Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Trata-se da concepção, montagem e itinerância de exposição temática imersiva denominada Amazônia Mundi. Amazônia Mundi serve como plataforma de difusão da cultura e diversidade da região e foi feita pela primeira vez no Sesc Itaquera, SP de 2012 a 2015, recebendo mais de 180 mil pessoas. Na ocasião, foi a releitura da mostra original de 2002 apresentada no Sesc Pompéia, AmazôniaBr remontada 14 vezes no Brasil e noexterior. Propomos aqui uma nova mostra tomando como base os 22 anos de experiências e a rede de contatos construída e envolvendo artistas da região. Por meio da linguagem artística, com a participação de protagonistas amazônidas e apoiada em dados científicos dos principais institutos de pesquisa, a mostra sensorial e imersiva irá sensibilizar o público para a riqueza e diversidade cultural e ambiental da região. Tem convite do Jardim Botânico de Curitiba para o segundo semestre de 2024, e itinerância em São Paulo (Museu de Zoologia da Usp) e Belo Horizonte.
Não se aplica. As atividades previstas com convidados (representantes da Amazônia) serão em forma de mesa redonda mediadas pela curadora, tratando de entrevistas sobre seus saberes tradicionais e desafios da contemporaneidade da Amazônia. Serão em formato híbrido.
Realizar concepção e montagem de exposição denominada Amazônia Mundi 2024 com 400 a 500 metros quadrados de exposição e itinerância para suas cidades com a duração de 2 meses em cada cidade. Tem expectativa de receber até 15 mil pessoas por mês em cada uma das cidades e prevê a confecção de material pedagógico para que seja trabalhado junto as escolas. O propósito é de sensibilizar o público de grandes cidades para o patrimônio cultural da Amazônia por meio de uma mostra artística imersiva. Como objetivo principal sucinto: - Realizar exposição temática da Amazônia denominada Amazônia Mundi. Como objetivos específicos sucintos:- Realizar montagem da exposição imersiva, com o tema da Amazônia, envolvendo aproximadamente 6 artistas que realizaram ensaios e obras sobre a Amazônia, como: Rodrigo Petrella, Araquém Alcântara, Lula Sampaio, Fabio Colombini, Maurício de Paiva, Ricardo Oliveira e Aurélio Michiles, além de 6 representantes da região, personalidades ou artistas indígenas e ribeirinhos. O conteúdo do roteiro expositivo envolve institutos de pesquisa sobre a região e Ongs e associações amazônicas.- Realizar a itinerância da mostra para uma segunda cidade a ser definida. Mais detalhes...Trata-se de uma mostra com características intensivas e interativas, onde o público é convidado pelo sentido da escuta (trilha sonora espacializada), tato (instalações com materiais e sementes da região), visual, olfativa, além de contar com instalações que utilizam a tecnologia, como projeção interativa e Oculus interativos. Envolverá 6 artistas e lideres indígenas ou comunitários da região amazônica para a concepção conjunta das instalações (conforme roteiro expositivo disponibilizado no campo "Sinopse da Obra"), entre eles o cineasta amazonense Aurélio Michilles, o fotógrafo amazonense Ricardo Oliveira. A mostra tem espaço reservado para a circulação e remontagem de projetos já realizados na região e que, por ocasião da pandemia não tiveram sua circulação. Um exemplo é a remontagem da instalação "Arte Rupestre e Realidade Virtual", desenvolvida pelo Museu Emilio Goeldi que será convidada a integrar a exposição. Quanto aos representantes indígenas, embora tenhamos contato com alguns, o convite oficial será realizado mediante a confirmação de recursos, de forma a evitar a frustração de expectativas. Para cada um deles serão dadas condições e cachêt que permitam realização de instalações, vídeo depoimentos ou exposição de trabalhos autorais. Estão ainda envolvidos artesãos para confecção de parte das instalações, como por exemplo o artesão que trabalha com miniaturas em miriti, Ivan Leal, de Abaetetuba. Estes convidados estarão presente em ocasiões como a abertura e/ou encerramento da mostra quando farão palestras, oficinas e apresentações para o público. A mostra promove também fotógrafos que dedicaram seu olhar para a documentação da região, como Rodrigo Petrella, Araquém Alcântara, Lula Sampaio, Fabio Colombini, Maurício de Paiva, Ricardo Oliveira, entre outros. Acreditamos que as linguagens artísticas têm forte potencial de transformação da sociedade e que num momento tão crucial em que a nossa sociedade contemporânea vive, faz-se essencial que o ser humano se volte para a sua sensibilidade de forma a perceber e sentir a importância de sua conexão com a natureza e também celebre e valorize a diversidade humana, em especial daqueles que mantém uma conexão de proximidade, respeito e integração com a natureza, como é inerente de sociedades e povos tradicionais.
O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 por meio dos incisos: II, IV, V, VI, VII, VIII, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto alcançará objetivos do Art. 3º nos incisos II-c, e IV-a, além de estar em sintonia com o teor do inciso III - d na medida que envolve e valoriza a produção artesanal e tradições populares da Amazônia enquanto conteúdo da mostra. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Muito se fala sobre a Amazônia, sua devastação e sua importância para o planeta. Porém, trata-se de um território físico vasto e diverso, e de um território do imaginário mundial que pode despertar e apontar novos caminhos nas relações humanas e do humano com a natureza. O Brasil, cujo mais de 50% do território nacional é caracterizado por biomas amazônicos, precisa e tem urgência em sensibilizar e conscientizar os públicos jovens, em especial aqueles de grandes metrópoles. Ao mesmo tempo, é fundamental dar vozes e espaço para os artistas e iniciativas da região amazônica fortalecendo um canal de comunicação entre os jovens da floresta e os demais brasileiros. Tornar público que a Amazônia é um território habitado e promover a valorização do patrimônio humano e imaterial da região é uma forma de contribuir com a preservação dos ecossistemas e cultura da região. Dar vozes aos povos tradicionais enquanto guardiões de saberes e da própria região é emergencial para o combate a violência e devastação da região. Além das instalações artísticas previstas também são apresentadas iniciativas de instituições do terceiro setor que estão na região, pequenos projetos de associações, como projeto de quebradeiras de côco e projetos comunitários (iniciativas de projetos como o Saúde e Alegria e Instituto Peabiru) e recentes pesquisas de conteúdo científico. Muito embora a pauta "Amazônia" esteja tomando cada vez mais corpo, considerando as duas últimas décadas, são poucas as iniciativas que apresentam a região em sua complexidade para o grande público, e portanto há ainda muita ignorância quanto a região, o que favorece o desenvolvimento de "fake news" ou projetos de devastação. Acreditamos que a Amazônia Mundi, na medida em que dá vozes para um conteúdo acadêmico-científico confiável, e ao mesmo tempo dá vozes para protagonistas e projetos comunitários da região, a mostra contribui para a conscientização do público. Neste sentido, a mostra traz contradições e propõe uma experiência sensível, um olhar crítico para a região e para o modelo predominante de "desenvolvimento" entendido pela sociedade contemporânea. Amazônia Mundi, considerando a experiência de mais de 22 anos com a criação e montagem de exposições de temática amazônica se coloca como iniciativa artística que criará o ambiente expositivo fértil para disponibilizar experiências estéticas para o grande público por meio de um rico mosaico de conteúdo e cultura amazônica. Desta forma esperamos contribuir para:- Estabelecer pontes entre produtores e artistas da região sudeste e da região amazônica;- Valorizar o trabalho de artistas e artesãos amazônidas;- Apresentar a riqueza do patrimônio imaterial brasileiro;- Apresentar trabalhos autorais de lideranças comunitárias e indígenas da região;- Circular instalações existentes sobre o tema, como parte da exposição;- Divulgação de manifestações culturais e patrimônio humano da região amazônica;- Dar espaço e voz para iniciativas comunitárias e projetos da região- Disponibilizar conteúdos científicos sobre a região para o grande público Apesar da relevância do tema, e da experiência estética proposta, a mostra não é entretenimento puro e não está restrita a uma única linguagem ou um único artista, fotógrafo, músico, que pudesse atrair investimentos privados diretos. Ao contrário, a mostra busca trazer a riqueza do patrimônio cultural amazônico em sua atualidade, onde não se despontam nomes que eventualmente atrairiam empresas da grande mídia. Também sua característica educativa, de valorização da diversidade e natureza, pode ser vista na contramão de valores de empresas que não estão comprometidas com a pauta de sustentabilidade e responsabilidade social, mas apenas comprometidas com o mercado. O projeto será inscrito em editais que esperamos ter êxito, e que exigem a aprovação nas leis de incentivo a cultura. Ao longo do histórico das mostras amazônicas realizadas por este proponente, sempre obtivemos o incentivo fiscal, o que se mostrou essencial para a sua realização.
Os anexxos "Roteiro Expositivo Base" e "Projeto Expositivo" apresentam a planta com disposição das instalações para a primeira montagem. Apresentamos ainda detalhes técnicos das instalações mais complexas, bem como imagens de instalações já montadas nas edições anteriores da mostra Amazônia Mundi, que serão remontadas nesta edição. Ao longo dos anos de realização da mostra, a proponente adquiriu expertise e uma rede de contatos e fornecedores que é o que permite o sucesso das mostras. Neste projeto estão previstas novas instalações, encomendadas para artistas visuais indígenasm, o que consideramos essencial para que o projeto se expanda e realize sua função principal: sensibilizar os jovens para as questões culturais e ambientais da Amazônia, buscando uma revisão de valores para um futuro melhorno planeta. Por se tratarem de novas obras desenvolvidas especificamente para a mostra, foi feita uma seleção e contato inicial com alguns dos artistas indígenas, mas preferimos confirmar suas participações a partir da entrada de recursos. Estas obras trarão uma nova camada de significado para a mostra como um todo.
A mostra cultural sobre a Amazônica, será montada em espaço entre 350 e 500m2 e envolverá fotógrafos, artesãos, artistas visuais e áudiovisuais. A primeira montagem tem local confirmado: sala de exposições do Jardim Botânico de Curitiba, e as demais em SP e BH aguardam confirmações dos locais. Cada montagem terá duração prevista de 3 meses. Trata-se de uma proposta imersiva. O conceito visual parte de um contraste entre imagens de grande porte da Amazônia (fotografia) e elementos “reais" como sementes, e artefatos trazidos da Amazônia sempre sensibilizando o público quanto a procedência destes itens e oferecendo visibilidade aos produtores ou instituições de onde serão adquiridos. As imagens buscam trazer a sensação de escala humana versus a floresta. A expografia prevê também, instalações de teto e de piso. O ambiente imersivo é construído a partir da anulação do espaço expositivo, e construção de um novo ambiente. Para tal é feita a seleção de imagens fotográficas em formato gigante, iluminação com sombras de folhas, que traz a sensação de caminhar sob copas de árvores. Inclui-se ainda aromatizantes com breu branco e trilha impactante espacializada em cada ambiente. Para que a mostra siga imersiva mas ao mesmo tempo tenha informações, serão disponibilizados QR cores em diversas partes da mostra para obtenção de conteúdos. Os representantes da região (indígenas e ribeirinhos) farão gravações em áudio relacionando os conteúdos aos saberes de seus povos. A trilha ao fundo, será uma composição de Alvise Migotto, com “paisagem sonora” captada na Amazônia e com colagens - ou seja a paisagem que ouvimos... e foi feito com sons da região. É uma trilha espacializada”, ou seja o som foi composto de acordo com o espaço e expografia e é distribuído e emitido em várias alturas e localizações do ambiente de forma a trazer a sensação de movimentação. Integram a exposição ao todo 19 instalações de caráter independente, mas organizadas e dispostas em 3 diferentes ambientes/salas. Algumas instalações já foram montadas e concebidas em exposições passadas e serão readaptadas aqui de acordo com o local onde irão ocorrer. Não há material físico remanescente destas instalações, com exceção de sementes e artefatos da região (canoa, tipiti) que integram o acervo da Fare Arte desde 2002. A lista das instalações encontra-se abaixo e os detalhes do Roteiro Expositivo está disponível no anexo. - Revoada de Ararajubas(instalação aérea): Ivan Leal e fotos de Rodrigo Oliveira - Oca: Povo Wayana - Amazônia no Mundo: fotos de Araquém Alcântara - Amazônia Humana: fotos de Araquém Alcântara - Resquícios (instalação de piso): foto Mauirício de Paiva. Concepção Aurélio Michiles - 185 faces e vozes (instalação com máscaras, fotos e monitores): traz conteúdo do Isa, reforçando a diversidade de 185 etnias na Amazônia brasileira. Seleção de diversos fotógrafos contemporâneos e falas de Sonia Guajajara, Davi Ianomami e Ailton Krenak. - Barco Gaiola: montagem cenográfica e mostra de fotografias em tamanho pequeno de Ricardo Oliveira e André Michilles - Arte Rupestre & Realidade Virtual: Museu Goeldi - experiência com Óculos de Realidade Virtual - Árvores dos Ticunas: montagem cenográfica com reprodução de desenhos de criancas ticunas. - Projeção Interativa de Peixes: instalaçnao áudiovisual imersiva - "Tocar": instalação tátil, com fotos de Fabio Colombini - Sementes Aéreas: instalação cenográfica e obra sob encomenda, de Dhiani Pa'saro (a confirmar) - Guaraná: instalação com sementes de guaraná e cuias, e áudiovisual de Aurélio Michilles em vivência com os Satere Maués - Casa Cabocla: instalação cenográfica com áudio book de Milton Hatoum (Livro "Dois Irmãos") e Mostra coletiva :Casa Cabocla"com 20 reproduções fotográficas de diferentes fotógrafos da região, especialmente Lula Sampaio. - Árvores e Insetos:instalação lúdica baseada em ilustrações científicas de árvores da Amazônia + obra sob encomenda, de Duhigo (a confirmar) - Sons da Floresta: instalação lúdica baseada em ilustrações científicas em aquarela de pássaros da região + obra sob encomenda do coletivo Waça-wara (a confirmar) ou Rita Huni Kuin - Clima e Rios Voadores: instalação que faz uso de ampliações em grande escala e audiovisuais de depoimentos de povos ribeirinhos - Mensagens do Presente: espaço de interação com o público, para desenhos e dizeres dos jovens que frequentaram a exposição, após dinâmica de monitoria da exposição. Para cada montagem é necessária a adaptação das imagens e dos ambientes. Acima está a descrição da mostra considerando sua montagem com todas as 19 instalações, mas a depender dos locais de itinerância, poderá ser realizada uma versão mais enxuta. Mas detalhes nos anexos, incluso plantas e referências fotográficas.
O conceito e curadoria da mostra em si propõe diversas instalações sensoriais e prevê experiências táteis para todos os públicos, o que de certa forma a torna mais inclusiva que as mostras em geral, que não permitem a interação física com o público. Um exemplo é a instalação “Mesa de Sementes”, onde o público manipula diversos tipos de sementes da região. Acessibilidade FISICA: Os locais de realização da mostra a serem selecionados terão acessibilidade física, por meio de rampas e/ou elevadores e banheiros adaptados. Quanto a acessibilidade de CONTEÚDO, estão previstos também: - Mapas táteis, sendo um deles da área completa da exposição e um por cada uma das salas expositivas, total de 5 mapas. - Legendas em Braile para todos painéis de conteúdo em texto e para as instalações - Audio descrição com o roteiro completo da exposição.- Audio descrição mediadora em cada uma das salas expositivas
A primeira mostra, a ser realizada em Curitiba será completamente gratuita. Para as demais montagens, não se pretende realizar a cobrança de ingressos, mas caso seja necessária a venda para contribuir na viabilização da mostra, o preço será acessível de R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 para estudantes e idosos. No caso da cobrança de ingressos, serão realizadas as seguintes contrapartidas: - Ações formativas com os artistas e artesãos e representantes da Amazônia que integram as instalações da mostra, sendo que serão contatadas universidades e cursos técnicos para participação ativa e gratuita. Estes encontros serão realizados de forma híbrida e disponibilizadas online no Instagram da mostra. - Será realizado programa educativo gratuito por meio de campanha junto as secretarias de educação das cidades, de forma a atrair escolas da rede pública e para tal está prevista a distribuição gratuita de 300 ingressos por dia de terça a sexta-feira, totalizando potencialmente 9600 ingressos a cada 2 meses, para cada uma das cidades. Está previsto em orçamento e nas contrapartidas, custo para viabilizar transporte de 3 ônibus escolares por semana, totalizando 24 ônibus de 50 lugares para cada cidade de montagem, e possibilitando o transporte e visita gratuita de um total de 1200 crianças em cada montagem. O nosso propósito é atrair o maior número de jovens e estudantes para a experiência artística, imersiva e educadora que estamos realizando.
Fare Arte: Proponente, responsável pela Direção Geral do Projeto. Foi a responsável pela produção da AmazôniaBr e Amazônia Brasil realizadas desde 2002 até 2008 em várias cidades do Brasil e do mundo. A partir de 2008, a Fare Arte realizou montagens da mostra no Japão, Coréia e na COP16 de Cancun. Em 2012, a convite do Sesc SP, concebe e produz a mostra Amazônia Mundi com 1200 m2. Desde então, se envolve na criação e produção do projeto Fitzcarraldo: Cultura Amazônia, realiza expedições culturais em parceria com o barco gaiola Gaia, ao longo de 8 anos nos rios amazônicos. Fundada em 1996 tem especialidade na produção e concepção de festivais multiculturais de música e artes visuais. Em 2017 organizou o Festival Canada 150 músicos candenses em diálogo com brasileiros. Desde 2019 realiza a mostra Nonni di SP. Res Curadoria: Anna Claudia Agazzi, Doutora em Artes e docente do IA/Unesp. participa desde a primeira criação da mostra AmazôniaBr em 2002, ao lado do coordenador de conteúdos (Eugênio Scannavino) e cenógrafo (Gringo Cardia). Desde então, esteve engajada na criação e curadoria das mostras Amazônia Brasil. Em 2011 assume a curadoria da mostra Amazônia Mundi. O doutorado defendido em 2015, resultou na mostra “Con Anima: Instalações Pianísticas” com as obras Kumurõ (Tucanos e Bach) e "Oiseaux Tristes” (Collage Ravel e Araquem Alcântara). 2019 participa da residência artística do coletivo Noiseborder (Univ. Windsor) faz a obra “Resilio" (música Villa-Lobos e imagens amazônicas). 2023, participa da expedição Gaia na Amazônia, em 15 encontros musicais ao piano ao longo do rio Arapiuns. Trilha: Alvise Migotto, músico e produtor cultural tem mestrado na Manhattan School of Music, na earea de violão. Tem se destacado pela direção musical de festivais de música nacionais e internacionais e composição para trilhas artísticas expositivas e filmes. Foi o compositor da trilha do documentário "Segredos de Putumayo", premiado como melhor documentário na mostra se Cinema Sesc e APCA, São Paulo. Ricardo Oliveira, fotógrafo que realiza cobertura de pautas ambientais e indígenas desde 1993. Amazonense, Ricardo iniciou a carreira no Rio de Janeiro, onde morou e estudou na FotoRiografia. “Viver a Amazônia é reconhecer nos indígenas e ribeirinhos lugares privilegiados de saberes da ciência para contribuir com um mundo melhor”, diz. Lançou diversos livros, entre eles Olhares sobre a Amazônia”, em 2012. Recebeu vários prêmios de foto-jornalismo e participa regularmente de mostras coletivas sobre a Amazônia. Araquém Alcântara é um dos expoentes maiores da fotografia de natureza e ligada a temas ecológicos. Celebrado como um dos precursores da fotografia ecológica no país, Araquém Alcântara já publicou mais de 61 livros, tendo ainda participado de uma centena de obras coletivas e realizado mais de meia centena de exposições individuais. Seu livro Terra Brasil (Editora DBA e, em seguida, Edições Melhoramentos, 1998) é o livro de fotografia brasileiro mais vendido de todos os tempos, tendo ultrapassado a marca dos 100 mil exemplares. Fabio Colombini é formado em Arquitetura pela USP, e atua profissionalmente como fotógrafo de natureza há 35 anos. Suas imagens registram com grande qualidade técnica e artística a rica biodiversidade da fauna e flora brasileiras. Possui um amplo acervo de imagens, decorrente de expedições pelos ecossistemas brasileiros, além de realizar produções em arqueologia, arquitetura, artesanato, etnias indígenas e religião. Possui mais de 88.000 fotos publicadas em cerca de 8.800 livros. Participou de 86 exposições fotográficas, incluindo países como Alemanha, França, Espanha, Portugal, Japão, Argentina, Chile, Russia, Itália, Reino Unido e Índia. Dentre os prêmios recebidos, destacam-se o da Organização dos Estados Americanos (OEA), Fundação SOS Mata Atlântica, World Calendar Awards (EUA), e do National Geographic Channel. Em 2011, recebeu o Prêmio Verde das Américas - Greenmeeting, pela contribuição para o desenvolvimento e preservação ambiental através de suas imagens. Em 2015 recebeu o Prêmio Jabuti, primeira colocação com o livro Gente do Mar, e em 2016 foi finalista do Siena International Photo Awards, na Itália. Rodrigo Petrella é fotógrafo profissional desde 1994, quando começou a fotografar no Rio de Janeiro. Posteriormente, mudou-se para Nova York, onde trabalhou na indústria da moda, incluindo trabalhos para W Magazine, Vogue, Dutch, ID e com modelos famosas como Gisele Bundchen, além de outras personalidades do mundo dos negócios artísticos. Ele continua trabalhando para revistas e periódicos internacionais. Retornou ao Brasil em 2001. Desde então tem se concentrado em dois temas principais: um projeto pessoal explorando os símbolos e imagens do nosso inconsciente e um registro fotográfico do cotidiano das comunidades indígenas na Amazônia. De 2003 até hoje Petrella se dedica a fotografar comunidades indígenas em parceria com a COIAB (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira). Utilizando sua Rolleiflex, no formato 6X6, sua obra apresenta diversos grupos indígenas dos estados do Amazonas (Parintintin, Tenharin, Pirahã e Mura), Rondônia (Gavião, Cinta Larga e Suruí), Acre (Ashaninka, Kaxinawá, Kulina Mandijá e Shanenawa) , Mato Grosso (Nambikwara do Campo, Mamaindê, Enawene-nawê, Pareci, Erikbaktsa e Kuikuro) e Pará (kayapó). Instalações convidadas a integrar a mostra: "Guaraná, por Aurélio Michilles. Cineasta e documentarista, desde 1980, sua obra em filme e televisão tem como foco a região e os povos amazônicos. Cursou o Instituto de Artes e Arquitetura da UnB, em 1973; e Artes Cênicas na Escola de Artes Visuais, Parque Lage, no Rio de Janeiro, entre 1977 e 1978. Dirigiu filmes premiados, como O cineasta da selva (1997), Que viva Glauber (1991), Teatro Amazonas (2002) e Lina Bo Bardi (1993), e A agonia do mogno (1992), além do recente Tudo por amor ao cinema (2014).Vive e trabalha em São Paulo. ”Arte Rupestre e Realidade Virtual” por Edithe Pereira, arqueóloga e autora dos livros "Arte Rupestre na Amazônia- Pará” e "Arte Rupestre de Monte Alegre". Especialista em pinturas e gravuras rupestres da Amazônia, é a responsável pelas informações arqueológicas que serviram de base para a criação do Parque Estadual Monte Alegre (PEMA), Unidade de Conservação (UC) de Proteção Integral com 5.800 ha, onde se localiza a maioria dos sítios com arte rupestre já catalogados naquele município. "Revoada de Ararajubas” por Ivan Leal da Associação de Artesãos das Abaetetuba (PA), formada em 2017 por 40 artesãos. A história dessas pessoas com o artesanato de miriti vem de gerações, preserva saberes ancestrais de origem indígena. Ivan leal, experiente artesão integra a associação. 1. Dhiani Pa’saro, nascido em São Gabriel da Cachoeira (AM), etnia Wanano. Trabalha com marchetaria e pintura de forma a expressar a poética do cotidiano vivido nas aldeias e suas tradições, dos mitos e das lendas ambientados nas fascinantes fauna e flora amazônicas.2. Duhigó - etnia Tucano, produz obras de grande qualidade técnica com materiais de excelência extraídos da floresta.Trabalhos inspirados na vivencia nas aldeias Tucano, Barassano e Tuyuca. 3. Yermollay Caripoune, do povo Karipuna, e Keyla Palikur integram o coletivo Waça-wara formado por 40 artistas indígenas do Oiapoque que existe desde Festival Corpus Urbis em 2017, na Terra Indígena Uaçá. 4. Rita Hunikuin - Artista visual indígena, do coletivo Mahku (Movimento dos Artistas Huni Kuin) e tem obras no Museu das Culturas Indígenas em São Paulo. É liderança jovem e atuante nas redes sociais. 5. OGPTB - Organização Geral dos Professores Ticuna Bilíngues para a confecção da instalação “Árvores dos Ticunas”, baseada em publicação de organização ao lado da antropóloga Jussara Gomes Gruber.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.