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PRONAC 244848Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Da vastidão do olhar de Ignácio Moura, A  Amazônia contemporânea

ASSOCIACAO NAMAZONIA
Solicitado
R$ 540,5 mil
Aprovado
R$ 540,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-12-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto consiste em produzir e realizar em Belém uma exposição fotográfica baseada na pesquisa e recriação da expediçao realizada em 1896 por Ignácio Moura, tendo sua aguçada percepção como pesquisador gerado o primeiro registro da cultura da região do Tocantins, no Pará. Toda a documentação gerada na recriação e atual pesquisa a ser realizada por sua bisneta, a fotógrafa paraense Elza Lima, que partindo por via fluvial de Belém até São João do Araguaia, irá mapeando os lugares por onde seu bisavô passou e documentando as mudanças ocorridas ao longo do tempo. Irá também investigar a realidade contemporânea das comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas situadas ao longo do caminho, bem como promover um diálogo interdisciplinar entre estudiosos, artistas e a população local.

Sinopse

Palestra: A poética do imaginário na identidade amazônica Palestrante convidado: João de Jesus Paes Loureiro Carga horária: 02h00 No. Participantes: 30 Sinopse A presença do imaginário no cotidiano da vida e cultura amazônicas é um fato social. Interfere na compreensão do mundo, nas relações sociais, na formação de utopias alegóricas, na poetização das narrativas ribeirinhas e indígenas, na crença espiritual, no sonho por uma terra sem males. Imaginário como co-realidade intercorrente com a realidade concreta. JOÃO DE JESUS PAES LOUREIRO – PALESTRANTE CONVIDADO - Nasceu na cidade de Abaetetuba, Pará É poeta e professor de Estética, Filosofia da Arte e Cultura Amazônica, na Universida- de Federal do Pará. Mestre em Teoria da Literatura e Semiótica pela PUC/UNICAMP, São Paulo e Doutor em Sociologia da Cultura pela Sorbonne/ Paris, França. No âmbito da cooperação entre a Universidade e o Go- verno do Estado e da capital Belém, foi cedido para exercer as funções de Secretário de Estado da Cultura, Criador e Superintendente da Fundação Cultural do Pará, Secretário de Estado da Educação e Secretário de Educação e Cultura de Belém, capital do Estado, Criador e Presideite do Instituto de Artes do Pará. Primeiro livro publicado, “Tarefa”, Editado Pela União Nacional Dos Estudantes E A União Acadêmica Paraense, Em 1964. Em 1966, “Cantigas de Amar de Amor e de Paz”, pela Falângola Editora, Em 1968, “Epístolas e Bala- das”, pela Grafisa Editora. Expôs na X Bienal de São Paulo, poemas visuais. _______________________________________________________________________________________ Palestrante convidado: Eder Chiodetto Sinopse Desde sua invenção no século XIX a fotografia impactou, embaralhou e remodelou sobremaneira noção de tempo e espaço. Toda fotografia, com sua capacidade mágica de rememoração do tempo-espaço pretérito, ao ressurgir no presente fugidio, cria uma espécie de caleidoscópio que nos obriga a repensar a ideia de um tempo cronológico e retilíneo. Não seria o tempo, assim como a memória, um espelho partido em diversos fragmentos por meio do qual podemos entender a nossa história e a história do mundo como um caleidoscópio que coloca as peças em relação rizomática? A fotografia, ao nos dar dimensões fabulares do tempo, nos impele ao tempo cíclico e cósmico da vida. O curador Eder Chiodetto partirá dessas premissas para comentar a mostra que reúne as obras fotográficas de Elza Lima e de seu bisavô. Carga horária: 02h00 No.participantes: 30 EDER CHIODETTO –É curador de fotografia independente, publisher da editora de fotolivros Fotô Editorial e diretor do centro de estudos Ateliê Fotô. Foi curador de fotografia do MAM - SP entre 2005 e 2021 e mentor do programa Arte na Fotografia, no canal Arte1. Como curador já realizou mais de 120 exposições no Brasil, Europa, EUA e Japão. É autor dos livros O Lugar do Escritor (Cosac Naify, 2002), Geração 00: A Nova Fotografia Brasileira (Edições Sesc, 2011), Curadoria em Fotografia: da pesquisa à exposição (Ateliê Fotô / Funarte, 2013), Ser Diretor (Ateliê Fotô, 2018), entre outros

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir e realizar a exposição "Da vastidão do olhar de Ignácio Moura, à Amazônia contemporânea", a partir da documentação fotográfica atualizada produzida pela fotógrafa Elza Lima sobre o percurso que o pesquisador fez em 1896, com objetivo geral de desvendar o legado de seu bisavô e contribuir para um entendimento mais profundo e inclusivo da Amazônia contemporânea, valorizando suas diversas vozes e perspectivas. OBJETIVOS ESPECIFICOS 1. Refazer durante um periodo aproximado de 30 dias, a rota de Ignácio Moura, coletando dados geográficos e históricos ao longo do percurso, atraves de entrevistas de especialistas, professores, indígenas, historiadores e ribeirinhos para obter uma compreensão abrangente da Amazônia contemporânea, de forma a obter dados para montagem de uma mostra fotografica abrangente. 2. Realizar 01 minidocumentário sobre a viagem, a partir da captura de imagens e vídeos de alta qualidade ao longo da jornada, destacando a diversidade cultural e ambiental da Amazônia., que irá compor a mostra fotografica 3. Produzir 01 mapa náutico detalhado do percurso da viagem, em colaboração com um cartógrafo. 4. Montar uma exposição fotográfica, mesclando imagens originais de Ignácio Moura com interpretações contemporâneas, explorando a evolução da fotografia e seu papel na representação da região. 5. Realizar duas palestras abordando temas como tempo, imagem e discurso na construção da identidade amazônica, com a participação de renomados acadêmicos e curadores.

Justificativa

Ignácio Moura, figura multifacetada, foi não apenas um viajante e explorador, mas também um poeta, escritor, crítico de arte, fotógrafo, historiador e etnógrafo. Seu trabalho pioneiro lançou luz sobre a cultura e a geografia da Amazônia, enquanto suas contribuições para o cenário cultural e intelectual do Pará são inegáveis. Sua visão progressista, permeada por ideais republicanos, abolicionistas e socialistas, ecoa ainda hoje, inspirando-nos a explorar e compreender a região amazônica de maneira mais profunda. A realização do projeto "Da vastidão do olhar de Ignácio Moura, à Amazônia contemporânea" se justifica por diversos motivos que se entrelaçam e convergem para a compreensão e preservação da história, cultura e ecologia da Amazônia. Ignácio Baptista de Moura emerge da história como uma figura singular, cujo legado ecoa através das vastas florestas e rios da Amazônia. Nascido em Cametá, interior do Pará, no ano de 1857, Ignácio Moura transcendeu as fronteiras de sua época, tornando-se um protagonista nos campos da engenharia, da literatura, da arte e da exploração. Formado pela prestigiada Escola Politécnica do Rio de Janeiro, com especialização em Engenharia Civil, Moura não se contentou em seguir um único caminho. Sua mente inquisitiva e sua paixão pela Amazônia o levaram a explorar territórios desconhecidos e a documentar suas descobertas de maneira única e envolvente. Ignácio Moura não era apenas um explorador intrépido, mas também um poeta inspirado, um crítico perspicaz e um fotógrafo habilidoso. Seu livro seminal, "De Belém a São João do Araguaia", não apenas registra sua jornada pela Amazônia, mas também oferece uma visão profunda da geografia, da cultura e da história da região. Além de suas contribuições acadêmicas, Moura também se destacou como um ativista político e social, envol- vendo-se ativamente na causa republicana e abolicionista de seu tempo. Sua voz ressoou não apenas nos corredores das academias, mas também nas ruas e nos salões culturais do Pará. Hoje, ele permanece como um símbolo de coragem, curiosidade e compromisso com a Amazônia. Sua vida e obra inspiram-nos a explorar os mistérios e maravilhas dessa região única, ao mesmo tempo em que nos desafiam a preservar e proteger sua riqueza para as gerações futuras. Em um mundo que está sempre em busca de novos horizontes, Ignácio Moura nos lembra da importância de olhar para o passado para entendermos melhor o presente e moldarmos o futuro. A Amazônia é uma das regiões mais biodiversas e culturalmente ricas do planeta. No entanto, enfrenta ameaças constantes, como desmatamento, perda de biodiversidade e descaracterização cultural. Ao documentar e valorizar as comunidades locais, suas tradições e seu modo de vida, contribuímos para a preservação desses recursos valiosos. Dito isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore

Especificação técnica

1.000 unidades de folder 21x29.7cm, 4x4 cores e Verniz IR F/V em Couche Fosco 170g.

Acessibilidade

Exposiçao fotográfica: Espaço físico com acesso permitido a portadores de necessidades especiais Será disponibilizado QR CODE Audiodescrição para orientação a portadores de necessidades especiais legendas com leitura ampliada Piso tátil no espaço cultural Palestras Haverá Interprete de libras Será disponibilizado assentos para o publico

Democratização do acesso

Todas as atividades serão ofertadas de forma gratuita., O Video documentario a ser produzido será disponibilizado via redes sociais da proponente e da fotógrafa. O registro das atividades do projeto será disponibilizado via site da proponente.

Ficha técnica

COORDENAÇAO ADMINIST.FINANCEIRA-PROPONENTE ASSOCIAÇAO NAMAZONIA - FATINHA SILVA- DIRETORA FINANCEIRA Gestora e produtora cultural desde 2001 e fotógrafa desde 1999. Curso Aperfeiçoamento Gestão Cultural UFPA/Minc. 2015- Curso superior incompleto em Artes Visuais - Estácio. Sócia fundadora da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil e atualmente representante da região norte; Sócia fundadora e diretora da Fotoativa, Como gestora e produtora cultural concebeu e coordenou e coordena vários projetos em diversos segmentos culturais entre eles: Fronteira Norte,publicação contendo o acervo fotográfico da Comissão Brasileira demarcadora de Limites, Circuito das Artes, Santarem, PA - 2019, Ciranda Cultural voltado a oferta de ações formativas aos alunos rede publica de ensino realizado em 2022.2023 em Barcarena, FLIX Xingu, Guarda-Chuva Cultural, Caminho das Águas, À Luz do Círio. Atualmente coordena o projeto Um País chamado Pará, itinerância de exposição fotográfica em Bhte e São Paulo. Realizou duas exposições individuais e participou e participa de várias mostras coletivas, regionais, nacionais e internacional. Participou da Organização da III Conferencia Estadual de Cultura/2013. Conselheira do Conselho Nacional de Incentivo à Cultura- CNIC - Segmento ArtesVisuais - 2019.2020. Sócia-fundadora, Diretora e coordenadora de projetos da Associação Namazônia. COORDENAÇAO ARTISTICA ELZA LIMA - Belém (PA),1952. Nas férias da infância, acompanhava seus avós pelo interior do Pará. Brotavam no seu caminho, paisagens oníricas, animais de diversas formas e cores, e as imensas águas, que hipnotizavam seu olhar com seu vai e vem sonoro. Tecendo em surdina a trama da sua imaginação. Em 1984, descobre a fotografia como linguagem, essas construções irrompem em suas lembranças e levam ao seu primeiro trabalho. Participa do Projeto Fotoativa - Cidade Velha, documentação do núcleo histórico da Cidade de Belém, no ano de 1985. Em 1986 atua no Projeto Ação Cultural E Pedagógica, em parceria com a Secretaria Mu- nicipal de Cultura/SEMEC, com a finalidade de interação Escola-comunidade, cabendo ao Centro de Recursos Audiovisuais da Amazônia/CRAVA, ao qual estava vinculada, a implantação do projeto na área visual. Atua como fotógrafa na Assessoria de Imprensa da Secretaria de Cultura do Estado do Pará (SECULT) 1987-2018. Membro do Conse- lho Curador da Galeria de Arte da Universidade da Amazônia – UNAMA, 1993 – 2015. Atualmente finaliza o projeto da exposição “Do Olho Do Peixe A Roda Da Saia”, onde documenta as pescadoras do Porto do Milagre em Santarém - PA. E elabora projeto para refazer o percurso do viajante EDER CHIODETTO – CURADOR – É curador de fotografia independente, publisher da editora de fotolivros Fotô Editorial e diretor do centro de estudos Ateliê Fotô. Foi curador de fotografia do MAM - SP entre 2005 e 2021 e mentor do programa Arte na Fotografia, no canal Arte1. Como curador já realizou mais de 120 exposições no Brasil, Europa, EUA e Japão. É autor dos livros O Lugar do Escritor (Cosac Naify, 2002), Geração 00: A Nova Fotografia Brasileira (Edições Sesc, 2011), Curadoria em Fotografia: da pesquisa à exposição (Ateliê Fotô / Funarte, 2013), Ser Diretor (Ateliê Fotô, 2018), entre outros. FABÍOLA SINIMBÚ – JORNALISTA DE CAMPO - Jornalista formada há 23 anos, é atual- mente repórter da Agência Brasil. Empregada na Empresa Brasil de Comunicação (EBC) desde 2013, onde já trabalhou na TV Brasil, tendo dirigido o documentário, Índios Somos Nós. Também passou pelo Portal EBC e redes sociais. Chefiou a equipe de comunicação da empresa de produção de biodiesel, ECOBRAS, em Brasília, onde desenvolveu a revista Ecobras Bionews. Trabalhou em jornais como O Liberal e Diário do Pará, em Belém do Pará. Produziu e trabalhou como repórter de vídeos institucionais em produtoras em Belém e em Brasília. Foi assessora de imprensa parlamentar, na Câmara dos Deputados, e correspondente da TV Cultura do Pará. THIAGO PELAES – VIDEOMAKER/DIRETOR DE FOTOGRAFIA - Diretor, diretor de fotografia e co- fundador das produtoras Clarté e Marahu, ambas em Belém do Pará. Entre os últimos trabalhos atuou como diretor e diretor de fotografia da 2ª temporada da série ‘Sabores da Floresta’ com estreia progra- mada no Canal Futura em 2024 e atualmente em exibição no Canal GNT. Foi diretor de fotografia do longa metragem documental ‘O reflexo do lago’ de Fernando Segtowick com estreia mundial na Mostra Pano- rama da 70º Festival de Berlim em 2020, vencedor do prêmio de melhor fotografia no 25º Inffinito Film Festival e uma extensa carreira em festivais de cinema do mundo todo. Mais recentemente fez a direção de fotografia do curta “Cabana” de Adriana de Faria premiado como melhor curta-metragem brasileiro no Festival do Rio de 2023. Em 2024 estrou como co-diretor e fotógrafo, lançou as séries documentais “Bar Brasil” no canal Travel Box Brasil e “Olahres do Norte: Pará” na TV Brasil. JORGE WANDERLEY CRESPO TEIXEIRA – DIRETOR DE PRODUÇAO - Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 1963, se mudou para Assis Chateaubriant, no Paraná, aos nove anos de idade e, posteriormente, para Belo Horizonte aos onze onde se formou em engenharia civil no ano de 1986 pela UFMG. Trabalhou desde a sua formatura, de forma ininterrupta, na área da contrução civil até o ano de 2020. Sempre gostou da fotografia como um hobby mas a partir do ano de 2017 passou a abordá-la de forma profissional. Ministra, continuamente, oficinas e trabalhos ligados a fotografia digital. Atuando como fotógrafo autoral participa de diversas exposições fotográficas. A formação é na área da construção civil, área em que atuou até 2020. Residente na Cidade de Belém-PA, trabalha em parceria com a Fotógrafa Elza Lima e os fotógrafos João Roberto Ripper e Guy Veloso. GÊ VIANA - ARTISTA CONVIDADA - Fotógrafa e artista visual, reside e trabalha em São Luís (MA). Graduada em artes visuais pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), emprega a fotografia em uma abordagem não linear, criando fotomontagens, fotoperformances e intervenções urbanas e rurais. Seu trabalho inclui colagens decoloniais, tanto analógicas quanto digitais, que utilizam imagens de arquivo para questionar a cultura colonizadora hegemônica e seus sistemas de arte e comunicação. Inspirada por eventos de sua vida familiar e cotidiano, Gê também explora a pixação, fenômeno que começou a pesquisar após interações com colegas na escola. Descendente de indígenas, negra e criada na periferia de São Luís, ela vê sua arte como um meio de empoderamento e resistência para comunidades marginalizadas e invisibilizadas, incluindo indígenas, negros, mulheres, gays e lésbicas. SILVANA MENDES - ARTISTA CONVIDADA - Vive e trabalha em São Luís, MA, Brasil. Mul- tiartista visual cuja prática se manifesta a partir de pesquisas sobre questões raciais, territoriais e políticas de afirmação. Na busca por ressignificar simbologias e narrativas visuais, toma como suporte a colagem, a pintura, a videoarte e a fotografia. Na série Afetocolagens: reconstruindo narrativas visuais de pessoas negras na fotografia colonial 2018 - 2024, colagens digitais recriam figuras de pessoas negras que (res) existiram aos processos de colonização no Brasil na segunda metade do século 19. A artista também recorre ao muralismo e ao lambe como suportes para disseminação daquilo que considera uma “didática artística descolonizadora”, procurando debater os lugares de poder nas obras de arte, a elitização e o re- corte social/racial dos movimentos artísticos. JAMBO ESTRATÉGIAS EM COMUNICAÇÃO Da Amazônia para o mundo A Jambo Estratégias em Comunicação é uma agência de comunicação integrada que desenvolve estratégias necessárias ao bom desempenho de empresas e organizações com foco no planejamento, produção e mediação de relacionamentos. Temos raízes plantadas na Amazônia. Nossa concepção da gestão de negócios pressupõe valores como a ciência, a biodiversidade amazônica e o respeito aos modos de vida das pessoas. Somos comunicadores da Amazônia para a Amazônia e da Amazônia para o mundo. A Jambo nasceu há dez anos e, atualmente, é comandada pela jornalista, mestre em Ciência Política, Rita Soares; e pela jornalista e doutora em Ciências Socioambientais, Ivana Freitas. A empresa começou sua trajetória na assessoria de imprensa e expandiu a atuação para todas as áreas que atendem às necessidades de seus clientes. Entendemos que a comunicação é transversal. Nosso repertório compreende a construção de soluções baseadas na ética, na criatividade e na eficiência, com ações guiadas pelo que conhecemos de todos os cantos da extensa área da floresta tropical em que vivemos. Muito mais do que cuidar da imagem institucional, propomos uma comunicação dirigida por práticas sustentáveis. Combinamos experiência e conhecimento, com um time profissional multidisciplinar formado por jornalistas, publicitários, designers, especialistas em assessoria de imprensa, comunicação digital, audiovisual e marketing. Na Jambo, produtos e serviços resultam de estudos e vivências. Nossas ações refletem a natureza e os posicionamentos dos nossos clientes. Estamos sempre de olho no que se faz na Amazônia e no mundo, sobretudo, em termos de inovação, para oferecer respostas positivas alinhadas aos pilares que sustentam o nosso ideário: ser, fazer, guiar. Com metodologia, suporte tecnológico e compromisso, trabalhamos por uma comunicação efetiva e de qualidade. Analisamos os cenários de mudanças no contexto amazônico, cada vez mais complexos, para fazer aquilo em que acreditamos: comunicação diversa, transparente e humana. Para conhecer mais sobre nossos serviços acesse https://jambocomunicacao.com/

Providência

PROJETO ARQUIVADO.