmio de Melhor Espetáculo e Atriz no Festival Nacional Isnard Azevedo em Florianópolis/SC por INDEPENDÊNCIA OU MORTE! (1995). Prêmio Quero-Quero pelo conjunto de sua obra (1996). Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Produção, Cenário e Ator Coadjuvante por DR FAUSTO (1994). Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Direção (para a direção coletiva do Ói Nóis Aqui Traveiz), Cenografia, Figurino e Ator Coadjuvante por ANTÍGONA - RITOS DE PAIXÃO E MORTE (1990). Prêmios Açorianos de Melhor Espetáculo, Cenografia e Produção por OSTAL (1987). Breve currículo de alguns integrantes da ficha técnica Tânia Maria Farias da Silva (DRT 5309/1999) - Atriz, encenadora Tânia Farias é atriz, encenadora, professora, pesquisadora e produtora teatral. Atuadora do Ói Nóis Aqui Traveiz desde 1994. Coordena os projetos Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo e Ói Nóis na Memória. Publica semestralmente a Cavalo Louco Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Organiza e produz Festival de Teatro Popular – Jogos de Aprendizagem. Em 2018 teve sua biografia "Tânia Farias - O Teatro é um Sacerdócio" de Fábio Prickladnick publicada pelo Festival Porto Alegre em Cena. Como atriz e encenadora da Tribo participou das criações coletivas A Morte e a Donzela de Ariel Dorfmann, A Heroína de Pindaíba de Augusto Boal, Hamlet Máquina de Heiner Müller, A Exceção e a Regra de Bertolt Brecht, Aos que virão depois de nós Kassandra In Process, A Missão Lembrança de uma Revolução de Heiner Müller, O Amargo Santo da Purificação, Viúvas Performance sobre a Ausência, Medeia Vozes e Caliban – A Tempestade de Augusto Boal. Em 2013 estreou seu primeiro trabalho solo, a Desmontagem Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência. Foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz por Kassandra In Process (2007) e recebeu o Prêmio Açorianos por sua atuação em O Amargo Santo da Purificação (2009) e Medeia Vozes (2013). Paulo Nunes Flores (DRT 2155/1988) - Direção geral Paulo Flores é ator, encenador, professor e pesquisador. Fundou a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz em 1978, a Terreira da Tribo – Centro de Experimentação e Pesquisa Cênica em 1984 e a Escola de Teatro popular em 2000. Graduou-se como Bacharel em Direção Teatral pela UFRGS em 1979. Atuando em teatro desde 1974, participou como ator e diretor teatral em vários espetáculos premiados. No Ói Nóis encenou mais de 30 espetáculos, entre eles Fim de Partida, Ostal, A Exceção e a Regra, Antígona Ritos de Paixão e Morte, Kassandra In Process, O Amargo Santo da Purificação, Viúvas – Performance sobre a ausência, Medeia Vozes, Caliban - A Tempestade de Augusto Boal e Meierhold. Coordena os Projetos Caminho Para Um Teatro Popular (circuito de teatro de rua por praças e ruas de bairros populares), Teatro Como Instrumento de Discussão Social (desenvolvendo oficinas nos bairros com o objetivo de fomentar a criação de grupos nestas comunidades) e Ói Nóis na Memória (selo criado para registrar a trajetória da Tribo). Marta Haas (DRT 8700/2008)- Produção executiva e oficineira Marta Haas é atriz, encenadora, oficineira e pesquisadora teatral. É atuadora da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2001. Doutora e mestra em Educação e graduada em Filosofia pela UFRGS. Cursou a primeira turma da Oficina Para Formação de Atores da Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo. Desde 2007 ministra Oficinas Populares de Teatro pelo Projeto Teatro Como Instrumento de Discussão Social e a Oficina de Teatro Livre. Como atriz e encenadora participou das criações coletivas da Tribo Aos Que Virão Depois de Nós - Kassandra In Process; A Missão (Lembrança de uma Revolução); O Amargo Santo da Purificação; Viúvas – Performance sobre a ausência; Medeia Vozes e Caliban – A Tempestade de Augusto Boal. Keter Velho: encenadora e atriz (DRT 13409/2016) - Monitora Keter é atriz, pesquisadora teatral, encenadora e professora de teatro. Integra o grupo Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2012. Licenciada e bacharela em História pela PUCRS. Ministra oficinas de teatro no Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2015 (dentre elas, Oficina de Teatro Livre e Oficina de Jogos Lúdicos para crianças). Facilita regularmente oficinas de teatro para grupos de pessoas com deficiência na instituição Clube Social Pertence, no Instituto Social Pertence e no próprio grupo Ói Nóis Aqui Traveiz. Eugênio de Souza Barboza (DRT nº 9493/2009) - Registro Eugênio Barboza é bacharelando em História da Arte pela UFRGS. É ator/encenador da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2006. Ator nos espetáculos A Saga de Canudos e A Missão. Ator e encenador nos espetáculos O Amargo Santo da Purificação, Viúvas e Medeia Vozes. Coordena a digitalização do acervo filmográfico do Grupo Ói Nóis Aqui Traveiz e o Núcleo de Pesquisas Audiovisuais da Tribo. Realizou a assistência de direção e edição do documentário "Raízes do Teatro" (2014) e direção, fotografia e montagem do documentário etnográfico "Nhemonguetá: Os Conselhos Entoados pelas Crianças Mbya Guarani" (2017).
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.