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PRONAC 244895Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

REPERTÓRIOS

21.558.912 LUIS EDUARDO SOUZA E SILVA
Solicitado
R$ 994,0 mil
Aprovado
R$ 994,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-11-30
Término
2025-11-15
Locais de realização (8)
Salvador BahiaVitória Espírito SantoBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroRibeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Repertórios" visa promover a circulação gratuita de quatro espetáculos de dança da Coletivando Cia de Dança em oito cidades brasileiras. Serão realizadas 64 apresentações gratuitas à população e mais 32 sessões extras para estudantes de escolas públicas, todas seguidas por rodas de conversa. O projeto também oferece imersões artísticas para artistas locais e apresentações acessíveis em Libras. Focado na democratização do acesso à arte e na valorização da cultura afro-diaspórica, o projeto busca sensibilizar o público sobre questões sociais, promovendo a diversidade e a inclusão cultural.

Sinopse

Repertórios (Inédito) A Coletivando Cia de Dança lança seu novo projeto de circulação intitulado "Repertórios". A escolha deste nome carrega um significado profundo e intencional, remetendo à ideia de uma coleção de obras, termos ou linguagens que definem um artista ou uma companhia. Tradicionalmente, o termo "repertório" é amplamente utilizado em grupos teatrais e companhias de dança clássica e moderna, referindo-se às peças que compõem o núcleo artístico de tais grupos. Para a Coletivando, "Repertórios" é mais do que uma mera seleção de trabalhos. É uma crítica reflexiva às coleções de obras que habitualmente circulam e se assemelham dentro dos circuitos artísticos. Questionamos quais histórias, corpos e culturas estão sendo representados e perpetuados nesses espaços. O projeto "Repertórios" apresenta quatro obras que estabelecem um diálogo direto e íntimo com as periferias do Brasil. Cada peça selecionada para este projeto foi cuidadosamente escolhida por sua capacidade de refletir e valorizar as vivências e expressões culturais de comunidades historicamente marginalizadas. Ao trazer essas obras para o centro do palco, a Coletivando reafirma seu compromisso com a disseminação de culturas afrourbanas e as experiências dos corpos pretos, indígenas e LGBTQIAPN+. Interfaces (2019) Interfaces é uma celebração ao corpo. O corpo dança, o corpo preto, o corpo vivo, o corpo intenso, o corpo periférico e tantos outros corpos presentes, conscientes e inconscientes, em todas as raízes que criamos no decorrer de nossa caminhada. Nossas raízes criam movimentos, que se conectam com os movimentos de outras raízes, criando, assim, uma intersecção em que o diálogo e a força individual se transformam em coletivos. Nesse espetáculo trazemos a cena nossas memórias corporais que carregam em si as mais diversas e potentes experiências do cenário urbano, tensionando os encontros e desencontros que nos formam e nos fazem viver. Da rua para o corpo e do corpo para a cena. Ficha Técnica Direção artistica: Luís Silva Intérpretes criadores: Mare Braga, Pedro Avlis e Luís Silva Orientação artística: Aline Teixeira Desenho de luz: Gil Santos Criação musical: Carlos Junior e Luís Silva Figurino: Julia Galhano Fotografia: Ananda Velozo e Alexandre Martins Filmagem: Marcus Caetano Produzido por: Coletivando Art Duração: 45 minutos Locais já apresentados: Teatro Angel Vianna (RJ); Salão Helenita Sá Earp (RJ); CEU Ayrton Senna (ES); Largo do Chafariz - Porto (ES). Naízes (2022) Naízes é um espetáculo que tem em sua raiz memórias e atravessamentos de corpos que foram deixados à margem da sociedade e da vida. Em um único corpo há tantas intensidades causadas pelas trajetórias e singularidades do corpo preto, periférico e urbano. Em seu despertar dos olhos, Naízes convida a todos para entrarem em uma viagem de saberes, costumes e guerrilhas do povo preto. Em cena, encontramos artistas que articulam como ressignificar tantos atravessamentos que foram selados em nossos corpos e, a partir deles, gerar vida e possibilidades de novos caminhos, trazendo linguagens e culturas como House, Wacking, Hip Hop, Afro e outras vertentes urbanas e bases culturais que representam, entre muitas coisas, resistência e recriação. Aprendemos com essas culturas como ser coletivo para além da junção física, aprendemos como existir em uma sociedade que te faz inibir tuas naturalidades e ancestralidades. Este trabalho é um grito de corpos que foram colocados constantemente no limite e obrigados a criar ferramentas para expressar e evidenciar suas narrativas. Ficha Técnica Concepção e direção artística: Luís Silva Criação e interpretação: Luís Silva e Pedro Avlis Colaboração de pesquisa cênica: Rafaella Olivieri Composição musical: Luís Silva Texto/poema: Jackeline Sarah Desenho de luz: Gil Santos e Luís Silva Direção de voz: Erivan Borges Voz introdução: Rafo Avelino Fotografia: Rafaella Olivieri e Mare Braga Apoio de pesquisa: Coletivo NUDAFRO Duração: 50 minutos Locais já apresentados: Teatro Cacilda Becker (RJ); Teatro Angel Vianna (RJ); Sala Renée Gumiel (SP); Teatro Municipal de Ribeirão Preto (SP); Teatro da Vila (PR); Telab - Faculdade de Artes do Paraná (PR); Sesc Brasília (DF). Originário (2024) Originário é uma performance que utiliza das linguagens Afro-Urbanas para refletir sobre as memórias e territórios que o corpo afro-indígena ocupa. A obra é composta por movimentos que buscam a poética e os saberes ancestrais presentes em cada corpo, abordando a importância de se reconhecer para poder olhar para frente, partilhando as angústias, alegrias e sensações que o artista enfrentou durante os rituais da vida. Originário é uma imersão em si, buscando tencionar os fragmentos que cada experiência marca em nossa pele e reverbera a vida através dos laços energéticos que construímos em cada ritual que passamos. Ficha Técnica Concepção e interpretação: Luís Silva Ensaiadora: Mirian Miralles Desenho de luz: Luís Silva e Rafaella Olivieri Cenário: Marcelo Oliveira Composição musical: Luís Silva e Tekohaw Marakanã Duração: 35 minutos Locais já apresentados: Galeria A Margem (ES); Sala Maria Thereza Tápias (RJ). Kanarô (Inédito) "Kanarô" - Uma obra imersiva sobre presença e conexão. Esta obra única surge da colaboração intensiva entre artistas da companhia e membros de projetos sociais, "Kanarô" mergulha nas percepções sociais, familiares e culturais da presença, explorando a profunda interconexão que une nossa sociedade. A palavra "Kanarô", originária do idioma Yawanawá, vai além da simples saudade; é sentir a presença do outro, mesmo à distância. A obra é um convite para reflexões e diálogos sobre a importância da presença e da conexão humana. É uma experiência única que transcende barreiras e nos lembra que, embora sejamos indivíduos, nunca estamos sós. "Kanarô" é mais do que um espetáculo; é uma expressão de união e inclusão, abrindo caminhos para a profissionalização em dança em comunidades menos privilegiadas. É uma celebração da diversidade e da importância de compartilhar histórias através da arte. Ficha técnica Direção de movimento: Luís Silva Ensaiadora: Mirian Miralles Preparadora Corporal: Natália Oliveira Dançarinos/as: Ana Leopoldino, Luís Silva, Mare Braga, Pedro Avlis, Rafaella Olivieri e 5 artistas locais de projetos sociais ou de zonas periféricas Desenho de luz: Gil Santos e Luís Silva Composição musical: Luís Silva e Thais Duarte Textos: Jackeline Sarah Fotografia: Marcus Caetano Videografia: Iná Farias Apoio de pesquisa: Tatiana Damasceno (Coletivo NUDAFRO) Duração: 50 minutos

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - Promover a circulação gratuita do "Repertórios" em cidades de diferentes regiões do país, composto por 4 espetáculos de dança da Coletivando Cia de Dança. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: ODS 04, 08 e 10. - Realizar o ensaio de 4 diferentes espetáculos de dança da Coletivando Cia de Dança, sendo eles, "Originário", "Naízes", "Interfaces" e "Kanarô"; - Circular com o projeto "Repertórios" em 8 (oito) cidades: Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Ribeirão Preto/SP, Vitória/ES, Recife/PE, Salvador/BA, Belo Horizonte/MG e Curitiba/PR; - Apresentar 2 (duas) sessões de cada espetáculo, gratuitamente, em cada cidade do roteiro, sendo 16 (dezesseis) sessões por espetáculo, totalizando 64 (sessenta e quatro) sessões do projeto; - Realizar 2 (dois) ciclos de apresentações nas cidades do roteiro, o primeiro ciclo seriam os espetáculos "Originário" e "Kanarô", o segundo ciclo "Interfaces" e "Naízes", sendo que cada ciclo passa por todas as cidades do roteiro. - Realizar 1 (uma) sessão extra de cada espetáculo em cada cidade do roteiro por ciclo, totalizando 32 (trinta e duas) sessões extras do projeto, gratuitas, destinadas à alunos de instituições públicas de ensino das regiões (contrapartida social); - Propor ao final de cada sessão de cada espetáculo, tanto oficiais quanto de contrapartida, 1 roda de conversa com a equipe artística e técnica e o público, totalizando 96 rodas de conversa. - Propor 8 (oito) imersões artísticas, gratuita, com carga horária de 50 (cinquenta) horas para 5 (cinco) artistas locais de projetos sociais ou de zonas periféricas em cada cidade do roteiro do projeto que culmina na criação do espetáculo "Kanarô" composto por 5 (cinco) bailarinos da companhia em conjunto com os artistas locais; - Ofertar em cada ciclo em todas as cidades do roteiro, 1 das apresentações oficiais e 1 das apresentações de contrapartida tradução em Libras dos espetáculos ("Kanarô" e "Naízes"), totalizando 16 apresentações oficiais e 16 apresentações de contrapartida acessíveis (acessibilidade); - Totalizar até 40 (quarenta) artistas locais de projetos sociais ou de zonas periféricas atingidos como público alvo pelas imersões artísticas propostas; - Totalizar até 9.600 (nove mil e seiscentas) pessoas atingidas como público das apresentações dos espetáculos; - Totalizar até 4.800 (quatro mil e oitocentos) estudantes de instituições públicas de ensino atingidos como público das apresentações extras gratuitas do espetáculo; - Disponibilizar transporte gratuito para translado dos alunos de instituições públicas de ensino de cada cidade do roteiro (democratização de acesso); - Fomentar o intercâmbio artístico e cultural através de parcerias com artistas locais em cada cidade visitada, enriquecendo a produção e promovendo a troca de experiências; - Proporcionar uma experiência enriquecedora ao público, apresentando espetáculos de diferentes estilos, gêneros e abordagens artísticas; - Promover a manutenção do trabalho da Coletivando Cia de dança, dando continuidade às suas pesquisas de linguagens e ao aprofundamento técnico de seus integrantes; - Compor equipe artística com artistas negros; - Oferecer protagonismo e poder de fala à artistas negros; - Evidenciar a importância das técnicas e funcionalidades que trazem referências afro-diaspóricas; - Disseminar e valorizar a cultura dos grupos étnicos compostos por Negros e suas transversalidades; - Trabalhar temas de contexto social como representatividade e decolonialidade; - Evidenciar a importância das técnicas e funcionalidades que trazem referências afro-diaspóricas; - Ampliar o acesso à arte pela gratuidade de todas as ações do projeto (democratização de acesso); - Atingir um público de diversas faixas sociais e etárias sendo todas as obras de classificação livre, sem limite de idade, destinado a todos os públicos; - Aproximar a comunidade da linguagem das danças urbanas e periféricas; - Promover a integração da arte com a educação; - Difundir as técnicas aprofundadas nos processos criativos dos espetáculos; - Contribuir para a formação de plateia nas cidades do roteiro; - Contribuir para a promoção do respeito à diversidade;

Justificativa

A Coletivando Cia de Dança, fruto da efervescência cultural brasileira, é uma expressão do conhecimento urbano, palco dinâmico para artistas de diversas regiões do país. Seu propósito central é dar visibilidade às linguagens urbanas e periféricas, refletindo a riqueza da cultura urbana do país e promovendo uma sinergia artística enraizada nas experiências locais, contribuindo para a criação de obras que ressoam com diversos públicos. A essência do trabalho reside na pesquisa para potencializar a criação em dança de jovens artistas, especialmente de regiões periféricas. Entende-se que a periferia muitas vezes carece de acesso à educação, atividades culturais e reconhecimento social. (ODS 10) Desde sua fundação em 2019, a Coletivando Cia de Dança tem se dedicado a capacitar e profissionalizar artistas de zonas periféricas, oferecendo oportunidades para explorar questões de gênero, etnia e classe social no processo criativo. Este projeto visa enriquecer as pesquisas em dança, mergulhando nas memórias que compõem uma densa rede de conexões na sociedade, poeticamente articulando essa intersecção de histórias, sentidos, energias e fases. Como objetivos, facilitar o acesso de artistas de zonas periféricas a recursos culturais, promover a diversidade cultural para além dos padrões dominantes, fomentar um diálogo inclusivo, criar espaços que valorizem a cultura negra, periférica e LGBTQIAP+, democratizar o acesso à dança, contribuir para a formação artística dos participantes e formar plateias em artes no Rio de Janeiro e nas cidades visitadas. (ODS 04, 08 e 10) O projeto "Repertórios" consiste em quatro espetáculos únicos, cada um com sua narrativa e abordagem próprias, todos centrados em questões raciais e periféricas. Cada performance oferece uma perspectiva singular sobre identidade, pertencimento e experiências de comunidades marginalizadas. Ao reunir esses espetáculos, o projeto busca sensibilizar o público e promover reflexões profundas sobre justiça social, equidade e inclusão, amplificando vozes subalternas e celebrando a diversidade cultural e étnica. (ODS 04, 08 e 10) Nas criações, busca-se eternizar as histórias desses espaços, empregando linguagens que ecoem as vivências dos moradores das zonas periféricas. Os espetáculos "Interfaces" (2019) e "Naízes" (2022) exploram as raízes e memórias do corpo preto, dialogando sobre os desafios diários enfrentados por esses corpos. "Originário" (2024) é uma imersão nas profundezas do corpo afro-indígena, utilizando linguagens afro-urbanas para tecer uma narrativa de memória e território, destacando a importância do auto-reconhecimento. (ODS 04) A mais recente criação, "Kanarô", reflexão sobre a presença e ausência deixadas pelos corpos que atravessam nossas vidas. A palavra Kanarô, do idioma Yawanawá, transcende a saudade, representando a capacidade de sentir a presença, mesmo à distância. Este espetáculo é uma experiência poética que destaca as histórias e saberes dos povos afrodescendentes, criado através de uma imersão artística. Conta com a participação dos 5 artistas locais da imersão (bailarinos periféricos e de projetos sociais), juntamente com cinco bailarinos da companhia, resultando em uma obra rica em narrativas e saberes da afrodiáspora. Essa colaboração exemplifica o compromisso da companhia em criar espaços inclusivos e oportunidades para novos artistas, abrangendo não apenas a criação artística, mas também uma abordagem inclusiva em sua comunicação e alcance de público. (ODS 04) Parte essencial deste projeto é manter os espetáculos "Originário", "Interfaces" e "Naízes", já apresentados em várias localidades, e criar "Kanarô". Com 16 apresentações planejadas para cada espetáculo, será realizado 2 sessões de cada obra em 2 ciclos de apresentações, sendo o primeiro composto pelos espetáculos "Originário" e "Kanarô", o segundo ciclo pelos espetáculos "Interfaces" e "Naízes", os 2 ciclos passam por todas as cidades do roteiro que percorrerão equipamentos culturais, universidades e vários espaços nas estratégicas cidades dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espirito Santo, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais e Paraná. O circuito artístico não é apenas uma circulação geográfica, mas uma jornada pela diversidade e riqueza das expressões culturais periféricas, transcendendo o espaço físico para democratizar e ampliar o acesso à dança e à cultura. E como contrapartida social será realizada 1 sessão extra de cada obra por ciclo em cada cidade do roteiro, exclusivas e gratuitas para escolas da rede pública de ensino, além de ser disponibilizado transporte também gratuito e com acessibilidade para os estudantes. Todas as sessões dos espetáculos, tanto as oficiais como as de contrapartida, são sucedidas de roda de conversa com a equipe artística e técnica e o público. Essa medida promove interação, feedback e troca de ideias entre artistas, técnicos e público, enriquecendo a experiência cultural e artística para todos os envolvidos. (ODS 04) "Repertórios" destaca-se pela abordagem inclusiva, diversidade de elenco e compromisso social, fazem da Cia não apenas uma representante das manifestações urbanas, mas também uma agente de transformação cultural. Ao conectar comunidades através da dança, a Coletivando Cia de Dança contribui para a construção de uma narrativa coletiva, celebrando as vozes da periferia. (ODS 04, 08 E 10) O projeto está em conformidade com a Lei 8313/91, se enquadrando no Art. 1º nos incisos I, II, III e IV. INCISO I _ Por meio da gratuidade em todas as ações do projeto e promovendo apresentações em diferentes cidades do Brasil, ampliando o alcance das manifestações artísticas; INCISO II _ Integrando artistas de diferentes regiões do país em suas criações, enriquecendo seus espetáculos com recursos humanos e conteúdos locais, além de promover uma maior diversidade de perspectivas e vivências. INCISO III - Buscando proporcionar visibilidade e reconhecimento às comunidades marginalizadas por meio das diversas formas de expressão artístico-urbanas, incentivando a criação e fruição cultural negra em todas as suas apresentações. INCISO IV - Abordando temáticas periféricas e valorizar a cultura afrodescendente, o projeto contribui para a proteção e preservação das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, promovendo o respeito à diversidade e ao pluralismo cultural. Portanto, o projeto "Repertórios" está alinhado com os princípios constitucionais de promoção da cultura no Brasil. TRANSCRIÇÃO DOS INCISOS: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E também serão alcançados os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 transcritos a seguir: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

A distribuição de ingressos para as apresentações seguirá um plano diversificado visando atingir diferentes públicos e maximizar o alcance dos espetáculos. Todos os ingressos para as apresentações serão disponibilizados gratuitamente, em consonância com nosso compromisso de ampliar e democratizar o acesso à cultura e às artes. Essa iniciativa reflete nossa crença na importância de proporcionar oportunidades equitativas para que todas as pessoas possam desfrutar de experiências culturais significativas, independentemente de sua condição socioeconômica. Ao eliminar as barreiras financeiras, buscamos garantir que os espetáculos sejam acessíveis a todos os segmentos da sociedade, promovendo assim a inclusão e a diversidade em nossos eventos. INGRESSOS PATROCINADORES Os ingressos patrocinadores serão distribuídos gratuitamente como parte das ações de divulgação em nome dos patrocinadores, buscando promover tanto suas marcas quanto os espetáculos em si. Além disso, os patrocinadores terão a possibilidade de ceder ingressos aos seus sócios e funcionários, fortalecendo laços e incentivando a participação. INGRESSOS ALUNOS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO Para os estudantes da rede pública de ensino, será estabelecido contato direto com diversas escolas das regiões, estabelecendo convênios para a disponibilização gratuita de ingressos, bem como facilitando o transporte para que possam participar dos eventos. INGRESSOS DIVULGAÇÃO A divulgação será ampliada através de ações nas redes sociais, envolvendo influencers e outros meios de comunicação, com a disponibilização de ingressos gratuitos para incentivar a participação do público e aumentar a visibilidade das apresentações. INGRESSOS PÚBLICO EM GERAL A distribuição gratuita dos ingressos que não se enquadram nas categorias de patrocinadores, divulgação ou contrapartida será realizada por ordem de chegada. Esses ingressos estarão disponíveis uma hora antes do início de cada apresentação, garantindo que o acesso ao espetáculo seja democrático e inclusivo, permitindo que um público diversificado tenha a oportunidade de assistir às performances. A imersão oferece todas as vagas gratuitamente e é especialmente direcionada a artistas locais provenientes de projetos sociais ou de zonas periféricas em cada cidade do roteiro. O projeto visa reconhecer o potencial criativo e talento artístico presentes nessas comunidades e busca proporcionar oportunidades de desenvolvimento e visibilidade para esses artistas. Acredita na importância de promover a inclusão e diversidade no cenário cultural, e por isso, será dedicado a oferecer acesso igualitário a essa experiência para todos os participantes. VAGAS IMERSÃO ARTÍSTICA – ESPETÁCULO “KANARÔ” O processo consistirá em divulgar as inscrições de maneira online através de um formulário online, estabelecendo critérios claros de seleção que priorizam a diversidade e inclusão. O processo seletivo incluirá análise de portfólios e entrevistas para selecionar os participantes ideais. Após a seleção, os participantes serão informados e receberão orientações detalhadas sobre o programa de imersão. TRILHA SONORA ESPETÁCULOS As músicas dos quatro espetáculos que serão apresentados são composições originais de Luis Silva e da Coletivando Cia de Dança. Os detentores dos direitos autorais dessas obras generosamente liberaram o uso das canções para o projeto Repertórios de forma gratuita, permitindo que o público desfrute dessas criações artísticas sem custos adicionais.

Especificação técnica

Plano Pedagógico da Imersão Artística – Espetáculo “Kanarô” 1. Objetivos Educacionais - Desenvolver habilidades em improvisação e técnicas de danças afrourbanas. - Promover a partilha de saberes e práticas artísticas entre os participantes e a companhia. - Integrar dançarinos locais em um processo criativo e técnico, culminando na participação em um espetáculo profissional. - Difundir práticas e técnicas de danças periféricas e culturas afrourbanas. 2. Conteúdo Programático Técnicas de Improvisação: - Conceitos e práticas de improvisação. - Exercícios práticos de improvisação. Danças AfroUrbanas: - Introdução às danças afroUrbanas. - Técnicas específicas e prática. Criação Artística: - Processos de criação artística utilizados pela companhia. - Desenvolvimento de cenas coreográficas. Preparação Corporal: - Técnicas de aquecimento e alongamento. - Exercícios de fortalecimento e flexibilidade. Ensaios Técnicos e Criativos: - Participação nos ensaios da obra "Kanaro". - Composição e integração de cenas coreográficas no espetáculo. 3. Metodologia de Ensino Aulas Práticas: - Oficinas de improvisação e danças afrourbanas. - Exercícios e práticas orientadas por coreógrafos da companhia. Laboratórios: - Sessões de criação artística com foco na metodologia da companhia. Ensaios: - Envolvimento direto nos ensaios técnicos e criativos da obra "Kanarô". Partilha Colaborativa: - Partilha de conhecimentos entre os dançarinos locais e os membros da companhia. 4. Carga Horária Total de 50 horas distribuídas em cinco encontros: - Oficinas e Workshops: 30 horas (6 horas por encontro, total 5 encontros) - Ensaios Técnicos e Criativos: 20 horas (4 horas por encontro, total 5 encontros) 5. Público-Alvo - 5 Artistas locais, dançarinos de projetos sociais ou de zonas periféricas. - Dançarinos que residam na cidade onde a companhia está em temporada. - Participantes com interesse em danças afro-urbanas e processos criativos colaborativos. 6. Cronograma de Atividades 1. Primeiro Encontro: - Apresentação da companhia e dos participantes. - Oficina de improvisação. - Introdução às técnicas de danças afrourbanas. 2. Segundo Encontro: - Oficina de criação artística. - Introdução às técnicas de danças afrourbanas. 3. Terceiro Encontro: - Técnicas avançadas de danças afrourbanas. - Workshop de preparação corporal. 4. Quarto Encontro: - Técnicas avançadas de danças afrourbanas. - Oficina de improvisação. 5. Quinto Encontro: - Técnicas avançadas de danças afrourbanas. - Oficina de criação artística. 6. Sexto Encontro: - Ensaios técnicos iniciais da obra "Kanaro". - Desenvolvimento de cenas coreográficas. 7. Sétimo Encontro: - Ensaios técnicos iniciais da obra "Kanaro". - Desenvolvimento de cenas coreográficas. 8. Oitavo Encontro: - Ensaios criativos e integração das cenas na obra. 9. Nono Encontro: - Revisão e ensaios finais. 10. Décimo Encontro: - Preparação para a apresentação no espetáculo. 7. Recursos Didáticos - Espaço de dança adequado para ensaios e oficinas. - Material audiovisual para demonstrações e feedbacks. - Equipamentos de som e iluminação. - Roupas e adereços específicos para práticas de danças afrourbanas. 8. Referencial Teórico - Freire, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. - Larrosa, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. - Martins, Leda Maria. Performances da oralitura: corpo, lugar da memória. - Silva, Luís. Urbane-se: uma reflexão sobre a influência do urbano nos praticantes do movimento Hip Hop. - Santos, Antonio Bispo. Colonização, Quilombos: modos e significações. Este plano pedagógico visa proporcionar uma imersão completa e enriquecedora para os participantes, promovendo tanto o desenvolvimento técnico quanto o engajamento cultural e artístico através da colaboração e partilha de conhecimentos.

Acessibilidade

Como medida de acessibilidade FÍSICA os locais a serem selecionados (equipamentos culturais, universidades, entre outros) para as apresentações em todas as cidades do roteiro terão obrigatoriamente acessos e acomodações plenamente acessíveis a portadores de deficiências físicas, mobilidade reduzida ou idosas, proporcionando um ambiente livre de obstáculos. Isso inclui rampas de acesso e/ou elevador, poltronas especiais e exclusivas para cadeirantes com acompanhante ao lado. Espaços de circulação sem barreiras e a conformidade com as dimensões necessárias, como portas com tamanhos adequados e maçanetas posicionadas na altura correta, os locais também irão oferecer espaços acessórios, como banheiros, área de alimentação e autonomia de circulação totalmente adaptados. Como medida de acessibilidade de CONTEÚDO além de prever em sua criação de roteiro e vocabulário a linguagem simples, de fácil entendimento, acessível a todos os públicos, como forma de inclusão do público com deficiência intelectual e autismo, o projeto prevê também a tradução em Libras de 2 sessões dos espetáculos "Kanarô" e "Naízes" (1 apresentação oficial e 1 apresentação de contrapartida), para atender aos espectadores com deficiência auditiva em cada cidade do roteiro.

Democratização do acesso

De acordo com as medidas pré-estabelecidas no Art. 29 da IN nº 11/2024 do MinC, o projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso às atividades: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Em complemento, pelo Art. 30, prevê a adoção das seguintes medidas: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; X - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis. Para implementar essas medidas, o projeto adotará as seguintes estratégias: Distribuição Gratuita Promocional por Patrocinadores (Art. 29, Inciso I) Destinação de Ingressos: Até 10% dos ingressos serão reservados para distribuição gratuita promocional pelos patrocinadores. Cada patrocinador receberá uma quantidade proporcional ao valor investido no projeto. Essa medida visa não só a promoção do evento, mas também a valorização e reconhecimento dos patrocinadores, incentivando futuras colaborações. Critério de Distribuição: Os ingressos serão distribuídos preferencialmente para comunidades locais e grupos que não têm acesso fácil a atividades culturais, reforçando a imagem do patrocinador como um agente de transformação social. Distribuição Gratuita com Caráter Social ou Educativo (Art. 29, Inciso II) Sessões Extras para Estudantes: Serão realizadas sessões extras gratuitas dos espetáculos para estudantes de instituições públicas de ensino, totalizando 32 sessões. Isso permitirá que aproximadamente 4.800 estudantes tenham acesso à arte e cultura. Distribuição Gratuita Promocional pelo Proponente (Art. 29, Inciso III) Ações de Divulgação: O proponente distribuirá até 10% dos ingressos para ações de divulgação do projeto. Esses ingressos serão direcionados para líderes comunitários, influenciadores locais, instituições culturais e estudantes de arte e cultura que ajudarão a promover o projeto nas suas comunidades e redes sociais. Eventos Promocionais: Serão organizados eventos promocionais em parceria com escolas, ONGs e centros culturais, onde os ingressos gratuitos serão distribuídos, aumentando a visibilidade do projeto. Distribuição Gratuita com Caráter Social ou Educativo (Art. 30, Inciso I) Sessões Extras para Estudantes: Será reservado um terço do total das apresentações para estudantes da rede pública de ensino, garantindo que mais de 20% dos ingressos sejam destinados a esse público. Isso ampliará o acesso e a inclusão de jovens de diversas regiões nas atividades culturais do projeto. Realização gratuita de atividades paralelas: A realização gratuita de atividades paralelas, como a roda de conversa após todas as apresentações, promove o pensamento crítico em artes cênicas, integrando o público-alvo de estudantes com a equipe artística e técnica, e contribui para a formação cultural e educativa. Oferecimento de Transporte Gratuito (Art. 30, Inciso II) Transporte Gratuito: Será disponibilizado transporte gratuito para os estudantes, garantindo acessibilidade e segurança no deslocamento para os locais das apresentações. Inclusão e Acessibilidade: Os veículos utilizados serão adaptados para garantir acessibilidade, com rampas e espaços adequados para cadeirantes, além de assentos prioritários para pessoas com mobilidade reduzida. Bolsas de Formação e Difusão Cultural (Art. 30, Inciso X) Bolsas para Artistas Locais: Serão oferecidas bolsas para artistas locais participarem das imersões artísticas e dos processos criativos do espetáculo “Kanarô”. Essas bolsas contemplarão um total de 40 artistas locais de zonas periféricas e projetos sociais. Transparência e Parceria Monitoramento e Relatórios: Todas as ações serão monitoradas e relatórios periódicos serão elaborados para garantir a transparência e eficiência na implementação das medidas de democratização de acesso. Parcerias Estratégicas: Serão estabelecidas parcerias com ONGs, escolas, universidades e outras instituições para assegurar que as medidas de democratização do acesso sejam amplamente divulgadas e eficazmente implementadas. Essas estratégias visam garantir que o projeto "Repertórios" não apenas alcance um público amplo e diversificado, mas também contribua para a inclusão social e a valorização das culturas urbanas e periféricas, promovendo um impacto duradouro nas comunidades envolvidas.

Ficha técnica

1. LUÍS EDUARDO SOUZA E SILVA (LUÍS SILVA)FUNÇÕES: Proponente, Direção Artística, Direção Cênica (Diretor de movimento), Dançarino (criação e interpretação/interprete-criador), Designer de Luz (Projeto de Iluminação), Diretor Musical (Composição Musical) e Oficineiro (ministrante imersão/direção cênica) Bacharel e Licenciando em Dança pela UFRJ, Mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pelo PPGCA/UFF e Doutorando em Artes da Cena pelo PPGAC/UFRJ. Fundador do Coletivo Urbano da UFRJ e da Coletivando Cia de Dança. É professor da Faculdade Angel Vianna, Diretor artístico e coordenador do Coletivo NUDAFRO e pesquisador no Grupo de Pesquisa Ancestralidades em Rede - GrupAR/CNPQ. Tem experiência multidisciplinar em dança, música e fotografia, com foco em linguagens afrourbanas como Hip Hop e Passinho. 2. ANA CAROLINE LEOPOLDINO (ANA LEOPOLDINO)FUNÇÕES: Bailarina (Dançarina) Ana Leopoldino, dançarina e pesquisadora de danças urbanas, iniciou sua carreira em 2014 com participações em eventos internacionais e locais. Especializou-se em Hip Hop Freestyle e House Dance, ministrando aulas e participando como jurada em competições. Durante sua graduação em Dança na UNESPAR, desenvolveu pesquisas anti-coloniais sobre danças urbanas brasileiras. Atuou em projetos de extensão e residências artísticas, com foco na produção cultural. Atualmente, cursa Mestrado em Artes Cênicas na USP. 3. RAFAELLA OLIVIERI BARCELLOS PETERS HENRICHS (RAFAELLA OLIVIERI)FUNÇÕES: Fotógrafa, Designer de Luz (Projeto de Iluminação) e Bailarina (Dançarina) Licencianda em Dança pela UFRJ, atua como coordenadora de atividades e comunicação na Coletivando Art, é intérprete criadora da Coletivando Cia de Dança e participa da composição criativa da Coletivando Store. É produtora audiovisual do coletivo NUDAFRO/UFRJ e bolsista de iniciação científica no Grupo de Pesquisa Investigações sobre o Corpo Cênico (DAC/UFRJ), além disso foi produtora e designer gráfico do projeto Comunidança/UFRJ. Possui ampla experiência em arte-educação, criações artísticas, produção cultural, design gráfico, fotografia e audiovisual. 4. PEDRO HENRIQUE GERALDO DA SILVA (PEDRO AVLIS)FUNÇÕES: Bailarino (Dançarino, criação e interpretação/interprete-criador) Bacharelando em Dança pela UFRJ, é Intérprete-Criador no Coletivo NUDAFRO e na Coletivando Cia. de Dança. Além de suas criações artísticas, atua como professor, coreógrafo, cantor e produtor cultural. Destacou-se em importantes eventos acadêmicos e tem vasta experiência em performances, espetáculos e ensino de danças afro urbanas. 5. MARIANNE DOS SANTOS BRAGA (MARE BRAGA)FUNÇÕES: Bailarina (Dançarina, interprete-criadora) e fotógrafa Bacharelanda em Dança pela UFRJ, também é produtora cultural e trabalha em produções audiovisuais. Pesquisa sobre a influência do k-pop na criação de corpos dançantes. Engajada em projetos sociais e premiada por suas produções e participações em iniciativas culturais. 6. MIRIAN BÁRBARA MIRALLES TORRES (MIRIAN MIRALLES)FUNÇÕES: Assistente de Coreógrafo (Ensaiadora) Mirian Bárbara Miralles Torres é uma artista independente. Atua como bailarina, coreógrafa, preparadora corporal e professora de dança. É Mestranda em Dança pelo PPGDAN/UFRJ e formada em Teoria da Dança pela mesma instituição. Realizou residência no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em parceria com a Coletivando Cia de Dança. A cultura afro-cubana, assim como sua relação familiar e espiritual com a dança, são inspiração para suas produções artísticas. Suas práticas dançantes abordam as expressividades das danças de matriz africana, buscando formas de se conectar com os seus ancestrais e homenagear suas raízes. 7. MARCUS VINICIUS CAETANO (MARCUS CAETANO)FUNÇÕES: Fotógrafo (Registro e documentação fotográfica) e Videomaker (registro videográfico) Fotógrafo e filmmaker com mais de 10 anos de experiência, reconhecido por seu trabalho com retratos e artistas renomados. Especializado em registrar grandes nomes da música brasileira, como: Febem, Mc Guime, Tássia Reis e KL Jay. 8. JACKELINE OLIVEIRA DE SOUZA E SILVA (JACKELINE SARAH)FUNÇÕES: Produção Textual Professora, escritora e criadora, com formação em Letras e Pedagogia e especialização em Literatura Brasileira e Gestão Escolar. Autora de poesias, reflexões, crônicas e obras infantis. Também tem experiência em teatro, dança, composição e pintura. 9. NATÁLIA MIRIAM OLIVEIRA DO AMARAL (NATÁLIA OLIVEIRA)FUNÇÕES: Preparadora Corporal Professora, coreógrafa e intérprete de dança, com experiência internacional em companhias de dança na Alemanha e China. Fundadora do projeto social "Dança também é Educação" em parceria com a Vila Olímpica do Sampaio, onde atua como professora e diretora da Cia Jovem do projeto. 10. TATIANA MARIA DAMASCENO (TATIANA DAMASCENO)FUNÇÕES: Pesquisadora Doutora em Artes Cênicas / UNIRIO. Mulher negra, candomblecista, artista, docente e pesquisadora nos Cursos de Dança (Licenciatura, Bacharelado e Teoria) e do Curso de Pós-Graduação em Dança do Departamento de Arte Corporal da Escola de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-Brasileira. Integrante GrupAR (Grupo de Pesquisa Ancestralidades em Rede). 11. THAINÁ FARIAS DE BARCELOS (INÁ FARIA)FUNÇÕES: Videomaker (registro videográfico) Produtora, editora e artista audiovisual, graduada em Teoria da Dança. Dirigiu diversos projetos audiovisuais premiados e colaborativos, explorando a interseção entre dança e cinema. 12. GILDO DA SILVA SANTOS (GIL SANTOS)FUNÇÕES: Designer de Luz (Projeto de Iluminação) É Iluminador cênico e diretor administrativo do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Atua junto a companhias de dança e teatro do estado do Rio de Janeiro. Já realizou trabalhos que foram apresentados em diversas cidades, estados e países ao longo de sua carreira. 13. THAIS DUARTE PADOVANI (THAIS DUARTE)FUNÇÕES: Diretora Musical (Composição Musical) Cantora profissional com mais de 10 anos de experiência formal, Thaís Duarte é natural de Ribeirão Preto (SP) e formada em Licenciatura em Música pela Universidade de Ribeirão Preto, Bacharel em Canto Popular pela Universidade Estadual de Campinas e tem Capacitação em fisiologia da voz e pedagogia vocal pela André Barroso Fonoaudiologia. Se desenvolveu como Educadora Musical, posteriormente se aprofundando no universo do Canto Interpretativo com ênfase em música popular brasileira, possuindo experiência em processos criativos musicais e em performance vocal. 14. PEDRO HENRIQUE OLIVEIRA DE CASTRO (PEDRO OLIVEIRA) FUNÇÕES: Diretor de Produção Artista e produtor, é bacharelando em dança pela UFRJ e integra a FAM MaddHulks. Já integrou a equipe de produção do Hip Hop District; Viajou por duas regiões do Brasil com o espetáculo Formigueiro pelo Festival Dança em Trânsito. Além disso realizou outras produções como espetáculos, mostras, workshops, batalhas, seminários, cursos de capacitação, mesas de debate, videoclipes, entre outros, tais como: Citrux Crew - Festival de danças Urbanas; JP Move Repertórios - Circulação de espetáculos pelo FOCA 2021; Espetáculo Formigueiro pelos editais Sesc Pulsar, Dança em Trânsito, Viva o Talento e Janelão, entre outros. 15. ANA CAROLINA CANGUSSU VICENTE DOMINGOS (ANA PRETA)FUNÇÕES: Assistente de Produção e Coordenador do projeto Ana Preta, atuante na área de produção cultural e educação há mais de 17 anos. Participou de diversos workshops, aulas teóricas e práticas, formações e imersões, é pesquisadora das técnicas de danças urbanas. Licenciada e bacharel em Educação Física pelo Centro Universitário UniDomBosco, e pós-graduada em Dança Educacional pela Faculdade Censupeg, foi bailarina da Street Extreme Companhia de dança por 8 anos, onde participou de diversos festivais pelo país conquistando premiações na categoria grupo avançado. Atualmente é estudante do curso de Produção Cultural da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.